M&A: O Papel Estratégico da Tecnologia em Fusões e Aquisições | PPT Não Compila Podcast
Convidados
Cristiane Kussuki
Gerente Executiva @ Serasa Experian
Explore o episódio
🚀 Neste episódio especial do PPT Não Compila, mergulhamos no mundo dinâmico das fusões e aquisições empresariais (M&A) com uma perspectiva única de tecnologia. Nosso convidado desta semana, Cristiane Kussuki, traz sua expertise como head de tecnologia para M&A da Serasa Experian, para discutir os desafios e estratégias cruciais nesse campo em constante evolução. Prepare-se para uma conversa enriquecedora que ilumina o papel crucial da tecnologia nas decisões de M&A. 💡 Cristiane Kussuki compartilha insights valiosos sobre a importância da arquitetura corporativa, integração de sistemas e governança em processos de M&A. A conversa se aprofunda em como a tecnologia não só facilita, mas também pode ser um fator decisivo em negociações de M&A. Este episódio é um must-listen para profissionais da área de TI, gestores e qualquer pessoa interessada em entender como a tecnologia está redefinindo o cenário de M&A. 🌐 Junte-se a nós para explorar como a inovação tecnológica está transformando o mundo das fusões e aquisições empresariais. Descubra como a Serasa Experian aborda M&A do ponto de vista tecnológico, os desafios encontrados e como superá-los. Se você é um profissional de tecnologia, gestor empresarial ou simplesmente alguém fascinado pela intersecção entre negócios e tecnologia, este episódio é para você! #MergersAndAcquisitions #TechnologyInBusiness #CorporateStrategy #PodcastTech #PPTNãoCompila Convidados: Cristiane Kussuki : https://www.linkedin.com/in/criskussuki/ Spotify: https://spoti.fi/3PasQNs Youtube: https://youtu.be/Ki_m3CHh-eM Outras plataformas: https://linktr.ee/pptnaocompila 0:42 Abertura e apresentação 04:17 Termos utilizados e contexto sobre M&A 08:45 Processo de definição e negociação de tecnologias 22:01 Participação de grandes fornecedores nos processos 26:30 Desvantagens do vendor lockiin 27:50 Estratégias de entrega de capability e planos de transição 31:08 Relacionamento entre os times de M&A e de governança 35:19 Sustentação entre ferramentas e unificação 37:01 Aquisição de carteiras de clientes 40:42 Processo de decisão e avaliação de empresas 47:58 Avaliação de roadmap 55:47 Experiência de uma mulher no mundo da tecnologia corporativa 1:07:40 Incentivo às mulheres na Serasa experian 1:12:19 Agradecimentos e considerações finais Acompanhe nas redes Instagram e Twitter: @pptnaocompila LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/pptnaocompila Produção: Voz e conteúdo | https://www.vozeconteudo.com.br - @estudiosvoz
- Tipos de M&A e Due Diligence
- Iniciativas para Mulheres em Tech
- Introdução do Podcast e Tema
- Apresentação da Convidada
- Contexto do Episódio e Importância da Tecnologia em M&A
- Chamada para Ação e Engajamento do Podcast
- Transição Musical
- Debate Leve sobre Arquitetos de TI
- Glossário de M&A e Categorias de Aquisição
- Terminologia Específica de M&A
- Impactos Operacionais de M&A na Tecnologia
- Variações na Complexidade das Aquisições
- Papel Fundamental da Tecnologia no Due Diligence
- Escalabilidade como Fator Chave em M&A
- Desafios de M&A entre Grandes Corporações
- Validação de Tecnologia e Segurança em M&A
- Dinâmica do Processo de Due Diligence
- Gestão do Sigilo e Acesso a Informações em M&A
- Implicações de Aquisições Parciais e Integração
- Estratégias para Redundância e Consolidação de Ferramentas
- Parceria com Grandes Fornecedores em Aquisições
- M&A como Decisão Estratégica de Negócio
- Resultados e Negociações Pós-Due Diligence
- Publicidade: Clever Pay
- Alinhamento da Arquitetura com Estratégias de M&A
- Consequências do Vendor Lock-in em M&A
- Integração de Capacidades e Cadeias de Valor
- Otimização de Ativos e Interoperabilidade em M&A
- Governança e Monitoramento Pós-Aquisição
- Gerenciamento de Múltiplas Aquisições Simultâneas
- Sustentação e Transição de Ativos Adquiridos
- Aquisição Focada em Carteira de Clientes
- Evolução e Sinergia de Produtos Pós-M&A
- Avaliação Estratégica: Desenvolver ou Adquirir
- Processo de Screening e Equipes de M&A
- Influência Limitada da Arquitetura na Seleção Inicial
- Fatores que Influenciam a Decisão de Aquisição
- Modelos de Inovação: Aberta vs. Aquisição
- Estratégia de Corporate Venturing e Investimento
- M&A em Empresas de Capital Público vs. Privado
- Grandes Fusões Históricas e Anonimato
- Desafios de Acesso à Informação em M&A Públicas
- Publicidade: VMB.io
- Experiência de Mulheres na Liderança de TI
- Estatísticas e Desafios para Mulheres em TI
- Incentivo e Venda da Carreira em Tecnologia
- Programas de Inclusão e Empoderamento em TI
- A Visão Feminina e a Arquitetura de TI
- Caminhos e Formação em Arquitetura de TI
- Cenário da Educação em TI (Anedotas)
- Atrativos Financeiros da Carreira em TI
- Curiosidade: Bug do Milênio
- Iniciativas de Diversidade na Serasa Experian
- Equidade e Ações Afirmativas
- Ferramenta "Todas Group" para Desenvolvimento Feminino
- Agradecimentos Finais à Cris
- Agradecimentos ao Co-apresentador Johnny
- Conclusão do Podcast e Chamada Final para Ação
a gente divide mna todos aqueles eh negócios do tipo aquisição de 100% de uma empresa com incorporação aquisição majoritária de uma empresa que participa da do diligence mas a participação ela foi aumentando ao longo do tempo por conta dos problemas que a gente identificava depois na hora da Integração né Na hora que você faz a do diligence você tem que ter certeza de que a sua decisão tá correta então mulheres de várias outras profissões para apresentar para elas ensinar para elas tecnologia e dados e Muitas delas mudaram a vida por causa desse aprendizado novo foi uma coisa assim excelente excepcional muito bem muito bem meus amigos do PPT não c hoje eu estô aqui com a Cris kusuk que é gerente executiva da ceras experian Johnny prazer Cris bind prazer é tudo meu obrigada pelo convite nós que agradecemos aqui hoje a gente vai falar de um assunto que fica meio o O ofuscado Ali da galera de tecnologia mas que é extremamente importante quando a gente fala sobre gestão de ti de estratégia né Cris que são aquisições e fusões de empresas famoso mna né Fala um pouquinho sobre você e sobre o seu trabalho Cris se apresenta pra galera bom eu sou a Cris kusuk como o Wellington falou e eu trabalho com essa essa ação de emnes desde que eu entrei na empresa que foi em Janeiro de 2022 Então faz do anos né antes num cargo de arquitetura corporativa e agora numa outra posição exatamente eu sou da turma ninguém sai daqui eu sou da turma mas eu acabei levando junto comigo quando eu mudei de função né a cerca de 90 dias e é um assunto muito divertido de conversar porque ele tem muitos aspectos acho que ele é multifacetado e a gente vai ter uma conversa que acho que vai ser bem legal sem dúvida você quer entender como que que se você já passou para uma empresa que foi comprada eh ou que comprou uma outra quer entender como essas decisões são tomadas né Johny como que é feita essa avaliação de tecnologia se você quer saber porque na Bela segunda-feira você mudou de chefe e teve que fazer todo um projeto de arquitetura completamente do zero isso você quer entender porque que aquela aplicação teve que migrar de uma aplicação para a a a CR diz que não é aleatório Não é só para acabar com a sua vida isso exatamente então acompanha com a gente que o episódio tá muito bom a gente vai explicar como funciona esse processo Quais são as decisões executivas E como que isso desencadeia aqui é uma série de de ações que levam a a projetos operacionais né Cris de de mudanças de plataforma papel que a tecnologia tem nessas discussões de mais alto nível É isso aí então acompanha pra gente que o episódio tá muito bom e e o que mais Johnny se inscreva no canal clique no Sininho dê like clique no Sininho Compartilhe o episódio e você pode ser membro do PPT no compila sabia disso jny não não sabia você pode ir lá e pode ser membro do podcast e você corre o risco de vir ver aqui o episódio ao vivo Já pensou temos cerveja eu eu ainda não sei se isso é bom ou ruim se a galera só tô atraindo vamos dar a resposta padrão depende depende exatamente viu a crise é do sindicato ela foi bem pra gente vai ser interessante né exatamente vamos ver as nossas intimidades aqui vamos ver é vamos ver que isso aqui não é bagunça isso aqui tem toda uma metodologia um togaf do do do podcast Então seja nosso nosso membro se a gente pode compartilhar e trazer conhecimento para você trazer alguma coisa de boa PR sua vida profissional contribua com a gente e vem que o episódio está muito bom [Música] bora [Aplausos] John acho que os nossos ouvintes vão desconfiar que a gente tá querendo transformar isso daqui no sindicato do do arquiteto de ti por qu porque a Cris também era da arquitetura verdade na verdade por 18 anos eu atuei em áreas correlatas ali a arquitetura corporativa Olha só vão achar que a gente tá transformando isso aqui num clube do do arquiteto quem conhece a gente sabe que somos arquitetos que odeiam arquitetura de sistemas nós somos Rebeldes né a gente não é muito do time desenha caixinha né a gente é mais do time mão na massa é a gente queima queima livro do togaf né mas nem por isso nós não somos arquitetos é verdade é verdade acho que pra gente começar esse papo Cris eu queria contextualizar um pouco de glossário assim vocabulário a gente vai falar bastante sobre um termo chamado emene né Eh como todo mundo corporativo a gente tem sempre alguns termos ali Ingleses né americanos certo e siglas principalmente né e siglas então pode ser que alguma uma outra pessoa não entenda exatamente o que é o mna queria que você desse uma um overview assim de forma bem suscinta Olha o inglês aí o overview overview é uma demonstração é overview isso é eu acabei de criticar a gente usa termos inglêses e peço para fazer o quê para dar um overview né John tem que melhorar seu mindset tem uma ideia é verdade ó mindset bom m& né em inglês é mergers and acquisitions e em português S as fusões e as aquisições e na prática pelo menos ali dentro da seras Xperia onde eu trabalho atualmente a gente divide emeni todos aqueles eh negócios do tipo aquisição de 100% de uma empresa com incorporação aquisição majoritária de uma empresa aquisição mesmo que seja minoritária né entre 20 e 50% do de uma empresa e a gente também tem o que a gente chama de Corporate venturing ou então investimento minoritário que é esse que é até 20% de uma empresa que normalmente a gente tá mais investindo do que fazendo de fato um merge né de de empresa de negócios ali ã existe o dd que é do diligence que é uma das fases que a gente faz dentro do processo vamos falar bastante vamos falar bastante tem o TS que são os contratos que a gente precisa estabelecer Normalmente quando a gente tá comprando uma empresa que é um carval ó lá aí vem outro termo né o carval é quando a gente vai fazer o o eu ia falar mais uma mas eu vou explicar o spinoff de uma empresa Então imagina que uma empresa ela tem uma unidade de negócio dela que interessa paraa outra empresa e ela é vendida somente aquela unidade de negócio então é um carval é uma compra ali de um de um spinoff e eu acho que a gente vai se deparar com mais letrinhas pelo pelo caminho mas a gente vai colocando isso Beleza então joh basicamente quando uma empresa compra outra e isso gera um problema operacional né pode se dizer assim porque você vai ter inclusive eh assets de tecnologia que podem estar duplicados atende a mesma cadeia de valor você tem que ver o valuation de tudo isso operação e isso leva a um um processo de tecnologia que precisa ser a própria estratégia de tecnologia precisa ser exato a gente gente tá falando em arquitetura arquitetura no fim das contas é justamente para lidar com esse tipo de de situação inclusive você tem que fazer o merge dessas arquiteturas para poder de fato ter a transformação digital Imagino e eu fico imaginando o tamanho do do trabalho que é isso e depende na verdade né porque às vezes tem uma como ela de arquitetura viu que ela respondeu depende Ah eu já ouvi essa parte depende porque às vezes a gente compra uma empresa pequenininha Então já teve caso da gente comprar uma empresa pelo software dela mesmo então a gente comprou só a solução tecnológica trouxe para dentro resolveu um problema ali de um de uma construção que a gente ia ter que fazer do zero e que já tava pronta e acabou não foi uma eh aquisição de pessoas não foi de processos não foi de nada assim então é uma é uma aquisição simples e tem aquelas mais complexas de fato com muitos funcionários com muitos processos com muitas redundâncias ou sinergi né uma série de coisas que a gente tem que fazer diferente e aí nesse processo a gente tem alguns como é que eu posso dizer alguns gatilhos que que precisam ser verificados nessa nessa linha né Cris e um dos pontos principais é fazer essa avaliação de arquitetura corporativa e eu quia que você falasse um pouquinho disso do papel do arquiteto ou do responsável de Tecnologia na pré-negociação acho que isso é essencial porque eu já passei por alguns casos e conheço alguns casos no mercado que a tecnologia não passa tanto por por essa fase de avaliação de valuation e etc e se descobre um problema lá na frente depois né a tecnologia não participa do do diligence isso e eu vou contar que na verdade assim a gente participa D do diligence mas a participação ela foi aumentando ao longo do tempo por conta dos problemas que a gente identificava depois na hora da Integração né então a gente mostrava como que a gente poderia ajudar melhor se a gente estivesse envolvido desde o início e hoje em dia a área de arquitetura e a área de tecnologia ela tá 100% embarcada na nessa fase de do diligence e quando você fala de arquitetura acho que começa até por uma coisa mais física né uma arquitetura de infraestrutura mesmo entendeu o que que tem ali de tem tem empresa que tem servidor debaixo do da mesa assim né aqui no Brasil não acontece muito mas na Jamaica né Tem umas empresas Aqui no Brasil é muito raro né Johnny não sei se já ouviu falar de alguma que é isso eu tem Unos contratos lá de termos de de confidenciabilidade coisa nenhuma mas é a gente brinca mas realmente são coisas que acontecem né Cris a gente não sim e dá para entender são empresas que tem um contexto diferente às vezes é um produto que eles estão testando mas que quando a gente vai trazer para dentro de uma operação robusta né de uma grande Corporação você não pode trazer do jeito que ela tá funcionando atualmente então a gente começa mesmo com essa arquitetura de infraestrutura depois vai para uma arquitetura mais de referência para entender aplicações tecnologias versões de coisas que eles estão usando já teve caso também da gente achar versão de PHP totalmente ó além de ser PHP totalmente eh eh vencido né sem suporte olha R é um entusiasta eu senti um além del ser PHP você sentiu aí Johnny é foi sentiu um certo Desculpe se ofendi isso é um meme oficial do PHP não compila do PHP não compila porque PHP também não compila né então tudo bem mas eh abraço meus amigos do PP útima vez bom desculpe se ofendi alguém mas assim na prática era uma versão velha Era por isso que era ruim tá isso E aí tinha muitas vulnerabilidades e a gente qu HTML 3 né por aí e a gente precisava ajustar tudo né então assim quando a gente a a será expirei uma datatec então pra gente dados e tecnologia são nossos assets né é isso é por isso que a gente compra outras empresas também e se a gente for olhar que essa tecnologia ela não é eh sustentável ela não é escalável ela não tem aqueles atributos todos que a gente precisa procurar com bons arquitetos dentro de uma solução a gente tem um problema que ou a gente vai precisar fazer realmente uma série de combinados do que precisa ser regularizado antes da empresa ser adquirida ou a gente vai ter que arcar com uma fase de adaptação que talvez seja até maior do que eu fazer eu mesma dentro de casa aquela solução então é super eh crítico mesmo o olhar de tecnologia dentro dessa avaliação da empresa um ponto interessante néon que CR tava falando e eu pensei a gente costuma tentar vender né pros stakeholders a gente quer melhorar a tecnologia da empresa do ponto de vista de estratégia mesmo de equipamento sobre escalabilidade das aplicações né ah que esse paradigma aqui é muito melhor escalava do que outros e raramente a gente pensa em em merges né que não só escalava do ponto de vista assim do crescimento do produto do segmento Mas também de você adquirir uma empresa Nova por exemplo dependendo do seu Parque Tecnológico essa convivência é mais fácil ou mais difícil exatamente e é e eu vou te falar é o ponto número um que dentro de tecnologia a gente é questionado pelos executivos se é escalável a tecnologia porque imagina uma empresa muito maior comprando uma Startup eu quero vender para muito cliente a solução aguenta essa é a pergunta que sempre vem né ou o que falta para ela aguentar é quanto custa para para ela aguentar e aí a gente ajusta ali dentro aquele aquela negociação que a gente vai fazer eu acho que o ponto é até um pouco mais crítico anteriormente viu J porque quando a gente fala sobre aquisições é aí tem cenários diferentes né Cris quando você tá falando por exemplo de uma aquisição de uma big corp para comprar uma Startup Isso é meio que quarta-feira no mercado né quarta-feira à tarde quando você tá falando de merges de grandes corporações e aí o que me preocupa eh do ponto de vista de arquitetura ainda mais Cris é você tá falando de duas grandes empresas à vez podem ter estratégias Diferentes né estratégias diferentes é e tanto de tecnologia quanto de assets de tecnologia mas principalmente uma não conhece bem o corpo da outra ainda né E quando a gente fala de grandes corporações essa essa negociação ela é feita muito sigilosamente envolvendo muito poucas pessoas né e a gente corre um risco muito grande aqui eu não vou citar casos mas a gente sabe de casos de que essa negociação é feito por altos executivos você tem definição de preço e de transição entre os autos executivos em grandes linhas né em grandes linhas e aí a gente tá num momento de tecnologia que as empresas são cada vez mais tecnológicas e muito do valor de mercado delas são baseadas no quanto ela gera de valor por causa da tecnologia E aí quando você fez todo aquele valuation fez todo aquele valor quando você de fato define essa estratégia de de compra Ou de ou de venda de uma companhia e aí o corpo técnico vai avaliar isso reflete no valor Opa mas poderia deveria ter pago menos ou deveria ter pago mais mas eu acho que essa é uma das grandes justificativas da gente ter a área de tecnologia e de Cyber Security inclusive né envolvidas na fase de do diligence e isso é algo que a gente provou o valor dentro da seras experian aos poucos no nos deos que a gente executou e que a gente consegue ver assim exemplos Claros de problemas que a gente teria se a gente não tivesse visto e a gente estabelece eh condições precedentes para que sejam ajustadas a gente mostra vulnerabilidades que a gente encontrou naquela aplicação a gente faz testes né ali dentro tudo para poder mostrar qual é a qualidade daquela daquele asset que a gente tá comprando e que ele seja pago na na mesma medida né sim e aí até para pro pessoal entender né Cris o Du diligence ele é um um período onde você vai avaliar aquela proposta para saber se ela precisa de ajustes ou não né isso então eu fiz uma proposta J vou comprar o seu carro Beleza Seu carro tá certinho tá tudo regularizado tá tudo beleza ó tá aqui vamos assinar aqui um contrato de intenção de compra de intenção de compra e eu vou olhar teu carro se tiver alguma coisa errada ali a gente vai rever Esse preço é mais ou menos isso né Cris é mais ou menos isso a a diferença que normalmente tem um período de exclusividade inclusive né porque às vezes a empresa que tá procurando investimento Ela tá procurando investimento no mercado então a gente pode ou não ter esse período de exclusividade e tem que ser muito rápido é tipo 3S qu semanas pra gente conseguir fazer o escrutínio ali de tudo que tem e fazer tomar essa direcionar essas decisões todas que a gente tá comentando aqui e como é que nesse processo como é que lida-se com a com a a questão do sigilo porque no fim das contas a gente falando de empresasa de tecnologia o segredo comercial né o Core Business é a tecnologia Então você precisa conseguir fazer uma avaliação da da do que você tá adquirindo daquele asset e ao mesmo tempo não é interessante PR a empresa ser completamente aberto Abrir totalmente né até do ponto de vista comercial mesmo no próprio processo de aquisição às vezes não é interessante para eles te darem essa abertura toda para você avaliar Tudo e você tem razão assim essa pergunta é ótima porque primeiro que não são todas as pessoas da empresa que vão est envolvidas no NDA né vão ser executivos como a gente sabe o Executivo ele sabe no macro ele não tem as informações no micro e a gente pede por exemplo o desenho da arquitetura você acha que o CTO tem o desenho da arquitetura po normalmente não ele não pode pegar e ligar pro gerente de arquitetura Ô tô vendo aqui de vender a empresa você pode me mandar o diagrama para eu mandar pro cara que tá interessado não Pode Só para eu não não fazer confusão NJ é termo de confidenciabilidade né no discloser Agri ISS desculp isso desculpa mais um um termin que eu tava passando é que esse é mais comum né se você não sabe o que é NJ Dá uma pesquisada no Google a gente estimula os nossos ouvintes a estudarem um pouquinho também né É É isso não e e se aplica em muitas outras situações né Eu acho que isso é que tem brincadeira né gente mas é que em termo de tecnologia é mais comum né perdi o meu fio Desculpa estava falando a respeito de como é é lidar com empresas que não estão dispostas a ISO sim então assim tem essa esse desafio Grande a gente teve um caso também de uma empresa que a gente não adquiriu 100% de partida a gente adquiriu 51% então o controle era nosso só que existia uma promessa de que dependendo de alguns eh objetivos ali que eles poderiam umas metas que eles poderiam alcançar que a gente compraria o 100% só que nessa fase de 51 49 foi bem complicado essa esse tipo de negociação porque é diferente quando a gente é o controlador total né E aí a gente consegue falar olha isso aqui que que você usa hoje hã o o o gitlab você vai usar aqui agora Outra coisa o nosso corporativo para você utilizar ó você não vai poder mais usar Slack você tem que usar aqui dentro Microsoft teams por exemplo né E por aí vai e no né nesse nesses dias que são não são 100% a gente acaba tendo um pouco mais de dificultade às vezes de ficar negociando mostrando porque que é uma boa ideia né de fazer a aquele ajuste mostrando olha vamos por aqui né tal então Isso dificulta bastante também quando você fala de da empresa que não tá 100% onboarding nessa nesse processo né de mna sim e e você corre o risco de ter uma operação duplicada muitas vezes né porque em alguns casos por exemplo eh você deu um exemplo mais simples ali de uma ferramenta de ti que é o gitlab mas imagina que a gente tá falando de uma empresa de comerce as as duas podem ter plataformas diferentes de e-commerce né é razoável que em um período de transição você tenha que manter operação e sustentação de duas ferramentas e você vai ter que ter um projeto interno de migração para que uma absorva o workload da outra ou de integração ou de integração e até às vezes alguns cálculos mais e complicados do tipo eh a empresa não usa seos Force para poder gerenciar toda a força de vendas os leads tal seos force é uma plataforma cara né que para uma boa uma grande Corporação da gente pra gente vale a pena para uma empresa menor não vale quando a gente olha o processo dela com a ferramenta que ela usa que seja um zendesk que seja alguma outra ferramenta faz sentido a gente tirar do do momento zero aquela ferramenta que eles usam e colocar o seos force porque a gente vai aumentar o custo e não vai est aumentando a produtividade pelo contrário normalmente vai cair a produtividade porque eles vão precisar se adaptar com o processo novo uma curva de aprendizado como que a gente faz isso então a gente faz às vezes planos de até do anos para que caminhando até a gente conseguir as sinergias Às vezes tem muita eh relação também com Quando vence os contratos quando que vence o contrato daquela ferramenta que a gente pode substituir por uma outra e negociar o volumetria depois e aí a gente faz esses acertos né sim aí tem uma conta bem executiva né porque você vai ter que manter uma operação para sustentar essas ferramentas Às vez você já tem uma operação para por exemplo você já tem uma equipe de sustentação do seu esforço etc vai ter que manter a outra Eh aí é uma conta difícil de fazer né porque tá se eu trago agora para cá eu tenho queda de produtividade eu vou ter um custo de projeto para vir para cá mas vou ter uma uma operação um pouco mais inchada né Isso depende muito de estratégia de custo nessa linha que tá falando e eu acho que um ponto interessante vocês incluem esses fornecedores grandes na nesses processos por exemplo a gente tá falando de sa P Sales Force Marat o que seja é grandes fornecedores que e w obviamente que além da de serem ferramentas bem consolidadas no mercado extremamente caras mas o grande apio deles também é que eles apoiam te apoiam não só como tecnologia Mas também como processo eles vocês consultam ou el participam de processo de aquisição depende ó ó lá de novo depende arquiteto arquiteto é quando a gente olha muito Qual é a qual o valor e quanto que Isso corresponde do total do custo total deles de tecnologia né então vou pegar esse caso da WS por exemplo a gente teve um caso de uma empresa que era gcp na Serasa expir a gente é multi Cloud a gente tem todas as clouds mas aqui no Brasil a gente tem um contrato muito bom com com a WS e é nosso preferencial atualmente então a gente tentou ver se a gente não conseguia pegar essa carga ali de gcp e passar pra WS para que que como a gente fez isso a gente chamou a própria WS para avaliar uhum parceiros eles querem a carga para eles e aí entra no assunto agora eh esses casos que Eu mencionei do seus Force e do do próprio SAP a gente no caso usa Oracle EBS né a gente não costuma envolver o fornecedor porque já é algo muito vanila assim muito que a gente tem que pra gente é mais fácil a gente trazer para dentro tombar pegar o processo porque eu não vou ficar rodando folha de pagamento por exemplo da nova das pessoas que vieram da outra empresa em outro lugar não faz sentido então processos corporativos principalmente eles costumam entrar tombar para para para aquilo que a gente já tem sim e aí você leva para um processo que já tá padronizado né sim então como se fosse um funcionário novo só que um monte de uma vez isso é você faz um onboarding para aquele processo que já tá consolidado e tem uma cultura corporativo acho que o o o o principal é quando você tem o produto né que você tá adquirindo porque esse Emi ele tem uma razão de ser sim né então você não pode simplesmente pegar ah todo aquele produto e trazer do jeito que você é porque às vezes você tá adquirindo uma empresa para que ela te traga um diferencial isso exatamente e até para lembrar que o mna ele realmente é uma estratégia né quando a gente pensa numa nova capacidade capability né arquiteto também gosto disso com uma nova capacidade que a gente quer desenvolver dentro da empresa você tem as alternativas Ah eu vou construir é o build eu vou comprar que é o o caso do mna Por Exemplo né ou eu vou pegar emprestado Vou contratar vou parcer com alguém Vou investir Vou contratar de um de um terceiro então não deixa de ser uma estratégia pra gente Olhar aquela capacidade como é que a gente vai entregá-la e na hora que você faz a do deig gente você tem que ter certeza de que a sua decisão tá correta porque às vezes não tem só aquela empresa também com aquela capacidade que ela pode te dar tem outras alternativas Então a gente tem que ser bem crítico né acho que assim na verdade dá para contar nos dedos as empresas que a gente fez o o chegou a ser selecionada entrou na do diligence e não foi pra frente a gente teve mas são menos a maioria a gente sai com tudus mesmo ó a gente tem que arrumar isso tem que arrumar aquilo vai custar isso então a gente negocia depois e e dá certo né quero falar com você agora quem ainda não conhece a Clever Clever é uma empresa que já tem mais de 3 milhões de usuários em 30 países com 30 idiomas diferentes que tem trazido Soluções em blockchain criptomoedas e ativos digitais o objetivo da Clever é te dar liberdade financeira para operar nesse mercado de cripto então se você acredita nisso se você acredita nessa Liberdade você já Pensa como a Clever vai conhecer os caras é Clever Paio estão contratando também pessoal para trabalhar com cripto com blockchain então se você tem interesse se você tem conhecimento nessa área Proc procura Clever se você gosta de criptomoedas se você opera no mercado você precisa conhecer a Clever precisa conhecer as soluções da Clever então o endereço tá aqui embaixo no vídeo para quem não tá no YouTube é Clever Paio Vai lá vai conhecer que realmente é um mercado sensacional um ponto que eu acho legal né Welliton é que a gente discute muito solente outros episódios aqui quando a gente fala de de coisas mais abstratas né do que a arquitetura do que é engenharia de software geralmente é o ponto que a gente toca bastante né que essa questão a gente fala de arquitetura de de soluções e de sistemas arquitetura corporativa é tentar traduzir os requisitos de negócio de estratégia em requisitos tecnológicos fazer essa essa ponte vamos dizer assim entre os dois mundos e mesmo no nível estratégico E aí eu vejo você falando por exemplo de coisas que a gente já discutiu aqui né a gente tava falando de escalabilidade porque que soluções escaláveis do ponto de vista de cloud Native por exemplo facilitam esse tipo de processo e agora por exemplo a gente discutiu já né Eh desvantagem de lock Ah sim as vantagens você ter uma arquitetura agnóstica uma arquitetura que funcione com vários providers diferentes e do ponto de vista estratégico tem essa sinergia né com certeza o uma se você faz uma aquisição de uma empresa que até uma arquitetura agnóstica sem loquin o processo de MN fica muito mais simplificado e exatamente a gente tá passando no momento por um caso bem crítico que tem um lockin muito forte com um dos Cloud providers e a gente tá sofrendo um bocado para falar a gente sab é a gente já sabia né que isso ia acontecer e tava no plano tinha previsto tudo mas tá sendo um pouco mais cabeludo do que a gente imaginava ch né e e Cris um ponto que você colocou já que você você Cutucou a veia do arquiteto aqui quando você falou de capability eh tem uns cenários que eu acho muito específico específico não mas que é um pouco mais complexo do ponto de vista de estratégia de negócio e estratégia de ti você tocou num ponto que eu gosto muito de discutir que é a a estratégia de como resolver a entrega daquela capability pra companhia né então como você citou eu posso fazer posso desenvolver uma solução do zero eu posso comprar uma solução de mercado Ou posso No Limite fazer um mna de uma empresa que tem uma solução que não é uma solução que tá disponível no mercado quando a gente olha do ponto de vista de arquitetura eh a gente nunca tem um capability isolado esse capability ele tá sempre envolvido numa cadeia e numa sub cadeia de valor né então eu dependo de outras cadeias para entregar aquele capability né E quando eu faço aquisição aquele capability ele não vem vinhozinho vem soltinho né isso E aí eu tenho que encaixar na minha cadeia de valor e eu vou ter sobreposição das das das sub cadeias que vem concatenadas com ela né para resolver aquele problema isso pode envolver processo pessoas e ferramentas tambm também que estão nessa nessa subc Deia como que que que vocês trabalham lá esse plano de transição sim para essas cadeias que não é a cadeia alvo da aquisição é uma das coisas importantes é uma é um palavrão assim que é interoperabilidade né Gosto muito gosto muito mais um mais um Business bingo Yes mas é que a quando a gente olha então uma capacidade de fato assim eu eu tô olhando ela ali eu preciso saber se ela é um monolito né se vou trazer um negócio gigante assim para dentro de casa que daí depois eu não vou conseguir fazer tirar exatamente o que eu preciso eh Então tem que ver qu quão acoplada ela é quão a gente consegue quanto a gente consegue isolar e precisa olhar também qual é a sobreposição E aí a gente pode chamar de sinergia Mas normalmente não é sinergia Exatamente é sobreposição mesmo é assim ó essa capability aqui eu não preciso porque a minha já é boa essa aqui talvez eu possa fazer um merge eu pego um pedaço aqui tem tem uma base de dados que essa empresa aqui tem que para mim vai enriquecer meu processo e eu posso utilizar então é bem quase um Winner source vai eu eu olho ali e falo assim ah isso aqui dá para combinar e tem outros que eu vou jogar fora mesmo que não vai ser nada que vai vai ser útil até porque em geral a uma empresa do tamanho da Serasa Experian ela tem o objetivo não de ficar quebradinha é de ser realmente uma empresa cada vez mais robusta e cada vez entregando soluções melhores né né pros nossos clientes Então isso é super importante para que a gente analise isso é em tempo de do diligence quando a gente consegue às vezes a gente não tem acesso suficiente mesmo por conta dessas questões de sigilo e de quem que tá envolvido e a gente coloca isso tudo como premissa né aí vai aquela parece igual eh quando a gente chama as consultorias né vem uma lista assim de premissas né restrições premissas é tem mais premissa do que requisito não é tipo isso então é é é Um Desafio né Cris a gente conseguir coordenar isso até porque isso ela tem é um processo que precisa ser acompanhado muito especificamente do ponto de vista de governança depois o tsei ali né porque a gente corre um risco do ponto de vista de arquitetura e de gestão de Tecnologia de ter sobreposição a de eterno a gente sabe porque as coisas acontecem assim às vezes né J Ah tá ali tá funcionando e isso vai empilhando tecnologia e se a gente não tem um plano de governança de fato para para ter esses ids unificados ou as cadeias de valor unificadas etc a gente pode ter uma operação cada vez mais inchada na na ti né Como que você vê esse relacionamento já passando para você poder dar um overview total o o relacionamento desse time de emne com governança com governança eh eu acho que é primordial a gente tem já definido né que quando a gente começa a fazer a integração Existem algumas datas D mais 30 D mais 90 que são feitas auditorias inclusive e a gente faz um processo que começa com o onboarding da empresa dentro dos processos que a gente tem e que são executados porque a exp é uma empresa Global também né então a gente tem muitos processos que são globais inclusive então tem lá política não tem discussão se vai eu se eu quero diferente se vai ser vai ser dentro daquela política que a gente precisa encaixar pelo menos naquele momento é claro que como tudo tudo a gente pode discutir Em algum momento e e negociar mas em princípio vai daquela forma e governança já vai prevendo qual é o período depois do qual precisa entrar no dia a dia no Business as usual a gente precisa acompanhar como como isso vai andar e tudo isso vai sendo muito muito bem monitorado por nosso escritório de projetos que tem uma participação fundamental também nessa fase de integração porque eu imagino né que a gente tá discutindo aqui no do ponto de vista teórico ou falando pelo menos de de experiências passadas que não é exatamente bonito assim né começo e fim não a gente adquira uma empresa a gente faz um onboard faz a convivência agora que terminou a gente adquire outra não esse processo acabam acontecendo em paralelo na maior parte das vezes né quando você fala de sinergias e sobreposições quando você tem múltiplas aquisições acontecendo ao mesmo tempo eu imagino que fica o desafio fica maior ainda com certeza ano passado foram quatro né a gente falou a c exp desde 2021 fez oito aquisições e só an passado foram quatro vocês tinham Quatro T se rolando ao mesmo tempo Tipo isso Tipo isso que delícia maravilhoso e é um desafio é Um Desafio Sem dúvida Sem dúvida mas emada cias diferentes assim né pelo menos mais ou menos assim a gente tinha uma expectativa a gente tinha uma meta né de até de conseguir fazer quatro por ano só que o timing deles é que acabou dando sempre dá uma uma eh nunc bonito sobreposição exatamente Não não é bonitinho assim no primeiro quáter começa um no segundo quáter o outro né então dá uma encavalados vezes e aí tem esse desafio de lidar com isso ao mesmo tempo né E aí eu entendo que trabalho da arquitetura corporativa nesse sentido é crucial é grande é é crucial Sim é bastante grande a gente tem um modelo Federado né dentro da seras Xperia Então a gente tem arquitetos de aplicação dentro das unidades de negócio no no na última instância dentro do processo de integração eles são os responsáveis por isso e eles resgat eh recorrem ali aos arquitetos corporativos caso seja necessário para poder consultar esse tipo de decisão mais corporativa mesmo né Para que ferramenta que eu vou preciso migrar não preciso migrar apesar de quase sempre a gente já deixar isso tudo bem indicado dentro da própria do diligence uhum legal legal e e como que funciona Aí talvez saia até um pouquinho do do teu do tópico e talvez até da tua atuação mas talvez você conheça é como que funciona essa operação no dia a dia da sustentação desse processo tô trazendo por exemplo uma aplicação nova para cá e vamos dando um contexto maior Acabei de fazer aquela aquisição fiz meu do do diligence isso tá dentro da da companhia eu não viro a chave amanhã eu ter que ter essa sustentação das duas ferramentas e tenho ali um acompanhamento de projeto para unificação e etc no dia a dia como que funciona isso na prática eu acho que é bem Conforme você descreveu aqui porque o que que acontece por mais que eu falei que são quatro foram quatro por exemplo aquisições do ano passado eram de unidades de negócio diferentes então assim no caso da minha estrutura é uma estrutura Central eu sou corporativo eu sou Cross Então para mim foram quatro agora uma foi de imunidade de negócio a outra foi de outra então para eles entra um pouco no dia a dia também como se fosse um novo produto uma nova solução que surgiu e que foi adicionada ali ao portfólio deles que eles precisam dar vazão por isso que a gente gosta de fazer o processo de boarding o processo de migração e na sequência a parte de de transferência de conhecimento para para entrar no Business as US o mesmo só assim que termina o projeto só que o projeto de integração ele costuma levar 2 anos a gente estabelece que em do anos a empresa adquirida ela tá dissolvida já dentro abv dentro da empresaa Legal tem tem um caso muito específico que a gente já passou Johnny de de de mna inclusive trabalhando juntos numa numa empresa eh passada n nossas nas nossas vidas ancestrais digamos assim vocês nunca vão devar Qual que é a gente nunca vinou essa empresa aqui no podcast ISO eu queria queria ver se você tem algum paralelo com isso Cris que geralmente você compra uma empresa mas você não compra os seus assets você compra a carteira você compra seus clientes e aí você traz aquela base de clientes para dentro da tua da tua estrutura digamos assim é um caso bem específico e eu acho que como o seras Experience a seras experian ela é Ela é muito grande no no Market share que ela atua Talvez não tenha um caso tão específico né mas é é Um Desafio grande também quando você traz aquele cliente de Fora traz aquela carteira e você precisa colocar ele dentro da sua suas cadeias de valor e dentro dos seus produtos e não necessariamente você está adquirindo o capability você está adquirindo aquela carteira é eu não passei por essa questão de aquisição pura de carteira mas toda aquisição que a gente faz a carteira vem junto então a gente tem que tomar um cuidado né Para que aqueles clientes que gostam daquela empresa que a gente adquiriu que eles não percam Sim esse gosto pelo fato da gente ter comprado pelo contrário que eles vejam que isso é uma vantagem né que agora eles têm um serviço mais robusto talvez então é um cuidado muito grande e é um monitoramento muito de perto também da satisfação dos clientes do ponto de vista de tecnologia também tem um desafio né que é você Teoricamente você tá adquirindo uma carteira ou mesmo acho que mesmo uma aquisição convencional que você traz os clientes juntos daquele produto e Teoricamente Você tá no mesmo segmento de valor que a sua própria empresa sei lá seu cliente é um cliente de um jeito e você tá adquirindo uma carteira com clientes do mesmo jeito mas você não consegue encaixar esse essa entidade cliente vamos dizer assim igualzinha porque justamente tem processos diferentes lá tem produtos diferentes experiências diferentes Então eu imagino que mesmo num uma aquisição convencional você precisa dar uma marretada vamos dizer assim nessa nessa carteira precisa fazer encaixar a gente tá falando aqui de de de commerce por exemplo que eu imagino que é muito isso você trazer de um de um de um mesmo de uma plataforma para outra envolve um trabalho de de de migração desse tipo de é quase sempre a gente parte do pressuposto de que a gente traz do jeito que é então no primeiro momento não muda nada e aí a gente vai criando um novo produto combinado entre a gente e o outro e vai descontinuando aos poucos o o anterior então e até hoje pelo que eu pelo que eu acompanhei dos nossos produtos nunca teve essa ruptura assim pros clientes sempre é um cuidado que a gente acaba tendo não legal legal aí no fim das contas Inclusive a própria plataforma atual né de vocês acaba evoluindo com essas aquisições sim é aí que eu chamo do Inner source porque é quase que fosse como se fosse um iners source mesmo você pega assim ah isso aqui tem uma feature interessante que eu posso pegar esse pedacinho aqui e colocar no meu produto aqui também da Serasa e propaga para todo mundo e aí em princípio são duas marcas parecidas né que estão ali no mercado então eu eu mantenho o meu nome B Serasa né nome da empresa antiga e depois isso vira uma coisa só um produto só a gente até consegue fazer teste a b né sim is isso é bem legal né e Cris agora quero tocar num ponto mais estratégico desse processo de de emni né Eh acho que a gente falou bastante aqui sobre as dores do processo né do do da aquisição e da incorporação né da absorção de uma tecnologia nova de uma empresa Nova mas como funciona isso do ponto de vista da decisão né como arquitetura corporativa Em que momento eu tenho ali a minha reunião com o negócio entendo que o negócio tem uma necessidade muito específica que é uma capacidade que eu não tenho hoje na companhia e como chegamos à conclusão junto com os executivos de cara acho que é melhor a gente não desenvolver isso em casa e como que eu avalio qual empresa tem que ser adquirida que que você pode cont tá BR muitas perguntas assim na na prática existe um time que é destinado assim eles o o grande objetivo deles é fazer esse screening essa procura né de de empresas então a área de negócios tem uma estratégia precisa de uma capability por exemplo que é crescer num determinado segmento encomenda isso para essa área de desenvolvimento corporativo eles fazem a procura e fazem uma seleção ali de possíveis empresas fazem engajamento com elas entendem que momento que elas estão se elas querem entrar num processo de negociação ou não e vão em frente então assim esse processo não é um processo da minha área é um processo que acontece ali né Por esse time estratégico a partir do momento que a gente tá fazendo a do diligence que eles já fizeram Esse engajamento tudo e a gente começou a do diligence tem várias workstreams várias frentes frente de tecnologia da informação é uma frente de informa segurança da informação é outra e a gente tem Finanças jurídico tem uma série de diferentes facilit porque tem que olhar tudo né Tem que olhar se tem escritório O que que tem que trazer de de asset físico pra gente ã Tem a parte financeira mesmo de entender a saúde ali da da empresa como que ela tá rentabilizando como a taxa de crescimento tem 1000 análises que são feitas cada uma por uma dessas frentes então tem uma pessoa um dono dessa workstream ali responsável e eu sou só de uma delas que é a de tecnologia da informação né e até hoje as nossas recomendações elas sempre foram no sentido de riscos e e ações mitigatórias que a gente precisa executar nunca foram de não aconselhamos comprar nos nos dias que a gente passou a eu falei dá para contar nas na numa mão aqui os casos que não passaram quase todos foi por questões jurídicas eh de compliance teve algumas coisas assim muito mais e vou falar do mundo brasileiro do que de questões de Tecnologia de fato porque quase tudo a gente consegue dar uma solução e a diferença só vai ser na negociação a gente vai falar ó beleza só que isso aqui não vale o todo a gente vai gastar isso para melhorar isso a gente vai gastar isso então a gente dá os custos de integração não sei se eu respondi sua pergunta sim não respondeu e eu queria complementar com uma outra pergunta como que eu com confronto essa visão do Compro ou não compro que é quando a gente faz essa diligência de saber se eu posso comprar ou não com uma decisão que eu acho que até um passo anterior do tipo o negócio ele tem essa necessidade eu compro uma outra empresa ou eu desenvolvo isso em casa ou eu evoluo essa minha aplicação para atender essa outra capability aí sim é uma decisão de arquitetura Você tem razão e eu vou te m sincera Às vezes a gente é consultado antes de que se vá a mercado procurar um opportunity screening a gente é arquitetura né Eu com o chapel antigo e e às vezes a gente não é consultado e já vem como algo que vai ser né a a estratégia que vai ser feita vai ser essa de adquirir algo Pronto né sim e e e que é um ponto que tem que ser considerado né assim porque às vezes o discutido Eu já levei bastante apresentação de Business capabilities de mostrar um pouco sobre isso tal Ainda não temos grande influência nós arquitetura eh Ainda não temos grande influência nessa questão do opportunity screening legal oport screening você diz que é quando a decisão de quando eu vou selecionar as empresas para eu trazer a capability para dentro sim até porque a gente sabe que nem sempre é só uma decisão técnica e de capacidade de negócio é tem outras questes ah tem muita questão às vezes de time to Market né então A ideia é que ah eu vou comprar uma empresa já vou conseguir trazer para dentro já vai ter cliente eu consigo entregar isso rapidamente Tem umum sim né um lado bonito assim da expectativa at a gente tava falando antes de de escalabilidade por exemplo e como é interessante do ponto de vista de arquitetura você adquiria uma empresa que já tá pronta para escalar mas eu acho que até do pensando na na dinâmica de uma aquisição você tá tentando você aquela empresa tá sendo incorporada é justamente porque ela tem algum GAP nesse nesse nesse sentido né então eu acho interessante que você falou que se você não sai nesse geralmente com uma lista de de vetos mas de tudus porque imagina se eu tô adquirindo uma Startup é porque aquele aquele produto é interessante e a Startup também sabe disso O que a gente tá querendo tá querendo a gente que tá querendo dar robustez para el né exato tanto pros dois lados tanto PR pr pra Serasa aqui que é é ter aquele produto acho que faz parte é interessante pro portfólio quanto a própria Startup também eu não consigo escalar isso aqui da aess Talvez uma aquisição seja preciso de um investimento e acaba sendo aberto a uma aquisição né porque para eles também assim eh eu lembro faz muito tempo já eu escrevi um artigo sobre essa questão da da das startups e a forma como elas lidam com as grandes empresas né E que normalmente tinha essa coisa do tubarão né de você vir lá e e comprar mesmo as startups sendo que existiam outras formas de você fazer esses negócios acontecerem com inovação aberta mesmo né e eu posso dizer que a gente tem inovação aberta dentro da seras Experia também a gente tem um datalab que faz toda essa aproximação com startups também mais no sentido comercialismo e a gente tem a essa frente de de aquisição que já é diferente é assim é eu olhando a xperi o que que para mim faz sentido adquirir para poder ficar mais robusto aqui dentro né tanto que a gente a gente não costuma manter as marcas a gente costuma realmente fazer essa essa incorporação adquire o Noal e o produto adquire Noal junta o produto junto os times e vira um novo produto mais robusto sim sobre a a bed da Serasa no caso entendi legal e nesse processo Cris é como que é feito essa avaliação de Road map Porque como o o o Johnny falou talvez eu tô com uma Startup que ela tá no ponto de evoluir né Não Tem investimento eh não consigo dar escala por outras razões mas o produto ele é ele é escalável ele tem mercado né e ele ele tem tecnologia que talvez tenha alguns gaps para escalar eu vou ter que passar por um roadmap nisso isso vocês tratam no na diligência de compra no do diligence ou não traz para dentro que eu vou botar um cara de produto e o caraa de produto vai dizer como escalar isso não Normalmente quando a empresa ela tá nesse nível mais imaturo mais inicial a gente faz o Corporate ventry a gente investe na empresa dá mentoria às vezes pr pra empresa quase sempre e fica monitorando de perto até ela chegar no nível de maturidade Que ela possa vir a ser adquirida Entendi então quando ela para ela ser adquirida ela tem que estar num ponto onde eu possa ter uma de crescimento Já Ela já tem que est naquele modelo modo que ela prova que ela ela tem já além do MVP Ela já tá no ponto em que ela tá pronta para crescer isso envolve comprar uma participação então menor na empresa já nesse momento Corporate ventry é é menos de 20% ent entra com meio como que investidora n investimento se torna stakeholder da é a gente gosta de falar que é um Smart money mesmo né então a gente faz um investimento mas a gente tá fazendo esse investimento para ficar de olho nessa empresa e em algum momento a gente levar isso e até porar um pouco de nohal né para ajudar e às vezes como o fornecedor o tal do do do borrow né Às vezes a gente pega faz o investimento e faz o o o uso da aplicação a gente tem ess sim como um cliente investidor digamos assim Exatamente exatamente entendi e aí você pode como aconselhador digamos assim essa palavra Johnny consel advisor advisor advisor eu tô tentando Conselheiro né Eh trabalhar ali a evolução do produto roadmap até que ele chegue no ponto de poder se absorvido né e é uma forma da gente acompanhar e e tá por perto para que também não venha outro Player do mercado e de repente né Eh a gente perca a nossa oportunidade ali com aquele negócio que parece ser interessante é tipo o o clube de futebol faz contrato na escolinha de futebol criança de 11 anos entendeu Johnny é isso Aí esse menino aqui ele vai ele vai evoluir né É tipo isso Palmeiras é um modelo de merg acquisition é uma acho que talvez mais uma curiosidade mas vocês sempre lidam ou acho que a pergunta é um pouco mais atrás na verdade mais com empresas de Capital privado ou com empresas na bolsa a gente já fala falou muito em em comprar participação e talvez e talvez o pessoal na bolsa já é o flagship né Tipo você tem 20% de uma empresa pública o que eu posso dizer no momento é que até hoje as as aquisições que a gente fez foram de empresas de Capital fechado é capital aberto já é um process é porque eu fiquei pensando você ter 20% de uma empresa na bolsa não é necessariamente você não não garante nada são startups assim tem até algumas empresas maiores como a bercan por exemplo que tinha 1000 funcionários né mas em geral são empresas menores é o o o mais tecnológicas né Uhum é o cenário de você por ex se você tem duas empresas na bolsa negociando merge é reunião de três caras numa mesa para fechar isso e depois isso vai derivar em todos esses processos que a gente falou Eles já vão vir meio que top Down porque são empresas tão sensíveis no mercado que qualquer boato de venda compra etc afeta o mercado ainda mais quando você tá na bolsa né então geralmente são processos que são muito mais restritos né crise aí a gente vai ter todos esses proc a gente não vai ter oportunidade de fazer um um do dirigentes como a gente colocou aqui diferente né vai ser tipo eh Ok vamos vamos fechar em Alto Nível aqui e às vezes as cifras tão são tão grandes que qualquer divergência aqui no meio do caminho você consegue lidar com uma possível margem de aquisição eu fico imaginando assim eu participei de alguns MNS do do da plateia né assim então eu tive por exemplo a época que o abnm Bank comprou o Banco Real o antigo Banco Real e era uma empresa holandesa multinacional mas que só tinha a im Moré aqui a financeira no Brasil e tava interessada no Banco Real e comprou de de junto Foi o bandepe né Foi assim tipo você só compra esse banco bom se você levar esse outro banco aqui com você aí depois Teve sudameris teve e banco América do Sul que eu acompanhei também junto e o pior foi o Santander comprando a bnm Bank no Brasil aí foi aquele merge gigante e depois na quando eu trabalhei na época da congas era da british Gas com a Shell e virou e Shell com o grupo coan são Dios assim que a gente mos Mortais não ficam nem sabendo o que que tá acontecendo só na hora que já já vem o Elon falou das dificuldades do do diligent nesses casos mas por exemplo quando quando a empresa ela tá tá na bolsa ela é obrigada a expor informações que geralmente você não teria acesso do ponto de vista financeiro do ponto de vista de resultados por outro lado o nosso tópico aqui a gente tá falando justamente do ponto de vista tecnológico né a cozinha Eu imagino que deve ser 10 vezes pior do que a cozinha é você conseguir inform acesso a informações que não são públicas né sim e que às vezes não é interessante serem serem pú a gente a gente passou por um processo parecido né Eu passei na na última empresa que eu que eu trabalhei que eram duas empresas de bolsa e ninguém sabia de absolutamente nada até chegar a notícia de olha essa empresa tá comprando essa não tem como Ah vamos consultar a arquitetura para el não dá porque tem período de silêncio por uma negociação de bolsa dos dois lados dos dois lados então é um processo mais Eh mais sensível né claro tem o executivo que tá lá mas como você falou na crise o Executivo ele não tem eh não tem tanto não tem tanto detalhe né não tem tanto a a operação ele vai est ele vai estar preocupado muito com as grandes questões né E essas outras parecem mais detalhes talvez pra gente a gente sabe a importância que tem mas para eles são detalhes né ele fica com o Big picture né deixa o Little picture pro Little People isso você foi maldoso no seu comentário não é que eu sou peão né eu tenho que defender a o
proletariado bom você que tá vendo esse podcast da hora tá vendo um monte de problema aqui que a gente tá colocando né e Quer uma ajuda aí na sua empresa faz o seguinte entra no site aqui da VMB que a gente pode te ajudar vem be.io nós somos uma empresa relacionada à arquitetura de soluções a modernizações de aplicações também atuamos na frente devops para ajudar vocês a serem extremamente ágeis então dá uma olhada no nosso site que vai est aqui embaixo vb. i e lá você vai poder ver um pouquinho da nossa história dos nossos profissionais e aproveitando se você for um profissional da área de tecnologia que tá afim de trabalhar numa empresa legal monte de colega gente boa e tecnologia de ponta manda o e-mail para people Care @v [Música] a agora eu quero meu show Como que é eh para você que veio do mundo de arquitetura de tecnologia uma mulher estar no meio dessas negociações com esses executivos eh no mundo que geralmente principalmente do lado da tecnologia é extremamente masculino né então você ter esse poder de decisão poder de de influência num negócio tão grande como que é está lidando com isso e numa sociedade como a nossa atualmente bom eu vejo de maneira muito natural assim porque eu acho que de fato é o tipo de papel que um bom profissional precisa fazer não necessariamente um homem e não necessariamente uma mulher né então é é algo que existem outros fatores determinantes e não o gênero exatamente Apesar de eu saber Lógico né das proporções que a gente tem atualmente no mercado de tecnologia muito menos mulheres do que homens né E principalmente em carg 21% né em em em geral 20 21% das da dentro das áreas de tecnologia temos 21% de mulheres somente né então isso pensando em geral não é nem falando de cargo de liderança quando a gente vai pegando cargos de liderança quanto mais a gente sobe né menor fica esse número é é é um nicho muito específico né e eu tenho uma impressão E aí por favor me corrija de forma muito incidente essa se essa impressão estiver incorreta que no mundo de tecnologia a gente tem uma uma resistência ou uma ausência maior de mulheres no na camada mais operacional né eh Então a gente tem poucas desenvolvedoras poucas arquitetas né mas eu acho que isso na camada executiva eh ela é um pouco mais não que seja mais frequente mas eu acho que são mulheres que tem um pouco mais de voz e que fluem melhor dentro desse universo executivo do que no universo operacional você tem essa impressão também eu acho que não tenho nem só impressão esse essa essa questão é bem interessante porque na será expan por Por exemplo quando eu falo do número de de mulheres em tecnologia Se eu olhar o outro número que é o número de mulheres em cargos de liderança dá 34.7 por. sem olhar a tecnologia tá olhando o todo encargos de liderança desde coordenador gerente até os cargos mais executivos são 34.7 de de mulheres então é um número baixo ainda se a gente for pensar em representatividade mas é um número bom né melhor do que os 2% de tecnologia né e eu acredito que seja por causa do soft Skills porque as mulheres Elas têm realmente até pela cultura pela forma de Formação tudo elas acabam se desde cedo aprendendo mais as questões mais soft são mais sensíveis em geral de de novo Tô falando de média né não necessariamente que o homem não possa ser mas em geral tem um estilo de liderança que já é mais natural do que o do homem o do homem acaba sendo mais comando controle em geral né então eu acho que tem e o fato de não Da gente achar menos como desenvolvedora tudo eu acho que é por falta de incentivo também por falta de modelos então Quanto quanto mais a gente vai subindo e vai tendo mais mulheres em cargos de liderança acho que a gente vai criando esses modelos e por falta de incentivos porque o menino ganha o quebra-cabeça e o LEGO e as coisas que de que te pegam ali na parte do cognitivo e a menina a boneca casinha bonequinha fogãozinho não tem nada de errado nos brinquedos em si mas é no incentivo que a gente acaba dando e no que a gente acaba gerando como um um Bias mesmo eí na hora de escolher a carreira Não elas acabam não optando pelos Ciência Tecnologia matemática engenharia né que é o stem você acha que do do do ponto de vista assim de de baias mesmo de viés hoje em dia tá mudando bastante isso hoje antigamente tecnologia era uma área assim considerada de nerd uma área assim muito muito mais científica o nerd era ruim né hoje dia o nerd é legal geek né exato porque eu digo assim que e ninguém ning ninguém me vendeu a carreira de tecnologia Sabe cumo dizer que eu já era nerd antes de ser modinha exato a a eu acho que a gente não vende a carreira de tecnologia e eu acho uma carreira extremamente interessante extremamente recompensadora eu acho que se por qualquer obviamente que para mim é o interesse é justamente pelo conteúdo mas até se você for fazer uma análise muito mais pragmática análise financeira por exemplo acho que tem vantagens inclusive com outras carreiras como engenharia medicina ponto de vista de curva por exemplo assim de de de rendimento é um negócio muito interessante eu falo que as minhas filhas sobrinhas primas eu vou falar para todo mundo ser programadora mas eu mas você falou desse ponto de dos brinquedos eu fiquei pensando nisso a gente vende muito mal essa área de tecnologia principalmente PR pras meninas e sabe que tem uma ONG que chama inspiring Girls International e eles fizeram essa essa ONG tem Exatamente esse objetivo de ir nas escolas pegar as meninas as crianças e e passar um pouco dessa ideia do que que elas podem ser né e tem um outro trabalho também que eu queria destacar que é o transforme-se da própria seras experian já foram muitas turmas né que tiveram mas teve uma que foi específica para mulheres então mulheres de várias outras profissões para apresentar para elas ensinar para elas tecnologia e dados e Muitas delas mudaram a vida por causa desse aprendizado novo foi uma coisa assim excelente excepcional e a gente já teve eh 840 alunos formados porque não o objetivo do programa Transformers não é somente mulheres são grupos minoritários né então tem pessoas com que que com deficiência teve essas turmas de mulheres teve casos de alunos de escolas públicas e de como comunidades Nossa que legal e eu acho essa questão da da visão Da da da sociedade em não moldar a mulher para isso um negócio muito curioso porque no começo da tecnologia é verdade as mulheres eram prevalentes no mundo de tecnologia aquele filme né das Estrelas lov lass foi a primeira programadora tempo é muito bom né Muito bom até porque os homens naquele momento da da evolução da tecnologia estavam muito mais focados no trabalho braçal do que no intelectual Então as mulheres se dedicavam à ciências exatas etc por algum motivo a gente se meteu nessa e estamos até hoje Johnny e e eu acho que era por causa do frio do data center pode ser no CPD pode ser que não é possível aquele frio Pois é e eu acho que Especialmente na nossa área que é a área de arquitetura tô te colocando junto Porque uma vez da arquitetura sempre tem arquitetura viu Cris eh a mulher ela tem uma visão muito mais completa do que o homem na minha opinião eu acho que o homem Ele tem uma visão que é muito dentro do quadradinho né Eh o homem é muito focado naquela coisa naquele processo etc eu acho que para ser um bom arquiteto você tem que ter uma visão mais Global das coisas correlatas tem que ter uma sensibilidade de negócio e de tecnologia e o eu acho que a a maneira que a mulher no geral pensa no todo eh nas causas e consequências é muito aderente com a área de arquitetura e a gente deveria ter muito mais mulheres na área de arquitetura e a gente encontra muito pouco né como que a gente resolve isso Cris como é que a gente enche de mulher na área de acura é eu acho que primeiro a gente vai ter que encher nessa outra parte de desenvolvimento de porque a gente sabe que não tem formação de arquiteto né natural o arquiteto ele se forma através de um caminho muito longo de posições técnicas dos quais ele faz parte pelo menos assim que eu acredito né belo dia se desenha uma caixinha é você começa né Aí você tem que entender muito bem como a aplicação funciona e depois que você entende a arquitetura de aplicação você vai olhar um nível acima você vai tentar abstrair e tal mas não é um trabalho que você ensina direto um estagiário por exemplo não tem um estagiário em arquitetura sim no máximo se ele for só ajudar um pouquinho ali com os desenhinhos tal mas não existe isso uma formação Pelo menos eu não vejo eu eu já vi um MBA em em arquitetura de de software mas não uma graduação é até raro você encontrar a posição propriamente dita como a gente vê aqui de arquiteto de aplicações fora é um engenheiro de software é sor é que sabe um pouquinho mais né exato no nível mais alto Uhum é e desculpa rapidinho mas então você acha que pra gente resolver não mas pra gente melhorar essa situação eu acho tem que ir na base tem que ir na base e na base é na base lá na escola por isso que eu brinquei do da ONG e tem ainda o ser mulher em Tec também que tem essa mesma coisa ela vai em ONG e vai em escola pública para falar principalmente pras meninas que são de classe mais baixa que a área de te paga bem então nem que seja para convencer pelo dinheiro sabe assim olha quer uma oportunidade de independência financeira quer melhorar a vida da sua família essa área aqui vai ter vaga e paga bem né então eu acho isso muito interessante e e tem vai funcionando eu acho que a aos poucos se a gente for olhar eu eu vou eu vou falar isso sem ter dados tá mas se a gente for olhar o número de mulher a proporção de mulheres versus homens numa sala de ciência da computação hoje versus quando eu me formei sei lá 20 anos atrás eu aposto que agora tá bem melhor eu espero que sim porque quando quando eu me formei se formaram duas mulheres na minha turma também é que eu fiz matemática né então na matemática tinha as professoras é é então aí você não tinha escapatória CR acabar com tecnologia mesmo é é que eu fiz processamento de dados antes de fazer faculdade então por isso que eu brinquei que eu comecei a programar com mainframe com 16 anos né fui dessa dessa turma minha turma da Fatec tinha bastante mulheres mas o pessoal deu uma trapaceado era informática com ênfase em gestão de negócios Então pessoal não sabia bem o que tava fazendo lá até a primeira aula de Java éem nem o cara que foi é o curso nem você fala a verdade é exatamente não eu fiz processamento de dados também eu não mas esse curso tem que fazer administração isso sur ess cara o cenário desse curso é é desagradar os dois lados porque você desagrada o cara que queria ir para programar e o cara que queria proer negócio né mas esse ponto que você tocou crist a respeito de inclusive mostrar as compensações financeiras acho muito importante eu tava falando antes vamos supor mesmo que no no geral se eu for pegar a carreira inteira de um profissional um advogado de de sucesso um médico um engenheiro e um programador engenheiro de software em geral talvez outras áreas Talvez ele ganhe um pouco mais no decorrer da vida mas eu falo que que para alguém tá começando você você você sai da da faculdade você faz uma analist jun você começa ganhando un 5000 6000 por mês eu vou contar uma coisa PR você fazer residência para você começar a trabalhar se dá 8 anos contar uma coisa para vocês e denunciar a minha idade mas eu trabalhei no bug do mileno e comprei meu primeiro apartamento com o bug do milênio bug do milênio tem 24 anos já é eu tenho 28 de de de tecnologia se você não sabe o que foi o bug do millennial dá um Google pesquisa no Google dá um Google a não assiste o filme da armadilha isso boa boa melhor boa e e como é que vocês trabalham essa parte de incentivo das mulheres lá na na Serasa Cris a gente tem um grupo que chama Women in Experia e é global e a eu sou uma das líderes dela tanto no Brasil quanto globalmente para tecnologia e segurança da informação né e a gente trabalha como uma comunidade e como tal a gente faz alguns pleitos né então por exemplo a gente hoje tem vagas que são afirmativas algumas existem vagas e em particular que a gente entende que vai ter umum número maior de candidatos no mercado femininas e a gente ceta que aquela vaga é afirmativa ou seja não quer dizer que não pode ter homem se cadastrando mas primeiro a gente vai analisar as mulheres vai fazer entrevista vai tentar selecionar e se por acaso a gente achar uma mulher a gente vai fechar com uma mulher isso é uma coisa nova pra gente porque antigamente a gente não não não executava isso de maneira tão aberta agora a gente declara mesmo ó vaga afirmativa além disso a gente tem o podcast da Donas da Teca que fo vamos deixar o link aqui embaixo a gente pode deixar sim porque vale a pena vale muito a pena assistir é um é um podcast feito só por mulheres e para mulheres em tese mas para homens também que queiram saber mais sobre nosso universo feminino e tudo que a gente passa aí no meio da da área de tecnologia que às vezes acho que tem uma leitura diferente aí que vale a pena a gente a gente divulgar é essa questão de diversidade como o wellon falou né a gente tá falando aqui de mulher especificamente mas é diversidade como um todo tem uma traz uma mulheres trazem uma visão diferente pra engenharia de software como outras minorias trazem também fim das contas acessibilidade né Por exemplo no caso de usabilidade de sistemas a diversidade no fim das contas ela é na minha opinião benéfica pro ecossistema pro ecossistema da empresa como um todo e a gente tá falando de diversos tipos de de de de interações sociais sim tirando um pouco tecnologia também tem tem esse lado que eu acho muito interessante E no fim das enquanto eu acho eu acho que você falou um ponto que eu acho muito importante essa questão de hoje em dia a gente é mais aberto sobre essas iniciativas afirmativas eu acho que às vezes e algumas pessoas tem uma ideia errada a respeito de iniciativas afirmativas a gente não que é o da cota que a gente tava falando né exato até a própria palavra por mais que seja uma palavra técnica tem uma conotação negativa né e do ponto de vista ag a gente tá falando percentual de mulheres na área de 28% a gente não tá tentando criar vagas e criar uma maioria tá tentando chegar a uma igualdade a gente não é contra os homens a gente é a favor da igual da Equidade exato exato e e pra gente conseguir mudar um pouco né Essa essa engrenagem da sociedade você precisa ter um uns pé de cabra de vez em quando é você criou criou acho que a sociedade criou uma consciência de que eh igualdade é diferente de Equidade né então você tem ali uma questão de ah não mas homem e mulher pode competir na mesma vaga não gente cara mas já 80% das vagas são masculinas Então você tem que ter sim uma compensação e tem que ter um um um uma forma de incentivo para is a não mudo ponteiro né esse é o ponto é Exatamente exatamente e que isso é muito dos argumentos que a gente ouve Ah mas a vaga já é para homem e para mulher por que tem já é igual não não é igual porque o mercado não é igual cara né então isso não não é igualdade né então se a gente não a gente nunca desequilibra a balança né Cris acho que esse é o ponto principal é é a questão do afirmativo no sentido da gente querer mudar de verdade o ponteiro né então ter metas ali estabelecidas e atrás dessas metas entender como que a gente pode mexer o que eu ia comentar é de um aplicativo também que a gente utiliza dentro da empresa e que é só para as mulheres hoje que chama eh todas group e foi um presente que a Serasa Experian deu para todas as mulheres da da empresa uma assinatura aí que já dura um ano né e que são um treinamentos de 16 características que normalmente as mulheres têm dificuldades e que os homens não têm e foi uma pesquisa a origem disso tudo foi uma pesquisa da Melinda Gates é é um aplicativo assim Super Interessante que tem essas esses modelos esses role models né pra gente poder utilizar são pessoas famosas como a Camila farani por exemplo pro caso da autoconfiança tem uma um uma parte de neurociência ali que faz parte e tem depois exercícios práticos mesmo para você tentar desenvolver e tirar essa barreira da frente e é algo que a gente ofereceu gratuitamente para nossas mulheres que bacana muito legal é muito legal mesmo que bacana muito bom Cris Muito obrigado pela sua presença foi sensacional esse papo acho que a gente conseguiu dar uma luz aqui sobre todo esse processo de de mna porque às vezes você que tá ouvindo a gente e que é desenvolvedor é um cara de produto é um arquiteto não tem a visão do da complexidade que é uma negociação como essa né o que vem de de de visão de negócio e de estratégia que geralmente chega para pro pessoal que tá tá mais na base como um projeto etc tem todo um desenrolar aqui que a gente tenta aqui no podcast dar uma visão do todo né Porque só o PPT Que acontece só o PPT não compila não compila né então você tem que ter visão a visão do todo Obrigado por compartilhar aqui todo teu conhecimento toda tua experiência Obrigado Eu que agradeço pelo convite foi um prazer foi muito bom obrigado Espero te ver mais vezes aqui porque foi sensacional esse Episódio Johnny meu caro Muito obrigado pela presença de novo por vir compartilhar da minha cerveja com sempre quando tiver cerveja pode me chamar sempre mas também Cris achei muito interessante a sua experiência Obrigada Acho que até para mim esse esse esse tema né de mer acquisitions era muito mais abstrato você deu cores e formas para esse tema Muito obrigado fico feliz Obrigada prazer é meu espero você não ter ficado triste J por não ter falado de Java Hoje eu tô cansado de sofrer bullying nesse podcast aqui sobre você que acompanhou a gente até agora muito obrigado pela audiência de vocês você que gostou desse Episódio gostou do tema acha que alguém pode se interessar compartilhe esse episódio com alguém que possa se interessar Compartilha aí no grupo da empresa compartilha no grupo dos deves joga no Slack e principalmente se você não tá inscrito no canal se inscreve no canal deixa o seu like deixa o seu comentário aqui a gente sabe exatamente em que ponto do episódio você fez o comentário então deixa aqui que a gente vai lá responde manda dúvida pra Cris se você quer deixar alguma dúvida partil no grupo do futebol seja aquele cara descolado que manda podcast de tecnologia no grupo do futebol ISO É isso aí e se você acha que a gente contribui alguma em algum patamar no no seu desenvolvimento profissional se a gente leva um pouco de conhecimento para você você pode ser membro do canal sabia Júnior agora você pode ser membro do canal eu espero que eu seja já inclusive se eu não for eu espero que você você não sei você você assinou lá fez lá o membro não não vou olhar antes da gente publicar esse episódio você pode ser membro e ajudar a gente e com uma contribuição aqui pra evolução do nosso canal se a gente pode contribuir com você de alguma forma você pode retribuir sendo o nosso membro do canal sabe o que que pode acontecer com esse cara que for membro do canal Johnny concorre a um carro não ele pode ser corre o risco de vi ver o podcast aqui ao vivo olha aí que interessante é pode vir ver aqui ao vivo cara já pensou que risco o cara que tá correndo vai ver as nossas vai ver que isso aqui é uma bagunça os bastidores vai ganhar cerveja vai ganhar uma Isso é verdade vai vai tomar uma cervejinha com a gente aqui então se você pode contribuir seja membro do PPT no compila e em breve a gente vai ter alguns Episódio vai ser exclusivo para esses membros então aguarde novidades aí Obrigado galera pela audiência valeu
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