SAP: Estratégia e Uso do ERP Corporativo | PPT Não Compila Podcast
Convidados
Marcelo Salles
CIO @ Termomecânica
Cláudio Fontes
CIO @ Solar Coca-Cola
Rômulo Barbosa
Co-host @ PPT Não Compila Podcast
Bem-vindos ao Episódio 206 do Podcast PPT Não Compila 🎙️ Neste episódio inédito e essencial, mergulhamos no universo SAP, o ERP que é a espinha dorsal de grandes empresas no Brasil e no mundo. Com Wellington Cruz e o co-host Rômulo Barbosa, desvendamos o que o SAP realmente significa para a gestão corporativa, desde sua função como sistema integrado até os desafios de sua implementação e evolução. Prepare-se para uma conversa profunda sobre um dos pilares tecnológicos mais importantes do cenário empresarial. Recebemos dois convidados de peso: Marcelo Salles, CIO da Termomecânica e com vasta experiência em SAP desde 2002, e Cláudio Fontes, CIO da Solar Coca-Cola e Presidente da Associação dos Usuários de SAP no Brasil (ASUG). Juntos, eles abordam a complexidade do SAP, a jornada de migração do ECC para o S/4HANA e Rise, a questão dos dados e a integração com novas tecnologias como a Inteligência Artificial. Discutimos o custo, a customização vs. Clean Core, e como as empresas equilibram a modernização com a sustentabilidade de seus ambientes. Descubra os bastidores das decisões estratégicas que moldam o futuro da TI corporativa. Este episódio é um guia completo para entender o SAP, seus desafios técnicos e estratégicos, e como ele se posiciona frente à transformação digital e à reforma tributária. Se você trabalha com TI, gestão ou simplesmente busca conhecimento sobre o coração tecnológico das grandes corporações, este é o podcast ideal. Não perca! Deixe seu 👍 like, inscreva-se no canal, comente suas dúvidas e compartilhe com quem precisa desmistificar o SAP! 🚀 #Podcast #PPTNãoCompila #SAP #ERP #GestaoDeTI #TransformacaoDigital #Dados 0:46 Abertura e apresentação 7:48 O que é SAP 10:36 Visão sobre mercado atual 14:25 Flexibilidade de processos em diferentes empresas 22:35 Modernização de versão em uso de SAP 26:39 Investimentos para modernização 44:55 Integração de dados no SAP 1:07:09 Adoção de soluções em empresas e visão de futuro com IA 1:12:04 Interface do SAP 1:20:46 Agradecimentos e considerações finais Convidados: Marcelo Salles: linkedin.com/in/marcelo-salles-10196ba Cláudio Fontes: linkedin.com/in/claudiofontes Rômulo Barbosa: linkedin.com/in/rômulo-barbosa/ Spotify: https://spti.fi/Siwyynu Youtube: https://youtu.be/LepV7qdlFfQ Outras plataformas: https://linktr.ee/pptnaocompila Acompanhe nas redes Instagram e Twitter: @pptnaocompila LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/pptnaocompila Produção: Voz e conteúdo | https://www.vozeconteudo.com.br - @estudiosvoz
- Manutenção de Sistemas Legados
- Adaptação Tecnológica e Impacto no Mercado
- Introdução ao Tema SAP no Podcast
- Apresentação dos Convidados
- Legado da Termomecânica e PPLTEC
- Missão Social e Transformação Digital
- Apresentação de Cláudio Fontes
- Objetivos do Episódio sobre SAP
- SAP como ERP Dominante
- Definição e Função do SAP
- Custos e Complexidade da Implementação SAP
- Flexibilidade do SAP para Diferentes Indústrias
- Customização e Processos no SAP
- Adaptação de Processos vs. Solução SAP
- Evolução do SAP: S/4HANA e Rise
- Mensagem Publicitária: Clever.io
- Desafio da Migração ECC para Rise
- Tomada de Decisão Estratégica para Modernização
- Impacto das Mudanças de Regra do Fabricante
- Mensagem Publicitária: VMBERS
- Investimento em Atualização Tecnológica
- Estratégias de Migração e Impacto no TCO
- Inteligência Artificial e Extração de Dados SAP
- SAP como 'Caixa Preta' e Ecossistema
- Integração de Dados Transacionais e Analíticos
- Desafios do Gerenciamento de Dados no SAP Rise
- Flexibilidade para Análise Preditiva Fora do SAP
- Modelos de Precificação e Licenciamento de Dados
- Atenção às Cláusulas Contratuais do SAP
- Despedida de Cláudio Fontes
- Impacto da IA e Usabilidade do SAP
- Formação e Escassez de Profissionais SAP
- Conclusão sobre a Complexidade do SAP
- Agradecimentos e Futuros Tópicos SAP
- Chamada para Ação e Encerramento
Ele pode ser Java 5, monolítico, trabalhando com ora 10.
Se o meu negócio não está evoluindo, não preciso ter evolução de feature, de características de software, eu não tenho por mexer nele. Tem que olhar pro R, você tem que olhar a sustentabilidade do seu ambiente e aí você começar a olhar a revisão de processo com a nova tecnologia que trouxe para você, porque ela traz revisão de processo >> ou ela se adequa às tecnologias de dados e está presente nesse mercado ou ela pode ter uma perda de market share para esse capítulo? qualquer variável que você mudou, putz, cara, o preço muda, o o o a condição já não vai ser a mesma que você negociou, vai ser uma taxa a mais, enfim. Muito bem, muito bem, meus amigos do PPT no Compil e hoje, Ron, a gente vai falar de um assunto inédito no PPT no CIL >> de um sistema extremamente importante para grandes empresas no Brasil e no mundo, né?
>> Exatamente.
>> Foi espinha dorsal. todo profissional de TI, ou ele utiliza ou ele implanta, ou ele tem que lidar com essa plataforma, ou ele consome de alguma forma e esse esse sistema, essa plataforma que é o SAP, né? A gente fala muito sobre desenvolvimento, fala muito sobre arquitetura, sobre gestão, mas a gente nunca tocou de fato nesse assunto de de implantação do SAP, como funciona o SAP, >> gestão, >> gestão, como lidar com ele dentro do ecossistema. E acho que a gente, eu tenho certeza que teremos outros episódios sobre isso, mas aqui a gente vai fazer uma um primeiro apanhado aqui sobre o assunto para que a gente tenha mais bagagem pro pros próximos episódios, né? E hoje quem tá aqui para para falar com a gente, Ron, para falar sobre isso? Só tem um cara que entende do do do negócio aqui, né?
>> Bom, o Marcelo Sales e da termomecânica ou CEO da termomecânica e conhece bastante desde 2002, né?
Trabalhando com SA, então, poxa, tem >> acho que é um tempinho razoável, >> tem uma experiência, >> tem lugar de fala, tem lugar de fala.
Marcelo, obrigado, Caro, por ter vindo.
>> Eu que agradeço vocês pelo convite, poder compartilhar um pouco da experiência, eh, fazer esse bate-papo com Cláudio aí. Foi é um assunto muito importante, tá na agenda do CIO, os principais executivos aí do mundo inteiro. E gostaria de também mandar um abraço para os meus amigos do CIO Sete Cidades, que é um grupo que nós temos lá, discutimos bastante sobre isso.
>> Legal, legal, legal. pra minha esposa, que tão ela acompanhando aí, a Daniela, a Mait, a Melissa, minhas filhas e pra minha equipe, né, que é muito importante, tem uma equipe forte aí para poder dar sustentabilidade, continuidade dos negócios aí, tá? Uma pergunta, você é CEO da Termomecânica, mas tá com a camiseta do PPLTEC.
>> É uma uma história aí, né, termomecânica, né, ela foi fundada pelo engenheiro Salvador Arena há 83 anos atrás.
E o Salvador sempre teve uma visão de transformação de tecnologia industrial e criou esse essa potência catermecânica muito conhecida na região do grande ABC, uma indústria metalúrgica que atua com metais não ferrosos, cobre suas ligas, né, na transformação desses metais, né?
Eh, nós somos a maior empresa da América eh latina privada segmento. Eh, e o Salvador Arena eh muito sábio eh quando ele ele montou a Fundação Salvador Arena e quando ele faleceu, ele deixou a fundação como eh vitalista de todo o seu patrimônio.
E um dos principais projetos que nós temos na região de São Bernardo do Campo é o nosso centro educacional com 3600 alunos desde a educação infantil até a faculdade com ensino totalmente gratuito.
>> Que legal, cara.
>> Desde alimentação, uniforme, material escolar, né? E nós temos alguns cursos de engenharia da computação, engenharia de alimentos, eh, administração e controle de automação.
E aí dentro dessa missão, dessa continuidade, desse ligado de transformação tecnológica que ele Salvador deixou juntamente com o Conselho Curador, nós fundamos a PPLTEC, que é uma spinoff da área de tecnologia que atende as empresas do grupo e as pessoas que trabalham lá são alunos da nossa fundação.
>> Legal, sensacional.
>> E aí o objetivo é o quê? essa empresa, ela fomentar a transformação social a partir da transformação digital e ao ciclo virtuoso é o que a rentabilidade dessa empresa volta para projetos sociais. Então eu tenho essa grande missão de manter esse legado juntamente com o conselho curador dos diretores da termomecânica, que é prósocial com a transformação digital. Tô lá já há 16 anos na termomecânica, estou como CO atualmente e quero contribuir hoje passando minha um pouco da minha experiência ao longo da minha jornada profissional, utilizando SAP nesse mundo e estudando a migração do SAP para nova versão do Rise.
>> Legal.
>> Show de bola. Parabéns pela pela missão social que vocês fazem lá, que é a cara do Brasil, né? Transformação social através da transformação digital. Cara, não poderia ser melhor, né, nesse >> nesse momento que a gente demanda, né, nessa mudança tecnológica que a gente tá vivendo, poxa, ter uma empresa que faça esse trabalho e possa fomentar isso é excelente, né?
>> Sem dúvida.
>> É, e existe uma oportunidade, não só no Brasil, né, a gente prestar serviço para fora, >> com certeza >> globalmente, né, cerza >> porque os brasileiros são muito bons, né, >> basta ter a oportunidade para >> ser ser engajados aí.
A gente nunca, a gente nunca vai mudar a sociedade se não for através da educação.
>> Perfeito, >> né? A gente vive numa sociedade que a gente fala muito sobre repressão e pouco sobre educação e sobre dar oportunidade.
Então isso é essencial. Parabéns.
Era para ser só uma introdução, mas fica aqui uma uma eh um um ato de de parabenimizar parabenimizar a a Tecnomecânica pela pela iniciativa.
>> Obção. Obrigado.
>> E temos o Cláudio Fontes também vai entrar com a gente aqui online daqui a pouquinho que é da Solar Coca-Cola, né?
Cio também da Solar Coca-Cola e ele também é presidente da Associação dos Usuários de SAP >> no Brasil.
>> Então se tem um cara que pode representar que quem usa SAP é esse cara, né? e tem uma experiência enorme que vai poder contribuir também com com o Marcelo nesse bate-papo, mostrar um pouco da visão, como é que funciona o mundo SAP, seus desafios, enfim, vai ser um ótimo um ótimo episódio.
>> Excelente. Então vamos lá, porque que a gente vai conseguir falar sobre como funciona o SAP, os desafios que a gente tem, ah, como a gente rompe essa barreira de dados, implementação, versões. Vamos fazer uma boa introdução aqui para você que não conhece ainda sobre a plataforma conseguir estar mais por dentro e mais preparado pros outros episódios que aí a gente vai pegar mais pesado.
>> Com certeza.
>> Vamos lá que o tá muito bom. Bora [música]
>> R. Acho que em quase ano que vem nós vamos fazer 4 anos de podcast e a gente nunca falou sobre SAP nesse podcast.
Eh, isso é um é um assunto meio que perene nas empresas, né? A gente sempre tem, se a gente tá falando de de empresa de médio e e grande porte, >> a gente sempre tem um RP lá >> para para tratar e o SAP é um dos >> principais principais que dominam o mercado, né? A gente sabe que tem alguns desafios de tecnologia, algumas questões de tecnologia para tratar em relação ao SAP. Então, acho que esse episódio vai ser muito interessante pra gente colocar luz sobre esses assuntos do ponto de vista de gestão, do ponto de vista de de arquitetura, de desafios, >> de dados, né, que são questões que >> que permeiam todo esse ambiente. Aí eu queria passar aqui já pro Marcelo que tá aqui com a gente para cara o quem para quem tá ouvindo a gente e trabalha no mundo de tecnologia e ouve ah, isso tá no SAP. O que é exatamente o SAP?
>> O SAP eh, primeiramente obrigado aí pelo convite, fazer bate-papo com vocês, tá aqui com o Cláudio, eh, e contar um pouco do sobre SAP para vocês, né? Eu tive a oportunidade de conhecer o SAP a primeira vez em 2002, tá? No meu >> 2002, >> é na meu primeiro primeiro estágio.
E para mim, quando eu cheguei lá, não sabia o que era, o que que é o SAP, né?
E aí eu tive a a introdução numa das empresas aí no ramo de pneus, a Pirelli, e eu fui conhecer a cadeia produtiva da Pirelli ali. Então, o que que é o SAP, né? É a espinha. falando não sistemicamente, né, mas falando de processo, vai ser a espinha dorsal da empresa.
>> Uhum. é onde que todos os processos ali passam dentro de um sistema de forma horizontal e encadeado conversando com todas as áreas da empresa. Então, desde uma compra de uns suprimentos, de uma parte de venda, de uma gestão de pessoas RHA e a o fechamento fiscal, o SAP foi criado para fazer essa consolidação.
>> É o que a gente chama de RP.
>> É o que a gente chama de RP. Aí, >> então é um software que deveria, em tese, cuidar de toda a gestão administrativa da companhia.
>> Perfeito. De ponta a ponta.
>> De ponta a ponta.
>> Ponta a ponta.
>> Desde o compras a pagar, receber até o faturamento, contabilidade.
>> Perfeito.
>> Certo. E >> é para ser assim.
>> É para ser assim. E aí a gente vai discutir se realmente é assim. Cláudio, na na sua visão hoje no no mercado que a gente atua de de RP, o SAP ele é o o dominante, acho que é a maior fatia do mercado aí da SAP, né?
>> Perfeito.
>> E hoje, na sua visão, ele cumpre esse papel de de fato trazer o o a gestão corporativa e administrativa fim a fim para as companhias. E já vou deixar uma questão na mesa aqui pra gente discutir a que custo, né? Porque a gente sabe que o processo de implantação de um SAP nem sempre é um um processo tranquilo, simples, né?
>> Simples, né?
Eh, o Marcelo, eh, bom, primeiro, boa noite a vocês, ao Marcelo, um prazer estar com vocês. E o Marcelo foi muito feliz na forma de colocar, ou seja, você, o RP, ele tem essa visão, né, de gestão full da companhia, eh, de todos os processos. Poucos são os processos que não são suportados por uma solução de RP, no caso SAP, que nós estamos conversando hoje. E aí nós temos que dividir a sua pergunta em dois grandes blocos. Um é o técnico. Do ponto de vista técnico, não há dúvida que hoje o SAP é a a é o melhor ERP que se tem visibilidade no mundo e as grandes companhias eh utilizam SAP. Então você pode ir para qualquer continente, você vai ver a presença da SAP de uma forma muito massiva, em especial para as grandes empresas. E aí nós temos grandes grandes empresas, grandes empresas, médias empresas e pequenas empresas. Eh, para as pequenas empresas, nós não vamos encontrar esse AP numa presença tão forte. nas médias, uma grande maioria tem SAP, outras não. E mas ele cumpre sim o seu papel. Com relação a valores, é uma questão sensacional, porque você como ele trafega de empresas de grande porte até empresas de pequeno porte, então o valor depende muito da negociação, do momento, eh, de fechamento de quarter, de fechamento de ano fiscal, né, que todos nós estamos tão acostumados a fazer essas negociações e por coincidência estamos no mês de dezembro, né, que fech de quarto ele de ano. Então, se alguém tem que tomar alguma decisão, o momento me parece muito propício. E e dentro desse bloco de que eu tomei a liberdade de chamar de valor, e aí depende muito da complexidade da operação, de como ela será será feita, se será feita um prem, se será feita na nuvem, né, e a forma de licenciamento. Então isso pode ser realmente um pouco mais, né, dispendioso do que eh alguém possa inicialmente imaginar. E a implementação. A implementação ela requer muito cuidado, porque você pode comprar uma Ferrari ou um Fusca, mas independente do que você comprou, você precisa, em minha opinião, ter uma grande empresa que conheça de processos para fazer implementação.
Quando eu falo de uma grande empresa, não necessariamente tem que ser uma das top five do mundo, as famosas big, mas sim uma empresa que realmente conhece do processo e do negócio com que ela vai ajudar a fazer essa implementação ou adoção da solução do RP, né?
>> É só trazer um um número aí que essa divulga, né? Ela divulga que das maiores empresas do mundo, 98% utilizam a SA como RP.
>> Uhum.
>> E e aí aí entra a minha a minha dúvida e a minha curiosidade, porque a gente sabe, pelo menos a gente tem a impressão de quem tá fora do mundo SAP, que não é uma plataforma tão flexível.
E quando a gente olha para grandes empresas ou médias empresas, você pensar em uma solução que atende o fluxo de processo de ponta a ponta para essa empresa, você vai ter que compreender que elas têm processos diferentes, elas têm maneiras de trabalhar diferentes, tem mercados diferentes.
E como que uma única solução como SAP consegue atender desde uma indústria farmacêutica até uma empresa de pneu, por exemplo.
>> E como isso é possível se nós temos essa visão de fora de que a personalização é difícil, que a parametrização é difícil e a ferramenta não é tão flexível. Qual é a mágica?
Eh, vou pôr minha visão aqui, compartilhar com o Cláudio. O Cláudio tem bastante experiência também, né? Eu acho que primeira existe três pilares importantes pra gente olhar, né?
Pessoas, processo e tecnologia.
Independente da tecnologia que você for utilizar, para qualquer automatização, transformação digital, você vai ter que olhar pro seu processo. Tá muito claro para você como aquele processo seu é executável e se existe oportunidades de ganho de eficiência. Porque quando você busca uma transformação digital na sua empresa, uma automatização, você busca eficiência, que ele seja executado da forma mais rápida, no menor tempo, com menor custo.
>> Uhum.
querer ou não, a SAP quando ela desenvolveu o SAP, quando e eles começaram pelos módulos de controladoria e finanças ali, que é o cor da empresa, eles pensaram numa espinha dorsal.
Eles criaram uma espinha dorsal e criou um ambiente que você poderia parametrizar de acordo com a estrutura hierárquica da sua empresa, estrutura de venda, estrutura comercial, compras, né?
Então, para você fazer uma implantação de RP, você tem que fazer esse mapeamento de processo seu e verificar se o seu processo hoje tá da melhor forma desenhado.
E o SAP ele é dividido em módulos. Eu tenho módulo de vendas, eu tenho módulo de RH, eu tenho módulo de finanças e ele vai dividindo esses módulos e eles se integram.
É claro, dá para personalizar o SAP, dá para ser personalizado, só que dependendo da forma que você vai personalizá-lo, você pode ter um pênalty durante atualizações das versões, porque pode ser uma atualização não standar. Você criou uma algo personalizável, criou funcionalidades que a gente chama Z, transação Z, que é uma um programa a mais dentro da plataforma da SAP, e você desenvolve.
E aí quando você faz um update, uma aplicação de suporte pack, que nós chamamos, Uhum. Uhum.
>> Ele pode dar problema nesse processo, >> porque você tá vinculado a uma versão, você desenvolveu em cima de uma característica que é específica daquela versão.
>> Isso. Então, por isso que é muito importante na hora que você for fazer uma implementação de SAP, esse implementador, esse parceiro de negócio que tá vindo, ele também traga uma visão de processo para você e aí você vai ter que fazer uma mudança cultural na sua empresa.
Eh, o ponto que você colocou, Marcelo, >> sobre cultura, >> sobre cultura e mapeamento dos processos, etc. Eh, eu como arquiteto, eu sempre tenho esse olhar crítico, né?
A gente quando está fazendo uma implementação de uma solução, essa solução está de fato atendendo a minha companhia, ao meu processo, ou eu estou adaptando a minha companhia à solução? Uhum.
>> E tem um detalhe que é muito, é uma linha muito tênue nisso, né? Eu ter de fato um processo consolidado e ter esse processo mapeado e conseguir colocar minha ferramenta para funcionar ou eu ter que alterar os meus processos para que que a ferr que eu consiga me adaptar à ferramenta, né?
>> E isso é é uma linha muito tên porque de fato nenhum RP vai funcionar numa empresa que não tenha processo, né? Mas o quanto eu preciso de fato me personalizar o SAP ou quanto o SAP requer que eu tenha um processo consolidado, seja qual for o que o o que tem na minha companhia.
>> Uhum.
>> Esse esse ponto ele transcende a chegada da SAP no Brasil. E nós estamos falando do dos anos 1995, no século passado, certo? E e ele segue até hoje. Eh, quando você olha paraa solução mais recente do S4, eh, através dele no na plataforma Rising, que é um é uma solução que é para operar em nuvem, naturalmente que a SAP oferta e convida as empresas a trabalhar com o conceito de clincore. Quando nós vamos para um conceito de clincore, você vem com uns templates definidos pelo pelo pelo proprietário da soluç e nesse caso você teria que fazer adequações dos seus processos para se enquadrar, né, na solução. Porém, o que nós temos visto é que no caso do SAT, do S4, eh, ele tem uma solução chamada Business Technology Plataforma, mais vulgarmente conhecida por BTP, aonde você pode fazer eh uma série de adequações para evitar que você acabe inessando a companhia em virtude da solução. E aí te permite fazer customizações e complementações, porque como o Marcelo muito bem colocou, eh é muito difícil de você ter um único ERP suportando todos os processos, quer seja de química, de banco, de CPG, e aí você precisa fazer algumas tratativas, algumas adequações. E aí você tem alternativas para fazer eh com que seus processos sigam a aquilo que está definido na companhia, sempre com a mente aberta para que nós possamos analisar se o que tá sendo sugerido não é melhor do que os processos que existam. Uma vez estabelecido que não ou que tem algum gap para suportar, aí você vai para uma customização, você vai tropicalizar ele pr pra sua realidade, né? assim que tenho visto no mercado, é assim com que eu também tenho atuado nas companhias p de passeio.
>> Quero falar com você agora que ainda não conhece a Clever. Clever é uma empresa que já tem mais de 3 milhões de usuários em 30 países com 30 idiomas diferentes, que tem trazido soluções em blockchain, criptomoedas e ativos digitais. O objetivo da Clever é te dar liberdade financeira para operar esse mercado de cripto. Então, se você acredita nisso, se você acredita nessa liberdade, você já pensa como a Clever, vai conhecer os caras, é clever.io, estão contratando também pessoal para trabalhar com cripto, com blockchain. Então, se você tem interesse, se você tem conhecimento nessa área, procura a Clever. Se você gosta de criptomoedas, se você opera no mercado, você precisa conhecer a Clever, precisa conhecer as soluções da Clever.
Então o endereço tá aqui embaixo no vídeo. Para quem não tá no YouTube é clever. Vai lá, vai conhecer que realmente é um mercado sensacional.
Marcelo, você comentou um ponto também até queria também o a visão do Cláudio é sobre essa questão da que as empresas, algumas delas têm eh customizado novamente o SAP para a sua a operação.
Aí eu tenho lido um pouco eh o desafio de algumas empresas que ainda t a versão ECC e que tem do que eu li. Eu não sei se isso é verdade. vi na pesquisa que eu fiz é que eh empresas que ainda usam ECC e a e tão nessa jornada ou nessa tomada decisão de ir pro Hanna ou pro Rise, o ponto é que para fazer essa alteração pro novo sistema é uma eh primeiro tem uma questão de esforço técnico gigante e e por consequentemente o investimento alto e aí tem muita empresa que tá postergando, mantendo o que tá, enfim. Então, e aí eu queria ver a opinião de vocês se isso de fato é um caso que tá acontecendo ou eu não sei o quanto isso é verdade também, porque eu não conheço muito mundo sap, mas eu eu tenho notado muito esses esse desafio de empresas que ainda usa a versão antiga e nem for pro nem foi pro Hana e nem agora muito menos ainda pra versão nuvem, né?
>> Não, perfeito. Acho que é uma excelente pergunta. Isso é um grande desafio dos CO e da companhia, né? a gente não pode só jogar essa responsabilidade pro CIO, porque o SAP ele é core, ele é espinha do orçador, ele é estratégico. Então qualquer decisão que você toma, você tem que tomar em conjunto com o board da empresa.
E realmente eh existe esse movimento, é um movimento de tecnologia que a SAP vem fazendo, não é de agora, ela vem transformando o ambiente dela como todas as outras empresas. Então você pega Force, é tudo serviço. Lá em 2013 a Microsoft lançou o Office 365.
>> Uhum.
>> E deixou de vender aquela caixinha de office para vender o serviço na nuvem.
>> Subscrição.
>> Subscrição. Então ela tá seguindo o que as empresas estão fazendo.
>> A tendência de mercado, né?
>> De mercado. De vez você comprar uma licença perpétua ali para ambiente, comprei a licença e pagar a manutenção.
>> E uma hora eu falar: "Ah, não quero pagar". e deixou o ambiente sem manutenção, tudo. Ela mudou o modelo de negócio dela e aí automaticamente o que ela fez para ela deu um lead time pros clientes, falou assim: "Olha, até 2027 eu vou suportar a versão ECC6.
Depois disso, eu vou te dar 3 anos para ficar com a manutenção estendida, só que você vai pagar um valor a mais e você tem que fazer o estudo para fazer essa migração. Atualmente eu tô nesse, nessa fase, tô nesse desafio.
>> Realmente você tem que mudar o mindset porque que eu falo, né? Você tem lá o ECC que tá num ambiente monolítico, numa infraestrutura um prime ou no roxo que você colocou e você tá indo lá para uma solução de microsserviços para um ambiente em cloud da WS, da própria Google, da Microsoft. Vocês tem que escolher quem vai ser o seu parceiro, mas a conta você vai pagar para uma única pessoa agora que é SAP. Só que aí você tem que, o desafio do Finops, você tem que saber como que vai entrar nesse ambiente, como vai fazer essa migração, se ambiente, a qualidade dos dados para você migrar, ele tá disponível para fazer a migração. Porque aí você vai ter que fazer alguns acertos, porque quando você leva para um ambiente no Rise, você tem uma estrutura de dado. Então você faz uma uma validação de dados para fazer essa migração, validação de código fonte daquelas customizações que foram realizadas para ver se são compatíveis e uma validação de infraestrutura técnica para suportar esse ambiente novo seu.
Então você começa, quando ele faz as contas ali do ambiente, né, você começa com carro pré de boi que a gente chama.
>> Uhum.
>> Sem ar condicionado, não sei o quê. E aí depois você começa a colocar os acessórios para escalar seu ambiente para rodar 7 anos ou 5 anos. Se você errar nisso aí, >> vou colocar uma pimenta na discussão para passar pro Cláudio.
>> Aham.
>> Uma das coisas mais difíceis que a gente que a gente tem na gestão de TI é conseguir investimento para modernizar legado.
Por quê? O o principal argumento que a gente utiliza e que a gente tem com discunção de negócio é se o meu legado já atende e eu não preciso mexer, se ele atende o meu processo de negócio, ele pode ser Java 5, monolítico, trabalhando com Oracle 10. Se o meu negócio não está evoluindo, não preciso ter evolução de feature, de características de software, eu não tenho por mexer nele. E aí quando você me explicou isso, Marcelo, eu já pensei: "Cara, se os meus processos estão consolidados, se o meu RP está funcionando, se eu não estou mudando os meus processos, eu já tive todo o trabalho de aculturar a empresa e manter o os meus processos organizados, etc.
Por que que eu investiria em fazer essa modernização se no final o meu efeito de negócio de gestão continua o mesmo?
>> Uhum.
>> Solto a bomba para você, Cláudio.
>> É um prazer responder essa essa pergunta, porque essa para mim é é nós estamos falando de estratégia, né? E o depois o Marcelo pode me corrigir ou me complementar. Fica à vontade, Marcelo.
>> Obrigado.
>> Que é o primeiro, em 31 de dezembro de 202 eh, termina a o a licença e o suporte para a utilização do do ECC. De uma forma geral, ainda existem algumas tratativas, dependendo do tamanho. Se é uma grande grande empresa, se você fizer movimento pro Rising, você pode ir até 2030, um pouco mais. Mas a em tese 31 de dezembro é o fim da vida útil do ECC. E até lá você tem algumas opções que são eh naturalmente ir para o o Rise, tá sendo comercializado. Existe também uma opção que é o S4.
eh, que não é em nuvem, eh, e naturalmente não é o Rice, que é a versão final. Agora, neste momento, é a hora de todos os executivos de tecnologia, mas os demais executivos da companhia analisarem essa tomada de decisão, levando em consideração o senso de dono. O que, para mim, o que é o senso de dono?
Esses pontos que você coloca são fundamentais.
Eh, se eu estou trabalhando dentro de um custo de um TCO com determinadas eh determinado patamar e eu tenho aí um uma um fim de vida útil de um produto, eu preciso eh obrigatoriamente ir para uma solução eh que é recomendada pelo pelo fabricante.
não há uma resposta única. Então tem que voltar a analisar muito o TCOV, a capacidade de investimento, o que é esperado realmente com esse movimento. E muitas empresas, em minha opinião, t feito um trabalho que eu considero até ligeiramente equivocado, porque ele vai para uma caminha de do caminho de qual é o payback.
E essa adoção do S4 ou do Rise não é necessariamente para trazer uma taxa de retorno, é sim uma atualização tecnológica. Então, imagine uma empresa que está operando desde o ano de 95, por exemplo, ou seja, 30 anos já numa plataforma, agora é momento de fazer uma atualização.
E assim foi definido pelo player. Eh, então você tem um tem um caminho que é seguir com esse player e tomar algumas decisões ou buscar uma outra solução no mercado. Normalmente o que nós temos visto é quem está com SAP segue com SAP.
E aí vem essas reflexões que eu tô trazendo aqui, devolvendo um pouco, que é senso de dono acima de tudo e fazer a melhor alternativa, porque começar um game x anos depois de implementado eh novamente não é uma coisa muito simples. E talvez se não tivesse a vida de, né, não tivesse o final da vida útil do ECC, a grande maioria das empresas não estariam se movimentando para o S4 ou para o Rice. É isso que eu vejo.
Só complementando o ponto para passar para você, Marcelo, eh, foi muito boa sua colocação, Cláudio, pelo seguinte.
Se eu já tenho uma versão que está me atendendo e ela está, vamos supor, do cara desde 1995, vamos supor que eu sou uma indústria metalúrgica, por exemplo, cara, nada mudou desde 95. Eu continuo cromando os meus, sei lá, minhas plaquinhas de meus para-choque aqui, igualzinho. Desde 1995.
Tá tudo funcionando perfeitamente.
Meu negócio não mudou nada.
Existe um um o situação que é a seguinte, eu preciso investir na evolução tecnológica da minha companhia porque o meu negócio evoluiu e mudou.
E aí faz todo sentido buscar isso, porque eu vou ter o ponto que o que o Cláudio colocou muito bem, o payback, vou ter esse retorno lá na frente. E outra coisa, eu ter que me adaptar para uma coisa que eu não tive nenhum problema até então, porque foi uma decisão do player que eu tinha um um um acordo anterior e que agora as regras do jogo mudaram.
>> Uhum.
Eh, é mais difícil você buscar investimento, porque querendo vamos considerar que o meu custo de licenciamento e a minha subscrição sejam equivalentes. No mínimo eu vou ter que buscar capex para fazer essa migração, né? E é um curso que eu não gostaria de ter porque, pô, minha vida tava continuando aqui, beleza? Cromando meus para-choques, entendeu?
>> Uhum. Não, perfeita pergunta. É, são essas perguntas que a gente faz, né? Nós fazemos, vamos lá. Eu sou uma indústria metalúrgica em São Bernardo do Campo, de 83 anos, tenho SAP implantado desde 2004, então eu tenho uma base aí de 21 anos aí.
>> Uhum.
>> Que tá rodando, tem os processos rodando perfeitamente. Mas é claro, ao longo do tempo, nesses 20 anos, a indústria ela teve uma maturidade de transformação digital. foram entrando novos processos, foi aumentando a base >> e a gente não pode esquecer também do todo o nosso ecossistema em volta, tá?
Principalmente o nosso governo.
Existe uma um módulo de localização Brasil que você importa no SAP por causa das questões >> Uhum.
>> do Brasil.
>> Sim.
>> A gente tem a reforma tributária.
>> Sim. Um bom ponto.
>> Reforma tributária é um ponto que tá todo mundo atrás >> para atender o governo que ainda soltou uma informação não toda.
>> Uhum.
>> E a gente tem início até 2032 para ser implantado.
E aí a gente tem uma plataforma SAP, tá atendendo perfeitamente.
E como que a gente faz a implantação das novas eh questões de acessório? precisa evoluir. Os outros players eles vão começar a lançar em cima da plataforma mais nova.
E aí eu queria trazer um pouco a mais, não só o SAP, para ele não ser o vilão da área de tecnologia, né? Mas o quanto outras tecnologias elas deixaram de secçaram a ser o PEX.
>> Uhum.
Não, hoje o padrão é trabalhar sobre subscrição.
>> Subscrição. Então assim, a gente tem uma gestão de controle financeiro forte pela governança da empresa e a gente tem um controle de 10 anos lá dos últimos gastos da área de TI, separado por vertical, onde as principais players a gente participa das pesquisas, né? O que baixou o custo nos últimos anos e não mudou nada e aumentou a qualidade foi link de internet. Isso você >> sim. Ainda bem, né? [risadas] >> Agora, segurança de informação, quando você vem investindo em segurança de informação?
>> Não, hoje é estrela, né?
E assim, você vai deixar de investir na sua espinha indersal para parar o faturamento da qual que é o prejuízo que você vai ter >> sim de você não atender uma obrigação acessória. Então, novamente, não é uma decisão de tecnologia, uma decisão corporativa, mas de longo prazo, que você vai fazer um investimento. E aí, novamente, é aqui, você, tem que olhar a sustentabilidade do seu ambiente e aí você começar a olhar a revisão de processo com a nova tecnologia que trouxe para você, porque ela traz revisão de processos, >> mas de novo, aí você vai ter que fazer uma mudança cultural também, rever pessoas. Então assim, é um grande desafio. E aí, só completar o que o Cláudio falou, quando você vai para essa nova versão da SAP, você tem uma oportunidade de fazer algumas migrações, a Brownfield, que eles chamam, que é o contrl C, conttrl V, copia o ambiente, joga lá pro Rise, faz os ajustes nos códigos, fontes que precisa serem corrigidos e o Greenfield que você para, faz a revisão de processo para reimplantar. E dentro da SAP, a SAP vende, tá vendendo duas soluções para novos clientes, eles vendem a solução que se chama Grow FSAP.
E tem a solução do rise, aonde que você já leva as customizações que tá ali no seu ambiente legado. Só que lá na frente, talvez daqui 10 anos a gente volte aqui para falar novamente, eles vão fazer uma conversão de todo mundo lá na frente. Todo mundo tem que entrar no Clean Core, falar assim, ó, vocês tm que entrar stand para facilitar a vida de todo mundo. E você trabalha no ecossistema fora com as tuas customizações.
Então, o grande desafio é assim, é, algumas empresas vão optar por fazer o Greenfield, mas você vai levar mais tempo para fazer uma implantação para fazer a revisão de processo do SAP atual, ou você faz um contrtrol C, conttrol V e vai buscando o clean core, que a gente chama que o núcleo do SAP ele esteja standar.
Então assim, para fechar número é assim, ele vai sair, a princípio de largada você vai pagar mais.
Você que tá aí escutando esse episódio bacana e quer levar toda essa tecnologia, essas novidades pra sua empresa e não sabe como, chama o time da VMBERS. A gente pode ajudar vocês com desenvolvimento de software, com arquitetura de soluções, a entender os problemas que vocês estão vivendo e sair do outro lado com uma solução bem bacana. E se você tá escutando o podcast para aprender coisas novas, faz o seguinte, manda um e-mail pra gente no peoplecare@vems.ioio e você pode fazer parte também do nosso grupo de talentos. Valeu.
Agora o time do Relações Públicas vai gostar mais de mim.
>> Vai pagar mais. Não, mas mas faz muito sentido. Eh, e eu tô jogando de advogado do diabo para vocês evidenciarem isso de fato, >> que esse investimento em atualização tecnológica, ele não é só uma despesa, né? Ele é um investimento, porque você precisa estar atualizado dentro de um ecossistema que nenhum negócio fica parado o tempo todo, inclusive por questões regulatórias, como você colocou, tem questão da reforma tributária, etc. E você precisa atender a flexibilidade que você tem de de de atender a esse a esse mercado, né? e faz todo sentido. Eh, eu dei o exemplo de, pô, eu tô desde 1995 rodando a minha licença perpétua, antes mesmo de você ter o ultimato do fim do licenciamento do SAP, você provavelmente teria um edif, de de data center, etc., que você teria que ter um caminhão de capex para poder atualizar e aí faria muito mais sentido você ir pra nuvem e, como você mesmo citou, né, Marcelo, trazer o o Capex pro Opex, porque aí você consegue ter uma atualização melhor. E aí, se você vai migrar o SAP para um OPEX em nuvem, é melhor que você utilize a nuvem especializada do SAP, porque aí você economiza com operação, etc.
>> Só, só para complementar aí. Aí, por isso que eu falo que tem que olhar pro landscape todo da empresa, né? Então aí você tem um outro cara chamado Vemer.
>> Uhum.
>> Que você tinha um data center na empresa.
>> Cara, cuidado quando você fala essa palavra, porque alguém dá um soco na mesa. Toda vez que você fala sobre VM, eu tenho certeza que alguém ouviu o VM, ele deu um soco na mesa agora. Tenho certeza. Esse ano deve [risadas] ser a palavra mais odiada da TI no geral, mas por favor continue.
>> E aí você Então é um assunto em pauta COS porque você quando for fazer um refresh tecnológico do seu data center tá virtualizado, tá conta a licença.
>> Pois é.
>> E aí eu vou pra nuvem, então você começa a fazer isso tudo. Então assim, os parceiros estão fazendo essa jornada pra nuvem, >> a gente tem que ir pra nuve e aí você tem que fazer o tradeoff de algumas coisas. não vou ter backup. A questão de segurança, você tenta manter o ecossistema cor da sua empresa mais estável, porque hoje o que tem de ataque na empresa, as empresas parando também.
>> Sim, >> tá muito complexo para nós.
>> Claudião, >> eh, esses pontos que estão sendo colocados, eles naturalmente que norteiam todas as organizações, né? E tem uma série de nuances técnicos. E se a gente ficar conversando aqui é que nem cachaça. A gente amanhece e [risadas] quando chega aí a um ponto. Mas vou tentar resumir um pouco, né, do de como que eu vejo esse momento. Eh, como foi citado. Então, você tem algumas alguns mecanismos para quem já tem SAP hoje no ECC para ir para o S4 ou para o Rise. E dentre eles, como foi citado, você tem o Brownfield, você tem o o Greenfield. E normalmente o que nós temos visto que o Greenfield tem sido adotado eh por empresas que têm outro RP e que estão agora chegando no mundo SAP. Quem está com o já é eh uma base instalada de SAP, muitos têm utilizado o conceito de brownfield, como foi dito, copiar colar.
E aí você leva tudo que tem de bom, de ruim para nova plataforma e vai precisar fazer um projeto num curto espaço de tempo para aproveitar aquilo que tem de de novidades eh e e de novas funcionalidades. E o Greenfield, como diz o, né, como é o como é o termo, ou seja, vamos começar o vamos gerar esse game até agora, vamos começar de novo.
Isso requer muito tempo e muito dinheiro. Depende da complexidade da operação. tá numa tá dentro de um de uma de uma solução global e aqui é simplesmente uma eh uma adoção ou um rollout ou eventualmente eh até mesmo o movimento que foi decidido pela companhia. Então, cada caso é um caso.
Agora, me parece que um caminho mais assertivo é você ir para um um termo muito utilizado que é mix and match. Por que mix and match? Porque você olha pro novo e implementa o que tem de novo que faz sentido para a organização e aquilo que você tem e que não é suportado no Rise ou no S4, você traz e deixa ele no surround, orbitando o SAP para que você tenha a mesma performance.
Agora, o que que é a chave de sucesso aí? é o quanto que esta oportunidade da revisitar todos os processos da adoção de muitas dessas novas funcionalidades ou um caminho paraa inteligência artificial ou um caminho mais avançado realmente para agentes é que ele esteja inserido dentro de um momento de aceleração do plano de digitalização da companhia. ele não pode esse e essa adoção ou implementação não é recomendado que ele seja feito desconectado do plano de negócio da companhia e do plano de digitalização.
Ele tem que ser um complemento. E é nesse sentido que você começa a trazer algum alguma taxa de retorno maior ou menor, simplesmente sair de uma solução, né, CCCI para uma pro S4 ou pro Rise.
como você está hoje, é só para você não ter o pênalti de ficar sem manutenção com relação ao fim da vida útil. Aí você não consegue incorporar nada do que vem pela frente ou quase nada e a um custo bastante significativo. E se você vai pro Rise, né, que é o serviço nada mais do que o S4 com serviços em nuvem, onde a infraestrutura e alguns serviços serão suportados em de segurança pela própria SAP. eh, através do hyper scaler. Aí realmente cada caso é um caso.
Eu queria aproveitar o gancho, Cláudio.
E >> deixa eu só registrar um momento.
A gente tá com aproximadamente 35 minutos de episódio e a palavra inteligência artificial foi citada só agora. Isso é o novo recorde nos episódios PPT no Cumpo.
>> Conseguimos. [risadas] >> Conseguimos. Por favor. É verdade. Eu queria aproveitar o o gancho que o Cláudio comentou e também e envolver o Marcelo, obviamente, eh, sobre esses essa essas novas tecnologias como a EAI, como os agentes e outras que virão aí. Eh, e aí sempre tem um um tema que eu entendo que é sensível, que é a questão dos dados. E aí sempre o que eu já escutei de conversas com usuários de empresas que usa o SAP é que a dificuldade de você extrair dado do SAP ou pra parte para fazer a camada analítica ou agora também para começar a criar os agentes, não agentes necessariamente, mas para rodar modelos eh de com a o a inteligência artificial generativa.
E aí eu eu nas conversas eu sempre escuto esse desafio de putz e eu tenho dificuldade, eu não consigo, eu ou eu preciso ter um conector que a SAP sugere que tenha que comprar da própria SAP, não usar conectores, eh, outras opções de conectores para você usar com outras plataformas mais modernas, por exemplo, com Snowflake, com Data Bricks, com outras. E eu sei que isso me parece que é um desafio, principalmente para quem usa as versões antigas, né? E eu queria ver como é que vocês têm visto isso, essa dificuldade ou se é de fato uma dificuldade ou tem caminhos mais simples para esse processo de integração de dados.
>> Posso complementar para já deixar o problema com mais redondo.
>> Eh, nós arquitetos a gente vê o o SAP meio como uma caixa preta, né? Então você, por exemplo, você, e é muito comum isso nas companhias, você tem o API Gateway, onde você gereia, mas o SAP tem um dele.
>> Uhum.
>> Você tem o processo de ingestão de dados da companhia como um todo, mas o SAP tem um dele, né? E isso cria meio que uma uma TI dentro da TI pro pro SAP, né?
você tem o pessoal que é especializado na plataforma e que parece que a a convivência com ecossistema, não só em dados, mas falando em rede, em aplicações, etc., ela é um pouco mais restrita, né? Então, tem um pouco dessa preservação que é que que é innegável, que é uma estratégia comercial da própria SAP, né, para para esse tipo de coisa. E eu queria saber de vocês como vocês lidam com isso, porque vocês não têm só ess na companhia de vocês, né?
Deve ter um ecossistema que precisa conviver harmonicamente com tudo isso, né?
>> Perfeito. Excelente pergunta. É assim, eu acho que fui abençoado, né, ao longo da minha vida profissional e tive oportunidade de passar pela área técnica de desenvolvimento e conhecer esse ecossistema, né, até para hoje eu poder tomar decisões, né? Então, quando eu entrei lá na Pir Pneus lá, eu participei de um projeto que a gente conectava na base de dados da SAP via integrador, via API oficial da SAP para trazer os dados pra plataforma do SQL Server, que era o business intelligence lá na época, que era a análise server, né? Então você trazia os dados, só que para trazer esses dados, o que que de quem que você precisava para entender o funcional SAP?
Quem que é o funcional? é o cara que conhece do módulo, da estrutura de dados >> e te verbaliza. Tá bom, ó, onde tá tal informação, ó, tá tal, tá em tal tabela.
Ah, mas eu preciso de construir essa informação com a com os dados financeiros. Então você tem que buscar essa tabela mais essa tabela e essa tabela.
E isso eu vejo que não é um desafio do SAP, é o desafio da integração de dados e da criação da base de dados ali house ali que você vai criar datale, estrutura de dados sua. O SA te dá ferramentas de integração, tem vários conectores, mas você precisa de um mentor seu ali, um mestre de dados ali que vai te falar: >> "Conheça o modelo, >> conheça o modelo, traga dessa forma, consolide dessa forma e você crie a estrutura de buscar esses dados e montar um dado." data que aqui com uma base de espelho e aí você conecta qualquer ferramenta de análise de dados. Então eu tive esse desafio lá em 2002 na Pirel Pneus, tive esse desafio na termomecânica em 2010.
>> A gente conectou via click VIW trazendo os dados e roda super bem, mas vai aquele desafio, que dado você quer utilizar para tomar decisão?
Eu consigo trazer, mas eu preciso saber o que você precisa.
Mas eh essa conexão ela tem que ser feita via as ferramentas da própria SAP, >> via APIs homologadas da SAP. Ah, tá beleza.
>> Você tem o PI, você tem algum integrador e da própria Microsoft que você conecta o Bistalk dentro da base SP, mas você usa uma RFC, não é que você vai no banco diretamente, você usa um uma camada de RFC ali, um mid ali.
>> Tem, Claudião, quando nós eh falamos de dados, eu acho que vale a pena nós dividirmos em dois grandes mundos, né?
Eh, um que é o dado transacional.
Eh, não conheço nenhuma solução de RP que tenha a robustez eh quanto à integridade de dados como a SAP. Então, quando nós estamos falando de dados transnacionais, aqueles que nos suportam registro de todos os nossos processos, contabilidade, auditorias internas, externas, aqui no final do ano, quando vem na to auditoria que normalmente por volta de março de cada ano do ano seguinte nós fazemos as publicações, né, todas as empresas, os balanços, ele tem lá os comentários da da auditoria externa.
Eh, a solução da SAP, por essa integridade dá uma segurança muito grande paraas empresas de de auditoria em fazer aí as as os as devidas eh considerações eh no balanço, né, na nas demonstrações financeiras. E e nisso o SAP é campeão. Quando nós vamos para dados do ponto de vista de E aí abre dois dois caminhos novamente. Um para disponibilização de informações do que tá acontecendo na vida da companhia, que são eh informações hoje conhecidas, estipuladas métricas Kipiais. Ele é muito forte nisso e também através de uma parceria há algum tempo atrás com Data Bricks e querendo, né, a SAP entrar nesse mundo de dados. Isso permite que se cumpra o que eu acabei de falar e também já avance um pouco mais para a análise preditiva e outras análises que vocês eh que as companhias decidam fazer, mas ainda em minha opinião, com algumas limitações.
Quando nós vamos para a utilização de dados de forma pesada, mergulhar realmente de forma profunda na análise preditiva, na análise de oportunidades da companhia, embora SAP, através do Sfall, do Rise tenha nesse momento solução que complementa, né, aí a o portfólio deles para atender essa demanda, eu ainda prefiro ter uma extração de dados e trabalhar em outras plataformas que pode ser datab, pode ser Snowflake. O Snowflake, por exemplo, o SAP recentemente, há menos de um mês, anunciou a parceria com eles também, por ela sente que ou ela, minha opinião, né, ela ela ou ela se adequa às tecnologias de dados e está presente nesse mercado ou ela pode ter uma perda de market share. para esse capítulo. Então eu vejo que tem essa dedicação.
Agora, muitas empresas estão extraindo os dados que são transacionais, levando para um Deira Lake, um Deira Ocean, eventualmente pelo tamanho da empresa e a partir daí faz o tratamento de todos os dados e volta a palavrinha mágica de novo do AI ou até mesmo dos agentes para trabalhar isso fora num ambiente literalmente apartado para trazer soluções que são específicas de agentes que se transforma em transacional buscando eficiência operacional. Agora, a inteligência que pode ser feita também dentro do SAP, muitas empresas estão adotando fazê-la fora, até por uma questão de laboratório. E no SAP, para toda essa integridade, quando você vai pro Rise e vai paraa nuvem, o seu banco tende a crescer muito. O seu TCO eventualmente, se não bem calculado, ele pode crescer nessa proporção. Quando você tem os dados fora dessa dessa nuvem de SAP e você tem condições de negociar isso de uma forma melhor, manipular os dados no sentido de eventualmente deletar bases, subirbases e fazer extração, ele pode ser muito mais vantajoso financeiramente. Quando você vai para uma solução de rise, você não pode fazer deleção de dados. Isso tem que ser muito bem combinado. E se você vai fazer um arcave, você tem que fazer um trabalho muito mais cuidadoso do que você faria se ele tivesse um prêmice. Há há uma modificação de dados, há uma modificação na arquitetura de dados e isso pode impactar numa correta utilização das soluções e dados que estão dentro do SP.
Isso é um alerta super importante.
>> Perfeito. E ô Cláudio, acho que você foi super claro aqui. Você colocou que quando você tem eh e você precisa fazer uma integração do dado transacional daquilo que é resultado da operação do próprio SAP, você tem várias alternativas, conectores, etc.
eh para para ter esse dado, mas a gente pode considerar esse dado como ele sendo um dado meio que de relatório, porque o que você dado bruto, você pegou o transacional ali e eu queria explorar melhor com vocês essas última ponta que você colocou, Cláudio, que eu acho que é a mais interessante >> para quem trabalha com dado, né? Porque eventualmente você quer trabalhar em sites, você quer tratar correlações de informações com outros bancos de dados que você tem que não está dentro do ecossistema do SAP. Então o o o quão hoje está maduro, o quão é é simples de eu fazer a ingestão do dado eh da forma mais vamos, se a gente pegar o modelo lá do databicks, da camada bruta do hall, né, né, R? Eh, não tanto com a informação consolidada, mas com um informação mais tempo real do que tá acontecendo para eu conseguir fazer um laboratório de dados de fato e conseguir fazer inferências que não necessariamente eu teria só com o dado da informação pronta do SAP, né?
Eh, e isso é um me parece que que no mercado ainda tem um pouco de de dificuldade em em trazer esse dado como de uma forma tão simples quanto eu traria fazendo ingestão de um dado, de um Oracle e etc. Qual o o quanto isso tá maduro ou não na visão de vocês?
>> É, é é corretíssimo, né? É super correto você essa leitura que você fez, em minha opinião, porque mais uma vez, quando você sai do mundo transacional e você precisa do que está dentro do transacional para fazer análises, fazer um deep dive em relação a oportunidades ou mesmo laboratório para efeito de uma maior eficiência e e muito da eficiência tá conectada eh com o mundo preditivo.
né, especialmente indústria, né, supply como um todo. Se você tem a oportunidade de olhar isso numa base em separado, independente de qual seja o modelo, você tem ele numa base separada, você tem muito mais flexibilidade para poder trabalhar, você tem muito mais velocidade paraa tomada de decisões, quer seja de limpeza, de tratamento, de trazer bases diferentes para poder trabalhar, embora você possa fazer dentro do SP também, mas o que eu quero colocar é a flexibilidade, a velocidade. você tem num ambiente controlado. E aí você pode fazer n estudos, n análise ir para um trabalho, digamos assim, muito colaborativo e a um baixo custo, diferentemente quando você tá dentro de uma nuvem que tem regras pré-definidas para você trabalhar, inclusive do aspecto de segurança, porque você pode criar, nesse caso, quando você tá fora do SAP, você pode criar uma área de playground para laboratório e testar os que existe a hoje, inclusive, coisa que você dificilmente ente terá aprovação da área de segurança da informação para você fazer um ambiente dentro do rise. Isso não é recomendado. Então é um trabalho que tem que ser feito aí com muito cuidado. Vejo que hoje muitas empresas têm trabalhado dessa forma de trabalhar fora do SAP, mas as a muitos colegas não se sentem inconfortável de trazer isso pra mesa, porque tem determinados eh determinadas linhas de pensamento que fazem que, cara, qual é a qual é a corrente? a corrente é essa, então eu vou nessa corrente. Quando você sai um pouco da corrente, a, né, você causa algum transtorno ou causa algumas reflexões. E nem sempre eh é um tema que é digerido de uma forma tranquila e colaborativa, como sempre deve ser, né, sem extremismos. E aí quando você tem uma corrente, eh, você não vê tantos comentários. Acho que para mim é mais esse pensamento, mas quem tá trabalhando realmente com análise de dados dentro desses conceitos que eu trabalhei, muitos poucos estão trabalhando dentro da plataforma efetivamente da SAP.
>> É >> que eu tenho conhecimento.
>> É, a minha visão é compartilhada com Cláudio, né? Porque assim, novamente, o SAP ele é o transacional, ele é o core da empresa. Então o dado que você vai levar para lá é o dado transacional. Às vezes você vai ter uma plataforma B2B >> que faz uma emissão de uma cotação, um pedido, você vai levar pro dado transacional.
>> E aí o SAP, ele tem dados super ricos ali para você trazer para uma plataforma de análise de dados.
Então você extrai os dados estratégicos que você deseja fazer tomada decisão para tomar mais rápido e você pode agregar outros dados de outras plataformas, a dado do sales force, dado sua plataforma B2B. E aí você consolida esses dados, cria indicadores ali nessa base de dados e você pode jogar esses dados para outras ferramentas. Então, por exemplo, a gente tem uma situação que a gente pega os dados SAP, traz pra plataforma de análise de dados, estrutura esses dados, cria os indicadores, sobre plataforma de CRM.
Nossa.
Então é assim, é um ecossistema novamente, é o desafio. Como que eu vou arquitetar a solução do ecossistema da empresa?
>> Sim, sim. o o Ron >> ele tem eh me desculpe, >> pode falar, Cláudio, >> me desculpe. E e tem sim eh alguns modelos de precificação para esse trânsito de de dados. Então, cada empresa através do seu contrato tem que verificar qual é a melhor forma de fazer essa movimentação de dados, porque agora no S4, no Rise, para você extrair o dado eh do SAP, você tem algumas formas de valorização e mesmo que seja com ferramentas eh permitidas pela SAP, esse também é um outro ponto que vale um cuidado adicional, porque senão um compliance ou numa auditoria do anos depois onde você vai ter o log dessa dessa transação, a SAP pode requerer um pagamento por isso. É, eu eu fazer um comentário eh exatamente sobre esse esse tema. Eh, eh, como eu, eu, eu atuo muito com essa parte de dados e eu tenho falado um pouco com empresas que usam SAP, exatamente para falar essa parte de simplificar a estação de dado paraa parte analítica ou para EAI. E algumas têm posonado exatamente o que o Claud comentou. Cara, eu não sei se eu posso, porque se eu vou lá e uso um conector que e em especial até um conector que eu tô trabalhando que é homologado pela própria SAP, mas o cliente se sente inseguro porque, putz, pode vir uma auditoria falar que eu fiz alguma coisa que eu não deveria e aí vem uma multa e aí ele se sente >> Uhum.
>> inseguro de fazer o movimento e putz, vamos usar o conector do SAP.
ou algum alguma outra opção, como o caso do databicks, que eu tenho visto também algum movimento forte aqui no Brasil. A >> a informação que eu tenho, né, é um conceito que eles chamam de digital access. Então o que acontecia, né, SP falou assim, como que eu vou ganhar mais dinheiro, né? Então ela tinha algum ecossistema e algumas empresas começaram a desenvolver ferramentas plugadas o SAP. Então vou dar um exemplo, é uma ferramenta de compras.
Então, de vez eu comprar a solução da SAP de compras, eu comprei uma solução que eu faço integração, mando as cotações, os pedidos por ali via integração RFC e vai o dado para SAP. E aí você falaram assim, ó, novo ambiente vocês vão pagar por envio dessa informação.
E aí, dependendo do tipo de transação que você for fazer, se é uma transação financeira, ele vai ter um custo ali para você. Então, quando você faz o estudo de migração, ele já tem esse cálculo para vocês, pessoal. Baseado no seu cenário que nós coletamos aqui, vocês têm que adquirir tanta digital para fazer integração. E aí você tem uma outra integração que é do BTP para fazer eh a integração de dados também você também tem uma quantidade de créditos para ser utilizada que o BTP agora é a caixinha de ferramenta da SAP, >> que era o antigo Data Sphere, né?
É, o DFE é ele tá dentro do BTP, >> tá?
>> O BTP ele tem várias ferramentas ali pra parte analítica, pra parte de RPA, pra parte de eh automação. Então ele gerou várias ferramentas e também o desenvolvimento de ferramentas fora do SAP.
Então tem essas duas caixinhas para você avaliar os créditos, como Cláudio comentou muito bem.
Perfeito. E então essa extração ela não é só um desafio técnico, né? A gente tem uma questão aqui de precificação, como o Cláudio colocou, e de uso da informação, como você colocou também, né, Marcelo?
De isso, isso é definido em contrato e tem provavelmente um price list para uso dessas ferramentas, certo? Perfeito.
>> Eu não posso simplesmente botar um conector ali, puxar pro meu data lake e ser feliz no meu datab, por exemplo.
>> Todos os serviços hoje da SAP que você contrata no programa de Rise, ele tem o código dele e o serviço que vai >> cada um tem o seu próprio SKU lá, né?
>> SKU lá. você vai lá, quero esse serviço, esse serviço, esse serviço. E aí você, >> mas isso é só no no rise pelo uso da nuvem, que aí eu entendo que faz sentido pelo uso da nuvem, porque na nuvem você paga por uma persistência disco e memória por por tudo, naturalmente pela característica da nuvem, mas isso também vale para pros licenciamentos que são premis nas versões mais antigas ou não?
Então, a versão premis, então, por exemplo, você fazia um plano, você comprava a versão premis e aí você paga a manutenção sobre aquelas licenças utilizáveis.
>> Uhum.
>> Você não tinha toda essa caixinha?
>> Sim. Você paga, mas aí eu conecto lá, pego os dados a hora que eu quiser, se eu precisar.
>> É, >> entendi. Faz, faz sentido.
>> É, agora não, você tem toda essa listinha. E aí que tá o desafio, né? Se você eh fez um plano, desenhou uma arquitetura pro ambiente seu eh muito alta >> Uhum. pros próximos 5 anos, seu contrato não permite você baixar, >> não é? Eh, não, e assim, você não consegue baixar o É muito parecido com seus forces, seus forces é assim também, né? Você não consegue, se você define uma volumetria, depois você não consegue baixar e essa volumetria só na próxima renovação, se se der sorte, >> 5 anos, 7 anos. Isso >> aí que acontece >> na é o eu vou falar o que que eu venho escutando na próxima. Se você for mexer na sua price protection ali que você criou dos seus SKUS, vai ter uma revisão de contrato.
>> Entendi.
>> Aí o Cláudio pode me ajudar aí também que ele tenha uma boa boa experiência sobre isso. Então, é, é uma decisão estratégica de FOPS, olhando pro futuro da empresa e com cautela para você nem entrar muito baixo, porque se você entrar muito baixo, principalmente nessas questões de F, você vai pagar um range mais caro. Se você crescer, >> você paga o excedente num price diferente.
>> Num pr diferente, que se você tivesse entrado um pouco acima pagaria. E aí você teve que ver o break evening entre as faixas de >> Sim.
Quer complementar, Claudião? Eu sei que você tem horário aqui, se você quiser.
>> Não, tá, tá super bem aqui. Muito obrigado. Ah, o tá sendo colocado, né?
Foi muito feliz mais uma vez na colocação, Marcelo, e tem que ser analisado realmente cada caso, né?
Então, as soluções que tem hoje, elas podem atender, podem ser, podem ser que não. Tem que olhar todo o TCO, montar uma estratégia. Agora, o principal, leitura do contrato. E para quem não adquiriu ainda, muito cuidado com as letras miúdas, muito contados com todas as as cláusulas que estão ali para ter certeza que você tá comprando tudo aquilo que você necessita e se aquilo que você efetivamente necessita está descrito dentro dos contratos. É muito comum nos contratos eles virem com links de todos os players, não é exclusivamente da SAP. Ele vem com link e aquele link te remete a uma atualização. A partir do momento que ele tá considerado no contrato e foi dado aceite, controle do link de tudo aquilo dos dados que vão ser alterados na linha do tempo e daquele player que nós falamos agora a pouco, o cara deu morro na mesa, é exatamente o problema onde eles vão pegar as nossas empresas. Por quê? Eles fazem alteração numa base contratual e você não é comunicado porque ele tá dentro de um link. Se você não cumpriu, você vai receber um pênalti em algum momento da vida. Então cuidado mais do que extremado. Talvez desnecessário nesse altura do jogo. Todo mundo conhece as regras, mas é bom ficarmos atentos.
>> Claudião, eu vou agradecer a sua participação aqui. Eu não quero te atrapalhar mais. Eu sei que você tem compromisso e espero que você volte aqui mais vezes pra gente discutir desse e outros assuntos. Agradecer demais aqui a sua colaboração, cara. Obrigado mesmo, viu?
>> Não, será um prazer. Muito obrigado a todos vocês aí pela oportunidade da gente bater esse papo. Tá muito gostoso.
Mesmo que virtualmente aqui, se tivesse uma cerveja a gente amanhecia, cara. É um prazer [risadas] voltar em outra oportunidade aí, viu?
Muito obrigado.
>> Bom, espero que a próxima de repente seja presencialmente, né? O dia que você chegar aqui em São Paulo, você já tá mega convidado.
>> Só avisar.
>> Sensacional. Muito obrigado pela atenção, viu?
>> Boa finalização aí.
>> Valeu. Grande abraço. Fiem bem.
>> Valeu.
>> Você continua com a gente porque a gente continua com o Marcelo aqui para desdobrar o episódio. Não, não, não, não para o episódio.
>> Valeu, Claudião.
>> Valeu. Um abraço.
>> As empresas mostrando. Ah, fiz um IA.
Ah, eu coloquei uma IA para responder sobre os documentos da empresa. Falou: "Meu, o SharePoint fazia isso aí. Você perguntava um SharePoint ali?
>> Ah, eu fiz uma IA." Então você colocou um chatbot para te responder algumas perguntas que tinha às vezes é você parametrizou o o copilot.
>> Copilot, é, parametrizou o copilot.
Então, o que eu vejo? Eu vejo lá no futuro grandes soluções, grandes aplicações, como foi feito lá em 2000 com a intranet.
Lembra quando começou as internet nas empresas? Ah, o que que é intranet? As pessoas não sabiam o que era muito. E as pessoas ainda não sabem muito bem como é intranet, qual o potencial de uma intranet na empresa, né?
>> E a intranet ela, >> muitos não sabem que a intranet, o conceito de intranet veio antes da internet.
>> É. É porque a intranet era internet interna dentro das empresas, né? E aí as soluções SAS hoje, se vocês forem ver, partiram das intranet. Eu tenho uma intranet, eu tenho um guarda-chuva ali que eu tenho controle de acesso, plataforma e você vai desenvolvendo aplicações ali. E aquela intranet pode ser repetida facilmente. Você não tem que instalar eh client, lembra? Você tinha que ficar instalando o VBzão lá na ponta da máquina para todo mundo instalar.
Por que eu tô comentando isso? Vocês falaram assim: "Ah, o SAS IA vai matar o SAP." A IA é um agente que foi feito o que antes que as pessoas para programarem procedimentos tem que ter um programador para codificar ali. E eles criaram uma forma de conversação generativa que ela i te entende o que que você tá pedindo.
Então você vai ter que programar IA.
Quais serão os comandos delas ali que ela vai poder interpretar? qual guardios que você tem ali, mas o core do SAP, ela vai estar trabalhando dentro do core dela. De vez eu entrar numa transação do SAP para abrir um pedido, criar uma ordem ou consultar, aí ela vai saber o caminho, ela vai te responder.
>> Ó, cria o pedido para tal cliente, tal volume de dados, ela vai lá, eh, tá pré-programada, ela vai adicionar esses dados e trazer esses dados. Então, ela vai ter que fazer a integração do ecossistema da SAP. E o e aí é o que eu falo, né? vai ter, não é a pessoa que vai perder o emprego por causa da IA. A pessoa vai perder o emprego porque tem uma pessoa que sabe trabalhar com I na empresa. Eu falo que o IA é o cinto do Batman, né? Você tinha soluções ali, vai utilizando para trabalhar.
>> Cara, essa tua resposta me gatilhou a pergunta que eu ia fazer no começo, mas eu achei que era era muito simples para perguntar, mas é uma curiosidade que eu tenho.
Por que que a interface do SAP ele é tão não amigável pro usuário, cara?
>> O SAPG, né? Meu Deus, cara. Porque você pensa, cara, eh, é um sistema que ele deveria ser predominantemente utilizado por pessoas do administrativo, etc. Não são hev users de tecnologia.
E, cara, eu sou usuário do SAP, eu tenho que aprovar alguns pagamentos, etc. Eu me perco e eu sou técnico, cara. Meu Deus. E e a minha dúvida sinceramente, uma dúvida sincera é isso é questão da implementação da implantação que foi feita ou ele é assim difícil mesmo?
>> Acho que porque foi feito pelos alemães, né, >> cara? Falou para ter que aprovar o pagamento. Você tem que botar um código lá para chamar uma tela. E aí, cara, formulário gigantesco.
Meu Deus, cara. Deveria ser, [risadas] deveria ser simples. Isso daqui, na verdade, ele é simples, ele é objetivo, né? Você vai preenchendo os dados a partir do ponto você conhece as transações do SAP, que você vai chamando as transações e os mat codes de dados ali e vai fazendo um autopreenchimento para você, né? Acho que com o dia a dia ele te leva a ficar e usual, mas ele não é user friendly, né?
>> Não, ele não é user friend >> querendo assim e para ser justo, né?
Tem umas tentativas que é o que é o Fiore, né?
>> O Fiore tem o, por exemplo, RH, o Success Factor, que aí tem um portalzinho que você vai lá e aí tem mais amigável, etc. Mas o core, cara, se você tem entrar no financeiro falando: "Cara, isso aqui precisa dar uma faculdade, cara, eu vou >> e não é não é simples, né? Ele é um sistema transacional, é para rodar o a operação da empresa ali, não é para realmente hoje, né, ter uma tela amigável com os dados. Por isso que eles estão puxando a fiorização de algumas telas. Eles criaram a área de workspace para você criar outras aplicações para dar essa visão mais amigável, né? Na verdade, né? O Factor, ele tá fora do SAP, né? Ele é uma módulo separado.
>> É um módulo, é fora do Clincore, né?
>> Uhum.
>> Uma ferramenta que eles adquiriam ao longo do tempo aí. Ah, não faz parte da da ele não é da ancestralidade do do próprio SAP, né?
>> Isso aí.
>> Só que ele os módulos agora agora você tem que para essa versão agora do SAP na migração.
>> Sim. Eh, e como que é isso na implantação, cara? Porque eh eu fico imaginando se cara, se eu que sou um cara técnico, hard user de tecnologia, tem dificuldade, como que é isso para falar pro cara do financeiro utilizar o negócio dele, sei lá, você paga uma faculdade pro cara de 3 anos, né?
>> É. Então, eu acho que é isso, isso é um outro ponto, né?
>> Porque assim, né? Eh, a SAP, eu acho que eu tive essa oportunidade, ela acho que nunca investiu nas faculdades, né? lá atrás, lá em 2002, eu fazia faculdade, não sabia que era SAP, ninguém sabia o que era SAP, né? E os treinamentos SAP eram muito caros. Se você entrasse numa empresa quisesse estudar SAP, você ia pagar 10.000, 15.000 no módulo de SAP tá fazendo, né? Então é o acesso de treinamento era difícil. Você só conseguia treinar em SAP ou fazendo treinamento com a sua lucho na própria SAP ou você entrava numa empresa que a empresa te ensinava ali sendo shadow de alguma outra pessoa, né? A SAP agora ela começou a investir, ela criou um programa SAP University Alliance. Então ela começou a investir em treinamentos na universidades, como Microsoft, dá treinamento pros alunos. A faculdade tem que se afiliar esse programa da SAP, né?
Eh, a Termomecânica, quem é proprietária dela é uma fundação e a gente tem um centro educacional com 3600 alunos com ensino gratuito 100% na região de São Bernardo do Campo, tá?
É um projeto do >> Parabéns pela iniciativa >> Salvador Arena, que a gente tem um projeto social importante.
>> Legal. E aí com essa como que a gente somos usuários da SAP, o contrato que nós temos e a gente quer fazer a transformação social dos alunos que estudam lá desde da educação infantil e tem cursos de engenharia da ocupação, engenharia de alimentos, administração e controle de automação. Eh, juntamente com a diretora acadêmica e a nossa presidente, no dia que a Adriana Arú nos visitou, a gente pediu para montar uma parceria e ela falou sobre o programa.
Então, a gente montou essa parceria do programa. Eh, então todos os alunos nossos estão lá, eles têm acesso à plataforma Learn Hub da SAP gratuitamente para fazer os treinamentos gratuitas jornadas. Então eles já começam a ver essa jornada do SAP, então eles começam a entender como que funciona de ponto a ponto o SAP.
>> Legal. Então eles têm uma possível eh eles têm a oportunidade de estudar SAP dentro da faculdade. E aí eh a gente montou um curso de férias com os alunos em janeiro. A gente janeiro não, foi no final do ano, no meio do ano, a gente convidou alguns parceiros SAP do ecossistema SAP para dar o treinamento pros alunos. Então, especialistas foram dados treinamentos pros alunos e de 900 alunos que se inscreveram no programa, 260 receberam o treinamento no curso de férias online com na plataforma SAP.
>> Então é assim, não adianta, é formação do módulo do SAP, ele tem um módulo core e aí a pessoa também tem que conhecer o processo da empresa, porque provavelmente se existe alguma consumização, uma personalização diferente ali, ele tem que entender porque eh na hora que você tá implantando, você customiza essa P.
Então ela vai ter que entender o fluxo da empresa. E aí por isso até que dentro da termome mecânica, nós criamos um programa de users, que são os que users que a gente dá os treinamentos em conjunto com eles para eles todos conversarem a mesma linguagem da SAP de forma horizontal, não olhando só para o setor dele. Então é um desafio realmente não >> cara, eu eu me lembro até hoje a primeira vez que eu trabalhei com SAP, que aí eu tava lá, tava na empresa, trabalho no primeiro mês, né? Aí chegaram para mim e falar: "Ó, você precisa entrar no SAP e aprovar uns pagamentos aí". Beleza, fala aí on dia que eu acesso. Não, só entrar aí, entra aí no SAP. Aí eu falei, beleza. Aí eu entrei no portal da internet, sistemas SA e tal. Aí eu já achei esquisito que caí naquele net weaver.
>> Netweaver.
>> Aí beleza, já que produção, tal. Entrei, cara, não tinha para onde ir. Aí eu, o cara de tecnologia, eu fui falar com a menina do financeiro. Fi [risadas] escuta, mas que eu aprovo isso aqui, cara. Que que eu tenho que fazer? Aí eu tinha o número das requisições lá e tal que eu tinha. Ela falou: "Não, você não comprava dorme". Cara, e ela manjava tudo, manjava tudo. Tá vendo isso aqui, ó? Aí eu lembro, cara, até hoje tinha uma barrinha que não tinha escrito nada, era uma barra de texto. Simplesmente que ó, você entra aqui e tal. Aí aqui você digita esse código. Aí ela me deu um código lá. Eu digitei o código, pum. Aí cara, na hora que eu digitei o código, pum, apareceu o formulário. Cara, [ __ ] o formulário de campo para falar, tá? Aí você põe o código aqui, aí você põe aqui o o nível da aprovação e tal, executa, aí vai aparecer a conta e você clica aqui. Caraca, cara. E eu tava esperando o negócio r tipo logou, aprovações que eu tenho que fazer [risadas] >> provação, tal, verifica. Não, cara. É, e aquele código, eu até hoje eu não sei por que ele existe, por que ele tem aquele número e ninguém nunca me falou.
Se não perguntasse para ela, ia ficar, falei: "Caramba, cara, impressionante.
Por que que então realmente é é bom ensinar na faculdade.
>> É bom e é uma grande oportunidade de mercado, né? O mercado tá muito escasso, de mão de obra, SAP, né? Por dois motivos, migração e reforma tributária.
>> Sim. E eu eu eu li em algum lugar que o Brasil é um dos maiores usuários de de do sistema SAP do mundo, né? Brasil é >> ah, se eu não me engano, a América Latina, se eu não me engano, tem que valer, eu acho que é 8%.
>> Caramba, cara, >> ou 2%, alguma coisa assim. Só que assim, a Europa é muito forte. A Europa é muito forte. Não, não dá para comprar com eles lá. Eles são muito fortes. Eu não lembro esse número exato.
>> Muito bom. Acho que a gente conseguiu cobrir aqui uma uma visão introdutória sobre a plataforma, como que é um sistema extremamente complexo, né? E e >> e ao mesmo tempo tem muitas empresas brasileiras que usam, né? tem seus desafios que a gente colocou de integração.
>> Eu acho que a gente vai ter que fazer uma trilha aqui para explorar esse mundo, porque eh é é um é uma TI dentro da TI, de fato, é uma é um mundo à parte, né, com suas próprias complexidades, suas próprias particularidades e e Ron, tem muita gente que tem dificuldade de lidar com os dados entre as plataformas e tal. E a Tech Home pode ajudar esse cara, né?
Sim. H nós temos feito conversas e até já a gente já fez projetos de SAP, inclusive no passado de integração de dados, eh, puxando o dado do SAP para seja para um datalake ou seja para algum outro sistema que precisa consumir esse dado. Então, a gente pode apoiar nessa frente, sim. Eh, a gente tem expertise, tem agora a gente também tá trabalhando com com a plataforma da Data Bricks também, que tem essa parceria global com a SAP, então a gente pode ajudar nessa jornada. Eu sei que é um desafio esse tema de integração, como a gente colocou aqui, de dos dados do SAP, eh, novamente, seja para uma camada analítica ou até agora pro uso da AI.
Então, a gente pode ajudar nessa nessa jornada.
>> Isso. E aí fica o recado que a gente falou até anteriormente, né?
Procure parceiros que saibam o que estão fazendo, porque precisa de fato ter um cuidado que não é só técnico, né? Um cuidado também de contrato, de de uso da plataforma. Então, procurem gente que de fato conheça. Então, se você tem essa necessidade, procura aqui pessoal da Techrom que vai poder te ajudar.
>> É, a gente sempre sabe que é um grande desafiador qualquer implementação de solução. Então você tem que entrar de mão dada com o parceiro e sair do outro lado de mão dada com o parceiro para >> Exatamente. É isso aí. as dificuldades.
>> Marcelo, cara, obrigado pelo papo, foi excelente. Acho que a gente conseguiu desmistificar um pouco do mundo da SAP, né? Eu tenho uma meta agora pro ano que vem a gente conseguir trazer mais tópicos sobre isso, porque é um blog, cara, a sua definição foi perfeita.
Espinha dorsal da da companhia. na companhia >> e e que tem um desafio aqui para lidar com esse ecossistema, né? Então, no ano que vem a gente pretende trazer mais tópicos e espero que você volte mais vezes aqui com a gente.
>> Eu que agradeço o convite de vocês. Eh, também o Cláudio aí presente conosco aí também especialista aí. realmente eh, uma pessoa não consegue responder tudo.
SAP é um uma grande plataforma universo, >> tem vários especialistas para rodar na empresa, então você tem pessoas especialista por módulo. Então, eh aqui a gente fez uma visão mais genérica das dores existentes, das dores passadas e o futuro, uma boa introdução para outros temas aí. Agradeço o convite de vocês aí.
>> Espero >> participar outras vezes aí.
>> E se migrar o SAP, eu venho aqui contar a história da migração SAP, se eu sobrevivi ou não, fazer um um >> pô isso aliás um um baita desafio.
Desafio não, um baita episódio que era migração de SAP.
>> Migração, porque realmente é e não deve ser uma jornada interessante, >> sem dúvida. Dá dá um uns dois episódios de retrospectiva.
>> É isso aí. [risadas] Perfeito.
>> Obrigado, cara.
>> Obrigado vocês.
>> Você que acompanhou a gente até agora, muito obrigado pela audiência de vocês.
E se você gostou desse episódio, se você entende que a gente contribui pro seu desenvolvimento profissional, pro seu entretenimento, pro seu que mais?
>> Conhecimento, né? Pra sua, pro seu crescimento profissional. Isso pra sua sabedoria, pra sua, se a gente cresce a sua mana, se você sobe de nível no RPG ouvindo a gente, >> você pode contribuir com o PPT no Cila.
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