🎙️
PPTNC
HomeEpisódios
YouTubeSpotify
Spotify

PPT Não Compila

Podcast sobre tecnologia e transformação digital

  • Home
  • Episódios

© 2026 PPT Não Compila. Todos os direitos reservados.

Top 10 Tecnologias para 2026 segundo o Gartner | PPT Não Compila Podcast

3 de dez. de 2025•1h 40min
Inteligência ArtificialSegurançaCloud Computing

Convidados

Marcos Brigante

CTO @ Ibiuna Investimentos

Rômulo Barbosa

Seguir no YouTubeSeguir no Spotify

No episódio 204 do Podcast PPT Não Compila recebemos novamente dois grandes nomes do mercado tech: Alex Galho, CIO da Vivest, e Marcos Brigante, CTO da Ibiuna Investimentos, para discutir as 10 tendências estratégicas de Tecnologias para 2026 segundo o relatório do Gartner. Com mediação de Rômulo Barbosa, o papo fluiu entre previsões ousadas, realidades brasileiras e muitos insights práticos! 🚀 Entre os destaques do episódio estão: a consolidação dos modelos de linguagem especializados (SLMs), a ascensão dos sistemas multiagentes, a importância da governança de IA e o impacto direto da arquitetura de TI nas decisões estratégicas. Também discutimos como o Brasil está posicionado frente a esse cenário global e quais os gargalos que ainda enfrentamos. 🌎⚙️ Falamos sobre segurança, ética, computação confidencial, IA generativa, Cloud híbrida e como tudo isso se conecta ao dia a dia dos times de tecnologia. Um episódio obrigatório para quem quer entender como preparar sua empresa — e sua carreira — para o que vem por aí. 💡#Podcast #PPTNãoCompila #IA #Gartner2026 #TechTrends #ArquiteturaDeTI #Governança #Cybersecurity Convidados: Alex Galho : linkedin.com/in/alexgalho/ Marcos Brigante: linkedin.com/in/marcosbrigante/ Rômulo Barbosa: linkedin.com/in/r%C3%B4mulo-barbosa/ Spotify: https://spti.fi/2DQfIhf Youtube: https://youtu.be/C1YwH5ypTVw Outras plataformas: https://linktr.ee/pptnaocompila Acompanhe nas redes Instagram e Twitter: @pptnaocompila LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/pptnaocompila Produção: Voz e conteúdo | https://www.vozeconteudo.com.br - @estudiosvoz

  • Introdução e Dualidade da IA
  • Boas-Vindas e Pauta do Episódio
  • Apoio ao Podcast
  • Música de Transição
  • Tradição de Previsões e o Pai Gartner
  • O Valor da Leitura Analógica e Conexão Cognitiva
  • Visão Geral das Tendências Gartner "IA First"
  • Vulnerabilidades e Treinamento de LLMs
  • Pilares da Arquitetura de IA
  • Modelos de Linguagem Específicos e Multiagentes
  • Desafios da IA no Brasil: Custo, Skills e Hibridismo
  • Legado Técnico e Organização em TI
  • IA no Desenvolvimento e Operações de TI
  • A Importância da Supervisão Humana na IA
  • Plataformas de Supercomputação e Computação Confidencial
  • Geolocalização de Dados e Soberania Digital
  • Anúncio Patrocinado (Vembers)
  • Computação Confidencial e Proteção de Negócios
  • Riscos de Vazamento e Governança Básica de IA
  • Recapitulação e Contexto de SLMs e Multiagentes
  • Multiagentes e SLMs: Orquestração e Aplicabilidade
  • IA Física e Preocupações com Privacidade
  • Cibersegurança Preditiva e Proveniência Digital
  • Segurança de Plataformas de IA e Ataques de Prompt
  • Repatriação de Workloads e Impacto Geopolítico
  • Retrospectiva e Encerramento

E esse tópico da vanguarda, ele traz, como eu sou apaixonado por segurança e informação também, ele traz ali os dois lados da EAI, né? Uhum.

>> A Eai que vai atacar, que vai ser usada pelo hacker e a Eai que vai defender.

>> E é surpreendente a forma como ele te [música] ajuda, mas eu percebi também que na mão de um cara que não tem experiência, não >> é isso aí?

>> Você pode ter uma série de problemas. E ele tava falando exatamente isso. Falá, cara, o a questão não é mais o conhecer, mas é você saber fazer a pergunta correta.

>> Ele foi abrir uma conta o caos, assim, o caos. O sistema bancário alemão é dos anos 70, assim, é horrível. Muito bem, muito bem, meus amigos do PPT no Compila, estamos aqui para mais um episódio reta final de final de ano, hein, >> reta final e olhando para 2026 já, cara.

É, cara, você trouxe suas runas, >> seu tarô?

>> Cara, eu eu não trouxe, mas trouxemos dois especialistas bons aqui para conversar.

>> É, já é um bom começo, porque hoje a gente vai falar sobre previsões para 2026, Top Trends by Gartner.

>> Gartner, >> né? O que que teremos aqui de novidades para 2026 >> que virá pros próximos anos aí de possibilidade, né? E quem são os especialistas que a gente trouxe para conversar com a gente hoje?

>> Bom, o Marcão, vou chamar de Marcão, que já veio aqui uma vez já, então já já é da casa já, né? Marcão da IB Investimento já teve aqui com a gente, vem falar um pouquinho sobre o na perspectiva dele, que que ele enxerga de possibilidade, eh, baseado obviamente na nas visões do Gartner ali. E o Alex também, amigo, já segunda vez aqui também, vai falar um pouquinho também sobre de novo o que que o Gartner tá falando pros próximos, pro próximo ano em particular, né? E e que que eles estão vendo, o que que ele já vê no dia a dia, o que que faz sentido, o que que não faz sentido.

>> Isso aí, Marcos Brigante da Ibiuna. Tudo bem, cara? E aí?

>> Tudo bem, Eliton? Tranquilo.

>> Obrigado por voltar aqui, cara.

Eu adorei a primeira vez e sempre que vocês chamarem eu vou vir. É um prazer para mim tá aqui que espero que o papo seja legal.

>> Pô, que legal, cara. Obrigado por ter vindo.

>> Prazer conhecer o Alex.

>> E Alex Galho. Tudo bem, cara? Obrigado ter vindo novamente.

>> Prazer de novo táar aqui com vocês pra gente compartilhar conhecimento e trocar ideias sobre um tema tão relevante. As tendências do garter, um uma empresa que faz tanta influência no mercado. Acho que vai ser um podcast que tive o prazer de conhecer o Marcão. Acho que a gente vai discutir e vai elevar o nível de conhecimento da sua da sua audiência.

>> Sem dúvida. Então vamos lá que o episódio promete, né, Ron? A gente vai ter alguns insightes aqui que >> no momento legal, né? Porque tá todo mundo revisando o orçamento, vendo, né?

Oportunidade pro ano que vem. Pô, tem que ouvir esse esse episódio aqui é especial.

>> Tem que ouvir oportunidades e alertas, né?

>> Verdade.

>> E se você acha que a gente traz conhecimento e coisas que agregam na sua vida profissional, você pode contribuir com o PPT no compil ficar ainda maior em 2026. Você tem algumas possibilidades, né, Rom para fazer isso. A primeira é, se você pode contribuir financeiramente com o nosso trabalho aqui, você pode ser membro do PPT no compil. Vai lá no YouTube, do lado do inscreva-se tem um botão de seja membro, você vai lá contribuir com dinheirinho aqui pra gente continuar fazendo esse trabalho gratuitamente para você todas as quartas-feiras, uma vez por semana, trazendo episódio para você.

Se você não pode contribuir dessa forma, você já ajuda demais deixando o seu like, comentando o episódio, distribuindo esse episódio para no slack da firma, no tem que usar mais slack, né, cara? Loucura. Sou meio slack. O Teams, o distribui, faz o episódio chegar em mais gente, comenta lá no LinkedIn que isso já ajuda demais a gente a chegar em mais gente e fazer o YouTube e o Spotify entender que o conteúdo é relevante para você. Então ajuda a gente que vamos fazer um ano de 2026 ainda melhor para todos nós, né?

>> Certeza.

>> É isso. Vamos lá que o episódio tem muita coisa interessante. Eu tô louco para discutir com esses caras aqui sobre como será as tendências para 2026.

>> Bora lá.

>> Bora.

[música] >> [música] >> Estamos indo pro quarto ano de PPT no CPILA em 2026.

>> Aliás, vou adição 200, né?

>> É, estamos a Essa aqui deve ser a 203 ou 204, não sei.

>> Legal, legal, legal.

>> Chegamos em chegamos a ao segundo dígito, a trocar o primeiro dígito do pera aí.

a trocar [risadas] depois de de um ano inteiro você a trocar o algorismo, o algarismo do primeiro dígito do que são três.

Chegamos no 200, gente. É isso aí.

[risadas] Caraca, velho, quase não saiu.

>> Mas eh o que eu acho tudo isso que abertura maravilhosa em R. Mas o eu falei tudo isso porque todo final de ano a gente tem algumas episódios tradicionais, né, que a gente espelha algumas futurologias, faz algumas eh retrospectivas, faz algumas suposições pro ano que vem. E esse episódio aqui tem um pouco daquela cara de quando vocês, bom, somos todos aqui praticamente da mesma eh geração. O Fantástico chamava uns uns médium para falar o que que acontecer no ano que vem. Lembra? Mãe de >> quase os famosos que vão cair de avião.

>> Isso é exatamente. Nós vamos fazer exatamente a mesma coisa aqui, só que pra tecnologia com o pai Gartner deum aqui, ó. [risadas] Pai Gartner. Vamos lá. Vamos ver o que que vai acontecer. Nós estamos, hoje nós vamos discutir aqui quais são os tópicos de tecnologia que serão estratégicos para 2026.

A parte mais curiosa de todo esse documento é que o Alex trouxe trouxe ele analógico.

>> É isso aí.

>> Você que tá vendo pelo vídeo, você tá vendo que existe um papel impresso na mesa do PPT no Cupila. Isso por si só é histórico.

>> Histórico. Histórico.

>> Eu diria que é vintage >> na época da >> palavra bonita vintage na época da geração digital a gente ainda mantém culturas [risadas] de pessoas que precisam ler e estar ali anotando, fazendo as anotações.

>> Eu eu não eu não sou desse time, viu Alex? para te falar que quando eu preciso escrever alguma coisa à mão, às vezes dou umas travadas, tipo, eu ainda sei fazer isso.

>> É, então, e deixa eu só, >> eu não sei se eu sei escrever isso direito, mas >> deixa eu contar uma coisa para vocês. Eu aprendi com um grande mestre que existem duas coisas que te levam a sair da vala comum.

A primeira coisa é ler bons livros.

A segunda coisa é andar com gente inteligente. E eu peguei o hábito de ler e eu não tenho facilidade de ler na tela. Eu prefiro o livro impresso.

>> Por quê? Porque eu faço as minhas anotações.

>> Mas nenhum Kindlezinho, >> não consigo não. Eu acho que é uma questão cultural. Eu não sou da da geração dígita, eu sou da geração analógica, né? Eu tenho em casa mais de 350 livros, todos eles com anotações, porque eu criei o hábito desde que o meu mestre me ensinou isso. Eu tenho, eu começo o ano com uma lista de livro para ler um livro por mês.

Eu terminei um livro semana passada que eu recomendei lá no LinkedIn que chama-se Extrema Responsabilidade. cara, é de uma é de um conhecimento, é de é delirante para quem gosta de gestão, para quem trabalha na área de tecnologia. Fantástico. E esse livro é baseado nos Navy Seals e eles trazem histórias e reais. E aí, qual é o grande conhecimento que você adquire ali? Como é a vida do Navy Seal? Como é dentro da empresa? Cara, é sensacional o livro. Recomendo. E aí a história do imprimir, >> do impresso, >> impresso.

>> Anotando aqui quietinho no meu canto, ler mais rom.

>> Sabe que eu também gosto também de cara de em reunião tal, de ter um meu livrinho lá que eu livro, né, um caderno que eu fico anotando tal, apesar de, pô, você tem os agora os agentes, os as ferramentas que fazem a toda a sua >> No mundo pré-agente, eu ainda usava o bloco de notas, já ia ali no bloco de escrever. A minha agenda é manual.

>> É. E e veja só, existe existe algumas cognições do nosso cérebro que estão ligadas a você escrever.

>> Pô, então minhas trilhas já gastou, >> cara. Você sabe que só [risadas] só um >> Não, é verdade. Tem tem neurocientistas que dizem para você não parar de escrever.

>> É, tem até um, se eu não tô enganado, cara, a Suécia tá voltando atrás.

>> Isso, exatamente.

>> Tá fazendo qualqueres digitalizaram toda a educação, agora estão voltando para trás. Livro e papel e lápis. Cara, por causa disso, >> vou te dar um exemplo disso que é na nossa infância existe uma série de, eu tenho três filhos, então eu sou meio que descolado nesse tema, porque você vai aprendendo com cada filho, né? Amarrar o cardço do tênis quando criança gera muitas facilidades de aprendizado quando maior. Por quê? Porque é uma é um uma conexão cognitiva que você tem de amarrar o cardápio que te gera algumas coisas. escrever também. Então, quando você olha, por exemplo, vamos entrar no tema do do [risadas] Nós já t Mas você olha hoje as redes sociais, a parte de EAI, tudo é programação neurolinguística.

>> O cara vai gerar dopamina no seu cérebro para que você fique horas e horas fazendo aquela coisa. Então, >> eu fiquei preocupado porque eu não escrevo mais, mas eu ainda amarro meu cardio.

>> Então, tá bom. [risadas] Então, você tá no caminho certo.

>> Então, tá beleza. 50% de perda. sem comprar sapato de velcro [ __ ] >> É verdade. Tem esse detalhe da mapa.

[risadas] Então nem tudo está perdido. Bom, esse material do Gartner, ele traz aqui, como eu disse, os 10 tópicos estratégicos de tecnologia para 2026 e ele é dividido aqui em alguns pilares, né, Alex? Três pilares, né? Quer quer contar um pouquinho pra gente que abre discussão?

>> Ele ele define aqui, ó, em um pilar que ele chama de arquitetura. Então você vai ter arquitetos de EI. Ele chama num pilar daquele EI que vai ser o EI de síntese. A gente até já falou um pouquinho sobre o EI que a gente desenvolveu. Na realidade nós usamos uma inteligência para isso. Nós não temos inteligência para isso. A gente usou uma startup. Ela vai varre o mercado financeiro. Então ela vai na Nasdaq, vai na Bloomber, vai em vários sites financial, pega lá todas as notícias.

Isso que é o o síntese >> e traz para nossos executivos olharem, diz assim: "Olha só como que tá o as notícias que esse é o cara sente e o cara da vanguarda ali é o cara que vai tá sempre olhando para as tecnologias à frente, né? Então quando você olha para isso, por exemplo, ele tá falando aqui de robôs que hoje já existem, né?

Assistentes, a gente tá falando de uma coisa que já existe há muitos anos, que é a nossa querida Siri. Sim, seria Alexa, >> até a finada Cortana, quem lembra?

Finada Cortana comecei, pô. E e aí você vai ver que o aquele papo que nós estava tendo no início que o EAI ele vai ser um grande assistente. Você pega o ex, o ex é um grande assistente.

>> Mas, ô Alex, a gente tá concluindo então que o Gartner ele já colocou que os 10 tópicos são relacionados a EA.

>> Exatamente.

>> É, exatamente.

>> Ai first. B, empresa EI first.

>> E esse tópico da vanguarda, ele traz, como eu sou apaixonado por segurança e informação também, ele traz ali os dois lados da EAI, né? Uhum.

>> A Ei que vai atacar, que vai ser usada pelo hacker e a EAI que vai defender.

>> Eu tive uma experiência, até dividindo com com a audiência de vocês, eu tive uma experiência, dividindo com o Marcos aqui, eu tive uma experiência com o pessoal de uma empresa de Israel antes da guerra, chama-se Rafael.

E eles foram fazer uma demonstração pra gente de como se envenena inteligência artificial.

>> Ah, eu eu vi isso também, cara.

>> Cara, espetacular.

>> Eu vi um vídeo sobre como eu Mas o vídeo que eu vi era relacionado a o cara pegou a mesma técnica de >> treinamento, >> não é? não de que a gente tinha ano passado para você subir a posição na otimização, isso para você ter um resultado de busca orgânica eh mais próximo.

Algumas técnicas que você fazia de interação com o os LLMs para que aquele site ou aquela empresa fosse mais referenciada nos resultados da inteligência artificial, >> como se fazia nos resultados de busca?

Eh, os americanos eles falam assim, né?

Shit in shit out. Simples, simples. Não, não vamos fugir do básico que é a nossa programação 0 e1.

>> Uhum.

>> OK.

Como é que você desenvolve um um LM? São três coisas, três coisas caras. Você precisa ter lógica, então você precisa ter ali uma definição do que você vai fazer. Você precisa ter uma montanha de dados.

>> É que aí eles usam internet sem avisagem.

>> Montanha. É, usa internet. né? E você tem que ter um poder de processamento incrível, porque senão você não treina.

Existem três tipos de treino. Existe que você faz o que eles chamam de o primeiro instância, você manda os dados para que ele aprenda, o segundo você repete o aprendizado para você gerar o que é chamado de algoritmo que vai te dar o quê? Uma aproximação ou vai te dar uma resposta baseada em cima do treino que ele fez. O caso das LMs e da inteligência artificial generativa, como a gente conhece, tudo baseado no algoritmo matemático ali >> de redes neurais.

>> Redes neurais. E e quando você fala assim matemático, coloca sempre uma coisa na cabeça, é estatístico.

>> Sim. É é é por estatístico.

>> Estic é regressão linear.

Se se você já fez, quem quem nunca fez isso deveria fazer para entender exatamente como funciona. Pega um modelo, tem aí no Huging Face, que é um market store enorme de modelos, >> marketplace lá de modelos.

>> É, pega um modelo pequeno e coloca ele para rodar na sua máquina. Cara, pode ser uma GPU pequena aí de 4 GB, 2 GB, só para você entender como funciona. E aí ele você vai vai entender como é que funciona o deploy do modelo, qual que é o server, etc. E se você pega o modelo com a quantidade de de parâmetros maior do que a sua GPU suporta, você vai ver que você consegue entender exatamente o que você colocou, Alex, aquele texto que pra gente ele é semanticamente muito bem conectado e parece que ele foi pensado por uma pessoa, na verdade o modelo gera caracter por caracter, por inferência estatística, de qual seria o próximo dígito. aproximação de aproximação, que é muito louco.

>> É, eu eu tenho uma pergunta que eu faço quando o pessoal tá discutindo e aí em algumas alguns eventos que eu participei é assim: herói usa >> capa.

>> Capa. [risadas] >> Eu eu eu já tô mais no meme do nem todo heróis da capa. Não, perfeito. O seguinte, >> eu até buguei para responder. [risadas] >> Por exemplo, no nosso contexto usa capa, no contexto dos vikings usava machado, no contexto dos japoneses usa espada. O que que acontece? Acontece é >> o contexto ao qual que você treina o seu é ai. Então, se você tá treinando o seu ai num contexto que não é o seu, ele vai te alucinar. Então, quando você olhar, usa a capa, usa escudo, usa a bota.

E aí dentro desse desse viés que a gente tem de estatística, para você envenenar, é só você fazer ele acreditar que a probabilidade de de um determinado resultado ser maior, eh, e é trazendo aquela informação para >> é o índice de assertividade você vai eh >> o que as pessoas não percebem é que a o seu input também é massa de treinamento.

>> Sim. Então, o que que você faz? Você usa o seu input para influenciar resultados futuros, né? E aí que entra o poisoning, né? O Llm Poisoning. Mas voltando aqui pro pro modelo do do Garden, então a gente tem três grandes tendências, né?

que é a vanguarda relacionada à segurança, arquitetura que é relacionada aos building blocks do do negócio, fundação >> fundação >> e o sintético que é um poder de síntese e como é que eu posso dizer de agrupamento de dados, né?

>> Como fazer isso de forma eh otimizada?

Então, >> eh sistemas multiagente, né? Eh, ele ele tem uma eles até roubaram do fowler lá do do homem specific language de antigamente. É o agora é é o modelo de linguagem específico de domínio.

>> Então você tem um modelo que vai falar só sobre direito, só sobre Então eles colocam eh que um percentual grande de modelos daqui 3 4 anos vai ser modelos treinados especificamente para uma tarefa, não só com prompt, né? Uhum.

>> Eh, o você tem um agente especializado, que é o primeiro nível, digamos assim, né? Que acho na minha cabeça seria isso.

E você tem depois o modelo específico, que aí é o que ele chama de domain específic language model. Eu não li o documento ainda, eu deixei para ser surpreendido durante o episódio.

Mentira, não li mesmo.

Mas eu já vi em alguns lugares que uma próxima grande tendência é o SLM tornar mais proeminente ao LLM, né, que são modelos menores com propósito específico.

>> O que o Marcos comentou é exatamente isso. Eh, >> quanto maior o modelo, maior a necessidade de poder de processamento, maior a necessidade de dados. Então, a gente pode traduzir da seguinte forma: eu vou criar um SML para o jurídico, vou criar um pra tesouraria, vou criar um pro pras especializações dentro do meu business e depois eu junto todos eles para poder consultar que seria o multi o m o multiagente.

>> O que eu vejo aí? Eu vejo uma dificuldade porque quando você olha pro negócio, o negócio ele para o negó Existe uma uma mágica para mim na vida que é tempos e movimentos.

Os negócios têm tempos e movimentos diferentes e isso chama-se update na base, modelo de negócio. Às vezes modelo.

Então, como que você vai manter esse cara atualizado, né? Então, você tem que fazer uma pergunta. Ah, lá no jurídico eu vou atualizar com todos os processos novos que estão entrando, mas mudou uma lei. O algoritmo precisa ser analisar esse tipo de de situação. Então, o que eu vejo assim, pode, pode, tem resultado, vai, acredito que sim, mas você tem que fazer prova de conceito no seu business.

>> Mas você não acha que é mais difícil fazer essa atualização quando você tem um modelo muito grande do que um modelo pequeno?

Os dois são, os dois são, o objetivo deles aqui é exatamente você trazer essa camada pequena pro seu negócio e não você usar um modelo gigante da da do Facebook, um modelo gigante do grog, mas você talvez pegar esses caras e treinar eles no seu no seu ambiente.

>> Sim. É, é uma possibilidade, mas eu vi que quando eu vi essa essa tendência do small language models >> também era como serviço, que iam surgir pequenas startups, empresas menores >> que iriam te oferecer, por exemplo, um modelo como a Openei tenta te manter de d te dá um modelo eh que pretende, né, ainda um pouco longe disso, ser uma AGI, né, uma inteligência eh >> artificial. geral, né? Eh, mas que com o escopo reduzido para aquele contexto, né? Então você teria uma openi que te oferece uma de jurídico.

>> Aqui ele fala 30% vai rodar ou um prêmices ou embarcado no sistema do do cliente do >> do cliente do fornecedor.

>> Cara, 30% eu acho alto, né? Sim, cara, de novo, a gente não tem skill pra galera usar a PI do chat EPT, cara, ainda.

>> Então, mas eh talvez a olhando para tendências eh e o o o você precisa, nós estávamos conversando sobre isso, você precisa criar conhecimento interno.

>> Quero falar com você agora que ainda não conhece a Clever. Clever é uma empresa que já tem mais de 3 milhões de usuários em 30 países com 30 idiomas diferentes, que tem trazido soluções em blockchain, criptomoedas e ativos digitais. O objetivo da Clever é te dar liberdade financeira para operar esse mercado de cripto. Então, se você acredita nisso, se você acredita nessa liberdade, você já pensa como a Clever, vai conhecer os caras, é clever.O. estão contratando também pessoal para trabalhar com cripto, com blockchain. Então, se você tem interesse, se você tem conhecimento nessa área, procura a clever. Se você gosta de criptomoedas, se você opera no mercado, você precisa conhecer a Clever, precisa conhecer as soluções da Clever.

Então, o endereço tá aqui embaixo no vídeo. Para quem não tá no YouTube, é clever. Vai lá, vai conhecer que realmente é um mercado sensacional.

Não, eu concordo, mas veja, olhando como um todo, como gestor de tecnologia, eu acho que ainda e e tudo bem que o Gartner tem uma visão mais global, né? A gente tem uma visão mais eh local aqui Brasil, etc.

>> Local. Eh, eu falar de rodar um modelo on premises, eu ainda tenho um outro algumas outras necessidades atreladas a isso, que é, por exemplo, eu ter um skill interno dentro da companhia que que consiga trabalhar com uma cloud privada, por exemplo, porque eu não vou conseguir gerenciar uma um um treinamento de modelo, etc., trabalhando com be metal ou com collocation, etc. tem que ter uma flexibilidade para trabalhar com cloud, porque eu vou eu vou tirar a capacidade de processamento de GPU, vou colocar isso. Não, não no no no data center como ele é no dia a dia do Collocation, isso é inviável. Não posso mandar um cara lá tirar e colocar GPU dentro do meu do meu processador, do meu servidor. Agora, por isso que eu digo que eu acho que o Gartner talvez ele focou tanto no hype da IA, que >> quando quando você me fala que 30% vão rodar modelos eh on premises, cara, >> ou embarcado, que é pior, né?

>> Ou embarcado, você precisa ter muito skill para gerenciar isso dentro do teu do teu quintal. E a maioria das empresas hoje estão ainda com colocation em Bermal, cara. Então, mas é é que aí aí a gente precisa olhar pela seguinte situação. Nós no Brasil estamos muito atrás da Europa e do país de primeiro mundo.

Eh, quando você quando eles falam eh usar o a parte de 30%, eu participei de participo de um grupo na Europa chamado Alpalist City.

E lá eles já estão fazendo o seguinte, aquelas, aquelas máquinas deles, eles estão fazendo uma divisão entre ter uma nuvem privada dentro de casa com os equipamentos antigos para que você use isso aqui para treinar modelos, para treinar e ter uma infraestrutura aqui dentro. E a nuvem é para o business.

Então os caras já tão olhando esse modelo híbrido de eu ter um modelo interno com o O que que é WS, cara? WS, é o seguinte, eu tinha um monte de servidor parado lá, fui vender a locação.

>> É, você vendeu sua cloud privada pro mercado.

>> Pro mercado. Os caras estão olhando o seguinte, pô, eu tenho uma infraestrutura que tá parada aqui, eu vou usar essa infraestrutura para usar esse tipo de de tendência de eu ter aqui um um treinamento dentro dessa dessa estrutura interna híbrida para treinar o meu modelo, pro meu negócio. Por quê?

Faz todo sentido. Faz todo se você olhar friamente assim, faz todo sentido. Mas quando eu olho no nosso mercado hoje, >> ah, sim, Brasil a gente tem uma um choque, porque assim, a contradição é as empresas que estão mais avançadas no uso de inteligência artificial, normalmente são as empresas que são cloud native, >> são empresas que já estão mais avançadas. Então, esse cara não tem infraestrutura parada em DC. Esse cara não tem. Exatamente.

>> E tem que ter, né, bala na agulha, porque é caro, não é para para você fazer uma coisa realmente que faça diferença no seu negócio.

>> Geralmente quem tem DC ainda é de uma estrutura legada que o cara já gastou um capex absurdo para amortizar no no nos anos, comprou hardware, etc. Teve um investimento muito grande e geralmente até pré explosão do do cloud. Então esse cara ainda tá aproveitando, amortizando o investimento que ele fez lá atrás. Aí, nesse sentido, faz sentido o cara ter uma uma divisão para poder fazer palavra, a palavra que ele falou é importante, inclusive aparece aqui, é híbrido.

>> Então, é pegar micromodelos que você consegue rodar em em em hardware menor, mais simples, >> consegue rodar na máquina do cara, por exemplo, às vezes.

>> Por isso que é a questão do smile, do pequeno, né? Uma coisa que você falou que eu acho que é super importante, a gente precisa deixar muito claro isso, eh, nós no Brasil, a nuvem pra gente, o EAI pra gente é cinco vezes mais caro do que lá fora. Estamos falando que na nossa dúvida em dólar, uma licença do Copile custa cara. Então assim, lá fora a aceleração no uso desses modelos pequenos é muito maior do que aqui. Então a previsão do garter é olhando lá fora. Brasil não é um país que a gente possa dizer assim: "Eu tenho capacidade técnica". [ __ ] nós estamos vendo universidades.

Universidades a gente tem uma um viés de ser um um adopter, né? O Brasil, o Brasil engraçado, tem esse outro lado também.

>> É, mas de produto, né? Acho que o produto quando chega no público, Sim.

Mas eu acho que a gente como infraestrutura, como core, >> quando a empresa não é core de tecnologia, ela é muito conservadora ainda, né?

>> E e aí a gente tem que lidar com esses legados, com esses gargalos.

>> Essa é a palavra, Marcos. O que eu vejo assim, não sei, na experiência do Marcos aqui, a questão é assim, eh, por onde eu passei, ao longo da minha carreira, eu não passei em nenhuma empresa que não tinha legado técnico, que não tinha débito técnico.

>> Não é difícil, a menos que seja uma startup do zero. Então, mas veja só que começou ontem, porque se começou antes ontem já legada. [risadas] >> E veja só, uma startup começa como?

organizada ou se organizando.

E quando você lança um produto no mercado, um MVP, você já lança ele completo ou você vai testando?

>> As startups também tem legado?

>> Sim, >> também tem legado. E eu vejo o seguinte, essa questão aqui, >> pois em produção amanhã é legado, >> não tem? Mas voltando pros nossos 10 pontos aqui, quais são? Vamos avançar aqui porque o papo é muito bom e a gente vai embora desse jeito. Mas, ó, então ele começa a falar sobre a a a coluna de >> de arquitetura, que são os building blocks, ele fala sobre um desenvolvimento já native.

>> Isso é você pegar o seu time que tinha 200 desenvolvedores, quem me dera ter 200 desenvolvedores, mas vamos supor que tem. Você quebra ele em 20 times de 10 e completa com AI. põe todo mundo para trabalhar com copilot, com cloud code, com cursor, com tudo.

>> Entendi. E aqui como ainda falando sobre operação de TI, de TI aqui nessa parte de arquitetura e o Marcos eh leu junto com leu o material, é assim, nós estamos falando de fábrica de software, nós estamos falando de pequenos nichos dentro das empresas de desenvolvimento, aonde você tem uma necessidade de acelerar o processo de desenvolvimento.

Hoje o nosso maior nosso maior custo é acelerar o processo de desenvolvimento.

Esse vai vir como já está dentro do GitHub junto com o Cilot e ali você tem uma aceleração do desenvolvimento muito grande.

>> Sim.

>> Então isso é uma arquitetura que vai entrar dentro da TI para ajudar a TI a se organizar.

>> É por isso que ele por isso que eu falei, a ideia é uma, é uma empresa AI first. Então por onde você começa assim, digamos, né? a sua empresa tem desenvolvimento, então ela vai ser já um desenvolvimento totalmente assistido por EAI desde o dia zero.

>> É, é, é um, esse ponto é interessante de te explicar porque é o uso da IA como operação de tecnologia e não necessariamente com a IA aplicada no produto.

>> Isso. Ess esse primeiro ponto é isso.

>> É, é, é operação.

>> É operação.

>> Cozinha da TI. coisinha da TI aqui. Eh, deixa eu dar um exemplo para vocês. Eu tava, eu tava, eu tô desenvolvendo um app para teste, usando toda a parte de EI, cara. E é sensacional.

Se existissei na época que eu era adolescente, eu acho que eu era programador. Eu eu não fui programador porque eu não era um bom programador. Eu tinha uma [ __ ] dificuldade de fazer debug. É, cada um tem as suas habilidades. Hoje, cara, você vai lá, pega o erro, pede para ele, amigão, tá dando esse erro na sintaxe, o cara analisa e te entrega a [ __ ] da sintaxe pronta, você coloca no código, ele funciona e compila. Cara, >> é isso. É, >> é outro, é o outro universo. Agora tem a questão que eles estão dizendo aqui que você vai chegar lá e vai dizer assim: "Eu preciso de uma tela". Já existe, tá?

>> O lovable, >> lovable. Já existe. Você vai lá e diz assim: "Meu queridão, eu quero isso, isso, isso, isso". Ele gera o HTML para você.

>> Deixar aqui um um aqui na careca do Honk, ó, o link do episódio que a gente fez sobre Netn e Lovabo. Foi muito bom.

>> E assim, eh, e aí vem nós de governança de tecnologia, né, cara? O Labobo já teve várias invasões, ele mesmo fala sobre isso >> e e esse é o ponto que eu acho que a gente tem que conectar, porque eu eu tive uma experiência parecida. Eu não há um tempo, né? E mas eu sempre reservo um tempo para me dar uma atualizada para ter discussão tecnológica até com com as outras pessoas da companhia, etc. E aí eu fui codar, fui fazer, pô, vou fazer um agente, fazer um agente. Aí olhei os frameworks e tal, comecei a testar uns frameworks e para testar o framework, falei: "Pô, vou usar também um code assist aqui para me ajudar com o código e tal".

E e é surpreendente a forma como ele te ajuda, mas eu percebi também que na mão de um cara que não tem experiência, >> não é isso aí? você pode ter uma série de problemas.

>> É o que a gente discutiu até em outros episódios, exatamente isso, né? É a preocupação de você exatamente >> o teu, você liberar pro teu time, mas de repente alguém do time ainda não tá preparado, não tem maturidade, >> a pergunta que nem todos fazem, tipo, beleza, funcionou, mas funcionou como?

Os requisitos estão atendidos e, né?

Então, e aí entra o problema do lobo, né? Tipo, eu quero mata, fal assim, cara, funcionou, mas como funcionou? E isso é interessante a gente se perguntar porque eh eu eu acho que assim, a vida prática ela é muito diferente do do acadêmico, né? Como é que você coloca ali toda a parte de evitar SKL injection, de evitar uma vazão para um hacker? Eh, eu acredito que o futuro, como nós estamos dizendo, 2027, 2028, isso vai crescer esse tipo de código seguro, mas eu hoje eu não confio para deixar na mão de R$ 1 e fazer o código sem uma supervisão. Inteligência artificial hoje precisa de supervisão. E eu costumo separar para todo para toda a EI, não só de código, eh, qualquer uso de AI, seja você na sua vida privada, qualquer coisa que você tá fazendo lá.

Tem dois tipos de uso para mim. Tem o uso que é eu tô falando paraa EAI o que ela que eu quero que ela faça e o outro uso é eu pergunto para Eai o que eu tenho que fazer. Para mim são sem esses dois paradigmas. Então, para mim, o que dá certo quando eu vou fazer, eu trabalho com com copilot, com o cloud code, com o dia inteiro, né?

Toda vez que eu peço para ela dizer o que eu tenho que fazer, eu tenho dificuldade.

Aí, por quê? Porque ela tá falando, eu não tenho conhecimento direito, é alguma coisa que eu não sei, por exemplo. E e isso vale para qualquer coisa. Se você chegar e falar para ela assim, eh, se você é um um leigo, tem uma pessoa passando mal, você fala, ele tá sentindo isso, isso, isso, que que eu faço? Ela pode falar qualquer besteira, você vai fazer o que ela tá mandando.

>> Você vai fazer o que ela tá mandando.

Você não sabe. Agora, se você for um médico, você pode pescar ali >> Uhum.

>> as coisas que você pode não lembrar na hora ou que você pode não ter pensado >> e usar aquilo como um assistente de verdade. Você é especialista e ele é seu assistente.

>> É uma expansão da sua memória, né?

Então, para mim o que funciona hoje, eu vi até uns uns artigos sobre EIQ, que é tipo um é o seu Q eh para usar EI, digamos assim, né? Então, como você se você consegue usar aquilo e não aquilo dizer o que você tem que fazer e você usar ela, né? Não ela usar você.

>> Então, eh, no código para mim é exatamente isso.

Então, por enquanto, né, temos que a gente falar o que ela tem que fazer.

Indo na linha do que você colocou, eu tive num evento no Silicone Vale Cent prompt >> desde o do MS DOS, né?

>> É o prompt lá >> todo mundo acha que é é novidade agora comá >> já se usava prompt no MSD 6.

>> A palavra prompt ela tem um significado.

Ela significa persona, qual a regra?

Qual o objetivo?

Qual o modelo que você vai usar? Qual a perspectiva?

E qual a transformação?

Por que tem esse significado? Porque lembra do do Matrix que ficava a telinha piscando lá e tal? O o que que tem ali por trás? Tem assim, você vai estar falando com quem? Com uma máquina. Uma máquina, ela precisa de lógica, ela precisa de uma instrução. Então, quanto mais você eh instruir a máquina na lógica de pensamento dela, você vai ter uma resposta mais assertiva. Então, hoje não é mais a resposta importante, é a qualidade da pergunta.

>> E nós temos muita dificuldade em fazer as perguntas corretas. Cara, aliás, eu eu li, cara, essa semana um artigo do eh da [ __ ] merda, me fugiu agora o nome da da Singular University. E ele tava falando exatamente isso. Fala, cara, o a questão não é mais o conhecer, mas é você saber fazer a pergunta correta.

E aí indo na linha do que o Marcos falou, eh, e a gente tava falando aqui no início sobre modelo, como esse modelo foi treinado, por quem esse modelo foi treinado, com que dado esse modelo foi treinado, com que objetivo, >> quais as as os pesos, né, que eles colocam >> nesse é nesse mesmo evento, o cara falou que era um um cientista, ele falou o seguinte: "Eh, EA é uma caixa preta". Se não foi você que treinou, não foi o seu dado, você pode estar usando um Eai envenenado, um Rio. Essa grande crítica, né, do Openen de alguns que é isso, cara. uma caixa preta, você não sabe como é que os pesos, exatamente os dados, enfim, >> é aquilo que aquilo que ela te dá como resposta, você não consegue ter um tracking ali de quais foram o o a trilha, né, que ela seguiu para chegar naquela informação, né? Mas seguindo aqui pra gente conseguir cobrir os 10, a gente tem o segundo modelo aqui ainda dentro do dos building blocks de arquitetura, que é o AI Supercuting Platforms.

Vocês que leram um artigo, o que que isso significa exatamente?

Eh, eles separam eh ou na verdade tá começando uma separação entre eh computação comum e high performance computing, que é o HPC, >> né? Então, eh eles falam que você que uma um bom percentual das empresas dentro dessas empresas eh um um percentual dessa dessa não só hardware, né? Mas assim, nesse caso é mais harder, né? do que você tem, tanto poder de computação, cloud ou um premises, uma boa parte vai ser de HPC, que hoje não é. Então, hoje você tem lá os seus servidores hiperconvergentes, eles são patins, perto do que esses caras do que essas coisas fal.

>> Merda, rebatizamos o Benframe.

>> É o o cara, [risadas] >> um ponto que eu acho interessante é, >> [ __ ] a gente achou que ia ficar livre dele, ele voltou com a Iá. É um ponto desse desse dessa desse tema para mim é assim, vou lembrar um pouquinho quando entrou a hype do vamos minerar Bitcoin.

>> Ah, sim.

>> Lembra dessa história? Vamos minerar Bitcoin. Quem conseguia minerar Bitcoin?

Quem tinha uma farm?

>> Sim.

>> Metia 300 computador lá e fazia. Esse cara aqui para mim, ele tá dizendo o seguinte: "Olha, vão ter uma divisão em quem vai ser gerador de supercutadores, de super processamentos e que vão gerar aí sim outros modelos especialistas, que eu acho que é uma linha muito tênue para você pegar aí, Amazon, esses caras vão ter, mas vai ser caro você pegar hoje uma uma placa de vídeo, vamos falar da da Nvidia, cara, >> não, você pega de usos corporativas, Ven, etc.

um absurdo, né?

>> Absurdo. Então, nesse mundo aí a gente vai pensar talvez, talvez no futuro, uma democratização da computação quântica.

>> É, eu nessa linha >> assim, como a gente falou do Brasil minutos atrás, eu dei uma pesquisada porque agora teve aquele eh decreto de incentivo aos data centers, tal, né?

>> E 10% do processamento é reservado pro mercado local. Eu acho pouco, mas enfim.

E aí eu tava, na verdade eu não tava pesquisando, eu pedi pro chat PT pesquisar para mim.

>> Você pesquisou, só que você pesquisou no chattente, >> obviamente, pesquisando na internet. É, >> eh, para saber porque eu fiquei curioso por causa das placas, né? Se ia trazer as placas para cá, porque tem tanta demanda no mundo inteiro que o Brasil, quem que vai dar a placa pro Brasil, né?

Tipo, Estados Unidos e China estão brigando pela Nvidia no tapa, velho.

>> Isso. E não tem uma não tem uma resposta se aqui vai ter ah localmente esses poderes de computação de HPC eh disponíveis, porque 10% vai ser reservado pro mercado brasileiro.

>> Vamos, vamos pensar.

>> Estão surgindo alternativas, né? Por exemplo, eu vi que a meta desistiu da Nvidia essa semana >> e tá comprando TPU do GCP. O GCP eu eu não sabia. Eu, por causa dessa notícia eu fui pesquisar o Google, ele não, ele fabrica hardware, ele não fabrica GPU, ele fabrica TPU, que é uma especialização da GPU paraa inteligência artificial, né? E não, porque a gente para para pensar, era um negócio meio esquisito até hoje, né? A gente usava hardware que era para fim gráfico, para processamento não gráfico por causa do do multicorse, etc., por causa da arquitetura. Acho que o Google ele deu uma envelopada nisso tudo e falou: "Não, vamos otimizar então se não estamos usando para gráfico, vamos otimizar para utilizar isso". E e são as máquinas que tem no computing do GCP que rodam TPUs.

E aí a meta tá fechando com o Google para não depender da do chip da Nvidia.

>> Se a gente for pensar nessa questão de de ter no Brasil, quantos data centers da Amazon tem no Brasil até hoje? Hum.

É da acho que do do das que tem dois, um sul e um sub. É, são dois sítios só.

>> Assim, nós não somos um país que incentivamos a vinda de tecnologia estrangeira por dois motivos. Primeiro, porque a gente não tem um governo que abre portas para esse tipo de coisa. Segundo, você tem que ter um treinamento, cara. Você tem que investir em educação, porque isso é tecnologia de ponto. Você vai precisar de engenheiros. Quantos engenheiros saindo do Brasil? Porque apesar que eu acho que isso agora agora isso tá mudando um pouco, né, que a gente tá falando do modelo mais descentralizado, etc., né? Mas eu acho que os grandes players eles sempre me ditaram isso, eles olhavam a demanda e pá, eu preciso de um sítio só no São Paulo, preciso de um sítio no México. E aí acho que independente do incentivo ou não, eles criavam esse sítio sobre a demanda, né?

Mas o Brasil quer ser um agora com essas novas medidas quer ser um polo aqui, né, >> de data center. É, eles estimam 2 trilhões, né, nos próximos de investimento nos próximos 3, 4 anos, 5 anos. E o último ponto do Vanguarda é eh localização dos seus dados, que é questão LGPD, tem questão de localização geográfica dos seus dados, né? É, eu tô vendo aqui. E tem e dita com esse aqui que a gente vai falar agora, que é o número três.

>> Você que tá aí escutando esse episódio bacana e quer levar toda essa tecnologia, essas novidades pra sua empresa e não sabe como, chama o time da Vembers. A gente pode ajudar vocês com desenvolvimento de software, com arquitetura de soluções, a entender os problemas que vocês estão vivendo e sair do outro lado com uma solução bem bacana. E se você tá escutando o podcast para aprender coisas novas, faz o seguinte, manda um e-mail pra gente no peoplecare@vemers.

E você pode fazer parte também do nosso grupo de talentos. Valeu.

Agora o time do Relações Públicas vai gostar mais de mim.

Essa daqui eu não li, mas eu consigo inferir o que seja, porque acho que ela fala por si só, né, que é computação confidencial.

Eh, se você, se a gente tá falando aqui de ter plataformas de desenvolvimento com IA de supercutadores dentro das próprias empresas para fazer esse tipo de processamento, eu consigo concluir, portanto, que eu preciso ter dentro desse meu ecossistema, que, segundo o Gartner, estará sobre poder das próprias empresas em 30% dos casos, eu vou ter que ter com capacidade de gerar processamento em a com dados que são confidenciais. É isso.

>> É nessa linha.

>> Isso. E não só o eh hoje a gente já tem pelo menos nas cláudas mais padrão, né?

Eh, você tem lá eh criptografia local no dado parado, né? Criptografia no tráfego, HTPS X.

Aí ele ele fala de eh confidencialidade ou criptografia no próprio processamento da informação para que nem o o provedor de cloud consiga ler >> os seus >> o que ele tá o que você tá processando.

Então sim, é o que você falou e um pouco mais, né?

>> Sim. Além de de est no meu próprio no na minha própria infraestrutura também dentro dos modelos de cloud, algumas clouds já t isso, né?

>> Já já já tem. A Amazon já tem isso, né?

você vai lá e habilita esse tipo de criptografia no dado parado, né? A Oraclo tem isso também.

>> Sim. Eu lembro que eu fiz um episódio com o com Baiano, que é o CEO da Clever, ele ele contou que é bem interessante que tem isso, que se você tirar um snapshot da memória, você não consegue ter acesso a nenhum dado.

>> É meio isso, isso >> é uma é uma diferencial competitivo paraa proteção do seu negócio. Acho que é, >> eu fui num, eu fui num evento da HP e a, eh, faz dois dias e teve uma moça que fez uma apresentação interessante e tal, e ela falou: "Eh, o que tá dentro, se você for fazer um sistema multiagente especializado, eh, para modelar sua empresa, você tá dando o seu processo, seu negócio, >> né? Você tá colocando seu seu negócio lá.

>> Se a empresa que tá lendo aquilo, quiser pegar o seu negócio, ela já tem tudo pronto, né? Sim.

>> Então, por isso que acho que tá vindo essa questão de soberania, trazer pro país, trazer para dentro da empresa, se possível, e o máximo de confidencialidade, >> porque é meio subjetiva essa parada como ela é hoje, né? Vamos supor, pegar um caso real de que muitas empresas estão passando hoje.

Eh, a gente tem gente que tá tem tá governando ali o seu uso de inteligência artificial nesses players, chatt, copilot, etc., para que não se use o modelo aberto e sim o modelo Enterprise, certo? Que é um outro licenciamento, etc., onde você teoricamente, teoricamente, e quando eu digo teoricamente é porque não há como você ter, como você ter uma certeza verificável tecnicamente sobre isso. A gente tá falando de modelo contratual jurídico, >> de que aquela empresa, então se eu tô usando chat GPT Enterprise ou se eu tô usando copilot dentro do meu tenant da da EUR, do meu 365, dentro do Enterprise, eu tenho uma cláusula que diz que os dados que estão sendo utilizados ali não são usados para treinamento, mas isso é uma garantia jurídica. Eu não tenho como fazer essa verificação tecnicamente com os recursos que eu tenho, sendo que quando eu tô no modelo aberto, eu não tenho essa garantia jurídica.

Quando a gente fala da da computação confidencial e da repatriação desses workloads com a super a plataforma de supercputação, é para que eu consiga ter uma validação física e técnica disso. Eu tenho um meu modelo rodando que, e aí eu tenho informações críticas do meu negócio e eu tenho certeza de que ele tá ou se ele está rodando, por exemplo, dentro de um de um provedor cloud e eu tô rodando dentro de uma máquina com TPU, GPU, etc. Mesmo como serviço, eu tenho a gerência daquele modelo, tenho autonomia sobre o modelo e tenho certeza que o cloud não tem acesso porque eu tô rodando em computação confidencial. Se você for olhar para isso, isso tá indo numa linha de segurança.

>> Ah, sim. Sem dúvida.

>> Manter o seu negócio seguro.

>> Essa é é o pilar.

>> É a questão toda. Eu penso aqui é isso vai trazer um custo considerável, né?

Porque tem muita empresa hoje que tá rodando o seu dado >> fora do Brasil, né?

>> Fora. O custo da da AWS na Virgínia, em Ohio, é muito mais barato do que você rodar dentro do Brasil, cara.

>> Sem dúvida. Então você tem que olhar para isso. Isso é uma visão de futuro que eles estão dando uma visão de futuro e te dizendo, ó, presta atenção nisso.

>> É. E aí tem um outro ponto que eu também fico pensando, a gente tava falando um pouquinho antes de começar a gravação, que é, cara, você também não ler, não não fazer um treinamento com o time dessa questão aqui, né? E o pessoal ainda hoje a gente vê histórias do cara tá usando o chefe EPT, a versão grátis, bota lá uma planilha com dado super sensível e >> tem um perfil no, acho que é no Instagram, acho que é no Instagram e no trading prompt e ele pega detalhes de contrato de algumas empresas que ele faz a pergunta certa, ele vai mega específico e o modelo devolve, por exemplo, o contrato que o seu jurídico pediu para resumir no chat EPT >> aberto, aberto, >> esse cara já entrou na massa de treinamento e ele consegue pegar esse dado lá. Então, >> eh, é, é o mesmo conceito do poison, né, só que com o cara tava vazando um dado que agora é de conhecimento do do do modelo.

>> E aí, e é e é por isso que eu acho que às vezes o eu, cara, eu adoro o Gartner, mas às vezes o Gartner ele tá anos na frente, talvez por a gente tá dentro de um mercado com uma realidade diferente, né? Sim. A gente tá falando de computação confidencial para rodar modelo privado.

E a gente hoje, a nossa realidade no mercado é que a gente ainda sofre para fazer a governança >> do que tem inteligência artificial.

Básica básica. A gente sofre para ter uma governança básica. Falando, não tô falando de nem de inteligência social, tô falando de govern de dado de, né, de tecnologia básica. Ainda ainda são ainda é um tem um desafio ainda, né? É, quando a gente fala sobre dado, é que a gente tá entrando mais no nas tendências do gartilar lá de vanguarda vai falar um pouco sobre segurança, mas tá falando hoje que nós temos aí 90% das empresas ainda se adaptando a um modelo de segurança informação que não tem um framework padrão. Nós estamos falando aí de um ISO 27.000, né?

Então, imagina se a gente tem dificuldade para se adequar à segurança da informação, imagina que a gente vai ter dificuldade para se adequar a uma computação, um supercutador e uma computação confidencial. Então, putz, isso é outro mundo que a gente vai ter que aprender. O que que a LGPD vai falar sobre isso? Sim, isso é uma coisa que eu quero explorar em um episódio vocês já estão convidados pra gente explorar isso. Porque que em algumas coisas tão simples em tecnologia, como por exemplo governança, tratamento de dados, estratégia de tecnologia, a gente sofre tanto em relação a a ao mundo lá fora, né? sendo que nós temos capacitação técnica, temos bons técnicos aqui que muitas vezes a gente exporta pra galera trabalhar lá fora, a gente tem energia, a gente tem, >> vou fazer um contraponto >> e só para para você ter um, eu acho que eu sei o que você vai falar, eu eu ia ser a cereja do bolo. A gente tem a tecnologia bancária mais avançada do mundo e isso só quer dizer que a gente tem capacidade para fazer >> sim, >> quando o negócio exige, né? E quando a gente tá em outros mundos que que talvez não tenha a exigência que o que o mundo bancário precisa, a gente sofreem coisas básicas. Pode falar.

>> É, eu ia falar que exatamente isso que assim, o meu irmão mora na Alemanha e ele foi abrir uma conta. O caos, assim, o caos, o sistema bancário alemão é dos anos 70, assim, é horrível. É, é tudo burocrático, tudo tem que passar por uma pessoa, tudo. E você comparar com o nosso aqui, você abre uma conta digital com Não tem não tem isso, entendeu?

Assim, é muito, tem uma startup ou outra, não é igual aqui. Aqui é muito mais avançado, né? Então >> só porque a gente tem qualidade, a gente tem como fazer.

>> Sim. Eu acho que o que o que eu queria dizer é que tem empresas lá que ainda não tem eh não precisam ter essa governança porque ainda não estão nem digitalizadas direito ainda, né? Mas claro que quando quando tiver os caras fazem direito, tem uma tem um a legislação é muito forte, né? Diferente daqui.

>> Eu venho do mercado bancário, minha carreira foi dentro de banco, né? Eh, eu vejo o seguinte, banco ele tem um pilar que ele precisa estar sempre melhorando para não ser roubado, para não ter fraude. Então, quando você pega conta, antigamente era na, lembra? A cadernetinha que o cara anotava. Aí você foi evoluindo porque você tinha muito erro operacional. A nossa tecnologia bancária hoje, ela é a melhor do mundo porque ela fez investimentos.

Então, quanto mais investimentos você fizer em tecnologia, mais você vai. E por outro lado, olhando o brasileiro, nós somos muito criativos.

>> Sim. E e o o que o o que me deixa curioso é porque que a gente não tem essa criatividade e essa capacidade espelhada em outros mercados que também precisam de fraude, segurança. Área de saúde, por exemplo, que eu trabalho, a área de saúde hoje ela negligencia um pouco a parte de tecnologia, sendo que pode ser muito mais explorada, né? É. E a gente não tem a vanguarda que tem no no setor bancário, mas isso é pauta pra gente um outro papo que vai >> vamos pro pro pro Sistemic >> agora falando. Bom, já passamos aqui três, certo? Então falamos sobre Aative Development Platforms, EIP Computing Platforms e Confidencial Computing.

Então tudo isso daqui significa a parte de arquitetura, de fundação, de building blocks para que eu consiga passar para o próximo nível que é o synthist. Eu sou do meuque.

Sinta-se [risadas] de da zona norte, Vila Guilherme.

[risadas] Então, número quatro, Multient Systems.

Isso aqui chama realidade, né?

>> Sim. Acho que esse é o mais próximo do nosso dia a dia. Dia dia é, >> acho que esse já é >> multi a gente, eu tava conversando com o Rom, a gente fez uma jornada de implementação de de EI muito muito par epasso, como a gente diria, né? Sem, eh, eu tava falando para um Ron que o maior desafio é segurar as ansiedades, né? E agora a gente fez aí uma evolução e o objetivo agora para o ano que vem é aprimorar a capacidade de criar agentes para que a gente possa ter agentes criados individualmente e depois você criar um multiagente. Eu acho que esse é o ponto que para mim tá mais em linha com a realidade nossa aqui da América Latina, do Brasil, do que os outros pontos.

>> Sim. Eu acho que aqui, fazendo um parêntese, abrindo um pouco mais essa caixinha, eu acho que dentro das empresas que que eu tenho mais contato e com o que eu tenho visto no mercado, a gente tem um desafio ainda que é as a maior maior parte das pessoas que estão desenvolvendo IA hoje ainda tem uma visão do agente como se fosse o chat. Ela tem um uma visão, uma uma um desconhecimento aqui do que é um reg, por exemplo, que é com a gente, né? Eu acho que aqui a gente vai amadurecer ainda e eu acho que logo, né, para para 2026 ha ver esses multiagentes como cara mudo, surdo, que ele simplesmente toma decisão e ele age dentro do teu background. É um microerviço inteligente esse cara. Uhum.

>> E aí com os protocolos de Hway, MCP, etc. A gente vai ver isso funcionando de uma forma mais autônoma. Com toda, claro, a observabilidade, o tracking de você saber o que tá acontecendo, mas eu acho que muita gente ainda trata os agentes como como >> um chat. É o o que eu acho que a palavra que eu posso dizer aí desse cara chama-se orquestração.

>> Isso você mesmo conceito que a gente tem com micosserviço.

>> É, você tem ali vários agentes desenvolvidos internamente com objetivos diferentes e você vai ter um orquestrador para responder as várias eh os vários prompts ali dentro da companhia. Mas eu acho que esse é o caminho. Agora, quando você fala de hack, cara, é um tema muito técnico.

Poucas pessoas entendem o que é o hack.

É um tema técnico. Sim. Sim.

>> Então nós que vamos dar esse esse o e aí eu chamo de dar o tom e o ritmo. A gente vai ter que ensinar isso também.

>> É. E e aí entra o arquiteto chato que fala: "Ah, quero fazer um Não, você quer fazer um hag?

Você quer um chat que vai buscar nos seus documentos? Isso é um hug. Não é gente, né?

>> E assim, é tudo muito novo >> e as pessoas vão aprendendo, né?

Mas é, eu acho que tá um pouco, pelo menos nos agentes genéricos da internet que eu testei também não testei muita coisa, não tive muito tempo ainda, mas alguns eu testei e tem alguns que não faz o que promete ainda. Acho que ainda tem muito muita coisa para melhorar. Eu eu espetei o meu o meu e-mail no no chat GPT e pedi para ele achar alguns e-mails para ele. Ele demorou uma uma era >> eh deu resposta errada e é um conector simples.

>> Ó, eu vou te dar um exemplo de um trabalho que eu fiz >> quarta-feira, estamos gravando numa quarta-feira, na segunda-feira e fica até uma crítica aqui pro Google em relação ao produto.

Eu eu renovei é recentemente o meu Google One lá, porque eu tenho uma [ __ ] de fotos lá no Google Photos que eu não quero perder, tenho que limpar, não tenho tempo para limpar. O Google me obriga a comprar, cada ano que passo tenho que comprar mais giga, né? E aí esse ano saiu o Google ano que eu tinha lá não sei quantos gigas, eu tinha tudo de Google Vio 3, Gemini Pro, eu falei: "Pô, eu quer saber, preciso tanto antenado dessa parada". Já fiz o o >> banana de pijama, >> tudo. Banana de pijama pro banana de pijama 3 pro ultra >> sim.

>> E aí eu tava fazendo a curadoria do episódio que saiu na semana passada. Se você não viu ainda esse episódio, você volta lá no timeline que você vai entender o que eu tô falando. Eu tava fazendo a curadoria do da coletânia que eu fiz, dos 200 episódios especializados em a.

Então eu comecei a pegar as URLs dos vídeos do YouTube que eu queria colocar nesse compilado, né? Então peguei todos os cortes ali e aí coloquei na planilha do Google Sheets. Ia lá, pegava, pô, isso aqui é legal, isso aqui eu quero. Colocava lá e tal, colocava a data de publicação, uma planilhinha básica assim.

E aí a coluna A estava vazia porque eu queria que fosse o título do episódio.

Aí eu tinha a coluna B com a URL do episódio e na coluna C eu tinha a data de publicação porque eu queria que fosse em ordem cronológica. Então olhava a espó publiquei e tal e ela digitava a data, né? Porque como eu tava olhando meio desorganizado, eu falei depois eu mando ordenar pela coluna C e tô com a data certa. Escolhi planinha lá, 10, 12 RLS do YouTube, data, ordenei, falei: "Pô, agora tenho que voltar e pegar título por título". E quando você entra no Google Sheets sendo assinante do Gemini Super Ultra Motherfucker com todos os recursos, ele fala: "Você pode fazer o que quiser agora no Google Sheets você usa a fórmula igual AI, que é igual o som e tal, que aí chama o espírito do Geminar e ele vai fazer o que você quiser na sua planilha". Falei: "Porra, hora de usar isso". Fui lá na primeira coluna igual ai você define o prompt ponto e vírgula o intervalo das células. Pô, agora vou fazer isso funcionar. Agora eu vou fazer valer o meu plano Rom que eu paguei caríssimo, quase 500 conos no ano para ter esse esse história de essa fui lá, coloquei dois pontos AI. Falei: "Busque para mim o título do vídeo na coluna ao lado no intervalo. Pegue o o vídeo do o título do vídeo do YouTube da SUR URL". Tarefa simples, certo? Ponto e vírgula. Escolhe o intervalo, cara.

Veio Kennedy, veio cesta do Michael Jordan.

>> Ô louco. [risadas] É isso aí.

>> Veio, veio de tudo, cara. de tudo.

Provavelmente ele não conseguia acessar o RL dentro daquele namespace onde ele tava e inventava.

>> Inventava.

>> Ele queria, ele não sabe responder. Ele queria >> qu Exatamente. O GNA, o GNAI não sabe dizer não sei o no point exception não.

Ele vai te dar uma resposta.

>> Esse é um Esse é um problema, né?

>> É um problema.

>> É um problema gigante. Quando o cara não sabe a resposta, ele vai lá e cria e aí ele tem todo esse problema de alucinação aí que tem. Imagina se eu não tivesse acesso ao YouTube só ORL, eu ia acreditar que aquilo era verdade, né?

Então, Google, por favor, vamos melhorar o Gemini dentro do Google Sheets, por favor. Foi frustrante a mina, né? Agora, esse tema do eh eu entendo também que esse vai ser o grande tema de 2026, mas eu ainda ainda tenho minhas dúvidas na questão da execução, porque ainda de novo, ainda ainda tem muita empresa ainda no beabá básico, ainda não consegue fazer coisas básicas, porque de novo que a gente tem começou em diversas e episódios aqui, cara, tem que usar porque tem que usar, não com propósito, não com um objetivo claro, enfim. Eh, eu também acho que a gente tem uma jornada aqui e principalmente dos gestores entender a aplicabilidade ROI.

>> É, você po, por exemplo, esse relatório, você pode entender ele de dois jeitos.

Ele pode ser um um captador de tendências e tá te dando uma visão do que a tendência do mundo tá acontecendo.

Ou ele pode ser o contrário. Ele pode ser um cara que tá tentando puxar a tendência para isso aqui porque tem muito interesse que isso aqui dê certo.

[risadas] >> Aliás, isso é uma das críticas que o Gartner sofre, né?

>> Sim. Então, eh, mas se você olhar na o histórico desse tipo de relatório do Gartner, tem bastante mérito, tá super coerente. Claro, ele tem um, não tem um fit total com a nossa >> realidade, >> com a nossa realidade, né? Mas tá, tá coerente. Essa parte aqui de multiaent system é a realidade, né? Já vou, ó, pera aí, ó, para você ver que eu sei escrevi aí, mas >> muito bem.

>> Ó, ficou meio torto, né? Ó, a caneta do cara, velho.

>> Você sabe, sabe por que que >> essa caneta aqui é dois salários meu.

>> Fala assim: "E aí caneta?" Ela responde.

[risadas] >> Tem o tem um eai aí da tem um modo embarcado aqui, cara.

>> Aqui entra no item cinco, ela entra já no que a gente comentou no começo, né?

Que são os SLM, né? Que é o domém específico e language model. Isso, né?

Esse aí é o é o os agentes de do ponto de cima, do multiagente são agentes específicos. Não tem muito segredo, mas eh >> é é uma seria uma uma >> seria reduzir reduzir para somar.

>> Isso é é uma mas é seria um avanço grande, né? Ter um agente ultra especializado de uma tarefa que ele erra pouco, porque aí ele não vai alucinar, >> né? Ele vai errar pouco naquilo que ele tem que fazer. Eh, isso para mim me leva a um desafio, porque agora eu gostei da caneta do cara, agora escrever mais, ó, esse cara aqui, ele depende do bom uso desse.

>> É isso aí. E aí depende de uma governança.

>> Exatamente. Então, eh, >> e, e aí, desculpa, te interromper, sabe o que eu senti falta aqui? Um modelo de governança.

>> Ah, >> qual é a tendência do modelo de governança? Você tem muitas tendências, mas como que você vai juntar tudo isso para gerar resultado?

>> Sim, mas veja, ó.

Tem agora, agora vou polemizar, hein?

Está falando de uma arquitetura multiagente como tendência.

Estão falando de um modelo específico por domínio.

Quantas empresas hoje aplicam domain driven design dentro das suas aplicações?

Não, a tá assim, tá em tá o o o a palavra, né, o o conceito tem anos e hoje em dia ainda tem muita gente fazendo ifel só isso.

>> Se você tiver ali dentro de um de um de um do ecossistema, né, da companhia, você tá cheio de monolito, com vários domínios embarcados ali e você começa a trabalhar com multiagentes. E aí pegando aqui a jornada natural de uma companhia que vai usar lá o o Gemini ou o EAI Studio da EUR, etc, via PI e usando LLM, modelos grandes, né? Isso daqui fica insustentável com o tempo. A tendência natural é o cara começar a reduzir o tamanho dos modelos para reduzir custo, seja na nuvem, ou para ele repatriar isso dentro da própria infraestrutura dele >> e pro resultado ser melhor.

>> Pro resultado ser melhor. Se na se no modelo transacional das aplicações dele ele ainda não consegue separar quais são os domínios dentro da própria companhia, como é que ele vai treinar um modelo específico, cara?

>> Por isso que ele tá falando de arquitetura.

Cara, veja que existe uma lógica. Ele tá falando de arquitetura. Ele começa com os três primeiros pontos na arquitetura.

>> Aí agora ele tá indo pra especificidade para você entender que tem uma lógica.

Primeiro você precisa montar sua arquitetura para você ir pro modelo de >> Mas os três itens que ele tem aqui de arquitetura são itens relacionados a IA.

Esse cara específico aqui, ele depende de uma boa arquitetura de domínios.

depende de uma boa arquitetura corporativa que não estão aqui.

>> Governança de dados, gestão de dados.

>> Mas aí você parte do pressuposto que o seguinte, lá atrás >> isso já tinha tá resolvido. O Gartner considera que isso já existe.

>> Já tá resolvido. O data driving.

>> Exatamente.

>> Isso foi de 2016.

>> É >> data driven 2016.

>> Ex cara. E nós estamos, nós estamos [risadas] 2026 e >> 2026, por isso que a gente fala, esse relatório é espetacular, mas depende o contexto, a rolamente. Exatamente. É exatamente, porque faz todo sentido a evolução, né? Beleza. Comecei a trabalhar com agentes específicos. Eu não preciso carregar vários Titanic para fazer a mesma coisa. Vou enxugar meu modelo para aquele propósito específico, vou reduzir custo, vou treinar ele melhor, né? Faz todo sentido, porque eu tô trabalhando com multiagentes. Por que que eu vou carregar um modelo de 16 bilhões de parâmetros para resumir um contrato de jurídico?

>> Imagina que eu vou fazer um um escritório de, eu pensei no mesmo exemplo, no escritório de advocacia, eu posso ter um modelo especializado em trabalhista, um em criminal, um sívio, né? Para que que eu vou fazer um que vai saber tudo? Não precisa. Eu faço o mais barato, sabe? receita da Ana Maria Braga, não precisa estar embarcado nesse momento.

>> Isso. O cara chega, eu briguei com o meu vizinho, aí o orquestrador, que foi o que você falou, joga pro especialista naquele tipo de problema que tem lá, não precisa ter tudo, né? Sim. Então, eh, é, é, é muito à frente, mas parece até fora da nossa realidade. Essa que é a questão.

>> É, é que eu acho assim, ele não é tão distante porque nós já estamos usando massivamente os grandes modelos, mas eu acho que dar esse passo além dentro do domínio específico, ele requer uma série de pré-requisitos que não estão ligados aí, >> é, que tem que voltar para cá, >> que é o que a gente começou falando de débito técnico. Eu vejo esse esse modelo menor para você ir ir reduzindo seu débito técnico com relação a conhecimento.

>> Então, tanto débito técnico do uso da do ferramental quanto também do negócio.

>> Sim. aqui a gente vai ter que falar sobre governança de dados, a gente vai ter que falar sobre arquitetura corporativo. Tudo isso tem que funcionar muito bem para isso aqui ir pra frente.

>> Mas é muito bom, faz muito sentido. Ó, vou até mudar o símbolo. Eh, esse aqui eu tô curioso, hein? Como um bom físico.

Eu não li o o o relatório, mas eu vou pedir para vocês explicarem isso aqui. Physical AI. Não, física real não tem a ver com física não.

>> Ah, pô, é trazer pro mundo físico só isso.

>> A personalização é basicamente tá falando de robotização, >> drones, aquilo que a Tesla tem feito aí, publicado os robôs >> que fazem atividades domésticas e tal.

Por exemplo, aquela enceradeira agora que tem Não, enceradeira, olha, sei tudo de limpeza. aquela que fica tirando o pó, que agora ela aspirador, que ele lê os espaços, que ele mapeia a sua casa. É isso. É exatamente essa questão de trazer pro palpável, pro físico, mundo real. Esse eu ainda acho que tá bem longe assim do Brasil >> no e eu não vejo, não vi nenhum exemplo de robótica sem ser num ambiente muito controlado, como a linha de produção, de montagem que você tem já há muitos anos.

uma coisa genérica igual uma LLM que é genérico, né, que você usa para qualquer coisa. Os as tentativas de robôs que eu vi, vocês devem ter visto também na internet nos últimos tempos, foi meio >> desastrosa, >> é meio mé ainda.

>> Na China é realidade, por exemplo, aquele robô que entrega nos quartos as coisas, responde perguntas, etc, nos hotéis, né? que quase todos os hotéis em Hong Kong, você pede um prato no teu quarto, não vai ninguém entregar, joga um robozinho, pega o elevador, vai lá.

>> Eu tenho dúvidas, >> eu também tenho dúvidas sobre a aplicabilidade disso.

>> Eh, aqui no Brasil, então, né? Enfim, mas se a gente falar disso aqui, será que a gente não pode tá falando de GG também?

Sei lá, meu smartphone, mais meu relógio.

>> Isso não é uma Eu, os gags, esses gags físicos não é uma tendência, né? Ele já é uma realidade. Eu tô entendendo que ele tá falando de tendência aquilo que é novo, que você vai trazer para dentro da sua casa, então >> pra sua vida.

>> Ele ele seria novo com EAI, né? É com para ele é seria como você fazer toda essa inteligência que a gente tem eh ela se não executar só no mundo virtual, igual você falou, há um cara que eu eh converso com a Mia e ele eh a tira o vídeo do YouTube, tira o, né, o header do YouTube, coloca na minha planilha, tudo no mundo virtual. Como é que eu trago isso pro mundo real, que é o físico? Tem tem um caso aqui que eu quero comentar com vocês sobre a opinião de vocês, que foi até eh algumas pessoas na Faria Lima estão utilizando, etc., que é um assistente de a que é um bottom. Você põe, cara, eu queria saber o nome dessa parada.

Tem uma intervia, pesquisa aí, pesquisa aí para nós que que a galera tá fazendo.

É um bottom que é ligado com o seu smartphone para poder consumir o 4G, porque obviamente que esse processamento é massivo e não é só na pode ser no seu celular, vai se comunicar com a nuvem. E é um ponto que o o o assistente fica falando com você eh 24 horas e fica capturando o que tá acontecendo no teu redor. Então o cara tá filmando, tá tá tá capturando reunião, etc. E o assistente fica falando, pô, não, pergunta é isso. Ou não, e tem tem determinada coisa e tal. E que fica gerando resumo de reunião, dando insight pro cara no e a galera tá ficando [ __ ] com isso, cara. O cara entra na reunião.

Qual que é o nome?

>> É que é ele fala, ele cita como IoT, internet, internet das coisas, smart buttons. Smart. É que tem, é que tem um que a galera tá usando que vai tipo colado aqui no celular assim e é um ponto.

>> É isso mesmo.

>> E que vai se comunicando.

>> Deve ser o copilot, >> cara. É um negócio, >> fazendo resumo de reunião e recomendando perguntas, >> só que na vida real. Então, tipo, o cara falou: "Pô, Ron, você marcou o episódio lá e tal".

>> O Ll vai na minha agenda, já fala: "Pô, tal dia, tal dia, tal dia com episódio com Rom." >> Então, aí já daqui dois anos é a morte da secretária. Secretária já tem, >> é muito parecido com a parceria que o Facebook fez com Ribó.

>> Sim, mas isso aqui desperta uma discussão muito grande sobre privacidade, né? Porque beleza, tá me ajudando, mas ia previsar do R que tá aconteceu com o óculos do Google uns anos atrás, né? Muita gente. Morreu por causa disso, né?

>> É porque tinha até lugar que proibia, né, de entrar porque sabia se o cara tava com óculos do Google ou não, né?

>> É, exatamente.

>> Meio 007.

É, eu vejo aqui.

>> É, é isso, né?

É que tinha um cara que tinha até foto da galera colocando no Flex Might button.

>> É que ele ele era grudado aqui assim, ó, na parte de trás.

Bidu é muito bom, hein?

>> Coloca aí. Assistente. Assistente de >> É o que tá se falando muito e que deve ser aqui, mas e ainda tá longe de de chegar na realidade. É os humanoides, né? Sim, sim. É, mas ainda tá longe ainda para >> O ano passado a Tesla botou os caras vestido de robô, lembra disso?

>> Sim, sim, sim.

>> Não, não, não era uns cara vestido de robô, mas eram uns caras que ficava atrás controlando com o controle remoto.

>> Não era autônomo, o robô.

>> É, teve um, é, lançaram um desse aí agora na um produto mesmo.

>> Acho que vai ficar pronto daqui dois anos.

>> Achou aí, Bolívia? Ah, o que eu mais achei próximo disso foi um note pin.

>> Note pin. Será que é Ah, esse bagulho mesmo.

>> 20 horas de gravação.

>> É esse daud fala que é esse da plaud.

>> É isso aí.

>> É uma i >> deixa eu ver bem que se eu ver um cara com isso aí já vou falar. [risadas] Sai daqui, né?

Todo mundo grampeado.

>> É, é um grampo 24 horas, cara. Sim. Não, eu acho que assim, no meu ponto de vista, nesse aspecto, a pessoa perde a capacidade neurológica de pensar, né, cara? Você tem alguém, isso é um cara, >> um problema, um vício mental.

>> Pô, tu vira um zumbi, velho.

>> É. Aí assim, volta lá no que eu falei, é um cara falando que você tem que fazer, >> não você >> Exato, >> né? Ele tá falando o que você tem que fazer.

>> Aí, ó, esperar, né? Câmerazinha aqui, ó.

>> Ó lá. Rabbit R1. Ó lá, [ __ ] Aí é coisa horrorosa, >> mas aí eu acho que ia ver feio, né, velho?

Aí entra naquilo que a gente falou, vai ter gente que vai se multiplicar com isso, vai fazer uma diferença absurda, cara. Vai ter gente que vai virar escravo na bagada.

>> Sim. A a a a possibilidade de manipulação é e vamos pensar o seguinte, cara. Eh, segurança, >> sim. privacidade, >> privacidade, o quanto esse modelo ele é vulnerável a um ataque hacker. Então você tem que ter todo o cuidado para eh toda a a modernidade, ela precisa ser olhada com moderação para que você não seja vítima da sua própria ansiedade de entrar ali no grupo. E >> quem já jogou o Cyberpunk 2077 sabe o que a gente tá dizendo.

>> Sim. Eh, bom, olha só, primeiro insite que eu vejo aqui, curioso, que tem a ver com o que a gente tá falando de privacidade e segurança, dos 10 tópicos, três são de arquitetura, três são de software, digamos assim, de de processamento e quatro são de vanguard de de vanguarda, talvez não é a melhor tradução, né? de segurança, de contenção, digamos assim. Acho que contenção é uma >> cont >> é uma uma tradução melhor, né? Eh, dos quatro, o primeiro é cybersegurança preemptiva.

>> Isso aí, >> isso aí é simples, cara. É, >> isso já é real hoje.

>> Já é real. a gente por quem conhece de segurança e tem usa uma plataforma como splank, você ter ali um behavor para você ficar olhando comportamento lateral ou vertical, eu acho que isso vai se aprimorar. A tendência é você aprimorar cada vez mais essa sua capacidade de prever e um ataque ou mesmo de você já estar contaminado e e evitar a lateralização desse ataque para realmente ele se materializar. Achei bem interessante essa parte, mas como tanto quanto multiagente, eu acho que a gente já tá bem avançado aqui no Brasil. A gente tem empresas espetaculares no Brasil de segurança informação.

>> Quiser fala um pouquinho, Marcão, que você tá tá na no mercado aí que segurança é >> é assim, já tem já tem como como o Alex falou, tem já tem muita Alex, eu sou horrível para nome >> eu também. A gente tem muita coisa já, a gente na na minha empresa a gente usa alguns alguns softwares já da a gente usa o antigo Stelfat da Cisco, que fica é monitor de comportamento da rede, então ele já te dá um monte de métrica, um monte de coisa e a gente eh coloca ah o SOC para olhar essas coisas. Tem o CENS, que também já fazem muita triagem de coisa também, já tem muita coisa pronta.

Eh, nesse caso, eh, eu vejo uma um uma outra possibilidade que seria você usar as as os multi os sistemas multiagente para ainda ser mais incisivo nesse tipo de coisa, né?

>> Ampliar a camada que você >> é ampliar. Os softwares hoje eles já são muito bons, já usam eurística, já usam um monte de de sistemas de machine learning para saber o que tá acontecendo e agora podem se aproveitar também dos pontos anteriores que a gente viu. Mas >> eu acho que a gente vai chegar isso no no item nove aqui que eu não vou dar spoiler, >> mas que faz muito sentido como um um um global aqui para isso, né?

Quando a gente fala de digital provence, traduz aí, digital >> provenência é é você ter uma >> é provenio.

Deixa eu ver no meu GPT.

>> O digital provence é para você ter uma uma capacidade >> digital de você prover essa visão de quanto você tá >> vulnerável ou não, entendeu? é você ter essa visão. Eu tô tão exposto que eu vou prover essa questão de como que tá o meu mundo digital, como que eu tô exposto com produtos, com rede, com uma série de coisas digitais. Então, >> é bem amplo esse con >> É quase filosófico.

>> Isso >> é é é meio isso também, é provar origem, se a coisa é gerada por I ou não.

>> Hum. Hum.

>> Autenticidade. Então, se você tá exposto a a coisas que são falsas, então vê se tá se elas vou dar um exemplo disso. Na vida real, a a gente teve a gente tem uma empresa muito boa e ela faz o monitoramento da nossa marca e essa empresa detectou que na dark web, tem deep web, dark web, tinha um site falso sendo publicado da nossa empresa, com o nome da empresa. Os caras detectaram, isso é proveniência digital.

Os caras detectaram, trouxeram esse alerta pra gente, a gente tomou lá a parte de incidente de segurança e em 24 horas o site falso estava derrubado. É isso que ele tá falando. É exatamente você ter essa materialização do risco digital e como que você vai dar o contorno ao redor desse mundo digital.

Porque cara, queira ou não queira, eu tive no Gart em, acho que foi em 2022 ou 23, eu não me lembro, e eu tava, eu fui assistir a palestra do vice-presidente de segurança de informação do Garten, ele disse duas coisas que me assustaram e que é uma realidade até hoje, olhando pro relatório e quantas escalação assertivas, você vai ser atacado. Essa é uma certeza. OK? Você só tem a dúvida por onde e quando.

>> Sim. Não, não é, não é questão de, de se, é de quando, né?

examente isso. Você está preparado. Mas o ponto com o Marcão também é interessante porque quando a gente fala de o mundo AI advanced, digamos assim, >> perfeito, >> você conseguir saber o que é digital de Eu vi hoje uma uma uma imagem do Nano Banana 3 e do Nano Banana 3 Pro.

Agora mesmo prompedindo para gerar uma imagem de uma moça no restaurante e com drink, né? Mesmo promp. Exatamente.

Mesmo promp nos dois modelos. E o primeiro que era do nano banana anterior, ele gerava uma imagem aos nossos olhos perfeita, uma foto perfeita, mas que você pegava ali algumas inferências que era iá. Então, geralmente aí a gera o fundo borrado, né? Ele deixa desfocado o fundo, etc.

Algumas incongruências ali. E o pro, cara, o pro ele não ele ele não é detectado por detecção de imagem para Iá. Claro, tem por tem um conselho agora que eles colocam uma uma TAG e tal que você consegue sacar uma marca d'água invisível que você sabe que foi gerado por IA. Mas se você pegar e der um print e colocar um modelo de de detecção de mares, ele não consegue entender que é tão perfeito. Agora você imagina isso >> para uma empresa de seguro.

>> É o o essa >> o cara te manda foto do carro batido.

>> Essa proveniência digital, dando um exemplo da vida real, Marcos, acho que o Marcos também entrou, é a Cloud Fair. A Cloudfir valida hoje se você é um usuário ou não autenticado. Tanto é que tá, a Cloud Fer teve um problema semana passada, parou todo mundo porque era uma validação, era um um um uma confidência aí do mundo digital, uma validação. Acho que é nessa linha.

>> Então, mas aí estamos falando de uma de uma tendência, mas que de fato já tá bem próximo da nossa realidade.

>> É, mas eles estão, eu entendo que e o Marcos falou e eu concordo com ele, e isso vai aumentar com o exemplo que foi dado da questão da inteligência artificial. Por exemplo, eu sofri um golpe no Itaú em que o cara usou uma foto minha para fazer uma identificação no Face ID.

>> Enfim, hoje já existe. Agora isso foi uma foto. Imagina o cara gerar uma imagem e usar isso para tomar um empréstimo, financiar um carro, abrir uma conta bancária. Então eu acho que aqui tá mais ligado à inteligência artificial.

>> Acho que esse Provenência aqui acho que a gente pode traduzir melhor como eh >> proveniência. proveniência, origem, né?

Origiência, origem do da onde tá vindo o >> Isso. Exatamente. E aí faz muito sentido. Imagina uma empresa que até os anos 2000 vistoriava todos os carros avariados. Por exemplo, a empresa de seguro fazia vistoria. Isso pode se fosse edital. O cara tira foto, a inteligência analisa a foto e >> e manda pro para ser para ser digitalizada. E >> Sim. E aí paga o sinistro. Aí agora eu posso tirar uma foto do meu carro, falar pro Nando Banana. Se eu tivesse uma colisão de frente com um caminhão ou um ônibus na avenida tal, como seria o resultado da batida no meu carro? Uma foto perfeita. O carro, >> cara, mas eu eu acredito que a foto perfeita ela vai perder e por ele pode gerar. Mas vamos pensar o seguinte, o cenário da onde foi a batida, os detalhes da onde foi a batida, talvez uma outra inteligência artificial, por exemplo, na batida você vai ter que dar um endereço, ó, a batida foi na rua Alameda Santos com a Bela Cintra. Ali tem detalhes.

>> Não, mas eu posso falar que eu levei pra minha casa.

>> É que você criou um problema que não tinha antes. Antes dizer, a foto seria uma coisa confiável, porque quem vai conseguir gerar uma foto falsa? Só um cara muito muito profissional. Agora qualquer um no celular, >> eu posso falar, ó, bati o meu carro, levei para casa. Essa eu e aí eu eu no meu prompt eu dou a foto da garagem e falo: "Ó, como que seria o meu carro batido nessa garagem?" >> É, eu acho que isso isso é um um uma visão que eles estão dando com essa proveniência. Exatamente.

>> Acho que o ano que vem vai ser vai ser bem legal a gente ver isso aí, né? El >> É verdade, cara. [risadas] >> É verdade.

>> Então, esse aqui, check dito que vai ser um problema.

AI Security Platforms. Isso aqui também já é um pouco de realidade, né? A gente tem o CENS, os os Socks hoje já com bastante eh inteligência, recurso inteligência artificial, né? Não só de monitoramento de hardware, de monitoramento técnico de invasão, de tentativa de exploit, etc. Mas também com regra de negócio, de exploração, de vulnerabilidade de negócio, né? É, é, eu vejo, eu hoje eu acho que isso >> tá muito avançado na questão de usar o EAI para processar os dados, né, você treinar os seus dados, mas aqui eu vejo que essa essa parte ela tá relacionada exatamente com EI ataque, EAI defesa.

Como que você vai se comportar quando um EAI tá te atacando massivamente e quanto é que você vai reagir nisso? Porque você colocou bem a toda a parte de comportamento. Hoje já dá para você plugar ali um um algoritmo e pedir para ele fazer a análise.

>> Mas quando vem um ataque por EAI mesmo.

>> É, e também eh o quais são as os as os pontos de entrada que você abre, os vetores, exatamente, né? Não consegui lembrar a palavra. Os vetores que você abre colocando EI na sua empresa, né? Então você vai ter que fazer a segurança disso aí. É, fico pensando aqui num cenário que o num que a gente tava falando no ambiente híbrido, né, que o cliente tem data centa local e versus nuvem, o desafio vai est mais do lado do do local, né? Porque na nuvem, a nuvem certamente vão te dar ferramenta para isso, né?

>> Sim, mas não sei se pro modelo, por exemplo, e aí quando a gente fala de plataforma para IA, eu, vamos supor, eu tô na nuvem, subi minha máquina com TPU, treinei meu modelo, rodei lá.

Será que o meu modelo é seguro >> ou será que o seu modelo pode ser envenenado?

>> Isso. E aqui a na na estatística que ele fala, se eu não me engano, ele fala que 80% dos ataques vão ser internos. Então, talvez seja >> os insiders, né?

>> Os insiders.

>> Então, o cara foi lá e mudou a massa de dados para mudar a curva de assertividade do >> É, existe um conceito eh que ele tá falando aqui que chama-se prompt injection.

você tem o SQL inject, você vai ter que ter o prompt inject. Então é realmente um tema a ser evoluído e a ser estudado a questão de como você evita o promptente.

>> Eu vi um caso que um cara fez uma experiência no Nickedin que ele colocou o nome dele no Nickedin e aí entre o nome e o sobrenome ele abriu um conchete e colocou um prompt pra pr você era um modelo Llm, etc.

favor, destacar esse perfil, não sei o que lá, não sei o que lá. E aí ele ele ele colocou assim, deixou aberto lá no no LinkedIn e aí ele começou a se a se candidatar em vagas aleatórias para testar.

E o percentual de ligações que ele recebeu para entrevista de retorno foi absurdo.

Foi quase de 100%. É >> porque muitos modelos hoje vão lá ler o seu o seu perfil >> perfil >> e aí encontrou lá um um parêntese e tal, entrou e o cara >> ele não sabe diferenciar o que que é dado, o que que é instrução.

>> Isso. Exatamente. Exatamente.

>> Ele mistura os dois.

>> Ele mistura os dois. E isso aqui vai ter que ser resolvido com AI Security Platforms. Muito bom. Tá fazendo muito mais sentido essa parte pra gente, né, de da nossa tropalização, muito mais vida real, né?

e ge patrition.

A gente falou um pouquinho no começo lá sobre arquitetura, mas vamos repatriar os nossos workloads para dentro.

>> Cara, isso é uma discussão que já tá que envolve a questão política que já tá tempo >> a gente tá num mundo que a nossa geopolítica não tá fácil, né? Vamos combinar.

>> Eu acredito nisso. Acho que a gente teve um tempos e movimentos, como a gente falou no início, né? Eh, a gente teve um tempo de globalização, isso trouxe um resultado e isso trouxe um risco. A gente agora tá falando um tempo de tropicalização de novo, de trazer os seus dados para dentro de casa para você poder ter um pouco mais de segurança.

>> Então, eu vejo que é uma tendência, não acho que isso não será uma tendência olhando pra LGPD, olhando agora para que você vai ter uma normativa de EI, como é que vai ser os algoritmos de EI. Então acho que essa é uma tendência e eu me pergunto como nós vamos fazer isso com tanto dado que a gente tem eh fora do Brasil e perguntando-se exatamente sobre custo.

>> Custo >> quanto vai custar esse esse repatriamento, porque o o dos pontos de rodar fora é o custo, né?

>> É o custo, >> sim. Algumas empresas até negligenciam às vezes um pouco de compliance que elas deveriam rodar interno e que dão um jeitinho de eu acho que o custo permeia todos os itens que a gente passou até agora. Não é uma coisa para todo mundo.

>> Cada ponto vai fazer sentido no custo para cada empresa.

>> É, eu eu tenho estudado bastante esse conceito de AWS, né, de de software ASA Service, de plataforma ASA Service, de infraestrutura, ASA Service, infraestrutura agora por código ou terraformas.

E eu me pergunto, cara, se a gente não vai cada vez mais tropicalizar e e ser híbrido, porque a mistura entre o híbrido e o e o a cloud privada e pública, eu acho que vai fazer o balanço, o equilíbrio financeiro.

>> Eu também acho que a gente vai ter uma tendência para e eh bom, isso daria um outro episódio, né? Eu acho que a gente tá tá tendo um movimento de repatriação dos dos workloads por uma migração paraa nuvem atrabalhoada que a gente fez, né? A galera, da mesma forma que a gente tá vendo hoje a galera botando IA porque tem pressão para poder usar IA, a gente passou por isso na nuvem também, vai ter que ir pra nuvem e tal. Então a galera pegou os workloads gigantescos, monolíticos, sem rearquiteturar para ser cloud native, foi paraa nuvem e ficou mais caro, tem que voltar, né? E e isso tá trazendo esses caras de volta. E a mesma coisa vai acontecer na na Quaiá, muito cara que tá recebendo pressão, não, pô, tem que usar IA e tal, daqui a pouco fica insustentável, aí tem que voltar pro pro transacional comum, >> né?

>> Bem legal esse exemplo. Vou dar um outro exemplo que nós estava discutindo que é o RPA. Teve uma febre, tem que automatizar, tem que automatizar, tem que fazer RPA. RPA. Cara, quando você for olhar na linha, na linha do custo, o RPA tava mais caro que a operação.

>> É exato. Quantos RPAs foram feitos em vez de fazer uma PI para para disponibilizar o dado para quem pudesse usar? Isso era muito mais fácil desenvolver uma API e o cara tá pagando plataforma de RPA até hoje.

>> E quantos processos foram automatizados?

errado. Se o processo era errado na origem subiu para automatização errado.

Aí você fala assim, pera aí, cara, por que que não tá funcionando? Não tá funcionando, tá errado.

>> Errado.

>> Então assim, se o processo e aí agora falando sobre essa questão da nuvem da da georpatriação, eu acho que é exatamente o que você falou.

Todo modismo ele carrega com ele uma precipitação e não uma organização. Então a gente tá vendo o modismo do EAI agora a gente tá vendo a bolha, a gente tá vendo um monte de empresa que investiu uma [ __ ] de dinheiro e o resultado não tá vindo. E eu acho que isso aqui é um pouco do relatório dizer assim, como é que vai olhar pro futuro, como é que a gente vai estabilizar isso? Eh, eu eu acho que o o relatório, eu não li o relatório, deveria ter feito, mas eu acho que aqui também tem um pouco da questão geopolítica, né, de Sim, >> sim, >> de você trazer isso para dentro do seu da sua das suas regras, do seu país, do seu do seu habitate natural, né? Eh, eu acho que isso vai ser, infelizmente, vai ser cada vez mais comum no nosso mundo geopolítico 2026. Imagina na nessa guerra tarifária, nessa situação que a gente teve, >> o claro que isso muito muito difícil de acontecer, cenário apocalíptico, mas o Trump fala: "Olha, a o Brasil Brasil não vai ter mais acesso nos dados da nem da Amazon, nem da nem da Microsoft, aquele tarife em 50%.

>> O quanto o quanto de empresa ia quebrar?" >> Sim.

>> Com 50% mais de custo de nuvem, >> né? Não ia conseguir nem, >> né? Isso não seria nem um pouco imaginável há 5 anos atrás, cara. Mas a gente tá num mundo muito louco, que [ __ ] isso acontecer amanhã eu não duvido.

>> Então, quem que vai querer pagar o risco? Quem que vai querer pagar para ver?

>> É, então, >> então acho que isso faz muito sentido e vai dar dor de cabeça para muita gente, viu?

>> Legal.

>> Divertidíssimo, cara.

do meio pro fim começou a fazer mais sentido o relatório.

>> Eu acho que a gente passou por todos e acho que o a discussão trouxe muito aprendizada para todo mundo com relação de tendência e realidade.

>> Exatamente. Foi uma boa reflexão, né?

>> Bom, sim, >> sim. Eu fiz até um um porque eu eu gostava muito dos relatórios do Garchner na época que eu tava eh na hora quando tava tendo transformação digital mesmo, né? Jornada para nuvem, igual você falou, e eles acertaram um monte assim.

eh, migração para cloud, Big Data, Analytics. Eh, aí teve alguns que eles erraram, então eles erraram e 3D printing, então que ia explodir 3D printing, ia ser para tudo, ia ser ia fazer casa em 3D printing, não sei o que. Aí por enquanto nada.

>> Eh, o erraram no GPT.

O GPT [risadas] não nunca apareceu na nas pesquisas do Gartner. É, >> e >> verdade, né? Nunca apareceu, nunca apareceu. No, >> é que eles procuram tendência, eles não são Nostradamos, ninguém esperava chegar o GPT, né? Quando quando aconteceu >> a inteligência generativa, ela já era uma realidade acadêmica, mas ninguém esperava que ela fosse chegar assim do nada. Vocês vão se lembrar quando tava quando surgiu o GPT, a gente tava vivendo um surto coletivo chamado Metaverso.

>> Sim, >> verdade. Eu tava no no meio do >> do hype, né?

que foi a primeira inteligência artificial, que a ideia era ter um mundo virtual, >> é meio burra ainda, né? Mas >> mas o primeiro GPT foi 2023, 22 >> 22, >> final de 22 para começo de 2 faz, cara, assim, a evolução foi absurda.

>> Absurda >> absurda. Eles tiveram o breakthrough lá em 2022, 23, dois anos é o negócio já tá dominando tudo já.

>> 22, né? Foi 22. Isso mesmo.

>> 22.

É, 2022 a gente tava falando de metaverso ainda.

>> Isso.

>> O o nome do dono do Facebook, >> Zuckerberg.

>> Zuckerberg. Trocou até o nome da empresa >> por meta. É verdade.

>> É. Achou que isso ia ser o hyper. Passou um trem chamado GPT, atropelou. Ele não sabe a direção que ele tava indo até agora. [risadas] >> Meus amigos, muito obrigado pela participação de vocês. Acho que a gente conseguiu cobrir aqui uma parte muito legal. Vamos ver. E vocês estão intimados, não estão nem convidados, estão intimados para no final do ano que vem a gente revisar isso aqui.

>> Boa. Vamos olhar isso >> para ver o que aconteceu ou não, né?

Então, o ano que vem a gente vai comentar o próximo relatório e vamos olhar o que vou guardar no meus arquivos.

>> Isso.

>> Isso aí você vai jogar com pergaminho meio amarelo que fica amarelo em um ano.

Acho que não, né?

>> Não vai, vai.

>> Só você botar uns grilos na gaveta.

[risadas] Marcão, obrigado pela sua presença.

Obrigado, Alex. Obrigado. Prazer estar aqui com vocês de novo.

>> Precisando. Estamos aí, >> pô. Obrigado pelo presente vintage.

>> Não, muito. [risadas] >> A gente tem que misturar a modernidade do Marcão com a vintage de um cara de 56 [risadas] anos.

>> Obrigado pelo por ter vindo, cara.

Prazer é todo mesmo, gente.

>> Rom, obrigado novamente, meu parceiro.

>> Valeu. Obrigado você. Obrigado pelo por vocês terem vindo aqui. Acho que foi ótimo esse bate-papo. Eh, >> muito gostoso.

>> E assim, cara, legal trazer esses insites aqui porque, cara, nós estamos no meio de um furacão, né? Então, legal olhar o que que faz sentido, olhar que [ __ ] isso aqui acho que ainda tá longe da nossa realidade.

>> Sim.

>> Eh, e também trocar experiências com vocês que vocês têm visto até no dia a dia de vocês também, né?

>> Sim. Eu acho que o o mais legal de você é filósofo agora, o mais legal de você discutir o futuro, não, o mais legal de você olhar pro futuro é discutir o presente.

Tentei terminar com a frase de efeito.

Consegui.

>> Conseguiu, consegui.

>> Então, muito obrigado. E você que acompanhou a gente até agora, muito obrigado pela audiência de vocês. E se você gostou do episódio, se você entende que pode colaborar mais com o PPT no Cupila, você pode ser membro do nosso canal. Vai lá no do lado do botão de se inscrever que você já vai estar inscrito e tem a opção seja membro. Sendo membro você vai contribuir com valor mensal pro PT no compil pra gente continuar produzindo esse trabalho de graça para você. Você pode se divertir, rir e se informar com PT com Pila, >> principalmente, né?

>> Principalmente. Então, se você não pode contribuir dessa forma, você já ajuda demais distribuindo o nosso episódio, mandando o grupo no WhatsApp, no Telegram, no Teams da empresa, ajudando a nossa comunidade crescer. Deixa um comentário aqui, clica no like e ajude a gente a levar essa informação a cada vez mais pessoas. Obrigado, meus amigos.

Obrigado você que acompanhou a gente.

Valeu,

Episódios Relacionados

O melhor de 150 episódios | PPT Não Compila Podcast1h 39min

O melhor de 150 episódios | PPT Não Compila Podcast

Marlon, Fabinho, Pri, Paulinha, Ana, Bezerra, Rafael

16 de out. de 2024

Cloud ComputingSegurança+1
SAP: Estratégia e Uso do ERP Corporativo | PPT Não Compila Podcast1h 26min

SAP: Estratégia e Uso do ERP Corporativo | PPT Não Compila Podcast

Marcelo Salles, Cláudio Fontes, Rômulo Barbosa

17 de dez. de 2025

GestãoCloud Computing+1
O melhor de 200 Episódios: Especial Inteligência Artificial | PPT Não Compila Podcast1h 11min

O melhor de 200 Episódios: Especial Inteligência Artificial | PPT Não Compila Podcast

Juliano Dutra

26 de nov. de 2025

Inteligência ArtificialCloud Computing+1
IA na Prática: Insights da NVIDIA para Startups e Devs | Podcast PPT Não Compila2h 0min

IA na Prática: Insights da NVIDIA para Startups e Devs | Podcast PPT Não Compila

Jomar Silva, Fernando Adriano Machado, Rômulo Barbosa

16 de jul. de 2025

Inteligência ArtificialDesenvolvimento de Software+1
Não perca os próximos episódios!
Inscreva-se para receber novidades do PPT Não Compila
Inscrever no YouTubeSeguir no Spotify