Do Prontuário à IA: Dados como Solução para o Mercado de Saúde | PPT Não Compila Podcast
Convidados
João Rodrigo Santos
CTO @ Health Mode
Dr. Ricardo Moraes
Diretor Médico @ Afya Digital Health
Rômulo Barbosa
Fundador @ Techrom
Neste episódio 157 do PPT Não Compila, recebemos João Rodrigo, CTO da Health Mode, e Dr. Ricardo Moraes, diretor médico da Afya Digital Health, para uma conversa enriquecedora sobre a interseção entre tecnologia e saúde. O incrível co-host Rômulo Barbosa, fundador da Techrom, conduz a discussão com foco em dados, inteligência artificial e integração no setor de saúde. 🩺💻 Exploramos os desafios e oportunidades da interoperabilidade de dados na saúde, abordando temas como padronização de informações médicas, verticalização de operadoras e o impacto do Open Health, um modelo inspirado no Open Banking. Falamos também sobre os impactos políticos, regulatórios e culturais que moldam a adoção de novas tecnologias no setor. 📊✨ Além disso, destacamos como a Inteligência Artificial está revolucionando o diagnóstico e o tratamento médico, desde a personalização da medicina até a aceleração no desenvolvimento de novas drogas. Não perca este episódio repleto de insights para quem quer entender o presente e o futuro da saúde digital. 🌐⚡ #Podcast #PPTNãoCompila #Tecnologia #Saúde #Inovação 0:53 Abertura e apresentação 6:42 Regulamentação de dados de saúde 13:35 Cliente e sensação de ser dono do dado 17:49 Relação entre operador e prestador 25:42 Iniciativas do governo 30:14 Estruturação do dado privado 32:34 Troca de informações de dados dentro das redes verticalizadas 39:18 Maturidade de dados de saúde 43:05 Padronização de informações 57:46 Novas possibilidades e benefícios com IA 1:10:37 IA e Padronização de dados 1:23:06 Agradecimentos e considerações finais Convidados: Ricardo Moraes: linkedin.com/in/ricardo-moraes-/ João Rodrigo Santos: linkedin.com/in/joaorodrigosantos/ Rômulo Barbosa : linkedin.com/in/rômulo-barbosa/ Spotify: https://spoti.fi/41kkKc2 Youtube: https://youtu.be/REqUzr6c070 Outras plataformas: https://linktr.ee/pptnaocompila Acompanhe nas redes Instagram e Twitter: @pptnaocompila LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/pptnaocompila Produção: Voz e conteúdo | https://www.vozeconteudo.com.br - @estudiosvoz
- Visão Inicial: IA e Dados na Saúde
- Apresentação do Podcast
- Desafios na Integração de Dados
- Apresentação dos Convidados
- Intervalo Comercial e Engajamento
- Colapso do Sistema e Papel dos Dados
- Barreiras Culturais para Compartilhamento
- Pacientes, Planos e Conflitos
- Educação para o Uso Consciente
- Sinistralidade e Planos de Saúde
- Promoção: Clever
- Regulamentação e Padrões Governamentais
- Legado Tecnológico no Setor Privado
- Verticalização e Integração de Dados
- Padronização de Dados e Prontuários
- IA na Medicina: Potencial e Prevenção
- IA, Medicamentos e Gêmeos Digitais
- IA na Padronização e Eficiência
- Otimização do Atendimento via IA
- Conclusão e Agradecimentos
Não Tem muito receio nessa questão dos dados por conta de não saber o como vai ser utilizado Eu sinto que a verticalizada vai alavancar né somente essas que se aglomeraram então tem mais desafio porque tem muito prot delegado nas que já nasceram né de uma de uma de uma origem verticalizada tá mais fácil ainda tem desafio mas eu sinto que é ela que vai moldar esse mercado Principalmente quando a gente olha para as operadoras a tive um crescimento grande de inteligên artificial pra saúde né porque tem muito dado tem muita informação Tem muita área de sombra aí no caminho e que ela pode facilitar tem muita necessidade de educação dos dois lados na época da covid né [ __ ] a a velocidade com que foi criada as as vacinas cara por conta da eii foi um negócio absurdo muito bem muito bem meus amigos do PPT não compil estamos aqui para mais um episódio e hoje a gente falar de um assunto meio que tá casa já né ROM né dados integração só que hoje vai ser um episódio bacana porque cara vamos falar na área médica né área médica é uma área exatamente que tá avançando bastante essa parte de uso de de ai de de dados de integração vai é um episódio muito bacana verdade temos muitos desafios aqui falando de negócio né Falando de desafios t técnicos foram desafios clínicos Talvez né E para falar disso com a gente aqui a gente Trouxe uns caras aqui que entendem do assunto né pra gente poder de fato trazer essa discussão que é extremamente horizontal né transversal né digamos assim ela vai desde desafios do do do Business do negócio até desafios de tecnologia e de padronização de dados etc que dá uma discussão muito boa né sim é e é um tema que eh essa parte de dados principalmente na área de saúde é é uma complexa né você tem vários envolvidos você tem obviamente o governo Você tem o paciente e essa troca de informação ainda é um tabu na indústria mas vamos falar hoje bastante aqui com os especialistas né É isso aí Quem que tá aqui com a gente hoje João Rodrigo que é o CTO da Heal mode meu parça de uns tempos atrás já obrigado por ter vindo mano Opa dá um oi aí pr G Eu que agradeço tentar aprender um pouquinho com vocês aqui hoje Imagina você é o cara que vai contribuir conosco aqui obrigado e aqui na no meu lado direito Dr Ricardo Moraes vou falar Doutor porque eu acho que tem que falar Doutor para médico não gosto de falar Doutor para advogado para não é médico médico médico a sem falar doutor né Dr Ricardo Moraes que é diretor médico da afia certo Doutor sim e que vai trocar uma ideia é conosco aqui sobre esse assunto né Legal eu agradeço o convite do Rômulo seu convite foi é sempre muito interessante discutir sobre esse tema eu acho que é futuro da Medicina vai passar por tecnologia já está passando né e Pô Essa pauta eu acho que é relevante para todo mundo que pensea em saúde que quer se cuidar que tem família que tem pacientes que tem doença não importa né Isso é super importante para mim é um é é é uma honra estar com médico na mesa aqui doutor porque eu acho acho que a gente precisa de mais profissionais de medicina que entendam de tecnologia e consigam Ligar esses dois mundos sabe porque a gente tem uma distância muito grande entre os dois mundos então cada vez mais profissionais como você que tá aqui discutindo com a gente podem ajudar a transformar a realidade que a gente vai discutir aqui nesse Episódio obrigado por ter e é legal também a visão do médico em relação à tecnologia isso também é muito bacana né Acho que essa troca por isso que eu tô tô Tô animado pela conversa porque a gente vai poder falar bastante coisa irrelevante aqui no nesse nessa nesse Episódio vai dar bom e quem precisar de algum auxílio aqui R para tratar essa questão de integração de dados padronização de fala bastante disso daqui né como é que pode procurar a Tech para ajudar isso Ó a Tech ela é uma empresa especializada no tema de dados e então pode entrar em contato conosco via enfim eh posso depois colocar depois aqui os nossos dados aqui mas a gente tem ajudado bastante empresa nesse tema de integração organização e e gerar valor para o negócio baseado nos dados isso aí então procure a Tech home aqui que com certeza pode te ajudar nesses assuntos a gente vai deixar também os links aqui dos nossos convidados tanto João Rodrigo quanto do Dr Ricardo aqui se vocês quiserem conhecer os produtos a empresas que eles que eles trabalham estará aqui na descrição e já que você vai olhar na descrição olha aqui do lado aqui ó tem o botão de seguir e se você ainda não segue o nosso canal tanto no YouTube quanto no Spotify você aproveita esse momento que que que estamos iniciando o episódio para seguir o o o o nosso canal se você ainda não é um membro do PPT no compilo você pode nos ajudar sendo membro do PPT no cilo lá no YouTube e fazer gerar aqui um pouco mais de incentivo paraa gente continuar esse trabalho mas se você não conseguir ter essa colaboração financeira conosco hoje você ainda pode ser um grande colaborador né Ron compartilhando o episódio colocando no Slack na empresa mandando no grupo do WhatsApp da firma né Então você já ajuda demais a gente e se você gostou da nossa conversa você pode a qualquer momento deixar um comentário aqui no YouTube você que o comentário ajuda muito também vi sem dúvida porque enriquece né agrega pra gente ver o que que a gente pode pode trazer de novos de repente ampliar esse essa pauta né trazer outros temas [ __ ] pauta de saúde por exemplo tem [ __ ] tem Sem dúvida nenhuma se você é profissional de saúde você tem que deixar o seu comentário aqui porque e a pauta vai est muito boa nós vamos falar sobre mercado de saúde vamos falar sobre tecnologia vamos falar sobre uso de dados vamos falar sobre inteligência artificial tem muita coisa boa Então vamos lá que o episódio tá excelente Bora Bora
[Aplausos] [Música] [Aplausos] [Música] depend eu acho que a a a a principal discussão quando a gente fala do apoio da tecnologia na na área de saúde né tá muito centrada na no no colapso do sistema de saúde que nós temos mundial no Brasil isso é ainda mais evente Evidente né mas acho que no no mundo todo a gente tem um problema de disparidade entre a inflação normal a inflação médica os custos médicos seguros de saúde por exemplo nos Estados Unidos eh eu tive oportunidade de trabalhar com uma empresa que era gerida por por americanos com com uma visão mais próxima lá do do Health insurance americano a gente conhece o modelo de saúde no Brasil e basicamente a gente tem dois grandes ofensores né quando a gente fala de de saúde suplementar e de eficiência operacional na área de saúde O primeiro é são as fraudes né e o desperdício né sim e são curiosamente né R São dois problemas que eles são resolvidos de uma forma eh muito particular com um negócio chamado dados né quando a gente fala sobre a gente consegue reduzir muito a quantidade de fraude quanto mais você conhece seu cliente seu processo menos fraude você consegue mais fraude você consegue evitar né e o desperdício é a mesma coisa e a área de saúde até Pela Minha experiência é uma as áreas que a gente tem uma dificuldade ainda maior de compartilhamento de informação e compartilhamento de dados né pra gente iniciar essa mesa e e e abrir essa discussão eu queria fazer um paralelo com vocês com o que a gente teve com o open finance e o open Banking Total quando o regulador colocou a mão pesada do do do do Estado né e falou olha vamos ter que regulamentar isso daqui porque as empresas privadas em si não conseguiam de fato se resolver né E isso Acabou abrindo outras oportunidades que talvez os Players que que que existem hoje não conseguem enxergar ainda né E aí vira esse modelo pelo muito difícil de sustentar que a gente tem na saúde suplementar hoje qual é a visão de vocês sobre isso se eu puder começar eu assim concordo plenamente Eu acho que o case que a gente tem do Banco Central né no nesse cenário do openbank ele é totalmente parece Óbvio Mas ele tem que ser replicado para um dado tão sensível quanto um dado bancário é o dado de saúde e aí a gente sabe que existe a política nacional de dados de saúde né que tem um objetivo até 2028 do Ministério da Saúde ter esse cenário de operabilidade dos dados Mas qual que é o desafio ninguém quer eu eu eu tenho essa premissa que assim eu quero interoperabilidade dos meus dados eu quero esse cenário de Open Health mas eu operadora eu laboratório eu o hospital eu o médico eu consultório eu não quero compartilhar esse dado esse dado é meu é do meu paciente e aí que a gente vai ter que mudar um pouco dessa mudança cultural muito do que esse cenário que você falou a inflação médica né tá o modelo de que a gente não tem de fif for service né de de desse relacionamento de saúde tá cada vez mais Custoso e a interoperabilidade dos dados que vai fazer esse essa mudança então assim existe uma política pública existe agora uma Secretaria de Saúde digital no Ministério da Saúde né que tá com esse objetivo de ouvir os Players os take holders da saúde que tão ali né atuando e que que precisam cada vez mais integrar Mas eu ainda não sinto uma mudança cultural dos desses steak dessas empresas para dar esse dado paraa interoperabilidade e emponderar nesse nesse relação o principal ativo que é o paciente né se eu consigo emponderar o paciente de ele poder fornecer porque o dado é meu eu vou te dar e eu vou facilitar Eh aí faz sentido mas se eu não consigo demonstrar para ele que é importante eh que nem ele faz um pix hoje tem segurança e a gente não consegue demonstrar para ele que se ele for dono do dado se ele gerir o dado dele se ele puder interagir né com todos os playes de saúde que pode ser a farmácia né que pode ser a OBS mas hoje um paciente que faz o exame aqui que faz o exame Daqui uma semana porque o médico dele não tinha informação porque ele não sabe falar e ele faz o mesmo exame e o custo Fica lá em cima olha que eu tenho esse acesso à informação ao dado ele fez o exame não precisa repetir não faz sentido do ponto de vista técnico médico então o o sistema começa a se autogerir né então eu acho que a premissa Inicial e pode ser um viés né assim mas eu acho que passa por isso né de ainda os steakholders principais não querendo fornecer esse dado E aí começa cada vez e esse modelo do Banco Central espelhando o Ministério da Saúde ministri da saúde da secretaria de saúde digital que vai ter que ter vai ter que ter essa gerência Porque existe políticas públicas a gente sabe que tá no senado federal a discussão né do muito maior de Inteligência Artificial obviamente tá passando pro lado também a discussão no senado mas tem elementos dessa interoperabilidade dos dados mas tem a gente ver projetos de lei de Deputados que estão tentando passar que querem cobrar querem cobrar IPCA em cima do dado a hora que eu começo a cobrar IPCA em cima do dado o basil não vai pra frente né nesse aspecto né de evolução porque alguém quer lucrar nessa jornada né de relacionamento de dados então também tem esse desafio político sabe é e assim né Eu acho também tem a outra parte ali que é do paciente que ele tem um receio muito grande dele ter algum tipo de problema com os planos de saúde aspecto porque a hora que você Ah pera aí o plano de saúde ele vai ver tudo o que eu já tive ele vai ver todos os meus exames Será que eu depois eu vou ser excluído do plano eh como que vai ser essa regra o que que o plano vai fazer com esse dado o que que ele vai fazer com essa informação então por isso que acho que é um debate complexo uhum por conta para ver o que que o paciente assim o que que pode acontecer e por exemplo nós temos pacientes né que utilizam a nossa solução e eles eles têm esse receio pô Doutor eu vou colocar aqui que eu tenho um sintoma Ah o convênio vai ver ele vai ficar sabendo será que vai aquilo ali pode ser considerado uma doença pré-existente Será que eu vou ter que cumprir alguma algum tipo de carência então Tem muito receio nessa questão dos dados por conta de não saber o como vai ser utilizado né sim é esse ponto é curioso porque é muito comum esse receio de Fato né mais que a legislação proteja demais né a a os planos de saúde eh a respeito disso tem tem a questão ali do do do plano de adesão que é um problema né a gente viu inclusive recentemente ah alguns planos sendo cancelados un literalmente que é um problema que é uma brecha na lei né porque eh a gente criou uma forma de vender um plano individual sem as a a toda a legislação e a proteção que existe no plano individual né Eh e isso isso realmente gera um receio na do lado do paciente mas quando você falou do lado do paciente Tava pensando até numa outra forma eh quando a gente faz o paralelo com a informação bancária todo mundo tem uma super proteção e uma valorização do que são seus dados financeiros Cara você não como assim você viu meu saldo né Isso aqui é meu dado é minha informação é a senha do meu banco todo mundo tem a sensação de ownership dessa informação o paciente Eu não eu eu não sei se ele tem tanto essa sensação de ownership sobre o dado do exame dele o que ele fez lá no hospital sobre o prontuário dele ele não tem essa sensação sabe então eh a gente acaba tendo as instituições se tornando donas desse dado que na verdade pertence pro do usuário né talvez se ele tivesse essa consciência e soubesse que E se o exame que ele fez no hospital a ele não precisa fazer no hospital b e que talvez essa esse compartilh de informação vai gerar um custo menor no no no plano de saúde dele ao invés ele achar que vai cobrar mais caro porque sabe do resultado eu acho que ele teria uma visão diferente né assim como você acha que compartilhar o seu extrato da da da instituição financeira a para B pode te dar alguma vantagem num financiamento alguma coisa do tipo você o usuário deveria ter essa visão também pra saúde né e eu acho que falta fazer o usuário se sentir mais dono do próprio dado né mas sabe o que que eu acho que é diferente ali elor porque assim eh com o open finance você vai você vai ter um Ah eu vou ter um crédito menor eu vou ter um limite maior no meu cartão Quando você vai pra relação do e muitas vezes de um banco que você ou você paga uma taxa baixa ou você nem paga uma taxa Quando você vai para um convênio é uma relação já muito desgastada né porque você vende quando você tem um convênio por uma empresa você não tem muito essa visão mas quando você paga o convênio você vende reajustes ali acima muito acima da inflação ano contra ano Então você fala ah eu vou faz ó talvez você não precise fazer esse exame vai ter uma economia pro convênio o paciente ele já fica Ah o convênio que pague ele não tem essa relação de ajuda ali porque ele já já tem uma relação muito desgastada entendeu s é eu eu ia só fazer um um comentário exatamente sobre esse ponto Eh aí eu é um é um pensamento aqui né se todo mundo começa a compartilhar essas informações e aí eu vou num médico eu fiz Tais exames aí eu compartilho essa informação com o segundo médico então ou seja Talvez o segundo médico não vai pedir alguns exames que po já fez no primeiro não vai fazer no segundo que hoje a é o que a gente vê né Será que isso o sistema não se beneficiaria como um todo ou seja e o custo cairia do o custo talvez cairia talvez [ __ ] a talvez a eficiência do tratamento poderia ser melhor né sim não é só o custo a efetividade do do tratamento também né e e eu acho que o grande problema quando a gente fala dessa relação paciente e e as operadoras é que dificilmente o paciente tem a visão de que tem outros players nisso tudo né Principalmente o prestador aqui no meio do caminho e a relação entre prestadora e operadora geralmente é um cabo de guerra um quer reduzir o custo e a sinistralidade o máxximo possível e o outro quer faturar o máximo possível então tem um conflito de interesse ali que a gente não pode desprezar né Por que que eu vou se eu sou da rede de prestadores a sou conveniado do da operadora X para que que eu vou fornecer o meu dado pra rede B que também é conveniada da prestadora x se eu poderia não ter a informação dele e não ter a minha e eu gerar outros produtos aqui aumentar o meu ticket médio tem tem um pouco disso também né então tem um conflito de interesse né e e é por isso que eu acho que a mão do regulador precisa chegar para falar gente vamos vamos parar com com com isso daqui senão daqui a pouco ninguém ninguém fatura mais nada o modelo fica insustentável né Eu acho que passa um aspecto que ele disse também que acho que faz muito sentido que passa por educação educação em saúde né educação para pacientes educação pro sistema como um todo porque assim se o paciente né é um heav user e porque ele tem uma doença obviamente crônica ou né uma doença de difícil tratamento a gente é até o próprio operador enxerga de um de um jeito mas se ele é um mau usuário né se ele utiliza por exemplo sala de emergência pronto de Socorro diariamente para ganhar testado por exemplo isso a gente sabe que na prática existe eh ele é um mau usuário desse aspecto então assim educar o paciente em da relação dele com a operadora do custo do né do sistema como um todo que ele tá inflacionando se a gente pensar esse papel até Passa muito também pela própria pensando que a maioria das das relações que a gente tem de cooperadora é pessoa jurídica né passa pelo aumento da semestralidade da empresa dele né então se eu consigo demonstrar que é o RH time de gente da empresa consiga conscientizar e não punir né esse mau usuário mas conscientizar a empresa como um todo que se eles souberem usar melhor se eles puderem eles vão com isso diminuir a sinistralidade que não vai mudar de o plano A pro plano b No outro ano porque ninguém consegue pagar essa conta o problema é que passa por educação né E aí a gente sente que a educação do paciente nesse aspecto é muito ruim ele Ah eu vou olhando o lado do médico Ah pode pedir Doutor convo vai pagar não é isso né eu vou fazer a minha culpa também se a gente olhar pros aspectos dos médicos né muitas vezes também o o uso meio indiscriminado dos exames complementares né isso a gente sabe que na prática existe né pede muito exame que já foi pedido pede muito exame que não faz sentido né algumas especialidades pedem exames que a gente sabe que não muda a prática Clínica ou não muda o prognóstico de pacientes ou dosagem de vitaminas coisas que não vão que a gente sabe que não tem deficiência e que Daí muitas vezes o paciente vai fazendo o exame ele acha lindo coler sete tubos de sangue e que na prática não muda nada na histórico da da doença dele ou da vida da qualidade de vida de saúde dele então eu acho que também passa por muito disso o médico eu sinto que ele não sabe essa conta da operadora de saúde quando ele não tá envolvido quando ele não trabalha no Hospital quando ele não trabalha numa verticalizada que aperta ele quando ele tá lá na ponta no consultório dele que ele literalmente vai pedir só o exame ele não ele não vê não tem essa essa sensação de quem tá pagando a conta ali faz a diferença Então acho que também passa por educação médica nesse aspecto né nesses médicos que cada vez a gente tá mais jovens no mercado eles têm que ter essa conscientização também aprender que o bom uso né da da operadora vai beneficiar o paciente vai aparecer o sistema velho beneficiar ele também porque os pacientes vão poder voltar com ele né então também tem essa meia culpa dos médicos né que também fazem mau uso muito pela mesma relação que eles têm com a operadora de saúde como se fosse um paciente eu acho eu tenho eu tenho muito dessa premissa e quando você educa mas não sercia o médico também ah o senhor não vai pedir esse exame não pode ele tem precisar de 20 relatórios Ah esse convênio é muito difícil né Não não vou pedir não é porque tem que dar informação tem que ter subsídio tem que demonstrar que tem evidência na literatura tem que mostrar que tá no guideline que aquilo vai mudar a história do paciente você pedir aquele exame A ou B que muitas vezes o custo não é tão tão oneroso mas se não faz sentido para aquele paciente se não faz sentido para aquela doença tá pedindo porque tá pedindo um monte né Então aí é ruim também sabe eu vou colocar só um pontoon desculpa eu trabalhei em algumas empresas né na minha vida e apenas uma empresa eu achei muito legal que ela dava essa transparência pros funcionários assim uma vez por mês eles mandavam um e-mail e falavam assim gente a nossa sinistralidade está em x se a gente não chegar em x eh nós vamos precisar diminuir o nível do convênio e era muito legal assim de mês a mês você acompanhando ó nós conseguimos diminuir dois pontos percentuais eu achei Fantástico assim porque mas isso foi uma única empresa que passou essa transparência ass legal né Porque isso é uma forma de é e eles colocavam ó evite eh eh fazer exames que você fez recentemente não faça fraude de reembolso em parcelamento de consulta com reembolso eu achei Fantástico assim era uma educação era uma transparência muito boa pros pros colaboradores eles tem que ser agentes da mudança né porque são os usuários e também tem que ser Agent da mudança no fundo o cliente é empresa né E ela precisa educar os seus os seus cuidados ali né a sua carteira digamos assim curiosamente eu trabalhei numa seguradora numa operadora que não fazia isso que não dava essa transparência eu conheço que também não fazia isso talvez Será que mesma cor talvez eu acho po pois é e e isso é muito curioso né porque e essa visão Da da da operação da Saúde da carteira ela é essencial né O que a gente comentou sobre ter eh por exemplo carteiras e empresas estavam sendo eh tendo plano excluído do unilateralmente é essa questão de sinistralidade né e e é justamente aquela carteira que não é protegida pela pela pela NS no plano individual etc que não tem Todas aquelas aquelas garantias né quero falar com você agora quem ainda não conhece a Clever Clever é uma empresa que já tem mais de 3 milhões de usuários em 30 países com 30 idiomas diferentes que tem trazido soluç em blockchain criptomoedas e ativos digitais o objetivo da Clever é te dar liberdade financeira para operar nesse mercado de cripto então se você acredita nisso se você acredita nessa Liberdade você já Pensa como a Clever vai conhecer os caras é Clever estão contratando também pessoal para trabalhar com cripto com blockchain então se você tem interesse se você tem conhecimento nessa área procura Clever se você gosta de criptomoedas se você opera no mercado você precisa conhecer a Clever precisa conhecer as soluções da Clever então o endereço tá aqui embaixo no vídeo para quem não tá no YouTube é Clever Paio Vai lá vai conhecer que realmente é um mercado sensacional mas eu voltando um pouco pro técnico porque aqui somos todos com alguma viés de saúde a gente acaba eh falando bastante de negócio e o objetivo do podcast também é esse né Eh Doutor você comentou sobre as iniciativas que o governo tem a respeito disso né e eu lembro que no covid a gente teve uma uma rede de troca de informações eh Praticamente em tempo real né de de de saúde que era já baseada em hl7 Fire não era sim que era o rnds é é isso a rede nacional de dados de saúde que já transmitia essas informações justamente pela eficiência do protocolo para conseguir consolidar esses números eh e na velocidade de quem precis de uma pandemia né você acha que a gente tá muito longe de ter isso aumentando esse escopo eu acho que assim eh o que a gente o governo no Ministério da Saúde tem linhas de cuidado específicas para algumas doenças né então eu acho que o foco até da da da atual Secretaria de Saúde digital é um pouco nessas linhas de cuidado porque a gente tem um end to end aí desde da distribuição de medicamento de acesso aos exames tudo que é que é na linha de cuidado tá totalmente protocolizada né então quando eu tenho um protocolo específico eu consigo regular essa jornada da doença jornada do paciente ali dentro então a gente sente isso que para esses que a gente tem a linha do cuidado e muitas vezes essa linha do Cuidado passa para esse paciente ser atendido no SUS né e obviamente a maioria da população brasileira Passa ainda no SUS é muito mais fácil o problema eu acho que ainda é a descentralização da informação e aí passa até pela secretaria de saúde né Municipal Estadual eh e e quando a informação para chegar no Ministério da Saúde ainda também não tá agregada a evolução que eles estão nesse primeiro momento além de ouvir os stakeholders de operadoras né de ouvir as a Indústria Farmacêutica a a própria Drogaria a própria UBS né então é tentar integrar essa linha de cuidado é a primeira ação que eles estão tomando hoje então é super importante porque a gente tem uma linha de cuidado diabete que é a doença uma doença super prevalente no Brasil e no mundo então não dá se eu consigo cuidar desse paciente para evitar as complicações as internações todas as a evolução da doença ali eu vou conseguir ser efetivo integrando o dado eh O problema é que essa jornada não é tão né tên né tão Clara ela passa ainda muito por vieses então eu sinto que a iniciativa da atual gestão é muito de integrar os dados esse ano tem um objetivo de integrar da linha de cuidado eu não acredito que Aposta que é 2028 que tá Nacional deidade de saúde vai acontecer né porque é muito a complexidade associada é muito grande mas se a gente seguir pelo menos o caminho né e e a partidário né Não importa a mudança da do próximo governo mas continuar nessa mesma linha a gente vai evoluir as comparações que a gente vê com os outros cases de mercado e a gente pode o case mais assim emblemático vocês tiverem outros também para compartilhar que é Estônia né como lógico tá todo mundo fala da Estônia é incrível é incrível é um país que menor que São Paulo né É É tipo o bairro aqui D lá é mas é totalmente integrado né então assim é o case de sucesso porque a hisonia consegue eh integrar os dados de saúde e uma Inter probabilidade um Open Health real né e e a informação se unificada mas com a limitação não Só Saúde mas todos os serviços públicos todos os serviços é absurdo funciona super bem né então o paciente que passa no sul no hospital e mora no norte do país Ele tem mesma gestão mesmo cuidado mesmo Santuário parece Óbvio mas é o que a gente não enfrenta lógico geograficamente o Brasil tem um maior desafio Continental que que um país desse Mas eu sinto que é esse objetivo tem iniciativas muito fortes na Secretaria de Saúde de São Paulo né porque é um estado né do Governo e da prefeitura então é um estado que consegue bancar essa essa integralidade dos dados mas tem cas do Piauí por exemplo que é um estado que super evoluiu nessa integração dos dados com desafio também geográfico porque tem muitas cidades no no interior do Piauí que não tem nem internet né mas que eles estão evoluindo para isso então acho que também vão ter ações governamentais federais mas vão ter ações dos Estados também evoluindo para isso agora vocês acham que eh pensando no no no privado né as empresas estão se se estruturando para isso porque eu tenho uma impressão que quando ca pro lado privado Ainda tem muito muito desafio ainda essa questão da Integração muito sistema legado que e sistema sei lá de 15 20 anos e que não não tem um api por exemplo a Putz só que eu tenho dado sensível que tá rodando lá Preciso pegar esse dado para tá preparado para essa eu sei Open Health né vocês acham que como é que vocês V do lado privado olha assim eu acho bem complexo assim eu trabalhei na é que que veio né o tis e e foi bem complexo porque você pega operadoras aí com muitos sistemas ligados Eu lembro que a operadora na época que eu trabalhava ela tinha aproximadamente 90 sistemas então é extremamente complexo para você falar não agora vamos vamos vamos fazer aqui tudo que a gente precisa fazer porque você tá falando de milhões e e são milhões quando a empresa ainda ela tem um capital aberto isso fica mais complexo porque é um regulatório você não tem um retorno em cima disso é só o dinheiro que ele vai para um dezenas de pessoas trabalhando Full Time por anos então é um é um dinheiro muito alto ali para pequenas empresas Ou startups é mais fácil mas para empresas que TM sistemas legados é muito complexo e pras prefeit Eu também imagino porque por exemplo nós estamos eh avaliando ali algumas prefeituras São Paulo por exemplo Doutor tem 32 sistemas no sistema de saúde Então como que você faz e cada um eh tem um um tipo de licitação cada um tem um tipo de contrato que às vezes não Tá previsto Como que você vai fala não você precisa se adequar ao hl7 você precisa se adequar a é é bem complexo assim é Um Desafio colocar uma pimenta para passar pro doutor eh a gente tem muito legado na área de saúde Isso é fato né quando a gente fala de sistemas de saúde por exemplo na área hospitalar a gente tem poucos players aí tem tazi MV é enfim tem tem muito poucos ali que tem uma dominância disso e do lado da das operadoras a gente tem muitos sistemas proprietários legados também né e isso é um desafio indiscutível mas eu acho que voltando ao exemplo do Open finance ninguém tem mais legado do que o setor bancário isso tá rodando né Eu acho que é um pouco questão de você começar a olhar para tradeoff e oportunidade né então se via muito pouco oportunidade no open finance porque por que que eu vou dar meu dado do meu cliente pro outro banco né não quero não tinha não não não existia esse mindset quando o operador veio galera começou a falar pera aí vamos ver se a gente consegue tirar alguma coisa de bom disso daqui já que eu tenho que fazer né Eh e ainda assim para complementar eu acho que a gente vê muitas iniciativas sim de troca de informações de dados dentro das verticalizadas é isso que eu V falar então a gente não é não é por falta de de iniciativa a gente tem cases aqui não vou citar o nome mas de empresas que cara você você consegue ter uma troca entre inclusive grupos que são bom quem conhece vai entender cooperativados que troca informações e consegue ter uma eficiência operacional muito grande então quando você vê um benefício palpável você consegue investimento né Eu acho que falta um pouco de boa vontade olhando pro mercado olhando pro ecossistema mas doutor por favor você tem muito mais propriedade não mas eu acho que você trouxe o aspecto para mim quem vai ser o alavancador vai ser a verticalizada né porque assim é o custo do ri digital né então eles vão investir internamente para diminuir o custo deles ali né então eu sinto que as verticalizadas e a gente pega né maior operadora de saúde é verticalizada né que tem no Brasil tem quase 20 milhões de vidas né então assim se eles têm essa essa capacidade com a distância geográfica gigante e e eles fizeram agora um um prontuário eletrônico único que foi lançado em junho com o objetivo de unificar esses dados é para reduzir custo para reduzir melhorar eficiência operacional é para para protocolizar muito né porque um Desafios que todas verticalizadas tem é tentar criar modelos de Protocolos de atendimento que sejam iguais que as negociações na lá na ponta de comprar um remédio para Dorma de pirona para eles é muito muito mais eficaz do que se eles FIC cada uma cuidando do seu próprio lado então eu sinto que a verticalizada vai alavancar né somente essas que se aglomeraram então tem mais desafio porque tem muito prot delegado nas que já nasceram né de uma de uma de uma origem verticalizada tá mais fácil ainda tem desafio mas eu sinto que é ela que vai moldar esse mercado Principalmente quando a gente olha pras operadoras porque a hora que cada vez mais mostrar a eficiência operacional que existe nisso você falou dos prontuários eletrônicos Associados E aí também eu eu sinto que é uma dor né porque se a gente pega um gigante que nem o tazi que tem maior sh de mercado Ele tem muito dado daquela daquele Hospital daquela rede hospitalar por exemplo e que também precisa se moldar para unificar esse dado né hoje a gente vê uma tendência da Philips né da tasi e eles tem uma perspectiva de Abril o ano que vem para espaço para pi né para ter espaço lá dentro para plugar que é um problema que é gigante super assim eu eu sinto eu até brinco né que o tasi foi feito por não médicos né então assim pro médico tá ali na ponta sim é horrível do ponto de vista de interface né mas aquela agulha não vai passar o valor vai tá ticado né então ao mesmo tempo já que ela é tão eficiente desse ponto de vista operacional integrar os dados numa rede hospitalar E aí ele pode ser o fornecedor dessa informação porque o hospital não vai querer né porque a a e eles não têm o controle dos dados e quem tem o controle direta ou indiretamente é o pror eletrônico ali que tá plugado a MV o tazi os outros do mercado vão ter que eles vão ser o fornecedores do dados Então acho que se a gente conseguir que a verticalizada Entre Nessa esfera e consiga compartilhar o seu dado principalmente demonstrando os prontuários eletrônicos que estão bados dentro dos hospitais consigo se estruturar para poder captar esse dado também para fornecer o dado a gente vai começar a evoluir de um molde de cima para baixo né porque eu sinto essa voltando do que a gente discutiu o paciente ainda tem que ser educado para fornecer o dado o médico tem que sentir confiante para poder fornecer esse dado essa relação operadora paciente operadora médica esse triângulo muitas vezes ele sente tem um característica de meio de ofensor mas o hospital tá lá [ __ ] você tá internando tá dando informação Você tá no na na passou na rede verticalizada no no ambulatório na sala de emergência foi internado não foi fez exame na rede verticalizada a informação tá lá né então acho que é uma tendência maior se E aí vocês podem me dizer melhor né que a gente viê essa tendência de verticalização né no Brasil novamente porque o custo tá da inflação médica tá muito alto então se a gente continuar sentindo essa maré de verticalizar cada vez mais de ter mais eh controle do ponto de vista das ações inclusive dos médicos dos Profissionais de Saúde no modo de vista de de protocolizar com benefício único de melhorar saúde do paciente de melhorar né não do ponto de vista só de custo mas do ponto de vista de de fazer as as escolhas mais assertivas baseada em guidelines de diretrizes internacionais a gente vai beneficiar todo o sistema né então acho que para mim a maré de quem tá vai levar verticalizada agora eu também acho é e talvez isso então se de fato essa eh essa previsão né pelo menos é uma é o que você tá enxergando eh se isso acontecer de fato isso pode de fazer um efeito que as outras também cara olha olha quanto a a verticalizada x tá tendo de resultado tá a operação tá mais eficiente e isso pode empurrar o mercado de fato para para ir para essa parte de cara vamos começar trocar informação porque vai ser um ganha ganha para todo mundo n sim tem tem um ponto que eu acho que E aí até entrando um step Down dentro do de como essa operação de de dados em saúde né é que eu vejo que o a maturidade de dados do mercado ainda é muito baixa e por que que eu tô falando isso você falou do tazi doutor e eu percebo que por exemplo essas soluções tanto tasia MV outros que a gente vê no mercado menores eles têm muito pouca aderência aos grandes dicionários de dados que nós temos hoje por exemplo snomed tus a gente precisa por regulatório então eh é um pouco mais comum né mas a gente tem uma padronização de dados muito precária ainda e eu por exemplo eu não tenho uma pay padrão no no no tasi que eu consiga por exemplo transacionais no médi com ele ou com ou com Fire E e ter um um dicionário padrão de dados pro pro pro mercado até para uma própria verticalizada eu poderia por exemplo instanciar hoje lá num hospital novo um domínio de dados com os códigos que eu invi da minha cabeça hoje né e e e isso para quem faz a gestão desse dado hoje para trabalhar Essa gestão de um dat Lake por exemplo saber qual é o meu mdm qual que é o meu data Master etc hoje ainda é muito difícil em saúde né Eh eu acho que se a gente não tivesse código tus a gente por isso que eu falo volto falar do do do do da do da entidade gestora né se a gente não tivesse código a gente teria muita dificuldade de comparar por exemplo banana com laranja para procedimento etc né E a gente tem protocolos e dicionários padrão para link por exemplo snowed etc que poderiam ser mais aderentes a essas soluções e E aí eu até eximo um pouco as soluções porque se elas não estão ainda nesse nível de maturidade porque não tem demanda né a Philips é uma gigante o tasia é um gigante um produto enorme e Por que que ele ainda não tem essa demanda porque provavelmente demanda é por outras ações dentro de features dentro do software e não pra administração de dados ou governância de dados etc é que até muitas vezes o próprio pagador né que é o hospital muitas vees não tem interesse ou não tem na procura tudo mas daí Aí eu vou voltar a pergunta para você já que a gente existe né ter essa padronização tudo aí teria o papel do do governo né ou da mão regulatória da Agência Nacional de suplementar por exemplo para poder demonstrar que todo mundo vai ter que se adaptar a gente vai ter um tempo de adaptação um ano 2 10 não sei para ter um padrão único né sim é hoje a gente tem o nosso tius né Eu já ouvi algumas conversas e não sei se deveria estar falando isso online aqui mas dentro da própria NS de tentar levar o tistu PR para dentro do fire né para poder padronizar e que ele seria mais um dicionário só que a seria um dicionário dentro do protocolo né Assim como eu posso trabalhar com lo noed dentro do fire eu poderia ter o tist tus lá dentro né porque hoje querendo ou não toda operadora todo Hospital precisa falar tis porque precisa reportar para NS Sim né e é o que você falou né João Rodrigo o a gente já passou por projetos aí de tis que teve que acontecer né Independente de legado etc né então esse movimento ele ele quando ele é impulsionado pela agência reguladora ele acontece né e eu acho que o o por que que eu tô puxando esse ponto porque eu acho que não é só o movimento de compartilhar informação mas padronizar a informação é tão importante quanto né porque senão cara não adianta você ah eu fiz um um exame nele que chama x y z chave primária 1 2 3 PR mim isso é nada né então a gente precisa ter um um mdm Nacional digamos assim talvez de de informação de D até até o tus né assim se você for pensar você vai você pode passar com o doutor e ele te passar um exame você vai num num outro cardiologista ele vai colocar com um nome ainda diferente ele não coloca o código tus E aí você vai fazer esse exame no no dasa é um é um parto pra pessoa achar você não tem a certeza ali se ainda é aquele então ele tem o código tus mas hoje eu vejo que ele é muito usado para um para uma cobrança para PR para NS pro regulatório porque na prática ali no dia a dia eh você tem soluções como a memé ela já a hora que você coloca o exame ela já vem ela já carimba ali contus mas se o médico que ele tá ali ó na receita ali ó escrevendo e carimbando assinando ele não não colou cara quantas vezes já não fui com a minha listinha lá de exame de sangue o cara olha assim aí o cara tem que ficar no no no drop Down ali tipo será que é esse aí chama chama o atendente do lado né esse aqui é esse aqui é não acho que é esse aqui é porque tu é o depar manual né cara manual manual manual Lou não é eu Ten o exemplo prático né até brinco com os pacientes o exemplo vai da minha área da cardiologia né você pega o ecocardiograma com dopler e só só tem colorido né desde 198 80 então assim se você não eser ver colorido ele não aceita mas só tem colorido Mas é você não eser ver colorido não pode mas é verdade né ele tá certo porque uma codificação tem um código de tuso de colorido né mas é que não existe o não colorido né então é é só esse E aí aí que é uma provocação que é o que a gente tava até conversando no bastidor aqui para também diminuir essa fricção de padronizar dos dados para também diminuir esse esse préconceito de né de padronizando os dados eu acho que é minha percepção que é aí que entra a inteligência artificial né porque eu vou facilitar esse caminho né eu vou quero padronizar o dado quero padronizar o protocolo eu quero unificar mas ainda se for muito arduo o caminho como né para padronizar esse dado ninguém vai fazer operador quanto tempo de episódios temos eh 38 acho que a gente bateu o recorde de tempo que a gente conseguiu conversar sem falar de inteligência artificial tá vendo mas o doutor rompeu rec 38 acho que acho que e quem rompeu foi o médico Olha só eu eu eu quero falar de a porque vai abrir um outro um outro mar aqui pra gente falar de de dados e e saúde mas eh você não acha que também é um pouco cultural Doutor porque Sid todo mundo USA Total concordo quando o cara dá um atestado ele dá um atestado com o sid sim por que que ele não pede Exame com tus também é que s a gente até decora né De tanto usar já sabe até isso aqui é de de ideas é de hipertensão já sei o tus é um número complexo é não sei o que lá e aí o atendente que você vire para achar e tem por isso que entra né essas ferramentas de presão digital né presão eletrônica quando já vem embedado junto o código tus ali P uma super que assim a mesma premissa que eu falei né não é não é que o médico não se importa mas ele assim essa é uma função do convênio né ah eu pedi aqui ó vira né o convênio vai se virar Não se preocupa não ele vai achar o TZ lá né é isso também tem isso ele vai precisar receber então ele vai achar o TZ Que ele vai colocar e assim o sid né o sid Já tá nos livros ali é um código internacional há muito tempo né o TZ é é que o o o tist tuus é uma Jabu de Caba né só só existe no Brasil é esse que é o problema por isso que eu falo tanto do lo que do Snow medic são padrões mais internacionais né e e enfim Aí cabe ao regulador talvez ter uma uma equivalência para isso porque existem outras formas de e e assim o tô só voltando né naquela sua pergunta né de Ah o tasi se ele implementar uma forma de ter interoperabilidade mais fácil ele ele pode implementar mas a hora que ele for eh eu vou compartilhar esses dados com quem aí vamos supor a rede dor vai compartilhar com fleu vamos supor um caso aqui aí tem que ter aprovação do paciente isent o negócio chamado rgpd isso E aí como vai ser esse fluxo eu acho que aí é onde tá assim o maior gargalo e a maior dificuldade em fazer essas definições assim de eh assim vai eu não imagino não sei uma pessoa idosa hoje falando olha você tem que aprovar aqui porque lgpd tem provar que não mas o que que que que é isso mas eu acho que o fluxo o eu concordo com a sua pergunta mas que o fluxo ele tá invertido e aí veem naquele ponto que a gente falou sobre o ownership do dado não é a rededor compartilhar com a com o dasa porque nenhum dos dois tem ownership para fazer isso eu acho que isso tem partir do usuário entendeu então ele tem que saber que tipo Olha você compartilha existe um exame seu semelhante entendeu deveria ser um estímulo do tipo ó eu vou fazer um o vou receber uma prescrição existe um exame seu semelhante dentro daquele trecho de de de de de validade do exame que acho que existe isso né Doutor clinicamente Claro e que você não precisaria fazer esse exame Você topa compartilhar com com esse outro prestador sim ou não mas eu acho que assim hoje em dia é muito e vai ser muito difícil você colocar essa barreira porque você vamos supor Ah eu autorizo que voltando na rededor rededor leia os dados que eu tenho lá no fleor mas espa aí até que dado ela pode ler porque ali vão ter dados sensíveis que talvez não seja interessante tem que ter uma granularidade al e principalmente quando você começa a colocar ah não mas você tá passando aqui na red door é mas esa aí a Red door também ela tem uma operadora ela então os dados assim as empresas começaram a fazer algumas fusões que tornam isso acho que um bem complexo assim eu não sei se eles têm medo de perder o Lead sabe tipo assim ele passou na red door ele vai poder fazer o exame no Flori o Flori pera aí não mas você vai vai fazer o exame na rededor vou perder ele né mas é o que acontecia com o banco mesma coisa entendeu é o que acontecia com o banco não vai fazer título de capitalização aqui não vai Pita o não entendeu era era a mesma coisa é uma visão mais primária de de manter o o cliente no teu cercadinho ali sabe então acho que eu acho que muito do lado do prestador ainda tem isso tipo ah não esse cara vem sempre aqui no meu Hospital ele confia Ele é bem atendido o prontuário dele tá aqui não tem porque o prontuário dele sair daqui S né Tem um pouquinho disso ali né só que cara até quando isso é sustentável nim eu acho que tem uma camada né eu tenho amigos que falam Não eu só faço todos os meus exames no no Einstein ou no FL porque porque tá tudo lá uhum com cer Por uma questão de comodidade a pessoa faz tudo lá porque lá tem todo o histórico Mas quando você vai isso não é não é a realidade né é um assim aliás É deve ser o contrário deve ser a minoria né minoria min exatamente que consegue né que é operadora qu bancar eu tenho 10 anos de florir Mas você já mudou de emprego tudo você vai ter direito ao florir ainda né isso você vai perder aquilo ali e o dado deveria ser teu você deveria est numa carteira da blockchain sua ó eu já vi longe aqui ó Mas é eu concordo e quem eu brinco quem d vai dar o fzin lá é o paciente né você pode ver você não pode ver isso mas será que também o o sei lá o Ministério da Saúde não poderia ser esse Hub e ele fazer esse intermédio com entre o paciente e as operadoras os hospitais talvez não poderia ser um caminho talvez talvez eu eu gosto mais do modelo descentralizado poro que eu acho que blockchain se encaixa muito bem nesse sabe de ser descentralizado e você não ter uma entidade ali controladora né diferente de por exemplo o próprio Open Banking que é p to pir né também não tem um um centralizador que também funcionaria um p to pir no no caso de saúde também não seria um problema né a gente ponderando o paciente na relação né s mas eu também não acho não acharia ruim por exemplo se a gente tivesse um rnds como concentrador de dados da Saúde suplementar que pudesse ser compartilhada com o SUS né então também não eu acho que tem muitas formas mas assim se você for pensar né todos os dados que a NS né que eu e agência reguladora já recebe ela já conseguiria fazer parte disso porque no tis você você é obrigado a informar todos os seus exames eh materiais medicamentos tudo que foi usado consultas Ela já tem boa parte dessas informações Eh vamos supor pro caso de economia de Ah faz um hemograma completo não pera aí você fez aqui há um mês atrás eh se ela já recebeu essa conta tem ainda lógico tem o período ali de três meses que a pessoa pode enviar a conta mas ela já teria uma informação de pelo menos falar ó a pessoa já fez eh Sei lá Nem que fosse só para consultar um já tem aí tem alguma coisa tem esse exame válido aí vigente né teria essa informação sim é é um ponto interessante Então acho que o rnds é uma coisa que eu vejo com muito com muito bons os pro Futuro assim também acho é que é que eu assim eh como me parece que tem uma a barreira na indústria da Saúde parece ser maior do que na na indústria de Finanças então não sei se nesse sentido Talvez o governo entrasse sei lá NS para falar galera vamos ter que vamos sentar aqui vamos ter que compartilhar informação vamos é que o o o problema disso E aí o Wellington vai até ter mais muito mais propriedade aí assim ela trazer para si uma responsabilidade que aí você não pode seu sistema tem que tá eh 24 por7 ali o sla Tem Que Ser gig Você tá trazendo uma responsabilidade e muito grande porque imagina o volume de de de dados sim mas mas acho que até até o o o ministério também acho que poderia se beneficiar de novo com essa questão do exames medicamento que muita coisa que o próprio SUS paga né É então eu não sei se por outro lado também quando a gente cruza cruzados data SUS né que é o banco de que a gente tem de informação Lógico ele tem um certo delay tem algumas algumas nuances Mas ele tem muita informação ali né ele não tem Insight né ele não tira muita informação daali mas ele tem as informações obviamente quem tá usando no sistema público ele não consegue cruzar com o particular mas quantos E aí existe um overlap do paciente que é um consumidor de de de operadora de saúde mas que bate o carro ali ele vai para um sistema público né ele vai pelo Samu vai para Hospital Público ninguém sabe que essa pessoa é a mesma pessoa né e o sistema não se não roda e muito do que tendo uma outra visão do que a gente tá conversando que também tem muita gente do outro lado que também tem interesse desse dado de saúde que o paciente ou não pode permitir que eu fico pensando também a gente a operadora quer teu dado tudo mas a sei lá uma Raia Drogazil quer saber se você tem diabete e vai comprar o remédio cronicamente ali deve ser por isso que eles pedem CPF toda vez que eu vou comprar uma Valda entendeu verdade é então assim se você consegue vincular esse dado e você fala eu vou dar paraa Raia Drogaria porque ela vai me dar desconto e não vou dar paraa Drogaria São Paulo porque ela não vai me dar desconto eu vou conseguir ponderar o paciente se eu falar para uma Indústria Farmacêutica se eu falar então assim também o todo mundo que tá nesse cenário do ecossistema da Saúde Nacional ele vai poder ter também ter outro outro contraponto né então lógico com uma visão de regulamentar numa visão de ter acesso ao dado Mas também eu acho que essa visão de quem também é o stakeholder do ecossistema que pode se beneficiar do dado da saúde que o paciente vai poder fornecer pode fazer diferença né então também enxergo que a vantagem do opf a vantagem da de interoperar o dado também pode ser benéfico pro paciente né para nessa ponta vai economizar o sistema vai melhorar a inflação médica mas ele vai poder ter benefício né É lógico que a gente também tem que regulamentar para também não não virar uma estor né do dado né do paciente não virar um escambo é b você que tá vendo esse podcast da tá vendo um monte de problema aqui que a gente tá colocando né e Quer uma ajuda aí na sua empresa faz o seguinte entra no site aqui da vmbs que a gente pode te ajudar vem be.io nós somos uma empresa relacionada à arquitetura de soluções a modernizações de aplicações também atuamos na frente devops para ajudar vocês a serem extremamente ágeis então dá uma olhada no nosso site que vai est aqui embaixo vb. i e lá você vai poder ver um pouquinho da nossa história dos nossos profissionais e aproveitar se você for um profissional da área de tecnologia que tá Aim de trabalhar numa empresa legal monte de colega gente boa e tecnologia te ponta manda o e-mail para people care @mario agora quero meu show a gente falou bastante sobre interesse comerciais etc sobre trazer o dado para dentro do entidades né e e principalmente centralizar o dado no usuário no paciente no caso né e agora eu quero abrir o que o doutor queimou alargada os 38 minutos de Episódio O que que gente poderia Abrir de novos horizontes de novas possibilidades caso aem estivesse no mundo perfeito com todos os usuários com seu dado Centralizado dentro da sua da sua carteira ali o que que a gente poderia junto com com advento aí de da i generativa da própria machine learning trazer de benefício pro próprio usuário Ah eu vejo n possibilidades né porque assim a hora que eu plugo llm ali eu começo a melhorar primeiro uma relação que ele pode ter com a doença dele de educação né então assim a operadora o dono né o dado a hora que ele imputa aquelas informações e eu consigo educar aquele paciente para fazer atividade física eu consigo educar aquele paciente para conversar com o bote por exemplo né uma coisa mais uma característica mais humanizada vamos dizer assim ele vai poder imputar informações de saúde ali que ele já tá dando no aerb dele por exemplo que ele já tá dando no seu dia a dia na balança na atividade física tudo então assim eu começo a fazer primeiro uma medicina muito mais preventiva então eu vou poder ter é muito mais barata que é muito mais barata muito mais eficaz e eu consigo muito mais melhorar a qualidade de vida a longevidade tudo né que a gente tá vendo de tendência então eu consigo fazer uma medicina muito mais preventiva que eu tenho dado de saúde uso uma ferramenta no caso a genen para poder compartilhar e conversar com aquele usuário na outra ponta eu entendo que Vai facilitar a vida de quem que tá tentando cuidar dele né o médico a operadora todo mundo que tá ali porque ele vai dar informações corretas vai poder levar aquele paciente para ser assertivo então eu brinco vez ele perguntar pro Dr Google ele vai perguntar PR pro Dr chat CPT né E aí ele vai poder não é todo mundo que vai morrer vai morrer ou vai ter câncer que nem o Dr Google então ele vai dar informações mais assertivas ele vai poder levar ele Ó o senhor tem que procurar um socorro então assim tem vários cenários que a gente vai poder utilizar e plugar para facilitar a vida do paciente usuário final Mas a partir do momento que eu também utilizo algoritmos corretos que eu consigo facilitar a vida do médico ali na ponta para atendimento por exemplo médico para atendimento estado de emergência e a gente cada vez mais tem evidência na literatura para conforme a gente consegue ser mais assertivo né e isso é conhecido cada vez toda semana sai uma publicação da do chat pnm por exemplo Eh Ou novo ou até Men Gemini qualquer uma solução de llm que faz provas médicas né de especialidade de de certificação americana principalmente são os padrões que passa melhor que os médicos tal então assim demonstra que ele tem uma quantidade de informações uma atividade a gente pode discutir sobre Alucinação é outro cenário mas assim dá para utilizar essas ferramentas para facilitar a vida do médico né para facilitar a vida do médico ali no seu dia a dia para aquele paciente por exemplo que passa no pronto socorro com uma dor torácica e que faz uma elétrica é supostamente normal e que infarta daqui 2 horas mas que se eu tivesse um algoritmo né E existe já né e gente a gente consegue ler uma ler um eletrocardiograma convencional que é super barato e que é feito em menos de 10 minutos para um paciente esse paciente não vai ter ser dispensado porque tem um alto valor preditivo positivo por exemplo de dizer que aquilo pode ser um infarto e também um alto valor preditivo negativo para dizer que não é um infarto pode mandar esse cara embora fora o contexto histórico que você já tem né porque você tá com dado dele né então acho que assim esse é só um exemplo mais simplista mas é quando a gente pluga a inteligência artificial nos dados de saúde por isso que assim a gente vê o crescimento Grande de inteligence artificial pra saúde né porque tem muito dado tem muita informação Tem muita área som de sombra aí no caminho e que ela pode facilitar tem muita necessidade de educação dos dois lados eh n possibilidades que a gente pode utilizar por isso que eu vejo que muita evidência na literatura hoje a gente tem revistas médicas tradicionais que já viraram revistas médicas de Inteligência Artificial o exemplo maior é New England que é uma revista americana a principal do mundo se tem um New English en agora né Por só tem evidência de de exigência espcial em saúde né é assim eu acho os médicos eles acabam sendo resistentes né porque parte dos médicos entende que aquilo é uma ameaça Como como o doutor falou Dr Google e também tem que tomar muito cuidado né porque assim de deixar uma ferramenta dessa na mão diretamente do paciente porque a ela é extremamente importante né E isso ninguém vai substituir o médico Com certeza porque o médico quando ele ele faz uma pergunta dependendo da resposta ele vai ali trilhando e e se você deixar na mão do paciente ele pode induzir a a ai para para um erro né E se você tem um falso negativo Você pode ter um problema fatal né então eu acho que é interessante sim né D poder ali colocar pros pacientes Mas ele também vai vai vai precisar ser munido ali de dados né E aí então se a ia souber os exames que daquele paciente se ela tiver acesso a exames que ele já tem ela pode considerar isso num possível diagnóstico né é eu acho que esse é o grande ponto né porque hoje você pode fazer um autodiagnóstico o chat apetece isso só que se você falar ah eu tô com uma dor de cabeça e isso de repente ela não tem a informação que você é um pert que vocêo eu acho que o grande ponto é a gente pegar o que a gente conversou no começo do podcast de agregar as informações de histórico né de ter o prontuário de fato eh Person personalizado ali para aquele paciente e ter uma ia que tenha o olhar que o médico teria Tipo pô deixa eu ver seesse prontuário desca ela vai fazer as perguntas que o médico Faria sim né né e ou que faria junto com o médico como uma ferramenta acessória né Doutor no modelo CoPilot né então esse modelo de copiloto ele funciona muito bem né porque assim Passa muito do que você falou né muitos médicos e agora a gente vê uma tendência nessa geração mais nova né Nativa digital que já sa incorporado com isso ela na verdade não vai substituir o médico né Tem esse papel de copiloto de utilizar ele pro dia a dia para diagnósticos mais assertivos para possibilidade de terapêuticas mais modernas baseada em guideline baseada em diretrizes mais novas em evidência científica então Lógico que eu tenho que aumentar o alimentar o algoritmo eu tenho que treinar ele para poder ser mais e a gente vê essa evolução muito rápida né o cas que eu gosto muito é de medicina é o médi Gemini né porque ele é treinado 100% de Medicina né então assim ele é muito assertivo a gente ainda tá pilotando Mas ele tem essa característica multichannel né eu posso utilizar um raio x e e um eletrocardiograma e dados do paciente com dados clínicos e fazer uma hip diagnóstica não fica só na na sugestão Então é isso é dado né é informação dado com característica Pixel né dado em característica né que eu tô descrevendo ali então acho que isso é importante passar essa barreira também e essa nova geração Vai ter muito esse papel né então acho que é um caminho sem volta de a inteligência artificial dos dados de saúde interna incorporados no dia a dia do Médico diferente dos médicos da minha geração do das geraç anteriores porque se a gente olhar o dado do Brasil a gente olhar a demografia médica queele né que o Conselho Federal de Medicina liberou a gente vai ter 1 milhão de médicos em 2035 desses 1 milhão de médicos 85% vão ter menos de 45 anos com crescimento de 118 por de mulheres então eu falo para todo mundo quem vai cuidar da gente quando tiver velho é uma mulher jovem então assim como é que eu vou treinar ensinar ela uar essa ferramenta no seu dia a dia facilitar a vida ali na atuação com dados saúde bem integrados com uma inteligência artificial treinada para aquele protocolo treinada para aquele serviço treinada para aquele dia a dia treinada para aquela especialidade Porque também tem uma peculiaridade ali né E isso só vai conforme eu vou abastecendo cada vez mais de dado então assim eu sento que é um caminho sem volta mas tem educação tem passar esse preconceito do médico né eu tô tô lendo um livro que aliás Recomendo muito legal e chama singularidade tá próxima do Ray da próstata não a singularidade está está cada vez mais próxima do do Ray kwell que é um dos fundadores da singularity University e ele tem um tem um capítulo falando sobre o bem-estar saúde e ele coloca e algumas evidências né então por exemplo na época da covid né [ __ ] a a velocidade com que foi criada as as vacinas cara por conta da eii foi um negócio absurdo né e ele também mostra ali evidências de que eh na na preparação quer dizer na elaboração de novas drogas o processo né que você tem lá os processos de um acho que eh fase um fase dois fase três isso tá encurtando rápido sei então quer dizer que pô as novas drogas provavelmente daqui alguns anos cara vai ser muito mais esse processo de das novas drogas que os laboratórios vão vão criar né é tanto a velocidade quanto o custo né porque hoje assim para desenvolvimento de uma droga a gente passa em estudo os animais fase 1 fase do fase TR alto custo multicêntrico randomizado mais de 200.000 pacientes eu consigo fazer modelos lógico modelos inicialmente até em cílico provar que aquilo funciona para poder das 50.000 moléculas que eu posso testar demonstrar que a molécula um é a molécula mais certa né se a gente replicar isso já na na atividade hoje a gente tem muito modelo de gemelaridade digital paraa saúde um exemplo mais clássico na Oncologia hoje a gente tem uma doença um câncer específico num paciente específico que eu uso a linha que a gente chama de linha um de tratamento a linha dois a linha três mas provavelmente se eu criar um modelo de gêmeo digital daquele doença daquele estadiamento daquele câncer daquela metá todas as características de dados daquele daquele paciente eu eu vou saber que a linha quatro né a quarta linha de tratamento para ele é a melhor que vai reduzir mais a o tumor que vai melhorar a vida dele mais rápido então provavelmente eu não vou passar essa jornada de multi tratamento alto custo de efeitos adversos do paciente de provavelmente diminuição de sobrevida né então se eu sei que a quarta linha de tratamento Eu testei no modelo de gêmeo digital e sei que para aquele paciente é melhor eu tô salendo processo Cara isso era uma das coisas que mais me prometia quando a gente falava no surto coletivo de 2 anos atrás de metaverso que era ter de fato uma cópia nossa né e e quando eu f falo metavers gente não é tipo o Half Life do do Avatar Zinho lá fazendo reunião é uma cópia tua digital né num ambiente de experimentação que você consegi rolar uma uma simulação dessa por exemplo eu tenho o meu Genoma tenho o meu prontuário médico eu tenho a minha patologia tenho todas as informações rola uma simulação não tem Avatar 3D nem nada isso isso seria o conceito de fato do do metaverso e foi uma coisa que deu uma esfriada né mas eu acho que a inteligência artificial consegue suprir isso em tred sem a precisar falar de de de metaverso né Acho que é uma uma uma questão que que talvez volte à tona pela capacidade de processamento que a gente tem como Inteligência Artificial e e e e isso atrelado daqui a pouco que vai começar a vir com a computação quântica né que cara aí vai aí vai exponenciar é porque esse é o problema também né porque tem a gente tem uma hoje é um tem uma barreira que é capacidade de processamento que não consegue né então capacidade de quântica Cara isso [ __ ] vai vai vai ser um outro salto né ponto que você falou Doutor que eu tô recuperando lá do começo você falou que a padronização de dados vai ser muito mais facilitada pela própria Inteligência Artificial quando você disse isso eu guardei essa esse exemplo para falar agora eu fiz uma poc com a não tinha nem chat IPT na época tá era uma ferramenta da WS que eu acho que era Medical transcribe que era já era eh redes neurais mas era um pouco mais simplificada né E aí o que que eu fiz com com essa poc eu peguei fiz um teste gravei uma simulação de de de consulta de 3 minutos uma pessoa simulando o paciente a outra pessoa simulando médico falando sintomas o médico dando o procedimento clínico e a possibilidade de diagnóstico de TRS minutos e pouquinho aí eu passei nesse Medical transcribe ele gerou uma transcrição do do episódio com do episódio não desculpa do do do do atendimento ali com os termos técnicos e aí sim eu chamei o chat ept e falei como que seria um p Jon de um bundle Fire h 7 com código link snowed para esse atendimento ele gerou funcionou de primeira não mas com dois ajustes no Jon você teria você teria a a a ele já ele pegou no dicionário qual era a hipótese de Diagnóstico procurou qual era o código certo perfeito é a convolução neural É lind então acho que vai passar por isso né porque o o grande problema da da da unificação dos dados é o depara né Você tem um hospital lá que tem os procedimentos lá numa base Delf rodando lá com com Oracle 5 que tá lá com a chave primária de sempre lá entendeu uma inteligência artificial pode entender o que que é aquela string e fazer um deparo para um tus para um inst mé para um l e isso eu acho que que a generativa vai trazer um pouco de de de Ener traz e facilidade nesse processo isso de unificação de gerar um data Master de fato de saúde né é a gente falou até de medicina preventiva que é o que tem mas muito também de medicina personalizada né então A Iá vem muito dessa pegada dentro do hospital por exemplo para fazer medicinas personalizadas uma medicina muito mais assertiva para aquele paciente para aquela doença a hora que eu consigo ter esse dado do paciente e aí Putz e as nes publicações que existem demonstram que eu que que cada vez mais eu vou exonerar o sistema porque eu vou fazer menos exames que não servem para nada eu vou ser mais assertivo eu vou diminuir tempo de internação eu vou diminuir tempo de exposição a tratamento né efeitos adversos tem várias possibilidades ali mas eu vou ter um suporte né eu vou ter um CoPilot eu não vou ter um a lógico a medicina ainda é uma um uma profissão muito relacional muito sacerdotal Mas a gente não vai tirar esse poder do médico né ele ainda vai ter o poder né Eu até brinco muitas questionamentos de Alucinação médica mas espera aí Alucinação do da ia mas tem o médico ali por trás né Tem uma interface humana que vai tomar essa decisão muitas vezes né e é por isso que esse emponderamento pro paciente ainda tem é um desafio por isso que precisa de ter o médico ali na outra ponta você falou do livro Eu gosto muito de um livro que foi foi lançado no né do do chat PT e Beyond na medicina que o prefácio foi feito por um de Bill Gates né tem futuro Esse moço eu ouvi falar desse cara em algum lugar e aí na verdade ele fala que assim a gente tá vivendo essa fase de Inteligência Artificial E na saúde mais ainda é na mesma na mesma situação que ele viveu do computador de mesa né ele não sabia que ia mudar a forma de relacionamento da humanidade aqui é mesmo momento a gente tá vivendo isso hoje né você pega mweb vai que é uma grande futurista né Eh que tava no Brasil Até recentemente e assim ela fala isso né que é um bom momento pra gente viver essa a gente tá vivendo essa mudança que é um momento ruim para morrer né não morra agora a gente tá vivendo a mudança é Dá Uma segurada você tá vivendo a mudança da humanidade né E é isso que é o mais bacana E na saúde eu lógico defendendo o meu lado né o lado nosso que a gente tá discutindo aqui eu acho que é o que mais tá mais latente assim sabe eu o pode falar eu acho que faz uns 3S anos mais ou menos eh eu discuti um projeto com com er um hospital um grupo Grande no no interior de São Paulo que eles eles queriam usar a ai ainda não era ai generativa ainda era uma eii Mach classificatória né para parte de auditoria porque eles tinham eles tinham E aí aí pensando do ponto da da questão operacional dos hospitais né e o problema era o seguinte chegava lá solicitação era era um time super pequeno que tinha que fazer lá para ver [ __ ] esse cara aqui esse procedimento aqui tá correto [ __ ] Será que foi solicitado E aí os caras iam meio que braçal humano é braçal E aí obviamente [ __ ] se tinha algum problema alguma fraude demorava para pegar tinha um problema e eles exatamente queriam fazer eh algo automatizado usando uma mei eh só que aí obviamente o investimento era alto na época eh a gente chegou a discutir uma uma prova de conceito Mas aí o projeto perdeu perdeu um pouco de e não tava tanto no Hype né que hoje tá no Hype C um ponto que eu acho interessante eu acho que até é bom falar aqui no podcast que tudo virou e generativa né mas cara a boa ideia e a classificatória Ela ainda funciona bem para [ __ ] preditivo Então a a a preditiva Ela ainda funciona muito bem então se você tem uma boa base histórica e você consegue dizer o que tá correto o que não tá e você quer ter uma base de confiança eh sem possibilidade de Alucinação mas matematicamente estável por exemplo a fraudde eu acho que funciona muito bem a a boa e velha e e a classificatória né que faz diferença estatística né o novo bom e velho tem sorf mas eu vou pegar vou pegar o seu ponto agora seu gancho de Alucinação né hoje tem até um estudo pela própria OMS cerca de 2.6 milhões de pessoas morrem anualmente que são mortes evitáveis por erros médicos geralmente em em hospitais ali por erros médicos e de Diagnósticos aí doutor usei erro aqui mas equívocos porque assim é é um tema complexo é um tabu Tab e cerca de isso daí gera um prejuízo de cerca de 40 Bilhões de Dólares anualmente então assim a gente tem Alucinação sim né no numa ia generativa mas a gente também tem esse problema hoje né que tá na mesa o quo o quanto disso né eu não acho que é tudo aí a generative e nem tudo o médico mas o quanto disso que se você colocar os dois para trabalhar junto você poderia est ajudando médicos residentes médicos ali que são entrantes que às vezes poderia est auxiliando olha será que faz essa pergunta aqui será que você não não acho que na sua annese você poderia também perguntar mais esse ponto esse exame físico faz faz esse exame físico aqui porque pode E aí pode dar um direcionamento né então eu acho que assim e eh teria que não é não é nós Contra Eles ali eu acho que de alguma forma tem que trabalhar junto para que tenha eh assim o melhor dos dois mundos ali né o médico ele nunca vai ser substituído Sim concordo plenamente essa discussão ela vai acontecer para todos as profissões e e é muito semelhante que a gente vê para desenvolvedor de software ah não ah desenvolvo tal cara você tem um CoPilot ali que coloca a sua função já com todos os parâmetros de entrada e tal você só consegue cara é maravilhoso hora que você dá o tab aparece 10 linhas aí lógic atividade que você ganha é absurda exato e eu acho que a a função acessória para todas as outras profissões vai ser isso né Eh eu não sou médico né mas o testemunho que eu sempre dou para desenvolvimento de software é cara a gente sempre desenvolveu o software de uma maneira extremamente artesanal a gente digitava tecla por tecla por letra de todo código tinha que ser feito isso cara a gente tá falando de tecnologia a gente tá desenvolvendo tecnologia e fazendo da maneira mais artesanal possível demorou para isso acontecer até né claro a gente tinha lá os autocomplete das ids e tal que facilitava mas era nos compara com a com a gni que a gente tem hoje que [ __ ] faz um get etc ali ó muito mais inteligente do que você fazia com ide antes eu acho que deve ter uma equivalente para médico né Tipo pô esse aqui é o básico Ah vê lá sannes e tal e o cara vai lá para entender de fato o que precisa resolver para PR para que é o conhecimento dele sabe acho que isso vai acontecer para todas as tecnologias e para todas as profissões né de alguma forma eu defendo muito Muitas palestras que eu dou né e e muitos assim que não é mesma história de não vai né substituir o médico tudo mas também de uma premissa que assim Vai facilitar a vida do médico né vai deixar que ele tenha tempo para fazer o que ele mais gosta quer conversar quer olhar pro paciente né que não é perder tempo entre aspas escrevendo Por exemplo mexendo no prontuário pegando dados ó Doutor tem um exame quee pega pilha de exame aqui em cima se eu sei que se apertar um enter os dados todos de saúde dele estão numa nuvem tão num prontuário único e eu consigo compilar e saber que o que tá alterado que é importante eu não vou perder tempo nisso eu vou cuidar olhar né falar com a família explicar pro paciente eu vou ganhar tempo nisso né então assim ela só vem para isso né seja vai dar mais qualidade no atendimento Com certeza é e imagina né Doutor assim você ter um chat ept ali eh olhando pros dados do paciente eh o poder disso pro médico é fantástico né porque você pode olhar não traça um gráfico de quanto vem sei aumentando a pressão desse paciente quanto ele al ela vai processar aquilo pro médico ele teria que olhar vários exames imaginar aquele gráfico então não acelera processo acelera e assim eh avisa de coisas que você deixam passar né naturalmente que é muita informação ali numa consulta se a gente pensar numa consulta de 10 minutos numa consulta de 1 hora né então assim ele vai ter muita ter muita informação nos pacientes mais complexos tem doença crônica os pacientes com mais idosos tem mais informação a informação que tá no hospital então o paciente teve alta que que o senhor teve ah tive um problema lá que qual o problema não sei e aí você não sabe o que aconteceu e aí você pega o Sumário de alta tem 30 páginas 30 páginas aí você vai entender tudo que aconteceu para tentar entender que não funa uma pneumonia mas tem todo um processo Então eu acho que é isso ela vem muito para isso sabe para facilitar E aí fechando o gancho do que a gente falou talvez a própria Inteligência Artificial realize o sonho dos nossos convênios de você ter uma uma consulta efetiva boa de 10 minutos né Talvez isso seja verdade né porque aí a gente consegue ter qualidade aliada a efetividade de fato porque a gente tem uma pressão muito grande tipo cara beleza tem que fazer a consulta de 5 minutos talvez você não consiga ter essa efetividade hoje mas talvez dados tecnologia etc consiga tornar todo o ecossistema todo o processo mais eficiente e mais inteligente né com certeza acho que tá entregue tá entregue o fechamento foi muito bom muito bom eu quero agradecer aqui você que acompanhou a gente até agora nesse Episódio se você acompanhou a gente até aqui gostou desse Episódio você tem que deixar o seu like e deixar o seu comentário aqui embaixo no nosso YouTube no Spotify e se você ainda não segue o canal não segue o o podcast no Spotify você també tem oportunidade de seguir agora e caso você curta muito o nosso trabalho se você acha que a gente agrega no na sua vida profissional traz conteúdo de qualidade para você você também pode ser membro do nosso canal lá no YouTube vai pingar um tiuzinho aqui para nós todo mês vai ajudar a gente a manter essa estrutura vai deixar o John Lenon mais feliz ali que é o nosso operador D um abraço pro John Lennon e e a gente vai ficar cada vez mais motivado a trazer conteúdo de qualidade para você caso você não consiga fazer isso você já contribui demais compartilhando esse episódio no Slack da empresa no Whatsapp no grupo do telegram grupo de corrida no grupo de corrida aí para quem corre né no grupo do dos médicos aí você que é da área de saúde o grupo do plantão tem grupo do plantão sempre tem então Compartilha aí que já ajuda bastante a gente obrigado pela audiência de vocês obrigado pelo carinho e valeu oh [Música] [Música]
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