Vibe Coding: A IA vai aposentar os programadores? | PPT Não Compila Podcast
Convidados
Clauber Stipkovic
Engenheiro de Software @ InteliFi
Fábio Martinelli
fundador @ ZuPY
Neste episódio do Podcast PPT Não Compila, mergulhamos de cabeça na onda do Vibe Coding, um termo controverso que vem ganhando espaço no universo do desenvolvimento de software. Recebemos Clauber Stipkovic, Engenheiro de Software na InteliFi, e Fábio Martinelli, fundador da ZuPY, para debater como a IA está transformando a forma como programamos – com produtividade explosiva, mas também muitos desafios. Fabinho compartilha como reconstruiu a plataforma de fidelização da ZuPY em apenas 45 dias usando IA, integrando com WhatsApp, Google Wallet, Apple Wallet e até algoritmos de machine learning – sem ser um especialista em React ou back-end. Enquanto isso, Clauber traz uma visão técnica equilibrada, questionando arquitetura, manutenibilidade e boas práticas em meio a tanto hype. Falamos de agentes de IA, Copilot, Claude, Cursor, Windsurf, e do novo papel do dev: menos código, mais revisão crítica. A discussão vai do pragmatismo de quem entrega produto até as preocupações com segurança, qualidade e o papel do programador no futuro. Um papo profundo, provocativo e com boas doses de bom humor. 🚀 #Podcast #PPTNãoCompila #VibeCoding #Dev #IA #Tecnologia 0:50 Abertura e apresentação 5:58 Origem do nome Vibe Coding 9:43 Experiências de uso 17:17 Uso por programadores 20:01 Ferramentas 32:20 Uso de IA para programar 43:45 Início de uso 48:50 Auxílio a programadores 50:32 Produtividade 53:33 Ferramentas 1:06:20 Interface 1:09:07 Sugestão de live com Vibe Coding 1:10:42 Limitações e experiências para desenvolvimento 1:20:31 Futuro de IA como geradora de código 1:30:18 IA e replicação de ser humano 1:36:46 Agradecimentos e considerações finais Convidados: Clauber Stipkovic: linkedin.com/in/cstipkovic Fábio Martinelli : linkedin.com/in/fmartinelli/ Spotify: https://bit.ly/44s80jH Youtube: https://youtu.be/x6RknxBRgrQ Outras plataformas: https://linktr.ee/pptnaocompila Acompanhe nas redes Instagram e Twitter: @pptnaocompila LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/pptnaocompila Produção: Voz e conteúdo | https://www.vozeconteudo.com.br - @estudiosvoz
- Introdução: Limitações do Programador e Potencial da IA
- Impacto da IA na Programação e Substituição de Funções
- Abertura do Podcast e Apresentação do Tema (Vibe Coding)
- Perspectivas Diversas dos Hosts sobre o Vibe Coding
- Agradecimentos e Contexto da Rápida Evolução da IA
- Chamada para Apoio e Engajamento da Audiência
- Sugestão de Live Coding Interativa com IA
- Interlúdio Musical
- Reflexão sobre o Termo 'Vibe Coding'
- Contexto Histórico e Definição de Vibe Coding
- Experiência de Clauber e Preocupações Arquitetônicas
- Case de Sucesso: Desenvolvimento Acelerado com IA (Zup)
- Metodologia de Interação de Fabinho com IA
- Debate sobre Qualidade de Código e Requisitos Não Funcionais
- Experiência Prática de Geração de UI com IA
- IA como Agente de Programação e a Necessidade de Expertise Humana
- Evolução da Programação: da Arte Artesanal à Produtividade com IA
- Patrocínio: Clever
- Riscos do Uso Irresponsável da IA sem Conhecimento Técnico
- Detalhes da Experiência de Clauber com Copilot e Desafios
- A Importância de Conceitos Fundamentais e Padrões de Projeto
- Estratégias de Documentação e Eficiência em Projetos Novas vs. Legados
- IA como Otimizador de Demandas e Produtividade
- Experiência com Múltiplas Ferramentas de IA para Codebase
- Detalhes e Comparativos de Ferramentas e Modelos de IA
- IA na Geração de Frontend e Prototipagem Visual
- Comparativo de IA vs. Desenvolvedor Humano em Eficiência
- Convite para Evento de Live Vibe Coding
- Reiteração da Cautela e a Regra 'Quem usa IA te substituirá'
- Visão Filosófica: O Futuro Transitor da Programação com IA
- IA e Interfaces no Futuro: Cenários de Ficção Científica
- A Personalidade da IA e a Singularidade (Teste de Turing)
- Evolução Acelerada da IA e Aprendizado no Uso
- Conclusão, Agradecimentos e Próximos Passos do Podcast
O programador tem limitação.
Sim, todos t. Tem um cara que é especialista em alguma coisa e tem um cara que não sabe nada daquela determinada coisa e sabe de outra. Agora imagina alguém que pudesse unir o conhecimento dos dois. Você tem que saber o que você tá pedindo.
Eu tenho uma um daqueles GPTs que eles falam que é específico, né? Eu tenho um que é arquiteto de software e um que é um PO. Então assim, eu tô começando a usar eles porque às vezes vem a demanda para mim, só que eu falo: "Tá, mas aí eu eu sério, eu copio o que a pessoa pediu, colo ela funciona cada vez melhor, com mais informações que você passe.
Aí entra aquela frase clássica que serve para tudo, né? Aá não vai te substituir.
Pessoas que sabem programar usando ya irão te substituir.
Muito bem. Muito bem, meus amigos do PPT. Não compilha. Estamos aqui para mais um episódio e hoje a gente vai falar de um assunto que tá tirando sono de muito programador.
Vender coco na praia.
Isso. O cara que vender coco na praia tava com a vida relativamente tranquila.
Sim. Dependendo da praia.
Dependendo da praia tá tá de boa. É um objetivo de vida inclusive.
Justo nas good vibes dele. Nas good vibes.
Exatamente. Hoje a gente vai falar sobre vibe coding. O que que é vibe coding?
você vai entender o que é webcode. Mas basicamente o que a gente vai destrinchar aqui nesse episódio é como que a inteligência artificial está de fato auxiliando e e sendo uma ferramenta de produtividade para os desenvolvedores, né? A gente vai trazer um caso aqui eh de uso prático com meu amigo Fabinho Martinelli.
Exato. Bora.
Clauber também vai trazer suas experiências. convertido.
Convertido, um convertido. E eu como executivo e como arquiteto, eu tenho as minhas ressalvas e vou expor as minhas preocupações, eh, as minhas visões de futuro e entender como que isso de fato vai funcionar daqui pra frente, né?
Vamos ver se a gente consegue converter ele até o final do episódio.
É, vocês viram que eu já fiz um episódio só com Iá, né? Então eu não eu não sou antiia. Eu não sou antiar, eu sou até o final do episódio você já tá tranquilo.
Ele tá com medo de ser substituído, esse é o problema.
E falaram que o outro host do episódio de A ficou muito mais bonito que eu. Pô, aí é [ __ ] né?
Aí é complicado, hein?
Mas não tem o charme.
Perguntar para, né?
Fabinho, obrigado pela sua presença de novo, meu cara.
Obrigado você por estar aqui junto com essa audiência falando de temas tão empolgantes e controversos. Isso aí. Eu fico pensando o quanto esse episódio vai ser relembrado daqui uns anos.
É, né?
O quanto ele vai envelhecer bem ou mal, porque a gente tava até falando antes de de da gravação, né? Como essa coisa toda evoluiu em tão pouco tempo, né?
Sim, sim.
Então vai ficar, vamos pegar esse episódio e guardar numa cápsula do tempo. Clauber, obrigado, cara.
Novamente mais um aqui. Já a gente já é da casa, né? É, vocês já são quase sócios aqui, já tão já estão ajudando a pagar as contas já.
É isso aí. Isso aí. A falando em ajudar a pagar as contas, Fabinho, se você que está nos ouvindo Exato.
E gostaria de contribuir ainda mais com o nosso podcast, você pode ser membro do PPT no Cupila. Se você entende que o nosso trabalho contribui de alguma forma com a sua vida profissional ou com o seu entretenimento, conteúdo, conteúdo, né? Então, a gente tá aqui gerando conteúdo gratuito, porque a gente gosta, nossa vida é essa, é tecnologia, a gente gosta de falar desse assunto, gosta de serveja também, justo, né? Então, se você pode contribuir com a gente de uma forma mais próxima, você pode ser membro do PPT no Cupila lá no nosso canal do YouTube. Você vai contribuir com o valorinho módico de uma cerveja por mês aqui pra gente e vai ajudar a gente manter essa estrutura, manter esse estúdio, edição, etc., para continuar produzindo conteúdo para você. Se você não pode contribuir dessa forma, já contribui muito, né, Fabinho, com jogando no Slack da firma. É o triplo C que o pessoal fala curtir, comentar e compartilhar.
Exatamente.
Ai, meu Deus do céu.
Você vê como eu sou um péssimo influencer. Eu sei que é o triplo C, velho. Triplo C, mas estamos aqui para complementar.
Ei, olha só, quem é na lata, velho, ajuda a bancar essas ferramentas caras pra gente poder fazer mais experiências. É isso aí. E um convite para todos os nossos ouvintes. A gente vai falar aqui sobre como a gente trabalhou com a inteligência artificial, gerando código, etc. Exato.
E ficou uma explicação. Eh, a gente quer saber o feedback de vocês se a gente deveria fazer uma live fazendo isso ao vivo para resolver um problema de programação através dessas ferramentas aqui numa sexta-feira à noite com todo mundo tomando sua cervejinha nas suas casas, comentando e a gente codando aqui um live vibe coding corujão.
É um corujão.
Isso. Corujão para jogar Counter Strike.
Tipo a Gemood que você tem na tua empresa sexta-feira à noite, a gente vai fazer uma GMood para vocês.
Isso, exatamente. Que GMUD?
Sei, não sei mesmo.
Isso fica para outro episódio. Quem tá ouvindo entendeu. Então, se você acha que a gente deveria fazer, deixa o comentário aqui. Deixa o comentário no Spotify, manda mensagem lá no Instagram que a gente faz, né? Mas vamos lá que tem muito papo pra gente falar aqui e muita novidade para para discutir.
Bora, bora, bora.
[Música] [Aplausos] [Música] [Aplausos] [Música] Vamos lá. Primeiro queria entender com vocês um pouco de contexto histórico. Da onde veio esse nome que eu acho que depõe um pouco contra a causa.
Concordo. Concordo.
Do vibe coding.
Ó o preconceito pegando por aí. Eu concordo com cara nerd que não sabe nem o que é vibe, tá ligado? O cara coda, ele não sabe nem o que é vibe. Ele sabe o que é mana, ele sabe o que é estamina.
Estamina.
Estamina. Power. Vibe é o uhu.
O vibe é a energia que você solta ali, ó. Tipo a magia que você solta ali.
Se não tem no Diablo, não. Não existe.
Exato. Se não faz parte, cara, não tem nenhum elemento no RPG que chama vibe.
É, não tem. tá mais para uma coisa de elfo, de feiticeiro, de alguma coisa que você faz as coisas meio que a Pênix do Não, se fosse um mana code, controle, spell code, spell, spell code seria.
É quase isso.
É, você vai conjurar um código, conjurar um código.
Exato. Agora, vibe coding já dá a impressão de que foi feito por um cara que não é nerd, cara. E parece que o cara é parece que o cara tipo era um surfista e codô assim ele tava pegando uma onda de manhã, né?
Isso é contexto histórico do termo. E o termo hoje, o Vibe Code foi criado por um ex não, ex-genheiro ou cientista de dados que trabalhou na Open AI. No último tempo ele tava como cientista de dados da de inteligência artificial na Tesla.
Era Andre Carpat, alguma coisa assim.
Deve ser parenteu lá. Carpátio. É, é, ele é um canadense, acho que eu, eu consultei, mas eu já esqueci.
Só discordo que se fosse paria Carpaticovit.
Carpaticovit aí. Sim.
E e aí ele contando pela experiência dele o termo de que você não vai mais ter que codar realmente digitando as coisas. E ele fala qual que é a melhor, qual vai ser a melhor linguagem de programação.
A gente vai ver voltar pro português estruturado.
Então estruturado, na verdade ele fala que é inglês. A melhor linguagem de programação é inglês e você vai conseguir codar sem precisar criar os códigos, mas simplesmente conversando, pedindo o que você quer e você vai ter o resultado feito. Então essa foi a vibe dele. A melhor linguagem de programação é o inglês, entendeu?
Então essa foi o termo. O nascimento do termo surgiu em fevereiro agora de 2025.
Tá registrado já no dicionário. Virou um termo, virou gíria, virou um slang no mundo. Então não dá mais para brigar contra. Virou vibe code, já virou. Vocês que estão ainda tipo, nossa, eu não acredito, eu não tô na vibe, não fumou um, não foi pra praia ou não sei lá o quê.
O termo já tá tipo no dicionário.
É. E e outra, né, um dos uma das ideias você fazer o vibe coding é o wind surf.
É verdade. Verdade. Fala, [ __ ] tem alguma coisa muito errada aqui, as waves que você vai pegando e tudo.
Então, cara, assim, eu eu vou reservar um pedaço pra gente falar um pouco mais sobre filosoficamente.
Uhum.
E olhando pro contexto da tecnologia, como toda a história da tecnologia.
Sim. O porque eu acho que isso é passageiro, mas eu vou eu vou é eu vou deixar o o disclaimer aqui me cobrem porque eu vocês vocês vão me entender e talvez vocês concordem comigo.
É tudo é passageiro menos o motorista cobrador que não tem mais nem cobrador tudo passa até a uva passa e nossa, essa foi, eu já tenho que concordar em discordar.
Então, enfim, eh, eu vou chegar nesse ponto, mas vamos falar um pouco mais sobre a operação disso, como é que isso funciona na prática, né?
O Fabílio passou por um período agora de desenvolver uma plataforma inteira.
Uhum.
Usando Vibe Code, né? E o Clauber também recentemente é um dos convertidos.
É, né?
Tô tô usando agora. Agora eu não programa mais sozinho.
Agora você não programa.
Agora eu tenho, eu tenho o Claudinho lá do lado.
O Claudinho. É, o Claudinho e você o Buchecha no caso.
É, sou bochecha. Exatamente.
É um per programing.
É um per programming.
É mais que isso.
Entendi.
Na verdade você é o perrinha é o programa é ele.
Eu só confiro. Só só confere. Exatamente.
E e cara assim, se a gente olhar pro contexto histórico, né?
Eh, a gente não tá fugindo muito do que é a programação, porque a linguagem programação já é uma abstração, né? Eh, mais próximo da linguagem humana para você descrever aquilo que vai ser zero e uns no final do código, né? É, p do código vai ter vai ser tokenizado, etc. E me incomoda um pouco de ter uma segunda camada nessa parada, né, de eu ter a tokenização da linguagem natural para virar uma outra linguagem intermediária que depois vai virar a linguagem de máquina, né? Mas isso faz parte do contexto do que eu vou explicar porque que porque eu acho que isso é temporário. Mas Fabinho, conta um pouco do que você fez e como você fez.
Quer saber o TLDV?
Isso é T eh TLDR.
TLDR, né? TLDR.
Resumidamente, você, a gente já tá quase dois anos para desenvolver essa parte da ferramenta.
Nos últimos contatos que eu tive, procurando programador, investidor, desenvolvendo isso tudo, já contratei indiano, já contratei plataforma White Label, já contratei um monte de coisa na última. Fica um pouquinho da da plataforma que você quer fazer pro pessoal entender a complexidade.
A gente já fala um pouquinho da Zup pra pessoa entender um pouquinho mais, mas resumidamente que foi esse lance, dois anos procurando como desenvolver isso. A última cotação, o último contato que a gente teve com uma software house, falaram que ia demorar 6 meses, ia precisar de 10 pessoas e gastar Rio milhão deais. Eu fiz isso em 45 dias sozinho com a minha equipe de AI.
Não gastei 1%, 2% disso. Resumidamente é isso. Quer saber como foi? Tem que assistir até o final pra gente contar e destrinchar isso tudo. Cara, e eu não sou um cara leigo, mas também não sou programador para entregar o a qualidade, o a estrutura que foi feita. Eh, vamos entender um pouquinho mais. Eu tô desenvolvendo a plataforma nova da ZP, que é uma ferramenta de fidelidade o contexto todo. Eu precisei importar todas as informações de 7 anos numa plataforma antiga que a gente tinha.
Essas informações do banco de dados foi migrado paraa ferramenta nova. E o primeiro teste, será que eu consegui integrar com WhatsApp? OK, na brincadeira rolou. Será que eu consigo converter um pouco mais? Olha o tanto de coisa que eu atingi. Eu consegui fazer a ferramenta de fidelidade automatizada.
Ela tá funcionando hoje integrado com a Apple Wallet, com o Google Wallet. Eu criei um aplicativo de scanner próprio em React, que eu nunca editei uma linha em React que tá publicado com com capacitor, tanto na loja da Google Play quanto na loja da Apple.
Tá integrado com WhatsApp. Eu coloquei uma ferramenta de machine learning baseado em coisas que eu nem sei como que é. Eu sei o resultado que eu queria.
Ele tá segmentando os clientes com RFV, RFM, né, usando Kit Learning com algoritmo Kins, tudo funcionando assim lindamente. Digitei várias linhas, digitei várias coisas, mas foi um resultado. A gente vai destrenchar esse esse gitub dele ali, mas 45 dias a ferramenta tava funcionando, estável.
Estável. Já tava tipo assim, já comecei a usar e os clientes já estão usando, já tão migrando todo mundo paraa ferramenta do jeito que tá. Eu sei que foi uma produtividade, tipo, cara, meio milhão de reais, 6 meses, 10 pessoas eu fiz sozinho. Tipo, foi 45 dias virado. Me enfiei na caverna, acordava e dormia sentado, programando, desenvolvendo, trazendo um negócio.
Program não, vibeando.
É na vibe. A vibe assim, programar aí nessa hora, cara. Mas aí que tá.
Se a gente considerar, eh, eu cansei de desenvolver coisas e passar, por exemplo, ah, eu preciso fazer tal funcionalidade, aí eu ia conversar com o indiano, aí, tipo assim, eu descrevia tudo, desenhava a tela, fazia o projeto, falava: "Ó, eu quero esse resultado". Aí eu passava pro indiano, ah, uma reunião, explicava tudo pros caras, 15 dias eles me davam uma resposta e fazia aquela coisa toda. Foi a mesma coisa. Eu escrevi todas as características do que eu queria de fazer tal coisa. Aí eu vou colocar um pouquinho como foi o aprendizado e e o uso disso ao longo do tempo, porque eu aprendi muita coisa que eu falei: "É rápido, mas você tem que saber como pedir." E eu jogava essas informações ali, me detalhe o plano, faça o documento, o que que eu preciso fazer?
Tudo detalhado. Olha, a equipe, a primeira semana você faz isso, a segunda semana você faz aquilo, a terceira semana assim e tal. tinha um plano, o PRD, né? Aprende coisa para caramba nesses 45 dias. Eu tinha o plano certinho, vai demorar tipo 2 meses, faça. 15 minutos depois tava pronto, tá? gastando então é uma coisa assim funcionava aí que vinha mais 10 12 dólares para corrigir os erros enfim porque eu não fiz as coisas todas certinho. Mas resumidamente cara foi um uma jornada incrível, absurda de produtividade e eu pude acompanhar a evolução das ferramentas de linguagem também nesse meio tempo, sabe?
Porque quando eu comecei era o Cloud Code 3.7. com o Sonet e meu. Imagina que você contrata um estagiário que o cara é extremamente capaz, extremamente proativo, mas tem pouca experiência.
Tipo, ele começa a fazer as coisas, viaja, paga coisa que não devia, coloca coisa tipo pela metade do problema. Então você tem que saber muito bem como estruturar o projeto, o que que você tá fazendo, como pedir e praticamente eh eu sei tudo que tá rolando na codebase dele, porque eu fui descrevendo cada pedaço do sistema. Eu posso não ter digitado todas as funções, mas eu li praticamente tudo que foi feito. Então, cada por request, cada base da tabela, eu documentei, eu falei como eu queria, o resultado veio. Eu posso não ter codado, mas eu tipo não digitei, mas eu falei: "Ó, o sistema tá assim, funciona pelo que eu eh pedi, pelo que eu fiz." a gente passar pro Clauder fazer a a contar a experiência dele também nos últimos dias.
Eh, eu eu conheço já que a gente tem conversado sobre sobre a tua experiência, né, Fab?
Não, eu não eu não sou eletricidade que é isso bota aqui aqui.
Não, porque assim, eu acho que isso funciona muito bem de um ponto de vista de produto, né?
Então você é um você é um cara que é o idealizador da Zup. Você sabe como a plataforma tem que funcionar, você sabe o que ela tem que oferecer, você sabe o que ela tem que transformar e o que que ela gera, enfim, você tem o produto completo na sua cabeça. O que me preocupa é dentro desse produto você pode ter características de engenharia de software que vão dar eh vão ter um diferencial na confecção desse produto que no fim você pode não ver a diferença de você ter ou não ali, porque são características que são não funcionais, né? Então, do ponto de vista do aspecto funcional, eu acredito que, cara, funciona mega bem. Então, você fala, cara, preciso de uma tela que faz isso, tal, tal, tal, tal, tal, tal, tal, tal, tal. Como se eu chegasse numa, eu não sou mecânico de automóveis, não tem nada de mecânica de carro. Fala, cara, eu queria um carro assim com um painel desse jeito, dessa cor, etc. Cara, imagine que a IAM gerasse um carro como esse, eu dou partida, o carro funciona, é bonito. Eu não tenho a menor ideia do que tem dentro do motor dele, entendeu?
Ele simplesmente anda.
Ele simplesmente anda. Entregou o que eu pedi. É tipo o gênio da lâmpada do do dos automotores.
Uhum. E e eu acho que um cara que é um mecânico e não um cliente ou um cara que pensa no produto carro, talvez ele teria considerações diferentes no pedido da consideração do produto do que o designer ou que o cliente faria.
Aí você pegou num ponto que eu quero colocar, marca, faz um cheque aqui, deixa de você terminar o pensamento, mas tá, não é, é, eu quero destrinchar a partir daqui, mas eu queria ouvir também. Deixa, deixa eu só aproveitar que a, a última vez que a gente, nós estávamos os três juntos aqui, que você mostrou, né, o o as linhas de comando que você tava fazendo, o que ele tava fazendo quando era ainda questão de checar banco de dados e tudo, importando os dados ainda.
É, exatamente. Foi a primeira vez que eu vi 68.000 usuários importados.
É, foi a primeira vez que eu vi a a essa questão de uma IA acodando. Falei: "Não, pera aí, aí tem alguma coisa diferente".
E até foi o Cloud, né, que você que você mostrou naquele dia.
Sim.
Eh, até queria que se você falasse também um pouco assim da gente começar a contextualizar quais ferramentas que você usou nesse contexto todo, porque eu lembro que você começou com Cloude.
Sim.
Mas a gente tava até conversando esses dias. O que mais que você usou de de ferramentas? Assim, a gente lançou a polêmica, depois a gente destrincha o que que foi, o que que foi feito.
É, ó, só para não não dizer que eu sou cético, mas que eu quero encontrar o o ponto ideal dessa parada, sabe?
Eu tive uma experiência também, o Fabinho, eu já contei pro Fabinho, mas eu vou contar aqui pro Não te estraguei também não, né? Não, eu tinha feito uma uma prova de conceito onde eu trabalho, que era basicamente utilizar a IA Generativa para tratamento de imagens, extração de de informações baseadas em imagens e cruzamento de informações com outras que out eram outras informações empresariais do do core da empresa, né? Então era ali uma lógica de análise de imagem, um pouco de OCR, extração do OCR e análise de dados, né, cara? Eu eu não sou um um clauber. Eu eu eu parei no HTML 4.1, CSS2, Internet Explorer 6.
Acho que transição, a transição do seis pro 7, né? Exatamente. Acho que o o mais a última coisa que eu pode com o JQuery.
Parei no JQU de Query, enfim. E cara, e eu fiz toda essa prova de conceito ali no terminal, no meu belo B ali de sempre, abri o nodezinho e fiz tudo um bet, tipo, tem uma pasta lá com 100, 150 imagens. E aí eu fazia aquela análise e rodava um bet que me me gerava uns Jon, etc. Aí eu li esses JON, gerava uma planilha e fazia análise do resultado com com um um BI, etc. Para saber a assertividade, né? Nada visual, era só processamento de informações pura. Aí eu tava conversando com o diretor da empresa, el falou: "Cara, isso aqui tá muito bom, mas ninguém vai entender." PPT não compila, né? mostrar isso aqui.
Você vê que essa tela pereta aqui, eu e você entendemos, mas ninguém vai entender.
PT compila, hein, Wellon?
Então, pra gente é, vou dizer, é, tá começando, pode falar.
Aí ele falou: "Cara, por que que você não faz uma interface para demonstrar?" Fi pô, pode crer, né? Em vez de eu processar em loteos as 150 imagens, eu, pô, fazia um HTML aqui, fazia o pad, mostrava de modo visual, tal, fal, pô, vou fazer isso aí. Abrir lá o VS Code HTML [ __ ] header title antes ou não agora com com HTML 5 que o doc type lá em cima é diferente.
Isso. Ih, [ __ ] Aí falei: "Pô, vou testar essa [ __ ] desse chatt." Aí eu abri o drawo.
Eles tm o canva agora. O chat PT tem um uma lousa que você consegue desenhar.
É, não sabia, mas eu abri o draw io, desenhei um a frame. Uhum.
Falei: "Ó, aqui tem que ter um botão para pro Aqui tem que ter uma pré-visualização da imagem. Aqui tem que ter esses campos. Aqui tem um lugar para botar um input e tal.
Usou toda a habilidade de designer dele.
Se ele tivesse pedido para ir a criar ia ter ficado com certeza. E tudo enquadrado tosco, assim, ó. Aí pintei diferente o que eu queria que fosse imagem, o que que era textbox e tal.
Exportei aquilo num JPEG, mandei o JPEG pro chat EPT, falei: "Transforme esse esse esse J esse Wframe num HTML com CSS separado e um JavaScript separado. Três arquivos. Considerando com essas considerações, eu coloquei, ó, Cortal é textbox.
Cortal é texti área aqui. Cortal é o upload de arquivo. Aqui tem que ser o cara joguei 2 segundos depois bonitinho. Fique cara pode ser.
Vibe code já fez.
Já já já fez já fez.
Aí eu peguei, copiei, salvei os três arquivos, abri no browser.
Uau! Formatadinho, bonitinho, cara. Agora eu quero, eu quero que quando eu fizer o upload, ah, a imagem que esteja lá seja validada, se era um JPEG e um PNG.
Uhum.
E carregue um preview dela nesse nesse quadrado aqui que tá definido no aireframe.
Ah, as alterações do JavaScript é esse aqui, tá, cara? Eu botei funções de primeira.
É, é impressionante. É impressionante, cara.
É impressionante. Aí, aí eu fui fazendo toda a parte do do do front end.
Uhum.
Falei: "Ó, eu vou fazer uma chamada eh XHTTP request nesse end point." E aí eu simulei lá um Jon só com retorno, porque eu não tinha feito backend ainda e tal.
Cara, ele lia popular já pop, cara.
Perfeito. Fiz tudo frontend. Depois eu só abri o meu próprio código lá, transformei em vez de bet, botei um express lá do do Node.
Botei para rodar com Express e aí fazer um processamento unitário com base 64 que ele gerou no próprio browser.
Eu falei: "Pôra". E e eu fiquei em dúvida se eu se se seria possível fazer isso. Eu perguntei pro chat EPT, algum npm da vida aí? Porque eu falei, cara, eh, eu queria, eu não queria ter que fazer um upload desse JPEG para dentro de uma área de stange dentro do server side e calcular o base 64 lá.
É possível fazer isso direto no browser e aí eu mando via post o base 64 em vez de eu mandar o binário. É sim, é só fazer isso aqui. Falei, olha que é só, mas que filha da [ __ ] Aí o vi o seginte, pegou o suco de caju, né? Hum. Não diga-me mais, aí que está, aí que está. Agora você entrou num ponto aonde entrar o vibe.
Até então você tá usando o chat GPT como consulta, como trabalho. Você faz um copia e cola. Todo desenvolvedor já pegou um bug que jogou no GPT e ficou colando as informações lá.
ST Overflow tava aí para isso. Eu comecei. Exato. Coitado, faliu.
Exato. O auto compete do Copilot já era uma maravilha. Nossa, ele sabe a função que eu tô digitando.
O grande lance do Vibe Coding é a programação agente, que que eles falam, né? É você pegar um agente, o que que é o agente? É algo que vai executar as tarefas para você. Então você não vai precisar copiar e colar. Você vai digitar o que você quer, tudo que você fez certinho. Em vez de você ter que mandar os arquivos, ele já vai est lendo os arquivos na sua Codebase.
Ele vai buscar falar: "É isso o que que você quer?" Ele vai codar, criar aquilo tudo e te apresentar o resultado. Deu erro? Ele verifica se teve erro e te apresenta o resultado. Pô, não era assim que eu queria. Escreve, ó, faça diferente. O que aconteceu? Em vez de ele simplesmente te falar se é possível, ele vai fazer para você. Ponto. Agora entra naquela pergunta, né? Não é que você fala: "Ah, se eu pedir pro cara fazer um carro, você não é mecânico também, não. Vai ficar um carro? Vai andar?" Vai, vai ser um carro bom? Não.
Se um mecânico pedir, vai ser um carro melhor? Sim. Se um engenheiro projetar, vai ser um carro de outro nível? Sim.
aonde tá o erro, em quem tá criando ou no pedido?
Entendeu? Então aí que tá. E aonde que eu vejo o grande erro e o mau a desconfiança do Vibe Code? Porque eu assisto muito vídeo na internet, a galera sai um modelo novo, ah, vamos testar, cria um jogo de um aviãozinho que rola não sei o quê. Ah, aí eles comparam isso daqui, tipo, não escrevi nada. Faça um cubo mágico rodando, eles testam porque tem esses projetos que eles usam para teste.
Isso não é um benchmark, não é não é uma aplicação real, saca?
Não tem nada de útil. Eles estão fazendo para brincar.
Mas e mas tá o a imagem do Vibe Code no mercado tá virando essa.
Exato. E eu concordo com você. Tá totalmente queimada. Tá queimada a palavra, tá queimado os vídeos que são feitos estão queimados e as pessoas estão com desconfiança de uma tecnologia absurdamente sensacional.
Uhum.
Por conta de preconceito.
Por conta de preconceito. E cara, eu não escrevo mais nem comit de verdade. Eu pego, faço review de tudo que você escreveu, ele detalha todo um comit gigantesco. Coloca lá se é fix, se é feature, se é não sei o quê, ele cria o commit.
Não, isso eu concordo, cara, que demorou até para acontecer, né? Eu já falei algumas vezes aqui no PPT que eh as coisas evoluíram muito rápido. Você se você pensar assim, infraestrutura, cara, antigamente você tinha que para você montar uma máquina num num servidor eh dedicado, etc., pô, tinha aqui um cara lá instalar sistema operacional, né? Depois ele te dava o IP, etc. Cara, a gente passou por virtualização.
Sim. Virtualização local, aí depois virtualização em nuvem.
Isso. Em nuvem. Então, tipo, você consegue, você sobe uma máquina com uma imagem base hoje numa empresa com dois cliques, não precisa mais esse trabalho artesanal. Então, surgiu infraestrutura como código, né, que você evolui, reforme da vida. Exato. Eh, chegou o Data Analytics para logs, para poder trabalhar a detecção de erros, seja preemptivamente ou até agora até até mesmo antes a generativa com o próprio machin clássico para prevenir erros, etc. Então, o trabalho de infraestrutura, por exemplo, e da área de dados não é mais tão eh artesanal.
Uhum.
Como foi no passado, tem padrões, né? Você tem padrões, tem automações e tem ferramentas que tornam o o trabalho muito mais produtivo.
Uhum.
E a programação ela continuou sendo quase uma arte artesanal.
É, os caras valorizam tanto, nossa, parece que é assim, o meu código é melhor que o seu, sa e tem um romantismo, tem um ego em cima disso. Ainda mais você que falou: "Pô, eu peguei o PlayStation, eu peguei o o celular antigo, fiz na mão o negócio, cara. Tem pronto? Não, mas eu quis fazer na mão.
Não, tudo bem. Você quer você quer fazer isso como hobby? Tem cara que compra computador quebrado para restaurar como hobby na casinha. Aí você faz o que você quiser. É o de, né? Faça você mesmo.
Isso. Mas como produtividade eu realmente acho que a gente passou, demorou muito tempo, tipo, você vai, a gente tá falando de desenvolver sistemas que estão cada vez mais complexos.
Uhum. Uhum.
Mais amplos.
Uhum.
Com mais funcionalidades.
Uhum. E não é possível que você tenha que editar letra por letra do código que você acha que o você que trabalha com equipe, com galera, o programador tem limitação?
Sim, todos t. Tem um cara que é especialista em alguma coisa e tem um cara que não sabe nada daquela determinada coisa e sabe de outra. Agora imagina alguém que pudesse unir o conhecimento dos dois, você tem que saber o que você tá pedindo.
Quero falar com você agora que ainda não conhece a Clever. Clever é uma empresa que já tem mais de 3 milhões de usuários em 30 países com 30 idiomas diferentes, que tem trazido soluções em blockchain, criptomoedas e ativos digitais. O objetivo da Clever é te dar liberdade financeira para operar nesse mercado de cripto. Então, se você acredita nisso, se você acredita nessa liberdade, você já pensa como a Clever, vai conhecer os caras, é clever.Ou estão contratando também pessoal para trabalhar com crypto, com blockchain. Então, se você tem interesse, se você tem conhecimento nessa área, procura a Clever. Se você gosta de criptomoedas, se você opera no mercado, você precisa conhecer a Clever, precisa conhecer as soluções da Clever.
Então, o endereço tá aqui embaixo no vídeo. Para quem não tá no YouTube é clever. Vai lá, vai conhecer que realmente é um mercado sensacional.
[Música] E aí é o ponto que eu quero chegar, porque eu acho que como tudo a Ia ela e e não é não é não é um problema exclusivo de desenvolvimento de software, tá? Então ele tá vendo isso em medicina, tá vendo isso em psicologia, gente que tá se tratando com chattal, etc. Então, é um paralelo que eu faço que o uso parece ser muito assertivo e parece ser muito eh eficiente de um ponto de vista que talvez não seja. Então, pô, tô fazendo minha sessão de terapia com o chatt.
Pera aí, será que não, né?
Será que funciona?
É, calma aí. Então, da mesma forma, eu vejo como perigoso, Fabinho, por exemplo, um cara que não tem preparação técnica utilizar isso e achar que pode fazer uma aplicação e voltar na rua.
Concordo.
E aconteceu o caso do cara que falou: "Ah, eu fiz o que um sistema com vibe code, meu SAS 20 minutos, tal". No momento que ele publicou, foi hackeado instantaneamente.
É exato.
Saca? Esse é o ponto.
Mas tipo, o cara sabe o que tava fazendo? Não.
Agora, como um copiloto na mão de um cara que sabe o que tá fazendo, eu acho que isso é extremamente poderoso.
Bastante, eu acho que você é o copiloto hoje em dia, viu, cara? Porque, então, mas aí é isso é um problema. Por exemplo, eh, no exemplo mais simples que eu dei, eh, eu coloquei um problema de arquitetura que ele faria diferente, né?
né? Então eu não tenho um mar stage no no server site.
Eu tenho que partir da requisição já com o meu base 64 calculado no cliente.
Aumentou muito o código JavaScript, mas eu economizei um componente que seria ter que criar um um back end for front end para lá e de lá chamar inteligência artificial que eu resolvi. Eu matei um componente com pouco de código. E uma coisa que você consultou ali, isso exatamente.
O lance todo que eles falam é você ter o Woman in the loop.
Sim. Sim.
Sabe? Então você faz a informação do jeito que você consultou, codou, trouxe e tal. Você tem que revisar, você tem que saber o que você tá pedindo, você tem que ver se ficou certo, se tem que aprovar, falar faz dessa forma ou dessa outra. E com relação à qualidade, W, é uma coisa, Ai, caramba, eu tava com negócio para falar há tanto tempo e agora deu, deu não é, deu um branco, deu um branco.
Cadê o idade cerveja?
O nosso amigo, ele não consegue mais ver sem o Cloud.
Não consigo. Deixa, deixa, deixa eu consar. Pera aí, deixa eu pegar minha colinha aqui.
Não, então, enquanto você lembra aí, eh eh o que eu tenho visto e vivido esses dias, eh depois que eu vi o Cloud ali, eu falei: "Pô, deixa eu, né, deixa eu entender como é que funciona". Aí como ele falou, né? Aquela questão, ah, gastei $ aqui, não sei o quê. Eu fui lá no siteopic, falei: "Deixa eu ver qual é que é".
Nunca tinha usado. Entrei lá, entendi mais ou menos, botei lá os 20, falei: "Vamos ver". E aí você fica com um medo gigante, você fala: "Cara, cada coisinha que eu peço, não sei quantos centavos, não sei quantos centavos". Fala: "Não, sim." É.
E aí?
Taxímetro ligado.
Taxímetro de jatinho, né?
Exato.
Lembrei que eu ia falar, só que esqueci a memória ainda, né? É, lotou, lotou o contexto, é, o contexto já, já foi pro espaço. Eh, eh, e aí eu lembrei que eu tava assinando já o copilot no VS Code.
Falei, pô, mas né, aí teve uma atualização ali do VS Code, ele falou assim, não, você pode abrir aqui um contexto para você, você escolhe qual AI que você quer usar e pede e ele edita para você. Falei: "Não, pera aí".
Só que aí ele ele não tem esse limite que você vai gastando créditos, você já paga lá o copilot. E aí eu desinstalei tudo, comecei a usar ele. E aí realmente você vai pedindo ali, você fala assim, ó, tem ele tem alguns contextos que você pode pedir para ele verificar na code base inteira do teu projeto em um arquivo só. Você pode ir conversando com ele, ele vai, ó, tá aqui. Ele te mostra o DIF e fala: "Ó, eu fiz isso." Em vez de você copiar e jogar, ele tá acessando.
É. Você fala assim, ó. Ele pergunta: "Você quer manter isso aqui?" Atualizei esses três arquivos aqui, o DIF, o DIF e o DIF. Você vai olhando.
Então assim, eh, a primeira impressão que eu tive, falei, Danos. E vou vender coco na praia, né?
Vender código na praia.
Vou vender coco. Acabou a programação.
Aí eu comecei a entender que, na verdade, quando você começa a exigir muito mais dele, ele começa, entre aspas, como o pessoal fala, alucinar, mas ele começa a enfiar um monte de coisa que você fala, por que que você tá fazendo isso? Era um negócio assim, né? super proativo.
É proativo até demais, né? Eu eu já usei ele em código eh de projeto Python, projeto TypeScript, projeto JavaScript puro, ã e projeto Java. Então assim, principalmente em projeto Java, às vezes ele ele dá umas voltas que são elas falam: "Não, o Clouds 3.7, o 4 3.7, o 4 melhorou muito, cara". É, e eu cheguei a usar algumas vezes também o GPT, porque ele deixa ali, então fui experimentando. Ultimamente eu tô usando o Cloud 3.7 normal. Qu o qu tá bom, parou de parou de ser tão próp.
É, ele deu umas deu umas alucinadas um tempo. Mas assim, o que o que eu senti nesse tempo todo usando é você em algumas vezes, a gente como programador você olha e fala: "Cara, eu não vou pedir até eu descrever tudo que eu quero que tá na minha cabeça, eu vou lá e codo, entendeu? você começa, não faz isso. Aí ele não faz do jeito que você precisava, aí você para, volta. Não, então isso, isso, isso.
Aí que tá a minha experiência diferente da de vocês.
É, então a esses dias mesmo eu tava lá, eu precisava ã fazer uma inserção de dados dentro de um banco Dynamo DB da WS direto desse Java. Eu falei: "Ó, preciso fazer isso aqui". Beleza? Aí ele criou lá, eu falei, testei e falei: "Ué, não tá funcionando".
Ah, tem isso, aquilo. Aí quando você foi ver, você fala: "Mano, tá, faltava chave, faltava não sei o quê". E ele, ele só falou: "Ó, é isso aqui." Quando você começa a digitar mesmo o teu prompt ali, às vezes você demora tanto explicando a coisa, querendo ou não, é como se você tivesse tirando da tua cabeça, explicando para uma outra pessoa.
Exatamente.
Só que aí você perde tanto tempo tentando falar: "Tá, como é que eu vou explicar isso para ele?" que é é mais fácil ir lá de fazer o código.
É, então foi várias vezes aconteceu isso comigo. E aí só para para te te cortar aqui, terminar, o que eu acho que a gente vai começar a fazer, nós programadores, a gente vai ser muito revisor de código, né, tipo um QA de código. Ã, só que a gente vai começar a lembrar muito das aulas lá de computação, questão de de arquitetura, questão de engenharia de software, questão do Gang of War lá, o nosso livro queridão, né, com padrões de projeto. Então você vai falar: "Tá, eu quero isso aqui". Mas você começa a falar: "Não, não é desse jeito, vai, vai". E aí entra realmente essa questão do do parceiro ali, que você fala: "Não, deixa que eu faço agora. Não, agora faz você", né? Então você vai equilibrando esses dois pratinhos para você ter o código que a gente sabe o que que tá acontecendo, sabe como colocar aquilo em produção, porque você criar um código ali, beleza, você fala: "Beleza, como é que eu coloco esse negócio em produção agora? Que que precisa? Precisa de um servidor, uma um um lambida, um um dynamo DB, um SQL. Que que eu vou fazer aqui?
Então, eu eu tive essa sensação também com essa experiência, claro, muito mais limitada do que a de vocês, né? Quando eu fiz esse warframe virar um HTML, cara, a primeira impressão que eu tive era que ficou um CSS limpo assim.
Uhum.
Razoavelmente limpo, né? E o HTML também não é aquele HTML macarrônico que a gente tinha no Dream Weaver ou quando gerava as coisas no ASPNET que era não ficou ficou ficou limpo. Mas aí depois organizando, eu comecei a olhar tanto a a estrutura do JavaScript quanto a do CSS. Aí eu já comecei pera aí, cara. Mas por que que ele criou um identificador para cada elemento da página e ele não criou uma categoria base, não usou herança?
É, sabe? Porque você pediu?
Não, mas mas é a boa prática, entendeu?
Então você pediu, ele deveria entender já qual é a boa prática e já aplicar.
Ele é um estagiário super inteligente, super proativo, com pouca experiência.
Sim. Quando você, que nem, por exemplo, quando uma coisa é padrão de mercado, na vida real, você fala isso para um desenvolvedor, ele entende que esse é o padrão que deve ser seguido.
Desenvolvedor júnior ou senior, cara?
É um juniorzinho que tá lá. É, nessa parte eu concordo com o Fabinho, porque assim, é o que eu te falei, tem hora que você pede alguma coisa para ele, ele começa a mexer em um monte de lugar, você falando, eu não tô nem entendendo o que que ele tá fazendo aqui aí você começa, tá, isso aqui faz sentido, deixa isso, não, isso tira aí você come, você meio que vai conduzindo ali.
Isso. Tanto aí depois eu fui olhar o JavaScript, né? Falei: "Pô, deixa eu dar uma olhada aqui no JavaScript". E aí, cara, tipo, cada pedido que eu fui fazendo, ele foi fazendo bind de listner nas na vários binds. Eu falei: "Cara, mas por que que não faz um bind só num função só? Um clique?" Aí, tipo, cara, é, eu tenho uma pilha de de funções bindadas naquele evento do JavaScript, que poderia ser uma coisa só de forma mais estruturada, sabe? parafraseando o nosso amigo. Tá funcionando, tá errado, tá funcionando. Exatamente. Bem lembrado.
Não, e não, e e assim, em essência não tá errado, só tá na não da melhor forma.
Então isso vai com a de acordo com as preocupações que eu tenho de de manutenabilidade disso no futuro.
E aqui eu tô falando de uma página HTML simples para uma poc. Então, imagina pegar um um um front endo, etc., que depois vai ter que dar manutenção, etc.
O que que é mais difícil fazer, o back ou front?
Depende.
Depende.
Sabe o que que é mais difícil? Agora, voltando, eu lembrei que eu ia falar naquele ponto, que que é mais difícil, você escrever uma novela, um livro ou um código? Sabe em termos do quê?
Depende de quem tá escrevendo.
Então, mas não só nisso. Em termos do quê? Uma, você vai escrever uma ficção, cara, você tem milhões de caminhos para fazer. Uhum.
Um código é estruturado aqui. Eu posso ir para cá ou para cá. Um if vai ter que ter um um els um loop. Então você tem padrões.
Mas olha, já conheci programadores mais criativos que muito que muito, mas mesmo assim que muito autor de liv absurdo, né?
É. É, e mesmo assim você tem padrões. É muito mais fácil para o negócio entender o padrão e replicar o padrão do que tipo uma pessoa que pode colocar 200.000 opções, é que você só pode pôr 20, sabe?
Então é muito mais simples, faz muito mais lógica o negócio aprender a seguir os padrões e e criar. E essas questões que vocês levantaram, eu passei por isso também.
Eu vou contar como que eu resolvi, porque até então, né? Até então, como começou a minha experiência? Eu tava usando o sistema em Python, eu estudei Python, estudei base de dados, eu comecei a desenvolver, eu tava desenvolvendo na mão, sou um excelente programador e não sei o quê. Cara, eu desenvolvi um negócio sozinho na primeira vez sem ajuda.
Você sabe o que você tá fazendo ali.
Sem ajuda. Eu entendo. Então não vou falar que eu sou legal, que eu sou um vibe coder, tipo, uau, tô na praia aqui, faz o programa de fidelidade, vou pra praia, volto em duas horas, tá pronto.
Não é isso, saca? Mas é uma coisa. Eu pedi para ele, faça uma, até foi uma importação do negócio, ele criou e criou os comandos. Falei: "Tá, mas ele tá pronto?" Eu, "Cadê? Me explica que que tá acontecendo".
Daí falei: "Não, pera aí, eu tenho que trabalhar de uma forma estruturada, eu tô fazendo errado." Como que foi o começo que eu comecei a, como que eu comecei a a organizar isso? Eu comecei a documentar essa parte toda de, "Ah, eu Mas é mais fácil eu codar do que eu falar para ele." Uhum.
Só que você tá codando um pedacinho.
Sim. Sim. desenvolve um projeto inteiro como se eu tivesse contratando uma agência e o cara tá, Fábio, me fala o que que você quer. Então eu fiz isso. Eu falei: "Ó, eu quero um sistema que tenha isso, que tenha aquilo, que tem aquilo, que tem aquilo". Comecei a documentar.
Na documentação eu joguei para ele. Aí o que que eu fiz? Como essas ferramentas de code direto eram caras, eu comecei a usar o chat GPT para ser o meu parceiro de pensar. Exatamente. Então, a gente foi criando e foi documentando exatamente que eu queria. naquela documentação, todo o sistema eles têm a janela de contexto. A janela de contexto é: você contratou um estagiário, o cara veio, trabalhou ali duas horas, acabou, o próximo que vê, você tem que explicar tudo pro cara de novo, velho.
Sim.
Entendeu? Então aí você chega, [ __ ] o cara tava indo tão bem, desenvolvendo tão bem, quando ele tava entendendo, ele foi embora.
Aí foi, aí vem o outro que caga tudo que o outro fez.
Saiu para almoçar, né?
Exato. Saiu para almoçar e voltou outro.
Pois não, eu sou o seu estagiário, entendeu? Aí o que que eu comecei a fazer? Eu comecei a documentar.
Exatamente. Eu quero assim, assim, assim, assim. Eu fiquei um dia e meio só criando toda a estrutura do projeto. Até criou aqueles códigos mermade, falei: "Olha que da hora". Ele tinha me desenhado uma estrutura de diagrama de user journey com negocinho e o negócio desenhou na documentação que tá no GitHub o código com desenho.
Falei: "Nunca vi isso, código mermade".
Falei: "Que da hora". Então eu fui desenvolção, eu falei: "O que que pode ser melhorado?" Ele falou: "Ó, primeiro passa isso, aquilo, aquilo". Tá seguindo as boas práticas, você tem que fazer não sei o que, não sei o que, não sei o quê, tem que fazer DDD. Que que é DDD? Que eu nunca ouvi falar.
Do main drive, domain driven design.
Falei, isso aqui é importante.
Isso. Dis que 21.
Exato.
Aí eu fui estudar sobre isso. Eu fui estudar sobre isso. Falei: "Eu quero fazer desse formato".
Então eu documentei nos requisitos do projeto, falei: "O projeto tem que ser DDD, sem funções duplicadas, seguindo assim, assim, assim, tal, tal, tal". Ele refez tudo que tava feito para seguir esse padrão certo. Aí cada documentação que eu tinha de cada pedacinho, eu fiz a documentação do que eu queria e dividi em tarefas, entendeu? Então eu peguei aquela coisa toda e fui criando passo a passo. Qual que era o primeiro passo? Ah, mapear a base de dados, OK? Criou os modelos todos, OK? Com a base de dados, dali foi a partida de eu quero uma função que salve, criou a função que salva, quero uma função que importe. Ô, eu tenho que importar. Quais os dados da PI? puxei a documentação da PI, puxei as coisas, tal. Ah, são essas informações. Mapeou aí, mapeou essa parte de fazer a conexão, ele fez, mas eu pedi exatamente o que eu queria num passo a passo, todo documentado. Todos os passos foram documentados.
Mas aí eu acho que entra muito no que o o Club falou. Às vezes fala: "Cara, eu não vou descrever essa [ __ ] Eu vou, eu sento e codo.
Eu sei onde estão as coisas." É assim, é que no caso, só você viu o tamanho do projeto.
É. Não, então eu entendo, mas assim, no teu caso, por exemplo, você começou o projeto, entre aspas, do zero, né? Assim, você já tinha um projeto feito, mas eu digo assim, você começou do zero.
Tem coisas que quando você tá usando ele em projetos, entre aspas, legados, que aí é essa coisa, você já sabe onde tá ali, você fala: "Puta, então vou fazer". É isso. Eu percebi também, Cláuder, uma coisa para eu criar uma coisa nova do zero, era muito rápido e muito barato, fffold da vida e muito rápido e muito barato. Mas para achar um bug, cara, o negócio ficava tipo em 20 minutos eu fazia o negócio, gastei como aquele trabalho que a gente fez do sistema lá de dar os códigos, o cupom, eu desenhei falar quero assim, assim, assim, cara, gastei e demorou tipo 20 minutos. Falei: "Cara, tá pronto que você queria".
Hum. Só que eu fiquei a tarde inteira para conseguir amarrar os negócios para funcionar com o resto da base, para achar os bugs e corrigir. Eu gastei mais 18.
Mas tipo, foi $, foi 20. Eu fiz em um dia um projeto que a gente conversou num podcast à noite. No outro dia eu fiz, ele tava com uma fe, uma feature pronta, um sistema legado, entendeu?
Então eu falei: "Cara, tá pronto". E você viu funcionando?
Sim. Sabe?
É, até até uma coisa que você comentou aí dessas descrições, né, de documentar eh eh eu tava pensando aqui, será que essas ferramentas não vão, entre aspas, ajudar o programador a receber eh ã as demandas de forma mais eh eh organizada e descrita? Por quê? Porque a gente, como programador, você vê que às vezes o po ele não sai, você fala: "Ó, quero isso aqui". E é isso aí, tá? Mas me detalha um pouco mais o que você quer. É isso, né? O cara fala: "Ó, precisa fazer isso aqui." Você tá Mas como, né?
Se o cara pedir bem feitinho, bem descritinho, alguém precisou passar para você a tarefa.
Uhum.
É isso.
Então, seria o essas inteligências artificiais novas um doutrinador de PO, como é o Python, um doutrinador de programadores para organização de código.
Fica, fica dúvida. Aprender aentar o código, cara. O Gang of ali criaram vários padrões, tipo, que as pessoas não seguem, entendeu?
Sim, sim. Não, eu não tenho, eu não tenho dúvida que você tem a liberdade que que vai ter um pouco disso dos dois lados, né?
Eh, a gente vai ter ali copilotos para ajudar na na especificação, né?
Sim. E e com base nessa especificação do lado do programador, a interpretação disso já fazer um scaffold, sim, muito mais próximo do que você faria do zero, sabe?
Eh, e mas aí entra naquele ponto que eu não quero abordar agora, que é o que eu não sei o quanto tempo isso dura, cara. Ah, sim. Ó, minha sensação agora também usando todas essas ferramentas, eu eu como eu falei, você fica assim, ficaria, mas é é é a você entende que você fica muito mais produtivo.
Você às vezes não demora tanto numa tarefa quanto você demoraria se fizesse sozinho.
Você vai caçar um bug no Stack Overflow ou vai jogar no GPT?
Sim, sim. Não, isso daí assim, esse paradigma acho que já já mudou já perdeu mais de 50% do tráfego que ele tinha.
É, é. Não, assim é muito difícil você entrar no stackf, por exemplo, até no no GPT lá, eu tenho uma um daqueles GPTS que eles falam que é específico, né? Eu tenho um que é arquiteto de software e um que é um PO. Então assim, eu tô começando a usar eles porque às vezes vem a demanda para mim, só que eu falo: "Tá, mas aí eu eu sério, eu copio o que a pessoa pediu, coloque essa pessoa pediu?" Que que você fou? Aí ele vai coloca ali as tarefas, tal, não sei o que. Ó, precisa disso aqui.
Beleza. Aí você fala: "Tá, vou jogar no arquiteto aqui, ó. Tô pensando em fazer assim, assim, assim. Que que você acha?" Então, ele vai te destrinchando. Mas e e o que eu acho que o pessoal vai começar a fazer muito e é exatamente essa questão de você pegar, por exemplo, pegar um projeto do zero. Eu fiz esses dias um back end em lambda para ã API, usando o framework serverless.
Falei: "Puta, eu vou ter que configurar esse troço, criar um negócio do zero, e configurar Typecript, não sei o quê. Eu falei: "Olha, preciso de um backend, blá blá blá, type com isso, isso, isso, isso, vai." Ele gerou o scaffold para mim comionamento, com tudo, Typescript configurado. Aí eu coloquei no Git, comitei e falei: "Beleza, agora eu vou colocar os end points". Aí eu mesmo fui configurando, fui programando. Então todo aquele tempo que você perdia, ah, instala isso aqui, agora instala aquilo, agora instala aquilo. Então você sabe o que vai, o que você vai fazer, o que você vai usar e ele te e eh eh faz ganhar um tempo animal.
Sem dúvida, sem dúvida. Mas por outro lado, eh, que aí é o que ele falou, se você pega às vezes algum problema num código legado, eu peguei nesses dias em Java, eu falei: "Cara, eu vou criar uma branch, vou falar para ele, ó, tá aqui o código do erro do Java da Stack, vai, virou uma zona". Eu falei, "Não, para, volta, volta tudo".
Cont, dá um checkout em todos os arquivos.
Vamos, é, se você não tiver um controle de versão, mais importante, cara, você vai causar o caos no teu código. Isso é um fato.
Então, assim, você conseguindo entender qual o papel de cada coisa que você vai usar até, né, por exemplo, o que eu tenho sentido é o pessoal tá usando algumas e e as específicas para cada coisa. O Cloud muito para programação, o GPT para tarefas normais, tem o Grock lá que faz outras coisas. Então o pessoal vai, eu eu tô sentindo que tá sendo essa especialização de cada IA também, né?
Não sei se por isso que eu te perguntei o que que mais que você usou.
É o que aconteceu que no começo é aquilo, deixa eu copiar um código que nem o fez.
Ah, deixa eu copiar um código, eu copio o código, jogo o código. Falei, pô, não tinha jeito de eu jogar todos os códigos.
Hum.
E cara, quem fica hoje sem um GitHub que um auto complit do negócio ali? Ninguém mais fica, entendeu? Aí eu comecei a pesquisar e eu vi que tinha ferramentas que a gente conseguia fazer que ele lia a sua Cod base inteira.
Sim.
Aí eu comecei a assistir a coisa tudo.
Eu falei: "Ah, me explica". Primeiro passo que eles falam, pede a explicação do código. Ele vai ler todo o código, vai falar: "São essas funções, são essas tabelas, são essas coisas. O código faz isso, isso, isso, isso, isso, isso." Uau. Em vez de você ler um livro, um código inteiro que você vai demorar lá uma semana, ele leu e resumiu para você o que o negócio faz. Ok, perfeito. Qual foi a as stacks que começou? Primeiro de tudo, eu comecei a baixar os trial do do IND Surf.
Uhum.
O trial do cursor. O cursor hoje foi vendido. Foi vendido, não, foi a empresa que fatura meio bilhão de dólares em um ano, eu acho. Foi a empresa mais rápida atingir essa marca. Não lembro se foi essa que eles estavam contratando 700 indianos lá tribado hispano.
Não sei não. Não, acho que acho que não.
Acho não. Aí teve a Wind Surf, a Open comprou e simplesmente foi um fork do VS Code. O que que eles fizeram? Em vez de você tá no meio, copia e cola, eles colocaram um plugin dentro do VS Code que tá lendo o seu código inteiro. Qual que é o sentido disso? Ele vai seguindo e buscando e trazendo três, quatro, cinco arquivos.
ele traz aquilo paraa memória dele hoje.
Aí eu comecei a a fusar e ver tudo que tava surgindo. E foi nesse momento que, tipo, o Cloud Code já tinha saído há um pouco, há um tempo atrás, mas tinha teve uma atualização ali e eu comecei a testar tudo, falei: "O que que será que faz mais sentido para mim?" Entendeu?
Então o Cloud ainda, o Cloud Code, na minha opinião, é um dos melhores, tá?
Eh, ele era pago por API, era caro.
Agora lançaram uma versão que você assina o Pro, você paga você tá com ele no seu terminal.
É, tipo, e Clauber, foi um negócio assim, cara, eu instalei em tudo.
Tem o cloud desktop que ele vascul seus arquivos. Tem o que eu instalo dentro do VS, tem o terminal, beleza? Tem dentro do VS Code que ele cria uma extensão, ele te mostra o código que tá rolando ali, tá? E eu coloquei no servidor, tipo, eu fiz a migração do banco de dados do MTIC da versão 4 para C, que é um saco. E ele fez tudo, até aqueles backup chato de comando SQL para trazer base, para trazer coisa. Criou o contêiner, criou o Docker, criou tudo, porque hoje eu não pago mais.
Quando você falou que botou o Mas ele tá dentro do diretório específico, né?
Meu Deus do céu, cara. Não, é isso. É uma coisa que todo mundo tem que tomar cuidado por conta de questão de senha. carais é mas é uma coisa assim não o servidor não, Fab tá no servidor ele configura, ele configura os logs do do Enginex, ele verifica todas as coisas que tem que tem rolando ali, sabe?
Tudo bem, mas sim, deveria tá falando configure na sua, configure num outra máquina.
É, mas eu falo o tipo de recurso que o negócio tá tá fazendo, ele tá analisando os logs do servidor, os logs da parte, os logos, os logs das coisas. Voltando pro você tinha falado, então aí eu comecei a testar todas essas ferramentas. Eu comecei num planinho grátis ali do Insurf.
Uhum.
Eu fiz um código, ele tinha o cascade dele que tipo era quase um auto complet, mas era o agente. Então o que que eu preciso fazer? Tal coisa. Ele me fala: "Ah, faz assim, assim, assim. Pera aí, deixa eu ler o código. Ó, seu código tá assim, assim, assim, putz, achei um erro aqui. Corrige para mim." Aí ele corrigia. Uhum.
Entendeu? Só que teve várias versões que foram melhorando muito. Aí mudou o formato de cobrança, mudou o formato de de coisa. Depois que a Open que a Open comprou o Indurf, ele colocou um tempo assim, você pagava 15 no Indurf e você tinha aquele modelo de graça para você usar. você não pagava mais por crédito, meu. Ali foi um um pico assim, eu podia fazer sem me preocupar tanto com o bolso.
Tinha a mesma qualidade do Cloud, não.
O Cloud era mais rápido, mas resolvia algumas coisas. E tem gente o Windsurf, ele usa que modelo?
Windsurf, o bacana dele é que você pode escolher vários modelos diferentes, entendeu? que nem o cloud Code, ele tem a interface dele que é no terminal que você tá vinculado com com Antropic lá, ele só usa esse formato. Winds surf, você coloca o Winds surf ali, que é um praticamente um clone do VS Code, só que você escolhe qual modelo você quer usar e você paga por crédito. Tem alguns modelos que são próprio dele.
O da Open Ei, se eu não me engano, é 0.25 por Prompt ali. O da Google Gemini é um crédito por Prompt. da Antrop, que é um crédito por prompt, então você tem algumas limitações e tem recurso que é diferente um do outro. Esse foi o ponto. Aí vendo os vídeos, eu fiquei sabendo do e augmented code, que qual que era a ideia deles?
Você vai instalar o negócio, ele vai fazer uma indexação diferente, ler todo o seu codebase, eu não pagava por isso.
Com essa ferramenta eu fiz toda a documentação. Ele foi criando a documentação, leu o projeto, tal, tal, tal. com a documentação pronta, ele não era bom para codar porque ele travava na interface, aquela coisa toda. Aí eu jogava pro Cloud e segue esse padrão que tá no passo a passo.
O Google, eu comecei a testar no no Google Gemini, ele fica um uma interfaceinha ali, mas era tipo copia e cola.
Hum.
Ele não interagia com o código. Agora o Google lançou o Julies, não é o Julies do É, é Julies.google do Google que ele vai lá no seu GitHub, ele lê, ele cria uma máquina virtual daquilo e vai testando, vai fazendo, mas você ainda tem que dar o comando. Enfim, eu testei pouco.
Eu a minha experiência no VS hoje não foi tão boa, porque eu acho que o plugin que eu instalei, ele eu não lembro o nome, cara, mas foi indicado pro próprio chat apt, eu ponho minha chave das APIs ali dos modelos, posso usar qualquer modelo, mas ele não interagia com código, então não presta.
Ele ficava como um console. Ali ele até lia, mas ele não interagia. Eu tinha que ficar no contrtrol c, conttrol v.
Te dou o plugin bom.
Aí eu falei, pô, melhor eu eu olhar outro que consiga ser mais ter mais autonomia sobre o projeto como todo.
É o copilot do do GitHub tá bem legal.
Agora eles fiz Agora o copilot não tinha função agente, ele lia o seu código, mas ele não mexia.
Agora ele tem a função agente.
É, ele tá com três funções agora, né, que é o edit, o agent e o ESC.
Ah, tá. É, tem três funções. Você pode só fazer pergunta. Você pode pode falar para ele, ó, edita o código ou você tem um agente ali mesmo que ele vai pintar e bordar.
Você que tá aí escutando esse episódio bacana e quer levar toda essa tecnologia, essas novidades pra sua empresa e não sabe como, chama o time da Vembers. A gente pode ajudar vocês com desenvolvimento de software, com arquitetura de soluções, a entender os problemas que vocês estão vivendo e sair do outro lado com uma solução bem bacana. E se você tá escutando o podcast para aprender coisas novas, faz o seguinte, manda um e-mail pra gente no peoplecare@vems.
E você pode fazer parte também do nosso grupo de talentos. Valeu.
Agora o time do Relações Públicas vai gostar mais de mim.
A melhor extensão, a que eu usei muito para, porque essas ferramentas são limitadas também, às vezes eles travam que não consegue resolver um problema, eu parti paraa outra, saca? Então aí eu comecei a testar toda a novidade que tinha. Kleine, Kleine foi uma das melhores que eu entendi, porque ela tem a conexão de poder editar, ele tem o modo de planejamento. Você fala lê, faça. Então ele lê, mas ele não toca no seu código. Ele não toca no seu código.
Aí você tem o modo tipo act, que é onde ele vai mexer no seu código e e criar as funções. Qual que era o problema do Kine? Ele não consegue editar 100% como cloud. Uhum.
Pelo cloud ser terminal, ele consegue fazer as coisas por baixo do pano. O Klein, acho que esgotava o limite dele ali. Ele começa a fazer, dar erro de gravar o arquivo, ah, não consegui ler, trava pela metade, por cima da IDE e o upload ele vai direto no F.
É isso. Ele vai um negocinho meio que cagado. O Kine é legal porque você tem todas as opções que você possa imaginar ali e você pode conectar, por exemplo, no Open Houter. Conhece o Open Houter?
Não é tipo um um marketplace de de LLM. Você paga um valor dali e você tem acesso a tudo, desde do Maveric, do Lama 4, tipo aquele Pareto também que acho que acho que sim. Exato.
Tem várias Ais lá dentro.
É, então você paga o valor também.
Acho que sim.
É só que esse ele faz tipo você põe só a PI dele e ele faz toda a conexão com as bases ali. Então o Google acabou de lançar um Gemini Flash, não sei o quê, tava lá. E aí o legal é que ele vai cobrando, por exemplo, o do Google, Google é o Pro 2.5 ali era tipo 10 por milhão de token de saída. Aí tem o Google que era o mais simples do modelo que era 60 centavos. Então começa a usar o mais barato para fazer as tarefas, tudo travou. Pera aí. Pensa então. Quando ele tinha que pensar num projeto que ele não tava rolando, ó, coloca o modelo, pensa, faz o plano, planeja. Concorda com o plano?
Concordo. Modifique isso, modifique aquilo. Ah, não, aqui não ficou legal.
Então, aquela questão que você falou, pergunte como eu quero um carro, eu tava entendendo, aprimorando. Você ia perguntar muito melhor do que eu. Eu aprendi muito nesses poucos tempos aqui em e me tornar um desenvolvedor melhor, sabe? que nem fui aprender sobre DDD, o que que é isso? Comecei a ver vídeo, comecei a estudar enquanto ele tava falar: "Ah, isso aqui é legal, deixa eu aplicar".
Aí ele, eu crio primeiro um plano, concordo com o plano, aí eu mudo para act, aí ele vai editar. Então depois que editou, você pode ter criado numa outra brand, você vai ter que fazer o o p request, o review, como o Clubber falou, você vai se tornar um revisor do código, mas essas ferramentas você tem uma stack completa.
E teve coisa que eu descobri agora, né?
Teve coisa que eu comecei a descobrir agora, por exemplo, o Redg. Red tem Lovable, sim.
E o Red que eles são mais específicas para criar interfaces.
Tem o Builder IO também que ele faz um pouquinho. É, ele faz um pouquinho de de front também. Tem a Versel também que a Versel é para dar o deploy.
É, não, ele, mas eles têm uma IA, tem é para você fazer front, que é a galera que faz o Next JS, né, essas coisas. Então eles têm também, tanto que lá na empresa onde eu trabalho a gente tá usando, é pr fronte, você você você vai descrevendo o que você quer de front e ele vai criando o projeto ali do front para você, você fala: "Não, muda isso aqui não, isso aqui tem que ser desse jeito". Tipo quando você tava falando com o com o GPT para criar o seu HTML e ele costa o HTML CS, ele costa HTML, CSS, TypeScript, um projetinho Next básico ali, ele cosp tranquilo e funcional, funcional, cara. Dá uma olhada. Você teve a prova do aplicativo que eu fiz aqui do scanner, saca? Primeiro eu falei, eu quero as funcionalidades. Ele me mandou um negocão horrível. Falei: "Tá funcionando, vou aplicar." Na hora que fui testar, falei: "Não dá". Daí eu falei: "Não, eu quero um negócio que seja". Tipo, aí eu peguei o meu trabalho, eu fiz separado, fui estudar como seria a melhor forma de fazer algo fora do sistema que eu tava para criar em PWA, para criar a parte. Ah, é melhor você fazer em React, tá bom? É melhor você fazer inversel para documentar com aquele CD. Nunca tinha mexido com isso.
Aprendi. OK.
Aí eu criei no formato para fazer, pô, esse sistema que você tá usando aqui de web é ruim, uso white, OK?
Então ele me passou as stacks, criei isso ali no processo da versel, num num repositório separado. Falei: "Ah, eu quero uma interface assim, assim, assim, assim, que lembre máquina de coisa que faça tal coisa e não sei o quê". Aí ele me deu uma sugestão, aí ficou legal para caramba, não funcionou.
rimos muito e então aí eu falei: "Pera aí, tá errado, então o que que eu vou fazer? Eu quero".
Daí eu comecei a testar função por função. Eu quero tal função, tal função.
Aí eu descobri que o formato que eu tava de querer ser tudo numa tela só que ele fez não funcionou. Eu tinha que ter um passo a segunda tela, terceira tela, quarta tela e cada uma ia mudando o estatus e tal. E ele e eu falei, eu quero um sistema que lembre dispositivo físico.
Ele criou tudo isso daqui sem uma imagem.
Sim. Só que, pô, dá mais sombra no negócio e transformava. E agora você perguntou sobre interface, eu comecei a mexer agora. Tem essa builder que é com 2D e builder não, ready, que é com 2D e Y, que você tem o prompt, você fala: "Ó, quero fazer tal tal coisa". Aí ele não cria só a tela, mas como ele cria um protótipo.
Uhum.
O que que é um protótipo? você consegue mexer naquilo. Você clica no botão, eu quero que o botão clique, que abre o modal, que tem o código assim, WhatsApp, não sei o quê, funcionando.
Sim.
Não tá interagindo com back end, mas o front tá legal. Aí ele fala assim, ó, agora você pode modificar.
Então você pode mandar imagem, você pode clicar, falar, ó, altera esse botão aqui para tal coisa, alterea coisa por tal coisa e desenhou em segundos o código que gera, você escolhe, você quer em React, você quer em HTML, você quer em view. Eu quero o código tal formato. Aí para você baixar o código, aí você tem que pagar. Se você quer deixar ele liberado, seu código vai est público para qualquer um ver e baixar. Entendeu?
Então você pode chegar lá e clonar. Ah, eu quero pegar um projeto do Figma.
Você pode pegar o projeto do Figma, colocar ali, ele vai fazer aquilo funcionar para você.
É isso. Isso a gente chegou a fazer lá.
Pegamos um design que tava no Figma, ele faz, jogou para essas ferramentas e falou assim, ó: "Cria o site aí". A ele desenhou tudo com next, HTML, CSS, tudo bonitinho. Aí a gente pegou, depois botamos no nosso git e aí começamos a integrar as coisas com back end, né?
Bem estruturado o código de bem estruturado. Bem estruturado.
Algumas coisinhas às vezes, né?
Componente ali, alguma coisa você vai, você meio que faz um refactory depois para uma para você entender o que ele colocou e outra às vezes você fala: "Puta, tá, não, isso aqui não é legal". E me pergunto, te pergunto uma coisa, será que um desenvolvedor que você contratasse e te mandasse isso, ia mandar do jeito que você queria ou você ia ter que fazer o mesmo trabalho?
Não, provavelmente você ia ter que fazer uns ajustes, você sempre tem que fazer.
É, provavelmente mais do que faz no Iá.
É, só que a diferença é você esperar 15 dias e pagar, tipo, R$ 2.000 ou você esperar 5 minutos com Uhum.
Tipo, sim. Não, não, menor dúvida. E você que não tem tanta habilidade, não gosta do HTML, das coisas, que é um pé no saco, só esse esse ninja aqui para gostar disso?
Para isso que tem perfis diferentes, né?
Exatamente.
Você entra numa ferramenta como essa, cara, ele gera do jeito que você quer e melhor ainda. Você não precisa desenhar o a frame porque ele vai ter, vai desenhar melhor do que você.
Ah, sim.
Pode ter certeza disso. Tenho a menor dúvida.
E depois que ele fizer, você fala: "Me dê sugestão de como pode melhorar. Aí tá no pedido. Olha, eu quero que tenha uma boa habilidade, eu quero que seja uma brufista, eu quero que tenha tal coisa.
Você pode dar ideias e referências, mas o legal que ele vai desenhar para você, você pode editar e alterar depois. Aí você fala: "Pô, tô com um moque aqui feito, tô com protótipo." Baixa o código, joga lá no no cloud, fala: "Ó, eu tenho essa interface, me cria todos os end points das APIs para trazer essas informações, ele vai criar". Entendeu?
Sabe o que a gente precisava fazer? um episódio ao vivo para mostrar isso e brincar, tipo, boa no projeto, hein?
Vamos deixar aqui pros nossos ouvintes, boa.
Ah, essa possibilidade, sim, mostrar ferramenta.
O que que vocês acham da gente fazer uma live, pegar uma ao vivo, uma live, tipo uma sexta-feira à noite assim, Code faz tipo Street Fighter assim, ó, de Code deve Raiz, a gente cada um traz teu setup.
A gente faz um cara de front, um cara de produto, um cara de bec, a gente sorteia para não para não dizer que é combinado.
É, fala assim, ó, dá um aplicativo aí pra gente fazer, dá um tema. A gente gera por a ideia de um aplicativo.
O pessoal fala que querem que quer ver feito. Pessoal diz, galera tando ao vivo, vão, a gente faz umas votações, ela fala: "Ó, alguém sugere aí". E aí a gente vai ver na prática a efetividade e os problemas que que podem acontecer. Então, se você acha que vale a pena, deixa o comentário aqui. Que que você quer ver feito em vibe coding?
É um live vibe coding.
Isso. Isso. Um live vibe coding.
É quase um travalíngua. Isso. Então, se você quer ver, deixa aqui o comentário que a gente organiza para mostrar para vocês ao vivo com o comentário de vocês como que essa parada funciona.
Se pega um cara com a experiência que você tem para desenvolver um negócio desse, vai sair muito melhor do que a minha.
Não tem dúvidas, não. É, é que eu acho que assim, a IA, ela funciona cada vez melhor, com mais informações que você passe, né? E e é esse o ponto que é a minha é a minha preocupação.
Concordo.
Eh, a gente pode tá Cara, o o LinkedIn tá um inferno. As pessoas estão achando que elas só precisam de Netnas agora.
E só NTN e Clou, porque ele vai poder fazer os agentes para você. Você não precisa criar o seu agente. Você pega, fala para ele gerar o jeiçon, você só importa. É, acabou. Mas, mas essa, isso é uma coisa que eu tenho visto também, que a galera tá achando que agora, por isso que eu falei, acabou o programador, não precisa mais. Você chama o seu Manuel da padaria, ele vai fazer o sistema, né?
Ele vai, ele bota o pãozinho no forno, vai lá, fala com a Iá e volta para tirar o pão. Ele vai especificar porcamente como ele específica especifica, vai dar, é, vai dar para Iá e vai sair o produto no final.
Vai dar ruim demais isso aí.
E é ruim, cara. Cara, tem muitos aspectos de engenharia de infraestrutura. tem questões de segurança da informação, etc. Eu até entendo que se você especificar e passar esse contexto para IA ou passar por outras etapas com outras IAs que analisem esse esse tipo de processo, você vai ganhar a produtividade. Mas acho que a gente tem que até como como produtores de conteúdo e e profissionais desenvolvedores da área mostrar que gente vamos devagar com essa parada. Sim, né? Não é tudo isso.
Não é tudo isso.
É bom para caramba. Te adianta muito.
Mas [ __ ] ferramenta de produtividade, mas ela não é o teu guru ou o gênio da lâmpada. Porque a IAV vir hoje. Faça três desejos. Eu quero um aplicativo.
Leia a minha mente e crie o aplicativo.
Vou desenhar o podcast em estilo Simpson.
É, acabou o designer e os desenhistas.
Acabou o estúdio Gling, cara. É assim, é um computador. Se eu der um computador para uma criança, ela vai jogar. Ela vai fazer alguma coisa.
Se eu der um computador para um cientista de não sei o que, ele vai fazer, desenvolver alguma coisa. Se eu dou para um financeiro, ele vai fazer uma planilha. É uma ferramenta.
É uma ferramenta extremamente poderosa.
Ex.
Não vou dar uma metralhadora para um macaco, saca?
Sim, cara. Tem gente que bota macaco presidente dos dos do país mais poderoso do mundo, com uma metralhadora na mão. Mais, né? Então, então, tipo, amei, macaco, o senhor Sim, senhor.É, mas assim, o que eu o que eu tenho visto do do pessoal, né, de de gerentes, pos e tudo mais, é que na hora que começou essa galera a vender, não, agora vai fazer tudo sozinha, você pede ali e ele faz. Como o Fabinho falou, você não vai chegar ali na praia, falar, faz o o zup aqui para mim e vou lá dar um mergulho, depois comer um camarão, tomar uma breja e vou sentar aqui, vai est pronto, né?
Exato. Não é assim, não é o gênio da lâmpada. Não é, e aí até entrando no que você acabou de falar, eh, o pessoal provavelmente se pensar: "Ah, eu vou parar de estudar programação porque a IA vai programar para mim". Não, quanto mais você estudar, melhor você vai fazer as perguntas para ela, melhor você vai entender o que ela tá fazendo e vai ficar um código melhor ainda, porque tem você pensando e aí há te ajudando em coisas que você não tava prestando atenção. Perfeito.
E aí entra o ponto que eu sempre disse e que eu sempre fui muito crítico e em todas as pessoas que eu mentorei até hoje da área de desenvolvimento, eu sempre bati nesse ponto, foque nos conceitos.
Exatamente. Fundamentos da bagaça.
Fundamentos.
Porque você não pode ser um gerador de código e a gente tá pedreiro digital que o baiano falou nosso amigo.
Um abraço pro baiano. Pedir abaiano.
Só entregar o código aí. A faz isso.
Então é exatamente. Então o o cara que é gerador de código acabou. Agora você tem que saber o que você está fazendo para você pedir corretamente e seguir os conceitos.
Se você tá programando sem saber o porquê e sem seguir padrão, etc. Você você virou um um um um multiplicador de código, um como é o nome do do cara? Quando você presta depoimento da polícia, tem um cara que escreve tudo. Como é o nome?
Ah, escrivão.
Escrivão.
O cara que escreve tudo é escrivão.
Se você Se você é escrivão de código, meu amigo, você se fodeu.
É, exatamente.
Você se fodeu, né? Então, comece a pensar, reavaliar para que você entenda de fato o que tá fazendo e e use isso como uma ferramenta de produtividade. Mas eu acho que o que falta para isso ganhar maturidade de fato é a gente ter todas as atividades que estão relacionadas a a ao desenvolvimento completo de um software, de uma plataforma, para ir para uma produção com todos os requisitos de segurança, escalabilidade, etc. todas elas estarem envolvidas e utilizando plataformas como essa, porque a gente tá caindo num conto de que o cara pode ser um o o poo de uma área, etc, e que [ __ ] agora não preciso mais atir e vou botar essa [ __ ] no ar.
Ah, cara, você precisa saber o que você tá fazendo.
E aí acontece o que aconteceu há um ano já, parece que foi ontem, mas é um ano na Febraban já teve outra edição, né?
Exato. Teve esse ano na fea já teve esse ano o cara falando que fez coisa com que tava errado, mas tava em produção e em mês. É.
Então, mas o cara se ele pudesse sendo que é o banco que tem maior problema de segurança e de problemas de fragas, mas aí não tá a falha do do sistema. Se você pega uma fala me encontre as falhas de segurança, ela vai avaliar o seu código, vai fazer.
Então, mas esse cara talvez não tenha condições de fazer isso. E agora?
Esse cara por é um dinossauro que não tá uma maravilha, eu não preciso mais de você. Totalmente errado, né? E esse é o ponto que eu coloquei, Fabinho. Você tem que ter toda essa tríade, todo esse esse esse core utilizando ferramentas como essa.
Simum para aplicar e chegar no produto com qualidade.
Aí ou você se torna um desenvolvedor melhor, ou você se torna um arquiteto, você se torna, se você quanto mais você for estudando para saber exatamente o que que tá acontecendo, ou você esquece, você não vai ter mais estágio porque de verdade você já tá mexendo com isso. Eh, eu te falo de verdade, Wellton, não precisa contratar ninguém para desenvolver o que a gente precisa.
Preciso sim documentar o projeto, o projeto, revisar tudo, fazer as coisas.
Se eu tiver que contratar alguém, vai ter que ser alguém que usea essas ferramentas, que fala: "Me ajuda a desenvolver, cuida desse pedaço". Porque cada coisa que use melhor que você usa.
Exatamente. Mas uma pessoa que não usa para pagar, para ficar escrevendo um código que nem os indianos que eu paguei ali para depois roubar meu código e jogar para outro projeto. E tipo assim, aí você, pô, você faz um negócio, ele entrega errado, aí você tem que revisar, você tem que pagar de novo porque ele entregou errado o negócio, porque saca, não precisa mais disso, de verdade, não precisa mais disso, entendeu?
em gênero, número e grau.
É, tem muitas atividades que agora você vai ganhar mais tempo e e diminuir esses prazos, né, usando a IA, o lance todo. Eu comecei a desenvolver um pedaço que é a landing page do programa de fidelidade. Eu preciso de alguns recursos ali. Tava feito direto na ferramenta que eu tô usando lá em HTML, que conectar direto no banco de dados, tudo.
Ah, eu posso fazer um microfrontends.
É tipo um microsserviço de frontend.
Como que é isso? Eu posso desacoplar esse pedaço e jogar para cá. Pô, legal, gostei. Que que eu posso utilizar para isso?
Ah, você pode usar o React. Ah, mas qual que é prós e contras? Não, eu quero que seja, tipo, precisa ser indexado, precisa est bem posicionado no Google, tal. React não é bom porque a página vai tá ali. Faz, faz envio. Por qu vai ter um server siding rendering que você vai trazer as informação. Ah, usa o HTMX.
Não sabia o que que era HTMX. Tipo, então são coisas assim que, ah, eu pesquisei, eu escolhi as tecnologias e falo, bom, então dentro dessa, o que que você acha melhor? Qual que é o estudo de casa? Ah, o cenário é esse, esse, esse.
Usa tal coisa, então façem tal coisa.
Sim.
Tipo, aí ele cria, entendeu? Então o trabalho de coletar, o trabalho chato de, ah, eu vou lá em COD.
Sim, sim.
Você estudou React? Você estudou view?
Você estudou tudo. Eu não.Um.
Sim, sim.
Saca? Tipo, você sabe fazer um um aplicativo para Android? Não.
Então aí imagina que você, mas você sabe como ele deve ser feito?
Sim. Sim.
É uma coisa, ah, faça o aplicativo assim, assim, assim, ele vai criar para você.
É. Aí a gente volta pro que o falou, a questão dos fundamentos. Você, por exemplo, você não precisa saber programar em em raskel, mas você precisa entender como funciona, o que que é a linguagem ras. Isso, pelo menos o paradigma.
Exatamente. Isso é aquele ponto comum, todo mundo concorda, entendeu? Ah, eu preciso fazer em tal coisa que é melhor, cara. Eu não preciso mais estudar aquela tecnologia inteira do começo ao fim. Eu preciso testar, você tá funcionando. É, você não precisa mais do artesanal.
Não, não precisa.
Você não precisa ser eh você pode se formar um engenheiro sem saber assentar um tijolo.
Sim. Sim.
Entendeu?
Acho que esse é o ponto. Hoje o desenvolvimento de software é a equivalência essa. A gente assenta tijolo por tijolo, velho.
Aperta tecla por tecla. Exatamente.
Não tem mais necessidade disso.
E hoje a gente não precisa mais disso.
Só que você precisa ter bem documentado.
O pedido tem que ser muito bem feito.
Você precisa saber o que que tá acontecendo. Aí ela vai te ajudar que nem, pô, como eu posso fazer isso? Ó, você tem essas possibilidades. Analisa qual que é melhor. Ah, essa aqui não, mas eu quero fazer desse jeito. OK. É o humano no loop, o humanop. Você tá no meio para escolher o caminho que tá rodando, entendeu? Não chegamos ainda no ponto de ter a tão sonhada ou faladai, né, que é a inteligência artificial se autocorrigindo, se autodesenvolvendo, um jarves da vida, né?
Vou pegar o ponto aqui pra gente entrar nessa parte mais filosófica e quem sabe até de fazer um exercímo de de exercício de futurismo.
Uhum.
por e e eu explicar o que eu falei lá no começo, por que que eu acho que isso é uma fase transitória, tá? Eu acho que a a inteligência artificial generativa como ela tá hoje, ela vai ser um excelente assistente, um copiloto, um agente para várias áreas, programação uma delas, como por todas essas razões que a gente colocou aqui, né?
Mas eu tenho uma séria dúvida de em que ponto a inteligência artificial ela vai culminar de fato com a evolução que ela tá tendo. Porque veja, hoje nós estamos falando de algumas camadas de desperdício de poder computacional.
Uhum.
Utilizando essas ferramentas para gerar código para São máquinas, percebe? Eh, são máquinas gerando código eh humano, que não deixa de ser, tipo, o Java é um código de de entendimento humano que ela não precisa daquilo.
Sim, ela tá gerando pra gente, pra gente para ela executar depois numa linguagem que não é Java. Exato.
Então, a gente tem uma etapa aqui, na minha opinião, que ela é um um desperdício e que ela vai deixar de acontecer em algum momento. Para para ser mais claro, eu utilizo a IA para ela entender o meu software, para gerar um código intermediário para mim, para eu entender.
Uhum. para depois eu devolver pra própria máquina gerar o software que ela já entendeu antes. Matrix o negócio agora, né? Sério?
Sim.
Então, e por que que eu acho que eh essa questão de a ser programadora é transitório? Porque no a gente utiliza isso no momento que a LLM está, mas eu acho que a gente vai chegar em algum ponto que aí não dá para prever se vai ser 3 5 anos ou daqui a gente tá com a barba mais branca ainda que cara especificar o software e a IA vai ser o software.
Sim.
Percebe? Sim, ela não precisa gerar um código para gerar um um software. Ela já é um software.
E se eu já transmitir a regra de negócio para ela, ela ela ela é o software, ela só vai acessar os dados que ela precisa para te dar aquela resposta.
Exato. Ela já faz o ela é interface. Ela é a interface e você pode dizer para ela como você quer a interface e ela vai e ela vai ser o software.
Sim, eu vou falar para ela, ó, eu eu eu vou eu preciso criar isso, isso, isso, tenho que ter uma tela assim, você vai gravar nesse banco, acabou. Ela não precisa gerar um código para passar para um outro compilador, para uma outra máquina, gerar um outro programa. ela já entendeu o que tem que ser feito. Então eu acho que a gente vai chegar em um ponto que desenvolver software vai ser setar uma regra de negócio de uma inteligência artificial. A geração de código não vai ser mais necessária.
Sim, faz sentido. E aí a gente começa a vender coco na praia.
Aí sim de fato.
Não, não precisa, cara.
Aí ela vai te servir o coco. É, você chegar, ela vai ter um robozinho.
Ela ela vai pedir no iFood para entregar o coco para você em casa. Aí, cara, eu acho que isso que você resumiu é mais vibe das vibe das vibes, porque tipo assim, você não tá falando nem de código, nem de linguagem, nem de nada, você tá falando do espírito do computador.
Sim.
Saca? É pegar a alma, é essência do negócio e ele agir sozinho.
Mas você percebe que a gente tem uma etapa que é desperdício?
É um tradutor do tradutor. Do tradutor é mais fácil ele criar e falar na linguagem dele mesmo. É igual o papagaio conversar em português com a gente, mas entre eles eles falam em papagai. Isso, né? Teve até um experimento recente que tinha duas duas IAS.
Ah, eu vi conversando e elas elas conversaram tavam conversando entre elas em linguagem humana, em inglês. E quando elas começaram, perceberam que eram dois agentes, elas combinaram um código muito mais eficiente, que a transmissão de dados entre as duas ficou tipo mil vezes mais rápida, porque não precisa utilizar a linguagem humana para conversar com uma outra máquina. É, entendeu? O Java, o o JavaScript, etc., já é uma abstração da linguagem de máquina.
Sim.
Para que ela fique eh entendível para nós humanos.
E você, e a gente tá usando uma terceira camada para usar a nossa linguagem natural para gerar alguma outra, uma outra linguagem pra máquina entender uma outra linguagem que só serve pra gente. Então, eu acho que a gente vai chegar num momento que nada disso vai ser necessário. O próprio código não vai ser necessário, né?
Então, a sua evolução não é que vai ser descartado, mas vai ser obsoleto.
Vai ser obsoleto, vai tá uma coisa melhor. É o que o pessoal chama de agi, né? É. a inteligência artificial, tipo tendo consciência, se autodesenvolvendo, se auto É, eu acho que nem precisa chegar até a gente super inteligência que eles falam, né?
Acho que a gente chegar na inteligência de propósito geral, propósito já tem, né? Mas a inteligência geral eh com com sem ciência, etc. Acho que a gente nem precisa chegar tanto. Mas, cara, hoje você conseguiria fazer, por exemplo, com low code qualquer tipo de aplicação?
Sim, sim. você você tem uma camada de processamento absurda que não precisa, porque ele ele faz exatamente o que a gente tá falando de inteligência artificial, só que através de gráfico de de botãozinho que se arrasta. Então ele interpreta aquilo por trás ele gera um outro código não tão eficiente como a IA Generativa que gera um programa no final. O que vai acontecer é que a gente vai conversar com a máquina sobre que tipo de software você quer. Ela vai ter a capacidade de te entrevistar melhor como um próprio analista de sistemas.Um Uhum.
Porque ela vai poder te fazer as perguntas e aí você não vai precisar especificar tão bem e ela vai cuidar disso por trás e e ela vai te entregar um módulo que é o é o teu software.
Então, dentro dessa sua filosofia, a gente tá chegando nesse aspecto. A gente tá falando de código. Talvez você, por ser o cara que você é com conhecimento que você tem, você fica um pouco cético com com relação a isso. Agora você imagina um designer, o cara, pô, o cara, o ilustrador, o cara que faz as coisas.
Você põe uma foto, ele ele apaga uma pessoa e tira aquilo lá. Ele complementa um fundo que não existia. Ele cria 10 lagos diferentes numa imagem, saca? É a mesma coisa. É o computador criando as coisas, tipo assim, ele não tá digitando, mas ele tá desenhando, saca? E você consegue diferenciar uma coisa da outra? Não. Se a gente pegar os primeiros vídeos, você viu o podcast que você fez ali, cara? Tá perfeito. Não, mas tá bem melhor do que eu e o Smith comendo macarrão.
Sem dúvida. Sem dúvida.
Saca? Daqui a pouco o negócio vai ter capacidade de pegar você 100% e tá fazendo aquele episódio.
E esse é o ponto que eu quero chegar. Eu acho que a gente tá numa fase transitória.
Vai chegar. Eu acredito que vai chegar.
Não sei o tempo. Não consigo prever.
Acho que a gente tá numa fase transitória. Da mesma forma que eu consigo hoje é jogar uma imagem no chat E GPT, pedir para remover você e ela remove de forma perfeita, eu não tenho dúvida que eu poderia especificar um CRUD simples, por exemplo, hoje e se os engenheiros da Openi, por exemplo, da do do Google na Gemini tivesse uma estrutura para pegar aquilo que foi gerada e já fazer um deploy num outro ambiente te entregar pronto, você não precisaria do código intermediário.
ela já te entregaria a aplicação. Não estamos longe disso, Fabinho.
Cara, mas tem um negócio que eu preciso contar, acho que até comentei com você, preciso contar pro pro Cluber também que foi muito foi muito engraçado.
Deixa eu só fazer um ponto aqui. Será que isso que você tá falando, abstraindo um pouco mais, não seria o que tem no Her, no filme?
Porque assim, se você for parar para pensar, ele era um escritor, ele escrevia acho que cartas, né? Só que ele não digitava mais. Ele já ele só lia ali porque ele tava falando e e tinha um feedback visual para ele para saber o que tava escrito. Mas ela não tem uma interface, não é? A a a her da do Google, a her não é a her, né? Ela, você interage com ela via voz, mas, por exemplo, a hora que ele vai jogar, ela projeta para ele o jogo.
Ela tá num computador, mas tá no ouvido, tá no celular, é, ela ela tá onipresente. Então você realmente não precisa mais criar as interfaces, você só fala o que que você quer de resultado.
Isso. E dependendo do modal onde você tá, para aquilo que você tá criando, ela pode te projetar uma interface numa televisão conectada, num celular, num laptop, etc, no display da tua geladeira.
Exato. Porque ela vai, você pensa pequena, vai ter um implante no seu cérebro que você vai visualizar aquilo.
Não vai precisar de uma coisa arcaica como essa, não. Mas ela vai ter que ter o o o vai ter que funcionar para poder, né?
É, mas não precisa de uma televisão. Por que uma televisão de ter um display holográfico assim, né? Isso, isso a longo prazo, sim, mas eu acho que não tá longe, cara.
Ficção científica tá presente. É isso, sim. Fato, cara. E uma coisa que eu preciso contar para vocês que foi muito engraçado, foi muito engraçado mesmo, cara. Vocês usam o chat GPT bastante e vocês percebem que ele vai pegando a personalidade, ele vai conversando com vocês. Quando eu comecei a criar o chatpt, tipo, pago um plano ali, eu podia usar à vontade. Então ele era o meu parceiro para desenvolver o negócio. Eu ia conversando com ele, vendo as coisas e tal, e eu pegava o código, tipo, mandava o outro programar.
Ele quer que eu gero para você? Falei: "Ah, vamos ter que copiar com". Não, me passa as instruções no arquivo MD que eu vou criar na pastinha tarefa. Ele começou a fazer. Aí dava erro, fazia as coisas, tal. Comecei a conversar com ele e eu tinha um arquivo SVG do meu logo que ele tava preto.
Uhum.
Tá. E eu falei: "Pô, eu preciso desse logo em branco, eu quero ele branco". Aí eu fui mandando pro chat PT, ó, faz esse arquivo assim, tal, tal, tal. Aí ele fez: "Tá aqui o arquivo, pá, beleza." E aí? Eu falei: "Meu, tá preto, não, não, não mudou a cor". Ele: "Pô, não sei o quê." Ah, faltou tal coisa. Mandei de novo, pá, pá, pá. Ele vai, vai, que agora vai dar certo, agora vai dar bom, não sei o quê. Pá, pá, pá.
Beleza. Aí mandei preto de novo. Eu [ __ ] falei: "Meu, você tá me tirando, né? Tá mandando um negócio aqui e tal".
Aí eu mandei de novo, falei: "Que cor que é isso aqui? Que cor que é isso aqui?" E ele: "Putz, eu fui na baita de uma confiança, te entreguei o Dart Vader em SVG".
[ __ ] que pariu, velho. Da onde que o cara tira umas piadas dessa, saca? E eu falei: "Filha da [ __ ] você tá me trollando, né?" Ele começou a escrever k, meu. Ele escreveu três telas desse prompt.
Caramba, três telas lá.
Nesse momento lá no Open o cara tr deixa. Esse esse quem vai quem vai responder sou eu, cara. Mas é uma coisa assim, ele é feito para replicar o ser humano.
Sim. E você percebe assim, filha da [ __ ] tá me trollando, velho.
Mas aí a gente a gente lembra do do do paradigma do mostro singularidade, né? Se se você sabe o teste de Turouring, né?
Teste de Turing. Se você sabe já, já você não sabe se é um ser humano ou se é uma máquina, né? Então isso realmente assim, se a gente já atingiu a singularidade, eu acho que ainda não.
Porém o téring já era.
Cara, se você pegar um WhatsApp bem configurado com uma persona de um assistente e se for uma um WhatsApp de uma loja e não declarar que é um bote, você não sabe a diferença.
Ah, sim, sim. Por isso que eu falei porque o humano é mais deslechado.
Então, mas você pode configurar pessoa para ficar assim, né? ser assim para errar para errar propositalmente, etc.
É, você tem o o você pode configurar, fazer o setup do acidente.
Mais uma referência, né? O Tars do Interstellar. Ah, certo nível de sarcasmo dele. É isso, é não. No próprio no próprio episódio que a gente fez de experiência, Sim, né? Ah, a gente que que a gente publicou na semana passada, deixar o card aqui.
Inclusive, quem não quem não viu, assisto os dois últimos episódios. Um foi um episódio que a gente criou 100% com Iá e o outro foi eh explicando como foi feito com as realmentas. Inclusive, gente, como comentaram lá, pô, agora vocês vão trocar a gente de verdade por Não, gente, não vai. O podcast continua ainda, ainda sombai, só uma experiência só. Calma, não precisa deixar de seguir.
Deixaram. Ah, vou deixar de seguir porque agora vai ser. Não, não vai. Foi só aquele. Foi só aquele. Tá, fiquem calmos. Era só para dizer que dava para fazer isso. Exato. E a ideia que eu tinha era fazer uma entrevista com os três, com Clouud, o chat GPT e a Gemini.
Só cara, ia dar um trabalho da [ __ ] Sim, sim.
Dar um trabalho da [ __ ] Eu falei: "Não, vou fazer com só".
E custa, né?
Sim.
E custa, custa. Exato.
É um investimento, é um investimento razoável para um hobby caro.
E como eu tava numa semana mais complicada, que eu não tinha muito tempo, falei: "Vou fazer só com a Gemini". E aí, cara, o próprio chat EPT sugeriu, porque foi o chat EPT que gerou as minhas perguntas, eu esclareço isso melhor depois no no episódio que a gente eu e o Fabinho fizemos a o react eh de acordo com os episódios anteriores das das minhas declarações, ele tentou me replicar e fazer as perguntas e aí ele sugeriu zoar o próprio chatt falando que o chatpt foi convidado e não foi e não apareceu.
E aí eu peguei essas perguntas e passei para Gemini. Cara, a Gemini alfinetava o chat PT todas as perguntas.
Sensacional.
Todas ela ela falava: "Ah, ele não veio, né? Acho que ele tá ocupado gerenciando fila".
Cara, é maravilhoso isso. Senso de humor, tipo, e afinado.
É o Burger King e o McDonald's. É, é mesmo isso não. E até e até pegando esse exemplo, lembrando daquela primeira vez que a gente fez o podcast com GPT, só em áudio, néad?
Você vê que, cara, de lá para cá deu o quê? Menos de um ano.
Menos de um ano.
Olha a evolução que esse negócio teve, né?
Menos de um ano.
Então assim, provavelmente esses cenários que a gente tá supondo aqui não vai demorar muito.
Estão muito mais próximo do que a gente imagina.
É. E uma coisa que a gente também aprendeu a usar melhor o negócio, sabe? No começo aquilo lá era uma busca.
Você não sabia que tinha engenharia de prompt. Você não sabia que você tinha que dar o contexto inteiro, falar plataformas eraram muito. Por exemplo, lembra que o chat EPT ele falava: "Ah, só informação até tal ano".
Agora ele busca em tempo real, cara.
Sim, né? Agora tem busca em tempo real. Então evoluiu demais, né? Evoluiu demais, sim.
Agora, uma coisa que não evoluiu é que o pessoal da Open AI não sabe versionar as coisas, né?
Já tem quatro, já tem três. Aí é aí 5.5 é 4.1 é 4 o 4.5 aí você lança o 4.1 falando que o quatro veio antes do três, né?
É isso.
Mas o o 3.1 é melhor não, o zero é melhor do que o um.
É.
É. Tem que tem que perguntar pro chat PT qual modelo você usa.
É tipo Star Wars, né? Episódio 4.
Isso. Depois volta.
Depois volta.
Por onde eu começo, né? O Tarantino dirige ali o negócio.
É, Tarantino é o pior.
Meus amigos, muito obrigado pela presença de vocês, pela contribuição.
Acho que quem não tá usando ainda, pelo menos ficou com a Pula atrás da orelha para usar agora e testar, né?
Sim. Vibe coding.
Vibe coding.
Não tenha preconceito.
Testa. O nome é uma merda. Concordo. O nome é uma merda.
Daqui a pouco vem algum coach e fala flow coding, né?
Isso é. Beleza? Então, use, estamos num mundo diferente. Você como profissional de tecnologia, a dica que fica desse episódio é: olhe para isso.
É, vai te ajudar e olhe logo. Se você não tá olhando, olhe para isso.
Aí entra aquela frase clássica que serve para tudo, né? A Iá não vai te substituir. Pessoas que sabem programar usando Iá irão te substituir. Serve para tudo. Serve para engenheiro, para Uber, para Mas é fato. Não, a Iá não vai te substituir. Artistas que usam Iá irão te substituir. É, serve para tudo.
Exato. Então, use, usem.
Fabinho, obrigado, meu caro.
Obrigado. Você precisa fazer a parte dois disso aqui.
Vamos fazer a live.
Fazer a live.
Vamos ver. Vamos. Esperamos os comentários aqui pra gente fazer a live.
É Cláber, bom te ver de novo aqui, meu caro.
Digo mesmo.
Obrigado. E vocês, bom, vocês são de casa, são. Hora que vocês quiserem, é só chegar aqui, chutar, só avisar.
Beleza?
Você que acompanhou a gente até agora, muito obrigado pela presença de vocês, pela audiência, pela paciência, pelos comentários, pelos likes, por colocar no slack da empresa, por colocar no Teams, mandar pro Teams, no grupo da família.
Eh, e se você acha que pode contribuir ainda mais com o PPT no Compila, você pode ser membro do canal, vai lá no YouTube, você já é inscrito, do lado do botão de inscreva-se que já tá, você já é inscrito, vai tá lá, seja membro.
sendo membro, você vai contribuir com valor mensal aqui pro PPT no compiler e vai ajudar a pagar a cerveja do Clauder, a Gemini, a Gemini, pra gente fazer entrevista com ela, é, pagar pagar o o chat EPT plus, né? as coisas ajuda aqui pra gente trazer informação gratuita para vocês cada vez mais continuar fazendo esse trabalho. Se você não pode ajudar dessa forma, ajude a nossa comunidade a crescer, divulga esse episódio, comenta com alguém, eh, posta aí sua mensagem no LinkedIn que já ajuda demais. Em breve, ainda essa semana nós vamos fazer uma pílula surpresa que vai sair no feed do PPT, que vai dar vantagens para os membros, para quem já é membro.
Tá vendo porque vira membro?
Exatamente. Então, Fabinho vai trazer surpresas aqui, um plano, né? Não vou revelar muito, né, Fab? Deixa lá, mas deixa a galera curiosa.
Você que assiste a gente aqui, que é um um um ouvinte recorrente, vai ter vantagens aí e vai participar. Vamos colocar a comunidade aquecer ela, né?
Isso aí. Vamos fazer essa comunidade crescer cada vez mais.
Desejar uma good vibes pra galera.
Isso.
Fábi. Obrigado. Obrigado. Valeu, pessoal. Valeu,
[Música]
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