Internacionalização Bancária na Avenue: Produto e Tecnologia | PPT Não Compila Podcast
Convidados
Paulo Victor Gross de Souza
Head de Engenharia @ Avenue
Rogério Pereira
Head de Design e Produto @ Avenue
No episódio de hoje do PPT Não Compila nosso host Wellington Cruz recebe Paulo Victor Gross de Souza e Rogério Pereira, especialistas da Avenue, para um mergulho profundo no universo da tecnologia bancária e das inovações financeiras entre Brasil e EUA. 🌐 Vamos explorar como a Avenue permite que brasileiros invistam no mercado americano, superando desafios regulatórios e tecnológicos. Descubra a revolução que o Pix trouxe comparado a métodos internacionais de pagamento e como a Avenue se destaca nesse cenário de Internacionalização Bancária 💸💡 Além disso, conheça as estratégias da Avenue para fusão de Produto e Tecnologia, assegurando segurança total nas transações e a importância de um design focado no usuário. Discutiremos também o papel das stablecoins e da tokenização na redefinição do futuro financeiro e como essas inovações já fazem parte do planejamento da Avenue. 🏦🚀 Inscreva-se no nosso canal, deixe seu like para ajudar a espalhar esse conhecimento e compartilhe suas dúvidas ou experiências nos comentários! Queremos ouvir você! 🤝🔔 #Podcast #TecnologiaBancária #Investimentos #PPTNãoCompila #Avenue #InovaçãoFinanceira #Tokenização #Stablecoins 0:00 Destaques 0:55 Abertura e apresentação 4:41 Lidando com reguladores americanos e brasileiros 9:57 Diferenças operacionais 14:40 Experiência de câmbio na Avenue 18:33 Tecnologia bancária brasileira 29:09 Funcionamento de serviços na Avenue 34:37 Integração entre diferentes países 41:40 Estruturação de TI da Avenue 46:06 Relacionamento com área de Segurança 59:04 Relação com o banco Itaú 1:05:05 Desafio de Legado 1:30:00 Uso de IA para usuário final 1:34:11 Visão sobre Web3 1:41:49 Agradecimentos e considerações finais Convidados: Paulo Victor Gross de Souza: linkedin.com/in/pvggds/ Rogério Pereira : linkedin.com/in/rogério-pereira-b6128710 Spotify: https://sptfy.in/a6ci Youtube: https://youtu.be/zt5GRyllUc4 Outras plataformas: https://linktr.ee/pptnaocompila Acompanhe nas redes Instagram e Twitter: @pptnaocompila LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/pptnaocompila Produção: Voz e conteúdo | https://www.vozeconteudo.com.br - @estudiosvoz
- Experiência bancária no Brasil
- Produtização da Tecnologia
- Introdução e Apresentação
- Desafios da Avenue
- Chamada para Ação
- Regulamentação Multimercado
- Desafios Regulatórios
- Regulação e Experiência do Cliente
- Processo Operacional e Câmbio
- Abstração da Experiência do Cliente
- Patrocínio: Clever
- Tecnologia Bancária: Brasil vs. Outros
- Impacto do Pix
- Pix e Simplificação Bancária
- Inovações da Avenue em Transferências
- Dinheiro em Espécie vs. Cartões
- Compensação e Saques Internacionais
- Uso do Cartão Avenue no Exterior
- Presença Global da Avenue
- Parcerias e Abstração Tecnológica
- Experiência de Viagem com Avenue
- Planejamento Financeiro Internacional
- Segurança e Dinheiro em Espécie
- Patrocínio: Vem Bears
- Estrutura de TI da Avenue
- Organização da Engenharia na Avenue
- Modelo de Triade e Tribos
- Foco da Engenharia e Outras Áreas
- Segurança Cibernética e Confiança do Cliente
- Sofisticação de Golpes Financeiros
- Sinergia Engenharia e Segurança
- Tecnologia e Evolução do Cliente
- Parceria Avenue-Itaú
- Colaboração e Autonomia com Itaú
- Benefícios da Parceria e Autonomia
- Desafios Técnicos de Integração com Itaú
- Soluções de Integração: API-first e White Label
- Arquitetura Modular e Stack Tecnológico
- Estratégia de Dados e Organização
- Governança e Autonomia de Dados
- Uso de IA e Ferramentas
- Adoção de Ferramentas de IA do Google
- Personalidades das Nuvens
- Assistentes de Código e Produtividade
- IA para o Usuário Final e Assessoria Financeira
- Criptomoedas e Ativos Digitais
- Stablecoins: Evolução e Simplificação
- Agradecimentos e Encerramento
tava de férias, aí fui para um um pro resort aqui no interneu de Minas, minha esposa, meu filho, e eles não aceitavam Pix. Eu falei: "Puta, como assim, cara?
>> Eles não aceitavam Pix, era só pagamento via té." >> É mais difícil achar um cara que não aceita dinheiro em espécie do que >> eu não sei mais o número da minha agência, da minha conta.
>> Eu sei que eu acesso aqui, vou pela minha digital, tenho que pôr meu CPF, minha digital acabou. Eu uso a minha conta na EVN como uma das contas que tem parte do do meu patrimônio. Então também >> não tem mais aquela coisa de ah eu vou viajar daqui três meses, deixa lá na casa de câmbio ou pertinho da viagem e converter.
>> Por isso que eh eu defendo tanto a produtização da [música] tecnologia, né? Tá cada vez mais próximo com o time de produto para você justamente fazer um desenvolvimento que atenda a um produto.
>> Muito bem. Muito bem, meus amigos do PPT não compil, estamos aqui para mais um episódio e hoje eu estou aqui com os meus amigos da Avenue.
O que é a Avenue? Antes de eu apresentar vocês, uma voz misteriosa vai falar aqui o que é aven >> quer começar ou começa?
>> Começa.
>> Posso puxar?
Geralmente eu faço essa introdução assim, é a empresa que habilita o brasileiro a ter condições de investir no mercado americano.
>> Excelente. Um bom resumo, né? E essa voz que vocês ouviram aqui é do Paulo Gross, que é red de engenharia da Avenue. Dá um oi pra galera aí, Paulão.
>> Fala aí, pessoal. Obrigado aí pela oportunidade, obrigado pelo espaço.
>> Show de bola. Obrigado por ter aceitado.
E eu tô aqui também com o Rogério Pereira, que é red de design >> e produto >> e produto da Even.
>> Boa pessoal, muito obrigado. Obrigado pelo convite. Prazer estar aqui com vocês. Vamos conversar.
>> Isso aí. Então a gente vai bater um papo aqui hoje sobre como que funciona uma empresa que atua em dois mercados, né, no brasileiro e no americano. No mercado financeiro, né? Avenue, ela intercambia essas transações entre quem tá aqui no Brasil ter acesso ao mercado americano, né, e de outros países, inclusive, né, para fazer essa tipo de de, enfim, investimento, banking, etc. E a gente vai entender com eles aqui hoje como que funciona do ponto de vista de produto e do ponto de vista de tecnologia.
Você tá com Pelá um PK, né? Como é que a gente trata isso do ponto de vista de regulação? Como que a gente trata isso do ponto de vista de engenharia de software? Como a gente trata isso do ponto de vista de produto, de acessibilidade, etc. Vamos entender aqui como que funciona esse mercado, como funciona esse tipo de produto e os desafios de tecnologia. Quer entender como funciona a área de tecnologia da Even? Como elas estão tão estão divididos, como eles estão operando, como que eles tratam os dados, como que eles tratam o relacionamento com o Itaú, né, que é um grande parceiro aqui da da Eveny. Vamos conhecer aqui e entender que a gente vai ter um papo muito bom.
Tenho certeza que eu vou conseguir tirar boas informações desses caras aqui.
Vamos lá que o Bizor tá muito bom. Mas antes você pode já deixar seu like, né?
Que que vocês acham? Dá um likezinho ali já, né?
>> Contribui pro conteúdo. Conteúdo >> ajuda. Ajuda a gente continuar gerando conteúdo para você evoluir na sua carreira. Vocês não sabem quanto o like é importante pra gente, né? A gente sempre fala: "Pô, dá o like aí". Mas o like ajuda a você levar esse conteúdo para mais gente que tem um perfil semelhante com o seu, né? E você pode deixar aqui também qualquer dúvida que você tiver, deixa o comentário aqui. Pô, tal minuto, o Paulo Rogério falou que fiquei com uma dúvida. A gente vai deixar o linkedin deles aqui também no na descrição do do episódio e a gente encaminha essa dúvida para eles aqui. A gente vai te responder lá no no YouTube.
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Pepina. [música]
Sabe quando eu vejo essas empresas que trabalham com multimercado, como avenue, eu fico, a primeira coisa que me pega, que eu fico pensando, porque eu venho do mercado muito regulado também, trabalho na área de saúde.
>> E acho que é tão quanto regulado quanto a área financeira, né?
Como que é lidar?
Você deve ter ali alguns ativos que são comuns, né? Porque você tá tá atuando em dois mercados. Como é lidar com duas regulações, cara? Como que é?
Tá tá meio meia mussarela, meia calabresa.
>> Boa. Quer começar?
>> Posso, posso começar.
>> No seu caso, ainda lidando com dois públicos diferentes, né? tem uma Ah, >> não. E e a pergunta é ótima, porque eu acho que quando a quando a gente começou, cheguei em 2021, né, para para montar o time, a gente começou montando o time de design, depois, enfim, a gente começou a estruturar o time de produto, ainda não dentro de tecnologia. Então, é uma história legal.
E eu lembro do time tendo essa experiência de falar com com a nossa diretora de compliance, né, que a que é aga que fica inclusive no escritório de Miami para lidar com essa, vamos dizer assim, com essa limitação nova de ter tanto regulador brasileiro como regulador americano. É, e no final do dia o regulador e tanto a área de compli proteger a corretora, né? Hum.
>> Para quando a gente fala que a a Finha, que é o regulador americano, ele o papel dele é se a gente tá oferecendo o produto correto pro cliente, que, né, no papel faz muito sentido, né, você oferecer, mas você precisa também eh absorver o conhecimento para você ter um bom diálogo, né, com a com a área de compliance, porque >> eh às vezes a a interpretação do de como a gente tem que seguir a regra, de como tem que tá escrito, escrito na interface, como é que tem tá escrito na comunicação. Ela tem alguns algumas limitações para que você equilibre como você faz a oferta, eh, de uma maneira que tá dentro do da das quatro linhas, dentro das regras do jogo, mas ao mesmo tempo que você tem um pouco do tom comercial de de de oferta ali, né? Então é, esse é um equilíbrio que que eu lembro que no início, né, quando a gente brinca assim, não, a gente tentou fazer uma experiência X, então o complic barrou, falou, não, compli barra nada, o compli tá ali para trazer eh as preocupações, as limitações que nós, design, produto, engenharia, precisa ser criativo também dentro desse desse processo, né?
Então, já também tava acostumado com reguladores brasileiros, mas com os dois reguladores você precisa ter um jogo de cintura ainda maior e um conhecimento muito mais profundo para você entregar uma experiência que pro brasileiro entender, mas ao mesmo tempo você tá respeitando o a regulação tanto o Brasil quanto Estados Unidos. Então é um baita desafio. Baita desafio.
>> É, acho que tem bem esse ponto. O Roger tem mais histórico, né, que eu, como comentei, eu entrei em novembro do ano passado, mas eu já conhecia bastante o mercado Onchore, o mercado brasileiro. E eu sou cliente da Even quase desde o começo, desde 2020 ali. Então, da outra ponta eu já conheci a empresa. Então, tem essa dificuldade que o Roger comentou, tem o regulador brasileiro, o regulador americano, mas tem um elemento também que eu notei ali, eh, para FinRa tem muito a forma como você fala, a forma como você não, você pode falar pro cliente o que você tem de portfólio, mas você não pode dar uma indicação. Então ela é muito mais dura nesse sentido do que e acho que tem um outro elemento também no Brasil, os players já sabem trabalhar no onshore a mais tempo. O offshore ele era uma coisa relativamente nova.
>> Exato.
>> Então como que você equilibra isso, eh, esse molde da FinRA com você ter uma jornada fluída pro cliente e aí é muito mais a parte de produto e design até do que de engenharia, né? Sim, >> e a gente teve que aprender a trabalhar em em conjunto com compli sobre isso.
Mas achei bem interessante no offsite recente que a gente fez agora em setembro, né, que a Alga comentou um negócio que me marcou, que é se você faz um negócio pró, cliente no centro, você tá em acordo com a FR, >> então é meio que essa pegada. Eh, e aí é onde a gente consegue encontrar o equilíbrio. Se a gente for próente, a gente tá mais próximo de estar em acordo com o regulador americano.
>> É porque no final do dia o nosso papel é ofertar, não, né? Ter os produtos que são aderentes a cada tipo de cliente, a cada eh se é um conservador, se é um mais agressivo. Então, né? Sim. Eh, cair no risco do cliente achar que a gente tá ofertando produto que não é para ele. É o que a Finra tá falando, você não tá ofertando produto que é adequado para aquele perfil.
>> Sim, sim. E do ponto de vista de de produto e de comunicação, >> Uhum.
>> Eu entendo que você até consegue ter um pouco de bom senso e o meio termo que você consiga atender os dois, né?
>> Sim. Mas aí a pergunta que me deixa a pouco atrás da orelha é na operação, né?
Porque quando você tem uma operação, por exemplo, de uma corretora brasileira, você tem uma série de, por exemplo, integrações e de troca de informações com com Banco Central, etc. Existe isso também pro lado americano ou vocês tratam isso através dos bancos que te dão retaguarda por trás para fazer essa operação? Como é que funciona isso?
>> Não existe. Existe os dois. A gente faz, assim como no mercado brasileiro, tem algumas integrações que unificam, como assim na core, por exemplo, né, no Brasil.
>> Eh, lá fora a gente faz integração com broke dealers, >> então a gente faz alteração de boleta com esses broke dealers.
>> Sim.
>> Então, eles são regulamentados e certificados na FinR e a E avenil lá fora também é certificada e regulamentada na FinR. Então tem uma série de evidências que além de tudo que a gente comentou aqui do compliance e tudo >> que a gente tem que ter caso a gente seja auditado.
>> Então é meio que uma dupla certificação.
A gente tem que ter e tem que estar em acordo com o regulador. E o broke dealer que a gente integra também tem que ter e também tem que tá de acordo com o regulador.
>> E aí você usa o broke dealer como um ponto de comunicação lá. E aqui você usa a você falou >> CV, a no caso a CVM, né? A regulação vi CVM CVM. Entendi. Então você tem essas duas comunicações. Então eh pode parecer meio leiga a minha pergunta, porque eu sou leigo mesmo, tá gente? No mercado financeiro eu entendo muito pouco.
>> Mas quando, vamos supor, eu eu sou um cliente de um cliente médio ali da Avenue e aí eu faço uma compra de dólares, por exemplo, né? Eu tenho que reportar para CVM e também tenho que reportar pro Argoamericano ou não?
>> Essa é uma boa pergunta. Vou vou contar a cadeia como todos impactou jornadas na [risadas] >> Porque imagina assim, você tem seus reais aqui em algum banco.
>> Uhum.
>> E aí você transfere através de um Pix para Even, >> tá?
>> E aí esse dinheiro tá em reais, ele tá aqui no Brasil.
>> Sim.
>> Aí você vai fechar um câmbio via DTVM, via corretora.
>> Uhum.
>> E aí a gente vai passar esse reais para dólar. No momento que eu fiz essa remessa que eu passei, eu tenho, eu sou, eu tenho que enviar essa comunicação pro Banco Central aqui. Banco >> central.
>> Então o Banco Central tem que saber que a remessa foi ou que a remessa voltou.
>> Então aí já tem um ponto de regulação.
>> Tem, tá? Uma vez que você mandou, você pode mandar a remessa para fora em dólar ou euro e aí você pode depositar numa conta banking lá, que é uma integração com um player, um parceiro, ou numa conta investimento, que é um outro parceiro, que é regulação da FINER. E a partir daí você pode investir no mercado americano. Então só aí eu já falei de uns três pontos pelo menos de regulação.
Imagina como é de integração, ou é API ou é mensageria que a gente utiliza, mas imagina como você fornece uma jornada fluída pro cliente fazer isso em segundos. Sim. É, tendo todos esses pontos compliance que você tem que seguir. Isso é um ba desafio. Então, e e eu peguei exatamente quando mudou esse processo que a gente era obrigado a informar na hora do câmbio que a intenção do cliente é utilizar numa conta banking, seja para pagamento, seja para gastar numa viagem, ou ele tá fazendo câmbio para investimento. Então isso é necessário.
Esse cara não sabe, ele só quer >> essa é é a >> quero proteger meu patrimô e deixar uma reserva em >> Esse é o desafio da experiência. Esse é o desafio da experiência que ao mesmo tempo ele precisa manifestar a intencionalidade para que a gente tenha comprovação de como ele vai usar aquele dinheiro. Até porque tem mudado bastante. Cada tipo de uso vai ter um custo diferente de de OF, né? tem incidência de OF diferente.
>> Então tá mudando, muda esse ano mudou várias [risadas] vezes, >> mas quando a gente teve que fazer isso na experiência foi complicado, porque exatamente isso que você falou, às vezes você só quero, [ __ ] só quero dolarizar e deixar o dinheiro lá parado, porque na minha cabeça esse dinheiro já tá rendendo. Eu nem tomei decisão se eu vou usar ele para >> viagem com a família em dezembro >> ou se de repente eu vou comprar um ITF, vou comprar uma ação da Apple, etc.
Então, é, >> e uma dúvida que eu tenho como usuário e leigo, quando eu abro minha conta na Avenue, eu tô colocando, faço a transferência via Pix.
>> Aham.
>> E eu vejo lá na minha própria conta isso em dólares, certo?
Eh, como você falou, esse dinheiro ele tá em algum lugar lá num num intermediário americano. É isso. Então, eu tenho uma conta lá que tá abstraída pela pela tecnologia da Avenil. Como que funciona isso? Perfeito.
>> E aí quando eu coloco o dinheiro também via PX aqui também tô abstraindo. E aí você faz uma camada que abstrai tudo isso que o cara provavelmente para fazer >> sim >> sem um produto como esse que vocês têm, o cara teria que fazer isso com uma série de de ações para conseguir fazer, né?
>> Olha, eu eu já tive conta offshore em 2017, cara. O câmbio, você tinha aqui no cartório para você registrar um documento para levar no banco, >> parecia que tá fazendo algo >> para fazer a remessa. [risadas] Ela sumia da sua conta, aparecia dias depois lá na conta que você abria lá fora, >> era um player lá fora com o contato, o suporte, tudo em inglês e isso levava dias, né? A Evenil faz isso hoje em segundos, né? E como você falou, a gente aí de novo, é totalmente a praia do Rogério, a parte da experiência de uma forma fluida que você vai conduzindo o cliente e ele coloca o dinheiro em reais, passa para dólar, ou el ou ele coloca numa conta para gastar no cartão ou ele investe por trás.
>> É muito >> a gente abre conta em mais ou menos dois broke dealers, uma banking account evm.
a gente abre mais ou menos umas quatro contas por trás no momento do cadastro >> por trás >> e isso tudo pro cliente é transparente >> em minutos >> car genial isso >> é e e eu acho que essa foi a talvez o o a grande transformação que a foi a primeira grande conhecida >> a pegar um processo de cara caramba, eu tô mandando, eu tô convertendo meu dinheiro em segundos, sendo que era ou esse processo que o Paulo comentou era um processo no shopping, né, comprar dólar para >> para botar no envelope para viajar, que não fazia menor sentido, parecia que você tá fazendo algo errado.
>> Então esse processo, eu lembro que quando eu cheguei também eu comecei a testar o produto e e ver o produto, eu fiquei [ __ ] impressionado, mas o que tá por trás em termos de tecnologia é só e tem quatro contas sendo abertas na no momento que você tá fazendo abertura de conta, no momento que você tá fazendo o processo, né? Então, eh, acaba sendo 2018 foi quando a Ev foi fundada. Era um, hoje vários players já estão fazendo, mas era uma, >> uma inovação, vamos dizer assim.
>> Sem dúvida, sem dúvida.
>> Quero falar com você agora que ainda não conhece a Clever. Clever é uma empresa que já tem mais de 3 milhões de usuários em 30 países com 30 idiomas diferentes, que tem trazido soluções em blockchain, criptomoedas e ativos digitais. O objetivo da Clever é te dar liberdade financeira para operar esse mercado de cripto. Então, se você acredita nisso, se você acredita nessa liberdade, você já pensa como a Clever, vai conhecer os caras, é clever.Ou estão contratando também pessoal para trabalhar com cripto, com blockchain. Então, se você tem interesse, se você tem conhecimento nessa área, procura a Clever. Se você gosta de criptomoedas, se você opera no mercado, você precisa conhecer a Clever, precisa conhecer as soluções da Clever.
Então o endereço tá aqui embaixo no vídeo. Para quem não tá no YouTube é clever. Vai lá, vai conhecer que realmente é um mercado sensacional.
Eu fiz essa pergunta no num dos episódios que a gente fez sobre tecnologia bancária e vou deixar até o card aqui, aqui, sei lá, em algum lugar aqui. Quem quiser conhecer também foi um episódio muito bacana que a gente falou sobre como a tecnologia bancária foi bem naquela ocasião que teve um ciúme do Pix com os americanos, etc. E aí eu queria ver a opinião de vocês que conhece bem os dois lados, né? É verdade que de fato a tecnologia bancária brasileira é muito superior às outras que a gente vê em outros mercados ou já foi, hoje não é mais ou realmente faz sentido essa observação?
>> Tem a menor dúvida. [risadas] >> Vai lá.
>> Posso dar minha opinião do ponto de vista mais técnico, né? Aí o Roger complementa com a parte de experiência, mas eu acho que a gente é muito melhor nos dois, né?
>> Sim.
>> Por exemplo, eu fui para lá recentemente, no escritório de Miami mesmo, em setembro. Eu acho que a parte de pagamento com cartão, eh, aproximação, tudo tá parecido.
>> Uhum. Agora, quando você fala eh de transferência, pô, os caras estão na época nem da TED, do pique ainda.
>> Ah, >> que você faz uma transferência e cai no outro dia.
>> Route number, que você precisa ter, né?
>> É, route number.
É, é um número gigante, é uma string gigante que você tem que passar, >> se um código que você precisa para você transferir para uma outra conta, >> assim, é muito longe do Pix. Então, esse é um ponto, o Pqudor é tanto Estados Unidos quanto Europa, né?
>> Sim. E um outro ponto também, você abre uma conta eh num banco americano, vamos tirar aí JP, Bank of America, que são os maiores, um banco menor. Cara, a experiência não tem comparação. Você não tem essa fluidez que a gente tem no aplicativo da Even aqui.
>> Então, eu acho que tá anos luz, tanto em eh tecnologia quanto em experiência. Tanto você diz, tanto na tecnologia que é fornecida direto pro usuário final ali, pessoa física, quanto na rede interbancária também, né?
>> É, a rede interbancária, aí eu não posso falar tão a fundo, né? Que eu não conheço o core da coisa, mas pro cliente final com certeza.
>> É, mas a gente acaba concluindo, né, que se a gente tem tanta espera, não tem uma eficiência tão grande em transferências, etc., Porque talvez a gente não tenha uma eficiência tão grande entre os bancos ainda, né?
>> Dá, a gente consegue inferir isso olhando de fora, né?
>> Sim. É, e é o que o Paulo falou, a indústria eu acho que nos últimos dois tr anos deve ter melhorou bastante. Você tem muito, você tem qu a quantidade de empresas do setor financeiro nos Estados Unidos é cara absurdamente.
>> Pois é, né?
>> É grande, né? Mas é é paralelos, né?
Você comparar urna eletrônica com voto em papel?
>> Sim, >> é a mesma coisa. Tem duas tem indústrias que não se desenvolveu, né? Eu eu eu ainda acho estranho a pessoa pegar o teu cartão e ir lá para dentro passar como se fosse, né? No >> é, lembra que passava o carbono >> no no carro no carro [risadas] que se assina assim. Então >> eu acho toda vez que eu vejo isso eu falo: "Puta, essa esse pedaço da experiência não evoluiu nessa indústria". ainda tem um um sistema, seja tecnológico, um sistema de controle, segurança ou o jeito de você pagar, que é totalmente diferente.
>> Mas é isso que é curioso, né? E o Pix, cara, acho que o Pix é assim, é é >> o Pix é >> é uma revolução que >> deve ser, não tenho números, mas eu acredito que seja o método de pagamento e transferência mais eficiente do mundo hoje.
>> É exato. Então assim, você lá a gente tem alguns produtos americanos, como o Paulo falou, você tem, cara, para você transferir um dinheiro para outro banco lá, você tem campos que você nunca viu na vida. Por que que eu tenho que esse identificador aqui que talvez demore até um tempo para ir voltar e o dinheiro bater? Então é um processo eh eu sempre achei o o setor financeiro brasileiro bancário, mesmo quando a gente só tinha Banco do Brasil, Caixa Econômica, Itaú, Bradesco, já muito mais à frente em termos de tecnologia, >> não tenho dúvida.
E um outro ponto também é o retorno.
Você faz uma, por exemplo, Pix, eh, eu transferi para, eu nem chego a transferir. Se eu colocar uma chave incorreta, ele vai falar que tá incorreto, né? Não vai, né?
>> É, não vai. Quando você faz um transfer, eh, e ele dá erro, o cliente muitas vezes ele fica sem o feedback, tipo, meu dinheiro vai voltar, não vai, ele tá parado no destino, ele tá parado na origem, não saiu daqui.
>> Então tem tem essa questão.
>> E aí, trazendo um pouco pra tecnologia, aí eu posso falar pelas integrações que a gente tem, né? Eh, tem player que a gente integra, vai, não a parte síncrona, mas com conciliação, esse tipo de coisa, ainda via arquivo, via troca de arquivo.
>> Nossa, cara. É, não posso falar nada que na área de saúde também tem ainda. E e a a experiência do Pix, ela se tornou um tão comum que aconteceu um caso recentemente comigo, foi tava de férias, aí fui para um um para um resort aqui no interior de Minas, minha esposa, meu filho, e eles não aceitavam Pix. Aí eu falei: "Puta, >> eles não aceitavam Pix, era só pagamento via TED". É mais difícil achar um cara que aceita dinheiro em espécie do que nas lugares que >> aí eu falei: "Puta, eu conheci com minha esposa, mostrou lá os dados bancário." Cara, foi tão foi foi muito estranho. Eu entrei no aplicativo do Itaú e o Pix tornou tão comum que eu não lembrava mais como eu achava [risadas] a transferência via Ted. Eu falei: "Cara, cara, não, eu eu esquecia, não conseguia chegar." Então, eh, o modelo se tornou tão, tão automático que você esqueceu como é que era a experiência antiga.
Então, você precisava fazer, tenta procurar no aplicativo tal, falar assim: "Cara, como é que faz?" >> Eu não lembro mais, >> eu não lembro mais como é que faz os maias, os incas. Como é que faz? Exato.
Então, é, [risadas] virou um modelo mental, né? Lembra mais comum, você faz agora via WhatsApp, né? Consegue fazer via WhatsApp. Então, >> sim. E vocês perceb, a gente percebe que, eh, as pessoas tinham muito na ponta da língua, por exemplo, número de agência e conta. Eu não sei mais o número da minha agência, da minha conta, né?
>> Eu sei que eu acesso aqui, vou pela minha digital, tenho que pôr meu CPF, minha digital acabou, >> meu Pix é meu e-mail, meu CPF, acabou.
Você abstraiu isso, né? Então, antes eu, pô, eu lembro minhas contas anteriores, >> eu lembro até hoje o número. Minha conta atual eu não sei, cara.
>> Exato.
>> É igual teu número de telefone, tá? Você sabe o número, o seu, você sabe o da minha esposa, eu não sei. Toda vez que eu tenho que dar o código do efood, eu [risadas] tenho que entrar na foto dela e falar isso.
>> Exatamente.
>> O da minha esposa eu sei porque eu não atendo ligação desconhecida. Aí eu passo o número dela. Consegue ver, [risadas] >> mas o da minha mãe eu não sei qual.
>> Pois é, cara. Eu lembro eh há uns tempos atrás eu tinha uma eu tive um portal na cara, isso estamos falando de mais de 10 anos atrás, hein?
>> E que eu recebia uma remessa do Google AdSense.
>> Legal, >> que era pagamento externo, né?
E aí tinha que ter um banco intermediário e bicho que tinha de código que eu tinha que setar na na plataforma do Google >> para esse cara chegar aqui e esse banco que fazia essa intermediação me fazer um TED. Na época eu não tinha Pix, cara, era quase um teste de inteligência. Assim, você quer receber dinheiro, passe por esse teste.
>> Mas o wire transfer, wir wiing out, né?
Transferência interbancária americana. É isso. É o número do banco que é um número gigante. É o número da conta que é um número gigante.
>> Tem outras informações lá que eu não lembro de cabeça, mas são uns quatro, cinco campos.
>> É, tem uns uns números gigantes ali que cara, não é não é só falar o número da conta e agência e número da conta agência. Quanto E quanto mais números de identificadores, mais a taxa de erro é maior. Maior. Exato.
>> Tanto é que a gente criou uma funcionalidade recentemente no aplicativo da Avenue, que é você salvar as os transferências favoritas, né?
Porque como é um processo um pouco mais manual, vamos dizer assim, tem mais informações para você preencher, se você já deixar salvo da você já facilita a vida da pessoa que faz uma transferência que é recorrente e tudo mais.
Então ajuda esse cliente que faz normalmente ele não tem que digitar tudo de novo.
>> E puxando a a sardinha para Even também, o Pit é muito bom, >> que é o método que a gente tem de transferência entre contas Even.
>> Então eu preciso transferir um dinheiro pro pro Rogério em dólar. Eu pego o e-mail dele, da conta dele, transfiro. É instantâneo.
>> É como se fosse um Pix americano viaven.
Isso é tranquilo. Você só digita o e-mail da pessoa.
>> Uhum.
>> Eu uso muito para dar presente para funcionário ou >> eh quando tem vaquinha de casamento ou qualquer outra coisa.
>> Então a gente >> é bom que vai em dólar, ó.
>> Ou quando vai para Miami, eh, lá não tem, não é muito comum também. Você vai almoçar 10 pessoas, eh, você não divide em 10 e o cara vai passando a maquininha um por um.
Então, geralmente uma pessoa paga tudo e aí a gente faz o pit para ela.
>> Ah, entendi.
>> É outra cultura, né? A diferença um pouco diferente.
>> Vem um cara e paga e aqui o cara já tá acostumado, já vem na na >> já vem dividido, >> já vem dividido aí e tal.
>> Legal. E e esse negócio de de de da evolução tecnológica realmente no no Brasil, alguns anos atrás eu eu tive na Europa e, cara, eu levei dinheiro porque até cartão é difícil você ter >> eh lugar que aceita mesmo cartão de débito e tal. O DN espécie é muito usado ainda, né? Na Europa, Estados Unidos nem tanto, o cartão já é mais popular, né?
Mas cara, é muito dinheiro em espécie.
>> E aí voltamos na velha doleira, né?
>> Sim.
>> E aí e e é muito louco isso. Mas eu puxei esse gancho porque eu queria entender com vocês como é que funciona essa compensação do dinheiro de um de um ponto para outro. E aí eu vou usar um outro exemplo que eu eu tive também uns anos atrás na Argentina.
>> Uhum.
E eu sei que não é o mercado que vocês atuam, mas talvez tenha algumas semelhanças, né? E aí eu usei um outro, um outro outro serviço financeiro, porque não sei, não sei se chega a ser concorrente de vocês, >> mas eu fazia Pix aqui no Brasil e sacava o dinheiro em espécie lá na Argentina, numa agência, né?
>> Uhum. Eh, e é muito louco porque era em usava o câmbio paralelo, não usava o câmbio oficial e era por isso que agora tá muito parelho, né? Agora a Argentina é outra, mas foi antes do do Mil. Então >> é, a Argentina tinha o dólar blue, né?
>> Isso era o dólar blue oficial e o e tinha paralelo.
>> Isso. E aí essa corretora ela ela usava o dólar blue. E aí eu de lá mesmo com o aplicativo do meu banco, fazia um Pix. E aí eles me davam Qode, eu levava o Qcode lá e sacava em dinheiro lá. Eh, é semelhante esse processo, tipo, esse dinheiro sai daqui, vai para um banco de lá e aí o saque é feito nesse outro banco de lá que eu não sei que existe.
>> A Even, ela tem uma um CNPJ em uma conta aqui na TVM Cash e tem uma nos Estados Unidos com escritório em Miami, registrado em Miami, >> tá? Então tem a paridade daqui para lá.
A gente faz a transferência para Even, né? Quando eu faço a a remess, né?
>> E aí tem as taxas, né? É a conversão mais spread mais o IOF, que é o vet.
Você faz a transferência. Quando o dinheiro chega lá, aí você faz uma transferência, se você quiser investir pro broke dealer, que é o banco de investimento parceiro, >> ou pra Banking Account, que é um outro banco, só que não de investimento, né?
um banco cash parceiro, >> que aí onde eu faria o saque, no caso, nessa experiência.
>> É isso. Você pode fazer no ATM.
>> Isso que aí você pode fazer na ATM, usar no cartão e etc.
>> Entendi. E aí, então vamos supor, vamos pegar essa minha jornada e levar para uma viagem para Miami, por exemplo.
>> Uhum.
>> Então, eu tô lá, eu sou cliente da Avenue, aí eu faço um Pix pra minha conta da Avenue, >> qualquer banco que você tiver, >> qualquer banco. E aí eu tô com esse dinheiro lá. E aí para eu sacar esse dinheiro lá, eu tenho que levar para esse banking account.
>> Isso para sacar lá em dólar, você tem que fazer esse câmbio. Mas você tem que fazer o câmbio pra conta bank para você sacar para que é o que a gente chama de câmbio de disponibilidade.
>> Entendi. Mas aí eu tenho que ter um cartão desse outro banco e tal.
>> Não, você tem cartão da Evely >> já com o próprio cartão da Even.
>> Próio cartão da >> Ah, legal.
>> Cartão que eu te mostrei agora h pouco.
Aquele cartão, ele é o que você faz toda a transação, seja online, seja o virtual, você vai usar para pagar. eh, no restaurante, bares, etc. E o físico, você quiser sacar em espécie.
>> Entendi. Ah, então depois que eu transfiro o dinheiro que ele tá em dólar, só para você falar se eu vou investir ou se eu vou usar ele com banking. Exato. É, o cliente ele só conhece a Even. Toda essa estrutura que que a gente tá explicando, ela é por trás, é abstraída pro cliente. Abstraída por trás. Entendi. Cara, que loucura, hein?
>> Exato. Exato.
>> E como é que consegu espécie, tá?
[risadas] Fique tranquilo, cara. Depois da Even eu nunca mais peguei nada em espécie. Não lembro mais a cor da nota do dólar. Eney atua e tem outros países também.
>> A gente tem o nosso cartão, ele é aceito em mais de 180 países.
>> E a gente também tem a a conta eh euro, se você quiser usar em euro, né, para não ter o também o ali o cross fe border ali que tem que pagar. Eh, vai ter alguns países que de repente não vai aceitar o o dólar, só aceita o euro.
Então no nosso site você consegue ver se você precisa fazer aviso viagem, mas também você pode usar o euro para se você de repente for paraa Europa e preferir usar o euro >> também, mas lá se você passar em dólar vai passar talvez em dois, três países que você precisa tá tá tá conectado ali.
>> Entendi. E e essa abstração dos países você o broke dealer faz para você ou você tem que ter essa >> Não, tem um outro tem um outro parceiro que faz isso pra gente que aí não é um broke dealer. Broke dealer é só para fazer a ponta com investimento, >> você comprar equies, né, que são a as ações, eh, ou fundos ou renda fixa. No caso do cartão, tem um parceiro que ele faz, ele faz essa gestão do cartão.
Então, a gente tem um BIM registrado com ele e aí toda essa gestão da emissão, da reemissão, do cancelamento, controle de fraude, eh, a lista restritiva, porque tem países, como o Rogério comentou, que já é aberto, por exemplo, Europa, você vai lá e passa o cartão, não precisa habilitar o aviso viagem mais.
>> Tem país que você pode passar o cartão, mas precisa habilitar o aviso viagem e tem país que é restrito, que você não pode passar. Hum.
>> E aí tudo, toda essa gestão a gente faz com com mais um parceiro. Então é mais uma integração que a gente tem >> numa numa camada de abstração que o cliente não vê. Porque o tem tem um gap aqui na minha cabeça, desculpem a a leice, mas eu tô fazendo um mochilão para Europa.
Aí eu coloco essa grana lá na Aven, tá em euro e eu vou passando o meu cartão.
>> Uhum.
>> A grana que eu saco no país A sai de um lugar diferente do que eu saco no país B.
Como é que essa grana vai pro lugar certo depois? Porque eu fui sacando.
>> Mas >> quem quem que orquestra essa parada?
>> Você diz sacou em cash, foi num e sacou.
>> Então vamos pegar esse exemplo aí. Você fez o Pix, fez o câmbio, transferiu para Euro.
>> Isso. Tô fazendo mochilão. Furou Lisboa.
Euro. Isso.
>> Chegou lá em Lisboa, sacou o euro.
Aí você viajou para Madrid, sacou mais X.
>> Saquei lá. Isso.
>> Beleza. Eh, o banking account é o mesmo. Então você transfira, você tem lá 1000€.
>> Uhum.
>> Todo o controle tá nesse bolsão dos 1000€ desse nesse banking account.
>> Quando você vai numa ATM em Lisboa e faz o saque, é uma integração que esse ATM tem, igual a Techban aqui no Brasil.
Tecban integra com os bancos, entendi.
Tipo um banco 24 horas, que é o que a gente tem aqui, que atende todos os bancos. Isso aí você vai sacar 100€ lá em Lisboa. Esse ATM tem essa comunicação, fala: "Ó, sacou 100 aqui?" Então dos 1000 eu debito 100, vai ficar 900. Aí você foi para Madrid, um outro ATM sacou mais 100. Mesma coisa. Esse ATM tem integração com a rede bancária, >> vai avisar a gente, falar: "Ó, sacou mais 100 aqui, aí vai cair para 800".
Claro, tem as taxas, né? Mas vai, vai fazendo o débito. Então é uma integração do >> eh ANER do ATM, né, que no caso aqui é a Techban, com essa que busca é que Tech Bran talvez seja um exemplo menor porque é Brasil, né? É Brasil, mas quando a gente fala do aí eu tenho que buscar os ATMs de fato que que fazem são esse esse parceiro que a gente utiliza para fazer essa gestão do cartão tem essas integrações com os ATMs.
>> Entendi. E aí o cara tá livre aí no >> é a vida é mais fácil, né?
>> É, >> a vida é mais fácil. Próxima vez que eu vouar para Europa, eu não vou de doleira mais. Não, o cartão da Even >> é 2018, é o que você falou, né, Roj?
Você ia lá na casa de câmbio, saca, põe no envelope com medo de ser assaltado aqui no Brasil. Em 22, acho que foi [risadas] 20 que eu fui para Nova York, fui com de monte de dólar, cara, assim, inimaginável. Assim, quando eu fui, eu lembro que a primeira vez que eu fui, acho que foi para Los Angeles, 2022, eu tava na Even já tinha um ano.
E aí eu fique, eu mesmo trabalhando na eu falei: "Cara, será que esse negócio funciona?
>> Deixa eu levar um dinheirinho aqui para [risadas] garantir garantido. Levar um dinheirinho". Era o outro, era o outro cartão. Inclusive, a gente já tinha mudado, não era mais o cartão branquinho, era um cartão, um cartão verde que a que o meu time já tinha ajudado a desenhar.
Quando eu passei e tive aquela sensação do C do do push chegando na hora da transação aprovada, >> chega de um alívio assim, sabe? Que [risadas] tava com dólar, tava com dólar aí.
>> E aí, cara, assim, eu não usei mais o dólar na na viagem, né? Teve teve um caso, sei lá, eu tava voltando de Los Angeles, eu lembro que o dinheiro tinha acabado no aplicativo. E tem uma parte boa também que eu acho que mudou, que as pessoas não não perceberam assim, quando você tá falando do lembro quem converte não se diverte.
>> Sim, >> acho que a gente a experiência resolve isso, né? Que eu lembro que eu falava pra minha esposa, meu filho, ó, a gente só tem sei lá, 00 para gastar, tá aqui, ó, na conta. Então, a gente vai gastar.
Você não precisava, você não precisava converter porque você já tinha feito o câmbio já há um tempo atrás. Então você tá gastando na moeda que você tá vivendo em experiência. É >> porque antes você você pagava um lembro que Nova York, sei lá, a gente foi num restaurante brasileiro que eu não aguentava mais comer pizza >> e hambúrguer.
>> E hambúrguer [risadas] comemos um picadinho. Quando eu converti, eu falei: "Caralho, esse negócio desculpa, pode falar, [ __ ] >> Pode. [risadas] >> É, caramba, esse negócio custou quase R$ 500 que eu vi a convenção na hora do >> o preço de um PF, >> do pref um PF, [risadas] um picadinho, sabe?
Então, essa experiência do de você ter, aí eu lembro que eu tava voltando, acho que eu tava fazendo, tava no aeroporto esperando, tinha acabado, parei no restaurante do aeroporto, falei: "Puta, quero beber mais porque ia demorar muito, sabe? [risadas] Que era um Panamá, né? Que você faz a >> faz a conexão.
>> A conexão é demorar muito, cara. A experiência de você fazer o câmbio ali na hora para você ter o dólar para gastar é é sabe?
>> É, é >> muito legal. E tem um outro ponto também para você falando, eu lembrei, eu uso a minha conta na Evenil como uma das contas que tem parte do meu patrimônio.
Então também >> não tem mais aquela coisa de, ah, eu vou viajar daqui três meses, deixa ir lá na casa de câmbio ou pertinho da viagem e converter.
>> Você pode ir investindo e aí você pode investir num ativo mais líquido, deixa lá o dinheiro, ele já tá em dólar.
>> Você não, na sua cabeça não vai precisar converter quando você for viajar. [ __ ] tá perto da viagem. Você liquida esse ativo, transfere paraa conta bank >> e usa.
>> Vai pro país que você for e usa.
>> Deixa num asset de liquidez, >> né?
>> Então >> eu já deixo um dinheirinho lá também assim ou deixa um dinheirinho lá.
>> Às vezes meu filho usa também, vai comprar um produto já diretamente em dólar. Então >> a gente faz isso também. Ah, de pouquinho, vai convertendo de pouquinho em pouquinho.
>> Éum, >> né? Pega as oscilações do dólar ali. É porque aí você pega uma um preço médio bom, né? Exato. No final do dia tu não fica naquele desespero de nossa, ú últimos dias da viagem, né? Fazer >> Sim. É, é. Fic comprando e pô, eu lembro que nessa viagem que eu fiz pra Europa, eu tinha que ficava olhando tudo de o preço, cara, e baixava, pô, agora ficou bom. Aí, e o motoboy entregar o dinheiro em espécie. É, é doido.
>> Não, e o medo de pôr na doleira e andar no metrô e ficar olhando, tomando cuidado com pick pocket em >> qualquer país. Na Europa também, >> capital, né, populosa.
>> Você que tá aí escutando esse episódio bacana e quer levar toda essa tecnologia, essas novidades pra sua empresa e não sabe como, chama o time da Vem Bears. A gente pode ajudar vocês com desenvolvimento de software, com arquitetura de soluções, a entender os problemas que vocês estão vivendo e sair do outro lado com uma solução bem bacana. E se você tá escutando o podcast para aprender coisas novas, faz o seguinte, manda um e-mail pra gente no peoplecare@vems.
E você pode fazer parte também do nosso grupo de talentos. Valeu.
Agora o time do Relações Públicas vai gostar mais de mim.
Como que é a TI da Even hoje?
>> Em que sentido?
>> Qual estrutura, como vocês estão organizados?
>> Como é que sustenta essa experiência toda?
>> Boa. Quer começar ou posso puxar?
>> Posso contar? Não, conta como é que tá que eu depois conto como é que foi. Bom, >> como é que foi. [risadas] Boa, boa, boa.
É, >> é, acho que tem esse aspecto. Eu voltou na área de tecnologia. Acho que você também, né? Já mais de 20 anos.
>> Não sei fazer outra coisa. Sempre fiz isso da minha vida.
>> Também já ficou um [risadas] ferrou, né? Fala: "Puta, agora você vai ter que fazer outra coisa, não tem que que eu faça." >> E quando eu cheguei na Even no final do ano passado, eu comecei a olhar a estrutura, entender, ver o que que tinha de oportunidade, ver o que que tinha de ponto forte. E a primeira coisa que me chamou atenção foi a qualidade técnica.
Cara, barra técnica ela é alta, galera, tipo manja. E o e os mais antigos que fundaram a Even lá atrás também tem um conhecimento absurdo assim, tanto de tecnologia quanto de mercado. As duas coisas, >> esse já foi um baita ponto positivo. E recentemente a Evenil tava tinha recém-se estruturado no modelo de tribo, né? Não fazia muito tempo.
>> Eh, >> tem três anos.
pessoas mais ou menos naal.
>> Aí vou vou contar o aí peguei isso, né?
Fui entendendo, organizando as coisas junto com o Rogério, fazendo as melhorias. Hoje como que a gente tá dividido? Tem engenharia 135 pessoas, né? Tinha menos de 100 quando eu cheguei.
>> Contando tecnologia, aí eu já conto o que que é toda a tecnologia. Tem mais de 200 pessoas já.
É mais de 1/3 do head count da empresa, né? Tem uma outra particularidade que é o o Henry, que é o nosso CTO e CFER também, fundou a Even junto com com Lee.
Ele como CTO tem abaixo do guarda-chuva dele toda a parte de infra, infracloud, infraend user, é infra e supops, então tudo que a gente usa corporativamente, né? Microsoft e toda essa parte, inclusive as ferramentas de AI, como copilot, agora gente.
Cyber security no ponto de vista de blue team, red team, na PCEC. Eh, no guarda-chuva desse R tem também a parte de riscos e fraude.
>> Ah, tá.
>> Que era da área de banking, veio para baixo da área de tecnologia.
E tem o que a gente chama de tríade, que é engenharia, que é o que tá comigo, e produto e design, que tá com com o Roger. E aí tudo isso é o que dá mais de de 200 pessoas. E aí a outra particularidade que eu já até tinha visto em outras empresas, mas que funciona muito bem na Even, eu já vi empresas que não funcionava tão bem.
Produto, design, engenharia tá no mesmo guarda-chuva.
>> Sim. Então a gente é par e cada tribo, que é a forma como a gente dividi os contextos, tem o que a gente chama de tríade, então nível de gerência, tem o gerente de engenharia, tem o gerente de design, tem o gerente de produto.
>> E aí cada grupinho desse tá num grande contexto que a gente chama de tribo, mais ou menos baseado no contexto de tin topologies, né? Eh, a gente tem um grande contexto de investment, então toda a parte de investimento, ah, um contexto de assessoria humana, que aí depois a gente pode falar um pouquinho dessa área também, aquisição, >> que é toda a parte da abertura de conta, onboarding, todas as camadas de segurança, facem match, né, nessa estrutura, câmbio, câmbio e corretora, banking, que é o que a gente falou bastante aqui, os wir transfers, cartão, etc.
Eh, e tem uma tribo recém formada de uma aquisição recente da EVN, que é MyProft, que é a empresa que faz toda a parte do IR dos clientes Even, que também é uma parte bem complexa, >> evolução patrimonial, também ferramental, a gente utiliza com eles.
>> Eu ia fazer uma pergunta, mas eu vou deixar para falar depois, que é como que o cara eh Não, não vou fazer agora, segura, vou voltar pra parte. Eh, e então a parte de engenharia, ela é focada na no desenvolvimento software.
>> Desenvolvimento de software.
>> E aí você tem outras torres paralelas que é de segurança de informação e de cloud infra infra >> infrageral.
>> Infageral, né?
>> Que aí vai user, etc. Produtividade, etc.
>> Tem infraescritório também, WiFi, >> legal.
>> Monitor, notebook. E como que é o relacionamento com essas outras torres, especialmente segurança, porque infra a gente sabe que tem que ter uma uma relação muito próxima ali de operação com desenvolvimento, né, para, enfim, você você se programar suas janelas de mudança, desenvolvimento aderente à nuvem, cloud native, etc, que tem que estar alinhado com eles.
>> Sim. e si, né? Segurança na informação.
Eh, assim como arquitetura, tem uma estigma de xerife que fala o que pode e o que não pode, [risadas] né? E isso a gente carrega como como um chakra o resto da vida. Eh, >> tem coisas que não muda, sempre esses mitos. E como é que funciona essa essa porque a tríade vocês falaram aqui que funciona muito bem, inclusive >> inclusive pela questão de produto e desenvolvimento, mas como essa questão de especialmente de segurança porque eu entendo que é uma >> uma um pilar importante do negócio, né?
Estou falando de dinheiro e de transferência internacional, etc. Deve ter dinar dinheiro, não é, né? Sempre tem. Eu acho que o Paulo pode comentar do do ponto de vista mais mais técnico, talvez funcional. Eh, eu acho que a gente tá nesse momento de de evolução assim, de eh de olhar para cyber só como segurança per si >> Uhum.
>> E também olhar pra Cyber como eh ferramentas institucionais de marca que passam uma mensagem pro cliente que ele tá seguro dentro da corretora, né?
a gente o o Adonai que é o nosso red de cyber, eh, a gente fala bastante disso, né, de cara, a gente não tá aqui para dizer não, que eu acho que tem até um pouco dessa relação que a gente comentou com ali no início, não é sobre dizer não, mas é sobre o meu papel também é proteger a corretora, né? Sim.
>> Eh, e como é que a gente gera o equilíbrio de manter a experiência fluida, fácil, mas ao mesmo tempo passar a sensação, seja com funcionalidade, seja com comunicação, seja com educacional, que o cliente tá tá no no lugar seguro.
E essa questão de segurança tem mudado cada vez mais, né? Você pega, cara, comportamentos região Sudeste, quantidade de assaltos, de roubos de celular, é absurdo, assim. Então, as pessoas, a gente pega comportamento das pessoas desinstalarem o aplicativo quando vão sair.
>> É, muita gente tem o celular do banco, né?
>> Tem um celular do banco. É, tem gente que tem dois celulares e tudo mais. É, e hoje foi engraçado que a gente teve um meetap de produto, a gente a a Maia que é do o nosso PM lá de de CBA, ela tá fazendo uma apresentação de uma pesquisa que a gente fez recentemente lá no Avenue Connection com alguns clientes para entender um pouco da sensação dele de segurança, quais eram os elementos que ele sente falta, o que que a gente pode melhorar, o que que dá necessariamente passa segurança para ele. Então a gente fez uma mudança do do último ano de como é que a gente cria proximidade dentro dessas squads, uma que é mais funcional, cyber, né, ali, que eu talvez nem consiga contribuir aqui, mas que também tem a squad ali trabalhando nessa percepção final pro cliente. Sim. Uhum. né, de ele tá com com a Even e eu tava até conversando com o time aqui, quanto maior a tua relação de dinheiro com a instituição financeira, maior tem que ser a tua percepção de marca de segurança, >> sem dúvida nenhuma, >> né? Porque se você tem o teu cartão de crédito ali, que é o cartãozinho que você deu pro seu filho ou tem um limite que dá para brincar, você tem >> tolera mais, >> você vai tolerar mais. Mas eh na Even a gente falou bastante sobre banking, mas a gente fala com clientes que t patrimônio da todas as gerações daquela família.
>> É, >> entendeu? Então assim, é um >> esse cara tem que se sentir bem, >> ele precisa se sentir seguro. Ele precisa se sentir seguro em toda a parte da relação, desde quando ele tá falando com com assessoria humana, ele tá falando com a plataforma, tá usando a plataforma, né? Então a gente tem evoluído muito essa essa interação >> Uhum. de eh elementos que protegem funcionalmente, mas elementos que que o cliente tem essa percepção, >> né? Obviamente a gente tá construindo várias funcionalidades para se equiparar com o mercado também, para tá tá mais alinhado, né? né? Eu vejo que essa parte de segurança que o Rogério comentou, ele virou um elemento de credibilidade. Então ele faz parte do nosso portfólio de feature, se você for pensar, né?
>> E como também ele comentou, a gente tem clientes sofisticados de bolso fundo, que a gente chama, que tem boa parte do patrimônio e não é um patrimônio pequeno custodiado com a Even, né?
>> Sim. E não dá para falar que, ah, beleza, o bandido que rouba o celular, ele entra em segundos na conta do Santander e faz um um empréstimo, né? E na Even ele não conhece, ele já conhece.
Tanto que teve um evento ah na semana do da do Aven Connection, >> sim, >> que uma pessoa de fora teve o celular roubado ali na Faria Lima e o o bandido conseguiu transferir um dinheiro de uma conta que a pessoa tinha no Jape Morgan.
Caraca, velho.
>> E não conseguiu transferir de uma outra conta que tinha >> porque a outra conta tava em francês, era de um banco francês.
Mas para você ver o nível de sofisticação, o pessoal sabe navegar. Eh, tanto que tem elementos de segurança que você pega, pô, a velocidade que a pessoa pedir um empréstimo num Santander, ele já é um fator de risco. Você fala: "Pô, não é a velocidade de um cliente usual, né? O cara pensa melhor, ele ele dá uma analisada, ele vê o parcelamento.
>> Pô, os caras e como você falou, pós-graduado já internacionalizando, sabe? Mexer em R de bancos >> fora do Brasil. Impressionante.
>> Mas conhece o fluxo mais do que a própria instituição, né?
>> Mais do que a própria. Impressionante.
>> [ __ ] eu você me dá a interface do JP Morgan só fazer, velho.
>> Sim.
>> O cara, >> pô, como [risadas] que o cara sabe?
Louca. É, exatamente.
>> E aí você fala: "Pô, não é mais aquela coisa que, ah, é a área que vence o saco aqui e tal, não. Ele é um elemento de credibilidade, né?
>> Eh, do cliente se sentir seguro, é estratégico pra companhia.
>> E eu fiz um post recente sobre isso também.
>> Ele transcende até a própria tecnologia, ele é a estratégia da companhia, né?
Você parar para ver.
>> Sim.
>> Ah, mas aí voltando à outra pergunta que você fez de cyber em si, pô. Claro que tem aquela questão do dia a dia, né? Ah, [ __ ] mas o cara vai fazer um pain test aqui, mas eu preciso colocar o software em produção. Mas [ __ ] ele foi fazer o pen test, ele não achou as coisas porque ele não entende o o a jornada.
>> Sim, >> cara, tem tudo que a gente tá trabalhando. Mas vou te falar, é a empresa das que eu passei que tem a melhor sinergia, a melhor integração em engenharia com cyber, cara. Eh, tem a questão também que o Roger comentou do Adonai, que é um red espetacular de segurança, uma referência e eu acho que também a gente tá num tamanho que a gente tá estruturando muita coisa, então a gente tem uma proximidade muito grande com as pessoas, né? Eh, então isso é um fator bem positivo e a gente tá indo numa pegada agora de ter, a gente quer chegar nesse nível de ter pelo menos um appsc dedicado para uma tribo. Então, feito isso, ele se especializaria naquele contexto >> e o cara já tem mais informação para poder avaliar >> de acordo com a com a jornada, com com a cadeia de valor que ele tá atuando, né?
>> É, quebra as regras do jogo, mas acelera >> é. E pensa assim: "Pô, o cara vai fazer um pain test no fluxo de boleta, é de bonds.
Aí amanhã ele tem que fazer um pain test no fluxo de pedido de cartão. Bom, não tem como você se especializar no fluxo, né?
>> Mas uma vez que a gente tem pelo menos um por tribo, que é o que a gente quer chegar, a gente consegue esse nível de especialização, a gente consegue uma dedicação desse profissional, logo ele fica mais coeso com o ciclo de desenvolvimento de software, né? Então ele vai participar do upstream, ele vai participar do desenvolvimento, ele vai participar da etapa de teste >> e até do ponto de vista de segurança, ele não vai seguir só aquele baile book, né? Ele vai entender as nuances do negócio, da cadeia de valor que ele tá inserido. Sim.
>> E ele pode até identificar outros riscos que talvez olhando de fora >> só no playbook, talvez ele não encontre, né?
>> Faz muito mais sentido. É o que a gente sempre fala, né, cara? TI sem ter o contexto do que ela tá inserida.
>> É só regra que você vai aplicar e >> e e ela pode fazer sentido ou não, né?
>> Então, tudo tem que ter um contexto, tem que ter um por isso que >> eh eu defendo tanto a produtização da tecnologia, né? tá cada vez mais próximo com o time de produto para você justamente fazer um desenvolvimento que atenda a um >> a um contexto >> produto que tá faz parte dentro de um contexto.
>> E a gente provoca, eu e o Rogério e ele com pessoal de produto design, com pessoal de engenharia, a gente provoca bastante também a galera conhecer o business, né? Além da jornada do produto, conhecer o negócio.
>> E aí isso facilita muito esse tipo de coisa, né? as provocações, porque código por código e aí é um tema que tá, né, todo mundo tá falando, AI, cara, um code assist ele gera >> agora todos esses elementos aí do business e elementos de arquitetura mais profundo como escalabilidade, etc. Aí não, aí é onde você precisa do melhor daquele profissional, né?
>> E aí depende de variáveis que são de negócio, né? Não é só >> tecnologia, né? Então, precisa ter o contexto, precisa e é o que eu sempre falo, a tecnologia ela é uma ciência que ela não existe sem uma aplicabilidade.
>> Ah, exato.
>> Você precisa ter um um algo onde você aplique que gere valor, né? É. E, por exemplo, a gente comentou sobre a mudança da marca, né, mais cedo. Eh, quando a gente mudou marca, a gente mudou o perfil de cliente. Na verdade, assim, a gente já tinha mudado o perfil de cliente. A mudança da marca era para aterrizar essa mudança de perfil de cliente. No primeiro momento, a gente tinha um cliente que era ele ele tava ali mais testando o produto e talvez o teste dele era um dinheiro de menos risco. Quando você começa a mudar o perfil do cliente, é um dinheiro de mais risco no patrimônio dele, >> né? Então o o qualquer pessoa, seja um engenheiro, seja design, pessoa de produto, qualquer pessoa que esteja inserido dentro do contexto de tecnologia, precisa ter este contexto.
Esse perfil mudou, então ele ele é mais propenso a se preocupar com isso. Talvez o do passado se preocupava menos porque ele tava ali testando produto, investindo ali um dinheiro que talvez para ele se >> se desse ruim. Aquele cara mais early adopter que >> exatamente, mais early adopter que tá usando mais o dinheiro de, ele é mais um experimentador do que ele tá pegando todo o patrimônio dele, investindo na Apple, sabe?
>> Então, muda bastante o perfil do cliente também, >> cara. Isso, isso é bacana. É um é um assunto bacana, porque 2020 era eu, esse early adopter, que, pô, que legal, dá para comprar Apple em segundos aqui.
>> É isso, cliente. É. E beleza, se eu comprasse um ativo que foi a zero ou se o meu patrimônio era de 1.000 e o saldo tava errado, apareceu 500, né? Lógico que eu ia ficar meio frustrado, mas beleza.
>> Não vai quebrar tua vida. Essa é a quebrar minha vida. A partir do momento que a gente começou a trazer esse cliente que parte do patrimônio dele tá com a gente, é o patrimônio da sucessão dele pro filho, pro neto, etc., Cara, uma vírgula que tem errado no extrato, ele já liga pro assessor dele.
E isso pode ter uma quebra de confiança do tipo, pô, seu extrato tá errado, o que mais pode estar errado aí dentro que eu não tô vendo? Então essa questão da credibilidade >> é muito importante. A gente mais do que nunca tem que tomar cuidado agora com os aspectos eh não funcionais que a gente tá chamando agora, né?
>> Sim. Agora uma pergunta traçoeira interessante.
A gente, eu já passei por várias empresas que er faziam parte de um grupo maior ou ou e foram depois eh ou adquiridas e passaram para um grupo menor e vice-versa.
>> E a gente percebe que tem uma certa mudança de cultura, de operação, etc.
Como que é o relacionamento com o Itaú?
Eh, a gente fechou, a gente fechou a parceria 22, 23, 23, cara, o relacionamento é muito muito bom, assim, eu acho que quando a gente começou a a ter mais contato no dia a dia, eh, acho que foram por etapas, né? a gente começou a falar com áreas diferentes do Itaú, então acho que eh não sei se foi proposital ou fez parte da primeira conexão. O primeiro time que a gente mais conectou foi com a parte de banking lá dentro, né?
>> Eh era, eu lembro que a gente tinha as primeiras conversas sobre o Internacional e tal também ainda com modelo tradicional de cartão de crédito internacional, né?
E era um dos pilares de muita receita do banco ainda, esse modelo mais antigo, né, do >> eh do cartão. Vocês foram uma a primeira forma mais transparente do cliente Itaú ter essa ponte com o mercado internacional, né?
>> Exato. Exato. Então, a gente começou a fazer as integrações, a gente começou a fazer eh eu acho que o grande benefício que a gente tinha era se era se aproveitar da capacidade da marca do Ita. não é o banco da América Latina.
Então assim, >> eh, só tem vantagens, né? Um um baita canal de de aquisição nossa, é um dos maiores canais de aquisição nossa.
Então, a gente via essa oportunidade ao mesmo tempo que a gente comentou, é, a partir do momento que a gente começa a expandir a nossa presença, inclusive no Superep do Itaú, você começa a ter clientes mais sofisticados, clientes do dos outros segmentos, que são os clientes que a gente fala atualmente.
>> Eh, e a gente vai acelerando as iniciativas de acordo também. Itaú é, né, uma instituição gigante, com muitos projetos, muitas frentes. E a gente vai acelerando de acordo com eh tem também uma questão de o Itaú também entender mais o Internacional, eles entenderem como é que a gente pode promover mais o Internacional. a gente tava conversando recentemente com o time, ah, quais são os números, quais são as possibilidades, como é que a gente pode promover mais o Internacional a a através do Itaú, mas obviamente tem os tem desafios, tem desafios de eh marcas diferentes também, né, assim, para eh que a gente pode se apropriar, porque o Itaú, como peso que a marca tem, pra gente é super vantajoso. o cliente que vem lá, ele já vem já eh, vamos dizer, mais convencido porque de repente ele >> Sim, >> conversou com o gerente dele, o gerente dele apresentou o produto internacional.
>> A gente passou por várias etapas de treinamento dos times internos também.
Acho que é fundamental, né, a a os times internos do Itau entender mais de internacional, recomendar a a Even como Internacional. Então assim, tem sido uma relação muito boa. A gente tem feito projetos também com outras partes do Itaú, que seja no Itaú e Miami também, outras regiões. Agora a gente recentemente a gente anunciou a parceria com o Itaú Chile também, que é uma parceria nova que a gente >> começou há um ano, já fez um ano, né? A parceria que a gente começou com eles, >> não assim, de projeto não deu um ano.
>> Virada do ano ali que a gente tava na fase um, né? Eh, então assim, de cultura, acho que a gente tem uma cultura totalmente, independente, eh, uma empresa no sentido, até porque de tamanho, né? Somos 600 e poucas pessoas, não tem o número atualizado, então é uma instituição muito grande, então a gente acaba sendo também esse player que consegue acelerar dado nosso a nossa fluência no Internacional. Então tem, pra gente tem sido maravilhoso aumentar, a gente tá com vários outros projetos estratégicos com eles e tem sido ótimo assim em relação.
>> Antes de você falar da parte técnica, Paulo, que eu acho que vai ser muito interessante, você não percebe que pela participação do Itaú teve alguma interferência de produto, de visão de de mercado?
Se manteve assim uma uma visão independente de fato? Sim, total, total, total.
>> Eu acho que depois da aquisição acho que teve mais benefícios também até do Itaú pela quantidade de clientes que eles têm.
>> Uhum.
>> Eh, de dados, eh, de investimento em pesquisa, a gente acaba também bebendo da fonte, né, de tendências, cara, como é que tá o Internacional, quais são os outros players que de repente tá tá tendo ch lá dentro do Itau, que de repente deveria estar com a gente também, como é que a gente pode se plugar e fazer os clientes do Itaú conhecerem mais o produto, né? Uhum.
>> Eh, então a gente se a gente só se beneficiou com o tamanho da instituição, seja em tamanho de marca, seja em tamanho de de informação que a gente tem. Então, e a interferência ela é muito mais para acelerar o nosso canal de crescimento.
>> Legal.
>> Acho que é nesse sentido.
>> E assim, é brutal, né? Como um canal, o Itaú é é gigantesco.
>> Ah, sim. E que que eu vejo também, Italia é uma empresa centenária, eles têm uma experiência muito grande em Minei. Então eles sabem o tipo de parceria que pode dar mais certo, modelo que pode dar mais certo. [ __ ] se eu pegar, internalizar, vai entrar dentro do meu fluxo de trabalho, vai ficar mais lento.
>> Uhum. Então, esse modelo que a gente tem hoje de autonomia operacional, eh, eu vejo como muito positivo, porque a gente tem o IT como um sócio, como um parceiro, como um canal que é absurdo, mas a gente mantém a velocidade, o dinamismo da nossa operação, >> que acho que é o que é muito vantajoso para eles, porque a gente consegue entregar algo em produção muito rápido, >> né? Então eu também só vejo vantagens até agora. Só vejo vantagens >> do ponto de vista de desafio técnico, Paulo, porque você falou um ponto muito interessante. Itaú é uma empresa centenária e quando a gente fala de banco, a gente sempre tem aquele ponto que ninguém gosta de falar, que é o famoso legado.
>> Uhum. que são tecnologias que a gente tem que lidar pela estabilidade que tem no mercado financeiro e pela eh, enfim, pelo pelo trajeto que a empresa tem, né? Você não reconstrói todo o seu core >> o tempo todo. E as empresas menores, mais novas, mais jovens, elas já nascem mais cloud native, com tecnologias mais novas. E não é incomum a gente ter que tratar esses uma conexão entre esses dois mundos, né?
>> Perfeito.
>> E como que é esse tipo de desafio hoje?
>> E tem bastante porque quando a gente começou a rampar, né? Eh, igual o Rogério comentou, acho que começou ali colocando o pezinho na água, aí viu que deu certo, aí foi para uma integração maior, outra maior e aí dentro de tecnologia a gente começa a perceber que não é um Itaú, são múltiplos Itaús.
>> Então, a forma como eu trabalho com time de desenvolvimento ou como eu integro com Itaú Personality Brasil é um >> Uhum.
>> com Itaú, Chile é outro, completamente diferente. Com Itaú Private, Miami é outro. E aí tem núcleos do Itaú que tem um time de desenvolvimento grande, forte, tem núcleos do Itaú que só tem área de produto e bisdeve, não tem desenvolvimento.
E aí eu vejo que 25 foi um aprendizado muito grande da gente aprender a trabalhar com essas esses diversos Itaús, né? Então, falando de um de um projeto assim mais denso de desenvolvimento que a gente tem com eles, eh, a gente descobriu que um método que deu bom e tá tá funcionando bem, a gente forneceu uma infraza service. Então, a gente entregou para eles um tool kit de API pelo app, onde eles integram e eles constróem a jornada que eles quiserem dentro do ambiente deles. Então, dentro do Superep Taú, você pode construir, por exemplo, uma jornada de pedido de cartão, né?
>> Sim.
>> Eh, por baixo dos panos évenil, >> né? Então, a mesma camada de abstração que no começo a gente comentou da gente pros broke dealers, >> a gente fez pro Itaú.
>> É, então eu forneço e ele toma conta de toda a parte da jornada experiência, etc.
>> Quase como um white label para ele fazer essa >> oferecendo serviço, né?
>> É, a gente vem chamando de API first.
Então a gente fornece isso para eles.
Tem um outro modelo com uma outra unidade taú que a gente tá trabalhando que aí é mais na linha desse white label que você comentou.
>> Sim.
>> Que aí é um núcleo que eles não têm a parte de tecnologia tão conectada. Então a gente falou: "Pô, beleza, por que vocês precisam? Então eu vou fornecer o aplicativo, eu vou fornecer a experiência com a identidade visual Itaú".
>> Então ele é um cbranded com a EV. Então ele é esse é o white label, >> entende? que aí você já dá um arcabolso maior de instrumentação para ele.
>> Exato.
>> Que ele põe uma marca e tal para oferecer no mercado. É, >> o outro, o ele pode inclusive personalizar a jornada, etc., chamando os métodos da sua PI de acordo com a personalização que ele fizer, né? Aí esse jeito ele é mais, eu acho que ele se adapta melhor à arquitetura atual que a gente tem, né? Então, deu um match muito bom nesse ano, nessa integração.
>> O modelo White Label, eu vejo que a gente ainda tem um desafio, porque a nossa arquitetura ela não é um legado, ela é moderna, é uma stack em Goleng, já começou em Goleng.
>> Começou no Goleng. Legal.
>> O aplicativo ele é flutter 100%. Então era o Viwiew lá atrás, né? Mas hoje é flutter.
>> Quem nunca? Quem nunca trabalou comw?
[risadas] E só que assim, ele não é modular, ele foi feito, o cadastro foi feito para brasileiro, para validar um CPF, para bater num birô brasileiro. Então quando você vai, por exemplo, pro Chile, você já tem essa questão, né, do cadastro, do onboarding.
>> Sim. Então, a gente conseguiu fornecer fazendo uns ajustes na nossa arquitetura, mas tendo que mexer no código. E o que eu gostaria daqui uns anos é a gente chegar num patamar que a gente tem a arquitetura mais modularizada. Então, [ __ ] a necessidade é um white label só com a parte banking.
Eu consigo modularizar e fornecer essa arquitetura white label só com a parte.
É, só investe ou é os dois? Sim.
>> Então agora um desafio grande dentro de engenharia, a gente tá trabalhando nesse modelo de modularização, tanto camada backend quanto camada mobile, para que a gente consiga chegar nesse nível. Não vai ser um plug and play, mas eu monto o Lego de uma forma mais fácil, de acordo com >> eh a parceria estratégica, a necessidade ali que eu vou ter com então naquele momento, porque esse é o ponto, >> como canal de distribuição é absurdo.
>> Ah, >> aí vai da gente ter essa flexibilidade de conseguir montar de acordo com aquela necessidade. A gente ainda tá no início da da possibilidade de performance ainda, assim, de relacionamento no sentido de pegar base personality e private ainda, a gente tá >> Uhum. É, >> tá rampando. Então tem muita margem boa de crescimento assim, né, de >> de relacionamento, até porque >> eh o volume, o Paulo citou dois duas iniciativas. Uma é você acelera o time to market, então você faz um white label onde a gente consegue desenvolver, que a gente se adapta a uma estrutura do Itaú, isso é legal. E o outro você oferece o serviço para eles entregarem uma experiência mais personalizada dentro do Super que tá mais dentro da infra deles, né? Então a gente colhe o benefício dos dois lados, né? E se adapta também um pouco a à necessidade de cada estrutura que a gente trabalha lá dentro. Sim. E o que eu acho bacana que vocês observam bem nessas nessas duas formas de integração, é que você consegue de fato estar integrado sem estar acoplado, né?
Perfeito.
>> São coisas que é muito comum a gente ver em MNA, tipo, cara, para integrar rápido, aí você gera um acoplamento e aí o adquirido geralmente herda a operação >> do adquirente jun justamente porque >> acoplou o processo e aí você fez uma integração que não te dá independência, não te dá liberdade de engenharia.
Então, legal, >> parabéns para vocês terem conseguido manter isso de uma forma transparente que >> mantém os negócios separados e autonomia técnica e de produto pros dois lados, né, cara?
>> É, né? Como o Paulo falou, acho que eu também já vivi em mine, tem mine que é, cara, é pr você matar o o a fagocitose.
>> Exatamente. É para você matar [risadas] o matar quem tá te incomodando. É isso.
>> E o Itaú acho que eh >> ele vê essas características de made e cara, ele tá fazendo MNA para fortalecer uma capability que ele ainda não tem. É estratégico, né?
>> Exatamente. Aí não faz sentido você sufocar aquilo que você tá adquirindo, né?
>> Ex. Não precisa viver como eu vivo, né?
Continuo vivendo como vocês vivem que vocês geram valor.
>> O porque o exemplo que você deu é isso, né? Um negócio que de repente eu entregaria em duas semanas, eu sou esmagada, eu vou entregar em três meses, 5 meses. Eu perco aquela agilidade pelo qual é o que brilhou os olhos da da parceria, né? Sim. Então não faria assim, mas legal que que vocês conseguiram manter essa independência e conseguir ter autonomia, principalmente em engenharia, né? Isso é >> Uhum. e de produto, né, que faz todo sentido.
>> Eh, um ponto que você comentou, Rogério, que que me deixou aqui com uma aba aberta no meu browser, que você falou sobre a integração de dados, né, sobre trazer sites, etc, com esse benchmark. E eu fiquei curioso de saber como funciona dentro da Avenue, como que funciona essa área de dados, se ela tá dentro de engenharia, se você tem uma área de dados. E aí, inevitavelmente a gente vai falar de dados. Não tem como a gente não falar sobre I, né? Como é que vocês estão hoje olhando pra área de dados e inteligência artificial?
>> Isso eu vou lá >> vou puxar o >> pega. Tem >> nada que >> dois dias, >> 4 horas, [risadas] >> tentar resumir. Então, tem uma particularidade na Evenil que é a plataforma de dados e a governança dessa plataforma, estruturação do Lake, ele tá sob a gestão de um head de dados que tá no guarda-chuva de finance do CFO. Hum.
>> Isso é algo que você não vê de forma costumeira no no mercado. É diferente.
>> Nasceu assim, né? Também >> nasceu assim.
>> E tem um por quê? Porque dava agilidade e velocidade dos reports financeiros.
>> Uhum.
>> Né? Aquisição, captação, si, tudo muito rápido ali. Jurn.
>> Uhum. Eh, só que um dado momento de crescimento, isso começa a virar meio que um entrave de capacity, porque você tem outras áreas, você tem a área de allocation, você tem própria área de marketing, >> é área de tecnologia, >> precisando consumir dados, falando de produto, por exemplo, >> pra gente trabalhar a questão de comportamento do cliente, de produitar na Lyrics, né?
>> Uhum. Então, hoje é dessa forma, mas dito isso, essa governança nessa estrutura, a gente criou um modelo do consumo do dado bruto e eu transformar isso eh num dado que eu vou utilizar numa informação descentralizado. Que que eu quero dizer com isso? tem essa estrutura que gere a plataforma de dados e o Lake.
>> E eu tenho uma squad de engenheiro de dados ou às vezes um engenheiro de dados em cada área que tem essa necessidade.
>> Então, por exemplo, a location, se eu não me engano, tem dois, a gente tem dois, eh, marketing acho que tem um ou dois.
>> Dois, >> é dois, né?
>> É. Aí você fala: "Pô, beleza, o descentralizado ele dá essa autonomia de capaste, que era um entrave que tinha, mas você fala: "Pô, e o conhecimento, né?" Então, recentemente a gente trouxe a um gestor ali de dados e AI, e aí eu já entro na parte de AI também, que ele tá dentro de tecnologia, então ele fica embaixo dessa estrutura de infra, né, que eu comentei.
Então, mais uma vertical ali, né? Tem cloud, tem user, tem eh dados e ai >> e essa pessoa ele criou um chapter, então ele reúne um ponto focal, um engenheiro de dados ponto focal de cada uma dessas áreas em um chapter. Nesse chapter eles discutem boas práticas >> e essas boas práticas são disseminadas.
>> Mas aí, por exemplo, ingestão, exposição de dados pro leite é gerido por essa pessoa em finanças. finanças.
>> Isso é a inclusive em gestão e etc.
>> É, é.
>> Aí tem outra, >> mas isso não gera um >> autonomia, >> um tá uma questão porque assim, eh, eu entendo que o uso do dado e a exposição do dado e criação dos dashes, etc., faz todo sentido tá na mão do negócio, né? E esse é o sonho de toda a TI, né? fazer o self service data lake, >> onde o cara vai lá e se serve dos dados e faz o uso do dado.
>> Mas não tem questões que são de cunho técnico, por exemplo, janela de gestão de dados, stream de dados em real time, que eventualmente você precisa, que são questões mais técnicas de infraestrutura e desenvolvimento.
>> Sim, sim. que faria mais sentido tá nesse nessa nessa meiuca aqui.
>> É, mas essa figura, esse head de dados, ele é técnico, ele é extremamente técnico.
>> Ele não é um analista financeiro, ele é uma pessoa técnica de dados mesmo.
>> Então tem >> Ah, então esse cara ele também interfere ali junto com a área de negócio de como vai ser feito em gestão. Sim. Legal.
>> Aí tem um ponto que é o seguinte, eh, autonomia. Então, pô, aqui do lado de negócio, pô, eu preciso do dado. Eu vou buscar nessa tabela, eu não tenho acesso porque não tá dentro do meu contexto.
>> Aí eu tenho que abrir um chamado aqui.
Eu queria, eu caio na questão de capaste. Então eu resolvi a descentralização um no sentido de capacity, mas não resolvi no sentido de autonomia. É, >> eh, a gente tá criando daí uma estratégia de datam, onde cada núcleo, cada contexto vai ter autonomia total naquela vertical de dados que precisa.
>> Então você resolve essa questão da autonomia.
>> Entendi, >> né? Aí é uma forma que a gente criou, como eu comentei, é mais particular. No mercado você não vê muito esse move, né?
Mas dado que essa é a formação, o o que a gente criou para atender as áreas foi essa estrutura centralizada.
>> Mas não tá não tá tão fora, né? Porque geralmente quando a gente tem as tribos e os squats trabalhando em produtos diferentes, é normal você ter uma uma diretriz corporativa de como ele deve expor aquele dado pra ingestão, né?
>> Uhum. Então, e aí você tem um capítulo de dados que, beleza, ó, você vai disponibilizar esse dado ou no broker de eventos ou numa >> eh, sei lá, vai me dar uma janela de ingestão desses dados, etc. E ele atravessa dessa tribo, ele consolida dentro de um Lake e aí faz o uso, >> né? Mas cada equipe de produto é responsável por dar condições do dado ser consumido, né?
>> Isso aí. Sim, >> isso aí.
>> E que faz muito sentido, né? Porque depende da sua tecnologia, da sua particularidade e como a gente falou no começo, né, o contexto de produto e de negócio, né, não adianta você dar acesso para uma tabela de log pro cara, você tem que ter um acesso para uma tabela que faça sentido >> do ponto de vista de negócio.
>> Acho que é bem esse o ponto, a governança, porque a estrutura organizacional é como você falou na na antiga casa antes da Even, hoje a estrutura de dados ela tá abaixo da estrutura de riscos do CRO. Então vai muito da realidade de cada empresa, né?
>> Sim, >> né?
>> Mas importante é você ter essa governança e você ter essa autonomia no nos núcleos. E aí eu acho que esse modelo e o modelo de chapter ele tá funcionando muito bem, porque você consegue ter a troca >> de experiência entre o engenheiro de dados que tá em allocation e o engenheiro de dados que tá na tribo de Invest, por exemplo.
>> Legal. E como é que tá o uso de a na no dia a dia de vocês hoje?
>> E ai, [risadas] a gente foi bastante provocado em em 25 do tipo, [ __ ] a gente tá igual ao mercado, a gente tá atrasado em relação ao mercado, a gente tá à frente do mercado, >> tô começando a me cansar. E aí, novamente, né, conversando ali com o Henry, por exemplo, [ __ ] a gente vai para um modelo centralizado, aí tem seus prós e contras.
>> Ou a gente vai para modelo descentralizado, também tem seus pross e contras. E a gente foi testando alguns modelos em duas vertentes, né? Eu particularmente foquei mais na parte de code assist comento um pouco, mas também dei bastante suporte em como junto com o André, que é o o R de infra, como que a gente montaria essa estrutura de AI ou daria esse ferramental pra empresa poder trabalhar para uma área, por exemplo, de finance poder se beneficiar com ganho de produtividade utilizando esse ferramental, né? Então, a gente fez alguns testes, a gente tinha o copilot da Microsoft, lembra? Rogério não gostava muito, não deu muito certo.
>> Microsoft, >> Microsoft, um abraço. [risadas] >> Ah, uma integração no Excel ali não funcionava muito bem. A gente tentou um namoro com a Open AI, mas a questão de suporte, pô, demorava, os caras não respondiam. E isso é um um parênteses que eu queria fazer aqui, porque a Microsoft às vezes dá umas rateada, porque o Copilot ele é GPT por trás, >> ele é GPT por trás >> porque a Microsoft é um dos maiores investidores. Ele ele roda o GPT por trás.
>> É, mas é igual a Samsung usando o Android. Tem alguém tem alguém para acabar o produto >> aí foi [risadas] para quê, né? Para que fazer isso, né? Enfim, só um parênteses com >> e eu vendia pra galera assim, é o GPT por trás.
>> Pois é. Mas quando você para para olhar a usabilidade, aí você fala: "Puta, foda".
>> E aí, pô, não tava tendo engajamento que a gente esperava. E nesse meio tempo, o Google investiu muito nessa parte, com várias ferramentas ali, como o Vertex AI, que tá encapsulado no Agent Space, >> a própria plataforma do customer engagement para atendimento.
>> E a gente utiliza o GCP, né? A nossa cloud é Google. Eu notei quando você falou da da IPD.
>> Ah, do IPG. Boa.
E aí indo em alguns eventos, ah, eu fui junto com o André em alguns, o André foi muito mais do que eu, a gente começou a observar, falou: "Pô, os caras estão vindo forte, estão vindo com incentivo, a ferramenta tá evoluindo." Inclusive, eu fui num evento em junho, um EBC que eles promovem, eles juntam alguns executivos de várias empresas e levam para fazer uma expedição em algum lugar.
a gente foi para Madrid, aí conhece o escritório do Google, Google Startup e tal, você troca a ideia com outras pessoas que utilizam também.
>> E aí dava para perceber que investimento era um era grande. Eles vinham evoluindo bastante as ferramentas. Gente, pô, já que a gente tem um contrato de cloud, será que não dá jogo a gente utilizar também esse ferramental? sendo que o customer engagement a gente já tava fazendo uma poque desde o começo do ano pro atendimento.
>> E aí a gente promoveu uma poque com o Agent Space e aí o Agent Space acabou dando jogo porque ele tem os LLMs por trás.
>> Uhum.
>> Ele tem as integrações via MCP ou via plugin com Atlasen, por exemplo, com Slack.
Então você consegue ter um nível de produtividade grande. E aí na POC a gente viu que daria para usar. Então a gente, pô, vamos utilizar como stack, já que a gente tem o contrato do Google Cloud, ah, o customer engagement pro atendimento, né, com os agentes, tudo.
Inclusive a gente tá indo, já foi pro ar com essa solução.
E como ferramenta corporativa, a gente utiliza o agent, só que aí vai faltar o quê? Vai faltar um atributo de educacional.
E aí também em parceria com o Google, agora a gente vem promovendo alguns workshops, tem alguns grupos, a gente pega um ponto focal de cada área e vai rotacionando, faz um workshop no escritório do Google >> durante o dia.
>> E aí é tipo um modelo mini racatom, você tem um problema, a galera tenta resolver aquele problema da área utilizando o ferramental do Google. Então a gente tem o agentovendo esses workshops para fomentar o pessoal utilizar mais para ganidade no dia a dia.
>> Isso é muito legal. Eu costumo dizer, cara, que eu já eu já trabalhei empresas com com a infra majoritariamente ali baseada em AWS, né?
Eh, trabalho hoje com Azure, né? Mas já trabalhei também com, inclusive na minha vida anterior, minha minha encarnação imediatamente anterior era GCP, né? E aí você vê como as nuvens elas têm identidades muito muito diferentes, né?
Como personalidades muito diferentes, né?
>> A WS ela é muito focada ali na na questão de infraestrutura, etc. Por até ter sido a primeira IAS, etc., né? Uhum.
>> A Microsoft é muito focada ali no na produtividade, né, no Office, etc.
>> E aí o que você comentou do copilot para ficar user friendly, etc.
>> E o Google ele abraça mais o dev, né? O Google ele >> ele a a nuvem dele, o o a a interface de como você trabalha com até a própria organização do GCP por projetos, etc.
Ele ele dá um e aí você vê que são as origens, né, de cada nuvem, né? O a a WS nasceu sendo infraestrutura da própria Amazon, né? A Microsoft nasceu do Windows e do Office, então ela naturalmente ela sabe fazer isso.
>> E o Google nasceu de engenharia de software, cara. Então eles >> têm essa essa pegada, né? Cada um tem o seu valor, tem a sua. E cabe a nós como profissionais saber utilizar o melhor de cada uma, né?
>> Ex. E cara, isso é muito louco, porque o meu eu anterior era WS também.
>> Aham.
>> É, vi o mundo a WS desde o começo da cloud lá, quando a Amazon ficou mais evidente na cloud de 2000 2008. Uhum. Eh, e aí é bem o que você falou, você vai em evento da WS, você vai em evento do Google, você vai evento da Microsoft, você vê exatamente essas três personalidades.
>> Você também não percebe que a WS tem uma pegada mais infra, mais tipo, >> eh, criar os componentes e tal, o Google já mais abraça o dev. Vem cá, quentinho aqui, [risadas] ó.
>> E é mais user friendly também.
>> É mais user friendly.
E a parte de code assist, a gente como utiliza o o GitHub, né, como code base, eh, a gente começou com o GitHub Copilot e aí beleza, começou, a galera começou a se entusiasmar, a gente começou a criar algumas guildas, eh, um guide para facilitar o uso e tudo. Então, funcionou muito bem por um tempo pro desenvolvimento backend.
E o pessoal de front, front mobile, ou o pessoal que eh usava o VS Code, acabava utilizando, começou a utilizar o cursor.
>> Uhum.
>> E eu particularmente também comecei a utilizar o cursor e o Eu não sei se você percebeu, você notou isso também.
>> Eu já usei o cursor, >> cara. Tava aqui, ah, o cursor começou a avançar numa velocidade absurda, né?
E aí a gente falou: "Pô, vamos fechar então um contrato de algumas licenças com eles e aí a gente define quem utiliza um, quem utiliza o outro e somata o overlap, né? ou utilizar um outro por questão de custo. Eh, e aí com e aí tem uma pessoa que tá dedicado a 100% para isso, que é o marketing, ele vem promovendo também um educacional dentro de engenharia e eu dando essa visibilidade do ganho de produtividade pra diretoria e a galera começou a se engajar muito.
Hoje todo mundo utiliza algum code assist não dá para nenhum dev hoje não utilizar mais, né, cara? É. E assim, não foi nada do tipo, [ __ ] uma resistência, a galera naturalmente foi com as guildas organicamente utilizando. Então, hoje a gente tem esses dois, a gente gera boa parte do código já com esses code assists, a gente tá tirando overlap por uma questão de custo e acho que o principal desafio para para 26 é questão de custo, que eles vão modularizando cada vez mais, né? vai ficando mais caro. Então, a parte de fins começa a ser muito importante. Eh, e a qualidade do código gerado, só que a qualidade do código gerado não necessariamente é porque a IAI produz um código ruim.
>> Sim. É, >> depende de como o desenvolvedor tem o conhecimento para gerar aquele código.
Então, é nisso que a gente tá começando a trabalhar agora.
>> Exatamente. Legal. Legal. E vocês percebem alguma coisa de, como é que eu posso dizer, oportunidade de usar IA como como ponta pro usuário final em algum momento? Ouim >> hoje esse negócio ainda se sustenta de uma forma mais convencional, digamos.
Não, acho que tem eh o o que eu tenho falado com o time e provocado é a gente usar o eu acho que o grande risco para mim, não da, da indústria, eh, você cair no risco do hype.
>> Sim. cair no risco do hip, >> gente de tecnologia adora o hyper.
>> Exatamente. Então assim, eh, eu fui no evento do do Google também, fui com o Henry, com o CMO lá da da Even, a gente foi no evento, eles levaram a gente lá para São Francisco para conhecer e tinha um brasileiro lá que ele era um dos principais líderes do Gemini lá, tava dando um toque, aí ele falou um negócio que eu achei faz muito sentido. Ele até falou assim: "Cara, o ser humano ele é preguiçoso por natureza. Uhum.
>> A gente não gosta de a gente não gosta de digitar, a gente aprendeu a digitar, >> a fazer tarefas que são mais, né, que geram um pouco de energia. Ele e ele comentou que a partir do momento que as pessoas começarem usar, olharem a a se aproveitar da preguiça de ser humano para resolver um problema que vai me dar mais energia, você começa a ganhar essas oportunidades, né? Então assim, a gente tem tem vários fatores. Um dos maiores desafios da Even e do mercado financeiro é como é que eu resolvo a assessoria financeira. Porque hoje quando você vai tomar a a decisão de investir, qualquer decisão difícil, qualquer coisa que é muito difícil, você precisa de alguém que entenda muito.
>> Sim.
>> Qualquer decisão, né?
>> O aconselhamento.
>> Você precisa aconselhamento. A gente até brinca que é a pessoa, ela tá ela tá pegando um cúmplice pra decisão.
>> Isso. É. É. Ela não quer se sentir, >> ela não quer >> responsável sozinha. Responsável sozinha. [risadas] >> Eh, >> eu não vou levar essa culpa sozinho.
>> E aí um dos maiores desafios que a gente tem lá dentro, que a gente tá olhando e estudando para resolver, que a gente, isso não é escalável, você é um especialista em tecnologia, você tá ajudando a quantidade de pessoas, só que você tem um limite.
>> Uhum.
>> Né? Um assessor de investimento, ele tem um limite atender você, o Paulo, eh, mais X pessoas. Então, como é que a gente consegue aumentar a capacidade dessa pessoa?
>> Uhum.
>> E aí pode ser tanto melhorar a capacidade dela para atender mais clientes ou multiplicar ela para que ela se torne o bico a 24 horas, >> né? Porque hoje o cliente ele não espera mais o horário comercial para te >> para te ligar. Ele a gente manda mensagem WhatsApp 10 horas do domingo e se você não responder, ele fica chateado.
>> Exatamente.
>> Entendeu? Então assim, eh, a gente tem olhado pr pra EAI não como substituição do ser humano, mas que ela como criação de braços do do ser humano, sabe? Então tem muita coisa que a gente tá experimentando. A gente já fez alguns hacatons também para para testar possibilidades, mas tem que ter um processo de construção de confiança, porque, por exemplo, quando a gente lida com esse cliente mais eh alta renda e tudo mais, se você começa a colocar o negócio robozinho só pro legalzinho, você vai falar: "Opa, >> pera aí, né, >> pera aí, eu não criei nem relação de proximidade com Paulo. Por que que você me botou um robô do Paulo para falar comigo?
>> A gente ainda não tem essa essa essa proximidade. Então você tem que fazer um processo de construção da confiança para que as cois você vai você vai atirando a rodinha da bicicleta aos poucos. Então dentro do modelo de assessoria tem muita coisa legal que dá para fazer usando eh usando AI como tecnologia.
Então esse é o desafio, olhar. Tem vários problemas que a gente pode resolver, mas não entrar no risco do hype assim. Acho que aí tem oportunidade.
>> Show. Eu não podia deixar de fazer essa pergunta falando de tecnologia e de assets financeiros, né, principalmente uma empresa de multimercado e gigante como a Avenue aqui para vocês. Como vocês estão vendo, 3, cripto >> e esses ativos >> digitais >> alternativos, digamos assim, qual é a visão?
Tokenização.
>> Tokenização.
>> Inclusive, teve uma teve uma live ao vivo do do Banco Central, né? Não foi na segunda.
>> Teve, teve foi falando das mudanças.
>> É que o o Drex essa semana foi descontinuado, né?
>> Já foi afogou de vez.
>> Afogou.
>> O que eu achei bizarro porque eles falaram que o problema foi de privacidade, sendo que o a a característica principal do blockchain >> é a transparência, né? Se bem que o DR era para ser interbancário, nunca entendi muito bem o propósito. Enfim, eh, a gente tem alguns episódios muito bacanas aqui, depois vocês podem olhar aqui, principalmente o último a gente fez sobre, eh, com o nosso patrocinador que é clever, que trabalha com blockchain as a service. Legal.
>> E o baiano, que é o nosso parceiro.
>> Oi, Clever Tep.
>> Não, Clever. CL é que é uma empresa de de blockchain. E a gente falou no último episódio, inclusive, como a gente poderia ter evitado a crise do metanol >> com rastreabilidade de produtos >> utilizando blockchain e IoT, né?
>> Então, deixar aqui o o card, >> mas como que vocês estão vendo isso hoje e como que a Avenue tá olhando para esse mercado?
>> Legal. Eh, bom, depois depois o o Rogério pode falar melhor do que eu. A Even já teve um lançamento de produto de cripto, né, no passado. E aí >> por motivos XPTO foi descontinuado.
>> Sim. Eh, que que eu vejo hoje, e aí é um pouco de opinião também, eu não vejo muito uma entrada nesse mercado, como por exemplo, o mercado Bitcoin, que se especializou na compra e venda de criptoativos, sejam altcoins, sejam stable coins ou renda fixa digital que tem agora, né?
>> Uhum.
Mas a gente tá olhando sim muito pra parte de web 3 no sentido de tokenização.
Então, por exemplo, um ativo financeiro ou uma infraestrutura exoservice tokenizada.
>> É um negócio que a gente tá começando a a estudar e a gente entende que é o futuro, né, que pode ser o futuro. E uma outra vertente que a gente tá investindo e olhando é a parte da stable coin, né?
Porque o stable coin ele te traz essa estabilidade de uma moeda forte, um usico, por exemplo, e você poder ter isso na sua carteira.
>> Você já chegou no ponto que eu ia pegar vocês de surpresa, mas eu vou ter que deixar a pergunta mais fácil agora. Não vou deixar isso tão, não ia ser uma surpresa tão grande, mas vocês entendem, por exemplo, que os ativos, porque existem os ativos de risco que são meramente de investimento especulativo, como >> eh Bitcoin, etc, os memcoins, enfim, que eu acho suicídio, mas enfim, aí é uma opinião de cada um. Mas quando a gente fala dos stable coins e a gente fala isso do nível global, esse cara vocês entendem como um concorrente da da Avenue, porque na verdade a gente quebra as barreiras, né?
Quando a gente tá falando de Stablecoin, eu posso comprar um um SDT, um SDC aqui no Brasil.
>> Uhum.
>> Viajar para onde eu quiser, liquidar e sacar isso em dinheiro, né? Eh, vocês entendem isso como complementar ou como uma concorrência? Eu entendo como evolução, não é uma concorrência, não é um modelo. Eu eu tenho refletido muito isso. O mesmo a mesma coisa que a gente discutiu a evolução do câmbio, que antigamente a gente fazia na casa de câmbio.
>> A gente tá começando a dar esse outro passo. O câmbio, como a gente conhece hoje, ele tá se se evoluindo para esse processo que ele é mais ele tá na nuvem, vamos dizer assim, não é mais o, né, o o elemento físico. Então a gente percebe como uma evolução natural no processo de adaptação de como o dinheiro, como ativo, como o patrimônio vai se movimentar. Então não é concorrente, é complementar.
>> É verdade. Comentar.
>> Eu ia eu ia dizer complementar, mas eu gostei dessa de evolução.
>> Sim, >> eu entendo também. E e nós sendo o player de infraestrutura disso, de fornecer isso pro cliente, >> Sim. Eh, eu também enxergo como uma evolução, não como uma concorrência.
Sim, >> eu acho isso bacana porque a gente precisa desse complemento, acho que para pra Rede Web 3, sabe? Quem já fez uma transferência entre wallets de >> Sim, >> de cripto >> sabe que até quem é hard user e é técnico dá um cagaço de você fazer uma coisa errada.
>> Nossa, é verdade. Você pode perder o >> Você perde, cara. Fala: "Caraca, será que eu tô colocando isso aqui certo?
essa chave tá certa e você tem que lidar com string criptográfico e tal. Então eu eu concordo muito com a linha de vocês que a gente precisa de de produtos que abstraiam um pouco essa complexidade do do usuário, sabe?
>> É porque aí a mesma preocupação que a gente tinha o cartão de crédito internacional concorrente de um cartão >> Uhum.
>> eh da Even Internacional, não é? Um modelo que tá modelo que tá se transformando.
>> Sim. A mesma coisa quando a gente começou a falar de stable coin. A gente pensava: "Puta, o câmbio hoje uns quando eu entrei na EV21 era nossa, a gente tinha duas linhas de receita, câmbio era uma das principais linhas de receita, ainda é uma linha de receita fortíssima".
>> Então a gente tem que olhar para essa evolução, como é que, cara, esse modelo vai mudar, >> como é que a gente se adapta a esse modelo para para disponibilizar serviços para as pessoas que vão continuar precisando, né?
>> Né? a gente tá olhando muito mais nessa linha >> e talvez aí esteja o próximo a próxima arrebentação, né? Assim como em 18 foi >> a gente fornecer uma forma fluída >> eh de colocar o dinheiro em dólar e investir fluída a poucos passos no aplicativo.
>> Eu imagino que pode ser agora com stable coin ou transferência de wallet, como você comentou, de uma forma fluida que não vai precisar ser o hard user, >> pode ser qualquer cliente mais leigo.
>> Sim. fazendo uma transferência de wallet, não tendo a preocupação de do dinheiro sumir, né, de exato.
>> Ex. Errei um dígito no rche da conta, >> né? Acho isso. Eu eu também acho que a gente tem uma convergência a a acontecer por aí, né?
>> Sim. Né? E aí é aquela coisa, quem consegue liderar acaba levando maior parte do do pote, né? principalmente se outros players grandes entram junto, que é o lance de você abrir a categoria e liderar a categoria, né? Então você consegue avançar rápido, sem dúvida.
Excelente, meus amigos. Muito obrigado pela participação de vocês. Acho que a gente conseguiu tirar de vocês bastante aqui sobre essas nuances, essa operação de lidar com dois mercados >> e e ver como funciona por trás aqui as engrenagens de uma empresa como a Even.
Obrigado por compartilhar aqui com com a gente, com os nossos ouvintes e trazer tantos tantos insightes bacanas aqui para >> para pra gente entender como funciona isso.
>> Bom, obrigado pelo espaço. A gente que agradece. Muito obrigado pelo espaço.
>> Espero vê-los aqui mais vezes pra gente discutir >> outros assuntos. Foi muito bacana.
Obrigado mesmo. Você que acompanhou até agora, muito obrigado pela audiência de vocês. Se você ainda não deixou o like, se você caiu aqui de para-quedas nesse episódio, assistiu até o final e ainda não está inscrito no canal, se inscreva no canal. Se você gostou muito da gente, gostou tanto da gente que você quer ajudar mais, você pode ser membro do PPT no CPIL. Se você for membro do PPT no compila, você vai contribuir com um valor módico aqui todos os meses pra gente, para ajudar na nossa produção, ajudar a pagar a cerveja dos nossos convidados, ajudar a pagar aquele rapaz que tá atrás do monitor ali fazendo todo o nosso trabalho de produção e contribui aqui pra gente continuar gerando conteúdo gratuito para a sua evolução profissional, para o seu entretenimento, para a sua curiosidade e para o nosso ecossistema de TI crescer como um todo.
Então, muito obrigado pela audiência de vocês, meus convidados. Muito obrigado novamente pela participação. Valeu,
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