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Tecnologia e Dados: Como a Inovação dirige a eficiência da Logística | PPT Não Compila Podcast

12 de nov. de 2025•1h 12min
Inteligência ArtificialTecnologiaCarreira

Convidados

Marcelo Ortega

CIO, CTO, CPO @ Motz

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Neste episódio imperdível do Podcast PPT Não Compila, nosso host Wellington Cruz conversa com Marcelo Ortega, sobre como a Tecnologia está transformando a logística. Descubra os bastidores da Motz, uma transportadora digital que nasceu da Votorantim Cimentos e que hoje se destaca no mercado por sua abordagem inovadora que une motoristas autônomos e embarcadores através de uma plataforma digital inovadora 🚚💡. Ortega compartilha experiências de sua incrível trajetória na tecnologia, destacando como a transformação digital e a Inteligência Artificial estão redefinindo processos, otimizando rotas e revolucionando o setor logístico. Saiba mais sobre estratégias disruptivas e descubra insights sobre como prever e enfrentar desafios futuros no dinâmico mundo da Logística 🤖📊. Não perca insights únicos sobre inovação e desafios tecnológicos, e descubra como o uso inteligente de dados pode criar uma logística mais eficiente e integrada. Deixe seu like, comente e compartilhe com amigos que possam estar interessados! Se inscreva no nosso canal para mais conteúdo incrível 🎧🔗 #Podcast #Tecnologia #Logística #Inovação #TransformaçãoDigital #InteligênciaArtificial #PPTNãoCompila Convidados: Marcelo Boratino Ortega : linkedin.com/in/mbortega/ Spotify: https://sptfy.in/cz04 Youtube: https://youtu.be/uDKW5aFb8fM Outras plataformas: https://linktr.ee/pptnaocompila Acompanhe nas redes Instagram e Twitter: @pptnaocompila LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/pptnaocompila Produção: Voz e conteúdo | https://www.vozeconteudo.com.br - @estudiosvoz

  • Problemas de Logística e Otimização
  • Introdução do Podcast e Convidado
  • Propósito do Episódio e Estratégia de Tecnologia
  • Chamada para Ação do Podcast
  • Transição
  • Início da Carreira em Tecnologia (Mainframes e Cobol)
  • Evolução da Tecnologia e a Internet
  • Reflexão sobre a Evolução da Internet
  • Experiências Profissionais Antigas e Inovações Adiante do Tempo
  • Maturidade do Mercado e Interação com Tecnologia
  • Novas Gerações e Aprendizado Contínuo
  • AI: Revolução Atual vs. Eficiência Passada
  • AI como Solução para Problemas de Negócio
  • Apresentação da Mots e Modelo de Negócio
  • Crescimento da Mots e Desafios do Mercado Logístico
  • Necessidade de Tecnologia na Logística
  • Missão da Mots e Expansão para Agribusiness e Construção
  • Patrocínio Clever (Blockchain e Criptomoedas)
  • Transição Musical
  • Desafios de Canalidade e Otimização na Mots
  • Investimento em Tecnologia e Ecossistema para Motoristas
  • Solução de Quitação com IA e Otimização de Rotas
  • Importância da Experiência do Usuário para Inclusão Digital
  • Praticidade e Usabilidade na Experiência do Usuário
  • Digitalização do Processo de Carregamento e Documentação
  • Monitoramento e Parcerias com Logtechs
  • Estratégia de Dados na Mots (Sem Telemetria Direta de Veículos)
  • Uso de Dados para Eficiência e Roteirização
  • Otimização de Rotas e Jornadas Personalizadas
  • Desafios da Logística de Última Milha
  • Mercado Livre e Verticalização da Logística
  • Case de Sucesso: Dark Stores na Pandemia
  • Reorganização Operacional pós-Pandemia
  • Lockers Inteligentes e Logística Reversa
  • Patrocínio Vembers (Desenvolvimento de Software)
  • Barreiras Culturais na Adoção de Lockers
  • Adaptação da Logística para Setores Específicos
  • Oportunidades Futuras com IA na Mots
  • Estratégia de Operação de TI na Mots
  • Cultura Sem Legado e Full Cloud na Mots
  • Governança e Segurança em TI na Mots
  • Independência Estratégica da Mots em Relação à Votorantim
  • Filosofia de Carreira e Impacto da Tecnologia
  • Futuro da Mots e Conselho para Profissionais de TI
  • Agradecimentos e Encerramento

Todos os exemplos e os exercícios que a gente tem lá na faculdade com algoritmos de otimização, etc., são todos baseados em problemas de logística, >> né?

>> Logística, ela passou a ser eh necessário e toda a empresa logística, né, adotar além a estratégia digital, né, tanto o físico quanto também as práticas digitais. Nós transformamos 700 lojas de duas grandes redesistas grandes em dark stores avançadas. O cara tem um comérciozinho pequeno, >> justo, >> que aí você pode escolher retirar lá naquela urgência ou levar lá, né?

>> É, >> mas é uma operação mais eh analógica do que o analógica.

>> Muito bem, muito bem, meus amigos do PPT não compil. Estamos aqui para mais um episódio e hoje eu tô com um cara aqui que entende tudo de logística e tecnologia, Marcelo Ortega. Dá um oi pra galera, Marcelo.

>> Olá pessoal, obrigado, Elitor, pelo pelo convite. Um prazer estar aqui. Como já falei, sou fã do do do programa, do canal e espero agregar aí e contribuir com todos.

>> Legal, cara. Eh, eu gosto muito desses episódios que a gente fala com as lideranças de tecnologia, porque a gente tem oportunidade de falar um pouco da carreira, né, falar um pouco da onde veio esse profissional, né? Acho que esse é um episódio que traz uma inspiração muito grande pros nossos ouvintes. A gente gosta muito de conversar com esse perfil de de profissional que tá numa carreira se leve, etc., conhecer um pouco da operação, né, de de como ele toca hoje o negócio, os desafios de negócio e principalmente como que você direciona a o seu conhecimento de tecnologia para atender o a demanda e o conhecimento que precisa ter de negócio, né? Então, tenho certeza que esse episódio aqui vai ser muito bom. Eh, vamos ter uma aula de logística aqui, não tenho dúvida, mas também sobre uso de inteligência artificial, sobre operação de tecnologia, os desafios que a gente tem sobre canalidade. Vamos ter muito conteúdo aqui sobre estratégia de tecnologia, acima de tudo, acho que é estratégia, né, Ortega?

>> É, eu acho que é estratégia, sempre aplicado ao negócio. E que legal que você faz essa pergunta, porque ela não tem fórmula, né? é de acordo com o desafio, de acordo com o conhecimento, de acordo com a expertise cada um, é a forma que você eh aborda e trata e administra área de de tecnologia e suas soluções, né? Então, muito bacana ter esse essa esse esse caminho aqui no no programa.

>> Show de bola. Então vamos lá conhecer um pouco mais sobre a carreira e os desafios que o Ortega tem hoje na Motes.

E se você ainda não deixou o like nesse episódio, você tem a oportunidade de fazer isso agora antes do programa começar. Você vai poder ao longo de todo o episódio deixar o comentário aqui na na no YouTube ou no Spotify, onde você estiver ouvindo qualquer plataforma. A gente vai receber o seu comentário, vai transmitir aqui por tagas. Se você tiver alguma dúvida, quiser o contato dele, vai estar também na descrição, mas deixa o seu like, clica no hype agora. Dá, dá para hypar, né, produção? É que eu sou de uma geração diferente que eu demorei para entender o que que era hypar, mas depois eu entendi. Então clica no hype também, hype o vídeo que ajuda a gente ter mais visibilidade, trazer mais gente pra nossa comunidade e continuar produzindo conteúdo como esse gratuito para vocês. E se você puder ajudar ainda mais o PPT no Cupila, você pode ser membro do PPT no CPIL. Se você for membro do PPT no Cupila, você vai ter acesso antecipados aos episódios e vai contribuir aqui com um valorzinho todo mês pro PPT para ajudar no custo ajudar a pagar aquele rapaz simpático que tá ali na mesa, né? E e deixar a nossa operação mais saudável para continuar trazendo muito conteúdo para vocês.

Então vamos lá. Se você não pode contribuir dessa forma, você já contribui muito compartilhando o seu episódio. Manda no grupo da empresa, manda no grupo da família, manda no grupo da igreja, manda do grupo o que você quiser que vai faça a nossa comunidade crescer, que a gente tá aqui para produzir conteúdo para vocês. Vamos lá.

>> Vamos lá. Bora lá.

>> Bora.

[Música] PD.

[Aplausos] Ortega, pra gente começar, eu queria que você desse um background aqui da da tua carreira. A gente tava falando offline aqui sobre as nossas trajetórias, né? E você contou uma história bem bacana que eu até te interrompi para você contar aqui pros ouvintes falarem. Eh, 38 anos de tecnologia já passou por algumas coisas, algumas tempestades, algumas revoluções, né? queria que você desse um overview assim pra gente, só um uma pincelada aí do que você já viveu nesse tempo.

>> Que legal, Wellington. Espero tá agregando aí, né, e passando um pouco do que nós já vivemos, né, em prática. Eh, sim, eu comecei na área de tecnologia com 16 anos de idade e ali eu me desenvolvi. Naquela época nós trabalhávamos com mind frames, linguagem coball, basic, enfim, né? E >> era outro mundo, né?

>> Era outro mundo, era outra tecnologia, impressoras, não tinha nem laser, né?

Era era todas de agulha, de cinta, enfim, era coisa era bem mecanizada, né?

>> Aham.

>> Com aqueles monitores ambar e tudo mais.

E para você desenvolver um programa, você tinha que escrever 10.000 linhas primeiro no papel para depois você ir digitar quando estou a estação tivesse disponível. Enfim, mas tinha todo um contexto e graças a Deus ao longo dessa dessa jornada, né, o mundo foi evoluindo, as tecnologias também, né, e eu acho que os profissionais acompanhando. Então, nós passamos por a pela jornada também de microinformática, né? Então, tiveram grandes grandes evoluções, grandes atualizações por Vax VMS e depois veio a geração do Unix com, enfim, vários vários várias soluções de Unix também e Linux e assim por diante, né? E nós vimos a internet nascer, né? O mundo antes de internet, ou melhor, mundo antes de rede, >> mundo antes do e-mail, >> né? assim e e como que a gente podia levar facilidades, como a gente podia colocar soluções, né? Eu acho que daí certamente com a internet o mundo ganhou asas, né? Mudou completamente eh eh hábitos de consumo, a forma de se viver, a forma de se relacionar, de consumir, né? E eu acho que tiveram grandes marcos e eh e nós percebemos que todas as tecnologias, né, elas foram evoluindo para melhor, cada vez mais fácil uso, cada vez mais fácil codar, né? E o bacana também que nós observamos que o comportamento também das pessoas e dos profissionais de tecnologia também foi se formando, né? Então o antigo programador virou um analista de negócios e daí começou a ter um olhar muito mais pro business.

e como aplicar tecnologia em prol do business. Eu acho que aí o o a tecnologia ficou extremamente interessante, né? Porque da ela passou a viabilizar negócios, a a habilitar oportunidades para as organizações.

Então, foi um momento muito bacana e agora vivendo essa nova essa nova onda que também é super disruptiva, né? que é o nosso nosso hype aí, que é da inteligência artificial, que certamente também vai mudar comportamentos e assim por diante, né? Então, sou muito grato por ter vivido todas essas essas essas fases, né? E, enfim, ter ajudado as companhias e também as pessoas.

>> Que legal. Eh, eu tava vendo nesse final de semana, cara, um documentário sobre o IG.

>> Uhum. Tá de 2000 2001, né? Mais ou menos para cá, >> foi quando a gente tropeçava em CD de discador do IG na rua, lembra?

>> Era o Ig e o AOL, né?

>> O IG e AOL. AOL.

>> Isso que todo mundo oferecia alta Vista, >> aquela internet de escada, etc. E eu fiquei ouvindo você falar aqui. Eu pensei, cara, como a gente passou por isso um passado tão recente e a gente tá tão acostumado hoje a lidar com a internet como se ela sempre tivesse existido.

>> Uhum.

>> Como se ela sempre fosse como água e luz na nossa casa, né? E e como o mundo era diferente, né, Ortega?

>> O mundo era diferente. É, mas também tiveram alguns pontos que foram bem disruptivos. Naquela época, um pouco antes disso, em 99, eu trabalhei na construção do parque Hope Harry. Então, a toda a parte de tecnologia ali do parque, eu era o responsável ali eh por toda a construção, por tudo que tinha e também com pouca conectividade, poucos acessos, mas com muita vontade, né?

Aquela época >> eu lembro que até o arcade de de jogos a wall patrocin patrocinou, daí deu um algumas coisas. Exatamente. E toda a parte de cabling de cabeamento, de fibra ótica, tudo que foi feito ali, foi subsidiado uma boa parte pela telef na época telefônica >> e até os espanhóis foram lá, que foi o primeiro grande projeto da telefônica no Brasil naquela época, né?

>> Eh, e enfim, e logo na sequência também, eu acho que teve um um momento bacana que eu trabalhei na Gradiente ali nesse nesse meado 2000, 2003, 2004.

E ali na gradiente nós tínhamos eh o lançamento dos DVDs players.

>> Nossa, cara, é verdade.

>> Aquele a a a 9 R$ 999 ou R$200, alguma coisa assim, que antes era super difícil ter os >> Sim. Os DVDs players e a Gradin lançou naquela época foi super legal, DVDOQ também para Karaok, que usava aquela mesma aquele grupo de tecnologia, né? E ali teve um um ponto também que foi bastante disruptivo pra época, mas talvez o mundo não estivesse tão habituado pro comportamento.

Nós construímos uma empresa e que eu pude participar assim antigamente chamada eh eh Gradient Motion, que tinha o portal Meis que ele lia os seus e-mails >> e ele lia os seus e-mails. Você poderia gravar uma voz para devolver pra pessoa.

Então a gente já começou a ter uma certa interação, né, por por tecnologias americanas que chegaram pra gente, nós interpretamos, tropicalizamos aqui pro Brasil, mas não caiu na prática do uso.

Ou seja, a ideia era muito boa, era disruptivo, mas não era o momento do do do uso.

>> Sim. Tanto que a gente vê a aplicação disso hoje.

>> Hoje hoje. Exatamente.

>> Isso foi em que ano?

>> 2001, mais ou menos. 2000, >> cara. Foi só 25 anos.

>> 25 anos depois.

depois que realmente aquilo deu um um >> É, exatamente. Muitas tecnologias que a gente vê em prática hoje surgiram como ideias no passado, mas como falei novamente, né? Eh, acho que o o mundo também e o público tem que tá maduro, né? E essa passa a ser uma jornada, é um desafio importante pra jornada de quando você tem uma jornada de inclusão.

>> Sim. Eu acho que a fricção também ela fica menor agora porque a gente tem um público mais eh familiarizado com tecnologia, então a adesão tende a ser maior, né?

>> E como a gente tem um poder computacional muito maior, a experiência é sempre mais fácil, né?

>> É a experiência e assim as novas gerações com mais praticidades e mais conectadas, certamente, né? Então, e com mais facilidades, né? Então assim, a cada geração você vê que a usabilidade ela é cada vez mais simples, ela flui cada vez mais, né?

>> Sim. Então a sobrinha de 7 anos, ela não consegue entender como que eu tenho um monitor em casa que não é touch.

Ela vê meu monitor, ela tenta pôr o dedinho na tela.

>> Porque a natureza do uso que ela tem do relacionamento com a máquina é usar a tela como um dispositivo de input.

Não é como a gente que que tá acostumado a ter um o só um dispositivo de de onde a gente recebe informação passiva, né?

>> Você vê e é uma outra geração já que já tem um relacionamento completamente diferente com a tecnologia.

>> Exatamente. Provavelmente ela tá falando para que que serve essa tela se não conseguir interagir poss Exatamente.

Exatamente.

>> Engraçado, né? Mas que que bacana, né?

Eu acho que eh é é gostoso de ver essa geração chegando diferente.

Eu acho que o legal também, acho que o bacana assim ao longo da carreira, eu nunca tive vergonha de fazer coach reverso, de perguntar pro estagiário o que ele tinha para me ensinar.

>> Sim, >> sabe assim? Então acho que esse é um ponto que bem bacana, né? E e até mesmo ser o estagiário, os sobrinhos e seja quem for, né? Para você se atualizar, né? Para você se, enfim, manter aí eh eh atualizado no geral, né? pra gente terminar essa sessão nostalgia.

>> Eh, uma pergunta de de curioso mesmo aqui e com até uma uma grande admiração pelo pela tua trajetória nesse período todo aqui.

Quantas vezes você já ouviu algo como a gente tem ouvido agora sobre a II, que pode modificar completamente a nossa operação de tecnologia, que funções vão deixar de existir? que tem essa preocupação dentro da nossa operação, dentro da nossa profissão de tecnologia. Quantas vezes você viu isso nesses 38 anos?

>> É, olha, eu vi eh em alguns momentos, eu acho que nós aplicamos tecnologia para gerar eficiência.

Então, em 98, 96, eh, eu lembro que para ter um projeto de capacidade finita, eh, de de para planejar produção, ou seja, na época só existiam algoritmos infinitos, mas dava para uma máquina trabalhar 36 horas por dia, né? Então, nós conseguimos um algoritmo canadense que que fazia essa capacidade finita e ele trazia uma eficiência muito grande na forma que a gente planejava. Então esse eu acho que foi um foi um marco importante também precisava de de pessoas muito bem treinadas para uso, né, para fazer essa tecnologia ali. Eu acho que foi um um lado bacana. De certa forma era uma inteligência artificial, né? Talvez não com as capacidades de processamento que tem hoje e até mesmo com a inteligência, mas já apresentava eh alguns pontos assim. Eu acho que ao longo eh acho que sempre a forma que você aplica a a tecnologia, a forma que você aplica soluções para otimizar um processo, para viabilizar soluç para, enfim, para otimizar um processo, né? eh ou uma experiência de usuário. Eu acho que isso foi pontos importantes. Agora, nada se compara com que a gente tá vivendo hoje, com as possibilidades de A, né, com agentes, multagentes e o o como você aplica Iá para para para facilitar eh eh o negócio. Eu acho que esse é um tema que tá ganhando uma relevância cada vez maior. E eu tô vendo assim, sempre com pensamento que ya não é fim. Então tá tão gostoso Iá que todo mundo fala: "Legal, preciso um projeto para eu usar Iá". Não, calma aí, meu amigo. Sim.

>> Você tem que encontrar algo que você sinta que é uma oportunidade, que você tenha uma grande dor e que daí sim, dentro da solução que você desenhar, você vai trabalhar com as possibilidades e né, que a gente tem feito algumas coisas assim bem legais ali na motos também. Então, acho que este é o grande convite, esse é o grande olhar, né?

Assim, eu tenho que realizar alguma coisa. O que que aí é é como se a cada desafio você tivesse um um pensamento e a first. Primeiro eu vou tentar resolver com a IA. Legal, mas o desafio >> e não implantar a IA.

>> O E a gente como apaixonado por tecnologia, a gente tem sempre um pouquinho desse viés, né, de encontrar um problema para uma solução que você encontrou que ela é muito boa.

>> Uhum.

>> Né? Então a gente sempre cara, isso aqui é muito legal. O que que eu consigo resolver com isso? quando na verdade o raciocínio estrategicamente correto é o contrário, né? Eh, eu acho meio clichê esse bordão, mas faz muito sentido que você tem que se apaixonar pelo problema, não pela solução, né? Exatamente. E acho que assim que eh e acho que com esse viés, né, que nasceram boas eh técnicas, né, tanto para construção de produto, design thinking, enfim, eu acho que vários vários várias ferramentas surgiram, né, em prol de você fazer um bom mapeamento, de você estratificar bem e e verificar as possibilidades, né? E enfim, eu acho que fez parte de uma de uma jornada e tá sendo muito bom viver isso, né? Tá sendo muito bom viver isso, em especial porque nós temos hoje um portfólio de soluções para aplicar, né? Ou seja, você não tem que talvez construir tudo.

Você tem o portfólio de soluções, você pode ir com esse conhecimento, eh, eh, enfim, para os desafios aí, né?

>> Legal. E então fala um pouquinho agora sobre o o teu papel na Motes.

>> Ah, legal.

>> E e fala um pouquinho da Motes também para >> Ah, legal. Bacana. Bacana. Meu papel na Mots, eu sou eh CIO, CTO, né? CPO também, área de produtos também tá está conosco, né? E para explicar o meu papel, acho que eu vou falar um pouco do desafio da Motes, né? A Motes, ela é uma transportadora digital que ela nasceu de um spino-off de partes da logística da Votorante em Cimentos.

>> Então, ela já nasceu grande, robusta, com um cliente, né? eh e um viés eh digital light, ou seja, nós não temos ativo, nós não temos caminhão, né, nos caminhões nem motoristas, nós eh trabalhamos com motoristas autônomos e e nós realizamos ali o match de de carga.

Nós não somos uma empresa que vive de take a rate. Nós somos a transportadora, nós vendemos o frete, nós negociamos, enfim. E na hora de fertilizar o transporte, a gente sim eh conta ali com os motoristas autônomos e parceiros e e e transportadoras também que que atuem com a gente na nossa malha, né? E nós emitimos toda a documentação fiscal, enfim, tem toda uma jornada é bacana em cima disso. A Motes nasceu eh inicialmente, eu acho que em 2000, ela nasceu em 2020, mas em 2023 eu não tenho o número, em janeiro, nós tínhamos 20.000 motoristas e hoje nós atingimos uma marca de 110.000 1 motoristas cadastrados com a gente e aptos ali para pra operação, ou seja, teve um crescimento eh grande. E o e eu acho que o o lado que eu acho que é bacana e convidativo da MOTS foram alguns dados que nós coletamos de mercado.

Eh, o mercado de logística movimenta 366 bilhões ano.

Nós temos 150.000 Biotransportadoras no Brasil, ou seja, um mercado pulverizado.

O maior player não bate 1% ou deve estar de próximo.

>> Caramba, >> é, o mercado tá bem pulverizado.

Daí, eh, a idade média dos motoristas é crescente a cada ano, ou seja, nova geração não tá querendo ser eh eh nós estamos com uma dificuldade para para entrantes.

Eh, um outro um outro ponto que eu acho que é interessante, uma boa parte do tempo da jornada de um motorista é dedicado em burocracias, ou para emissão de documentos, ou em negociação de parte, ou buscando o frete ideal para ele poder voltar para casa ou, enfim, fazer ali o >> o seu frete casado, >> é planejar o trabalho dele.

>> É, exatamente. Nossa, eu falei várias coisas, fala: "Nossa, tem uma tempestade perfeita em cima desse assunto, né?" Né?

>> Sim. Para quem gosta de resolver o problema. Cara, isso é uma [ __ ] oportunidade. E os motoristas eh 15% têm práticas digitais, utiliza, enfim, algum meio digital para facilitar a jornada, contando o WhatsApp, gravando o áudio, né? Então assim também, né?

>> Deve ser assim, pô, ser um segmento que para buscar eficiência, pra gente buscar uma facilitação na jornada, certamente ele tá muito carinente de tecnologia.

Então, trabalhar com soluções que resolva a jornada dos motoristas, que facilite a contratação dos nossos embarcadores, não é verdade? E digital, cara, é o nosso cenário ideal num mundo que tem uma uma necessidade, uma logística grande, até de troca de informações e trabalhar em colaboração.

Muito na minha visão de futuro para paraa tecnologia e paraa logística, é você poder compartilhar dados paraa cadeia, né, e orquestrar esses essa essa as logísticas em a cada etapa em colaboração, né? Então, acho que esse esse é um uma jornada bacana. E assim nasceu a Motes. É, esse é o nosso espírito. E a o meu desafio ali foi basicamente junto com todo o time, né?

Acho que é o nosso grande desafio, né?

Eu acho que é errado falar na primeira pessoa mesmo, porque a Motos é muito bacana, muita gente colabora. eh está no entorno de construir produtos voltados à jornada dos nossos motoristas, dos nossos parceiros de negócios e também voltado eh aos nossos embarcadores, né?

Tem um perfil interessante também que acho que vale e comentar.

A Motos nasceu com um cliente que era Votando Cimentos. Hoje nós temos mais de 350 clientes.

Nós já prestamos serviço para outras empresas do do de cimteiras.

eh, artefatos de concretos, enfim, tem um todo um lado da construção civil e também estamos com por perfil da nossa frota, por perfil da nossa atuação muito forte no agronegócio, ajudando a escoar fr eh eh ajudando a escoar as safras, né, de de soja, milho, enfim, desses produtos para os portos, tanto de terminais de trem como também para os portos eh fluviais, né? Então, acho que tem um um espaço muito grande, né, eh, de crescimento e que a Motes está dedicada a esse mercado, eh, atualmente, né?

Quero falar com você agora que ainda não conhece a Clever. Clever é uma empresa que já tem mais de 3 milhões de usuários em 30 países com 30 idiomas diferentes, que tem trazido soluções em blockchain, criptomoedas e ativos digitais. O objetivo da Clever é te dar liberdade financeira para operar nesse mercado de cripto. Então, se você acredita nisso, se você acredita nessa liberdade, você já pensa como a Clever, vai conhecer os caras, é clever.io, estão contratando também pessoal para trabalhar com cripto, com blockchain. Então, se você tem interesse, se você tem conhecimento nessa área, procura a Clever. Se você gosta de criptomoedas, se você opera no mercado, você precisa conhecer a Clever, precisa conhecer as soluções da Clever.

Então o endereço tá aqui embaixo no vídeo. Para quem não tá no YouTube é clever. Vai lá, vai conhecer que realmente é um mercado sensacional.

[Música] Eu ouvindo você descrever o seu desafio já com a cabeça de arquiteto aqui, eu fico imaginando que você tem um grande esforço de desenvolvimento aqui na parte de canalidade para poder atender eh os seus dois usuários principais, né, >> que é o o tomador de serviço e o realizador de serviço. usou ter correto?

>> Uhum.

>> Que é o o embarcador, né? Que é quem toma o serviço >> e o motorista. Então você tem um desafio de canais aqui de usabilidades. Falou que só 15% são >> digitalizados >> digitalizados, né? Então >> tem um um desafio aqui de conectar esses caras a dentro do teu processo, da sua cadeia, né? E eu fico imaginando também que você deve ter um desafio muito grande na operação disso tudo, porque não não por menos, né, todos os exemplos e os exercícios que a gente tem lá na faculdade com algoritmos de otimização, etc., são todos baseados em problemas de logística, >> né? E como você, pelo que eu entendi da sua descrição, você tem que fazer um um match aqui do embarcador com o melhor tomador, o melhor realizador do serviço.

Então você tem um desafio aqui de otimização, de rotas, etc. Que deve ser um problema divertido de trabalhar também, né?

>> Divertido. É um desafio bem interessante. Nós temos 150 unidades pelo Brasil, né? Eh, a motes eh, possui acho que um uma característica muito grande que é de investir em tecnologia, né? Então, nós somos digital mesmo, né?

Eh, todos os produtos que eh que chega mais próximo dos nossos dos nossos players principais, n são as personas que nós colocamos os embarcadores, os motoristas e os nossos parceiros de negócio, porque nós temos representantes, temos também outras transportadoras que trabalham com a gente, né?

Eh, nós realizamos sempre com esse foco.

Quando você fala cliente, nós temos três perfil.

>> Uhum.

>> O embarcador, o motorista, que também é nosso cliente, e daí fala e e o nosso e o nosso os nossos parceiros, né? Eh, como orquestrar tudo isso, né? Eu acho que a gente tem uma boa conexão com os nossos com os nossos embarcadores com relação às demandas, previsibilidades, né? Nós oferecemos as cargas para os motoristas. Então, se ele tá passando no lugar, ele já sabe qual carga ele pode ter, ele pode até programar o o dia dele, né? Eh, e facilitamos a jornada.

Então, além de manter soluções para ele viabilizar, para ele meio que fugir das burocracias, eh, nós também entregamos um ecossistema de benefícios para os motoristas. Ou seja, eh, nós oferecemos seguro de vida para motorista. Normalmente se faz a carga, nós oferecemos eh assistência médica para o motorista, desconto de pneu, desconto de refeição de na estrada, diesel, enfim, a gente tem um um lado, um ecossistema muito bacana que também gera essa atração para ele, né?

E dentro da nossa jornada, o nosso time de produtos, eh, junto com o time de operações, nós estamos eh acompanhando a jornada do motorista assim no dia a dia. E nós até colocamos algumas soluções que eu vou citar uma. Pode ser?

>> Fica à vontade.

>> Que legal, cara. Uma solução de eu vou explicar melor. Quitação com inteligência artificial, ou seja, terminar a viagem com inteligência artificial. Olha como que era a jornada do motorista. Depois que ele terminava uma viagem de alguns dias, ele descarregava o caminhão, ele tinha duas coisas: uma nota fiscal assinada e carimbada e uma conta corrente precisando do dinheiro do frete.

>> Uhum.

Ele era obrigado a viajar até um posto credenciado da carta frete e lá naquele posto ele fazia a troca do frete e abastecia o o caminão lá e tudo mais. Ele faz a troca do do do frete ali. Ele tem que viajar para isso.

>> Ah, ele vai ele, deixa eu ver se se eu entendi. Ele tem que ir até um poço especializado >> onde ele pega not combustível mesmo, né?

Que são especializados ali com carta frete. Sim. Onde ele é presente a nota?

É, é o o >> a forma que paga.

>> Ah, tá, entendi.

>> Vamos dizer assim, cara. Ele apresenta a nota, o cara olha a nota, via o motorista, via que tava para ele, ia no sistema baixava e daí sim o dinheiro era transferido pro cartão.

>> Entendi, >> cara. E ele tinha essa jornada. Ao analisar todo o processo, nós colocamos o nosso aplicativo, uma inteligência onde no fim da jornada ele coloca nota fiscal no banco do caminão, se precisar, ele só aponta o celular, a gente já focaliza, tira a foto do documento, a nossa IA já vê que era para aquele motorista, que ele já tá assinado, autenticado e já cai dando dinheiro na conta dele na hora.

você já integra com serviço e tal, já daí você vê que a inteligência artificial em pró.

>> Uhum.

>> Nós facilitamos a vida dele, se não então e da mesma forma e há para oferecer as melhores rotas para ele.

Então, eh, quando ele também vai falar um, fazer um processo de embarque, nós oferecemos, cara, eu tenho três entregas aqui para vocês que são próximas. você passa o dia fazendo, mas você ganha três, entendeu? Então assim também eh eh nós colocamos dentro da jornada. Então, por um lado, nós estamos investindo forte em desborocratizar a jornada do motorista.

Com isso, ele ganha mais.

Essa eficiência que se gera nesse processo, os embarcadores são altamente beneficiados?

>> Não, sem dúvida. Uma é uma um abacaxi a menos na vida dele, né? menos.

Exatamente. É com track, com visibilidade, com geolocalização, com todos os os monitoramentos ali e auxílios necessários, né? E um ecossistema para facilitar bastante a vida do motorista.

>> E aí, olhando aqui, tentando tirar um raio X da sua tecnologia, você tem um desafio gigante, como nesse exemplo que você falou de de interface ali, onde você vai tratar o canal de comunicação com esse cara >> e aí ele tem um app, provavelmente dentro. Sim, tem um aplicativo nosso, >> tem um aplicativo da MOT, >> é, tem um aplicativo da MOT que ele ali faz o acompanhamento, ele faz busca de cargas, faz busca de >> de oferta, se cadastra e enfim, tem todo um >> tem todo um um relacionamento com o motorista ali pelo nosso aplicativo, né?

>> Tá legal? E ali acho que tem um ponto legal que assim o aplicativo ele tem um princípio, ser simples, carregado de funcionalidades, mas de uma maneira que seja muito fácil o uso, porque nós estamos falando de um público que tem um desafio de inclusão digital.

>> Sim, você falou de 15%, né?

>> 15. Exato. A prática de 15%, a gente tem um mundo para para conectar, né? E e enfim. Então eu acho que trazer essa facilidade, né, para eles ou o uso para que ele seja o mais intuitivo possível, eu acho que passa a ser assim um uma das nossas missões.

>> Sim. E até pra gente, né, que é de tecnologia, quando você pega um aplicativo que você quer fazer uma coisa que é trivial, >> Uhum.

>> e você fica duas horas ali tentando resolver um problema porque não é inteligível, não é prático, né, a gente já elimina, né?

>> É justamente, >> né? Então, a experiência do usuário, eu acho que independente dele ser eh hard user ou ele ser uma pessoa menos digitalizada, ela é mega importante para pra aceitação do canal, né? Senão você tem muita fricção, né? Ainda mais uma pessoa que o foco dela não é isso, né?

Seu aplicativo tá lá para resolver o problema dela, não para criar um outro.

justamente. É justamente, justamente. E tem eh toda a parte de também de programação, de carregamento, de pátio, enfim. Eh, a gente tá investindo forte nisso porque eh eh é sofrido, a gente vê como a cadeia, o processo sofre com isso, né? Eh, e toda essa parte de de programação, de onde carregar, né? Onde é a partir do momento que ele faz um MET na nossa carga, a gente já fala para ele onde ele deve carregar. Depois que ele carrega, já sai uma nota fiscal para a nossa transportadora. Essa nota fiscal a gente já tem ela, a gente já captura ela, já emite toda a documentação fiscal em cima dela, ou seja, já cai tudo no aplicativo do motorista. Ele não tem que ficar na fila esperando o balcão, esperando a emissão etapa a etapa. Cara, assim que carregou, o próprio sinal de onde ele embarcou já vem pra gente com a com a DF e tudo mais. a gente nós emitimos toda a documentação por ali e e dentro de um processo com com seguro, com o pagamento antecipado de uma viagem, com, enfim, as missões de todos os documentos fiscais, né, de de de CTL, MDFE, enfim, vários vários pontos que eu acho que são são necessários e nós realizamos tudo automaticamente, já cai na na no aplicativo dele já sequenciado, ou seja, praticamente segue a viagem. E quando ele chega também no ponto, a gente já sinaliza para ele qual é a posição dele na fila de espera de um de de um embarque. Que >> legal.

>> Então ele já tem uma ideia de de de momento que ele pode entrar para dentro da para fazer um embarque, né? Isso em grandes terminais faz toda a diferença, né? E nós estamos com uma com uma eh desenvolvendo boas parcerias também com outras empresas, né, de logtex que que também estão com foco em atuação logística e que tem um viés mais tecnologia. Então a gente realizado algumas parcerias desse tipo e que tá tendo alguns frutos bem bem interessantes também.

>> Eh, vou vou ser um pouco abelhudo aqui, viu Orteg. Você fala, você fala até onde você puder, tá? Eu vou puxando. Você a hora que a hora que você desviar eu desvio junto. Você é pela característica do do teu produto e do teu negócio, pelo que eu tô entendendo aqui, além dessa desse grande desafio de canalidade, você deve ter um um uma área muito bem desenvolvida de dados aqui, eu acredito, porque além dos dados de negócio aqui, de emissão de nota, etc., Você deve ter muita coisa de telemetria também, não?

Que você pode usar isso de uma forma mais estratégica, digamos assim.

>> Como é que você trata dados na Montes?

>> É, é legal. Dados, telemetria, eu acho que com relação à captura de dados, tudo mais, os motoristas eles são autônomos, então não tem como a gente capturar. Em outros desafios, sim, nós desenvolvemos até jornadas de outras empresas logísticas, onde a gente pegava até sinais do caminhão, temperatura, enfim, né, >> para refrigerados. Eu acho que isso >> eh eh cai muito do campo do IoT, né?

>> Sim. Eh, como nós trabalhamos com autônomos, a gente conversa muito mais com ele, via o nosso aplicativo, via os nossos sistemas, né, além do nosso time de que está ali em operação. dados logística, ela passou a ser eh necessário e toda a empresa logística, né, adotar ali, a estratégia digital, né, o tanto físico quanto também as práticas digitais, eh na troca de informação e praticamente você também fazer o uso do dados para gerar eficiência e otimização da da da sua operação, né? Nós temos ali sim um time de dados eh grande ali no no no meu time. Nós concentramos ali dados também um pouco na inteligência artificial concentrados a eles, né? E dados é utilizado muito em em como nós falamos na programação, na roteirização. Eu acho que fazer uma boa medição de mercado também para pring, né, é um ponto super importante, né, >> para você também se posicionar sempre de acordo com o mercado, de acordo com a região, né? O Brasil possui as suas complexidades, né? Então, e também eh incidentes e acidentes eh fora do nosso controle acontecem então desde tempestades, desde desde barreiras, né, de de de estradas que são que são eh eh interditadas, enfim, tudo isso influencia muito na operação, tudo isso influencia muito no valor eh do frete e na capacidade, porque toda a programação ela passa a ser muito dinâmica e tem uma característica aqui no Brasil, eh, nós temos um limite de capacidade, nós não estamos a cada dia criando uma nova estrada, né? Então, assim, há um limite de capacidade, tanto de estradas quanto, como nós falamos aí, de disponibilidade de equipamentos de caminhões.

>> Uhum. Então acho que o crescimento de consumo, o crescimento que a gente passa a ter em su safras, cara, muito se deve, né, a a boa eficiência que nós vamos buscar na cadeia logística. Então ali eu acho que nós vamos fazer toda a diferença, né? Otimizar um você tirar os seus motoristas, os seus caminões, suas capacidades de um cenário ocioso e deixar eles com mais tempo produtivo, que é onde ele quer e onde ele ganha, né? você também acaba movimentando e aumentando a capacidade logística no Então acho que mais >> de otimizar e evitar um pouco o desperdício, né?

>> Desperdício, >> muito muito. Então, >> porque aí você pode saturar a malha com rotas que não são eficientes, etc. E quando você joga um pouco mais de eficiência, você tira um pouco dessa saturação do do do sistema viário como todos, né?

>> Sim. Sim. Sim. Exatamente. E um ponto também importante para dados, né? né?

Nós fazemos todo o trabalho de acompanhamento, temos uma torre de controle, né, todos o acompanhamento da das viagens, né, das da da das cargas, eh, e ali com previsibilidade, né, de de chegada, de início, de de viagem, né?

>> Quando eu perguntei sobre telemetria, eu tava pensando mais nesse sentido, mais sentido de >> isso de de você telegrafar a o acompanhamento da da da rota da viagem.

>> Legal, legal. Tem tem é mais em torno ali da da geolocalização, né? Isso é que você foi já no hardcore, já foi.

>> É, já fui lá no E Pois é, assim, tradicionalmente, né, na logística se capacitam, se colocam instrumentos também em nesse tipo de equipamento, né, em logística de refrigerado, cara, é imprescindível você ter a medição da temperatura >> do do do da do da do da da carga, né, até porque tem um fator qualidade muito grande, >> sem dúvida, né?

>> Pode perecer a carga, etc., né? É, exatamente, exatamente isso. Mas enfim, mas nós também realizamos esse tipo de acompanhamento, olhamos nossos nossos caminhões e também no nosso painel nós sabemos também quais pontos nós temos demandas, oportunidade de cargas, então para auxiliar a gente no MET e recomendar pro motorista uma possibilidade, né? E eu acho que o o e o bacana também com dados é você poder oferecer para ele uma jornada do dia, né? Então ele conseguir ali fazer as escolhas dos pontos que ele que ele pode fazer as entregas, né? E a gente entrega um roteirinho da jornada do dia para ele. Isso é muito bacana, >> cara. Isso é excelente. Algumas semanas atrás a gente conversou aqui com o Juliano Dutra, foi um dos fundadores do iFood.

Ele pegou o iFood quando era uma outra startup menor e ele que desenvolveu ali, foi o primeiro City que desenvolveu o produto, etc. E ele contou pra gente que o maior desafio do iFood era de fato o controle logístico das entregas, tá?

>> Controle é controle logístico das entregas. Exatamente. E assim e e olha que é um e no na última milha, né? Tem um outro lado da logística, eu vou fugir um pouco da mot, né? Do outro lado da logística que o deers também teve uma atuação muito grande.

>> Essa sim eu acho que já vem com desenvolvimento de tecnologia. Eh, já um já está assim num índice mais maduro.

>> Uhum. podemos dizer, eh, onde, eh, o próprio e-commerce puxa essa necessidade.

Então, já os sistemas já são integrados, eh, os produtos para se movimentar no estoque, eh, você já tem que ter o controle da da de todos os dados na hora que você embarca, até a hora que você faz a entrega na na, enfim, na residência, né? Então, já tem todo um tracking, já tem toda uma forma de medição, né? E o grande desafio que tem de de última milha eh eh praticamente é segurança. Acho que é um ponto super importante, né? Você ter um track, mas também garantir a segurança pro entregador, né, do do do ponto dele, né, >> e até mesmo certificar que o produto foi entregue com qualidade e tudo mais. Você vê grandes empresas hoje investindo gigantescamente nessa última milha, né?

>> É. E comood acho que não foi diferente, mas daí com outro perfil de entregador.

>> É o o que o Mercado Livre fez nos últimos anos no Brasil. É uma coisa que acho que é um dos sistemas de logística de e-commerce mais avançados do mundo, né? A Amazon não conseguiu fazer frente com eles aqui no Brasil, né?

>> É legal. E assim, é verdade. E o Mas vale lembrar, Mercado Livre nasceu há muito tempo na Argentina, né?

>> Sim, sim.

>> Então assim, já vem numa jornada crescente, né? é muito grande. Alguns anos, eles trabalharam um bom tempo com operadores logísticos prestando esse serviço e depois verticalizaram, né?

>> Isso muito aconteceu eh eh na época de pandemia, né? Quando eu atuava ainda na na Secoia, cuidava de inovação. E ali nós tivemos um cenário que foi bem bacana, que acho que vale comentar também, que eu acho que envolve a logística. talvez as pessoas estejam assistindo, eh, gostaria de ouvir. Eh, nós tínhamos um cenário, cuidava de uma inovação de uma empresa que fazia entrega em quase todos os municípios do Brasil, uma capilaridade grande.

Eh, os shoppings estavam fechados, as lojas dos shoppings fechadas e os produtos parados nas lojas.

E os grandes varegistas, quando eles começaram a vender fortemente o e-commerce, eles dedicaram um estoque em algum lugar do Brasil para falar: "Faz daquele estoque a oferta pro e-commerce".

>> Uhum.

>> Aquilo lá na pandemia zerou rapidamente.

>> Hum.

>> E daí eles tinham um dilema. Que que nós vamos fazer com os produtos parados nas lojas para se movimentar? foi quando nós fizemos uma grande sacada e da nós fizemos uma parceria com Rede Soma e também com outro com outro com outro grande rede logística também de vestiários e procurei falei: "Olha cara, oferece todos os produtos de todas as lojas no seu e-commerce. Assim que você vender, você só me fala onde eu vou buscar e você embala ele com uma etiquetinha que eu vou te dar." Nós transformamos 700 lojas de duas grandes redesistas grandes em dark stores avançados.

A gente ia buscar o produto, trazia pra nossa malha, entregava em qualquer lugar do Brasil.

Cara, uma pudra uma solução. Daí com isso vieram vários outros players de shoppings, >> começaram a entrar na nossa malha. E e isso foi bem legal porque e também teve uma experiência que foi boa, porque pequenos logistas se interessaram pelo nosso produto, sellers, então eles começaram a fazer contato direto com a gente. Então nós começamos a fazer um trabalho de pegar nas lojas, né, de fazer o modelo e ship from store, eh colocar na nossa malha e realizar a entrega. Então a gente já tava com uma capilaridade bacana. Nisso chegou a Chopeia a Shen no Brasil falando assim: "Cara, preciso de um parceiro logístico que faça isso, que vá buscar no sellers, coloque na mala e faça a entrega". Tudo isso orquestrado pelo portal, obviamente ali da inicialmente eu shopei, depois a veio, né?

Cara, foi muito engraçado. Foi assim, foi conversar com eles, eles falaram: "Tá bom, então começa a integrarema quando?" Naquela noite, meu time já tava fazendo call com Singapura para integrar sistema, soluções, foi uma coisa gigante. E daí a Chope ela entrou no Brasil operando com a Secoia e uma partezinha com Correios, por causa de capilaridade do Correios é grande. Então assim, computa que a a empresa saiu de 60.000 pedidos por dia para 1.300.000 uma coisa gigante. Então, nós movimentamos, empregamos pessoas, enfim, teve um grande crescimento.

>> Eh, e eu acho que esse foi um um um case de de muito sucesso e que eu gosto de comentar ele porque eu acho que foi muito em cima da experiência da jornada e certamente colocamos aplicativo para acompanhar até o momento da entrega. Eh, na hora de falar que entregou tinha que estar no raio de onde era a casa da pessoa para você garantir que de fato tava ali, o produto não teria >> n desvio até pra própria segurança de quem tava fazendo a entrega, né? Então, enfim, com o roteirizador também, porque o cara saia com um caminão lá com, né, sei lá, 100, 200 entregas para realizar ali ao longo de alguns dias. Então, eh, a gente já mostrava qual o caminho, tinha muita tecnologia embarcada, né? E foi isso que ajudou a gente a a a viabilizar. Então, teve um um lado digital fortíssimo que habilitou e teve um lado físico que foi tão grande quant >> Uhum. Mas habilitado pelo digital.

>> Habilitado pelo digital. E teve um um ponto que foi bem curioso. Estas lojas que eu comecei a a contar essa história, os vendedores estavam todos nas suas casas.

O que aconteceu? Eles foram, voltaram para os trabalhos. para poder fazer pique no estoque, para separar os produtos e colocar aquela etiquetinha que eu comentei.

>> Então o cara virou >> porque o cara virou quando voltou ao normal eles tiveram que meio que se reorganizar porque nasceram putz tinha operação no estoque e tinha uma operação no balcão.

>> Então daí as lojas tiveram que meio que se reorganizar ali no no no quadro, nas atividades, enfim, né? E foi bem, foi bem bacana também esse ponto. E teve uma delas que falou: "Cara, eu vou ficar uma semana sem vender, vamos parar que eu tenho que me reorganizar nas lojas e depois a gente retorna". Foi muito engraçado. E quando retornou, retornou com força total e estabeleceu um canal.

E também naquela época de de pandemia, que eu acho que ajudou muito e que é legal a gente comentar, que eu acho que eh nós estamos aqui num papo bom de logística, foram as empresas também que champudo, né? Picuppof, eh, lockers inteligentes, também boas empresas de lockers inteligentes surgiram, né, Clique Retire. Eh, onde você ao comprar na na no marketplace, você pode sinalizar eh eh onde você quer retirar e pode ser numa gaveta inteligente em algum supermercado, né?

Isso já é já é real muito tempo já aqui no Brasil. Eh, eu eu vi algumas vezes isso, mas eu acho que isso poderia ser tão mais amplo, Ortega, porque eu acho tão mais prático, porque você no caminho, por exemplo, eh, da da na sua rotina, você tem um lugar onde geralmente um lugar público >> onde você sempre passa, >> né? estação do metrô, terminal de ônibus, esse tipo de coisa. Cara, isso deveria ser muito mais usado na minha opinião, >> justamente. Mas e daí cai um pouco naquele ponto que nós falamos. Você pode desenvolver tecnologia, mas tem que ter que tomar um cuidado se o mercado tá pronto para absorver, se você entrou no hábito de consumo, se você conseguiu pegar essa praticidade, >> o que se usa hoje de lockers e de empresas de pudo já é bem maior do que se usava anos atrás, né? Eh, e assim também para viabilizar a logística reversa assim, eh, se eu não me engano, três e até o ponto que acompanhei, se não me engano, era próximo a 3%, 3,5% do que se vende no e-commerce se torna devolução.

E como que você devolve, né? Então assim, essas empresas que que fazem esse trabalho exatamente de de de captar o produto, colocar na sua malha e devolver, >> produto, >> eh, ela começou a ter um mercado também que na época nós até tentamos fazer para um cliente que era a classe A aa é o público que ele atendia, de fazer a coleta na casa. Então quer devolução legal? Nós vamos até a casa. Cara, só confusão, não viabilizou. Porque chegava lá, a pessoa não tinha embrulhado ainda, não tinha preparado o produto, não tava em casa, tinha os problemas do, enfim, problemas do dia a dia, que a operação ficou altamente custosa. Então, o fato de você ter que levar até um o seu produto, sua devolução, que é um saco, né? O legal seria o cara, ele entregou, vem buscar, né? É, passa a ser uma operação de altíssimo custo para quem opera logística. Então, por isso que a maioria das vezes, cara, leva até um lugar, identifica, usa essa etiquetinha, coloca seu sinalizador e e entrega algum lugar, seja eh Correios ou alguma empresa aí de de >> de que trabalhe com pudo, né, para daí sim receber a sua a sua devolução, né?

Eu acho que esse é um mercado também que foi que foi eh eh forte, atuante, que também teve uma uma penetração e que eu acho que tem muito o que crescer também aí no no aqui no no Brasil.

>> Você que tá aí escutando esse episódio bacana e quer levar toda essa tecnologia, essas novidades pra sua empresa e não sabe como, chama o time da Vembers. A gente pode ajudar vocês com desenvolvimento de software, com arquitetura de soluções, a entender os problemas que vocês estão vivendo e sair do outro lado com uma solução bem bacana. E se você tá escutando o podcast para aprender coisas novas, faz o seguinte, manda um e-mail pra gente no peoplecare@vems.

E você pode fazer parte também do nosso grupo de talentos. Valeu.

Agora o time do Relações Públicas vai gostar mais de mim.

Mas você acha que é cultural isso?

Porque eh nesse caso da logística reversa, por exemplo, o locker resolveria muito bem. Você fala: "Ó, tá aqui a sua senha, você vai na porta tal, digita a senha e deixa o produto lá dentro. Maravilha. O Mercado Livre ele fez algo parecido com o que seria o locker, que são os pontos de coleta. Então, o cara tem um comérciozinho pequeno, >> justo, >> que aí você pode escolher retirar lá naquela agência ou levar lá, né?

>> É, >> mas é uma operação mais eh analógica do que o locker analógica.

É, >> e e não sei quanto a custo, mas você vai ter que remunerar esse estabelecimento, etc.

>> Talvez o a curva de custo do locker no na linha do tempo talvez se dilua mais.

>> Eu acho que sim. Eu acho que dilua mais.

Mas eu acho que a própria prática do consumo e do uso também. É, eu acho que as pessoas também tem um pouco disso aí.

Exatamente. Também >> é, acho que o mercado tem que absorver de certa forma, né?

>> É, acho que o brasileiro ainda quer falar: "Não, eu fui lá, entreguei na mão da moça". Fala >> exatamente. Pois é. Tira foto inclusive, né?

>> É. Então, acho que ainda tem exatamente o ponto que você colocou, né? Tem um às vezes o mercado não tá adaptado para absorver isso ainda.

>> Exatamente. Exatamente. E eu acho que um dos grandes desafios, né? Voltando a motos, acho que é pegar tudo que eventualmente nós crescemos e desenvolvemos ali pro e-commerce também trazer com essas práticas, com as vezes com os conceitos e obviamente reinventando e adaptando, né, paraas logísticas ali bem voltadas ali a agronegócio, a construção civil, enfim, que é o grande desafio, a jornada que nós estamos tendo tendo hoje, né, >> que é tipicamente é diferente do que a gente tava conversando antes, que é a entrega, a logística de última milha.

Aqui a gente tem tipicamente, imagino, uma relação de B2B com o papel do motorista como intermediator.

Exatamente. E e pesados, né?

>> Uhum.

>> Eh, em poucos casos, em poucas situações, cargas fracionadas, a maioria é Uhum.

>> É full FTL.

>> Então você tem um um ticket muito maior, né?

>> Exatamente.

>> Com uma entrega que é muito maior de dinheiras, >> maiores distâncias.

>> Entendi.

>> Maiores instâncias. É, é outra realidade.

>> É outra realidade. É outro, é outro mundo. Logítica também, mas é outra, é outra realidade.

>> Sim, cara. Que bacana. E o que que você diria que pergunta que vai te fazer pensar, hein? Ah, >> o que que você acha que dentro da realidade da motos hoje, falando de inteligência artificial e etc, a gente já teria tecnologia suficiente hoje para embarcar nesse ecossistema, mas usando o exemplo que a gente falou no anterior, que talvez o mercado ainda não esteja adaptado para isso. Onde você vê oportunidade? Cara, aqui eu acho que eu posso, tem uma ideia de produto de optimização aqui que eu acho que hoje ainda não pega, mas daqui 5, 10 anos talvez seja uma realidade.

>> Bacana. Acho que assim, eh, tudo é um é uma questão de crescimento. Eu acho que certamente com os produtos eh eh cada vez mais fáceis, friendly, eu acho que a gente possa promover mais uso, né, telete tecnologia, embora a nossa usabilidade das nossas viagens, nós estamos com bons índices, então chega assim um índice altíssimo de usabilidade. Todas as nossas viagens praticamente são com uso no aplicativo, né? Então, eh, eu acho que esse é um ponto, eh, que é importante, né? Eu acho que tem um lado que é, eh, você trabalhar com previsibilidade das demandas. Então, é um, nós estamos falando de um mercado, especialmente com agronegócio, onde você não tem tanta previsibilidade das demandas, né? Ou seja, quando a safra chega, eh, é quando chegam os pedidos. Então, acho que a gente poderia fazer um trabalho de planejamento mais longo prazo, né? Eh, onde a gente até poderia concentrar, né?

equipamentos, caminões, onde eh eventualmente a gente teria uma oportunidade de uma super safra, por exemplo.

>> Hoje não é um grande problema, porque a gente sempre eh eh eh opera e a gente sempre abastece, né? Mas eu acho que a gente poderia colocar um pouco mais de inteligência, tá? Um pouco mais de previsibilidade no futuro, né? E eu acho que muito dessa oferta dinâmica de rota, então eu gostaria muito de est oferecendo uma jornada pro motorista que não fosse um dia, que fosse um tempo maior. Falar, cara, trabalha comigo esse tempo maior que a sua previsão de recebimento seria tanto.

>> Só segue aqui que eu vou te >> segue aqui que você vai ganhar mais ou menos esse valor eh ao longo desta jornada. Então, acho que esse é um ponto que eh nós temos muito que crescer, porque a gente tem que ter bons domínios da demanda com a previsibilidade, não é verdade? Eu acho que a jornada com os motoristas de uso, graças a Deus, nós estamos utilizando assim, eh, bem e estamos atingindo bons índices, né? Eh, mas eu acho que com essa previsibilidade a gente conseguiria fazer ofertas personalizadas de uma jornada mais longa pros nossos motoristas. Cara, seria genial, >> seria desruptivo.

>> Eu eu seria desroptivo.

>> Desroptivo. Então assim, eh enfim, acho que o o estamos num caminho bacana. Eh nós temos boas ideias, obviamente não só de boas ideias, né? Eh eh eh a empresa vive, mas eu acho que nós temos um conceito que a gente nunca joga padical na ideia. A gente sempre alimenta a rela e vê até qual o próximo passo que ela pode chegar, né? e o quanto a gente pode facilitar. Eh, o fato da Motos também ter consciência de construir os próprios sistemas, de construir os próprios produtos, eh, nos dá muita flexibilidade até na hora de atender um cliente. Em logística, você vende muito mais soluções do que a movimentação de materiais.

Você tem que estar com o sistema conectado, você tem que ter uma cadeia eficiente assim. Então, e cada cliente que procura o serviço logístico, cada um vem com um perfil diferente, cada um tem uma particularidade. Então, quanto mais próximo do cliente você está, eu acho que falando um pouco de arquitetura, né, bem sua área, cara, mais domínios tem que ter naquela solução para você poder fazer diferença, senão você fica parado para atender um cliente num backlog, enfim, de um fornecedor ou alguma coisa assim, nada contra os fornecedores, muito pelo contrário. Mas eu até ajudam e eu tenho grandes parcerias ali. Mas assim, eu acho que eh esse é um ponto que dá um um encanto eh e facilidade paraa gente na hora de atender uma necessidade específica de uma de uma operação.

>> Foi muito legal você falar isso porque fez o gancho perfeito com a pergunta que eu te fazer agora.

>> Ah, que legal, bacana. Sempre que a gente conversa com o CIO, com City aqui, a gente pede para ele dar uma palhinha do de como ele moldou a operação de TI dele. O que você pode revelar pra gente.

Você já soltou que você tem a a área de produto, >> tem, >> né?

>> Área de desenvolvimento e qualquer outra. Você falou que não é >> é dados IA. Dados e a >> dados e ar.

>> Conta um pouco pra gente de qual que é a sua estratégia de operação.

>> Você já contou que foi um dado super bacana aqui que você internaliza suas soluções, né? Você tem o desenvolvimento próprio do seu do seu core, né? O seu core é desenvolvimento próprio. Que mais você pode contar pra gente?

>> Legal. Boa pergunta. Boa pergunta.

Excelente. Acho que ela vai muito em cima assim do do do conceito que eu uso e que putz, eu fiz um curso muito bom na na FGV, na verdade foi acho que uma especialização que era direcionamento estratégico de TI, sabe? Então a primeira primeira coisa que você faz quando você assume uma empresa, a TI de uma empresa, acho que um uma das primeiras perguntas é: qual é a ambição?

Que mercado você vai atuar? Se você quer um mercado global, você tem que trabalhar com outras esferas de fornecedores, com outras esferas de pensamento, com outras esferas de, né, de soluções.

Eh, eu acho que esse é um primeiro ponto, né? O segundo é você olhar pra arquitetura do seu sistema, você falar: "Putz, tudo que é commodity, que te dá muita dor de cabeça, motor fiscal, né?

Por exemplo, um exemplo, né, assim, dor de cabeça porque exige manutenção, as leis mudam, você vai trabalhar com município, cada município tem uma uma iseção, tem alguma particularidade, né, cara? Tudo que é extremamente commodity, que você não tenha profundas dependências operacionais, cara, grande chance de você colocar para fora.

Colocar para fora, ou seja, pegar um um parceiro que possa fazer eh eh esse papel por você fornecer esse sistema com expertise de RP, de tudo que tem a pagar, receber crédito, enfim, toda todas as soluções do pacote completo.

Quanto mais próximo você chega da operação e do core da empresa, maior a necessidade de você ter pontos específicos e que fazem muita diferença.

A não ser que você tenha uma operação indústria, é sempre aquilo, cara, tudo bem, você pode ter pacote fim a fim.

>> Uhum. Mas a partir do momento que você tem uma movimentação logística, você tem uma necessidade de empregar soluções, você tem um mercado de de motoristas e logísticas que ainda explorado, cara, a a a escolha ela já passa a ser óbvia. Ali eu tenho que ter domínio porque eu vou trazer flexibilidade, entendeu? Então assim, esse é um ponto que acho que nós levamos falando da camada solução, produto e a forma que nós que nós atuamos, né?

>> Uhum.

Eh, e também o ponto que nós fizemos foi a moticamente nós construímos ela do zero e teve uma grande vantagem. Nós já nascemos eh nesta era digital. Eu tô sem legado, >> cara.

>> Então, nós estamos nós somos full.

Cloud, >> você é um ctio feliz, um ctio sem legado, um ctio feliz. Pois é, às vezes acho acho que nós seguimos, né, e não não não soubemos eh empenhar. Então, nós somos full cloud, o dos nossos forne os nossos sistemas que fazem eh os papéis mais corporativos são também em nuvem. Eh, contratamos com SAS, os nossos produtos também todos em nuvem. Eu não tenho nenhum servidor.

>> Isso é mérito, sabe? Por quê? Não, não o mérito de já ter de não ter nenhum servidor ou ser% clógico, cara empresa tem a sua, >> claro, >> a sua estratégia, né?

>> Mas quando você me diz que você não tem legado, isso é o mérito da sua estratégia, porque a gente vê hoje sistemas novos que já nascem legado.

>> Uhum.

>> Né?

>> É. Então, já nascem com uma concepção antiga, com uma arquitetura antiga, com uma arquitetura rígida e e uma estratégia maldefinida que você tá parindo um bebê de 45 anos.

>> Sistema novo, processo velho, você tem um sistema velho.

>> Exatamente. Então você já tem um legado, >> você tá asfaltando o caminho das vacas, >> entrou em produto.

>> Ela vai fazer a mesma trilha, ela não vai passar a linha reta, né? Exatamente.

>> Então, assim, cara, e e eu acho que esse é um é um ponto que que que é verdade, sim. E e e muitos caem um pouco nesse modismo, né? E é bem que você falou, pô, você não tem servidor, você é médico e tal. Não, cara, isso acho que faz parte da arquitetura, faz parte de dá uma leveza, né?

Eh, eh, e eu acho que o fato de a gente também nascer nessa época, ele tá permitindo com que a gente coloque construa soluções que tenha ótimas eficiências e ótimos comportamentos até de de custo benefício operando em nuvem, >> né? Diferente de você pegar um legado, né, e tentar subir pra nuvem, enfim, você vai até consegue, mas você vai conviver com custos orbitos, >> tá dando asa, tá dando asa para dinossauro.

>> Isso. Depois você vai ter que repatriar e coisas assim, né? Mas eu acho que esse é o ponto. E um lado também que nós fizemos, que eu acho que foi importante, eh nós trouxemos uma consultoria bacana, grande, que nos ajudou também a desenhar os processos de tecnologia. Então os nossos processos TI raiz, né, não é só esse mundo colorido, inovação, vamos desenvolver, não. Nós temos governança, nós temos todo um processo e eh scron agile, nós temos toda a parte de de todas as disciplinas necessárias para se ter uma governança e uma segurança de tecnologia, eh enfim, os melhores frameworks de segurança também com boas soluções. Então, teve um lado técnico, teve um lado hard, teve um lado de segurança de infra, que também nós tivemos que visitar, né, e se estruturar para para isso, né? Então, acho que a composição praticamente é essa, né?

Nessa nossa nossa composição.

>> Legal. Aí você teve essa costura para montar sua operação de fato.

>> É, praticamente. Exatamente.

Praticamente assim, eu já tinha profissionais ótimos ali experientes. Eu acho que foi mais orquestrar mesmo e a gente colocar eh um ritmo, né, de novos processos e combinar melhor os processos eh para motos tempos, especialmente >> na área de tecnologia ali desde a >> legal.

>> Desde a nossa chegada, né? Quando você chegou e montou essa operação, a Motes ainda era um produto da da Vuturantin ou ela já tinha decretado independência ao mar?

Pergunto, já tava eh concluindo o spinoff completo. Então, hoje somos completamente espinofados. Nós temos uma reportamos para um conselho, temos um presidente, né? Então assim, eh, a moto ela já segue um caminho bem independente, né? Mas teve um lado de início de jornada que ela sim operou próximo a Votorantin. Inclusive os primeiros passos foi até o time e da Votanim que ajudou a a a dar, né, a construir, né? Eu acho que esse foi um ponto importante também super legal, super necessário e e com muito mérito de todos que estiveram no início de jornada, né?

>> Porque tem um lado que assim, sempre que você começa com uma empresa nova, você tem que constrar que ela é um negócio viável.

>> Uhum.

Então, acho que teve um um um lado bacana de mostrar o negócio viável e rapidamente ver essa necessidade de se tornar digital. Eh, que foi quando, eh, a Motos, enfim, num pensamento estratégico lá, desistiu essa cadeira de de de CIO CTO, onde eu fui contratado pra gente poder dar sequência e e de toda essa jornada, né? Mas eu eu fiz essa pergunta porque eh tem um mérito muito grande aqui, na minha opinião da da gestão Votorantim >> quando foi criado, concebido, né, a a motos, mesmo que ainda como uma área de logística dentro da empresa, de de fato fazer isso com um viés de criar vida própria em algum momento. Sim, >> com a cabeça de arquiteto que eu já tô imaginando que seria muito cômodo criar os produtos da Mots quando ela tava ainda da barriga da da Vutorant >> com uma dependência e um acoplamento dos das principais cadeias de valor de uma grande companhia como a V como a Vutorantin. Seria muito cômodo fazer isso com uma dependência de um RP da própria Votorantim.

Então, se você conseguiu fazer esse desacoplamento de uma forma eh não traumática e sem que você hoje carregue um legado, é porque foi uma estratégia muito bem consolidada >> desde o começo.

>> Foi, é, exatamente. Eu acho que vem um pouco do nosso presidente também do do do presidente do conselho e o presidente global da da Fotorantim também. Eh, eles têm a consciência de que a gente tinha que ter uma certa independência e ter uma certa leveza.

Assim, se você colocar um processo de uma empresa gigante dentro de uma startup, você passa a desacelerar.

>> Sim.

>> Então, até tem até um livro como matar uma startup, né? um deles fala: "Cara, coloca tudo que o seu modo, sua forma de você eh operar, né, e enfim, com todos os os processos ali, você deixa essa empresa pequena mais pesada, né? Pequena mais linda." Então, acho que teve um lado de de de espinofar exatamente para isso, pra gente poder ter leveza, para que tenha decisões, né? Para que tenha uma governança. Nossa governança ela é fortíssima. eh eh enfim, e que a gente consiga, eh, ter flexibilidade e, como eu já falei aqui, leveza paraa escala, né? E acho que nós estamos atingindo uma escala bem interessante. Eu acho que não só nessa cantidade de motoristas novos, como também eu acho que tá acompanhando aí o nosso mercado pela quantidade de clientes, pela quantidade de parceiros, pela pela nossa receita, o nosso resultado também tá bem exponencial aí já existem existem já já os nossos dados são publicados.

>> Que legal. Parabéns pelo trabalho, cara.

>> Muito obrigado. Muito obrigado.

>> Excelente. Muito legal. Obrigado por ter compartilhado aqui dessa dessa estrutura, desse dessa estratégia.

Eh, sempre muito bom falar sobre estratégia de negócio atrelada a estratégia de tecnologia. Acho que esse é um dos das pautas mais interessantes que a gente tem aqui no PPT.

>> Ah, que legal, que bacana. É, eu eu para mim minha carreira toda foi projetada em como aplicar a tecnologia, sabe, em prol do negócio. E eu acho que eh é o convite que tem para todo profissional de tecnologia, né? Eh, sempre saiba para quem você tá fazendo e o que que você tá fazendo, né? E o que que você vai ajudar, né? Se o que você tá produzindo não tem cliente, você não vai resolver a dor de ninguém, cara. Bem provável que já nasça eh sem muito uso, né? Para falar outra coisa. Mas assim, eh, então acho que esse é um um um ponto bacana aí.

>> Legal. Pra gente fechar, Ortega, fala para mim o que que a gente pode esperar >> da mots pros próximos meses aí, se você tem alguma coisa programada. Eh, e e como que as pessoas que se interessaram em saber mais podem entrar em contato, procurar, sei lá, às vezes o cara tem um amigo, trabalha com frete, etc.

eh como que como que se aproxima para saber pouco um pouco mais sobre isso, né? O teu perfil vai tá no LinkedIn, então quem quiser ter um teu perfil do LinkedIn vai tá aqui na descrição, então >> provavelmente você vai receber algum contato aí, vai trocar alguma ideia. E queria que você deixasse também um recado final >> pras pessoas que se inspiram na sua carreira e e querem ter essa visão estratégica no futuro, sonham com uma cadeira de CIO, de CTO, o que que você deixaria de recado para ela?

>> Ô, que legal. Então, antes de mais o canal, tem lá o site da Motos, onde tem o um um canal onde você pode eh fazer o contato com a gente, né? Também fico muito à disposição lá no no link, no perfil também que queiram. Eh, o que esperar da motos meses, eu acho que não só nos próximos meses, acho que no na nossa jornada, né? Nós sempre estaremos trabalhando em prol da logística, em prol dos motoristas. Nós não vamos fugir das nossas personas. A gente sabe que a gente tá aqui para desenvolver tecnologia que faça com que o mundo trabalhe em mundo logístico trabalhe em colaboração na cadeia, né? e que a gente possa fazer uma boa integração entre embarcadores, motoristas e também com os nossos parceiros, ou seja, eh fazendo um um elo completo aí, né? Então, acho que nós vamos estar sempre disposto e trabalhando para que isso aconteça cada vez mais com novo produto, com inovação, porque é um mercado que a gente vê que tem um espaço muito grande para isso, né? E o conselho que eu deixo para todos é aquilo que ele vá um pouco do trivial, né? Então assim, eh acho que tudo a todo momento, né?

Não, não se trata de esperar o futuro.

Eh, a gente tem que estar sempre pronto para construí-lo.

Então, se você colocar isso contigo, você vai ver que todas as oportunidades, tudo que você passa à frente, tudo que é um grande problema, é a hora que você fala: "Cara, ali eu consigo desenvolver uma solução, ali eu consigo e fazer daquele ponto algo muito bom para um negócio, pra vida das pessoas e assim por diante, né?" né? Então, acho que essa frase eu eu gosto bastante, né?

Então, eh, eu deixo isso como como uma recomendação para todos, né? Estejam prontos para construir o futuro sempre.

>> Excelente.

>> Não, espera aí, >> Ortega, muito bom papo, cara. Obrigado mesmo. Foi muito bom ter conhecido aí tuas jornadas, teus desafios, aprender um pouco de como você tá lidando com tudo isso lá na Motes. Foi um papo excelente. Obrigado mesmo.

>> Que legal. Eu que agradeço, Welliton, muito obrigado. Um prazer conhecê-lo e parabéns pela sua jornada também, né? E aqui pelo podcast que também assisto, acompanho, né? E para mim um prazer, uma honra muito grande estar aqui com você, viu, cara? E nesse programa audiência qualificadíssima. Obrigado.

>> É o pessoal da técnica também, a mãe da Pine que tá nos ajudando, né, da Pine.

Muito obrigado.

>> Show de bola. Obrigado você que acompanhou a gente até agora, muito obrigado pela audiência de vocês. Se você chegou até aqui, ainda não deixou o seu like, não fez nenhum comentário aqui na na no YouTube ou no Spotify, você tem a última chance de fazer agora. Deixa a pergunta aqui por tega, caso você queira aqui que a gente encaminha para ele. Mas deixa o seu like, encaminha esse episódio para alguém que possa se interessar, que ele conhecer um pouco mais, se inspirar na na carreira aqui do Ortega e ajude a nossa comunidade a crescer pra gente continuar fazendo episódios aqui gratuitos para você.

Obrigado novamente, Ortega.

>> Eu que agradeço.

>> Valeu. Muito obrigado.

>> Valeu, galera. Valeu.

>> Tchau, pessoal.

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