Quality by Design: Muito além do Teste
Convidados
José Eduardo Fiamengui
Head de Desenvolvimento @ CCEE
Valdir Scarin
cofundador e arquiteto master @ VM Bears
Explore o episódio
Neste episódio do Podcast PPT Não Compila mergulhamos fundo no universo da qualidade de software, indo além do hype e das buzzwords para entender o que realmente funciona na prática. Recebemos Andrea Gomes Ribeiro, Squad Tech Lead da Natura, e José Eduardo Fiamengui, Head de Desenvolvimento da CCEE, para debater com Valdir Scarin os desafios técnicos e culturais da entrega com qualidade — especialmente quando a pressão por prazos bate à porta. Discutimos como testar vai muito além do unitário e do front-end: é sobre propósito, rastreabilidade, documentação e cultura. A Deia compartilha sua experiência liderando squads em áreas críticas da Natura, mostrando como a diversidade e o rigor técnico se encontram no dia a dia. Já Fiamengui traz insights valiosos sobre governança de qualidade em ambientes com múltiplos produtos, sistemas legados e requisitos regulatórios — com direito a meta de 95% de cobertura e squad de testes cross! Falamos de práticas reais como shift left, Quality by Design e até gravação de testes para garantir evidência e aprendizado. Tudo isso com o bom humor característico do podcast, analogias com biscoitos, panetones e até mergulho em mar aberto 🌊. Aperte o play e entenda como criar software que não só funciona, mas escala, entrega valor e dorme tranquilo em produção! 🚀 #Podcast #PPTNãoCompila #QualidadeDeSoftware #EngenhariaDeSoftware Convidados: Andrea Gomes Ribeiro: linkedin.com/in/andrea-gomes-ribeiro-aa75b220/ José Eduardo Fiamengui: linkedin.com/in/jose-eduardo-fiamengui/ Valdir Scarin : linkedin.com/in/valdir-scarin/ Spotify: https://spoti.fi/3Z4q4yx Youtube: https://youtu.be/_dgqadOEahY Outras plataformas: https://linktr.ee/pptnaocompila Acompanhe nas redes Instagram e Twitter: @pptnaocompila LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/pptnaocompila Produção: Voz e conteúdo | https://www.vozeconteudo.com.br - @estudiosvoz
- Introdução aos Desafios da Qualidade
- Abertura e Humor
- Apresentação Valdir
- Apresentação Deia (Natura)
- Elogios e Networking
- Apresentação Fiameng (CCE)
- Tema do Episódio: Qualidade Real
- Vinheta Musical
- Debate: O Que é Qualidade de Software?
- Qualidade além do Teste (Deia)
- Reação Humorística
- Qualidade Funcional e Não-Funcional (Fiameng)
- Convergência de Visões de Qualidade
- Foco no Produto e Cliente
- Quality by Design
- Documentação como Aliada
- Evidência de Teste e Cultura
- Semana da Qualidade (CCE)
- Engajamento do Negócio na Qualidade
- Qualidade: Teste Automático vs. Percepção do Cliente
- Valor da Qualidade em Projetos Críticos (Natura)
- Desafios com Desenvolvedores e Testes
- Incentivando Testes Básicos (Deia)
- A Mentalidade "Na Minha Máquina Funciona"
- Contratando Especialistas em Testes
- Caso de Sucesso: Especialista em Testes (CCE)
- Estrutura de Testes na CCE
- Metas para Cultura de Qualidade
- Dilema Executivo: Velocidade vs. Qualidade
- Como Negociar com a Liderança
- Experimentação e Gestão de Expectativas
- Humor e Liderança
- Gerenciamento de Risco em Novos Produtos
- Justificativa do Investimento em Qualidade
- Patrocínio (Clever)
- Problemas Atuais de Qualidade
- Desafios Culturais na Equipe
- Lidar com Desenvolvedores Autoconfiantes
- Analogia da Redundância e Segurança
- Envolvimento do Executivo no Risco
- Análise da Visão Executiva
- Apoio Executivo à Qualidade
- Governança da Qualidade (Chapter)
- Padronização e Ferramentas de Teste
- Custo da Diversidade de Ferramentas
- Case Cypress vs. Ferramentas Existentes
- Workflow de Testes Automatizados (BDD, X-Ray)
- Qualidade como Prevenção de Perdas
- O Paradoxo da Qualidade
- Prevenção vs. Heroísmo (QA vs. SRE)
- Testes de Performance e Observabilidade
- Interação DevOps e Qualidade (CCE)
- Estrutura DevOps e QA (Natura)
- Esteira de Desenvolvimento da Natura
- Otimização Técnica e Debate de Linguagens
- Desafio Java vs. Node
- Ecossistema de Microsserviços e Testes (Natura)
- A Pirâmide de Testes
- Análise de Pontos Críticos na Qualidade
- Primeiros Passos em Qualidade e Contatos
- Ferramentas para Teste de Carga
- Chamada para Vemers
- Conselhos Finais (Fiameng)
- Conselhos Finais (Deia)
- Conselhos Finais (Valdir)
- Conclusão e Chamada à Ação
- Música de Encerramento
E a gente também sabe que se tem um cara que não gosta muito de testar, é o próprio desenvolvedor. Um amigo, um abraço pros meus amigos desenvolvedores.
Primeiro a gente aprender a falar não pro chefe, né? Boa. Quem tem para fazer isso?
[ __ ] isso tem que ser um corte lindo.
Sim, por favor, por favor. Quem já foi gerente só de sustentação de aplicações e não desenvolvimento de sustentações também sabe o custo que dá se aprender 45 ferramentas diferentes e faz a mesma coisa. É uma antítese essa parada. Então quanto mais qualidade você tem, menos você acha que precisa de um time de qualidade, entendeu? Muito bem, muito bem, meus amigos do PPT não compil, estamos aqui mais uma vez para esse episódio. E hoje aqui eu estou parecendo o Golias atrás da montanha.
[ __ ] aqui do lado é Golias e montanha? Não sei. Od é, não sei também, cara. É Davi Golias. É Davi Golias, né? É Davi Golias. Ah, não sei. Sou bo era o rei que lutou contra o gigante. Ah, é? Não, mas e o negócio da montanha? Montanha é outro que é se se Maomé não vai até montanha, montanha vai. [ __ ] é verdade. Então eu tô aqui do lado do Goli. Que que é? Que que é o gigante?
Esse episódio tá bom, cara. Eu não lembro o que que é o Gigante. Valdir, obrigado, meu amigo, por você estar aqui. Pô, esse episódio vai ser com muita qualidade, cara. Esse aqui vai ser extremamente qualidade. E eu tô aqui justamente já falar desse assunto, né?
Com meu amigo. É, é Golias, né? O é Valdir. Valdires carim. Valdir Karim. Eu acho que eu eu só me apresentei a primeira vez nesse episódio. E é no quer dizer, uma vez foi no primeiro episódio, cara. É verdade. Então eu vou me apresentar. Deixa eu te apresentar então com pompa em honra. Está aqui do meu lado o meu grande amigo, companheiro, parceiro do PPT na Compila, Valdires Carim, cofundador e arquiteto master da VM Bears. Muito prazer. Gostou da pompa?
Adorei. Obrigado, cara. Fez uso ao meu tamanho. Isso é Golias.
Cara, é o Davi o Golias que é grande.
Isso aí para quem que que a gente vai falar de qualidade hoje aqui, Valdir, hoje a gente trouxe eh dois companheiros de peso, né? A a Deia, a Deia que tá esbelta, magrinha, mas do ponto de vista de eh qualidade, né? Eh, a Deia, que trabalha comigo lá na na Natura, na verdade eu trabalho com ela. Eh, por favor, Dea, estamos aqui, se apresente. Eu não sei nem o que falar, mas vamos lá, né? Dá um oi pra galera, fala seu nome. Olá, galerinha aí do Petila. Prazer. Eh, eu sou Squad Tech na Natura, apesar do Valdir não gostar do termo squad, que a gente conversa isso hoje. É, exatamente. Eu não gosto daquele squad lead, eh, que na verdade que é só o Scam Master, né? Sim, mas a Deia tá para além disso, né? A gente falou muito sobre isso. É, eu sou bem eh intrometida. Eu acho que é uma palavra boa. Eu vou eu vou colocar isso no Job description da Vem Bears agora. É isso que eu quero. Eu sou bem intrometida.
Então assim, eu tô em todos os eu quero estar em todos os lugares e quero conhecer as coisas. Eh, na na Natura, eu faço papel de Squad Tech Lead. Hoje tenho duas squads. Eh, uma que fala muito sobre eh esse muito sobre motor de promoções, muito sobre um carro chefe da companhia e outra que fala sobre backoffice, de entender ali, levar pro usuário como ele faz as configurações das coisas.
Eh, eu não sei se eu tenho, putz, quase 20 anos de tecnologia em vários lugares, mas muito no lugar de gestão e tenho aprendido muito sobre a questão técnica, né? Hoje a gente precisa ter mais mulheres texs e eu sou uma defensora de mulheres texs e é porque a gente precisa formar essas essas meninas, trazer essas meninas também para esse lugar, né? PR para que a gente tenha uma diversidade maior e não só do ponto de vista de diversidade, mas um floreamento maior dentro de tecnologia e a gente pense diferente como é e consiga falar sobre assuntos, o mesmo assunto técnico de formas diferentes, né? E de igual para igual.
Exatamente, cara. É isso. Eh, já tô e e aí então eu vou fazer o jabá aqui, né, da Deia, porque ela é a líder do nosso time, né? E e ela nada de braçada, cara.
Ela nada de braçada na parte de tecnologia. Eh, a gente e e é um time extremamente técnico. A gente tem eh um cara especialista em desenvolvimento Java, especialista em desenvolvimento Node, eh, eu lá como como arquiteto, né?
E e poxa, a Deia tá ali liderando esse time, né? E e entregando muito resultado. É fenomenal. Deia, para quem te procurar no LinkedIn seu nome, sobrenome para as pessoas te conhecerem melhor, tá?
como André Gomes Ribeiro, deveria estar só como André Ribeiro. Eh, André Ribeiro. André Ribeiro, mas tá com André Gonzibeiro lá no LinkedIn. Eu não sou muito forte no LinkedIn. Mas a gente vai melhorando essas coisas, né? Já já vai ter um destaque lá agora. Vai ter lá agora. Você você vai receber, vou meter um PPT no compilo lá, pô. Você vai receber uns umas DM lá que dos nossos nossos pessoal seguidores novos agora.
É, cara.
Fiameng, eh, já te vi aqui, já, já participei algum tempo atrás num episódio falando de Devis e Tech Leads.
Foi um dos episódios que mais teve destaque no PPT lá no começo, cara. Ah, muito bom. Até bom saber disso, né? Eh, eh, sou gestor de tecnologia, né?
trabalho com desenvolvimento e operações na CCe, tem umas oito squads aí comigo, trabalhamos eh servindo o mercado de de energia com diversos produtos. Minha gerência é responsável por cadastros e resultados, né? E eh tenho 15 anos como eh trabalhando em TI, né? Desde que eu saí lá atrás da Unicamp. Foram muitos desafios aí, como deve arquiteto, arquiteto de BI, arquiteto corporativo. Trabalhei com Valdir bastante tempo, então isso já dá uma vida um peso maior, né, para quem vê esse esse esse rostinho bonito, cara, não vê o que ele faz atrás do Fiam.
Quem vê esse rostinho bonito não vê o que ele faz atrás do SKL Plus. Caramba, o bicho é um demônio, cara. É, teve um longo período de DBA demônio, cara. O cara, se você tiver um banco lento lá rodando num pente um 100, cara, ele resolve, bicho. Impressionante, caraém.
Eu só, eu só não entendi o rostinho bonito, mas aí fica fica opinião, fica fica a cargo de quem está assistindo aqui, gente. Aqui é opinião, é opinião do Valdir aí, então tá valendo também.
Sou esposo da dona Daniela Dominguez e talvez a pessoa que foi a pessoa que mandou falar ó Ros é tá aqui ó muito feliz de estar aqui. Beleza pô.
Obrigado pela presença de vocês dois aqui para compartilhar isso com a gente.
Obrigado você novamente, meu amigo, parceiro, irmão. Tamos junto aqui novamente para para esse episódio. E aqui a gente vai falar sobre a qualidade na vida real, gente. A gente vai falar aqui como que isso funciona. Os nossos dois amigos aqui vão compartilhar os problemas que eles têm hoje de qualidade de software, como eles estão resolvendo esses problemas, como que isso funciona na prática, né? Porque a gente tá vendo muitas eh eh considerações de como isso vai ser no futuro, como que a gente vai ser o futuro do desenvolvimento, como que vai ser o futuro da do do teste de software. Mas, cara, a vida tá continuando aqui. A gente tá tendo que desenvolver e entregar software todo dia, né? Então, vamos entender como que eh essas duas grandes empresas que e a Natura estão de fato trabalhando com problema de qualidade software e como eles estão trabalhando para resolver isso, para que você também entenda e talvez inspire alguma solução aí do lado de vocês. Então vamos lá que o revisório está muito bom. Bora.
[Música] [Aplausos] [Música] [Aplausos] [Música] Então, como é que a gente começa a falar de um assunto tão amplo, né, com tantas eh características e tantos aspectos como qualidade, né? Ainda mais no mundo que a gente tá num hype gigantesco de outros assuntos que as pessoas saem da Terra, vão pra Lua, discutem outras realidades. Mas hoje aqui nós vamos voltar a falar sobre o que é realidade de de entrega de software, né? Qualidade e o desenvolvimento de fato com todos os requisitos e com todas as premissas de qualidade que a gente quer entregar lá na ponta, né? Então, quero abrir começando com vocês, como o que que é de fato a definição de qualidade quando a gente fala de software, né? Porque eh tem tem o conceito lá do quality assurance, de tem processo de pipeline, de de de qualidade, de testes, etc. Qual a visão de vocês sobre de fato qualidade de software?
Quer começar?
Eu acho que vai muito além de de desenvolver algo bom, né? Eh, vai além da gente olhar pro pro pro software e a entrega propriamente dita entender que ela tá OK. Hoje a gente faz teste unitário, teste automatizado, teste eh de tela, teste simples, mas muito a gente trabalha no teste simples e entende que tá OK, né? Testei ali, tá certinho, bonitinho. Mas quando a gente vai se aprofundar dentro do teste, entender a qualidade, entender se a gente chegou dentro do propósito, se a gente atingiu o propósito, daquela feature, daquela eh daquele desenvolvimento, daquele pedido, muitas vezes o a qualidade do teste é ruim, porque você não consegue chegar ali, né? Você não consegue, você consegue olhar e aí olhando pro mundo que eu vivo hoje, você consegue olhar o fronte. Você executou? Bem, executou, mas você não consegue identificar se toda a sua trilha de desenvolvimento, toda a sua trilha, principalmente da idealização daquela feature foi atingida. Qualidade de software para mim é eu olhar para o todo, eu ol entender que começo que eu iniciei aquela discussão, aquela aquele pedido, aquele desejo que veio do negócio, eh, contribuindo com tecnologia, contribuindo com o que eu posso oferecer enquanto TI, foi atingido. E hoje a gente não consegue chegar nesse lugar, né? a gente não consegue bater o martelo e falar: "Putz, eu bati teste unitário porque o desenvolvedor sentou ali e teve eh não a capacidade, mas teve a preocupação de fazer isso. Eu não atingi teste automatizado porque o cara também de de QA ele tá preocupado só com teste de fronte ali, só entendendo o que que ah, pegou no meu no meu no meu calcanhar de aquiles, deu certo. Beleza, então segue o baile. Mas para mim é o todo assim e eu sou muito chata nesse lugar. Cara, você testou direito, você filmou? Você colocou? Você documentou? Porque se não tá documentado, para mim não tá testado. Eu não consigo enxergar. Ai, nossa, mas você faz microgerenciamento?
Faço. Sou chata, porque é o nosso nome que vai lá na frente, é a qualidade do time que a gente tá que vai lá na frente. Então, para mim, teste de software é do começo ao fim, entendendo?
Desde o propósito do negócio até a minha entrega e a validação dessa entrega.
Ô Deia, faz igual os rappers lá, pega agora e joga o microfone no chão. Pá, acabou, já falou a bom. Acabamos o episódio.
Já falou tudo. É isso. Obrigado, galera, por mais um episódio do PPT no compila.
É qualidade. É isso, cara. Não, a gente tem que vir nossa amiga aqui, pô.
É, vamos lá. Eu concordo. Não tem nem como discordar, né? acordar, você vai apanhar, velho. No caso, um pouquinho falando engenharia de software, eu acho que assim, é o mais que atingisse o propósito de negócio, porque vai ter um monte de coisas que eles não estão vendo que a TM tem que se preocupar, que a TI tem que se preocupar. E o que que é isso? Tem o funcional que é atingir aquele objetivo, fazer o que o software tá se propondo, a fit tá se propondo a fazer, mas tem o não funcional, que é garantir a segurança, que é garantir os testes de penetração, quer garantir que esse fluxo todo rode bem. essa qualidade que a gente tem que buscar. É fácil, não é fácil? Tem formas, n formas de ser estruturar os QAS, se estruturar os times para fazer, né? Mas eh é isso que tá no no dia a dia aí do teste, é o teste unitário, é o teste integrado, é o teste de segurança. Eh ter certeza que esse todo funcionou para garantir aquela qualidade no final do do da entrega do projeto aí do código.
Pegando as duas respostas de vocês, eu consigo fazer um paralelo no nosso mundo corporativo, né, que a gente vê exatamente essas duas visões de de qualidade que são complementares, né, e que geralmente no mundo corporativo elas não são enxergadas pelo mesmo ângulo. O que que eu quero dizer com isso, né? Eh, a dela frisou bem que a qualidade não é simplesmente o software tá testado, tá realmente validado ali com todas as premissas de framework, etc., mas se realmente ela atende o propósito de negócio e ela tá fazendo o efeito que seria necessário, né? Fiameng, ele colocou um ponto que também é crítico, que são os aspectos não funcionais, porque beleza, meu software, ele pode fazer tudo aquilo que ele se propõe, porque ele foi bem eh teve uma boa análise de requisitos, ele teve uma boa perspectiva de levantamento de negócio, mas não escala. E aí se não escala também não atende o negócio, né? E aí a gente tem dois pontos que às vezes nas na nas empresas não se não se cruzam tão bem.
né? Então a gente vê, por exemplo, às vezes um uma entrega que foi feita como MVP ou uma uma entrega com um escopo reduzido que não foi passado pelos aspectos não funcionais, né? Porque algumas vezes são tratados como aspectos não tão interessantes, que não estão ligados pro negócio, né? Então não tem uma análise de arquitetura, não tem uma análise de segurança, etc. E às vezes o contrário também é verdade. Às vezes a gente se concentra tanto no nosso processo da própria cozinha de TI, de garantir segurança, garantir eh qualidade, sustentabilidade, escalabilidade e não foca tanto na ponta, na entrega de negócio, né? E o software de qualidade, na verdade, deveria reunir esses dois mundos, essas duas, essas duas pontas, né, Valdir? E aí, como é que te resolve isso para de fato entregar com qualidade? O negócio que entrega pro negócio, gera valor, fica de pé, tem escala, tem mantenabilidade. Eu sempre leva para falar essa palavra, cara.
Manutenabilidade. Manutenabilidade.
Obrigado, senhor. Continue. É, eh, eu acho que assim, né, eh, falar sobre esse assunto depois dessa introdução é até fácil, né, porque já abriu o leque, então a gente pode ir detalhando cada cada item dele, né, mas a Deia trouxe assim algumas palavras chaves para pra gente eh se apoiar, né? Primeiro, produto. Ela falou: "Poxa, eu tenho que pensar no produto". Então, qualidade é, pô, o meu produto tá fazendo o que tem que fazer.
Se não tá fazendo, pô, tá errado. Não tem qualidade. E não é só sobre qualidade de software, é qualidade mesmo, né? Ele tá ele tá conseguindo eh satisfazer a o interesse do do meu consumidor. E e poxa, isso começa lá com o time de produto mesmo, né? Pensando, idealizando a a como aquele software vai atender. E e aí você tem que ter um time de UX, né, pô, para ajudar ele e tal. E uma coisa que a gente tem tem visto muito é são os profissionais de de teste eh também se aproximarem dessa parte, né? Eles falam muito do eh shift left test, né? Que é é eles começarem a ir para o para o começo da cadeia, né?
Igual o pessoal do do da segurança que eles falam do Security by Design, que é justamente trazer ali essas perspectivas de requisitos não funcionais de segurança para o começo do processo também. O pessoal de teste eh tá ali, tá ali eh junto, né, na ideia do do produto. Quality by design.
Lindo esse nome. Se não existe, eu acabei de criar. É, você tem que já corre aí já para atender. Já vou usar, hein? Quality by design. Vou usar des.
Acho que existe quality by design.
Se não existe, ninguém chutou essa bola quicando há muito tempo e só que ó, pá, pá. Então, a gente tá falando o quê, né?
Poxa, eh, olhar para o produto, olhar paraa satisfação do cliente. E, e outra coisa que a Deia falou também que é matadora, que todo mundo deia, [ __ ] documentação, bicho. Se você não documenta, como é que você vai garantir que todo mundo na sua cadeia vai entregar a mesma coisa ou vai falar a mesma língua, né? Ah, mas temos que estar alinhados. Poxa, mas eh não é economicamente viável botar todo mundo 24 horas para trabalhar junto, né? É 8 horas na verdade, né? 24 horas.
Quando os projetos estão a Um abraço pro pessoal da VM, tô solidarizando aqui com a galera. Um abraço. Se precisarem de ajuda, se vocês tiverem vendo esse vídeo, só manda um help.
Levanta a mão. Só levanta a mão. Isso.
Só levanta a mão. Mas o ponto é esse, né?
Como é que você alinha todo mundo? você vai botar todo mundo das mesmas reuniões para falar as mesmas coisas, eh, ou às vezes até as mesmas perguntas, né?
Então, assim, documentação também, eh, a gente tem que olhar para ela como nossa amiga, né? Eu acho que a gente demonizou muito a documentação de software, eh, até porque a gente olhava pro RUP, né?
E, pô, caso de uso, caso de uso é 100 páginas, a gente conhece, né, Fiameng?
Os casos de uso assim. É, imagina o Fiamengo. Eu aprendi a desenhar boneco de palitinho com caso de uso, cara. É boneco de palitinho. Boneco de palitinho. Cabeçudo. É cabeçudo, né? E e poxa, a gente a gente realmente teve motivo para ter uma versão da documentação, né? Mas é bem verdade também que, poxa, a gente pode ser criativo e pensar num formato de documentação que seja mais eficiente.
Então, esses esses dois pontos que a Deia trouxe aqui, eu acho que eh é fundamental para trazer isso que você falou, é, que é ligar o negócio com qualidade. Sem dúvida. Eu acho que a gente tem algumas estigmas quando a gente fala disso, né? Eh, algumas cicatrizes do passado, como você falou, eh, documentação, a gente tem hoje, a gente tem uma facilidade que a gente consegue automatizar boa parte da documentação para que ela seja consultada quando quando necessário, né?
Que qual que era o problema da documentação? Ninguém usava porque ela sempre tava desatualizada, então ela nunca servia para nada e ninguém ninguém atualizava porque ninguém usava. Então no agora, se a gente conseguir manter ela razoavelmente atualizada com processos automáticos, a gente consegue ter isso. E quando a gente fala de evidência, por exemplo, evidência de teste, etc., tem uma mística de caças bruxas nessa parada que todo mundo fica com o pé atrás. Pô, mas por que que você vai filmar o teste do meu código? Que é para para botar no meu depois quando der paula em produção. É isso, né? Tá aqui, ó. Eu fiz o teste e então é uma questão cultural porque o objetivo final não é esse, mas as pessoas, né, tem um perfeito, né? A gente não tá testando para fazer o teste, né, para pegar evidência teste. A gente tá testando para garantir que tem qualidade e se não tiver a gente resolver. Exato. Eu acho que é uma quebra de paradigma assim, sabe? Eh, eh, o filme do teste, ele impulsiona com que a pessoa responsável pela qualidade execute exatamente aquilo, o desenvolvedor entenda que ele fez o possível para chegar naquele resultado e a pessoa de negócio saiba, no caso de de ferramentas de backoffice, ferramentas em que a gente precisa validar eh o resultado daquilo, saiba como operar aquilo. Então, o vídeo do teste, ele ele para mim ele funciona em vários lugares assim, né? E a documentação, vocês estavam comentando, a documentação, ela funciona para mim como um guia, é um norteador, né? você executou aquilo, você norteou e aí o ágil ajuda muito nisso, porque quando você cria tarefas e tesques pro time para ele poder executar aquilo, você guarda pro coleguinha do futuro que vai usar e que vai analisar e que vai fazer um debug, que vai fazer um trouble shooting daquele lugar. Posso olhar aquilo e falar: "Putz, é aqui, a solução tá aqui, o problema tá aqui, a gente consegue melhorar nesse lugar e tal, não sei o quê". É, a documentação, como você disse, é muito demonizada assim, né?
Tipo, [ __ ] bagulho chato, né? [ __ ] vou ter que abrir, eu vou ter que dar um out tab no meu eclipse. Elipse eu fui, foi lá em 2002, né? Vou ter que dar aqui um out tab no meu VS Code para abrir o Word e ter que digitar isso aqui. Sei lá, agora não é Word, né? É aquele, qual que é o do Gira? O conflux. É, sei lá.
Vou fazer isso no doc. Tem um ponto que a gente fez o o ano passado na empresa que foi o seguinte, a gente criou a semana da qualidade para colocar também no negócio, né, na área de negócio em si, que qualidade e responsabilidade de todos para trazer, para tentar mostrar que a gente tá querendo ali o máximo possível. Eh, lá a gente usa o robot framework, não é uma ferramenta extremamente complexa de se mexer.
Então, algumas áreas até evoluíram e fizeram seus próprios testes automatizados.
Então, eh, é uma abordagem que precisa ser recalibrada. Então, estamos eh pensando em como será a semana da qualidade desse ano novamente, trazendo outras dinâmicas, outros pontos, mostrando como fazer um teste exploratório, que foi algumas coisas que a gente fez lá, e até fazendo com que o usuário eh pudesse passar duas vezes pelo mesmo teste no ambiente de homologação ali que a gente testou no site. Para quê? para ele ver que ele viu coisas diferentes nessas duas vezes que ele passou para tentar trazer essa responsabilidade para todo mundo. Eh, não dá para falar que é um caminho trilhado 100%, mas é um caminho que tá se iniciando nesse formato.
É, mas é um é um um passo muito grande, né, Fink? Porque poxa, você mais do que fazer o time de TI, fazer teste automatizado, porque eh vamos vamos convencionar aqui que não é fácil, né?
Eh, a gente tem que ter investimento. E como é que você justifica esse investimento para uma empresa que tá só focada no hoje, né? Eh, então você tá tá fazendo esse caminho e aí depois eu queria que você falasse também pra gente como é que vocês estão estruturando isso lá, né? Mas o o ponto é você foi lá também falar com o pessoal de negócio, né? Eh, para ver, poxa, e se vocês tiverem isso aqui para vocês, né, pro dia a dia de vocês, será que não ajuda, né? Achei bem bem legal a a o teu ponto aqui. É, e trouxe alguns pontos porque assim, alguns testes deles são básicos.
Ah, toda vez que vocês sobe alguma coisa, mesmo que eu não tenha que fazer nada, eu entro e faço assim: "Ah, tá bom, mas e agora que você viu o o Robert? Ah, você me ajuda a instalar, então, o que eu vou tentar fazer?" E de repente saíram. Tem fluxos feitos pela área de negócio. Fácil nunca é, né?
Então, isso que eu acho legal, cara, porque quando a gente tem essa proximidade com a área de negócio e consegue ter uma visão do que de fato acontece de problema numa implantação ou numa entrega e consegue fazer ali em um 8020, você consegue ajudar a detectar esse esse esse quadrante maior onde você encontra mais problemas, né? Então que você falou, a área de negócio falou: "Cara, toda vez que eu faço uma entrega, eu tenho que testar isso, isso, isso, porque esse é meu caminho crítico. Vamos automatizar isso aqui e vamos garantir que você não precise mais passar por isso, porque isso é o caminho crítico, né?" Eh, e eu acho que a gente avança com os padrões de qualidade dessa forma, porque é muito difícil você conseguir cobrir todos os aspectos, né? Como a Deia falou bem no começo, a qualidade total é a entrega final com 100% de qualidade, com escala, com requisitos preenchidos, etc, etc, etc. Se a gente fizer um paralelo para uma indústria, por exemplo, se eu sou uma fábrica de biscoito, eu tenho um um pipeline ali de biscoito, eu tenho alguns testes automatizados na minha esteira que vai dizer se o biscoito queimou ou não, que vai descartar aquilo, que vai testar a temperatura no forno e etc. Mas cara, quem disse que funcionou mesmo é o cara que vai comer o biscoito no final. Eu posso fazer o controle de qualidade lá e comer o seu biscoito.
[Risadas] Ah, quinta série começou. Voltamos.
Ah, você levantou a bola. Tava esperando uma piada. Vai. A quinta série que vive em mim. Saludo. A quinta série que vive em você. Exatamente. Foi, foi o exemplo errado, né? Foi exemplo errado. Podia, sei lá. Vamos, vamos voltar pra fábrica de panetone.
Aí a gente tem lá o panetone que tá lá e aí eu tenho uma, mas o cara que come o panetone no final é o cara que vai dizer que tá bom ou não. E só que aí tem o cara que testa se o panentor tá bom, mas quem diz tá bom mesmo é o cara que tá na rua, que é envolve logística, etc. Só que se o meu panitone sempre tem um problema de queimar, [ __ ] ainda fosse biscoito ia ser muito pior, né? Você vai falar que agora ter vem de pão, né? Ou rosca lá. Tá difícil exemplos aí. Então tu queimou, tu queimou o meu exemplo, literalmente. Complicado isso aí, porque aí, mas o paralelo que eu quero fazer, eu tô sendo muito criativo aqui, viu gente? Me ajudem que o Valdir ele tá muito humorístico hoje. É porque tem algumas coisas que eu consigo automatizar através de um pipeline que são controles padrão padrões, né? Então ali eu consigo eh saber se não passou uma temperatura, e a gente consegue ter isso numa esteira de devops bem organizada para ter alguns testes, pegar o caminho crítico do cara, se eh eh se aquilo não não saiu do controle do do normal, fazer um teste de regressão, fazer um teste exploratório através de robô, etc. Mas no fim é o cara lá na ponta que vai que que vai dizer de fato que é qualidade. E aí tem uma uma balança aqui, né? Porque se eu testar tudo para garantir tudo lá na ponta, sai mais caro que desenvolver o software, né? Então, eh esse senso de entender qual o caminho crítico do negócio, etc.
Eu consegui fazer esse 8020, 7030 para reduzir os casos mais comuns, né, e começar a tratar seus outliners, né, é uma boa escala de de evolução da da de qualidade, né? Acho que você trouxe um ponto bem legal aqui que a gente pode até compartilhar, né, Derum. Que é a questão do você falou: "Poxa, eu quero automatizar toda a esteira, tal", né?
Mas tem, cara, a ideia da venda disso, né? Vender paraa empresa, o quanto é importante fazer isso, né? E a gente tá nesse movimento lá. Eh, Vberg tá ajudando a Natura, né? a Deia, eh, lá no time de promoções, a gente tá fazendo toda uma modernização na cadeia de de de venda, onde a gente eh tá mudando um motor extremamente legado de promoções e e a gente tá vivendo o a dificuldade de fazer testes, né? É, então, né? Eu acho que para esse ponto aqui a gente pode compartilhar um pouco do que a gente tá vivendo lá, que é o seguinte, é lá na Natura, a gente a Vem tá ajudando a a fazer a modernização do de um sistema bem legado lá, né, que é o sistema de de promoções. E a gente tá trocando, a gente tava até fazer uma piada aqui antes da do podcast, que é, pô, a gente tá trocando o pneu de um Porsche rodando, cara. Não vai parar no pit stop 120 por hora, hein? É. E e cara, por que que é um porche? Porque é uma ferramenta que eh faz a captação de 2 bilhões, né, de de reais por mês.
Então, não pode parar. E o quanto qualidade é importante assim, poxa, se a gente parar eh acho que uma hora é coisa de milhão, né? Coisa de 100 milhões assim, eh, no horário de captação.
Então, como é que a gente entrega um negócio desse sem qualidade, sem ter sem ter teste, né? Se a gente parar 10 minutos, 10 minutos, o presidente da empresa é acionado.
Que legal. Acredito pelo valor que ele falou. Eu não. Se parasse um, eu queria que tocar, eu fosse presidente, tinha que tocar o meu celular.
E aí um minuto, eu quero o alerta do Dace no meu celular.
O quanto custa, né, Deia? um um o desenvolvimento de teste e quanto custa ficar um minuto sem o sistema captando desenvolvimento de teste é mais barato.
É qualquer coisa nesse caso talvez é mais barato. O bom desse lance, eu acho que uma forma da gente, a gente tem feito alguns painéis lá e até o Wellon comentou, né? Eh, quantas funcionalidades tem nesse sistema, qual que é a frequência de uso, aonde você coloca esse teste, né? E aí você vai, cara, beleza, esse sistema aqui tem 30, eh, já tem nove fluxos automatizados do caminho feliz aqui de que tá tudo funcionando. Talvez esse seja um formato, a frequência de uso, uso é externo ou interno, onde dá mais barulho. São algumas coisas que a gente tá montando nesse dashboard de teste para conseguir balizar a gente de como tá a evolução dos testes nas aplicações.
Então, estamos eh são vários vários pontos que estão iniciando, né, mas que vem uma quantidade grande de ideias boas do time da Squad ali e que a gente tá se estruturando para começar a mostrar para todo mundo da empresa. E como é que vocês tratam isso culturalmente dentro do time? Porque a gente sabe que o primeiro teste tem que partir no desenvolvedor, né?
E a gente também sabe que se tem um cara que não gosta muito de testar, é o próprio desenvolvedor. Um amigo, um abraço pros meus amigos desenvolvedores.
Deixa eu tomar aqui, né?
Então quer mais uma da E a gente sabe que não é exatamente ali o caminho feliz do cara. O cara gosta de criar. Eu entendo, todo mundo aqui já desenvolveu, sabe como é fazer.
É muito mais legal do que aquele lugar.
Faz programava Python. É Python não, PHP, né? Você tinha teste automatizado no PHP? Tinha nada, bicho. Pior que tinha, sabia? Tinha nada, cara. Tinha, tinha PHP. Você sempre cutuca no meu passado sombrio. Seus PHP. Fala, fala de Python pelo menos que já era um pouco melhor. Tu gosto de Python? Python.
Python. Agora eu sou noista.
Aprenda. Vou aprender. Vou aprender.
Aprender com ele. O pessoal lá gosta de desenvolver teste com a gente, De?
[Música] Não, que que que o time que que como é que o time se comporta, né, quando a gente fala, pô, precisa fazer teste, né, os caras, ó, eu tenho um paralelo que é muito legal. Ninguém gosta de revisar o próprio texto que escreveu.
Você já parou para pensar nisso? É, o que eu falo para eles é assim, cara, quem coda não testa, né? Mas eu preciso minimamente garantir que aquilo está viável. para entregar pro coleguinha testar. Exato. E e às vezes a gente também precisa ser esse coleguinha que testa, né?
É, às vezes a gente é uma coleguinha que testa, mas ele precisa desenvolver a ponto eh de olhar o básico, tipo, não vai dar um vai crchar a tela, sei lá, vai dar uma tela azul, qualquer coisa nesse sentido, porque se ele não fizer isso, quem vai ter o trabalho é o outro, porque ele, na verdade, o outro vai ter o trabalho, vai entender que tá errado, aí vai devolver para ele e vocês vão ficar aqui, ó, nesse bate bola.
Isso só leva tempo, retrabalho. É, só retrabalho. E aí sim, se eu puder, codei, testei o básico, cara, é o básico, funcionou, aí eu entrego pro coleguinha testar. É isso. Eh, e aí eu falo muito para eles, cara, quem coda não testa, mas testa o mínimo e fala: "Mas que sentido faz isso que você tá falando?" Eu falei, gente, querido, você sou amor, você, meu amorzinho, veja bem, você acabou de fazer, você tem que conferir o que você fez. Só é tipo isso assim, ó. Você pega seu dinheiro, vai fazer uma aplicação, você vai conferir que você aplicou o dinheiro direitinho, não vai? Ou você vai aplicar o dinheiro, vai falar: "Ah, [ __ ] tchau, tchau". Ninguém vai fazer isso, né? E eu falo com com software é a mesma coisa que você tá trabalhando no dia a dia é a mesma coisa. Então você aplicou valida. Deu certo aí. Beleza. Aí tô coleguinha testei para mim. E o legal que assim a gente vê o o desenvolvedor com medo, né? E meu português é desse jeito, tá? Ótimo. Você vai vir muito mais vezes aqui de peg o espírito do podcast. O, a gente vê o desenvolvedor com medo, cara, de testar as paradas que faz, né? Eh, assim, o ou com medo. Pô, fiz, mas não sei se tá funcionando. Que fala é essa? [ __ ] bicho, pelo amor de Deus. Você leva o carro no mecânico e aí, cara, você arrumou meu carro?
Arrumei, mas não sei se ele vai funcionar. Eu não tenho coragem de ligar, não. Liga você aí, né? [ __ ] aí é complicado isso. Mas troquei a pastilha, não sei se eu apertei direito.
Isso é, ó, troquei o pastilha do seu carro, mas não freia não, porque a gente não testou se tá freando. E e um ponto que a gente tá alavancando lá no nosso time, né? Eh, a Veners, hoje já tem um grupo de desenvolvedores lá e a gente vai trazer um desenvolvedor de teste. E aí a gente a gente não quer só um desenvolvedor de teste, né? a gente quer um cara que faça esse movimento de ir lá pro começo das histórias junto com a gente, sentar eh na hora que a gente tá analisando a história para colocar aquele olhar diferente, né? Poxa, você tem certeza que se a gente fizer desse jeito aí vai dar certo? Pera aí. Então vamos escrever lá um cenário de teste diferente. Vamos colocar um um critério de aceite mais adequado. Para quê? Para que a gente consiga trazer as práticas de qualidade desde o início, né? Isso é, isso é agora assim, o nosso primeiro passo é esse. O o em paralelo, o que a gente quer fazer também é que essa pessoa eh comece a ajudar a gente a melhorar a documentação do software.
Poxa, se ele vai ter essa essa eh nesse a, né, e testar o que a gente tá entregando para ver se não quebrou o que já tava funcionando, poxa, ele também vai ajudar a gente a fazer os testes, a a documentação. Eu sou um apaixonado por documentação, né? Eu gosto muito, de, graças a Deus, eu gosto muito de de escrever o que a gente vai fazer, tal, muito para saber pedir. E aí, quando eu tô fazendo isso, eu também tô elaborando o a a funcionalidade, a arquitetura, enfim, toda todo o software ali, né? E eu tenho certeza que esse cara vai me ajudar bastante também, né? Eh, nessa parte da da consolidar a documentação, mas a gente a gente não tá fazendo isso pela primeira vez. A Vber já ajudou, né, a própria CCE lá.
Há um tempo atrás, a gente a gente tinha uns projetos com eles e a gente chegou ao ponto de falar: "Meu, vamos fazer o seguinte, eu vou tirar um desenvolvedor e vou colocar é um cara de teste". E aí você vai ver que na esteira de desenvolvimento eh eu eu produzindo esses testes automáticos, eh a gente vai ter mais eh vai ter mais disponibilidade do próprio desenvolvedor para programar mais. Então, a gente fez a plataforma de certificação de de energia limpa no ano passado e a a gerente projeto, a Celinha, muito muito top, trabalho com a C, com a Celinha há anos, né? Ela ela ficava abismada, ela falava: "Meu, eu sempre quis isso porque ela antes de ser gerente de projeto, ela ela tava no time de qualidade, né?" Pô, é isso que a gente queria. Ela ela fez todo um processo, ela trouxe as ferramentas pra gente trabalhar lá dentro, só que no fim a CCA foi eh demorou um pouquinho para investir nisso, né, como o Fiameng fez quando ele ele começou a construir a célula de teste. E inclusive a gente nesse projeto, né, no PEN, a gente tava sempre trocando aí com a célula de teste também para sabermos como fazer testes automatizados que seriam governados pelas políticas da da CCE, né?
Mas enfim, o o a Celinha ficava impressionada porque [ __ ] que homologação é essa que não tem bug, né?
Como é que eu vou dar isso na mão do usuário e ele não pega bug? E foi assim paulatinamente. Por quê? Porque desde o começo a gente a gente trouxe um o Gustavo. Gustavo ele ele eu acho que a gente tem três Gustavo lá porque ele ele faz muita coisa ao mesmo tempo, cara. E e a Celinha, inclusive a Celinha ajudou, né, a a gente implantar testes nos outros projetos, porque ela falava, o pessoal é meio santomé, né, precisava ver para crer. E aí falou: "Não, então faz o seguinte, eu te empresto o Gustavo". Aí empestava o cara. Gustavo era o o santo do teste. Isso.
Exatamente. Era Não, por que que eu não tenho Gustavo? Hã? Por que que eu não tenho Gustavo? Terá, terá. já tá chegando e fazer uma mitose. É, mas o ponto é, a gente conseguiu, né, eh a gente conseguiu muito ajudar você, né, Fameng, a mostrar que a célula de teste é imprescindível, ela traz benefício paraa engenharia de software. E aí acho que agora você tá eh mandando bala com isso. Falar um pouquinho da da estrutura, porque já que o Valdir começou, né, me convence. Tudo que é novo projeto já vem assim, né? vem com um tester junto que vai automatizando, mas a gente tem uma squad de teste que monta os padrões, monta as ferramentas que dá para eles usar eles usarem isso para eh para que a gente consiga governar e evoluir esses testes depois, né? Eh, no nosso caso são muitos produtos com eh características totalmente diferentes, né? Então, como a CC faz um todo do mercado de energia, a gente tá falando desde coletar a medição até a saída dos resultados, né? Então é bastante coisa. É, é brincade de CFC Flink, um monte de Java, BPM e por aí vai até os BIS, né? Então, para resumir bem, né? A gente não tem condições de ter pessoas que conheçam esse todo só em teste, né? Porque é muito produto, é muita tecnologia diferente. Então, no nosso caso, o dev coda, o o dev faz teste, né? O dev coda faz. Eu espero que eu espero que bem, né? Eu espero que continue assim. O dev faz teste, velho.
Tá, mas por e aí governado ou com ajuda dessa squad de teste que é cross, então ela ajuda na parte da exploração, ela ajuda nos frameworks, em como usar e o dev lá ele faz do teste unitário e também os fluxos automatizados, tá? para alguma para alguns cenários onde eles jogarem junto com a Squad Cross que é mais interessante ali ou que a frequência de uso é maior ou a criticidade e assim por diante. O caminho crítico que a gente citou antes.
Isso. Exatamente. Então a gente eh precisa desse bate-bola aí com a squad de de testes automatizados para conseguir alavancar. Mas o o nosso e assim como que a gente evoluiu já que o cara não gosta? Normalmente com meta, né, pessoal? O teste unitário tem que subir. Ah, mas então eu tenho que colocar 5% a mais de tempo para fazer a evolução. OK, coloca, mas tem que subir teste unitário. E começou a entrar 90 95% de teste unitário. E assim foram as coisas evoluindo. Em tudo que for novo tem que entrar 80 90%. No problema a gente faz assim e assim a gente foi evoluindo. A meta dele tá baixa. A minha é 95. O cenário é mas as coisas para começar. É um chefe bonzinho. É. lá era assim, era a meta do era 80, 85 e mais de de 90. Eh, mas deu certo. E e passando essas metas, mostrando pras squads, vai gerando a a o desejo no pessoal de 95 porque não precisa testar os cabeçários em todo resto. É, vai gerando comprometimento do do time, né?
E o pessoal vai vendo que isso vai melhorando qualidade, vai apostando um pouco nisso também. Por quê? Porque é, vai aculturando, não volta, né?
O problema não volta. O problema não volta. Exato. É isso. Tipo, você você faz o teste unitário, você faz o teste automatizado, você garante a qualidade, você entrega o resultado e o problema não volta. Ó, mas aí eu vou fazer uma pergunta de quem vê de fora e vê isso de de de uma visão um pouco mais executiva.
Por que que a gente não tem uma aderência tão se o resultado é tão bom e a gente começa a ter esse aculturamento no operacional funcionando com metas, etc.
Por que que vocês acham que a gente ainda tem tanta carteirada do tipo, cara, precisa entregar e não faz teste?
Porque aí o teste depois a gente resolve e aí entrega mais rápido? Como eu vou inverter a pergunta?
A cultura a primeira a primeira pergunta tava tão boa. Agora eu vou dificultar porque a cultura top down é mais fácil. Como é que a gente é a cultura top para evitar a a Porque, gente, a gente sabe, a gente gerencia time de desenvolvimento, a gente tá ali na na média gestão, a gente sabe que, cara, beleza, tem que ter isso, tem que ter esse percentual de teste, o cara vai querer 5% a mais para fazer o o teste unitário. Aí de repente chega uma machadada, um um cara precisa entregar tal data tal. Não, mas pô, mas eu preciso de tempo para teste. Não, não testa. Sobe. E aí, como é que a gente acultura o executivo para cima sobre a importância da qualidade de software? Tá todo mundo com medo de falar dos chefes? Tô vendo. Eu vi que todo mundo ficou pensando tipo, hum, eu começo. Eu posso, eu posso até começar assim, eh, primeiro a gente aprender a falar não pro chefe, né? Boa. Quem tem fazer isso?
[ __ ] isso tem que ser um corte lindo assim, ó. Por favor, por favor. Não é, Jojô? Esse corte brilha, brilha nesse corte. E assim, a gente precisa aprender a falar não, mas falar um não estruturado também. Por mais que o assunto venha a top down, ele vem de forma às vezes não tão estruturada, mas a gente sabe qual que é o objetivo da companhia naquele lugar para poder eu preciso disso para ontem. Mas por que que você precisa disso para ontem? Você entendeu os motivos do porquê. Tá bom.
Então, se você precisar disso para ontem, eu, você quer abrir mão do teste, você quer abrir mão da qualidade, vai dar merda nesse lugar. Tá tudo bem?
Estamos de acordo? A gente consegue acordar aqui entre todo mundo que tá nessa sala, que tá nessa mesa, estamos abraçado no Titanic tocando violino.
Então vamos, então vamos.
Só que eu acho que que pra gente mudar essa mentalidade de que teste e de que a qualidade não importa quando eu tenho algo que vem guela baixo, a gente chama lá na natura de top igual down. Top boa.
Quando vem nesse jeito, eh, eu não tenho assim, por mais que eu falo putz, eu tenho que falar não pro chefe, é difícil, né? Porque o argumento do executivo é: "Eu tenho que entregar, o faturamento está ruim, o resultado tá ruim". E geralmente, né, da vem com o complemento de não, eu sei que pode dar problema, mas se der problema, a gente vai ter tempo para resolver, não vai? E e aí você sabe que isso é tipo o na volta a gente compra do mundo corporativo, né? A gente tá muito hoje, cara. Nós estamos na volta a gente compra. Na volta a gente e aí depois vai dar problema amanhã. Aí amanhã ele vai pedir outra coisa, você não vai ter tempo de resolver, a sua vida virou um inferno, né? É isso. Mas eu acho que pra gente mudar essa visão do executivo é a experimentação. É um assunto que tá sendo super popularizado agora. A gente precisa experimentar as coisas. Então, muito do que a gente fez foi uma experimentação aqui, ó, guardei aqui para mim e a gente foi fazendo, foi fazendo, foi fazendo e a gente tá apresentando isso pros executivos. Então, eh, eu experimentei e deu certo. Quando você vem para mim com Topic Baladão, essa experimentação precisa estar dentro desse lugar. Nossa, mas é super difícil fazer isso. Não, não é.
Se eu já tenho a prática com o meu time de fazer isso, se eu já desenvolvi através da experimentação, eu consigo absorver um top down, eu consigo absorver uma mudança de escopo drástica, desde que ela não seja gigantesca, né, de forma mais tranquila. Mas assim, a primeira coisa é a gente aprender a ter cu e falar pro pro chefe assim: "Não dá, ah, mas você tem que ser política".
Tudo bem, eu vou ser política, não dá do mesmo jeito, né? Assim, eu vou ser política, mas a gente precisa negociar. O que o que que vai cair do caminhão?
Porque alguma coisa tem que cair do caminhão. É impossível você absorver novas atividades, absorver coisas eh que são prioritárias e coisas que são emergenciais sem deixar cair alguma coisa do caminhão. Gente, não, o caminão não é infinito. Então eu acho que são várias coisas, mas eu acho que a experimentação ela traz um lugar de conforto. você experimentou, você validou, você entendeu, você testou, você garantiu que aquilo funciona.
Então, beleza. Então, através da experimentação, eu acho que eu consigo ampliar isso dentro da companhia, né? O forceps vai existir para sempre. O resultado tá ruim, forceps chega, sempre chega qualquer lugar, né? Qualquer lugar.
Então, dica da Deia, tem um cueng.
caiu com cord gênero do grau. Eu acho que eh a gente vai mostrar o conceito, vai mostrar o shift left, vai tentar ter não ter retrabalho. Eh, mas se tiver que pra frente daquele jeito, para entrar daquele jeito, a gente vai negociar, cara, mas em algum momento vai dar o problema. Não tem muita, não tem mágica. Eu não vejo mágica, n? Esse é ponto. Mas mas eu acho que o grande ponto aqui é quando a gente eh é usar a gordurinha que a gente tem, né, que a gente vai criando. Então, por exemplo, se a gente faz teste para 90% das coisas que a gente tá entregando, poxa, deixa uns 10% pra hora que você precisar, né? Então é é o é o é o trabalhar com a conta no azul e não no vermelho, que é o que a gente tá acostumado. Sim. É quando você tá com produto já estruturado, com teste, etc.
Não, fica fácil. fácil, porque aí você consegue falar: "Não, beleza, eu consigo absorver porque eu já tenho ali o caminho crítico automatizado e tal". O problema é quando você entra com produto novo, por exemplo, que aí o cara quer entregar na semana que vem, você tem que criar todo esse cenário e tudo aí, pô, aí você vai botar no cronograma, cara, tá aqui, ó. Isso aqui é desenvolvimento, isso aqui é homologação, isso aqui é desenvolvimento cenário de teste. O cara olha a linha do teste, fala: "Não precisa, não precisa." É, mas é, mas é o cara que assim, o cara que quer eh fazer algo e não tem dinheiro também, né? E aí vamos falar bem a verdade, ó. Então, mas aí você bota mais um cara de teste ali que aí aí se você trouxer o seu time de desenvolvimento e buscar um especialista de teste, que é o que a gente faz aqui. Então, eh, tanto lá na na Natura, quando a gente foi falar desse perfil, né, eu falei: "Meu, a gente não vai trabalhar com o desenvolvedor aqui, a gente vai trabalhar com um cara de teste, porque meu é diferente, o cara pensa diferente." É igual você falar para desenvolvedor fazer tela de fazer interface de sistema, né? o cara, o cara vai fazer quadradinho, né? E e aí a gente, a gente traz esse, esse profissional com esse perfil diferente e ele vai trabalhar em paralelo, às vezes até um pouco na frente, né? Então assim, eh, a gente consegue lançar um produto novo já com isso, consegue se tiver dinheiro. Aí eu concordo contigo, porque a gente consegue trazer o que eu criei aqui, trademark, PPT não compila, quality by design no começo. E aí com o a qualidade sendo feita no começo, eu consigo eliminar período de homologação lá na frente. Concorda? Sim.
que aí aquele aquela margem que eu teria lá, eu consigo já desenvolver isso com uma um um o em vez de eu ter um processo de homologação sequencial, eu tenho ele paralelo, então eu não tenho tanto tanto problema lá, mas aí eu aumento um pouco o custo durante o processo de desenvolvimento. Isso tem razão quanto a a questão de de dinheiro, né? Mas esse custo é retornável.
Exato. Exatamente.
Quero falar com você agora que ainda não conhece a Clever. Clever é uma empresa que já tem mais de 3 milhões de usuários em 30 países com 30 idiomas diferentes, que tem trazido soluções em blockchain, criptomoedas e ativos digitais. O objetivo da Clever é te dar liberdade financeira para operar esse mercado de cripto. Então, se você acredita nisso, se você acredita nessa liberdade, você já pensa como a Clever, vai conhecer os caras, é clever.O. Estão contratando também pessoal para trabalhar com cripto, com blockchain. Então, se você tem interesse, se você tem conhecimento nessa área, procura a Clever. Se você gosta de criptomoedas, se você opera no mercado, você precisa conhecer a Clever, precisa conhecer as soluções da Clever.
Então o endereço tá aqui embaixo no vídeo. Para quem não tá no YouTube é clever. Vai lá, vai conhecer que realmente é um mercado [Música] sensacional. Daí, eu queria que você, como você descreveu bem essa parte cultural e fisiológica, fisiológica sobre como lidar bem com o a parte executiva, etc. e que eu acho que, cara, acho que quem trabalha com TI na gestão te entendeu perfeitamente. Eh, eu queria que você dissesse pra gente quais são os principais problemas que você enfrenta hoje com qualidade, seja de cultura, seja de gestão, seja de capacidade. O que que rola hoje no seu time que você percebe, cara, isso daqui de qualidade é uma dor hoje.
Eu tenho dois times, né?
E aí quando a gente fala, e aí eu não vou descrever os times para não, quando a gente fala de um time mais júnior, a gente tá falando culturalmente, né? uma questão de cultura, entender o que o que que precisa, o que não precisa, como eu vou introduzir essa cultura nessas pessoas e para que elas consigam ver lá na frente os benefícios e colher esses benefícios ali na frente. Então, é a resistência que elas têm, muitas vezes que elas têm em executar e compartilhar do resultado lá na frente.
Então existe muita resistência nesse lugar. Quando a gente fala eh do do outro time, eu acho que é uma resistência do desenvolvedor do ponto de vista de eu fiz e eu fiz bem e eu não tenho dúvidas de que fez e fez bem. Não tenho dúvida real assim, de verdade, mas eu acho que faz parte eh do do próprio preciosismo preciosismo do desenvolvedor de olhar para aquilo que ele fez e garantir pro coleguinha do lado que vai a validar aquela qualidade, a qualidade do produto que ele construiu, que tá tudo bem.
E esse é um trabalho que é um pouco mais difícil, porque o cara é tão bom, ele sabe que ele é bom, ele tem essa consciência que para ele teste precisa ser um pouco mais enviezado, precisa ser um pouco mais eh martelado. A gente precisa martelar ali no dia a dia. Eh, o cara confia tanto que ele acha que não precisa testar.
Ou ou quando precisa testar, precisa testar do jeito dele. Exato. Eu acho que é mais nesse lugar, sabe? Tipo, ah, eu testei. Tá bom. Você testou o quê? Na minha máquina funciona, mano. Esse é perfeito. Jeito. Do meu jeito tem que ser do meu jeito eu tenho que porque o teste que a gente fala não vai funcionar. O teste, o teste só fazer o assim, só o teste unitário não vai funcionar. É o é o famoso se o seu teste tá errado, foi o que você testou errado.
Não é a minha aplicação que tá errado, é o seu teste que tá errado. E aí falta um pouquinho de eh até de eh jogo de cintura, eh de mane lidar com a situação e falar: "Não, legal, a gente tem que eh crescer aos poucos. Vamos investir um pouquinho aqui. Aí trabalha mais um pouquinho aí, depois faz mais um pouquinho. Então vai.
Eh, é assim, é, é ter jogo de cintura mesmo para são trabalhos de formiguinhas diferentes assim, né? Um é cultural e a é porque o desenvolvedor ele não tem segurança no que ele tá fazendo e o outro que tem segurança um pouco além, que sabe o que tá fazendo, mas tipo, na minha máquina funciona e tá tudo certo, entendeu? que você testou e deu erro, é porque seu teste tá errado. Eu eu vou trazer um um uma analogia bem interessante. O eu fiz o treinamento de mergulho e quando você faz treinamento de mergulho, pô, mas tu achou uma piscina, cara? Essa piada foi boa. Eu não conseguia ficar debaixo d'água que a piscina era muito rasa. Você fez aonde?
No no no lago Ness.
Pior que você fez lembrar mesmo, sabe?
Era era tava tendo aula de mergulho no Lago Ness. Aí peguei uma lula com a mão assim, ó. Piscina tinha 4 m, aquela piscina de salto olímpico, né? Mas eh, poxa, quando você tem um monte de aula teórica antes de fazer o o os mergulhos na piscina, tal, para depois fazer o a a saída lá no mar, né? Mas, pô, o quantidade de mecanismo de redundância que você tem no mergulho é surreal, [ __ ] Se você tá em duas pessoas, então você tem quatro mecanismos de redundância. E tem o seu regulador, do amiguinho, você tem um backup do seu regulador, você tem um backup do amiguinho, né? E e a primeira máxima que você faz é você nunca pode mergulhar sozinho, né?
Então, eh, pô, você tem, precisa ter quatro problemas, eh, ao mesmo tempo para fazer. Eh, você tem um relógio, o relógio, cada regulador que você tem, você tem um, ele ele tá verificando lá o o cilindro, o, o, o, o oxigênio do cilindro, né? Então, você tem quatro. Eh, pô, e por que que os caras morrem? Porque você tem tanto tanto acho que o maior exemplo de redundância é a própria viiação, né? Não. E boa. Mas o ponto é por que que os caras morrem?
Porque tem muita eh muita gente arrojada que quer fazer as coisas eh fora do limite de segurança. Então acho que o que a Dea tá trazendo aqui é um pouco disso também, né? Não se preocupa com o básico bem feito, cara. É o básico. É, eu sei mergulhar, eu não preciso de relógio, eu pulo, tá tudo certo. Então, eh, eu acho que esse é um um ponto interessante, né? A a o teste, né? né?
Qualidade de software, teste, o teste manual, o teste automatizado, ele tá, ele vem para que a gente não morra afogado, né? Sim. É, o bichinho ser humano, ele é sempre o mais difícil de lidar, né, na na TI, né? Seja a falta de segurança que é ruim, seja o excesso de segurança que também é ruim, né? Tem que ter um equilíbrio, né? tem ter tem um equilíbrio. E aí, voltando pro quando a gente fala do executivo, que acho que essa é a parte mais difícil da coisa, porque o executivo em na maioria das vezes ele é muito argumentativo, né? Ele tem muito argumento, então ele te vence pelo argumento. Sim. Por mais que você esteja, você leva, você vai lá resolver um problema, volta com dois. Exato. Por mais que você esteja super seguro daquilo, ele te vence no argumento. E eu não acho isso de toda forma ruim, porque te faz pensar fora da caixa muitas vezes.
Mas para mim assim, para eu vencer esse lugar, para ele entender que aquilo é importante, eh, eu falo para ele: "Vai dar merda. Que que você quer? Que lado você quer ir? Você quer que eu faça com qualidade ou sem qualidade?" Com qualidade, a gente tem segurança de entregar e não sofrer lá na frente, não gerar o que a gente tem mais tempo na Natura é um incidente crítico, não serve zero. É isso. O serve zero é a consultora não tá conseguindo captar, né, a a aquele aquela ferramentinha lá que movimenta 2 bilhões de reais por por mês, né? Não, agora agora é até mais, né? E não é só reais porque tá na tá indo pra latã inteira, né? Então as ferramentas que a gente tá mexendo, eh, ela ela vai para latã inteira. Então, eh, esse cara não pode parar de pagar, né? Pode parar. Sim. Uma coisa que eu aprendi ideia no em de em alguns anos aí de mundo corporativo é faz o executivo abraçar o risco com você. É isso. Porque aí ele pensa duas vezes. Ah, você quer que eu entrego isso amanhã? Beleza. Ó, então tô só te mandando e-mail aqui para formalizar que a gente tem o risco de parar isso, isso, isso, isso, isso. Vai tá pronto amanhã.
Tá lá. Eu vou pular esse processo. Isso aqui pode acontecer. Isso aqui, isso aqui, tá todo mundo ciente. Eu vou mandar um e-mail para você, seus pares e a gente combina que tá tudo certo. Você você compra o risco comigo, eu entendo que é urgente, eu entendo que a empresa precisa, tem um risco e e se tá todo mundo comprado com risco, vamos lá. Se der problema, a gente vai correr para resolver. Bora. Aí o cara, é, pera, não, pera aí, só um minutinho, deixa só um minutinho, deixa eu ligar pro fulano aqui, pensar bem, entendeu? Vai, vai tocando a reunião aí, vai tocando a reunião aí. Aí é a coisa funciona diferente, sabe? Quando você compartilha o risco e faz, beleza, gente? Vamos pular no oceano gelado, vamos pular todo mundo junto, abraçado, vai todo mundo morrer de potermia, mas tá tudo certo.
Isso, tá tudo certo. Precisa pular, vamos pular. Beleza. É, eu acho que a galera eh minimiza muito a análise do risco, né? Então, ah, tem risco. Ah, beleza, vamos no risco. Risco de margem hoje é muito muito complicado da gente pensa muito nisso, né? É. E por isso que talvez eh eu acho que esteja mais maduro o processo, né? Porque isso é uma coisa extremamente ruim de da gente pensar e acontecer. Então, o máximo que a gente conseguir eh fazer de teste ou verificar esse todo ou garantir que o produto esteja funcionando legal, com todo tudo viável ali, com tudo testado, é é o caminho mais feliz possível, mas tem a a temos que lidar com prazo regulatório, com lei, com tudo isso. Então, e tem que saber gerenciar isso, né? E eu acho que o ponto principal que a gente tem que entender, só para que a gente não fique não saia esse desse episódio com com a visão de que o executivo é um vilão, esse cara é um cara treinado. Treinado. Exatamente.
Porque gente, a gente tá falando aqui de gestores que sabem fazer muito bem seu trabalho e que são honestos na na questão do trabalho. A gente sabe que tem gente que bota margem pr tipo, ah, vou, é, vou pressionar o time de delivery para eu poder ganhar uma gordurinha aqui para eu poder fazer outra coisa. Isso, pô, dá dá fazer isso aqui em três meses, mas, pô, vou botar cinco. Esse cara, ele é o cara mega experiente por ter passado por tantas etapas de gestão que ele sabe apertar esse cara porque o cara sabe que ele, o cara que de cinco ele entregaria em três, entendeu? Então ele sabe jogar com isso e e é o que você falou muito bem, né? O cara ele é o mestre argumentativo, então ele pega esse cara na curva e o cara que poderia entregar em três e pediu cinco, ele faz o cara entregar em três. Só que às vezes não é o caso. E aí você faz o cara abraçar o Rizco com você e você tem que ter essa maturidade também para apresentar para ele exatamente o risco, né? Então, eh, não é que o cara sempre quer esfolar a gente também, porque a gente sabe que tem gente que dá uma uma sambadinha, né?
Quem nunca? Todo mundo tem autonomia até certo ponto, né? E assim, ó, pra gente não falar do executivo vilão, quando eu trouxe pro meu executivo que eu não ia contratar o dev, ia contratar um um tester, ele apoiou, tá? que vai ser vai receber você chefe do do Fameng. Se prepare daqui a pouco ele vai sentar na sua mesa e falar: "Pecisamos conversar pedir, pô, ele vai assistir. Assiste aqui, ó.
Assiste esse vídeo depois ass Assiste esse corte aqui, ó. Olha só. Mas o legal aí voltando, né? A gente a gente lá no começo você fez a pergunta, né?
pouco que era qualidade para cada um. E aí, eh, a Deia trouxe todo um um catálogo, né, de de itens pra gente falando. O Famen complementou e a gente já passou muito sobre cultura, sobre eh trazer o a qualidade para para perto, né, da do do design do produto. A gente falou também eh do do time de desenvolvimento comprar a ideia, né? E e tem um ponto forte lá que o com Fiameng quando ele falou do COI, né, que é a questão da governança. Então é assim, é processo e governança. Eh, depois daqui a pouquinho a gente vai começar a falar do técnico. O o Fiameng tá se coçando. Ele quer falar de de só do técnico, mas o ponto é, né? Eh, poxa, processo e governança. Então, a lá com um COI, inclusive, e aí eu tenho até um pouquinho de orgulho de de falar, né?
Porque poxa, a gente tava estruturando vários times com eh a parte de testes, né? O o Flamengo tinha lá, o tinha não tem o César tá mandando bala lá. Eh, o time de arquitetura da CCE tem também o Andrezinho é que tá mandando bala e os squads nascendo ali cada um com um teste, né? Poxa, eu tinha tem um time do motor com a Gabi que tava lá com eh mandando bala no teste do motor de cálculo, que também é uma ferramenta monstro monstruosa da CC, que que calcula eh milhões ali que os os agentes de energia vão pagar, né? Você tem lá o pessoal da das APIs, que é o time que eu tava, você tinha outro time lá do online também pensando nisso, pô. E a governança e o processo dessa galera fazer teste, que que a gente fez? a gente começou a falar de um de um chapter de teste e aí eu tava lá com o time e poxa, vamos fazer essa reunião, tal, não sei o quê, e a gente começou a a instituir um ritual, né, pra gente se encontrar, pra gente trazer os temas, pra gente estruturar uma documentação de teste.
Eh, a galera fenomenal, come farinha a tecnologia, mas poxa, tá um pouquinho na cabeça de um, um pouquinho na na cabeça do outro. Eh, a gente trouxe isso para uma organização lá no no Confluence da CC e poxa, saíram vários guias, cara, da cabeça de quem faz, não foi um só. E quando a gente ia mostrando um pro outro, poxa, fenomenal, todo mundo eh se enxergou naquela naquele eh eh guia de referência. Não não vou, eu eu hesitei em usar a palavra que você odeia, né? Arquitetura de referência.
arquiteto que eu dei arquitetura de referência, eu tenho minhas ressalvas sobre o conceito. É, mas assim, a gente a gente começou a a estabelecer padrões eh organizados eh para que o para que todos tivessem aonde eh buscar essa esse conhecimento, né? E poxa, cara, super legal, super legal assim, o César, o Andrezinho, tão de parabéns, cara, porque eh aí o time da Vem Berge, né, que tá lá, o Juliano, o Gustavo, o Rangel, né, eh, poxa, tão junto com eles lá mandando bala, sabe? Então, eh, essa parte da governança e processo também ajuda com que esse trabalho de qualidade tenha consistência, né? É um aculturamento, né? Sim. de cultura é essencial. E e Famengo, fala pra gente como que isso funciona do ponto de vista de aderência do COI para descer pros times. A galera entende bem qual o propósito, aceita o stack? Se quiser falar um pouquinho do stack, porque sempre tem o geniozinho que tá lá no time que fala: "Cara, mas não quero usar isso aqui, eu quero usar meu". Pode trazer isso. Pode trazer isso. Teve um caso entre os nossos tips mesmo, né? Acho que é legal. Conta aí porque a gente sabe o que acontece, cara. Não, não precisa falar o nome eles não saber. É, pois é. Porque o cara já fala não, mas eu digo outro tipo que assim, eu tava de um lado, né, e trazendo lá uma algumas coisas e o time tinha eh uma perspectiva diferente porque eles tinham feito um estudo também, né? Então foi foi legal. Por quê? Porque eh houve ali eh esse não foi esse cenário do jeito que você falou, até porque a a tua voz ficou bem bem estranha, né? Mas assim, houve ali umas conversas entre os times para que a gente definisse um um caminho, é um caminho assim em conjunto, sabe? Foi bem legal. Mas pergunta, é, para mim esse esse ponto é assim, eh, quem já foi gerente só de sustentação de aplicações e não o desenvolvimento de sustentações também sabe o custo que dá se aprender 45 ferramentas diferentes e faz a mesma coisa, né? Então, tem um ponto que a gente tem que cuidar, tem que tá olhando, né? Então, quando o pessoal estudou, aprovou a ferramenta, criou os padrões, o que que a gente queria, cara?
Beleza, daqui em diante eu vou treinar os times nisso. Uhum. Né, Clara? O padrão foi feito também para ser evoluído. E não é que a gente nunca vai mudar, não vai criar inovação, mas meu, a gente passou um tempo estudando para ver que aquela ferramenta adequava para boa parte dos cenários. Então treinamos os times nisso. Vamos continuar no Robot, né? Vamos continuar nele. Isso daí já mata. Não é não é fácil, mas eu acho que esse é o grande papel da arquitetura hoje, tá? Que aliás não hoje, né, Valdir? Acho que é o papel dela, né? Vem o cara tipo, não, beleza, é sorvete, mas eu gosto de morango, não gosto de de chocolate, mas eu vou atender 80% dos casos ou 20% dos casos.
Isso, exatamente. E assim, eu vou ter dinheiro para bancar a brincadeira de todo mundo. Ah, é muito legal a gente ser poliglota no desenvolvimento, mas meu, é caríssimo. Então, mas é que para mim assim, a vida é assim, é isso. Vamos lá. Vamos acordar. Você gosta de chocolate, mas querido, aqui é de morango.
[Música] Exato. É isso. Quem nunca, né? Daí acho que a gente pode, tô virando seu fã, acho que a gente, a gente pode tentar trazer as pessoas para junto da gente nessa toada, né? Então você tá tá fazendo uma mudança, tá aplicando uma mudança, você traz a pessoa, você evangeliza, eu não gosto muito dessa palavra, mas enfim, você evangeliza a pessoa ali, se acultura ela naquele lugar, mas você começa a ter um cara muito resistente, ai eu não quero. Ai porque eu gosto mais do outro. Ai porque acho mais legal, porque o outro tem mais. Tá bom, parabéns. Desenvolve em casa, que em casa você desenvolve no jeito que você quiser.
Monta sua empresa e aí você pode.
Normalmente, assim, eu acho que a gente tem que confiar nas pessoas. Normalmente elas entendem quando a gente mostra os motivadores, trazer o não estruturado e passar isso. Normalmente elas entendem.
Vamos lá, né? A gente a gente consegue fazer isso com os team, criar o propósito, cara. Qual que é a dificuldade da gente chegar lá e falar, cara, olha aqui, se eu tiver quatro ferramenta e faz a mesma coisa, meu custo vai, como é que eu tenho um especialista para cada uma, ó? Sair do da casa de X para 8 X. 4x, é oito, né? É exponencial normalmente.
Exatamente. Porque você vai ter o [ __ ] de um conflito toda hora fazer a mesma discussão, né, cara? resolver os mesmos problemas nas quatro ferramentas diferentes. Exatamente. Aí pensa na infra e pensa na vai vai pensando no cenário e pensa no processo. Esse daqui eu também quero um pouquinho diferente.
Mas essa é a nossa visão de gestor. Essa é a nossa visão que pensa no todo.
Analista não tem. O cara tá nem aí fala: "Não, eu não quero, eu não gosto disso aqui, eu gosto de outra coisa. Por que que a gente não usa outra coisa?" Entendeu? O cara não, porque se ele pensasse nisso, ele chegaria no mesmo resultado racional do que a gente tá falando aqui, entendeu? Eu ia falar assim, eu tive uma ideia. E se a gente escolher uma ferramenta? Ó, quantas vezes? Nossa, cara, quero mor, quantas vezes vocês já não ouviram essa frase, cara? Mas a gente tem que fazer isso em Java, isso aqui eu faço em 5 minutos em Python. Hum. Entendeu? E a mesma coisa para frameworks de teste, de integração, etc. Fala: "Porra, mas isso aqui vai, isso aqui me dá um go, um C, eu faço aqui em 5 minutos". Mas porque o cara não pensa no contexto do ambiente onde ele tá?
ajuda muito, ajudou muito a gente nisso e é aproximação das pessoas. Aí, então a gente se aproximou, a gente ficou junto.
E aqui eu tô falando com o Fiamengo de F Vir mesmo. Se você tem um script P, tu vai falar, cara, isso aqui já faz 5 minutos, seria ser esse cara. Eu eu eu brinco muito, né, desse ponto de vista do Java, mas eu tô lá apanhando do Node, cara. Tem essa, eu faço, eu faço o que tem que ser feito. Esse ainda vai ser convertido. É, mas aqui esse ponto do do time de teste lá, o que que a gente fez para resolver? Eu acho que foi uma grande sacada que foi, a gente se aproximou, a gente se aproximou e resolvemos eh a a gente tava e aí vamos trazer mais pro detalhe, né? A gente tava defendendo muito, eu tava defendendo muito a questão do do Cypress, né? Eh, só que eu eu não tinha visibilidade do quanto o time já tinha feito, o quanto o time já tinha feito de eh o time de teste, né, o coi de teste, o quanto ele já tinha de arcabolso de testes, que poxa, não fazia sentido a gente ir lá e pô, mudar tudo agora, né?
Então, a gente deixou isso como uma ferramentinha, o conhecimento foi bom, não ali não interessava muito qual faca era mais afiada, as duas estavam cortando naquele momento. Pronto. E e foi ótimo, né? E por conta desse dessa aproximação, a gente chegou ao ponto que eu tava falando da do chapter, das pessoas eh estarem criando em conjunto os guias. E, mano, o negócio tá fluindo super bem, tá rodando eh perfeitamente, sabe? Então, e aí caindo um pouco pro técnico, né, a gente a gente conseguiu trabalhar eh levando o robot para trazer o o a execução dos testes junto eh da esteira, né, que é aquilo que você tava falando lá. A gente também fez lá lá na C7 tem um negócio bem legal que é o o Gir, ele tem um plugin chamado X-ray e a gente armazena os cenários de teste lá no no X-ray, tanto os manuais como o os automatizados. E aí os testes automatizados eles são escritos usando e BDD e fica claro para todo mundo interpretar porque é simples.
Exatamente. Simples assim. E e aí o que que a gente tem lá na esteira, né? a gente baixa o código do BDD. Quando a gente tá fazendo a compilação do código, a gente avalia o código, gera os resultados do código e puff, sobe lá no no Gira também. E aí os relatórios dos testes ficam evidentes para todo mundo.
Então você sabe as execuções, a qualidade que teve do software, né? Eh, poxa, isso é impagável, cara. Isso é impagável. Você você ter eh o a o teste acontecendo ali no no seu chão de fábrica disponível para pro seu time de gestão ver a qualidade que você tá entregando, né? E aí é o é o a qualidade se vendendo por si só. E aí a gente volta naquela frase: "Poxa, quanto custa a qualidade?" Eh, e a resposta é sempre, cara, é impagável, sabe? Vale muito a pena. Essa é a pergunta mais difícil, né? Porque a qualidade ela nunca traz retorno positivo. Ela, você vai entender o que eu quero dizer. Ela ela não traz income, ela deixa de ter prejuízo. Exatamente. E esse é o problema. E e é o o eu tava lendo inclusive esses dias um artigo sobre por que a gente tá tendo taxa de vacinação cada vez menor, porque quanto mais gente vacinada tem, menos as pessoas acham que precam ficar doentes e quanto menos elas ficam doentes, menos elas são vacina. Então é é uma antítese essa parada. Então quanto mais qualidade você tem, menos você acha que precisa de um time de qualidade, entendeu? Porque você não traz lucro imediato, você deixa de perder. E é muito difícil você expressar o quanto você deixou de perder, porque é uma coisa meio que eh utópica. É exato. Ela é é uma coisa que tipo ah e o cara sempre pode falar: "Ah, mas e se e se não deu e se não tivesse dado problema nenhum, querido?" Ia dar ia dar porque ia dar mais.
Exato, exatamente. Se algo em TI pode dar errado, ela vai dar errado, cara. E é isso que vai acontecer. Isso é uma coisa difícil de colocar na cabeça dos usuários, hein? E é exato, cara. Então, tipo, se você desenvolve tudo bonitinho, com qualidade, você entrega e você não tem interrupção, você não tem problema e você não tem perda, ninguém vai te falar que [ __ ] nossa, investimos em qualidade, deixamos de perder. Agora, se você não investe e você tem um problema, pessoal, fala: "Porra, tive problema de qualidade e perdi". Mas aí se você nunca tem, fala: "Mas nunca deu problema, para que que eu preciso pagar esse cara de qualidade?" Uma hora isso vai acontecer.
É o que acontece com as vacinas, tipo, ah, tá todo mundo tomando vacina o tempo todo e, [ __ ] ninguém nunca fica doente. Por que que eu tenho que tomar essa porta dessa vacina? Entendeu? É o medo, né? A gente precisa ter medo.
Isso. Exato. Não, não gera ameaça.
Percentual de cagaço.
Percentual de fã subiu mais agora.
Exatamente.
Exatamente. Toda essa esteira que o que o Valdir falou do X-ray e tudo mais, é muito mais do que ver o percentualzinho lá no sonar, né? A gente fala assim: "Ah, tá em 90% de teste". Eh, tem uma evidência ali do que foi feito, né? Isso é, isso é sensacional assim. Isso, isso deixa o dev mais tranquilo, o usuário mais tranquilo. O cara vai fazer o teste, vai, mas ele já tá vendo alguma coisa ali, talvez ele não precise entrar para fazer, entendeu? Exato. Você quer ver uma equivalência? Imagina o gestor de TI, né? Exato. Ó, você quer ver uma equivalência pro executivo que é muito discrepante? O cara de qualidade trabalha direitinho, o Squad que trabalha com qualidade e entregue não dá problema. Esse cara não aparece agora o SRE que resolve, que apaga incêndio é todo dia porque deu problema, o cara foi lá em produção e resolveu. Se você falar pro cara, pô, não preciso de SR, o cara falar, pelo amor de Deus, o cara, o cara resolve o problema e tal, entendeu? É o é o bombeiro, né? E não é a prevenção. Você sabe uma prática legal que a gente tem l na Natura que não que eu esteja desmerecendo esse R só quero dizer a a visibilidade que dá quando cultura isso.
Cultura do herói. É um um os dois são extremamente importantes. Legal só para ficar claro isso é senão daqui a pouco vem um monte de SR xingai aqui embaixo.
Aí você vai vai ter que ter uma trilha de Isso. Exatamente. O o ponto é, a gente tem um negócio bem legal lá na na Natura, que são os testes de performance, cara. Você não implanta se você não tiver o teste de performance. E é bem legal o teste de performance pega mesmo assim, sabe? O o ele ele tem teste de performance, tem observabilidade também na na nas aplicações. Eh, cara, você bota lá o motorzinho, entra entra no que o Fiameng falou do que é o não funcional, né?
Exatamente. E aí, já que a gente falou aqui do do de de performance e falamos um pouco de stack, deix entrar no técnico, eu queria que vocês comentassem um pouco como que é essa interação com um não sei se vocês têm tanto na Natura quanto no CCE eh um COI de DevOps, por exemplo, e como que funciona essa essa troca, né? Porque você vai ter que automatizar isso de alguma forma e você tem que ter essa troca com defops para poder ter essa automatização e esse nível de governança, né? É o mesmo time, é o mesmo COI. Como é que vocês trabalham isso? Vai, Fio, vai. Para mim lá são e é apartado, a gente tem um código de devops, eles têm responsabilidades compartilhadas, né? Dali sai, eh, tem vários arquitetos ali que tão moldando como vai ser a esteira, como deixar ela mais fluída até assim, como que eu facilito a vida do defas, é acho que o grande objetivo ali, o grande pilar é esse. Eles estão discutindo e algumas coisas saem com atividades para as outras squads, como coi de qualidade aí dos testes automatizados. É isso. Você inclui isso na na própria esteira e os cois se falam. É isso. É isso, tá? Eles estão separados, eles têm as as reuniões deles, eles eles são separados em gente, mas tem gente acompanhando e pegando atividades dali que são responsabilidades de cada uma dessas desses desses capítulos aí, tá? Então, tem um grupo focado em qualidade que demanda do DevOps para colocar na esteira. Eu diria que vice-versa, né? e viceversa. É, e vice-versa, exatamente.
Tá, mas eh mas é essa estruturação de squads é uma coisa que a gente tá caminhando nela ainda, né? Hoje tá é separado, cada um tem seus objetivos, mas tem muita coisa conjunta, né? Então, de repente a gente precisa de um especialista disso ou cara, estamos estudando isso ou tá vê naquele co se isso é prioridade para eles agora, se tem como a gente colocar pra gente conseguir andar aqui da forma correta, né? da forma como a gente entendeu aí na visão de médio e longo prazo, que é o melhor, a melhor maneira possível. Show.
Na Natura, a gente tem os dois dentro da mesma gestão, né? Então você tem o COI de devops. Ai, desculpa, perdão. Na Natura a gente tem os dois na mesma gestão. E então você tem o COI de DevOps e você tem o COI de QEA, né? O COI de qualun e aí eles funcionam muito próximos, muito juntos, assim. Eh, acho que de uns dois anos para cá, acho que é isso, não tenho certeza, eles já funcionam muito bem ali juntos. O o Breno, que é o gestornior deles, tem esse olhar, tem essa essa visão de que o DevOps pode ajudar muito o o COD de qualidade e eles estão trabalhando agora justamente nessa nessa questão da qualidade, de olhar pro pro software, não só do ponto de vista do teste funcional, do teste que a gente classifica como básico, né? Uhum. Mas do teste automatizado mesmo, né? que era a pauta do do fitinha, grande fitinha que tá doente, eh, que tá olhando. Um abraço pro Fitinha, não sei que é Fitinha. É o Ricardo Lopes. Ricardo Lopes. Ninguém conhece ele, não. Ele é o Fita, Fit.
Fitinha é nós. E aí eles eles trabalham muito juntos ali para poder construir tanto essa visão de QA e da gente melhorar a qualidade da companhia, a qualidade do das entregas que a gente faz. E o fita tá engajado muito nisso. E também tem o código de de devolvs, tem devops e deve serops, que tá olhando muito para colocar isso dentro das esteiras, né, para melhorar as esteiras e a gente conseguir chegar do outro lado com teste. Então tem as duas coisas na na Natura já faz um tempo, já tem um tempinho. E a esteira da Natura assim é avançadíssima, cara. A esteira da Natura é surreal. a gente tem um portal que chama Amazônia, eh, e que é e que é um bom um bom ponto, uma boa pauta para tá aqui, viu? Também tem muita coisa legal na Natura pra gente trazer aqui. Eh, fabricante, beijo, fabrica. Beijo lá. Eh, Fabrica. Eh, tem ele, mas tem outras pessoas ali que ajudam bastante a gente também, né? E enfim, a gente entra num portal onde a gente faz toda a gestão dos nossos componentes de infraestrutura que a gente eh já tá ali por trás dos panos fazendo infraestrutura como código, né?
Fica tudo armazenadinho, tudo bonitinho.
É, é uma como fosse uma plataforma desenvolvedora ali, provisionar as coisas, variáveis de ambiente, eh, fila, eh, banquinho de dados, não sei o que lá, tudo sai dali. os nossos códigos também. Então, você já tem o código lá sendo eh eh o nosso repositório sendo criado no no Bitbucket. Agora tá sendo migrado Bitbucket pro GitHub. É. E aí no GitHub já tem também o GitHubs que faz toda a a compilação, a validação de de qualidade.
Você tem um onboarding da aplicação já completo ali, né? Exatamente. Para facilitar a vida do dev, né? A ideia é que, putz, ele usa não pode ter desculpa, bicho. Exato. É mente criativa, né? É mente criativa. Nossa, cara, se na época que eu codava tivesse isso e não imagina na nossa época, meu Deus, cara. Tinha que ir lá SSH ir no site do ir no site da da dos frameworks para baixar a versão correta da dependência. Nossa, cara. Mas enfim, aí a gente tem tudo isso, cara, já implantando no servidor eh EKS ou a gente é o nosso software, né, o da Dea e Mail, ele roda ao mesmo tempo, o mesmo é base code roda no OCI e na WS, tá? Eh, fenomenal que a gente fez lá, inclusive.
E por quê? Porque a gente tem primeira plataforma multicloud, tem o selinho da de qualidade, pá. O a gente a gente implantou isso. Eh, e estão fazendo teste de performance monstro, cara.
assim, eh, a gente tem toda a infraestrutura replicada de produção e e aí, cara, você implanda o negócio e aí aí você programa lá com um time que cuida disso, teste de performance, meu, você dispara as coisas e lá com as ferramentas de observabilidade. Então, a gente tem Grafana, a gente tem eh o elástic, o o Kibana, né, ali pra gente ver os logs, tal. E a gente tem também o Drace, bicho. É impressionante. A gente vira a aplicação de cabeça para baixo. É, vira do avesso. A gente a gente teve que chegar ao nível, cara, de avaliação da do da memória do nossos nossos componentes, né, para diminuir a a execução do Garb Collector. Eh, cara, tá tudo fácil, meu. Na minha época era log, cara. Eu tenho que dar assistem a áudio lá. Lembro disso. Você tava do meu lado, né, amigo?
A gente você lembra que teve uma query do capeta que a gente teve que refazer lá? Eu lembro de algumas, né? Então tinha uma lá bicho que tinha acho que uns 40 joins, cara, e era dado, bicho. E aí eu fi virando noite lá pr para gerar o Excel. Sabe que fora do Java não existe garbage de collector. É, então tá todo mundo errado e a gente serve. Simples assim.
Ok. Ok.
Simples assim, cara. Ô, a gente, ó, vamos lá. Ô, ô, ô, a gente tem um ecossistema de microsserviços, cara, que ele não responde mais lento que 10 mos, cara. Cara, isso é sensacional, cara. Isso é surreal. A gente vai no banco, a gente pega o dado, a gente processa, dá para Mas isso é uma arquitetura bem feita, não é? Não é.
Você poderia fazer isso em outra linguagem. Se uma arquitetura bem feita.
poderia aí você teria e sei lá, talvez 120 micro e 120 contêiners. Eu tenho três. Eu tenho três contêiners ali só.
Vamos fazer um desafio live. Ah, cara, a gente já a gente já fez lá isso lá. A gente vamos a gente vamos a gente já fez. A gente vai fazer aqui, ó. Ó, proposta no PPT. Hã, a gente pega um case básico. Mas você vai programar PHP?
Não, node, você vai programar usando o chatpt. Só node, node versus Java. Cara, isso aí é fácil. A gente faz um teste de strress com serviço simples. O cara, o teste de stress é tá do seu lado constantemente aqui no tempo. Ó lá, jáou, já regou, já regoui, já partiu pro de homem. Eu só tô falando aqui.
Vai passar fácil, bicho. Vai passar fácil. E e o o ponto aqui, né? Voltando pr pra fala, né? Então a gente a gente usa todas essas capacidades da estreira do Foi bagulho. Agora ficou chateado. Ó, ficou aqui, ó. Marcou no coração aqui um xizinho, ó. Tá o o ouvinte que que escuta a gente há três anos. Vamos falar assim, eh, como é que é? É Dr. DR. DR é exatamente. Hoje criou uma rusga, né?
ideia é para nós é disaster recover. A gente tem o C e a WS for rodando ao mesmo tempo. Mas o ponto é, cara, a gente tem todo esse esse arcabolso, né?
É extremamente consolidado para facilitar a vida do desenvolvedor. Lá na Natura, eh, a gente tem essas ferramentas que eu comentei aqui. Então, cara, é, é assim, é qualidade atrás de a qualidade em cada passo que você tá desenvolvendo na aplicação, sabe? É bem legal, cara. Isso, isso de verdade é o que só, só estamos acelerando agora, desculpa te interromper, mas o que que a gente tá acelerando lá no, no nosso squad, né? Eh, W, é a parte do teste, eh, todas as fases da pirâmide de teste, né? Então, assim, hoje na Natura tem esse ponto que a Deia falou: "É meu, 90% 95% é o gateekeper ali do do desenvolvedor", mas a gente tá eh tá muito focado no teste unitário, né? A gente tá olhando, né? AD e eu para todas as fases, a pirâmide de teste, a gente quer colocar um pouquinho na parte de componente, um pouquinho na parte de integração, um pouquinho na parte de eh end to end. Por quê? Porque é muito caro você fazer só end to end. Quando você olha para paraa pirâmide de de teste, se você investir ali com seu eh análise de teste de qualidade automatizado, só end, pô, você vai fazer muita coisa e quando você fizer uma mudança vai ser muito caro mudar isso. Então faz sentido você pegar os seus casos, né, que a gente falou muito aqui, poxa, quais são os meus casos mais críticos? Bota esse no inend. Ah, a sua aplicação é API. Poxa, se ela é API, então você tem que ter um teste de integração forte, porque poxa, são seus contratos que mandam. Eh, a sua aplicação ela é complexa, poxa. Então, você tem que ter muito cenário de componente. Para quê? Para garantir a qualidade de todas as classes do seu componente ou arquivos, né, dos seus PHPs. Eh, todos os seus PHPs rodando em conjunto. E aí sim, beleza? Então eu eu vou depois de tudo isso eu vou fazer um muito teste unitário porque eu tô garantindo a menor unidade do meu código, né? Eh, e aí, poxa, quando você tem visibilidade disso, né, o nosso time ali tem, né, a gente a Deia, o o os próprios dev, a gente tem tem de ali muito muito experiente e a gente olha para isso e fala: "Poxa, vamos apostar um pouquinho em cada coisa aqui que vai ser legal", sabe? Isso e no final é é quem fica feliz é o consumidor, né? Não, e e faz muito sentido, né? Porque, como a gente falou aqui, a gente tem eh gatilhos de qualidade em vários pontos diferentes e que depende muito da característica do produto, do eh do negócio. Do negócio, exatamente, né? Então, como você falou, a gente pode ter pontos de gargalo de integração, pode ter pontos de gargalo de regras de negócio, pode ter pontos de gargalo eh de características que não são funcionais, de escala, etc. É, então tem que ter um olhar desse de análise, de qualidade, né? Porque como a gente já deixou claro no episódio, eu não tenho como garantir 100% qualidade de forma automatizada, mas eu tenho que entender o meu processo, meu produto e o negócio e tentar cobrir os pontos, os pontos críticos, né? Então, se eu tenho uma aplicação que ela é extremamente requisitada, etc., Cara, vamos automatizar teste de strress, que é gravar com o Valdir, por exemplo. a gente faz um teste de stress ali para garantir que a aplicação ela suporta uma quantidade de requisição, teste de latência ou por exemplo, não, a minha regra de negócio, ela é extremamente crítica pro retorno daquela aplicação for um serviço, por exemplo, cara, vamos fazer aqui um teste de regressão, um teste de validação, um teste unitário da da qualidade da codificação. E para isso a gente precisa ter uma um cara de fato de teste para entender todo esse contexto, né? eh, e poder fazer isso, Valdir, o cara que tá ouvindo a gente agora e entender os dois casos aqui da CCE e da Natura, ele quer começar a fazer um trabalho de teste na empresa dele, que que ele pode fazer, meu amigo?
Primeira coisa que ele faz é mandar lá um e-mail, né, pra comercial@vinverso. Que a gente vai ajudar eles, cara. A gente vai ajudares, a gente vai levar eles pro mesmo estado aqui que tá a Deia, que está estado da arte. Estado da arte. Primeir, é a primeira coisa que ele faz, né? Depois de ele ter dado bastante risada com a gente aqui hoje, né? Porque saiu pérola para caramba, né? Isso é mandar o e-mail para nós lá. É comercial@vemers.ios, tá? Então, então vamos deixar aqui embaixo no vídeo, né?
Que lado que você eu não sei, cara, na descrição. É, tá aqui embaixo que e mas assim brincadeira a parte, né, a gente tem, né, todo esse apoio que a gente faz lá na CC, na Natura também. Eh, mas para buscar conhecimento, cara, também é eh até para quem tá aqui e quer se tornar um profissional dessa área, eh, poxa, tem muito material disponível na internet, legal para você ver. Eu tenho, eu vou te mandar o link para você postar aqui, que é até uma apresentação que eu fiz outro dia paraa Deia também e pro Felipe lá, que é um colega nosso, o Cabreira, eh, que é uma apresentação que tem do no site do Martin Follower falando sobre práticas de teste para microsserviços, que é assim, eu achei fenomenal, é uma uma implementação clara de vários conceitos ali. E poxa, o PPT é muito claro, né? Eh, não esse esse eu acho que até compila, cara. Tá Martin Fer é fenomenal. Exatamente. É. Martin Follower escreveu esse PPT com pila.
Exatamente. Vamos abrir uma exceção para ele. E é legal, Carol, que que bacana, né? Tem um monte de de artigo lá no site deles falando sobre teste automatizado, sobre qualidade de software. Eh, poxa, fenomenal. Eu vou te mandar esse link, você vai botar aqui. Isso, a gente põe aqui na descrição. E o cara, o cara que tiver afim e aí, né? O cara que tiver estudando tudo ou a garota também, né?
tiver estudando tudo isso e tiver bala, manda lá um e-mail para peoplecare@vemers.io.
Peoplecare. Agora, por que que comercial tá em português e peoplecare tá em inglês? É porque a gente atende pessoas do mundo inteiro, mas o nosso o nosso market share, a gente quer focar aqui no Brasil. Coloca RH@p. Não, cara, eu eu eu bebi demais. Eu bebi demais. Você veja cerveja zero aqui nesse episódio, cara.
People care RH@vmber faz um alhas. Isso é alas. Isso. Isso.
Você entendeu porque eu falei que é o estress aqui. Mas ó, você que tá ouvindo a gente aqui, ó.
É, vocês estão ouvindo aqui? A gente fala da realidade do dia a dia. Então, você quer uma empresa que de fato pode te ajudar a seguir aqui, a ter um os primeiros passos, implementação disso e tal. fala com o nosso amigo Viking aqui, manda lá o e-mail pro comercial@bers que eles vão poder te ajudar. Bom, né?
Porque hype, tá boa. Ol, o Valdir citou algumas ferramentas que usam lá na Nature, Drace. Eh, vocês têm teste de capacidade, como que vocês fazem isso lá? O teste de carga, cara, a gente tem, eh, scripts no JMER, né? Eh, que eles eles rodam no JMER. Eh, e aí, meu, tem, mas assim, para eles rodarem, eles estão em alguns servidores para poder bater a carga de de requisição, porque é gigantesca. Então, quando quando a gente roda esse script das nossas máquinas, né, tem que juntar 10 desenvolvedores para disparar. Então, a gente tem alguns servidores que são preparados para disparar as execuções, né? Eh, isso eu tô falando com bastante propriedade porque é um assunto que eu tava comentando com o time de do Capta e nem combinamos, hein? Eh, mas o time da Latan que é do GSP, eu não sei qual que é a ferramenta, tá? Mas isso para disparar aí para para consumir, né? Eh, os dados todos, aí a gente olha nas ferramentas que eu comentei, tá? Tá.
Você que tá aí escutando esse episódio bacana e quer levar toda essa tecnologia, essas novidades pra sua empresa e não sabe como, chama o time da Vembers. A gente pode ajudar vocês com desenvolvimento de software, com arquitetura de soluções, a entender os problemas que vocês estão vivendo e sair do outro lado com uma solução bem bacana. E se você tá escutando o podcast para aprender coisas novas, faz o seguinte, manda um e-mail pra gente no peoplecare@vemers. E você pode fazer parte também do nosso grupo de talentos.
Valeu. Agora o time do Relações Públicas vai gostar mais de mim.
Acho que a gente conseguiu cobrir bastante aqui os aspectos de qualidade, né? E eu queria pedir para cada um de vocês agora que desse uma última orientação para quem se sentiu representado aqui pelos problemas que a gente falou ou pelas soluções, né? E que desse uma caminho aqui para esse cara.
que eh como que esse cara dá o primeiro passo, seja culturalmente, seja tecnicamente, né? Porque a gente vai encontrar gente que tem tem dos dois lados, né? é o cara que sabe que o que ele pode fazer tecnicamente para resolver, mas tem resistência do time e tem o cara que não tem resistência do time, não sabe como fazer tecnicamente.
Então, acho que a gente pode fazer um mechap aqui e dar uma uma visão aqui pro pessoal que tá nos ouvindo.
Começo agora. Eh, eu acho que o primeiro passo é a conscientização de que qualidade é responsabilidade de todos. E a gente tá falando da qualidade do produto, né, de entregar bem pro cliente, tanto funcional como não funcional, já falamos diversas vezes pelo episódio, né? E esses pontos é o que vai garantir a experiência boa lá na frente, né? Então esse é o primeiro passo, essa conscientização pra gente conseguir eh passar isso para toda a empresa e estar com os devs, com área de negócio, com todo mundo focado junto para entregar o melhor produto possível.
Acho que é isso.
Para mim é assim, ó. Assuma que o problema de qualidade é seu. É seu. Não é só da companhia, é seu também, né? Se você quer fazer uma boa entrega, se você quer que a sua entrega tenha visibilidade, que o o negócio consiga consumir aquilo, assuma que é seu. É o para mim é o primeiro passo. Aquele problema é seu. Estou assumindo que é meu. Entenda que você tem um problema, você faz parte dele, né? E eu acho que a segunda coisa, experimenta, cara.
Experimenta. Experimenta ter um QA focado em teste automatizado.
Experimenta em ter um dev focado em teste unitário. Experimenta em levar isso pra gestão, pra gente não demonizar a gestão, né? Experimenta levar isso.
Cara, eu tenho esse problema, eu tenho essa possível solução. Como que a gente pode experimentar? Eu posso contar com o seu apoio para experimentar isso? E é isso que a gente tá fazendo hoje, né?
Então, para mim é assim. e compartilha com seus colegas. Sempre vai ter um fulaninho ali que tenha o mesmo engajamento que o teu, né? Você vai dar os braços e vai fazer junto. Sempre vai ter sempre o cara que quer afogar o seu negócio, mas sempre vai ter aquele que [ __ ] te abraça e vai junto e vocês vão fazer junto. Então para mim é assim, é entenda que o problema é seu, agarre o problema, leve ele para você, mas experimenta também como que você soluciona ele, né? E compartilha. Eh, para mim tem funcionado bastante nesse lugar, assim, a gente tem experimentado e compartilhado.
Valdir, suas considerações, meu caro.
Mais uma vez é maravilhoso estar aqui no no episódio com você, W trazendo duas pessoas extremamente Não foi isso que você falou 5 minutos atrás. Falou que era um teste de strress, mas é porque fazia parte do contexto, né? Você falou que o pipeline do PPT tinha um step ali que tinha teste de stress. Fazia a piada. Foi boa, foi boa. Foi bo pelo menos foi dentro do contexto. Se a gente fosse um podcast igual todos os outros chatos. É verdade. Sem sem uma piadinha, trocadilha ali. A do biscoito também foi boa. A do biscoito foi boa também. Foi boa também. Falou que ia cortar essa.
Não, essa vai ficar deve ficar agora.
Fodeu. Agora vai ter que ficar. O o ponto o ponto é que é sempre um prazer tá aqui, né? eh, compartilhando com a comunidade. A gente, você falou outro dia, eu nem tinha me dado conta, pô, três anos já de Já tô muito pro quarto já que você falou isso quase um ano. O Então assim, é muito legal compartilhar compartilhar com duas pessoas inteligentes aqui ao nosso lado. Eh, você viu que eu falei duas, né? Só os dois, mas duas pessoas inteligentes e o host. É o host.
Mas, mas temos aqui duas pessoas inteligentes e o host ali no canto. E então assim, é muito legal a gente levar isso também pra comunidade de TI, né, cara? A gente absorve tanta coisa legal e aqui eu acho que é um espaço que a gente tem para para também passar um pouco da nossa experiência, né? Então, obrigado, W, obrigado, Fiameng, obrigado, Dea. Valeu. Isso aí. E lembrando que, cara, isso aqui para mim é um prazer, como o Valdir falou, a gente cada episódio a gente atinge aí de alguma forma ou com cortes ou com os episódios cerca de 30.000 profissionais de tecnologia. Então a gente consegue levar de fato a palavra da tecnologia, né, de de alguma forma que contribua com a ou com o seu processo de trabalho, com a sua profissão, etc. E eu quero deixar aqui para vocês o convite. Se você ainda não é membro do PPT no CPIL. Se você aí, primeiro, se você ainda não segue o PPT no CPILA tanto no Spotify quanto no YouTube, você tem que ir lá e seguir e seguir o nosso canal. E se você pode contribuir ainda mais com PPT no compil, você pode ser membro do PPT no compil.
Sendo membro do PPT no compil, você vai poder contribuir com um pequeno valorzinho aqui que vai pagar essaikinzinha pro Valdir aqui que hoje está abstêm. né? Mas vai pagar a próxima do do Amistel. Não, Amistel. Como é que é o nome da cerveja lá? Amistel. Não, não. Amistênio. A a é. Enfim, você vai contribuir com um pequeno valorzinho aqui pro PPT da Compila, pra gente manter essa produção e conseguir trazer para você esse conteúdo gratuito e aqui em todas as plataformas para que você evolua profissionalmente. Se você não pode contribuir dessa forma, você já contribui demais deixando seu like, deixando seu comentário, mandando esse episódio no Slack da empresa, mandando esse episódio no WhatsApp da família.
Onde mais, Rodrio? Nossa, a gente tá tão piadista hoje que até na praça é nossa, a gente vai fazer. Compartilha aí que você ajudando a gente a crescer a nossa comunidade ajuda a gente trazer cada vez mais conteúdo gratuito e de informação de qualidade e da vida real, né, Valdir?
Porque aqui não adianta vir com PPT bonito, aqui é vida real, aqui a gente fala dos problemas de software, de tecnologia da vida real. Então se você curte a gente, apoia a gente, ajude a comunidade a crescer. Fiameng, obrigado.
Obrigado você, Wel, foi um prazer mais uma vez estar aqui. Faz, fazia tempo que eu não os via. Tempo ver você foi muito bom conhecer a Deia aqui também, tá?
Prazerzão meu para participar e quando precisar tiver mais umas umas ideias aí para trocar, chama a gente. Você é da casa, meu amigo. Deia, já virei seu fã.
Obrigado por você ter vindo. Eu que agradeço o convite que veio rápido, rasteiro e eu fiquei feliz, tava nervosa, um pouco preocupada, confesso.
Você viu que aqui é falei pro Valdir, falei assim: "Cara, vou falar uma parte de besteira". [ __ ] [ __ ] v que bom a parte palavrão. É isso, né? Vai dar ruim esse negócio. Que bom que você veio com esse espírito e deu bom demais. Mas eu gostei bastante, gostei da experiência.
A troca é muito importante, é muito interessante. E se a gente conseguir ajudar um pouquinho o profissional que tá começando ou profissional que quer se capacitar em algum lugar, [ __ ] tô feliz para [ __ ] Assim já, tipo, fechei com chave de ouro. Até o profissional sior, né?
Porque é terapia também, ele ele ele sentir que, poxa, ele vive esse problema também lá na empresa dele e tal, a gente ajuda todo mundo e se ajuda também, né?
tava aqui. É isso aí, meus amigos. Muito obrigado novamente todos vocês que estão aqui com a gente, você que acompanhou a gente, muito obrigado. Até o próximo episódio e valeu. Eu [Música] [Música]
Episódios Relacionados
1h 36minQualidade de Software: Desafios e Soluções Executivas
Nilton Barioto, José Renato Silvestre, Rui Rodrigues
2 de out. de 2024
1h 27minUma Fábrica de Software Completa só com Agentes de IA
Fábio Martinelli
10 de dez. de 2025
1h 29minOps, Devops E Cloud: A Tríade Tecnológica Do Mercado Livre
Juliano Martins, Pedro Chagas, Arthur Soave
17 de mai. de 2023
1h 12minUPDATE SEM WHERE: Programação Orientada a Gambiarra feat @PogCastOficial
Bruno Lins, Fábio Martinelli
1 de fev. de 2023
