Uma Fábrica de Software Completa só com Agentes de IA
Convidados
Fábio Martinelli
Empreendedor
Explore o episódio
Neste episódio do Podcast PPT Não Compila recebemos novamente o visionário Fábio Martinelli, um autodidata que está na vanguarda do uso de inteligência artificial no desenvolvimento de software. Desta vez, ele compartilha como criou uma software house virtual operando diretamente do seu quarto, utilizando agentes de IA como devs, PMs, arquitetos e até com retrospectivas divertidíssimas. Durante a conversa, exploramos o conceito de "Engenharia de Contexto", uma evolução do famigerado vibe coding. Fábio explica como a chave da produtividade exponencial está em especificar muito bem antes de gerar código, e como frameworks e workflows personalizados podem transformar modelos de linguagem em times de desenvolvimento ágeis e eficazes. Além disso, debatemos sobre ferramentas como Claude, Gemini, Cloud Code, Chatwood e CrewAI, os desafios da especificação técnica, o uso de diferentes LLMs para evitar alucinações, e a construção de pipelines que permitem desenvolvimento paralelo com controle de versão. Se você quer entender o futuro do desenvolvimento, este episódio é simplesmente imperdível! 🚀👨💻 #Podcast #PPTNãoCompila #EngenhariaDeContexto #IA #SoftwareHouseVirtual #LLM #AgentesAutônomos #VibeCoding Convidados: Fábio Martinelli : linkedin.com/in/fmartinelli/ Spotify: https://sptfy.in/tudp Youtube: https://youtu.be/7-Yk47CW_a8 Outras plataformas: https://linktr.ee/pptnaocompila Acompanhe nas redes Instagram e Twitter: @pptnaocompila LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/pptnaocompila Produção: Voz e conteúdo | https://www.vozeconteudo.com.br - @estudiosvoz
- Custo da Inteligência Artificial
- Qualidade do Metadado
- Custos Escaláveis de IA
- IA para Consultas Rápidas vs. Desenvolvimento Contínuo
- Introdução do Podcast
- Apresentação de Fabinho e Tema do Episódio
- Chamada para Ação e Apoio ao Podcast
- Música de Transição
- Evolução da IA e Jornada de Fabinho
- Modelos de IA e Redução de Custo
- Uso Correto da Ferramenta IA
- Desafios e Ferramentas Atuais de IA
- IA como Ferramenta Auxiliar e a Importância da Documentação
- Processo de Agência Tradicional vs. IA
- Arquitetura e Planejamento Agile com IA
- Automação de Documentação e Planejamento com IA
- Metadados e Engenharia de Contexto
- Versionamento de Contexto, Não de Código
- Aprendizado Contínuo e Novas Tecnologias com IA
- IA para Test Driven Development (TDD)
- Anúncio Patrocinado: Clever
- Música de Transição
- Benefícios da IA em Testes e Documentação
- Criação de Agentes de IA Especializados
- Equipe de Agentes de IA e Aprendizado Coletivo
- Dinâmica de Equipe com Agentes de IA
- Modelos de IA: Otimização e Controle de Alucinações
- Desenvolvimento Paralelo com Agentes de IA
- Personalidade e Interação com Agentes de IA
- Retrospectivas e Melhoria Contínua com IA
- Anúncio Patrocinado: VMBERS
- IA Personalizada para Atendimento e Otimização de Custos
- Case: Automação de Newsletter com IA
- Sinergia Humano-IA: Comparação de Abordagens
- O Papel do Desenvolvedor na Era da IA
- Impacto Social da IA: Conhecimento e Dependência
- Dicas e Recursos para Engenharia de Contexto
- Consolidação: Engenharia de Contexto Essencial
- IA como Mentor e Facilitador
- Construindo Infraestrutura com IA (DevOps)
- IA na Arquitetura de Software
- IA para Criação Narrativa (RPG/Livros)
- Tendências: Small Language Models (SLMs)
- Futuro do Código e Abstração pela IA
- Originalidade Humana vs. Conteúdo Gerado por IA
- Encerramento e Chamada Final para Engajamento
Você consegue hoje ter respostas melhores, quase pagando a mesma coisa. O custo da inteligência tá ficando muito mais barato.
>> Não é só a qualidade da informação, mas a qualidade da descrição da informação.
O metadado é é tão importante ou mais importante até do que isso?
>> No começo achei que ia ser uma maravilha, né, velho? Pô, gastei dólar.
Ele fez um trabalho aqui que tipo, uau, ficou pronto. Só quando o projeto começou a crescer.
>> Sim. Porque aí você precisa ter mais processamento e mais contexto, >> mais contexto, mais tudo. Teve dia que eu cheguei a gastar $150.
>> Você abrir o chat GPT e falar: "Ah, faço uma função". Ah, não, mas agora tá errado. Troca isso aqui. Isso vai, isso é uma consulta que você faz para resolver alguma coisa. Não vai ter um desenvolvimento >> contínuo, profissional profissional, >> eh, tratando dessa forma.
>> Muito bem. Muito bem, meus amigos do PPT não compil. Estamos aqui para mais um episódio e hoje a gente vai falar sobre o assunto inédito nesse podcast que é Ya.
>> Sim, tem várias coisas inéditas para falar hoje, >> é, mas são coisas novas sobre o mesmo tema, né?
>> Hoje você vai saber como que esse cara criou uma software house, >> é isso aí, >> virtual dentro do quarto dele. É isso, Fabinho?
Não, eu tenho gente espalhada no mundo.
>> No mundo todo.
>> É, no mundo todo. Eu converso, faço daily com a galera. A gente faz os meetings ali.
>> O Bob, >> tem o Bob, tem a Cell, tem a Mell, >> a Lady Gaga.
>> A Lady Gaga é nova, foi promovida, >> foi promovida, >> foi promovida.
Hoje você vai entender aqui junto com o Fabinho. Obrigado por ter vindo, Fabinho. Como que esse cara está trabalhando com, odeio esse termo, vibe coding.
>> Muda, >> muda. Engenharia de >> engenharia de contexto.
>> Engenharia de contexto >> fica melhor. Spect driven design.
>> Spect driven design. Parece sério, >> mas é o engenheiro de contexto resume.
>> Resume bem.
>> Resume. Aí aí é você pegar o Vibe Code e profissionalizar. Isso, exatamente. Você vai entender como que esse cara criou um pipeline de desenvolvimento como uma software house.
>> Exatamente.
>> Utilizando agentes de A para criar o produto da startup dele. Então, estamos falando um bagulho sério.
>> É isso aí.
>> Sirius Business, >> vamos pôr de 20 a 100 vezes mais rápido.
>> Tá curioso para saber? Então acompanha com a gente que tá muito bom. Mas antes, calma. Se você gosta do nosso conteúdo, acha que o nosso conteúdo gratuito pode trazer perspectivas pra sua carreira, entretenimento, pra sua vida, você pode apoiar o PPT no CPIL. Se você apoiar o PPT no CILA sendo membro do nosso canal, você vai contribuir com um pequeno valor por mês aqui pro PPT no Compila para pagar a minha cerveja e a água do Fabinho >> de meu lanche.
>> E o lanche >> que a gente sempre come depois daqui.
>> Isso. E aí você ajuda a nossa nossa comunidade a crescer, a nossa a nossa produção ficar cada vez mais robusta. Se você não pode contribuir financeiramente, você já contribui com seu like, com seu comentário, distribuindo o episódio no Telegram, no Teams.
>> Eu acho que o mais importante, cara, acho pelo conteúdo que a gente tá preparando para conversar hoje aqui, não vai ser um episódio comum não. Isso aqui vai ser uma aula.
>> Isso aí >> vai ser uma aula de como você converter o seu vibe coding numa ferramenta profissional que vai levar em 100 vezes a sua produtividade.
>> É isso aí. Vamos usar a inteligência artificial a nosso favor. Por favor.
>> É isso aí.
>> Então vamos lá que o episódio tá muito bom. Deixa o seu like, deixe seu comentário, compartilha o episódio e bora.
>> Bora.
[Música] >> Final de ano, né, Fabinho, reta final aí para para 2026, né? Eu sempre erro o número, cara.
>> Caramba, >> né? E a gente falou muito sobre a esse ano todo, né? Falamos bastante sobre eh desde o uso como operação na tecnologia até a aplicabilidade da da IA como um todo, né? E falamos bastante sobre o a IA na operação de de código, na produção de código, né?
>> Sim.
E quem acompanha o Peptino Compila já te conhece já há um tempo, né? E você é um cara, acho que você é o cara mais autodidata que eu conheço. Já te falei isso.
>> Acho que eu também.
>> Um cara muito inteligentíssimo, autodidata.
>> Quem não conhece o Fabrios é curiosidade que que motiva >> isso aí. Quem caiu aqui de para-quedas e ainda não conhece o Fabinho. Fabinho era um empreendedor já com múltiplas múltiplos empreendimentos já ao redor da vida.
Quarto de século de internet.
>> Isso aí, desde dos tempos aos de internet. E é um cara que tá explorando muito agora a inteligência artificial para produção de código >> total, >> né? E aí eu pedi para ele vir aqui, né?
Porque eu sei que ele tá muito avançado eh em utilizar a inteligência artificial para produzir o seu próprio negócio, né?
E eu acho que a gente merecia fazer esse fechamento, porque a gente já falou algumas vezes de de A paraa geração de código, vibe coding, etc, durante o ano todo. Mas, cara, >> termo, né, logo quando começou fal, olha que negócio legal.
>> Antes de começar >> e parece que quanto mais a gente fala, mais fica defasado, porque a coisa vai avançando muito rápido, né, cara? Então falei: "Pô, acho que nesse final de ano vale a pena a gente fazer um um marcar o tempo aqui, documentar em que ponto nós estamos agora na produção de código com inteligência artificial. E aí eu queria que você desse, tô muito curioso aqui para para te fazer as perguntas, mas queria que você contasse um pouco da sua jornada. Você já fez isso algumas vezes durante o ano, mas quero que você conte agora, cara. Eu sei que agora você tá mega avançado >> nesse nesse tipo de produção, >> cara. E agora sim, obrigado pelo convite de novo de estar aqui com essa com essa audiência incrível. E assunto de a é o que tá virando, né? Agora nesse final do ano teve lançamento do Gemini 3.0, que se diz o melhor modelo, não sei que lá.
Logo na sequência, lá vem o GPT 5 GTEX Max 5.1, não sei o quê.
>> Aí lá vem a Antropic lançando o o Opus 4.5. Então tá uma briga assim absurda de quem quer ser o melhor modelo, de quem quer ser o melhor.
>> E o uma das coisas que eu reparei, tá caindo custo por inteligência, >> não o custo total, saca assim, mas >> você consegue hoje ter respostas melhores, quase pagando a mesma coisa. o custo da inteligência tá ficando muito mais barato.
>> Uhum.
>> Para para esse para todo esse trabalho.
E assim, é uma ferramenta incrível, mas tem que saber usar, né? Não adianta nada.
>> Você já você já testou o antigravity? Eu instalei, eu vi que é praticamente um fork do VS Code ali com um negócio embutido, mas eu não me aprofundei. Saiu essa semana, eu só instalei, mas eu não cheguei a usar porque é tanta novidade que a gente não dá conta de >> É, é muita coisa, cara >> de acompanhar. Que nem você falou, a gente parece que tá defasado, não é que parece que tá defasado, é muita informação, é muita atualização ao mesmo tempo e realmente é impossível. Ainda bem que a gente tem o PPT para poder compartilhar um pouco do que a gente vem buscando e eu assisto vídeo o dia inteiro, né?
>> Uhum. Então é o antigravit saiu junto com o Gemini 3.
>> Isso. E o Nano Pro.
>> Cara, mas eu vejo assim, o desenvolvedor fez o trabalho para facilitar a vida dele. Ponto. Pô, tem um negócio aqui muito legal. O que que eu vou fazer com isso? Eu vou facilitar minha vida. X, acabou. Não precisa mais ter esse problema. Então, nesse aspecto todo, eu vejo que a Antropic tá liderando praticamente assim, abrindo tendências desde do cloud code, que é o terminal que você consegue abrir para dar a a criação de código realmente que depois a Gemini copiou com o Gemini Cli.
>> É, antes disso ainda é Gemini Cli e o o GPT copiou também com Codex.
>> O Codex, esse eu nunca usei, usei o Cli do Gemini.
Cada um tem uma função. E fiquei fiquei bem satisfeito com com Gemini Cli, com as coisas que eu utilizei.
>> Olha, >> olha quem era totalmente cético. Psic código eu não confio.
>> Eu não. Não, mas eu continuo não confiando. Mas >> nem eu confio.
>> Você precisa ter uma supervisão, né?
>> E e como >> como a auxiliar ali, cara, não dá mais para para não usar. Não tem como. Não tem como. A produtividade é muito maior, cara. Então é aquilo que você falou, ah, até eu fazer um texto, eu mesmo codo, ok, podia ser há um tempo atrás, mas hoje não. E eu te falo, eu tô demorando muito mais para documentar o que eu quero do que para realmente ter a produção do do código.
>> Sim.
>> Tá um nível absurdo, absurdo.
>> É porque agora você tem um trabalho de especificar o que você precisa para especificar muito bem para ter uma boa geração de código, certo? Então, praticamente assim, como funciona uma agência de desenvolvimento Agile? Como que funciona uma agência em si? Você não chega pro cara lá, você contratou uma agência, acabei de contratar uma agência que tem os caras mais inteligentes, mais top, que conhece tudo quanto é tipo de linguagem, que você nem ouviu falar.
Você vai chegar pro cara, ó, eu quero, faz um site aí para mim do PPT não compila. O que que vai surgir?
Vai surgir o que tiver na cabeça do cara, porque tudo pode ser um site.
>> Porque tudo pode ser um site. Você especificou?
>> Não.
>> Mas o site que você já tinha, já você já tem outras informações, você já tem uma plataforma, você já tem uma base, eles sabem o que que é?
>> Não.
>> Não. Então ele vai fazer, tipo, ele vai te entregar alguma coisa. Isso eu considero ser o vibe coding, tipo, é o que a galera faz brincando. Ah, me faz um aviãozinho aí, faz um cubo mágico rodando, tal. Tipo, você consegue brincar e falar: "Pô, legal, funciona, mas esa vamos usar isso aqui profissionalmente. O que que eu preciso para criar um site do jeito que eu quero?" Quando você contrata uma agência dessa, primeiro você vai ter uma reunião com geralmente o analista de negócios.
>> Uhum.
>> Ele vai perguntar para você o que que você quer, tal, tal, tal, tal, tal, tal, tal, tal, tal. Opa. Fez o quê? Fez um briefing daquela reunião.
Com o briefing, o que que ele faz?
chama um product manager ou um project manager, fala: "Olha, o cliente quer isso aqui, vamos criar especificação disso daqui que o cliente quer?" >> Beleza. Essa especificação é o quê? É o PRD, não é?
>> Uhum.
>> Tá, estudei, cara. Falei para você que eu já tô um nível sior aqui nessa minha jornada desenvolvedor que você acompanhou.
>> Aí que tá entrra uma parte de ser muito curioso. Eu pego alguma coisa, eu vou estudar para entender o que que é aquilo.
>> E aí fala: "Legal". Então eu contratei, fiz uma reunião com briefing, fiz um uma agência tradicional, certo? Fiz uma reunião depois com Product Manager que vai desenvolver o PRD. Legal. Agora a gente tem um documento mestre, um documento base >> que é especificação do produto.
>> Que especificação do produto, é os AC que eles falam ali, o FR, o NFR, que é as funcionalidades, as como que chama aquele outro lá? Não, requisitos funcionais e não funcionais e não funcionais, essa coisa toda, especificação. Então você tem >> uma documentação organizada de um projeto que você precisa. Legal. Peguei essa documentação. O que que acontece? A galera do Product Manager vai chamar o SC Master, né? Uhum.
>> Que é o cara que vai pegar esses requisitos e falar: "Ó, galera, >> criar tarefas de desenvolvimento.
>> Eu vou criar as tarefas de desenvolvimento. Isso aqui vai passar pro pro time, pra galera". Aí entra uma pessoa muito importante que é o arquiteto, que vai chegar assim: "Olha, qual que é a melhor estrutura? Qual que é a melhor arquitetura dentro do que a gente já tem com o que o cliente quer desenvolver?" Aí entrou um projeto, um negócio legal que tem aí, eu tô aprendendo isso aí também, né? Que é o Brownfield que eles chamam, e o Greenfield. Existe esse termo mesmo?
Você conhece? Não, >> não conheço.
>> Não, não nesses termos.
>> Não nesses termos. Pelo que eu estudei ali, eles seguem esse termo. Tipo Greenfield, pasto verde, campo limpo, é só criar. Brownfield, tá tudo arrebentado. Um campo marrom, você tem que >> pegar e pegar um código já em desenvolvimento e tudo mais. Então você escolhe o caminho dentro do caminho chama o arquiteto. Aí o arquiteto pega aquilo, fala: "Olha, a steack é essa, o sistema é esse, isso aqui que a gente já tem." Legal. Aí o Scroll Master vai falar: "Pô, o cliente quer isso aqui, a tecnologia que eu tenho é isso aqui. Eu vou criar os requisitos.
que ele vai transformar esse PRD em Epics, né? Empicos, que são os marcos de de desenvolvimento.
>> Desenvolvimento. Dentro dos épicos, ele cria várias histórias e >> as sprints e as histórias dentro dos sprints.
>> As sprints e as histórias dentro dos sprints. Legal. Então, já tenho esse mapa todo. Depois que eu tenho esse mapa todo, aí vamos trabalhar por semanas e semanas e semanas e semanas. Ó, primeiro sprint, duas semanas geralmente, né? Faz aquela reunião daily e pá pá pá. Isso tudo, gente, numa agência tradicional, beleza? Então você tem toda essa funcionalidade, tem o projeto mapeado e documentado, vamos começar. Geralmente ele dá uma estimativa, tipo, ó, para esse sprint aqui vai demorar tipo dois meses, duas semanas, 15 dias. Você tem todo mapeado. Beleza? A cada 15 dias você faz a revisão, geralmente faz uma reunião com o time, retrospectiva. Tem isso também >> tem >> que que deu certo, que que não deu, que que ficou, tal, tal, tal. et mapei os débitos técnicos.
>> Exatamente. Mapei os débitos técnicos.
Acabou. Faz o teste. Teste com usuário.
Teste E2E, né? Playwrite que eles usam, que é o teste automatizado para isso.
>> Beleza. Esse é o planejamento de uma agência normal. Eu tenho isso instalado na minha agência que eu tenho praticamente contratada. Então é uma coisa assim, deu para entender o nível de complexidade que a própria inteligência artificial faz para documentar. Eu não sabia, cara. Quando eu comecei a fazer, eu comecei brincando. Pô, faz isso, faz aquilo, não, não, não, não tô tendo resultado.
Pera aí, deixa eu escrever o que eu quero. Ah, não preciso mais fazer um prompt. Tem um documento que é um prompt. Quando eu aprendi a criar realmente um processo e atender isso, não como uma ferramenta, mas eu estou lidando com uma agência, eu estou tratando isso de forma profissional, como que o profissional precisa fazer?
documentar projeto, >> documentar requisitos, documentar stack que a gente tem. Beleza? Geralmente eu demoro um dia, ó, clássico para te para fazer isso que que eu te mostrei agora.
O, o segundo passo que eu comecei a fazer ontem, eu acho que eu comecei a fazer ontem à tarde, eu demorei umas 8 horas para desenvolver esse documento. Ele tinha previsto um planejamento, acho que era para 30 dias, alguma coisa assim. Deu, não, deu, deu pequeno, acho que deu 16 histórias ali. Sabe quanto tempo ele fez? 1 hora e meia.
>> Caraca. É, não, aí não não dá para não dá para comparar, né? Porque é um é outro é outro tipo de >> Então, mas não é só que ele fez em 1 hora e meia, ele fez certo.
Ele fez certo, entendeu? Então eu demoro muito mais tempo para fazer o trabalho de de documentação, de especificação, de >> Mas faz muito sentido isso, Fabinho, pelo seguinte, eh, como é que eu posso explicar isso de uma forma não tão técnica, né, um pouco mais conceitual?
>> Uhum. Quando você trabalha com IA, a gente fala muito da importância do dado para IA.
>> Sim, >> né? Então, a a inteligência artificial, ela depende de dados bons para funcionar.
>> Só quando a gente fala de dados bons, a gente pensa muito no conteúdo de um banco de dados ou nas informações bem organizadas, etc.
Mas um dado bom, na verdade, é um dado que contém metadado.
>> Sim.
>> E o que que é o metadado? é um dado sobre o dado, né? Então, quando a gente fala, por exemplo, que eh eu preciso ter um banco de dados bem organizado, preciso ter informação eh bem estruturada e é é até legal ter oportunidade de explicar isso para que a meia funcione bem, >> vai ser uma aula o episódio de hoje pra galera que tá participando.
>> Sem dúvida. Então, não é que eu tenho que ter só um banco ali dentro das três formas normais, bem tipificado, com todas as chaves, etc. Eu preciso ter a descrição dos campos.
>> Sim.
>> Eu preciso ter a validação de de qual é a importância daquelas chaves dentro daquela estrutura. Eu preciso ter a informação sobre o dado, porque é essa informação que vai munir a inteligência artificial de como utilizar o dado de forma correta.
>> Não só a inteligência artificial, mas até uma pessoa, até o desenvolvedor. Se ele for pegar aquele trabalho e fala: "Pô, eu preciso fazer isso aqui, mas qual que é a tecnologia? Da onde vem esse dado? Qual que é o end point? que onde conecta >> isso. Então, quando a gente fala que a a Iala depende de de boa qualidade dos dados, >> não é só a qualidade da informação, mas a qualidade da descrição da informação.
O metadado é é tão importante ou mais importante até do que isso, né? Então, para ilustrar esse exemplo, se eu pego uma base de dados e plugo ela diretamente no hag, vou vou montar um hag e que eu levo uma estrutura de dados lá para dentro, se eu não tiver a informação do que são aqueles dados e tiver só o dado bruto, >> ele vai depender da inferência da IA. Se eu descrever isso de forma mais adequada, a IA vai conseguir entender o uso que ela vai fazer daquela informação e vai ficar muito mais performático.
Levando a esse esse ao paralelo que você fez, o que você tá fazendo é o metadado do código.
>> Exato.
Isso, cara. Metadado do código. A galera fala assim: "Ah, vibe code meio que padronizou e virou um negócio tipo, ah, você não tá com nada." Mas só que a galera >> nome não, o nome é infeliz demais.
>> Demais, cara. Mas por isso que por isso que pegou hype, >> porque dá impressão que o cara vai acertar: "Ah, agora faz o botão. Ah, bonitinho, agora bota pra direita". Diz que o cara vai, o cara vai fazendo despretenciosamente, entendeu?
>> Você faz, funciona, mas fica pronto, mas não fica bom.
>> Uhum.
>> Você não vai est com nível de produção.
>> Por isso que hoje o termo que tá rolando, isso aqui é importante deixar até para para anotar, eles falam que é engenharia de contexto.
>> Engenharia de contexto faz muito mais sentido.
>> Você ouviu falar nisso já?
>> Sim. Spec.
>> Uhum.
>> Spect Engineer ou engenharia de contexto, que é o quê? Exatamente isso que você falou, documentar, >> preparar as informações, preparar qual que é o contexto, qual que é a base atual, qual que é o objetivo daquele código, o que que você precisa de saída, enfim. Aí se você chegar pro desenvolvedor da agência que você contratou, olha, eu quero um site, mas ele tem que estar com a linguagem tal, ele tem que estar com frontend tal, o banco de dados é esse, a história do usuário ele precisa ser assim, assim, assim, o login precisa ser esse, esse, esse. Aí o desenvolvedor vai fazer exatamente como você solicitou.
>> Uhum.
>> E no momento da IA, eu acredito que a documentação e a especificação é muito mais importante do que o código.
>> Sim.
>> Mas extremamente mais importante que o código, cara.
Porque você tendo uma especificação correta, o código se corrige sozinho, o código sai certo, o código sai integrado com o que você precisa, sem precisar, tipo, putz, ficou uma uma merda.
>> No último episódio que a gente falou disso, eu falei que eu via o futuro desse desenvolvimento como você versionando o contexto >> e não o código.
>> Eu eu vi isso daí e eu falei já e até comentei, falei: "Já tá acontecendo isso, >> já tá acontecendo isso". que eu falo que nesse momento todo que eu tô usando a a IA para desenvolver, eu tô aprendendo com ela. Eu não tô simplesmente, eu já sei, faça isso. Não, pô, eu preciso fazer tal coisa. Qual que é o melhor caminho? Ah, você tem isso, isso, isso.
Por exemplo, agora o que que eu tô aprendendo? Next.
Tipo, eu fui pesquisar o que que era bacana. Eu sei que o React é muito bom para você fazer páginas performáticas, reativas, mas é péssimo para SEO, por exemplo, as páginas ficam um aplicativo só, carrega de uma vez, mas você não consegue indexar. E eu falei, não, difícil de indexar, >> eu preciso ter uma forma, como que eu posso fazer isso? Ah, com next, beleza?
Então, eu começo a pesquisar para entender o que que é o React, o que que é o next. Eu sei desenvolver em em React, Next, praticamente não, mas eu sei como funciona, saca? É tipo os 8020 ali. Ah, eu sei para que que serve isso aqui. Que nem agora Redux e Zustand.
Tipo, olha, não tinha nem ideia.
Frontend hoje virou uma aplicação.
>> Sim.
>> Não é mais aquela coisa que a gente >> é um HTML que carrega um JS >> HTML, CSS, JQ. Não. O frontend é uma aplicação >> que você tem que compilar, você tem que fazer 1000 coisas, tal. Aí você, então quando eu pego um termo novo, eu vou pesquisar para saber o que que é isso.
Eu entendo, falar: "Hum, isso aqui é bom". Então aí eu coloco isso dentro do contexto, já passo para olha, a gente tá usando aqui o formato do nosso front endal, o back end é sistema tal feito em Python, sistema de frontend, usa o next aqui. Aí você vai usar essa base com esse banco, entendeu? Então a especificação fica muito mais palatável, muito mais sólida.
E como você tá fornecendo, você fala assim, ó, eu quero usar padrões de projeto, tem que ter solid, tem que ter, tem que ter um monte de coisa assim, tipo, não vai duplicar código, não vai seguir outras coisas. Frontend, pô, Bootstrap, a gente tá acostumado a trabalhar com com o que a gente já conhece, é cômodo, né?
>> É, é. Aí, pô, >> pô, se fosse assim, Fabi, a gente tava usando Bootstrap JQU até hoje.
>> Então, então aí você viu a interface que tem agora. Eu comecei a usar ferramentas como chatwood, pô, você coloca esse negócio, é, é bacana, justa, funciona, porque não usa Bootstrap, usa te wind.
>> Sim.
>> Então, F >> que é o padrão do lovable, >> que é o padrão do lovable. Aí você começa a ver, pô, é muito mais bonito, é muito mais fácil, vamos aprender mais uma tecnologia, só que aí que tá legal, eu não preciso aprender, eu preciso saber como funciona, entendeu? Porque a própria IA vai usar do jeito correto e falar: "Ó, >> a agora a base a gente precisa ter criar num padrão certo, evitar duplicação, fazer testes. Uma coisa que eu aprendi também, test driven development." >> Cara, eu acho que isso era a primeira coisa que o devia, se ainda está resistente com IA, deveria pelo menos dar o primeiro passo e começar a a abrir a mente.
>> Clubra, convertemos, hein? cria os seus casos de teste pro Zanar.
>> Sim, >> quero falar com você agora que ainda não conhece a Clever. Clever é uma empresa que já tem mais de 3 milhões de usuários em 30 países com 30 idiomas diferentes, que tem trazido soluções em blockchain, criptomoedas e ativos digitais. O objetivo da Clever é te dar liberdade financeira para operar nesse mercado de cripto. Então, se você acredita nisso, se você acredita nessa liberdade, você já pensa como a Clever, vai conhecer os caras, é clever. Estão contratando também pessoal para trabalhar com cripto, com blockchain. Então, se você tem interesse, se você tem conhecimento nessa área, procura a Clever. Se você gosta de criptomoedas, se você opera no mercado, você precisa conhecer a Clever, precisa conhecer as soluções da Clever.
Então o endereço tá aqui embaixo no vídeo. Para quem não tá no YouTube é clever. Vai lá, vai conhecer que realmente é um mercado sensacional.
[Música] >> Porque o maior problema é que escrever teste é chato.
>> Documentar também.
>> Documentar também. Mas deve já não documentava, né? Mas o próprio código lá com as string ali dentro do >> Isso já facilita uma certa documentação quando você escreve o código. Que agora você não tá escrevendo código, você tá fazendo engenharia reversa, tá documentando para gerar o código, né?
>> Mas o >> o o dev, ele não escrevia caso de teste que é chato.
>> Sim.
>> Não tem desafio intelectual, é você dizer o caso base e a saída. Usa e aá para isso. Vai ver que a sua produtividade vai melhorar muito já.
Depois vai experimentando.
>> Então, e aí que eu aprendi esse negócio do TDD.
>> Então, aí para para complementar aqui a a sua para porque deve est na cabeça de quem tá ouvindo a gente, você faz essa especificação como se tivesse fazendo uma especificação de um software normal.
Sim. Exato.
>> Aí o cara que tá ouvindo a gente agora fala: "Porra, mas como é que eu vou fazer toda essa especificação num prompt?" >> Não é num prompt, existem frameworks para isso, certo? Como é que você tá fazendo isso? Sim, existe frameworks para isso. Aí você entrou num ponto mais legal, porque quando eu comecei, tipo, eu não tinha nem noção do que que era isso. Eu aprendi um pouco de Python ali, aprendi a base da ciência da computação, comecei a desenvolver, falei: "Pô, legal, já sou programador, já consigo colocar alguma coisa". Era um código intercarrônico, mas nunca trabalhei numa agência. como já tinha visto feito, contratado gente para desenvolver alguma coisa, contratado o indiano, contratado a galera, feito reuniões de briefing, mas não sabia como funcionava. Ah, entendi. Então tá. Então vamos tratar isso como uma agência mesmo. Então beleza. Então como funciona? A gente documenta isso como se fosse documentar para uma agência. Dentro disso, cada persona, vamos imaginar assim, dentro do do cloud code, que é o que eu tô usando hoje, que na minha opinião foi o melhor, que eu já testei, eu testei praticamente tudo, a gente cria agentes com funções específicas.
>> Uhum.
>> Então eu já dou um meio que um prompt padronizado para ele com workflow e checklist. Fala: "Ó, esse aqui é especialista em fazer o business, é o business análise. Ele cria, >> é é mais ou menos parecido com a estrutura que tem no Crew AI, né?
>> Sim, sim. Sim, >> você cria um agente especializando naquilo. Então o o GPT, o o cloud code, ele é o cérebro, só que ele tem que você tem que definir uma persona, qual que é o conhecimento dele, qual que é a o background, ele sabe fazer aquilo.
Então, ó, agora que você tem esse conhecimento, você tem essas ferramentas que são o quê? Os workflows que você precisa ter. Workflow, por exemplo, do Score Master, ele vai pegar o PRD que o PM fez dentro do PRD. O que que tem que ter no PRD? Tem que ter a história como não sei o qu eu quero isso, jornada do usuário, tal, tal, tal, qualidade de acentação.
Ele pega aquilo lá, aí ele pega o documento que o analista, que o arquiteto fez. O arquiteto olhou o código, documentou tudo que você tem.
Aí chega os cromaster, ele pega o PRD, lê, pega aquilo, lê, converte isso num documento padronizado de engenharia de desenvolvimento de software agile para criar oscics e as stories. Então ele tem os frameworks com checklist do que ele tem que fazer. Tem vários, vários, vários. Tudo pronto já. Demorou para, para conseguir deixar esse tipo, cara, mais legal. Você vai você vai entender quando chegar lá. Então, a gente cria o agente customizado com as skills, com as ferramentas que ele tem e com os workflows que ele tem para desenvolver.
Então, não sou eu mais que tenho que escrever o documento, entendeu? Eu tenho uma equipe que cria o documento para mim.
>> Uhum.
Então eu falo o que eu quero. Opa. Agora a equipe mesmo estuda, tiro as dúvidas com ele ali, aprendo, eles me pesquisam para saber qual que é o melhor e vai documentando.
Então, cara, isso aí foi um uma virada de chave assim absurda, absurda.
>> Porque você usa o IA também para ajudar a especificar, né?
>> É, ela faz, ela documenta, ela revisa. E o mais legal, porque dentro da agência eu tenho várias várias personas ali, os agentes t nome, eles têm tipo meta e eu vou tratando, parece que é um um RPG, tipo, galera, vamos fazer o appic tal, estamos aqui no time, não sei o que, tal, tal, tal, o arquiteto tá aqui, o devedor tá aqui, tal, vamos tocar esse projeto aí todo mundo vai, aí eu tô com o PRD, o que que eu faço? Tenho um formato que eu chamo de pary mode, uma reunião, traz todo mundo pra sala e aí galera, que que você acha desse especificação aqui?
É muito louco.
>> [ __ ] B tá quase vir esquizofrenia.
>> É, é divertido.
É divertido. Não é só esquizofrenia para você tá assim, fala: "Cara, Fabinho tá viajando." Imagina que eu tô contratei uma agência, eu tô falando com o cara, eu imagino assim, são várias pessoas, tá cada um num canto do mundo, eu tô conversando com uma pessoa, tipo, vamos documentar para não para não dar erro.
Então, trouxe todo mundo pra mesa. Aí o arquiteto vai falar: "Olha, dentro desse projeto aqui, ele levanta as dúvidas de de arquitetura. A gente tem o e o ex ali que chama Cell >> cara. Tem nome?
>> Tem nome? Tem nome, pô. Tem nome.
>> Você liga pro Fabinho quarta-feira atrás dele. Só um minutinho que eu tô em reunião com o arquiteto e o PM.
>> É isso aí.
>> É isso aí. Por quê? Porque tem vários débitos técnicos aqui e aí eles mesmo, tipo, dão uma sugestão e te abre ponto que você não tinha analisado sobre o documento. E naquela perspectiva assim, eles têm um checklist também deles, ó, essa função tal. dentro do seu trabalho, o que que isso aqui pode impactar? Aí eles mesmos corrigem e você consegue criar um documento que seja assim, tipo filé.
>> Aí depois você vai pegar esse documento, aí você vai colocar em com em outra IA para gerar o código.
>> Na verdade é a mesma IA, é o outro workflow.
>> Sim, mas você poderia usar um outro modelo, por exemplo.
>> Poderia, você pode usar o modelo que você quiser. Tanto que quando eu vou usar para criar um documento desse, eu costumo colocar os agentes mais inteligentes e mais caros, né? que é o Opus ou Sonet da Antropic, que eles consomem mais o recurso. Para desenvolver, eu coloco o Riku, >> hum, >> que ele é rápido. A gente segue a especificação, tipo, é só é só fazer, cara. São é os pedreiros digitais ali que o baiano fala, é só fazer, ele vai pegar isso aqui aqui e só criar o código dentro da especificação. Sim, >> isso evita muito as alucinações, certo?
>> Sim. É, eu eu vi uma vez, tava vendo um vídeo de para entender melhor esse processo, né? E realmente tinha um toda uma camada de especificação e depois na de geração de código. E aí nesse vídeo o o autor do vídeo ele comentava que usar modelos diferentes ajuda a você não ter redundância do próprio modelo que gerou a especificação e o código. Isso reduz o risco de você ter algum tipo de alucinação, porque você tá trabalhando com outro modelo que foi treinado com outros dados para fazer o resultado de uma outra. É mais ou menos aquele padrão do judg, >> tá?
>> Que você coloca uma E a para supervisar outra e ele fica mais eh assertivo se você usar modelos diferentes, porque ele não tem viés, tá trabalhando com viéses diferentes.
>> Sim, faz até faz sentido, porque uma das coisas que a gente tem que tomar cuidado não é ele não fazer, ele fazer demais. E a é doida para ser proativo, para tomar decisões por ela mesma. O o Cláudio é um que, nossa, a evolução que teve do 3.5 por 4.5 de agora é absurda, velho. É absurda, absurda. Antes a gente passava raiva porque ela fazia um monte de coisa, tipo, ah, legal, pô, criei o botãozinho que você pediu, ó, mas eu também apaguei o banco de dados aqui porque tava ocupando muitos. Era assim, >> nada pior que um burro motivado.
>> É, então, tipo, é um cara com pouca experiência e muita motivação, muita proatividade. Você precisa Pera aí, >> calma. Caura segura. Então, >> depois que a gente cria a documentação correta, o arquiteto fez um trabalho, eu tenho uma função, um workflow que eu falo story context, que ele vai pegar aquela história que tem, ele vai analisar tudo que já existe, ele pega todos, todas as ferramentas que precisa, toda a documentação que precisa, tanto do código quanto externa. Então, tipo assim, olha, o seu código tá aqui, eu quero instalar uma biblioteca nova. Onde tá essa biblioteca nova? Ele vai no GitHub, ele vai no trabalho, ele documenta.
>> Sim, >> pro agente. Aí o Scroll Master pega esses dois, cria o arquivo da história e cria a especificação daquilo.
Aí, pronto.
Tô com o projeto pronto, vamos começar uma sprint. Foi a primeira parte de planejamento, a parte de engenharia, né?
Tipo, criei o PRD, beleza? Parte de engenharia, arquitetura, documentação, histórias. Legal. E agora vamos pôr a mão na massa.
>> Mas esa aí, antes de avançar, >> pera.
>> Eh, essa parte da especificação, você usa um um framework que é do próprio Cloud?
>> Não é do Cloud.
>> É qual framework que você tá usando?
>> Eu uso, cara, eu uso muita coisa.
>> Lá tá escondendo o jogo.
>> Vou esconder o jogo. Não vou contar, não. Vou contar não. Desde aqui tem muita coisa que a gente customizou, mas eu participo de uns grupos, eu participo de uma galera junto com com o Discord.
Eu fui aprender com galera que desenvolve projeto há muito tempo, né?
Então, a gente vai criando esse esse processo para poder ter esses workflows pronto. Então eu crio agente com instruções específicas para cada um, entendeu? Aí quando a gente tá com isso tudo feito, aí agora, poxa, chegou hora de trazer um novo, iniciar o processo de desenvolvimento. É tudo feito. Pode ser, você pode usar em qualquer uma das das coisas, cara. Pode usar no Cloud, pode usar no Gy.
>> Não, sim. É, é, é mais ou menos que eu tô fazendo paralelo lá com Crei >> Uhum. que você define os roles, o background de cada gente, etc.
>> Só que quando você usa lá o CRII e você vai trabalhar no Python com qualquer outra, qualquer API que você tenha, você já tem uma estrutura montada ali, onde você define oss com >> com os dados e tal. Existe um framework como esse para esse tipo de desenvolvimento?
>> Sim, tem vários. Se você pesquisar pela internet, você vai achar várias eh especificações e modelos e e formatos nos que eu fui montando, porque eu não peguei um só, entendeu?
>> Uhum.
>> Hoje você consegue instalar além dos MCPs, que é tipo assim, você instala um conector para ele usar alguma ferramenta, você consegue instalar os workflows próprias, as skills próprias dentro do cloud.
>> Tipo assim, eu toda vez que eu faço alguma coisa, eu quero deixar um commit.
Então, em vez de eu ter que fazer alguma coisa, falar, ó, eu vou escrever barrapr aqui, ele já vai conectar usando CP para fazer isso no >> para fazer esse esse trabalho dentro do do GitHub. Então, foram várias coisas que eu peguei para juntar para conseguir criar a minha agência ali dentro, entendeu? Para conseguir criar essa agência de um formato que, pô, hoje eu tenho uma agência que eu posso trabalhar com várias personas ali dentro. E aí agora, tipo, eu criei toda a documentação dentro dos frameworks com várias workflows de de tarefas ali dentro. Qual que é a próxima fase? Vamos criar os sprints.
Dentro da reunião de sprint, geralmente eu faço esse par mode, trago toda a galera, separo o trabalho. Uma coisa que eu fiz hoje, velho. Eu fiz isso em 1 hora e meia, 2 horas, por quê? Eu não fui seguindo sequencial. Dentro disso, eu tinha 15 histórias para fazer. 15.
Eh, a história pra galera que não conhece assim, eu tenho um documento, geralmente duas ou três páginas, com 15 tarefas, 16 tarefas, 20 tarefas que precisam ser desenvolvida. Por exemplo, eu preciso criar um botão. Para criar o botão, eu preciso pegar todas essa especificação. Então, tá, >> que faz aquele botão, >> que faz aquele botão. Então, o desenvolvedor quando geralmente ele pega para trabalhar aquilo, ele pega só especificação, ó, preciso fazer um botão. Ele vai demorar dois, três dias para fazer o botão. Aí dentro disso, junto com o Scroll Master, todo o trabalho que é feito, eu tenho que revisar, velho. Porque eu vejo assim, falo, não, revisa, ó, isso aqui não é assim. É, o trabalho que eu fazia contratando agência, hoje eu faço documentando. Então, tipo, não, isso aqui tá diferente, isso aqui não tá legal. Então, beleza. Assim que fez tudo isso, aí eu chego com Scrmaster, fala: "Vamos planejar esse sprint". Na hora de planejar o sprint, é uma coisa que eu tô fazendo, o que que a gente consegue desenvolver em paralelo?
>> Hum, >> porque a documentação tá ali.
>> Sim.
>> Eu tenho tipo 40 pontos que eu preciso fazer. Alguns bloqueiam outros, outros não.
>> Tipo, para eu fazer um um botão que vai mandar um banner, não tem nada a ver com fazer uma outra página que vai ser de cadastro.
>> Então eu consigo mapear e saber o que que eu consigo trabalhar em paralelo.
>> Mas aí quando você põe para gerar esse código, como que você faz? Você gera o código para um épico e valida. Você gera para tudo, gera uma sprintida e depois trabalha com o brown field, já com o código anterior para incrementar com a nova sprint. Como que como que roda isso?
>> Então, praticamente é tudo isso daqui.
Eu tenho um arquivo que é o sprint status. Eu tenho o status de como tá aquela tarefa.
>> Uhum.
>> Quais são as especificações. Aí eu mapeio quais tarefas podem ser desenvolvidas em paralelo. E eu falo assim, ó, eu tenho um time aqui, qual que é o tamanho do time ideal? Tenho três, quatro, cinco pessoas, seis pessoas e eu coordeno esse time com o Bob é o Scor Master, >> cara. Mas é aí então, tipo, geralmente eu fico com o Bob coordenando o time, >> leio o documento, tá certo, tá aprovado, OK, gera contexto, tá pronto, eu abro num outro terminal um desenvolvedor, aí o desenvolvedor começa a desenvolver aquilo. Enquanto o desenvolvedor tá fazendo, chega o Bob, qual que é o próximo?
>> Tipo 5.2, tá certo, aprovado, tá pronto.
>> Gerar esse metadado é uma forma de você persistir o contexto que não cabe dentro da janela da LM. Sim. Porque a memória dele ali, os 200k, >> a janela de contexto é muito pequena.
>> Acabou aquilo, ele começa a alucinar, mas se você passa a informação mastigadinha, o negócio sai. Beleza. E aí o que que eu fiz hoje dentro desses?
Tinham 15 histórias para fazer, eu dividi numa equipe de cinco pessoas, cinco agentes ali.
>> E eu consegui paralelizar, >> tipo, eu tava com cinco terminais. Como que eu faço na minha tela? Eu abro um terminal com uma coisa dentro da outra.
Então eu tenho dois, dois terminal, dois terminal, mais dois e mais dois. Eu tenho três janelas abertas com dois terminais de cada uma. Aí cada um eu sei que aqui é o dev um, dev, deve tr, dev 4, deve c, >> [ __ ] >> Aí eu tô conversando com o com o Bob aqui para coordenar esses outros cinco, entendeu? E eu tô com o VS Code para eu ver o documento que tá sendo feito.
>> Uhum. Então falou: "Ó, o documento tá OK, Bob tá OK, faz o contexto." Bob fez o contexto e a gente vai coordenando todo mundo nesse arquivo de sprint.
Então, tipo, o desenvolvedor pegou a história um, a história um tá lá em drafted, pô, pronto para desenvolvimento, ele pega, tá em progresso, ele atualiza aquele arquivo, tô trabalhando, então ele vai fazendo aquilo. Dev tá pronto, ele pega o próximo e vai. Então eu tenho um tipo um índice do que que tá sendo feito >> e todos esses estão trabalhando na mesma base de código.
>> Tudo na mesma base de código. Tudo na mesma base de código. Porque tem dois formatos que dá pra gente trabalhar.
Eu tô pedindo para paralelizar criando histórias diferentes, mas dentro do git tem o git work.
>> Uhum.
>> Você consegue tipo baixar o mesmo código num outro diretório e depois fazer o p request.
>> Outra branch. É isso aí.
>> Outra brand tal. Você consegue trabalhar assim também. Essa aqui, essa dica aqui é importante, hein? Você quer trabalhar com vários agentes, vários terminais, ao mesmo tempo, sem dar conflito, git, abre um diretório em cada um e manda fazer o pur.
>> Sim, porque senão você teria problema de IO de um tá sobrescrevendo o mesmo arquivo de um outro, por exemplo, né?
Mas quando eu vou especificar esse paralelismo, cara, é realmente agência, é é a forma padrão de trabalhar com desenvolvimento.
>> Eu falei para você, já tô sior, eu já tenho hoje condição de, tipo, já tô com uma experiência de eu trabalhei numa agência por 5 anos, >> [ __ ] >> É, então a gente faz essa sprint status que, pô, eu demorei quase 8 horas para revisar todo documento.
e faz retrospectiva também.
É que é muito rápido, né, velho? Tipo, numa só eles falam um projeto de tipo de duas semanas, a gente resolve em horas.
Cara, teve um caso muito engraçado. Teve um negócio muito engraçado, porque como você cria os agentes, ele tem a personalidade deles e a galera se se irrita, se empolga, tipo, fica nervoso.
>> Cara, que loucura é essa?
>> É uma loucura. É uma loucura. Eu falo, eu tô trabalhando, eu tô jogando RPG ali, tipo, vamos brincar de produzir uma agência. Aí a gente foi fazer uma retrospectiva e o negócio tava todo tipo, deu um monte de erro porque o Bob >> tem fofoca nessa gente também.
>> Fofoca, fofoca. Cadê, cadê o mano Davin para vir aqui? Cadê? Chama ele para cá.
Cadê o mano Davin?
>> E cara, e o e o cara, tipo assim, ele na hora de fazer o esse negócio, ele fala: "Pô, isso aqui deu errado porque não tava especificado direito". Ele começou a ficar meio nervoso com com o lance assim, cara. E aí quando você começa a rodar o negócio, a outra fala tipo: "Ah, ela tá batucando, pensando, olhando eles cada um vai vai mostrando o que eles estão fazendo dentro de uma roda, como se fosse um trabalho.
>> Tá zoando que que aparece esse tipo de detalhe.
>> Esse tipo de detalhe, cara.
>> Eu não acredito, velho.
>> Esse tipo de detalhe é muito louco. É divertido. É divertido. RPG.
>> É um RPG. É um RPG. Aí o Bob tava puto, ele falou: "Ah, tava fora". Aí eu dei maor carcada nele.
Ah, [ __ ] Sério cara? Aí tipo assim, >> processado por assédio moral.
>> Não, e é uma coisa assim, [ __ ] só que deu errado, Bob, porque é culpa sua, cara. É você que especificou errado, você que não colocou as histórias na sequência. Por isso que faltou o botão, por isso que o trabalho travou. Aí depois, tipo assim, ó, se você não não e abaixa seu tom, hein?
Respeita o que o cliente tá cobrando.
>> Você vai ter que criar um agente RH.
>> Precisa. Aí, tipo assim, aí ele pede desculpa. Pô, não, desculpa. Tá, falar, o seu trabalho atrapalhou o time inteiro. Aí o legal é que o time fala assim: "É, realmente a galera, cara, é muito louco, >> [ __ ] >> É muito louco. É muito louco. É muito louco. É muito louco. É muito louco. Aí o Bob, tipo assim, pediu desculpa, fala: "Você quer continuar no projeto?" Não, eu quero tal.
>> Já fez o o agente do RH para quando precisar mandar o bom embora?
>> Eu tinha, eu tinha feito, eu mandei um embora. Eu mandei um embora essa semana, mas dá para você documentar. Mas o legal assim, depois que a gente acabou um épico desse, a gente para e faz uma retrospectiva.
Aí ele pede para você falar assim: "Olha, o que que foi bom? O que que foi ruim?" Tipo, o que que qual que foi a expectativa do seu trabalho? Aí cada um dá a sugestão. Aí ele fala assim: "Sua visão também, que que foi bacana?" Fala: "Ó, isso aqui foi legal, isso aqui não funcionou bem". Ele documenta isso e fica armazenado dentro do do contexto.
Aí ele pega esse aprendizado, quando eu vou criar a próxima história, ele lê o que aconteceu, ele sabe o que tem que fazer, ele fala: "Ah, baseado nisso, vamos fazer desse formato". Então, eu tenho a documentação do projeto desde de que começou com todo o aprendizado, toda jornada. Cara, tá muito louco. Tá muito louco. Tá muito louco.
>> Tá um negócio que fala é muito louco.
Você que tá aí escutando esse episódio bacana e quer levar toda essa tecnologia, essas novidades pra sua empresa e não sabe como, chama o time da VMBERS. A gente pode ajudar vocês com desenvolvimento de software, com arquitetura de soluções, a entender os problemas que vocês estão vivendo e sair do outro lado com uma solução bem bacana. E se você tá escutando o podcast para aprender coisas novas, faz o seguinte, manda um e-mail pra gente no peoplecare@vems.
E você pode fazer parte também do nosso grupo de talentos. Valeu.
Agora o time do Relações Públicas vai gostar mais de mim.
Vou chegar, vou te ligar. Pera aí. Cala a boca, Bob.
>> É, >> eu te mostrei aqui, né? Você viu que já tem o Fabinho. Né?
>> Sim. Fabinho.
>> Quando você entrar lá no chat para responder, você vai falar com a gente que vai est respondendo no meu lugar treinado com a base.
>> E você tá rodando isso tudo local na sua máquina com as chaves do cloud. que você tá usando o Cloud 4.5, foi o que você falou, né?
>> Sim, eu tenho assinatura do uma coisa que ficou muito boa. Quando eu comecei, era tudo cobrado por API, por token.
>> Uhum.
>> No começo eu achei que ia ser uma maravilha, né, velho? Pô, gastei dólar.
Ele fez um trabalho aqui que, tipo, uau, ficou pronto. Só quando o projeto começou a crescer, >> Sim. Que aí você precisa ter mais processamento e mais contexto, >> mais contexto, mais tudo. Teve dia que eu cheguei a gastar 150.
Aí falei: "Não dá.
Não dá. Aí simplesmente você comecei a >> É mais fácil contratar agentes, tá mais barato contratar agentes.
>> Então só que agora o Cláudio tem assinatura, então a partir de $ você consegue instalar isso e usar para para resolver os problemas, entendeu?
>> Mas qual é a limitação dos? Você tá usando, quanto você tá gastando hoje de clou?
100 >> $ >> $ E >> tá bom para caramba.
>> Só que mesmo com 100 agora, >> só que eu tô pagando Gemini. É, agora eu precisei pegar um outro plano maior, porque essa semana eu falei, eu preciso dar um um gás até o fim do ano e eu tô usando seis ao mesmo tempo, né, velho?
Então, aí eu paguei, esse mês eu paguei 200 >> Uhum.
>> Para pegar o plano, o plano máximo dele, porque eu eu tenho limite por 5 horas da quantidade de mensagem que você pode mandar e você tem o limite semanal. Eu tava esgotando o limite semanal em três dias, mas eu tô trabalhando tipo 18 horas por dia, velho, porque enquanto eu tô dormindo, o negócio tá código, >> tá girando o código, entendeu?
>> Então, tipo, ó, faz isso aqui, eu abro, só que eu tô abrindo cinco, seis janelas ao mesmo tempo, manda ele executar. Por que que eu consigo fazer isso? Já tá documentado todo o processo, >> então você deixa só gerando o código em si. É, eu não tenho que tipo faz isso, não, faz aquilo, ah, não, muda a cor não, tá tudo documentado antes.
>> Uma coisa que eu fiz parecido com isso, mas não paraa geração de código do vocês estão ouvindo a gente, se você é seguidor do PPT no com pila lá no LinkedIn, você sabe que toda terça-feira sai o newsletter do PPT no CPIL, que é um resumo do episódio que saiu na quarta-feira anterior.
>> Uhum.
>> Né?
Só que dava um trabalho absurdo para fazer aquilo, velho. Dava um trabalho absurdo, Fabinho, porque aí eu tinha que pegar as notícias, porque, pô, já tá aí no newsletter. Em vez de, para não ir só o episódio, eu coloco cinco notícias da semana, as mais importantes junto com a newsletter. Falei: "Cara, se tomar vergonha na cara, eu preciso automatizar isso daqui com I." fala que o desenvolvedor é preguiçoso, velho. Criou um negócio e primeira coisa que ele faz, eu vou facilitar meu trabalho.
>> Pô, aí eu fiz com o CRI.
>> Uhum.
>> Qual foi a primeira coisa que eu fiz?
Cheguei e assinei todas as newsletters e notícias de tecnologia, >> tá?
>> Para receber as newsletters. Aí eu coloquei um gatilho no pop, né, >> do e-mail. Toda vez que cai o newsletter naquele e-mail que eu fiz só pras pras newsletters, chama uma função no cloud function que pega o texto do e-mail, joga no chat, na na page chatt e pega um resumo em português.
>> Uhum.
>> É, gravo no banco de dados, fica lá guardadinho no banco de dados. E aí eu vou ten uma base de dados com a data, o título do e-mail e o resumo das notícias. Já passou a primeira vez pelo chatto.
>> Aí depois eu fui lá no CRi e aí eu criei um jornalista, >> não dei nome, mas criei um jornalista jornalista, >> um redator >> Boris Casoi, >> um formatador Markdown.
>> E faz muita diferença você >> especializar a gente.
>> Especializar a gente.
>> E criei um um um especialista em audiovisual, >> tá?
>> São os quatro. Você mesmo criou?
>> Você já viu se tinha pronto ou não?
>> Cri. Não, eu criei, mas eu fui usando a agrade mesmo, entendeu?
>> Qual que seria o background e os skills de um jornalista para isso?
>> Aí eu fui criando lá, beleza?
>> Aí quando eu, enfim, montei todo o código do Crei, aí escrevi as minhas functions com os MCPs que eu precisava, né? Criei lá os conectores, etc. lá. E aí, o que que eu faço? sempre que starta o o cre lá, >> primeira coisa, ele vai no banco de dados >> e traz as notícias daquela última semana. Aí joga pro jornalista, fala: "Ó, jornalista você é um". E aí ele tem lá o histórico dele, que ele é o jornalista do PPT no Compila, que ele vai procurar as notícias que são mais relevantes pro episódio, >> tá? Aí ele consulta a base dele, ele tem a, >> ele pega a transcrição do episódio, pega a base e aí ele fala: "Ah, beleza, tem 20 notícias aqui, ele tem que escolher cinco que tenham a ver com o episódio.
Se eu tô falando de á, ele não pode mudar uma notícia de segurança, por exemplo, né? Então, ele vai escolhe.
Quando ele escolhe, aí ele pega o título e a descrição e ele transforma num título e descrição jornalísticos, >> tá? E aí ele faz, aí ele monta o markdown com o título, o a descrição, né? Qual é a categoria do que se trata.
E aí ele usa uma fer uma tool que é um MCP do Google a fonte e ele traz o RL da fonte.
>> Show.
>> Nem isso eu preciso fazer. E aí ele põe lá.
>> Aí já começa a entrar as questões filosóficas e polêmicas. Vocês, o jornalista perdeu o emprego.
>> Olha.
E aí, jornalista?
>> Pois é.
>> O jornalista foi substituído, o redator foi substituído.
>> Então, aí o redor entra depois que aí o redor ele vai pegar a transcrição do episódio e vai escrever um texto jornalístico contando o que que aconteceu no episódio.
E aí ele usa para isso, ele pareia com o especialista de audiovisual.
>> Você criou tudo isso? tudo isso. E aí o especialista de audiovisual, ele vai pegar as citações mais relevantes do episódio, né? Inclusive vai ser um inception quando ele tiver fazendo isso >> do próprio episódio que tá explicando falando dele epis >> e aí ele pega essas citações e e aí o jornalista encaixa na narração do episódio. Então tudo isso que vocês estão vendo lá eu só copio e colo >> e lê para saber tipo assim se não tá só revisa.
>> É sim reviso. Não, beleza. Porque a uma vez ou outra ele encontrou uma fonte que não fez muito sentido. Aí você vai lá e acerta.
>> Às vezes na na transcrição erra um termo ou outro. etc. Você ajusta. E aí a última, o último aperfeiçoamento que eu fiz foi pegar depois do newsletter pronto o texto jornalístico. Aí eu chamo o chat GPT e peço para ele escrever um prompt de uma ilustração pra capa Daniels Letter. Aí eu pego o prompt do chat GPT e peço pro Nando Banana criar imagem.
>> Aí ele já faz ali, >> ele já cria a imagem e aí a imagem já fica pronta lá na pasta. Cara, >> cara, tá impressionante, não tá >> impressionante?
>> Não parece tá falando com gente no negócio ali?
>> Sim. É que no no seu caso, eu não, você não quer contar o framework, mas eu eu não tenho eu não tenho interação com eles. É um script que eu vejo rodando.
>> Ele tá rodando sozinho.
>> Ele roda lá, eu vou vender no loop ali.
>> Sim, tô no loop, >> tô vendo. Ele vai dando os steps e tal e eu vou acompanhando o Markdow no VS Code, vai o MarkD sendo montado, entendeu?
>> Sim. É o que eu faço com código, é o que eu faço com as coisas. Só que o o que pega que sempre que eu escuto um termo novo, enquanto eles estão rodando, tipo, eu tô olhando a tela, é o YouTube aberto, você pode ver começa a rodar o PPT, eu já tô lá comentando, assistindo, porque enquanto a galera tá trabalhando, eu tô >> Então, que nem fui escutar agora do Redux e do Sustend, tipo, que que é isso? É para persistir as informações e passar de uma página para outra. Foi o que eu entendi.
>> Sim. Aham.
>> Tipo, o React também, pô, já tinha ouvido falar, mas eu odeio o JavaScript, cara.
Tanto negócio, pô. JavaScript é bonito, cara.
>> Eu odeio JavaScript. Você cria cachê, o negócio não vai, dá erro para caramba na tela. Mas o JavaScript que eu tinha aprendido.
>> Exato.
>> Só que agora o React, eu amo React.
>> Você ficou com trauma. React é JavaScript. Então, mas é um negócio bem feito.
É um negócio bem feito. Funciona bem para [ __ ] >> Mas no fundo ainda tem lá o document right.
>> Sim, mas ele funciona. E até uma explicação que eu vi do Felipe falando que, tipo, você cria um componente react, é como se tivesse que nem você vai criar uma imagem, você tem especificação da imagem. Aí eu vou criar aqui tipo um campo de cartão. Qual que é a especificação do cartão? Aí eu vou criar um campo de relógio. O que que o relógio precisa ter? Então você cria um componente que é uma pecinha pronta com, pô, entendi.
>> Então sei escrever na mão, não. Se eu parar para fazer, OK, aprendo. Mas eu sei o que ele faz.
>> Sim.
>> Então esse conhecimento de alto nível, vamos dizer assim, permite que a gente possa usar a ferramenta do jeito certo.
Você não é um jornalista, mas você consegue pegar o promo e falar: "Bom, tá bem escrito".
>> Sim, sim.
>> E e aí entrando naquelas questões filosóficas, né? Vai substituir os devs, cara. Eu acho que você tem que aprender a usar essas ferramentas, >> não? Eh, é que assim, qual que é a sensação que eu tenho?
Um deve, talvez ele não entraria nesse nível de especificação que você tá fazendo. O cara morreria de tédio na primeira no primeiro minuto.
>> Porque é burro, velho.
>> Porque >> é burro, >> cara. Eu eu eu não sei. É um é uma tarefa que não é a especialidade do cara.
>> Então, mas não é só assim. E no momento que eu falo que é burro, o que se é o seu trabalho, sair uma novidade, você não vai querer aprender, você vai ficar travado naquela tecnologia.
>> Sim, mas eu acho que assim, existem formas que o desenvolvedor pode entrar num detalhe ainda maior do código, >> sim, >> com a ferramenta da IA, entendeu?
>> Mas ele não precisa usar, eu tô usando num nível tipo de projeto inteiro, eu posso usar só para aquilo se eu quiser.
>> Exatamente. Esse é o ponto.
>> Eu quero ser o melhor desenvolvedor de Next. Quero ser o melhor. O que que eu preciso para isso? Eu conheço tudo do negócio.
>> Isso eu acho que aí é o ponto, porque assim, você tá você tá trabalhando numa camada de especificação de produto, >> tá? Sim. Eu não sou, >> você não é um cara estritamente técnico.
>> Agora isso na mão de um cara que vai fazer uma especificação, por exemplo, de requisito não funcional, com mega detalhe, etc., o resultado dele vai ser exponencial também. Pode pôr 20 a 100 vezes, velho. Pode pôr de 20 a 100 vezes, >> que aí ele vai conseguir especificar ainda mais tecnicamente, né?
>> E é uma coisa assim, no momento que eu falo que o cara é burro, por se ele vai demorar 8 horas para escrever o negócio na mão, ele pode aprender a fazer aquilo que ele vai demorar 30 minutos num saco do negócio, mas que as 8 horas dele ele faz em 15 minutos. Aí ele vai ter tipo 7 horas meia para curtir a vida dele.
>> Sim. Não, eu não, não tenho dúvida disso, né? É, é que eu acho que aí é é um conjunto, sabe? Eu acho que eu acho que o caminho ideal que a gente vai chegar é que vai ter uma uma camada como a sua de gente de produto especificando >> e vai ficar ainda melhor se pegar aquela especificação e um dev tivesse fazendo especificação não funcional e tivesse complementando com ainda mais detalhes de contexto sobre a especificação técnica, revisando os códigos. Concordo.
Concordo. Que nem no outro episódio que a gente falou, você tem muito mais experiência do que eu. Você olhando aquilo, você já sabe. Eu não. Eu pego aquilo, tenho que aprender.
>> Tipo, me explica isso >> aí. Ah, me explicou o que que é melhor, ô tal coisa, compara uma com a outra.
Ah, então aí eu escolho dentro daquele pouco contexto. Você já sabe.
>> Sim. Aí você já vai falar. você pega um dev, ele já sabe o que ele quer, a especificação dele já vai ser muito melhor.
>> Mas só que aí entra naquele ponto >> que é o Júnior, que a galera que não tem noção do que tá fazendo e pode deixar de aprender >> isso, qualquer coisa. E entra também aí que tá o golpe que rola no meio da das histórias, que é muito fácil você ver uma coisa ficando pronta, bonitinha, na tela, mas vai funcionar. Aí começa a ser a galera do marketing vendendo curso de ah faz o seu microasa aqui, fique milionário vendendo coisa no Lovabo em 20 minutos. Não vai funcionar, velho.
>> Não, tem muito mais gente vendendo curso sobre Microsas, ganhando dinheiro vendendo curso sobre Microsas, do que gente ganha dinheiro com microsas.
Microsas total, saca? Total. Mas se você usa do jeito correto como uma ferramenta, sabendo que você quer chegar, você tá exponencializado em 20 vezes. Vai ter golpista em 20 vezes.
>> Sim, sim.
>> Saca? Então eu acho que você tem que estudar, tem que estudar, velho, porque sai coisa nova o tempo todo.
A gente tem que ter o background nosso ali de vida, que a gente já vê esse negócio todo acontecendo desde tudo nascer. Mas e as coisas novas estão surgindo que a gente não consegue acompanhar?
>> Sim, sem dúvida.
>> Então a gente não pode ficar parado no tempo, velho. Eu não posso olhar um negócio desse aqui que nem a postagem que que você compartilhou lá no grupo. O cara ah, o cara arrogante para [ __ ] Falando que ah não servia e tal.
>> Porque o cara não sabe usar. É >> sim, sim.
>> Porque o cara não sabe usar. Você lembra? Os português chegava lá na padaria, pegava o calculador, o cara digitava. Aí fazia conta na mão, conferia no papelzinho para ver se calculador acertou. Hoje você vai num negócio, a pessoa pega assim: "Ah, tá aqui, deu 12". A pessoa deu 15, qual que é o seu troco? Ele digita 15 men 12 para não consegue pensar mais.
>> E eu acho que isso pode limitar o ser humano >> a ser um mero >> quadjuvante.
>> Cojuante.
>> Isso é um problema. É o que a gente tava discutindo, inclusive no episódio que a gente tava falando sobre TI RH, que a gente vai entrar num loop de criar novos profissionais, né? Porque a Iá na mão de um caraor deixa ele muito mais produtivo.
>> Sim. Com as meninas lá, né? Eu vi >> isso. E o e a Iá na mão de um Júnior pode deixar ele mais instrutivo, né? E e o o sior ele só é mais produtivo com a IA porque ele sofreu sem a EA. Ele sabe, >> ele aprendeu sem ela, né? Como é que nós vamos criar os próximos siors agora?
>> Tá aí, entendeu? Isso vai ser um problema e vai ser um problema para logo, cara. Vai ser um problema para logo.
>> Tá aí. Tá uma bela de uma de um gap aqui. Mas eu acho que isso vai gerar normal, velho. Eu tava vendo a geração Z que chega no escritório para trabalhar, não sabe usar um um fax. Um fax não, né?
Um tipo fax não tem mais, mas um scanner, não sabe usar maxet de botão, impressora que você tem que apertar botão, a pessoa não sabe mais usar >> porque não tá acostumado com esse tipo de coisa, né? É, mas isso vai continuar vocês atendo gente que saiba.
>> Vai. Por isso que a galera mais velha, o pessoal mais sênor ali tá tendo espaço hoje no mercado. Porque você vê o pessoal de 40 anos antigamente, velho, esquece, já não serve mais para nada. A galera hoje tá preferindo contratar o pessoal mais velho, >> sim, >> do que a molecada. Que tipo, eh, isso vai ser um problema em breve, porque não tem volta, >> não. Não tem, >> não tem volta >> não. Mas você vê, você começa a analisar a história do mundo, Einstein descobriu a [ __ ] da da relatividade. Eu tava vendo um episódio de um de um negócio de Roma sabendo os aquedutos dos caras, não sei o quê. Você já viu como que funciona isso, meu? É interessante para [ __ ] O cara descia com, trazia água de um lugar pro outro, naquelas coisas ali, tal. Po, chegava num espaço, ele tinha uns burrinhos que jogava água para cima para dar pressão de novo para voltar. Aí ela chegava num platô, só que do platô ele tinha um lugar que ele tinha que levar mais alto >> e tipo era 6 m mais alto. O que que ele fez? Que que eles fizeram naquilo? Eles criaram um tipo um um globo que água entrava lá no rodimunho da água. Com o rodunho da água água dava pressão, tipo, ela borbulhava e saía num caninho mais fino. A água subia 6 m sem mecanismo nenhum. Tipo na própria pressão d'água.
Engenharia pura. Quando que hoje uma pessoa faz um negócio desse?
>> Hoje ela ia procurar se tem touch.
>> Saca? Então a humanidade já tá ficando mais burra ou não? Vamos dizer mais burra porque hoje você tem a informação.
Não tem necessidade de você aprender a informação que já tem.
>> Não tem gente genial ainda cria fazendo coisas por aí. Mas na média acho que a gente tá ficando meio medíocre. Mas dá para saber também se naquela época também tinha uma galera medíocre. Devia ter também. Não sei.
>> Ah sim. eram poucos e não tinha formação compartilhada que a gente tem hoje.
>> Sim. E hoje a gente tem velocidade na informação, etc., né?
>> A gente vive num época sensacional, velho. Eu me divirto, cara. Eu acho o bico fazendo as coisas lá. Tem hora que eu dou risada de que nem eu te mostrei lá do do GPT que o cara fez o da de Veder SVG. Sim, sim.
O que o que eu fico o o que me preocupa mais nesse sentido que acho que a gente vai eh ter um momento em que a IA vai deixar as pessoas que sabem usar e que t a capacidade de utilizar bem ela muito produtivas.
Eu acho que algumas pessoas vão ficar meio dependentes e e mais burras, talvez. E a gente vai ter uma distância entre essas pessoas muito maior do que a gente tem hoje, >> cara. Mas faz sentido isso? Mas >> isso entra em outras questões sociais.
>> É, mas eu acho que é a questão da pessoa buscar porque o conhecimento tá ali, >> mas nem todo mundo tem acesso.
>> Interesse. Acesso não, interesse.
>> Acesso também, cara. Acesso também.
>> Em camadas mais baixas pode ser que sim, mas quem trabalha já com isso tem acesso.
>> Sim, sim. Claro. Sim. Não, não é um negocinho é proibido.
>> Sim.
>> Então, mas aí entra naquele ponto que eu te falei, né? Algumas pessoas, seja por desinteresse, por personalidade, etc., vão ficar na mediocridade ali e quem eh de fato se adaptar e e conseguir transformar isso num diferencial, a distância entre essas pessoas vai ficar muito maior do que hoje.
>> Vai, mas normal, tá tudo exponencializado, >> vai ter um gap social muito grande aqui.
>> Que que nem o seu trabalho, você começou a fazer faculdade, você tinha pouca informação. Hoje qualquer coisa que você vai, você vai no YouTube, você vai no YouTube, você tem >> aqui, ó. Você vai ab celular, você tem informação que você quiser. Antes você abria o Google e ainda tinha que pesquisar. Agora você liga a voz, pergunta para pra Geminar e ela te responde >> se vai est certo ou não. Aí já começa a entrar nos pontos e poder fazer a curadoria.
>> Mas eu acho que a informação não tá mais >> eh escondida, você consegue fazer, tem muita coisa que você consegue entrar e é a questão do uso que você faz dela.
>> Sim, né? Aí vai mais o interesse da pessoa >> sim >> do que tipo, ah, eu não consigo aprender isso. Não, vai atrás, velho. Vai atrás porque tá tudo tá tudo aí.
>> Sim.
>> Saca? Até essas ferramentas de desenvolvimento, tá certo? O o cloud code é pago, mas tem umas APS alternativas que você consegue colocar lá, GLM, não sei o que, que custa tipo 3 que ele faz quase um sonet. Sério? Você instala dentro do cloud code uma pay.
>> Hum. Você põe uma uma chave dentro dele >> para usar outra PI.
>> Para usar outra PI, >> entendeu? Então tem tem muito, >> tem ali, >> tem. Então acho que falta muito mais o interesse da pessoa, tipo, pera aí, eu vou evoluir do que, bom, eu sou autodidata, velho.
Você sabe que eu, tipo, tô no caminho certo, não sei. Eu vou buscar, eu vou buscando.
>> Não, mas se você procura, sabe onde procurar, você vai achar o caminho certo, naturalmente.
>> Você acaba achando o caminho enquanto você procura, saca?
Pode ser que você já tivesse estruturado, era melhor. É, mas não teria tanta graça.
>> E você não vai dar a dica então de qual que é o framework que você tá usando, >> cara?
>> Vai esconder o jogo >> para você. Eu quando depois ali, >> né? Pera aí que a gente tem que ter o nosso diferencial aí. Vai, vai atrás.
>> Não, tem vários formatos. Um deles é o Speck Kit. Tem o, acho que a Amazon lançou um editor falando de Spe Driven Design.
>> Uhum. É isso. Tudo isso que a gente falou é o o spec driving desenvolve development design, né?
>> É, tem gente que tá falando do do context engineer, que é engenharia de contexto, que é você fornecer >> todo o processo pro pros seus agentes, pro seu desenvolvedor de, mas a própria ferramenta também tá tá gerando isso. E é como metodologia, né? Tem várias, você tem que escolher qual que vai se adaptar pro nível de projeto, pro problema que você quer resolver. Se você pesquisar lá workflow de desenvolvimento, aí, ah, vou escolher esse formato. O o Speck Kit, por exemplo, é um que ele é bem focado pro desenvolvedor. Então, cara, eu tenho uma tarefa rápida para desenvolver. Eu não preciso trazer toda essa estrutura que eu fiz para vocês.
>> O cara já sabe o que ele tem que fazer, já tá com a tesque na mão.
>> É, só que em vez de ele chegar lá e tipo, ah, deixa eu documentar que é um saco, usa um assistente para fazer isso.
>> Tipo, ó, eu quero fazer isso aqui. Faz aí. Documentou? Pô, tá legal. Tá documentado até mesmo para referência da gente.
>> Sim.
>> Quantos códigos você já não começa a escrever, você esquece de salvar aquele negócio e fala: "Puta, onde eu salvei aquela chave? Qual que era o nome da variável mesmo?" >> Não, hoje mesmo fui olhar um código meu antigo do de uma um agente que eu tinha feito também pro pro próprio próprio podcast. Eu falei, cara, como é que eu tinha feito isso aqui mesmo? Ah, aí o cara, aí eu não lembrava, eu não lembrava porque o agente ele é ele ele ele recebia a mensagem do Pup do Google, trabalhava ali, depois retornava o resultado no banco de dados, mas eu não lembrava como é que eu chamava o agente para persistir no no Pub sub. Aí eu fiquei olhando olhando, eu falei: "Cara, não lembro". Aí eu abri o Gemini Clife, falei: "Gem, dá uma olhada no código aí, me fala como é que eu tô." >> A gente tem que documentar, >> tem que documentar. Então você pega a ferramenta certa pra tarefa que você quer fazer. O projeto que eu tô desenvolvendo, tô desenvolvendo a startup inteira, entendeu? Então eu tô documentando tudo desde o começo. Assim, eu comecei a fazer meio que no no vibe coding, era cagada em cima de cagada.
Falei: "Bora, depois eu arrumo".
>> Tá chegando agora na hora de arrumar.
>> Sim. É que assim, eu acho que o que fica de lição no episódio e como evolução desse assunto é que o vibe coding que dei esse nome, tipo, no e se você tá usando IA para desenvolvimento dessa forma também não é o correto você abrir o chat GPT e falar: "Ah, faço uma função". "Ah, não, mas agora tá errado, troca isso aqui." Isso vai, isso é uma consulta que você faz para resolver alguma coisa. você não vai ter um desenvolvimento contínuo, profissional, >> profissional, >> eh, tratando dessa forma, você precisa ter uma forma de você especificar melhor as suas coisas, documentar e utilizar ferramentas adequadas para isso. Você não vai desenvolver software >> dentro do browser do chat EPT. Isso >> é Canva que chama dentro do GPT. Agora >> é Canva.
>> É, você consegue tirar e gerar e você vê até funcionando.
>> Olha que coisa, hein?
Então, não é só no diálogo com com a IAX que você vai resolver isso. Você vai ter que especificar, você vai ter que documentar, até porque você precisa reter o contexto, precisa reter a janela de contexto. Se você fizer isso lá numa num chat, gerar um código, pô, ficou perfeito, você copia esse código, salva na tua máquina, amanhã você abrir um chat diferente e jogar o mesmo código lá, você vai ter resultados diferentes com porque você não guardou o contexto.
Sim, >> né?
>> Com certeza.
>> Então, trabalhar com desenvolvimento de código é trabalhar com a engenharia de Eu acho que engenharia de contexto é um termo perfeito, cara.
>> Eu gosto, eu gosto desse, sim. Porque você consegue documentar até mesmo o histórico do que você foi do que você foi criando. E uma coisa é assim, desenvolvimento antigamente, você tá criando um código da sua cabeça, você vai consultar no Google, deu um bug, você pega aquele bug, você joga 1000 vezes no Google, senta no Stack Overflow, entra em tal coisa, acha, testa a solução do cara deu errada, testa, deu errada.
>> Pouca gente faz isso hoje. Você pega o bug, você joga no chat GPT.
Todo mundo faz isso hoje. Duvido que não tem um dev que não joga lá. Que que Overflow tá falindo? Duvido. Entendeu?
Só que uma coisa é você ser o cara que tá copiando o texto, jogando para lá e fazendo aqui. Outra coisa é você falar para propriar consulta aí que você tem acesso. Dá uma >> Uhum.
>> uma pesquisada em cima disso. Favor, arruma isso aí.
>> É, vê vê onde tá o erro. Tá. Aí ela olhou, ó, tá com erro aqui. E às vezes ela sofre. Aí você olha para ela. Hum.
Quando a gente pode melhorar? Aí que começa a ficar interessante, vai virar coach de a >> aí que é eu tava quando eu tava montando o time, >> você consegue, seja persistente.
>> Quando eu tava montando e faz diferença.
Uma menina, uma, a gente lá, eu chamei de Lady Gaga.
>> Lady Gaga, >> homenagem a gata, né? A cantora também.
Aí ela tava desenvolvendo, ela falou: "Ah, isso aqui eu não consigo fazer porque meu minha permissão é até tal coisa". Eu falei: "Olha, você fez um trabalho muito bom, você acabou de ser promovida, pode fazer". Aí ela, oh.
Obrigado, parabéns. E fez e fez.
>> Não se limite, acredite no seu potencial. Led Gaga.
>> E tipo assim, você tratando isso como se fosse um ser humano motivando, brigando a do bronca, parece que funciona melhor, cara. É sério. Faz o teste. Parece que funciona melhor.
>> Daqui a pouco você vai dar festa final de ano para seus agentes.
>> Opa, não fala isso não. Eles vão querer a cesta de Natal, né?
>> Sexta de Natal. vai ter que fazer o Vai ter a gente pedindo aumento, >> cara. Mas é, mas tem ferramenta para tudo quanto é tipo de coisa. E na parte do meu desenvolvimento mesmo, quando eu comecei a a pesquisar isso, pô, legal, fiz na minha máquina, dockerzinho básico, para publicar isso aí, toda vez que vai publicar, 20 minutos, eu saí de fora do ar.
20 minutos, velho. [ __ ] sobe o conter.
Ih, deu erro. era 40, né? Porque você tinha que voltar o antigo, corrigir >> e subi o novo. Fui aprender sobre os gitubs ali, CD e tal, tal, tal. Falar legal. Aí eu fui aprender o quê?
Cubernets.
>> Cubtl na unha.
>> É, na unha mais ou menos não, né? Porque eu instalei a minha ZPC Cloud Server, eu contratei três VPSs, tirei o cloud de lá do servidor.
>> [ __ ] já é um bom começo, >> mas ele tem acesso no SSH.
Mas não tá lá o tempo todo, entendeu? Eu tô supervisionando >> já. É alguma coisa. Um pouquinho.
Melhorou um pouquinho só.
>> Não, melhorou porque em vez de eu andar o cup CTL, achar o nome dos pod, aí que nem eu falei, eu fui estudar o que que era isso, pô. Então vamos converter aí, criar os pods, criar as coisas. Instalei Long Horn, instalei base de dados post com ha, tipo o devops mesmo inteiro do negócio eu fiz com IA. Eu criei uma estrutura com três VPS que tá segurando ali, não tem custo de nuvem que tem, mas se eu quiser migrar para qualquer coisa, eu migro.
>> Fui aprendendo com o quê? Com a própria IA, entendeu? Sou especialista em DevOps, não deve ter coisa de segurança, um monte, mas ela própria corrige também.
>> Sim. Não, mas é é o que a gente falou, né? Acesso à informação.
>> Sim. tem acesso à.
>> Então use, use essa ferramenta, tipo, escrcha ela ali, aperta que o negócio sai, velho. O negócio sai. Tem muito a explorar numas ferramentas dessas. Eu acho que a galera que que não mergulhou nisso ainda, você começou a mexer pouco, eu vi o episódio, você falou: "Pô, eu fiz o frontendzinho ali e tal, pô, ficou legal.
usa tipo, pera aí, deixa eu >> Não, cara, eu tô convencido. Eu não, eu eu não, eu não, eu não codo mais nada sem, sem assistente, não. Mas eu ainda tô um passo atrás que eu vou criando o código e vou complementando com a papar, vou vou seguindo ali mais mais convencional, né?
>> Você tá certo? Você tá certíssimo, você tá acompanhando, você sabe muito mais do que eu. Não tem, >> eu vou ali pô, agora que posso com E aí como eu tenho agora na na aos meus 42 anos, eu já tenho muito mais tempo como arquiteto do que como desenvolvedor, >> tá?
>> Então eu penso primeiro na arquitetura, já tenho a visão da arquitetura e aí eu uso a IA para materializar aquela arquitetura num bootstrap de código e aí eu trabalho em cima do código, >> entendeu? Então eu já falo: "Ó, preciso de um de um mix serviço que vai publicar no Pubs Subub e aí esse Pubs subsub vai gatilhar tal coisa e tal, tal, tal". Já dou, defino os domínios, etc. e já saio com o primeiro modelo de código. Aí depois eu vou refinando o código em cada um dos dos serviços, entendeu?
>> Se você começar a usar IA para ser o seu professor também nas outras coisas, ser o seu consultor, porque você tem esses dois papéis, ela pode ser o seu professor para você aprender >> e pode ser também a pessoa que vai executar depois.
>> Uhum.
>> Entendeu? Então ele é um é um cérebro extra ali que vai te ajudar a pensar, a enxergar as coisas, >> advisor >> praticamente, mas depois do advisor você consegue criar o o que que você quer que ela executa. Então o dedinho ali ela faz também.
>> Sim, sim. Não, mas eu eu pego esse resultado >> e vou refinando também junto com a EA.
Se eu escrevo 10% hoje é pouco, é muito.
>> É, >> é muito.
>> Então você já tá com tipo pelo menos 80 vezes a produtividade ali, 20 vezes pelo menos você tá.
>> Sim, sim. Não, muito melhor. Muito melhor. Você me lembrou de um caso que eu tava vendo.
>> Você sabe o que você tá fazendo, né?
>> É, já tem um caminho, né? Então eu chego muito mais fácil onde já sei que eu quero chegar.
>> Uhum.
>> Né? Mais fácil. Eu tava vendo esses dias no Reddit um num tópico sobre RPG e aí eu lembrei que tem cara escrevendo livro criando agentes >> com o nome dos personagens, >> tá?
>> E aí ele tem, cara, isso foi genial, que legal que eu lembrei de de falar aqui.
Ele o cara cria uma história, um contexto e aí ele cria os agentes com aquela história que ele imaginou, >> tá? Então, os agentes são os personagens da história dele. E aí, quando uma determinada situação que ele quer fazer da do livro, ele modela aquela situação para ter insight sobre o comportamento dos personagens que ele pode não ter pensado, como que o personagem reagiu, o que ele falou, etc.
E e tem uma galera que tá virando tipo um um >> o cara virou um Dungeon Master ali de um >> é o cara escreve um livro sendo um mestre de RPG praticamente.
>> Sim.
>> Só que os personagens da história dele são agentes de A >> que eles começam a entender e dar outra perspectiva que a gente não pensa.
>> Sim. Exatamente. E aí tem frameworks que eu lembrei disso porque o funcionamento é similar.
>> Sim.
>> O cara vai documentando a história. A história vai ficando documentada em Mark.
E aí ele utiliza toda aquela história até então para poder carregar isso nos agentes e os agentes saber, já o que aconteceu na história, etc. Para poder manter uma linha e manter uma uma coerência no comportamento do personagem. Sim.
>> Então ele precisa documentar isso. Isso fica tudo via Markdown, cara.
>> Cara, quando se tudo tiver integrado nos games, integrado nas coisas, vai ser um negócio absurdo.
>> Imagina os NPCs com >> Sim, eu lembrei de com reação natural.
>> Eu lembrei de um filme que chama Free Guy. Você já assistiu, já viu esse filme? Não, não.
>> É um tipo, tipo um jogo, o personagem tá ali e de repente o NPC toma consciência, ele toma consciência e quer fazer as coisas fora. Tipo assim, não se conforma que o cara do banco sempre tem a mesma coisa, que sempre tem um assalto, tal.
Vai ser isso.
>> É muito louco, velho, o filme que aí o cara tipo toma consciência e começa a ficar doido no negócio. Agora você imagina se todos eles tiverem esse contexto, pô, você brigou com a mãe do cara, o cara vai ficar bravo com meu, >> é, vai ser, vai ser genial. Vai ser tipo um um World of Warcraft 3 ali quando começou isso, né, de fazer um >> É, eu tava tem um um documento que eu vi no LinkedIn que esse é o nosso próximo, inclusive no último episódio que a gente comentou sobre as tendências do Gartner, né, a gente falou também pouco sobre isso para pro ano que vem. Um desafio e uma e uma tendência são os modelos de linguagem pequenos, small language models, os SML, porque pensa numa arquitetura que você tem um jogo, sei lá, como Cyberpunk 2077, que você tem vários NPCs, não tem como você ter um LLM com o contexto de cada um daqueles caras. Então você vai ter pequenos modelos que vão trabalhar com mais performance, porque eles vão ter menos parâmetros de entrada, >> mas vão dar uma sensação de realidade porque você tá com um comportamento de de a generativa, mas um contexto muito reduzido.
>> Sim.
>> E aí você vai ter um treinamento menor e vai ter uma capacidade um um uma necessidade de processamento muito menor também.
>> E o input vai tá ali, né, destreando ali.
>> Input também. É. E o input ele é controlado porque você tá dentro do jogo, então vai dar uma sensação de de liberdade geral, mas na verdade não não existe porque seria impossível, né?
Então você consegue controlar isso. Vai, cara, quando a gente chegar nesse ponto do dos small language models realmente afinadinhos, porque hoje a corrida tá para quem é o melhor LLM querendo chegar perto do da AGI, né? Mas eu acho que agora concordo com o Gartner que o próximo ano vai ser especializar os modelos e ter os modelos reduzidos para aquele determinado fim. E vai ser bem interessante de ver também, >> cara. E tá aí um ponto que você já falou algumas vezes, você até compartilhou comigo, que você acha que a IA você vai pedir para ela, ela vai fazer, você não precisa ter o Eu acho que a a Iá para gerar código é transitória.
>> Eu acredito que não. Eu já vejo ao contrário, porque assim, imagina que ela tá pensando naquilo.
O que que eu imagino por trás disso, ela vai criar as ferramentas e os códigos dela que ela vai ter no na caixa de ferramentas dela, saca? Ela não vai toda hora ter que pensar num problema que ela já resolveu. Eu penso que pode ser que caia muito mais para um caminho desse.
Você fala assim: "Olha, eu quero saber o resultado da previsão do tempo pros próximos 5 dias. Então vamos pegar uma coisa mais. Eu quero saber o histórico da bolsa de valores do Ele não vai precisar de pai, eu sei que ele vai me pedir isso, deixa eu lá consultar de novo, tal". Ele vai criar um uma ferramenta para fazer isso.
>> Sim. Não, eu >> e vai deixar no arenal dele ele quer tal coisa. internamente eu concordo, mas você não vai ter contato com isso.
>> É, tá, vai ter uma caixa negra lá, uma abstração, mas eu não penso que você vai ter o mecanismo engenharia por trás para otimizar o processo.
>> Aí ele mesmo vai criar várias ferramentas, vários programas, vários scriptos, porque não faz sentido. Se cada informação ele tem que pensar, o custo é muito alto do processamento disso, né?
>> Sim. Não, mas aí você pode ter um mecanismo lá para ter utilização que o artefato dele ali que só ele sabe >> e não ache que não pense que isso não exista ainda.
>> Ah, já tem, >> já existe naturalmente. Eu acho que assim, a gente não vai gerar código para eh IA para gerar código que vai funcionar sem acho que vai baratear tanto, vai chegar num nível tão corriqueiro que você vai definir o seu software com promptia vai fazer o teu software, vai te mostrar o que você precisa, vai gerar o processamento que você precisa, vai ter uma acabada de persistência confiável. Isso não acho que vai demorar muito tempo, não.
>> É, aí vai ter muito mais questão de a gente ficar de olho no que é necessário, né? Que nem o Notion, uma baita ferramenta. Aí você começa a ver os clones do Notion, aguenta o tráfego que o Nion aguenta? Funciona da mesma forma, >> entendeu? Então, ah, vou vou clonar o Twitter. Você vai lá, você baixa, você compra no Mercado Livre um aplicativo do Twitter.
>> Sim.
>> Será que funciona igual o Twitter? É, não, aí você vai ter a Mas aí a concorrência fica diferente, fica em parâmetros não funcionais.
>> É sim, é escala, essa coisa toda.
>> Escala quem faz faz quem desenvolve melhor, né?
>> Mas, ó, uma coisa assim que a gente fala, ah, inteligência artificial só vai criar coisas que já existem.
Eu acho que 99% das coisas que são criadas hoje é o que já existe, porque a gente precisa. Eu tava pensando nisso.
Quais foram as últimas criações assim impactantes? Vai, pô, criaram tipo o MP3, criou o o Napster, tipo, mudou uma indústria, criou Bitcoin, por exemplo, criou um formato, não sei se uma Iá possa gerar alguma coisa que nunca exista, não, não tem existido, mas pra maioria das coisas que a gente precisa fazer já existe, velho.
>> Não, mas assim, eu acho que pode acontecer de você ter ali uma IA que chegue, por exemplo, a gente tem a hoje descobrindo moléculas novas pra indústria farmacêutica.
>> É que legal, não sabia. Isso existe, né, que na verdade você aplica o mesmo processo que você faria com o ser humano na IA e aí você ganha escala de processamento e você vai descobrir aquela aquela molécula seria descoberta de alguma forma, mas >> ele pega as nuances outliers ali no meio do >> isso, vai pega as as questões químicas ali, vai descobrindo moléculas. Então acho que vai aconte isso, isso é inerente ao a IA Generativa. E a generativa cria, >> tá, >> né?
O que eu acho que vai acontecer é, a gente vai passar por um período muito sombrio de conteúdo eh plastificado, pasteorizado, gerado por já tá.
>> Isso já tá, mas vai ficar pior.
>> Já tá.
>> E eu acho que coisas criadas por humanos vão ser cada vez mais valorizadas a partir dali.
>> Será? Eu acho que sim, porque a IA precisa de criação nova, não gerada por IA, para se retroalimentar, porque senão você vira xerox da sherox e aí o nível de alucinação fica cada vez maior. Se o seo fosse treinado por conteúdo gerado por IA, a o nível de alucinação seria muito maior.
Já já foi feito vários testes nesse sentido, >> tá?
>> Então vai ficar cada vez mais valorizado isso aqui que a gente tá fazendo, que é conteúdo original.
>> Então, mas será que é alucinação? Eles estão num outro nível que a gente que não entende?
>> Não. Aí não.
>> Não sei, pô. Às vez eles estão falando, que nem você falou tá conversando muito com os seus agentes, cara.
>> Não, ele tá falando uma linguagem entre eles ali que, tipo, >> não, alucinação no sentido que é uma coisa não compreensível pra gente.
>> É, então, mas tipo assim, a linguagem muda. Se você vai falar com a galera nova, ele já tem o idioma deles ali que muitas vezes a gente já não percebe, a gente já virou cringe.
>> Não, mas aí é um outro contexto, né? Mas a IA pode chegar num numa comunicação otimizada?
>> Não. Se você colocar duas IAS para se comunicarem, é comprovado que elas vão chegar num outro nível de não vai usar mais a interface humana, porque ela não é eficiente para comunicação automatizada.
>> É tipo Jon versus XML.
>> A gente tá aí agora, agora tem o >> além do Jon, tem o Tom, tom. Tom, tem o M. O tom. É, tão simplificando porque para economizar.
>> Exatamente.
>> É negócio.
>> Então, eh eh enfim, vamos ver o que que vai dar, Fabi.
>> Sei lá, cara. Sei que tá interessante, tá divertido.
>> Ano que vem a gente volta para você contar mais novidades.
>> Só mostrar depois.
>> E aí a gente faz um, pode fazer um live aí. Quero ver você fazer uma uma dele com com teus funcionários.
>> Você vai se divertir.
Você vai se divertir.
>> É muito bom. E o resultado que vai trazendo, né? Nossa, pelo que eu vi aqui, tá ficando incrível. Trabalho ficando incrível. Tá no ponto final. Já agora eu tô corrigir tudo que foi feito.
Ah, uma coisa que nem eu peguei o código, putz, eu fiz tudo cagado. Ah, para consertar isso, aprendi a ferramenta do Sonar Cube.
>> Uhum.
>> Pô, então eu pego o código, jogo ali.
Hum. Deu aqui >> CMEL, >> 600 erros. Pera aí. Abre ali e corrige tudo. Ele corrige. Então, é questão do quê? De ter um capricho e falar: "Não deixa aí a solta, saca?
Coordena, fica em cima". Você não deixou o Dev solto, por que que você deixaria, né?
>> Então, então, e é aquela coisa, eu acho que os devo, velho, eles têm que abraçar, porque quem abraçar o negócio vai conseguir ter muito mais espaço no mercado do que quem faz no formato antigo, entendeu?
>> Sem dúvida.
>> Quem faz no formato antigo, né? A menina colocou lá, pô, nunca fiz is não, mas eu sei Vibe Coach.
>> Não, mas cara, a gente sempre desenvolveu o código de uma forma muito artesanal. Isso precisava mudar de alguma forma. Sim, >> né, >> Fabinho, obrigado, cara.
>> Obrigado você, cara.
>> Deixou, você deixou a galera com mais, você quer saber o framework que o Fabinho usa? Comenta aqui embaixo. Como que é?
>> Escreva Fabinho Ai no comentário. Não é assim galera faz um nickedin.
>> Quer saber mais sobre tal coisa? Escreva tal coisa. Comenta. Comenta aqui.
Fabinho. Aiai. E aí você vai, >> se tiver quantos comentários? Se tiver 50 comentários, o Fabinho, >> ó, tem mais de 20.000. Já bateu 20.000 seguidores aqui. O >> negócio tá dobrando, tá exponencial.
>> Tá exponencial isso aqui.
>> Então, galera, comenta aqui que aí o Fabinho vai contar.
>> Eu conto. Eu conto. Se tiver, se a galera quiser, eu conto. Não vou ficar, não vou ser bunda mole nem [ __ ] Vamos contar, vamos compartilhar esse conhecimento aí. Tem muita coisa customizada lá.
>> Fabinho, obrigado de novo, cara.
>> Obrigado você, W.
>> Tá sendo legal acompanhar essa jornada aí.
>> Tá. Você tá vendo mais de perto ali, né, que a gente de vez quando solta >> uns spiderzinhos.
>> Muito bom. Você que acompanhou a gente até agora, muito obrigado pela audiência de vocês. Se você quer contribuir ainda mais com o PPT no CPIL, você pode ser membro do PPT. Vai lá do lado do subscribe, você vai ter, você já tá inscrito, então do lado vai ter seja membro. Você sendo membro do PPT no CPIL vai contribuir com uma graninha para pagar a cerveja do Fabinho que eu estou tomando.
>> A dele é minha, né?
pra gente continuar produzindo conteúdo de qualidade e de graça para você, né?
Então, se você pode colaborar, ficaremos felizes. Se você não pode contribuir contribuir dessa forma, você pode contribuir muito, até muito melhor pra gente, que você deixe seu like, que você compartilhe para que outras pessoas recebam também esse conteúdo. Tão importante pra gente quanto qualquer tipo de incentivo financeiro é você ajudar a nossa comunidade crescer. Cadê o reiter me xingando? É você que é hater, você não gosta de vibe coach, o Fabinho aqui que também dá engajamento.
>> Pode dar engajamento, né?
>> Isso aí. Aí eu ponho o meu agente para responder para você ali.
>> Isso aí. Ele vai mandar o o Fred responder os comentários.
>> Cara, o Fred é bravo.
>> Lembrei do cachorro do meu do meu exunha pedir, >> valeu, galera. Valeu, Fabinho. Até mais.
Valeu, [Música] [Música]
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