Qualidade de Software: Desafios e Soluções Executivas
Convidados
Nilton Barioto
Head de DevOps e Qualidade @ Alelo
José Renato Silvestre
CEO @ BetterNow
Rui Rodrigues
Especialista em Arquitetura de Qualidade de Software @ NTT DATA
Explore o episódio
Neste episódio do podcast PPT no Compila, mergulhamos profundamente no universo da qualidade de software com três grandes especialistas do mercado! 🎙️ Contamos com a presença de Nilton Barioto, Head de DevOps e Qualidade na Alelo; José Renato Silvestre, CEO da BetterNow; e Rui Rodrigues, Especialista em Arquitetura de Qualidade de Software na NTT DATA. Juntos, eles compartilham experiências e insights valiosos sobre como implementar e manter a qualidade em times de tecnologia. Discutimos temas essenciais como cultura de qualidade, a integração entre times de desenvolvimento e QA, o papel do executivo na promoção de um ambiente que valoriza a qualidade e como os métodos ágeis impactam a qualidade de entrega. 🤓 Além disso, exploramos o papel da observabilidade e testes automatizados no processo de desenvolvimento, e como utilizar métricas para demonstrar o ROI da qualidade de software. Se você é um profissional de tecnologia que busca aperfeiçoar processos e entende a importância de entregar um produto de qualidade para o cliente final, este episódio é imperdível! 🚀 Não se esqueça de se inscrever, deixar seu like e compartilhar para que mais pessoas possam aprimorar seus conhecimentos! #Podcast #PPTNãoCompila #QualidadeDeSoftware 0:52 Abertura e apresentação 6:26 Mercado de Qualidade de Software nas empresas 11:46 Visão executiva e qualidade 27:09 Garantia com métricas e indicadores 31:32 Melhora da área de qualidade em empresas 38:02 Mudanças e transformações operacionais em TI 47:08 Detalhes operacionais para definição de ROI 53:43 Aparatos tecnológicos que trazem a qualidade para dentro da camada de desenvolvimento 1:06:30 Qualidade além da automação 1:11:27 Observabilidade e Qualidade 1:24:40 Métricas e gestão de risco 1:30:11 Dicas para profissionais 1:34:41 Agradecimentos e considerações finais Convidados: Nilton Barioto : linkedin.com/in/barioto/ José Renato Silvestre: linkedin.com/in/jose-renato-silvestre Rui Rodrigues: linkedin.com/in/rui-ml-rodrigues Spotify: https://spoti.fi/47QfpKK Youtube: https://youtu.be/qmT-eoYuWV4 Outras plataformas: https://linktr.ee/pptnaocompila Acompanhe nas redes Instagram e Twitter: @pptnaocompila LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/pptnaocompila Produção: Voz e conteúdo | https://www.vozeconteudo.com.br - @estudiosvoz
- Introdução ao Problema da Qualidade no Software (Preamble)
- Abertura e Apresentação do Podcast
- Apresentação dos Convidados
- Visão Geral da Pauta do Episódio
- Apoio ao Podcast
- A Importância da Qualidade de Software Hoje
- Qualidade e a Experiência do Cliente
- Perspectiva Executiva sobre Custo e Qualidade
- O Desafio da Comunicação e Medição da Qualidade
- Impacto da Qualidade na Alta Gestão e a Rotatividade em TI
- O Papel da Documentação na Qualidade
- Patrocínio: Clever
- Estratégias de Consultoria em Qualidade
- Desafios da Gestão de TI e a Evolução dos Métodos
- Equilíbrio entre Processo e Velocidade na Qualidade
- Medindo o ROI de Iniciativas de Qualidade
- Patrocínio: VMB
- Tecnologias e Ferramentas para Qualidade Integrada
- Observabilidade, Gestão de Risco e Maturidade dos Times
- Riscos e Débitos Técnicos
- O Custo da Automação vs. Teste Manual e o Impacto de Incidentes
- Gestão de Risco e Tolerância à Falha
- Considerações Finais e Conselhos
- Fechamento do Podcast e Agradecimentos
distribuição dessa aplicação hoje você vai e acessa Seu banco acessa tudo Qualquer coisa se você é cliente do a e você não consegue fazer uma operação ali na hora o canal já tá ali para você reclamar cara minha ambição em relação à experiência do meu cliente não pode ser tão ruim que ele possa mudar de uma de uma hora para outra se a empresa não tem uma cultura bem definida em um Road map um pouco mais a longo prazo você tá sempre recomeçando você tá sempre recomecei E aí o pessoal precisaria refletir é a gente vai ter que evoluir não tem como mas como que a gente tá fazendo adoção disso que vai muito do que você falou no começo a gente acabou de adotar um negócio estamos executando tem um ano surgiu não sei o quê cara vamos adotar também mas nem acabamos o projeto a gente já tá mudando muito bem muito bem meus amigos do PPT não compil estamos aqui para mais um episódio não sei qual o número Rui deve ser 140 e alguma coisa não tenho ideia não tenho ideia mas se eu não sei o número é porque alguém não testou direito Provavelmente o nosso processo de qualidade não está ok nesse podcast Cara eu estou totalmente de acordo com isso eu também acho alguém tinha que ter registrado isso alguém não tem documentação exato né Eu acho que ou não tem documentação de qualidade exatamente acho que a gente tem que rever alguns processos de desenvolvimento desse podcast e hoje nossa pauta é exatamente essa vamos falar sobre qualidade de software qualidade de entrega porque nem sempre é só o software né é o que a gente toca lá no cliente final né da experiência do cliente final exatamente e quem que tá aqui para falar com a gente sobre isso hoje aqui os ilustríssimos nton e Zé Renato meus amigos muito obrigado por vocês estarem aqui aqui com a gente nton barioto da Lelo fala PR um pouquinho pra gente do que você faz Onde você tá Dá dá um oi pra galera do PPT no compid Bom primeiro boa noite obrigado pela oportunidade que sempre é bom est falando um pouquinho de de qualidade processos aí e eu sou nton barioto sou head de devops e qualidade sou engenheiro de Formação com mestrado em tecnologia e hoje tô aqui para compartilhar um pouquinho trocar uma ideia aprender também um pouco e a gente Verê como é que a gente transforma um pouquinho aqui o nosso mercado brasileiro aí coloca uma melhor experiência para nossos clientes aí você sua formação é engenheiro civil não engenheiro da computação Ah menos mal porque eu ia fazer uma piadinha com engenheiro Cil mas estraguei a piada mas Engenheiro é tudo igual é É verdade mas eu um dia eu quero falar um episódio sobre engenharia da computação contra contra não né em relação a as outras as outras formações de tecnologia você vai ser nosso convidado Zé Renato da bedal CEO da BN dá um oi pra galera Oi galera apareceu o o chat de PT Obrigado por pelo convite eu acho que é muito interessante eu não estudei tanto quanto O Newton não tá mas a gente vem atuando aí no mercado de qualidade há alguns anos ah com soluções com Muita criatividade né Eu acho que é uma coisa que a gente sempre fala é eh problemas complexos com soluções simples Eu acho que é um caminho aí a seguir e uma coisa importante Obrigado pelo convite e vai ser muito legal show de bola obrigado pela presença de vocês a gente vai falar muito aqui sobre o processo de qualidade de software uma toda uma explanação executiva aqui de Por que que é importante ter qualidade de software dentro de uma companhia qual o resultado que a gente tem financeiro como tratar isso com uma esfera executiva como que tem que ser a visão disso e vamos falar também como a gente consegue operacionalizar a tecnologia para trazer qualidade de software para dentro da sua companhia então se você tem interesse nessa pauta quer saber como que você consegue colocar qualidade Como que você consegue tratar com o Executivo como falar com seeve a respeito de disso esse episódio é muito bom vai trazer muita informação para você e se você acha que o PPT no compila traz informação pra sua PR seu dia a dia profissional pra sua carreira ou até se você tá na academia se você tá no Sei lá tá na reunião e tá no Home tem gente faz isso né O cara tá no Tá congeladinho ali tá ouvindo o nosso podcast se você acha que a gente traz alguma coisa um benefício paraa sua vida você pode ser membro do PPT rupil vai lá no YouTube do lado do inscreva-se do lado do Sininho vai lá coloca lá que você quer ser nosso membro e você vai ajudar financeiramente o nosso projeto se você não tem condições de fazer isso hoje você já ajuda demais deixando seu comentário deixando seu like compartilhando esse episódio no SL da empresa pra gente crescer a nossa comunidade e trazer cada vez mais informações para você Então vamos lá que o papo tá muito bom Bora
[Aplausos] dep a gente fez um episódio sobre qualidade software já há algum tempo mas a tecnologia ela fica datada muito rápido né e o mercado fica datado muito rápido né né vou até deixar o Card aqui para quem quiser conhecer o Rui acho que tava nessa nesse Episódio também e acho que é importante a gente trazer esse contexto agora sobre qualidade de software e agora eu queria trazer com vocês uma visão um pouco mais executiva da importância da gente ter qualidade software no momento que a gente tá de mercado de tecnologia Então queria abrir primeiro para vocês aqui a primeira a pergunta de como vocês estão vendo o mercado de qualidade de software hoje dentro das empresas por essa pergunta qualidade sempre foi o o o a gordura do cronograma que aí quando eh apertava o cara faz fazia entrega mas pô não testou direito sempre era a a a gordurinha Que beleza se der se der tempo a gente testa isso ainda tá assim hoje ou como vocês vem atualmente esse mercado bom acho que eu posso começar puxando é que eu vejo as empresas estão mudando a mentalidade uma parcela pequena porque ainda a gente tem aquela mentalidade do do teste ao final do processo e eu testo quanto der para que eu entregue num prazo pré-determinado isso ainda Acontece muito mas cada vez as empresas estão vendo que qualidade não é uma área qualidade não é necessariamente uma pessoa e sim um atributo do do produto que ela entrega e esse atributo ele é um diferencial competitivo Então a gente tem n marcas aí que se posicionam como Olha meu produto ele tem uma qualidade diferenciada e eu cobro por essa qualidade isso é muito importante mas ainda aqui no Brasil isso aí não é uma realidade em todas as empresas ainda continuam colocando o nosso famoso que a goleiro no final goleiro que a goleiro vamos deixar lá o cara vai ter que pegar o máximo possível e ainda a pessoa que tá lá muitas vezes cuta quando volta algum incidente quem testou quem foi que testou isso po né cara não é não pergunta Quem quem desenvolveu né Não nunca então assim na minha visão essa ainda é é uma realidade a gente tá num processo de adoção e vai muito nessa questão de cultura da qualidade eh ao invés de eu tentar imputar a a qualidade em algum momento do ciclo de vida desenvolvimento eu começo a criar um produto com qualidade onde todos são responsáveis pela qualidade daquele produto e o que evita muito desperdício né Isso é muito importante a gente saber porque você tá pagando alguém para desenvolver ou criar um produto da maneira correta e depois pagando uma outra pessoa ou um outro time para verificar se o que deveria ter sido construído corretamente realmente foi construído Então a gente tem essa ainda muito disso no mercado muito desperdício pela falta da cultura de qu no processo de Engenharia e e é muito louco né porque se a gente fizer um paralelo Zé com com outros mercados V vamos vamos pensar que o software é um veículo você deixaria uma montadora você é um dono de uma montadora deixaria o carro ser ser montado até o final E aí beleza montou aí vai para um time que vai rodar com o carro vai dar pirueta com o carro vai dar cavalinho de pau com o carro vai trocar a gasolina que bota no carro vai sair de terceira vai sair queimando pneu para saber se o carro quebra é não é mais fácil você ter qualidade em cada processo e garantir que o produto final tenha qualidade e será que é uma imaturidade ainda do nosso da nossa indústria de software na tua visão eu acredito que hoje até na esteira do que o nton falou a qualidade tem mudado porque com a chegada dos apps e a distribuição dessa aplicação hoje você vai e acessa Seu banco acessa tudo quanto é coisa se você é cliente do ar e você não consegue fazer uma operação ali na hora o canal já tá ali para você reclamar então o cliente entrou no jogo também as empresas estão mudando mas a mudança é demorada e muitas pessoas e distribuídas em várias organizações estão começando a olhar isso mas assim ainda o vi é o custo entendeu aquela aquela velha regra né os 30% que a gente economiza no projeto a gente redireciona a gordurinha pro desenvolvimento mas como Hoje você tá distribuindo esse negócio seu cliente tá participando ali na ponta né ninguém mais vai em agência no banco né a gente foi outro dia porque eu precisava fazer o negócio e só podia fazer na agência Então e o cliente participa muito mais e a concorrência tá grande então você tem que correr atrás da qualidade você não quer abrir um aplicativo eh e não conseguir fazer o que você precisa você quer fazer uma conta você quer fazer uma série de coisas e a tecnologia permite isso e hoje eh eu já venho trabalhando qualidade alguns anos você vê que tá muito mais fácil mas a gente ainda trabalha conceitos básicos e times distribuídos eu acho que esse também é uma outra questão da maturidade porque você vê nas empresas que tem pessoas tem squads tem pessoas que estão mais evoluídas e outros ainda que estão menos mas a questão é esse paradigma ele tá sendo quebrado porque o cliente entrou no jogo e do do ponto de vista executivo vocês como vocês vem o o o Executivo olhando pra qualidade porque chamou atenção na tua resposta Zé eh a questão do custo como prioridade né isso faz um um certo sentido quando a gente olha da Visão da Média gestão né então o cara fala ali do do do custo do projeto o o tempo que o projeto vai levar porque Claro se você tem mais critério com qualidade o projeto ele tem mais atividades e ele tende a ter um tempo e relativamente maior eh e tende a ter mais pessoas olhando para isso e ter um custo Claro questionável o quanto maior ou não mas pode ter um custo um pouco mais elevado mas se você olha do ponto de vista executivo da média para alta gestão o custo do um software ruim com baixa qualidade ele é muito maior do que o o o o software de alta qualidade porque esse software que foi entregue um projeto mais barato ele vai onerar de maisis operação ele vai virar incidente ele vai precisar de mais horas de monitoramento ele vai precisar de hotfix ele vai ter uma série de outros curos atado aquele produto que saiu do escopo da Média gestão né então aquele Saving que o cara pô entreguei antes e tal já não existe mais né então olhando de de do ponto de vista executivo é muito melhor você ter um software com boa qualidade com prazo razoável e com custo razoável do que você ter uma entrega muito rápida com baixa qualidade vocês acham que essa visão dos executivos tem melhorado ou ainda tá muito na respons abilidade da Média gestão só complementando Elon você nem comentou da imagem corporativa exato pode ter um impacto horroroso a assim um custo imenso por conta de às vezes algumas horas a mais de esforço sim é eu eu tenho uma visão particular sobre essa questão do o que que o Executivo ele tá vendo no dia a dia porque tem uma particularidade do que aquele executivo ele tá envolvido tem executivos que eles estão envolvidos em determinados setores que talvez não esteja tão exposto ou a mudança mudança do cliente não é tão facilitada ou tão simples e o cliente acaba sofrendo ali um um período complicado ali por conta de um pensamento do tipo Olha eu vou atingir data eu vou atingir cronograma Vou atingir orçamento o custo o que cust tá agora aquele pessoal que tá mais exposto que o cliente tem uma facilidade muito grande Olha tive uma pésima experiência eu mudo pro outro tive uma péssima experiência Eu passo pro outro esse executivo ele tá mais antenado com isso E aí o que muda na na no pensamento desse executivo a ambição cara minha ambição em relação à experiência do meu cliente não pode ser tão ruim que ele possa mudar de uma de uma hora para outra então isso acaba tendo ali um um reflexo na companhia como um todo por há um desdobramento de uma cultura onde você tem que ter a noção que pessoas têm uma facilidade muito grande de trocar ou nunca mais se e e vincular a uma determinada marca então isso tem mudado muito então a tecnologia faz o papel dos dois lados né cria esse contexto de pô de certa forma fragilidade numa de engenharia se você tiver atrás de custo e prazo e também cria os mecanismos ali para regular o próprio meio do tipo se vocês não tomarem cuidado eu mudo eu vou pro seu concorrente eu topo pagar um pouco mais caro no no banco xpto porque eu tenho uma experiência melhor e existe muito disso aí então depende do setor ainda vejo que tem setores mas e abertos a esse contexto de olha vamos entregar um produto digital realmente robusto e tem setores que cara não tem como o cara sair ele tá aqui ele tá o cliente a gente entende que talvez não seja a melhor experiência mas também o o bloqueio seja regulatório seja por outros mecanismos não permite que ele tenha essa facilidade Mas aos poucos isso vai mudando aos poucos o mercado vai dando essa flexibilidade mas eh é que vou falar um pouco do mundo perfeito né enfim a gente sabe que o mercado de tecnologia e o mercado corporativo tem muitas nuances e a gente não consegue medir tudo pela mesma régua mas o o Executivo um cara que é um C level que tem uma uma gestão de Tecnologia de de cx Esse cara tem que tá olhando para fora né tem que tá olhando para fora quem tá olhando pra meta de de prazo custo etc é a média gestão que é onde mora o problema agora esse executiv é o que tem que est olhando Pô o meu a qualidade do meu produto tá and ou não E fazer essa parede com com o cara que tá gerindo internamente claro que nem sempre a gente vê essa situação no mercado tem muito cara que tá pensando ali em meta interna para enfim bônus etc mas no mundo perfeito né deveria ser assim você deveria ter um executivo olhando para fora pro crescimento da empresa e orientando adequadamente para dentro e aí por isso que eu digo que é mundo perfeito porque se esse cara tivessem olhando dessa forma você teria uma flexibilidade com a média gestão para poder cara beleza não vou te entregar em seis meses vou entregar em nove mas eu vou entregar bem né mas infelizmente nem nem nem sempre o mundo é perfeito isso aí é assim acaba acaba sendo até aquela situação do tipo ninguém quer dar notícia ruim ou ninguém quer trazer isso sua tona E aí o que acontece eh muitas vezes para cumprir Um um acordo um pré-acordo ou algo que já foi determinado até veio daquela maneira as pessoas às vezes vão fazendo aqueles sacrifícios ali durante o processo isso que muitas vezes acaba minando a companhia às vezes até o o gestor ali o se level tem uma boa intenção e ele tá aberto a escutar falar cara eu gostaria de negociar se você me trouxesse aqui os parâmetros corretos mas esses parâmetros muitas vezes não chegam E aí pode ter n possibilidades desde e uma segurança psicológica do a trazer aquilo ali não sabe qual é a reação porque talvez a cultura não seja mais aberta ou uma questão realmente p a empresa não é acostumada a negociar esse quesito e não vai ser agora que a gente vai começar a abrir mão de prazo versus qualidade pô qualidade Vamos botar lá e depois conforme for gente vai fazendo as correções de Rota muitas vezes cara é É tem que todo mundo sentar na mesa e ver o que que é factível o software perfeito não vai se for uma decisão consciente não vejo n problema né Tá todo mundo comprado com o risco e e e sabe que tem débito técnico ok e e às vezes tudo bem depende Depende do nível de tolerância que você tem para aquela funcionalidade em desenvolvimento eu acho que é um outro ponto de vista que a gente precisa ter em conta também não é tudo que precisa ser 100% perfeito mas eu tenho que investir o suficiente nem mais nem menos para construir a qualidade necessária para que o meu cliente final possa usufruir disso da maneira correta agora o quanto é necessário o quanto é o correto é um grande uma grande pergunta e que eu vejo que o mercado de qualidade os profissionais de qualidade começam a perceber as maneiras de medir e fazer escalar essas essas medidas porque eh Teoricamente faz muito stio a gente dizer que se eu resolvo antes o meu problema ele é mais barato mas quanto Me Custa se chegar em produção não são comuns os profissionais de qualidade que conseguem obter esse número e aplicar de fato na realidade da empresa e mostrar o quanto que a qualidade pode est evitando de problemas ou ajudando na finalização que é um outro ponto de vista também sim e tem uma outra variável aqui aqui só pra gente não não não achar que a gente tá pensando Só no no mundo perfeito eu já eu vi muito esse esse Enfim acho que todo mundo que usa o Linkedin deve ter visto né corrigir no desenvolvimento custa tanto corrigir produção mas tem um outro curso paralelo aqui que é o curo de não entrar com produto no mercado que é o curo de Lead time e às vezes dependendo do mercado que você tá você assume o risco de você ter uma correção lá na ponta para você ter um pioneirismo ou ter um um uma ação de mercado que você já colocou produto no na praça e você tem um retorno maior que pode ser que compense aquele custo de imagem custo de de de de desenvolvimento que é mais caro lá na ponta e é por isso que eu digo que volto na pergunta com vocês o Executivo tem que tem que ter essa visão porque a média gestão não tem essa informação então é o cara que tem que falar não eu banco Bota lá no ar porque Beleza vai me custar 1 Milhão para corrigir em produção mas me custa 30 milhões no entrar no mercado é um ponto importante da onde eu tenho visto onde a alta gestão tem mudado a concepção em relação a qualidade e investimento é quando a informação chega menos compilada então assim tivemos um problema ok a gente apresenta detalha e eles participam da solução e vê assim cara mas aonde a gente errou tudo bem desenvolvemos alguma coisa não tivemos tempo para testar Ok vamos fazer um projeto agora como que a gente testa melhor Ah não pô envolve dinheiro tudo bem diz quanto é que custa que a gente diz quanto é que dá mas assim quando o acesso chega e você tem na alta gestão o pessoal com uma experiência mais técnica Você traduz isso aí pro para um conselho Você traduz isso aí para uma estratégia e como que não recorre nos mesmos problemas né que é o tal do do bug conhecido né ó ninguém clica ali porque a gente sabe que não funciona então como que a gente resolve isso como que a gente acessa é a forma como chega então algumas empresas você vê até em reuniões eh ali que a informação chega um pouco mais detalhada e tem o pessoal que consegue vira pro lado F assim ô o que que ele falou ali Ah assim assim assim assado vamos resolver isso aí de alguma forma e qual que é a forma dependendo do tamanho da organização é aquela coisa tem projeto vamos ver Trein a gente tava falando de Treinamento ou como que a gente gente faz ali na camada de de de desenvolvimento qualidade a gente começar a romper a cultura do Herói né porque tem um time grande mas tem dois TR que resolve tudo mas como que a gente consegue esses do TR ser 25% 30% do negócio e a gente distribui isso então assim o que eu vejo é quanto mais a informação chega não tão compilada fechada e binária né pô erramos refizemos acertamos mas assim o que que a gente errou e os executivos toparem participar disso eh o negócio começa a fracionar e resolver os pequenos problemas vocês acham que tem um um um problema aqui de perfil desses executivos talvez não serem tão técnicos para interpretar essa informação ou isso talvez deveria ser papel mais da Média gestão de municiar para tomada de decisão eu acho que falta comunic comunicação do tipo eh uma Abrir canais ali para você entender os problemas que estão vindo de baixo para cima a outra é você também estando ali no no se level é você também colocando o que você pode fazer ali o que você pode entregar para os seus times ali em relação a o que acredita em relação a ser boas práticas o que que deveria chegar muitas áreas eh Às vezes tem muita informação a respeito de qualidade de software como experiência do cliente uma área comercial p é rica em em experiência do cliente eh que poderia trazer isso paraa Engenharia e isso aí poderia passar pelo pelo se level falou Olha nós temos n problemas aqui no nosso contexto que nós precisamos endereçar aqui no nosso esteira de Engenharia e de certa forma o operacional ali dessa esteira também tem que devolver fal cara entendemos tudo que vocês colocaram aqui mas ó precisa de mais investimento precisa de mais treinamento precisa de outros canais aqui que não necessariamente estão só vinculados a a essa questão do tipo tempo dinheiro ou testa mais isso aí precisa é uma uma negociação constante né a gente precisa est sempre aberto a ouvir ambos os lados e tá disposto tem gente que não tá nessa disposição toda de sentar na mesa e ouvir muitas vezes que certas coisas não funcionam não né sim eh existe sim também o o o lado eh do se level que não quer saber a data marcada foi tal vocês vão me entregar na data tal sim ou sim e isso acaba gerando um um esse feedback que nem sempre é positivo de cumprir da maneira que seja uhum Ok Isso tem tudo a ver com a falha de comunicação que que você acabou de comentar né talvez se a gente trouxesse a informação de uma forma mais precisa dizendo Olha só o risco o nosso histórico de perdas econômicas por falhas de software é x o risco existe e eu estimo que tem uma possibilidade aí de 0.88x de você ter este este ter que fazer esse investimento querendo ou não Será que não faz sentido a gente antecipar e essa esse investimento dando um pouco mais de prazo paraa equipe trabalhar Será que o investimento não será melhor nesse nesse contexto não Será menor Nesse contexto agora eh para você conseguir convencer um executivo que tá olhando para fora com esse esses argumentos você precisa levar números e eu vejo que a a a média gestão e as equipes de qualidade fal muito em medir de fato o que tá acontecendo e fazer essa informação chegar pro se level posso pôr uma pimenta para passar para vocês lógico causar uma pequena polêmica eu acho que não seria um problema para um executivo definir que ok se a gente vai entregar bem sem sem falhas vamos estender o prazo mas será se sente confortável em Ok eu eu realmente vou ter um produto melhor depois ou se esses caras só estão me enrolando Porque eles estão perdendo o prazo e estão dizendo que vão testar mas não vão testar e estão estendendo o desenvolvimento e entra no ponto que o Rui falou como é que a gente metrificação porque não adianta você que é um gerente um médio um médio gestor chegar e falar pro pro pro pro executivo e falar olha se se eu te entregar daqui a duas semanas eu vou te entregar com qualidade se eu te entregar amanhã que nem eu te prometi podemos ter problema porque eu não vou testar como é que você garante isso para ele e aí você entrega depois de duas semanas e dá um pau em produção dá pau é eu tenho uma visão a respeito de métricas e indicadores que eh a gente nunca pode olhar a foto métricas indicadores você tem que olhar tendência e como se comporta ao longo do tempo ex então se você tá olhando um ciclo um período você já tem indícios de que olha que tá sendo realmente dito tem fundamento porque o comportamento é xpto então assim Primeiro passo seria nunca olhar só o retrato olhar o filme né um outro problema e aindo nessa linha que acontece muito o ciclo de dos profissionais em ti tá cada vez menor então assim cada vez mais ali você tá renovando cabeças e assim o que acontece cada um que entra pode ter uma ideia brilhante ou aquela aquela ciência de foguete para implementar ali nisso se a empresa não tem uma cultura bem definida e um roadmap um pouco mais a longo prazo você tá sempre recomeçando você tá sempre recomeçando Sim sim e aí o que acontece Você às vezes tá tentando implementar uma ia numa empresa que não tem maturidade nenhuma nem para fazer experimentação contínua né experimentação contínua Então o que acontece tudo vira um um um processo de desconfiança tanto de quem tem trazendo aquilo novo fala pô o cara tá vindo aí com um negócio que de novo essa historinha e o Já ouvi isso e quem tá tá chegando fala Pô pessoal não quer se mexer pô não quer Inovar não então assim sempre tem essa questão em empresas que Lógico tá fazendo parte do nosso dia a dia mas essa velocidade com que o profissional de ti muda de emprego muda de carreira ou muda de Rota afeta muito a cultura de uma empresa Principalmente olhando para quesitos de qualidade minha minha visão a respeito desses dois tópicos aí e aí tem a qualidade da documentação também que tem um Impacto Profundo nessa rotatividade que você comentou que documentação né Pois é documentação mudança de que é is agora é tudo ágil não tem documentação para qu ó que o agil vai vai agilista aí vai tomar Tom vai ser cancelado aí falar isso aí quero falar com você agora quem ainda não conhece é Clever Clever é uma empresa que já tem mais de 3 milhões de usuários em 30 países com 30 idiomas diferentes que T trazido Soluções em blockchain criptomoedas e ativos digitais o objetivo da Clever é te dar liberdade financeira para operar nesse mercado de cripto então se você acredita nisso se você acredita nessa Liberdade você já Pensa como a Clever vai conhecer os caras é Clever Paio estão contratando também pessoal para trabalhar com cripto com blockchain então se você tem interesse se você tem conhecimento nessa área procura Clever se você gosta de criptomoedas se você opera no mercado você precisa conhecer a Clever precisa conhecer as soluções da Clever então o endereço tá aqui embaixo no vídeo para quem não tá no YouTube é Clever pai vai lá vai conhecer que realmente é um mercado sensacional [Música] e ô ô Zé uma pergunta para você cara você que tem uma empresa que que ajuda auxilia outras empresas nesse processo de qualidade como é que você aborda um cara que uma empresa um um executivo que que te procura pensando olhando para esse processo todo né olhando de fora porque você você consegue ter uma visão crítica de fora né e ele vai te trazer esses problemas e como é que você trata essa visão do ponto de vista de de de decisor dele com a média gestão como é que você vê isso de fora cara então é é mais comum que a gente imagina né aquela M aquela aquela frase a gente faz faz faz mas a gente não chega na maturidade que a gente gostaria tá é tem muito a ver com com com as próprias mudanças mas eu acho que assim um fator principal é que a gente entende eh talvez qualidade como teste a qualidade ela vem como princípio desde o início então assim como que eu desenvolvo com qualidade algo que seja testável né Eh como que eu consigo avaliar e também distribuir isso porque o que que acontece hoje por exemplo eh a gente tem desenvolvimento de alguns produtos e a gente já usa aí algumas eh questões relacionadas com o machine learning e a aí cada um D um nome que acha bacana mas que a gente gere essa documentação de forma mais automatizada e que seja revisada mas que consiga ser o negócio Vivo tá então assim eu acho que o primeiro passo é a gente ver normalmente o que que a gente propõe é avaliar Qual que é a maturidade do time em relação à qualidade mas não time de teste todos os times porque a gente pode tá falando de ambiente a gente pode estar falando de ferramenta a gente pode estar falando da própria maturidade do time porque que eu tenho lá eh cara 100 squads e alguns são muito bons em qualidade outros são muito bons Mas como que a gente mede esse negócio então assim Eh você tá embasado ali e juntando esse monte de informação de forma que você compile e consiga ter um Analytics que você vê qual que é a performance Desse pessoal seria um primeiro passo porque assim por mais que existe a impressão do ruim todo mundo tá entregando software todo dia a empresa tá funcionando tá faturando os clientes estão acessando os apps o pessoal interno tá trabalhando mas o que mais a gente poderia fazer essa é a grande Pergunta baseado nisso Quais são os gaps o que que são os gargalos e a partir daí você construir um time tem muitos lugares que a gente vai trabalhar que a gente não entra com time técnico a gente na verdade entra consolidando o que o pessoal já tá fazendo e os objetivos de boas práticas né então assim já tem um R de Map esticado Mas qual que é o Gap para chegar ali a gente quase chega e não chega talvez é algumas decisões em relação a volume entrega Como Que a gente entrega entendeu eh uma coisa muito importante que a gente sempre aborda é a questão relacionada cara vamos dar uma olhada nos incidentes em produção e aí a gente volta dali para trás a partir daí você consegue ter uma massa crítica de problemas para resolver e você também consegue chegar lá no nível da média e alta gestão com resultados práticos pô lembra o problema que a gente não não temos mais entendeu então a performance do time tá muito ligada e uma coisa que eu acho que mudou bastante é a integração em relação a desenvolvimento e qualidade entendeu então assim tem um uma sinergia ali tem uma condição que tá muito mais favorável em relação a 10 15 anos atrás eu acho que é uma coisa perceptível Então você consegue trabalhar ali as questões porque muitas vezes a gente chega ali num num c a gente chega num VP de tecnologia tem uma visão você vai descendo a coisa vai ficando mais técnica mais densa mas como é que você volta isso lá em cima e fala cara não é tão ruim assim mas tem um caminho entendeu eh eu acho que o princípio é esse e muito dos problemas estão relacionados ali à própria dinâmica e comunicação do time é isso que eu ia comentar também que você comentou agora eu lembrei do ponto que o que o Nilson comentou pouquinho e eh comunicação faz toda a diferença eh Por que que a informação que que tá mais densa do lado técnico não chega pro se level né Por que que a informação de objetivos de negócio não chega pro pessoal de de mé e e operacional média gestão e operacional eh Será que não é esse o problema será que não é essa ausência da ponte que não gera uma grande parte do problema eu tenho uma opinião muito particular sobre isso de que eu acho que nós temos médios gestores com muito pouco conhecimento técnico para poder fazer essa ponte né Eu acho que nós que somos gestores de Tecnologia mas temos uma responsabilidade de negócio tem que saber jutar com as duas pernas né Uhum E aí você conseguir traduzir aquele objetivo de negócio em objetivos técnicos eu não sei se pode parecer uma uma visão muito simplória por eu ser nativo da área de arquitetura que a gente tem que fazer isso naturalmente Uhum mas eu acho que isso deveria estar no DNA de todo gestor de ti sabe acho que a ti ela tem que deixar de ser commodity e ela tem que ser o meio de objetivo de negócio o objetivo do gestor de T não tem que ser entrega de TI tem que ser entrega de negócio el tem que ver como ele impacta o negócio né Isso tem muito a ver com processo de qualidade com processo de de de entrega de valor porque qualidade é entrega de valor gente né se você não entrega bem você não tá entregando valor você tá entregando valor pela metade você tá entregando um valor ruim né então eu eu acho que tem um pouco disso sabe de eh não aliás vou transformar isso até numa pergunta para vocês para entender como que vocês veem isso acho que a gente passa por modelos de transformação na operação da tecnologia muito rápido e que não sei se isso é uma falta de de de uma consolidação do do do nosso processo etc eh mas a gente não tem uma operação muito clara e enfim todos vocês aqui tem tem o o o business Core das empresas de vocês mas eu trabalho na área de saúde se você vai numa numa área de saúde por exemplo o médico ele tem um padrão de procedimento ele tem uma conduta ele tem uma o hospital ele tem uma operação muito semelhante a ti não tem sabe então a gente até Poucos Anos Atrás a gente estava falando de Waterfall agora é o AJ o a já questionado e e E aí a gente tem as mesmas entregas que a gente precisa fazer a gente tem documentação que precisa de gerar mas a operação cara toda hora ela muda um pouco sabe até pouco tempo atrás a gente falava de devops devops era você botar o cara de infra junto o cara de desenvolvimento aí o devops virou um processo de automação começam a falar de pipeline Aí entrou um cara que sabia das duas coisas que virou sre cara é uma é uma transformação operacional muito grande na de tecnologia e eu acho que isso dificulta um pouco a gente ter uma consolidação do do nosso mercado sabe aí eu fico pensando o que que vem agora com ia será que a gente vai ter uma operação muito diferente disso né Eh a gente até brincou aqui pô não mas é a Já eu não ten documentação cara é uma deturpação do método e a gente não tem uma operação Clara só só um desabafo aqui viu gente o rost dando um um um desabafo que é nossa cara é nossa profissão sabe é é eu eu eu eu vejo muito que a gente aqui no mercado brasileiro a gente tem um um um alguns conceitos pré-estabelecidos então o primeiro conceito é cara quanto menos processos eu tiver mais rápido eu vou colocar código e não necessariamente é é uma verdade eh se eu tiver muitos pontos de verificação eu posso ingessar o processo posso mas o que a gente tem que tomar o cuidado é no equilíbrio muitas vezes eh empresas saem do da maturidade zero em relação a à cultura de qualidade ou processos de qualidade e quer implementar um processo totalmente robusto cara você vai parar de colocar código em produção você não pode chegar de uma hora para outra e fazer uma virada de chave ou pior ou você pode colocar código ruim muito mais rápido R né Então beleza o critério é a velocidade beleza mas você vai colocar cocô no ar rapidinho rapidinho vai ser o desastre à vista né isso o que a empresa tem que tá sempre antenada é na melhoria contínua começa com processo simples tá funcionando olha mas tá gerando muito incidente vamos entender desses incidentes como o Zé colocou Qual que é a origem desses incidentes Olha é uma história talvez mal colocada é algum processo aqui que faltou testes unitários Talvez seja alguma coisa aqui no nosso ambiente cara vamos entender o que tá gerando E aí sim vamos fazer a melhoria mas não implementar um processo de uma hora para outra ou tirar um processo de uma hora para outra que aí você pode instalar o caos ali né e o que tava ruim pode ficar pior Então isso é muito eh salutar tá olhando para Passos teve recentemente um senhor de um banco famoso num evento famoso que falou alguma coisa sobre não ter processo de teste de colocar em produção muito rapidamente que não tinha que testar não tinha que ter arquitetura etc e deu um barulhinho aí na na no mercado de ti né a gente fez um episódio sobre isso inclusive vou deixar o Card aqui em cima não sei se aqui nunca sei é aqui em algum lugar aqui olha aqui que tá aqui tá ol e eu tenho uma visão que sendo muito sincero eu não sei se é otimista ou pessimista tá eh o mercado de software está mudando com uma velocidade muito grande a Lady Moore é inexorável e essa velocidade que a gente tem de de de processamento se reflete em novas práticas e essa velocidade apesar da da Lady mur já meio que ter perdido a a a validade que ela tinha antes assim se tornou eh a medida que ela traz tá menos menos Clara né É não tá exata mas o conceito acho que permane exato eh a gente continua acelerando com uma velocidade muito grande a a mudança dos processos as novas tecnologias que que estão acontecendo e a gente vai ter que continuar se adaptando eh eu acho que a área de tecnologia tem o o benefício e a maldição de estar o tempo todo acelerando o seu desenvolvimento mas eu tenho um ponto sobre isso Rui diga que eu não sei se a gente tá aperfeiçoando e acelerando Será que a gente é claro que a gente teve uma visão diferente do processo de desenvolvimento quando a gente saiu lá do waterfall passamos a ter entregas mais granulares mais contínuas etc mas eu não sei se de lá para cá a discussão de processo que a gente tem tá trazendo benefício de fato sabe ou se a gente tá só tumultuando o o o o meio do caminho sabe acho que a gente teve uma grande ruptura com o Waterfall para um para um modelo ágil até porque o mercado demandou tecnologia demandou e arquitetura de sistemas demandou não tem como trabalhar daquela outra forma mas essas mudanças que a gente tem no dia a dia de papéis de de pô não agora é kamban não é kamban masan não sei eu eu acho que isso tem um que de Hype Sabe sim concordo e e que atrapalha um pouco a operação Nossa como tecnologia sabe eu não sei se esses essas mudanças esses hypes contínuos de fato refletem entregas melhores e entregas mais rápidas né tem que ver a adoção né porque talvez o que o pessoal precisaria refletir é a gente vai ter que evoluir não tem como mas como que a gente tá fazendo adoção disso que vai muito do que você falou no começo a gente acabou de adotar um negócio estamos executando tem um ano surgiu não sei o quê cara vamos adotar também mas nem acabamos o projeto a gente já tá mudando ou então Eh como que o time tá absorvendo isso eu acho que outra medida que você vê muitas vezes é até empresas quando você tem uma mudança de cultura e se for muito radical o pessoal não adota Se for muito lenta a hora que todo mundo adotar você já tá atrasado de novo mas essa adoção e muitas vezes sempre tem aquele negócio não tem o pessoal ali do projeto especial então eles estão lá com a linguagem a com não sei o qu sei o que lá e o pessoal do lado de cá tá olhando e falando assim né mas como é que liga aquilo com isso entendeu não pô a gente aí cria uma camada aqui pô então a gente além disso a gente tem mais uma camada e a gente tem aqui como que a gente faz essa adoção de forma que você não bloqueie nada mas que você consiga adotar mas o time tem que acompanhar Porque no final tem alguém desenvolvendo tem alguém testando e tem alguém usando entendeu Então como que a gente muda isso até mesmo se você olhar aí o softwares extremamente usados em telefone esse negócio eh muda muito ao longo do tempo mas a gente não tem mais aquela ruptura do que cara pô antes era para cima agora é pro lado tipo você chega lá usa esse aqui como é que liga antes tinha 10 botões agora não tem nenhum entendeu então assim eu acho que essa mudança ela vai ter que ter um processo de adoção aonde o time consiga ver aí a gente volta no dado como é que é a nossa performance a gente vai conseguir fazer acho que é uma coisa importante pras pessoas estarem pensando até mesmo fazer o contraponto a hora que a gera aquela informação ó agora a gente vai para tal coisa alguém tem que levantar no meio do negócio fou assim OK mas detalha um pouco mais Entendeu nesse nesse meio termo a gente acabou falando um pouco sobre método e etc mas vocês acham que é possível eh e aí trazendo qualidade pro foco de novo Eh olhar para uma operação como um todo e e levar pro executivo por exemplo um roi de ampliar por exemplo um uma iniciativa de qualidade eu quase falei time de qualidade mas já seria corrigido né então uma iniciativa de qualidade dentro de um de uma companhia como é que se mede o Roy para um executivo quando a gente olha para quisito de qualidade quando a empresa eh já entra com um pensamento de perpetuar uma área que vai administrar pessoas em times para garantir uma qualidade Então você já tá transferindo uma responsabilidade para uma entidade externa então assim quem tentar provar um Roy neste modelo cara não vai provar já vai ser difícil eu pensei um pouco mais eu tô no sentido de Vamos engordar um pouco os times vamos alargar os prazos vamos trazer mais mais mais investimento pras iniciativas para estimular a cultura de qualidade isso Nesse contexto que que por exemplo eu recomendaria para quem tá pensando fazer algo desse tipo Olha eu preciso aculturar a empresa eu preciso fazer um investimento então eu vou investir aonde eu vou investir em treinamento eu vou investir em capacitação em R Zone com os times para que eles entendam a importância de entregar o produto com qualidade e não vou investir em um profissional para ficar aferindo uhum aquele aquele produto continuamente Neste contexto onde você imputa a responsabilidade lógico aliado à capacitação você deixa de ter pessoas especificamente para fazer isso porque o produto tende a sair com maior qualidade Então você troca pessoas ali na linha de frente por capacitação de time com olhar de qualidade e com essa potencial redução você vai ter que um time menor fazendo a orientação e o aceleração do seu desenvolvimento Então como que eu consigo acelerar as entregas não com um cara testando mas trazendo o conceito do que H Engineering ali olhando para os times que que eu posso trazer aqui em relação a simuladores rebatedores e outros processos que aceleram meu dia a dia ou muitas vezes você tem sistemas altamente acoplados que um Squad evoluindo quebra o outro como esse cara com um olhar de qualidade consegue auxiliar o pessoal olha vamos trabalhar com uma virtualização Vamos trabalhar com uma massa de dados corretamente para que todo mundo consiga trabalhar fazer os seus testes e a gente prosseguir com um produto para uma fase ali que a gente vai ter que fazer um teste realmente integrado mas ninguém vai ficar parado porque um quebra o outro então assim o conceito estaria muito mais ligado a os times sendo capacitados e tendo aceleradores do que pessoas efetivamente ali fazendo o processo de teste manual olha gera plano Me conta aí como é que foi feito olha peguei um incidente vai e volta vamos evitar que o incidente seja criado ao longo do processo na minha máquina funciona mas com o docker acabou isso aí hein acabou isso aí não quero ouvir mais isso aí não hein exemplo interessante do que o o nton falou em relação a e e você perguntou relacionado com o Roy por exemplo como que a gente faz o desenvolvimento paralelo de times de api ou frontend ou que for Uhum E a gente tem tido uma experiência bacana que é o que ele comentou com virtualização então assim uma vez o contrato lá fechado virtualiza tudo e todo mundo trabalha em paralelo E à medida que as inclusive o time que vai executar ali criar as automações os testes E aí por diante então assim tem abordagens Hoje não só no desenvolvimento mas em qualidade aonde você consegue ter esse tipo de paralelismo que a gente não tinha o que que era Pô você desenvolve a sua eu começo a partir dali você já tá fazendo outra parte e no final entra o teste entendeu entra a qualidade mas o que que a gente consegue a gente consegue realmente ter os times ali trabal olhando a parte simuladores Putz A gente tem um gargalo gigante não precisa ser externo pode ser interno tipo é um legado é uma coisa é outra lógico quando você vai fazer ali o o fim a fim você precisa ter tudo dentro da sua esteira mas em tempo de desenvolvimento não essencialmente baseado nisso tem abordagens que você consegue trabalhar que você mostra o Roy entendeu mas baseado em head count vou enchar o time vou entregar no prazo a gente volta naquele dilema né pô a o teste atrasa o projeto não ele começa depois que todo mundo entrega ninguém tá atrasado o conceito é um pouco mais diferente mas tem abordagens que dão muito ri e a gente tem visto aí tem feito algumas coisas que são muito bacanas bom você que tá vendo esse podcast da hora tá vendo um monte de problema aqui que a gente tá colocando né e Quer uma ajuda aí na sua empresa faz o seguinte entra no site aqui da VMB que a gente pode te ajudar vem be.io nós somos uma empresa relacionada a arquitetura de soluções a modernizações de aplicações também atuamos na frente devops para ajudar vocês a serem extremamente ágeis então dá uma olhada no nosso site que vai est aqui embaixo vb. i e lá você vai poder ver um pouquinho da nossa história dos nossos profissionais e aproveitando se você for um profissional da área de tecnologia que tá Aim de trabalhar numa empresa legal um monte de colega gente boa e tecnologia de ponta manda o e-mail para pcare @v be.io é is agora eu quero meu show Vel já que CR aente chegou nesse ponto sobre Eh esses detalhes de operação né para definir o Roy etc queria perguntar com a experiência de vocês o que que a gente consegue hoje de artefato Tecnológico de operação tecnológica com a tecnologia que temos hoje eh quebrar um pouco desse paradigma das pessoas olharem pra área de q como o coitado do do tester que no final é o goleiro como Newton falou e que vai fazer aquele monte de teste vai botar Excel injection etc que que a gente tem de aparato tecnológico hoje que vocês utilizam que a gente consegue e trazer a qualidade para dentro da esteira de desenvolvimento paraessa pro pro ciclo de desenvolvimento das aplicações e tentar reduzir um pouco do possível overhead que a gente tem para trazer a qualidade né porque a gente tem formma de automação etc queria falar desse contexto mais operacional tecnológico com vocês agora é eu eu quando eu olho para esse contexto tecnológico eh como ar conversou eu vejo muito pessoal de devops mas naquele papel de aut ação sendo um cara fundamental hoje em dia por quê Porque ali naquela esteira ali naquele chassi você coloca muitas coisas que e ajudam muito ou aceleram ou gera aquelas ratoeiras eu brinco vou botar as ratoeiras aqui no processo aqui pra gente ver onde tá onde tá fugindo aqui então você coloca uma análise estática de código você começa a olhar vulnerabilidade de segurança você começa a olhar cobertura de testes unitários que tudo isso daí vai gerar um reflexo gigante por quanto mais você faz esses testes automatizados menor vai seu esforço seja em automação funcional seja ou até mesmo no teste ali manual então assim você tem um ganho absurdo olhando para a esteira e aí indiferente se usa e a tecnologia A ou a tecnologia B mas todo mundo tem uma espinha dorsal ali que hoje você desenvolve ali o o seu ciclo de de vida do seu das suas aplicações dos seus produtos então ali ali eu acho que onde tá o o o o o o o jogo hoje em dia cada vez mais botar inteligência eh nessa espinha dorsal E aí cara a gente agora tá chegando ia cara usando bem já tem muita coisa funcionando direitinho É lógico não é aquele eh Bala de Prata né porque senão você chega em algs lugar fal vou botar EA e tudo e vou mandar embora todo mundo não é assim tá bem longe disso tem que ter o cara da ia né não tem que ter o cara da ia mas tem que ir olhando justamente para essa espinha dorsal hoje ali que eu botaria o o meu esforço se eu se eu pegasse um projeto do zero fazer uma um um um adendo aqui para pro pro Zé complementar eh se a gente pegar o paralelo lá com a indústria automotiva o cara do do devops o cara que cuida da Estela é o cara que faz os carrinhos Carem andando e aí tem a galera ali trabalhando e e operando ali naquele pipeline de produção eh acho que é inquestionável que ter controles de qualidade automatizados e tal dentro desse processo é o que vai trazer valor e vai fazer dentro das etapas a gente ter controle de qualidade mas dentro desse paralelo que a gente falou que a qualidade é uma propriedade e não necessariamente uma equipe é um profissional Será que não cabe para um cara que é especialista definir os controles que tem que estar dentro desse de cada um desses pipes como é que encaixa isso porque tem que ter um cara que falar pô nesse step temos que verificar isso uhum porque o cara do devol você sabe automatizar não especialista de qualidade como é que consilia isso é isso aí não é ele que vai definir mas da Então eu acho que aí a gente distribui no contexto todas as responsabilidades né então assim eh se a gente for falar de toda a parte de qualidade a gente tem um contexto tão complexo quanto o próprio desenvolvimento do software até porque se você partir paraa automação a gente tem o pessoal que desenvolve aquelas automações e certas coisas são extremamente complexas até para você chegar do outro lado Tá mas eh por exemplo eu acho que o que colabora um pouco hoje a gente tem tecnologias e Conforme você tinha perguntado a gente usa algumas coisas aonde por exemplo teste unitário é sempre uma coisa que e todo lugar tem essa demanda ali reprimida tem uma cobertura muitas vezes é no que é novo a gente sempre tem aquele legado Mas assim com o uso de inteligência artificial o código tem como você gerar todos aqueles testes unitários inclusive Aí sim você usar os MX as coisas e às vezes você chega ali na nas classes você chega até ali 95% de cobertura 100% ou menos Então a gente tem tido experiência com isso e abordando cada um dos itens tá então assim tem como isso funcionar eh a outra coisa é a partir daí como que a gente integra esses esses testes unitários na esteira mas é o tempo todo aí entra o que você falou tem que ter o pessoal que diz que hora como e o que faz do mesmo jeito eh o os testes de regressão você tem que fazer o tempo inteiro não mas aonde que a gente vai fazer Qual que é a fronteira desse desse teste qual que é a fronteira dessa validação e o que que a gente precisa Então hoje tá muito claro que você não precisa partir qualidade sempre da interface Mas você pode ir direto nas APS E você tem um tempo muito mais rápido um aproveitamento muito mais rápido e você consegue ali de novo acelerar o processo de teste então a qualidade ela começa a apcer de uma forma diferente então a gente colabora a gente tá dentro do processo e Somos Todos Um Time ali para entregar um software tá então assim como quais os gargalos putz é ambiente é isso é aquilo eh como que a gente entende essa estratégia e a outra coisa muito importante quando a gente tá falando em otimizar e ter entregas melhores são os dados então assim eu preciso de inúmeros dados para eu conseguir executar ali todas as atividades que o pessoal de qualidade precisa Então a gente já vem de de alguns anos eh tendo is tudo de forma automática muito trabalho mas é um trabalho que você faz uma vez e de novo como que a gente faz isso não estanque para um projeto como que qualidade entrega e artefatos ali que a empresa consegue usar constantemente porque assim um banco sempre vai ter que abrir conta e uma empresa de saúde sempre vai ter uma rede credenciada sempre vai ter o cara ali passando o o o seu cartãozinho n às vezes até muito semelhante a um cartão de crédito né o pessoal não imagina o tanto de coisa que roda por ali né e assim isso é constante mas a gente vai fazer stank para um projeto ou isso que a gente faz sempre a gente evolui igual o software é uma outra visão que você não entrega só ali para aquele projeto então o investimento da empresa é revalorizado o tempo todo e reutilizado por todo mundo é uma coisa que faz muito sentido Mas quem são os caras que vão definir isso cara Realmente são os especialistas e o pessoal que consegue ter a visão do fluxo como todo Porque como a gente distribui o desenvolvimento o pessoal tem a visão do que ele tá entregando ah X features é não sei o que is que lá mas quem que enxerga o todo porque o cliente simplesmente vai lá no consultório entrega a carteirinha ele quer consulta entendeu basicamente é isso aí como que a gente agrada lá na Ponto Final eu acho que esse processo de rodar a engrenagem faz toda a diferença na na entrega quando eu falo de rodar engrenagem o que que eu tô pensando tô longe do microfone quando eu falo de rodar engrenagem o que que eu penso eh alguém vai definir as regras de negócio se é numa história de usuário se é num caso de uso se é num requisito extenso não me importa nesse momento desde que esteja Claro o suficiente paraa próxima etapa etapa Ok eh mas será que tá bom o suficiente Será que e de fato está inteligível que esse cara gerou Então eu tenho que ter no meu processo pelo menos enquanto eu não tenho um um um uma maturidade mais legal uma etapa de validação disso que eu tô definindo que vai ser feito né E nessa etapa de validação eu acho que faz todo sentido a gente envolver pessoas de teste para garantir a testabilidade do que tá definido pessoas de eh infraestrutura para garantir que eh eh os dados os critérios não funcionais podem ser atendidos eh pessoas de desenvolvimento para descrever se aquilo é factível da maneira que tá descrita e em em vários processos diferentes a gente pode ter mais necessidades inclusive mas passando essa etapa vamos codificar entendemos muito bem o que tem que ser feito show de bola Vamos codificar vamos teste de unidade é fundamental e assim e a gente já vê assim H há 5 anos atrás a a maturidade de teste de unidade no Brasil era próxima de zero tá a gente já vê isso crescendo eh mas e eh a gente vê muito teste de unidade feito para constar no número do Sona ISO só que de fato não testam o código né Eh é um grande dilema né da cobertura de teste ali de você eh tem alguns artifícios de de de código para aumentar a cobertura que na verdade não tá sendo testado não resolve de fato não aumenta a qualidade do código né E aí onde que eu vejo uma imensa oportunidade Olha aí Zé uhum pras empresas de qualidade fazer a governança da qualidade de código porque entregar a governança da qualidade de código pro desenvolvimento é meio que deixar a raposa tomar conta das das Galinhas sim sim né e é o que a gente vê no mercado por quê Porque a imensa maioria das empresas das áreas de qualidade não vou falar de empresas das áreas de qualidade não tem nohal para fazer isso e muitas vezes a área de qualidade tá subordinada a mesma gerência do desenvolvimento e aí o cara que precisa entregar sacrifica qual dos dois filhos já tem ele já tem o o o o livre uma uma passagem quase que ilimitada ali como é que é o cartão Dourado ali da da fábrica de chocolate para poder entrar né cara Basic ele coloca lá pô e aí se não não baixar a régua aqui eu não vou entregar na dáa pô Então baixa um pouquinho aí V colaborar com ess régua então se e é por isso que o o desenho da da do organograma tem que ser eh e de novo a gente vai chegar na autogestão né de de de ter visão do que acontece no processo de desenvolvimento e que talvez a visão do benchmark do do das métricas de qualidade etc não esteja trelado simplesmente a um produto ou a mesma gerência de desenvolvimento né para que esse cara tenha condição de ter visão de chegar informação na camada de cima para que ele tenha tomada de decisão e de investimento se for necessário né E um ponto que me chamou atenção na resposta de vocês que eu queria que eu queria explorar melhor a gente começou falando do pipeline de devops dos steps que a gente tem e pr pra entrega de qualidade de fato do asset que a gente tá buildando tá compilando pro pro processo mas depois a gente expandiu para outros pontos com teste integrado com um processo de qualidade nesse que vai além do simples teste unitário pro build daquele ass que eu tô entregando e como que a gente traz esse processo de governança para Além disso né porque eu concordo que a gente consegue ter uma automação quase que que que 100% a gente tem soná a gente tem S tem tem Dust que a gente consegue colocar na esteira e pegar coisa aut mas eu tô trabalhando no asset aqui Oi tá trabalhando em outro asset aqui o produto ele envolve 10 assets 10 times que tão tão tão gerando binário e tão entregando em produção aí eu tenho pontos de funcionalidade que não são funcionais que não pega na esteira né Não sei se esse cara testou capacidade se ele testou estress se ele fez ele testou simplesmente o funcional ali e o funcional cara não necessariamente tá tá tá condizente com o funcional do outro cara que tá entregando outro asset que faz parte do mesmo produto uhum como que a gente prepara um arcabouço para olhar a qualidade além do asset do binário do desenvolvimento né Não sei se eu tô sendo muito específico aqui ru não não acho que você tá tá tá perfeito e E aí entraria a segunda metade que já seria a a qualidade mais tradicional seria fazer os testes a automatizado sim do dos sistemas integrados da das funcionalidades por si primeiro dos componentes depois do Da Da Integração desses componentes depois da Integração disso por exemplo com o frontend né Eh para quê pra gente eh eh de fato conseguir validar que de uma ponto até a outra a gente tá tá andando de forma saudável né é muito comum por exemplo a gente ter no exemplo que você deu 10 eh assets diferentes Ok esses 10 assets T um um uma requisição eh de que o processo como um todo tem que entregar em menos do que 2 segundos e cada um deles entrega em meio segundo e acha que tá ótimo Uhum aí a hora que você soma Não não tá bom bom o o um outro contexto que a gente que que seria assim a gente seguir num modelo de data Life cycle e monitoramento Então pensa o seguinte você tem lá a cadeia define o data Life cycle para quem não conhece ciclo de vida do dado tá então ao invés da gente aferir qualidade baseado em tela porque assim a pessoa pode executar os testes Tá tudo perfeito chegar lá essa transformação de dados durante a cadeia dele ali entre el nascer e ele eh entrar em repouso ali que não vai ser mais usado eh pode ser Que altere então assim você tem taxa você tem descontos você tem divisão e aí por diante então assim uma forma que é muito interessante é o qu você conseguir pegar ali do início dessa transação até onde ela vê e todos os sistemas e base que ela roda você conseguir ver regras de negócio e como que aquele dado tá então pensa o seguinte Pô eu tenho um negócio aqui que tem dividir em 10 parcelas no Passo posterior foi dividido são 10 de 100 ou não entendeu imagina que eu tenho lá a comissão do vendedor é 10% saiu os 10% ao invés de olhar o o resultado da operação eu vejo o dado que foi persistido como resultado como resultado E aí por exemplo os squats estão trabalhando lá individualmente mas eh todos os dados seguem a cadeia do processo pô eu tô trabalhando numa fiture que tá aqui no começo uhum né mas isso aqui Segue uma cadeia não é o meu negócio mas é o negócio de alguém a partir daí você consegue seguir esse fluxo entendeu então a gente começa a trabalhar também o dado e não só essencialmente frontend ou api eu eu gostei dessa abordagem quero explorar mais empolguei aqui mas não não tem não tem uma zona cinzenta aqui com observabilidade isso que é olhar a transação do começo meio e fim porque aí eu já tô em produção eu já tô analisando o processo de monitoria e observando a transação né eu não deveria em qualidade evitar uma inconsistência dentro da observabilidade porque aí já posso virar um um incidente não se o cara que por exemplo fez um parcelamento cinco vezes eu peguei no dado observável que passou a vista no cartão do cara aí já um incidente isso é observabilidade incidente ou é qualidade polêmica aí que tá se for em produção é incidente se for em ambiente não produtivo em tempo de projeto homologação ou at o que for a gente também força o teste se eu coloquei uma condição que eu preciso executar o erro para ver se a validação tá sendo feita o teste também deu certo que você tá dizendo que eu posso observar utilizar o conceito de observabilidade nos ambientes pré produção homologação etc para poder encontrar possíveis indícios de incidente e encontrar problemas de qualidade e aí eu tenho escala porque eu não vou est focado em projeto ou demanda eu vou est avaliando 100% de tudo que é feito no ambiente não produtivo baseado nisso Todas aquelas regras que o pessoal coloca em relação a próprio caso de teste e aí por diante todo o o o Arc bolso ali da qualidade Eu transformo para acompanhar aquele dado entendeu então assim por exemplo a gente a gente teve um um um um cliente que precisou fazer uma mudança muito radical só que assim a vida como é continua o novo tem que rodar em paralelo entendeu então a gente acompanhava todo esse processo ali desde o início até o final Então você muda o processo e alguma coisa que por exemplo não temos automação nos testes a gente vai fazer manual a gente tá vendo alguma coisa em qualquer parte do processo da cadeia mas eu tô o tempo todo acompanhando tudo e aí Você coloca ali na observabilidade a as análises de tendência então o que que a gente pode pegar nisso aí também eh uma mudança que foi feito em ambiente não produtivo que tá gerando Pô eu tinha lá eh x erros relacionados com isso cara isso aí agora é 90% das transações alguém fez alguma coisa então a gente consegue identificar baseado no comportamento correto essa tendência e isso pode ser levado paraa produção é só só pegaria esse gancho do Zé que faz todo sentido e colocaria um um ponto faz sentido para todos os ambientes não produtivos um ambiente de desenvolvimento a gente conseguiria fazer isso provavelmente não dificilmente um ambiente de homologação ainda ele é muito instável o pessoal tem a liberdade poética de mudar muito agora um pré-produção onde você já tem as integrações o negócio é é meio refletindo ali a vida como ela é perfeito para você olhar o ciclo de vida do dado falou Pô ele tá entrando e tá saindo tá bacana isso que eu espero o comportamento em produção Então isso é é isso é estratégia que vem de qualidade fala cara a estratégia não é colocar um um uma uma estratégia dessa em ambiente desenvolvimento não é colocar aqui no Nossa homologação é colocar no ambiente x isso não vai vir de lugar nenhum que não seja de uma área de qualidade e aí tem um ponto muito importante quando a gente olha para essa questão também eh área de qualidade ela tem que ter consciência que eh as engenharias elas e até os squads elas não têm o mesmo nível de maturidade cada uma tá num ritmo cada uma tem uma maturidade diferente umas vão estar muito próximas do que área de qualidade entendeu que é ideal de qualidade outras muito longe e aí o que acontece a área de qualidade ela tem que fazer essa governança do tipo como é que eu tiro esses caras da linha da pobreza e coloco aqui pelo menos com a cabeça fora da água não é querer subir a régua constantemente todo mundo não tem que levar essa galera porque senão essa galera não entrega mais não entrega mais eles vão ficar tão tão distante que eles não vão e e e é tem mais ânimo para entregar e tem um ponto muito importante os o as métricas métricas indicadores tudo isso que acontece tem que ser levado num fórum para discutir tem o fórum que ali o mais gerencial próximo do operacional e uma compilação desses dados tem que chegar no se level falar olha como é que funciona a nossa cadeia são os mesmos dados não tem que ter a tradução mas tem que chegar e a outra coisa é uma vez que esses dados percorrem a qualidade tem que ter empowerment por que tem que ter empowerment porque tinha um ce que de uma empresa que eu trabalhei que ele sempre falava uma frase que é muito importante ou o pessoal vai fazer por conveniência ou vai fazer por convicção ou vai fazer por constrangimento uma das três um dos três CS a pessoa vai entender aqui então ou é conveniente que a pessoa siga aqui o processo ou ele vai ficar constrangido com os números dele comparado com qu aham ou vai ter a outra perna ali que ele vai entender que tá dentro do que é é adequado pra empresa então assim isso é muito importante a área de qualidade ter esse IMP porque é ruim pro profissional de qualidade achar que tá expondo as pessoas não mas a visibilidade é eu eu vejo muito paralelo com a Hoje hoje eu tô com várias analogias viu ruim numa área de produção por exemplo cara é natural que ele compile uma uma um resumo executivo e passe PR PR a administração do que tá acontecendo dentro daquela área de Então mas as empresas estão acostumadas que a área de produção faça isso não estão acostumadas que uma área de qualidade talvez faça isso sim é é que no nosso contexto é diferente né e eu vejo muito um paralelo e eu sinto as mesmas dores viu nton por sedara de arquitetura porque são Claro São objetivos diferentes mas as dores são as mesmas né Às vezes você não pode seguir um padrão de arquitetura você não pode ter uma uma utilização porque vai ter mais tempo de desenvolvimento etc não pode se preparar para ter uma escala maior etc dentro do do daquela arquitetura porque prazo custo etc e faz parte do jogo Só que você tem que dar visibilidade tipo beleza não vamos seguir assim mas estamos limitados com isso e estamos limitados Com isso estamos Abrindo mão disso estamos Abrindo mão disso isso tem que entrar para uma gestão né e e e eu vejo uma uma um canal confluente aqui entre área de arquitetura e área de qualidade que é a área de de it do de você cara beleza temos problemas e temos backlogs a serem resolvidos nessas aplicações pode ser que eu tenha um problema relacionado à arquitetura Pode ser que eu tenha um problema relacionada à qualidade mas eu tenho que ter gestão sobre isso é aquilo que a gente falou antes é é ok a gente assumir ter um risco e colocar uma coisa em produção que talvez não ten a qualidade adequada e não tem a arquitetura adequada estamos Abrindo mão de uma série de coisas mas tá todo mundo ciente e tem que ter uma gestão daquilo para que eu volte e resolva Por que não pode acontecer a gente sabe o que acontece é beleza na volta a gente compra Uhum E vai pra produção e ninguém volta nunca mais gente a gente sabe disso porque entra demanda de novo demanda de novo então tem que ter um um processo da operação de Tecnologia de risco comprado risco mitigado Problema resolvido porque senão cara vai se empilhando eh processos de backlog de problemas e depois você aí a gente Entra naquele deadlock da tecnologia que não entrega mais nada ela só vive presa nos próprios problemas né is e e é o que a gente não quer como profissional de tecnologia né e começa a ficar chato a brincadeira também né quando você não consegue evoluir quando você não consegue implementar novos processos Quando você vê que tá tudo tão poluído ali que você não consegue o profissional também começa a falar cara tô entendendo que talvez meu ciclo já não exato não tenho mais para onde ir né Não cons evoluir e é nessa hora que às vezes a empresa perde um excelente profissional [ __ ] cara não tô tendo pista exato mas mas eu vou fazer O Advogado do Diabo aqui agora boa R por is existem opções que T custos por exemplo quando eu automatiz um processo de testes eu vou ter que dar manutenção nisso Quanto Mais teste automatizado eu tiver mais teste automatizado eu vou ter para manter e mais isso vai me consumir de tempo no meu processo daqui pra frente e vai E assim se eu tiver as mesmas pessoas trabalhando o meu poder de fogo vai se reduzir uhum porque eu vou ter que dar manutenção do que eu já fiz sim né é importante ter isso em conta quando a gente faz uma opção tecnológica para eh evitar por exemplo abrir mão da velocidade da automação eu vou fazer tenho que fazer sempre automatizado porque eh é muito me toma muito tempo fazer isso manualmente Mas será que faz sentido para tudo talvez não talvez não talvez não H algumas coisas que faz sentido fazer teste manualmente porque faz sentido porque eu não não vou executar com tanta frequência A Regra geral é que a regra que se aplica a à maioria das situações é que sim faz sentido automatizar sim é a minha opinião Ok sim faz sentido mas não tem em conta esse custo é eh eh ter a certeza de contar com o problema daqui algum tempo sim eu eu só faço o adendo que tem que ter a visão de que o custo automatizado não tem que ser confrontado com o custo manual são coisas diferentes são coisas diferentes mas os dois eles têm que ser confrontado com o custo do incidente Então OK eu eu tenho situações que eu posso automatizar Tem situações que eu tenho que testar manualmente mas os dois tem vantagem sobre eu ter um problema em produção né então o o custo operacional de resolver aquele problema em produção ou de ter que fazer um hot Fix disso depois que inclusive eu vi não sei aonde que eu vi eu até que te mandar isso mas eu vi que a a maioria dos incidentes que a gente tem eh em cima de produtos com baixa qualidade são em cima de hotfix que não tem tempo de ser testados uhum de de forma adequada e que vira meio que uma bola de neve né então o cara vai lá resolve alguma coisa muito rápido que não vai testar porque é Hot Fix tem que subir não tem de gemute não tem isso gera outro problema que gera outro problema que gera outro problema que gera problema em outro asset e aí isso vira uma bola de neve então é o o não tem que comparar o teste manual com teste e automatizado não sempre pelo menos não sempre né claro que o que você falou você posso fazer automatizado melhor né meu retorno sobre investimento é é é melhor meu custo benefício é melhor mas eu tenho que comparar com não ter o teste é eu acho que assim a a técnica é importante mas nunca deixar a qualidade de lado entendeu porque assim muitas coisas vão ter que ser feitas manualmente semelhante ao exemplo que você tem deu do carro às vezes esse carro fica sendo fica em protótipo por anos a gente não tem essa condição de pô vamos aqui vamos fazer o software vamos ficar a gente usa aqui do anos e a gente vê pô cara mas isso aqui é mostrar a gente quer que milhões de pessoas usem e o protótipo Provavelmente tem muito piloto que testa manualmente lá né é entendeu E assim o o a outra coisa que a gente falou em relação à qualidade e você falou do hot Fix é o impacto disso entendeu recentemente a gente viu o problema que deu aí e companias aéreas e uma série de coisas cara fou um monte de gente dormindo no aeroporto não tinha o que fazer então assim isso levou qu C dias para conseguir voltar entendeu então assim o hot Fix pode fazer até o Fix mas o impacto desse negócio é um encadeamento aí que é gigantesco exato entendeu Aí tem imagem tem uma série de coisas O eu tenho certeza que esse caso que você deu do do do do impacto que a gente teve lá do Windows com qual que era foi a empresa mesmo que era o Crowd Crowd Strike da Cloud Strike se se o ce tivesse visto o processo o investimento ele ele ele ter o risco ele ter e E aí você aplica tudo que a gente falou né Será que a informação chegou Será que o processo chegou Será que ele tinha métrica Volte no começo do episódio e veja como se você fosse o cara da CR Strike né Será que teria acontecido isso se alguém tivesse chego para ele e e colocado falou ó nós vamos colocar sem testes você autoriza Assina aqui sim eu duvido que ele ass aí volta o coisa da Média gestão gente volta na arquitetura gente tá tudo pendurado aqui se D um problema aqui qual que é o impacto exato entendeu e eu vou mais embaixo ainda o software da crowdstrike roda em macos nenhum macos caiu por conta daquele problema Por quê drivers não rodam em nível de de Kernel no mcos e no Windows roda E aí uma quebra do software derruba o sistema operacional é é tudo assim no final do dia assim tudo é uma gestão de risco né Qual que é o apetite do Risco e se eu tô disposto a comprar ou não porque o que acontece eh quando você tá envolvido no mercado de alta disponibilidade você não tá muito com apetite para comprar um risco nem médio né você quer risco baixo agora eu tenho um amigo por exemplo que ele ele trabalhou acho que trabalha ainda em cara Tecnologia para Parque tipo público então assim eu perguntei uma vez para ele falei cara quando tá muito errado aí o que acontece eu mando abrir a catraca tá todo mundo feliz ningém abre a catraca deixa todo mundo entrar que não tem problema o sistema parou Todo mundo entra de graça acabou o problema risco é aquele o risco gerenciado agora quando a gente tá falando por exemplo de uma empresa que tem um um sistema de repente que envolve vidas sem dúvid cara não pode correr nenhum esse nton esse podcast se nós quatro aqui trabalhávamos se trabalhássemos num num processo de desenvolvimento de software para avião esse podcast não faria o menor sentido Não faz o menor sentido né porque a qualidade vem antes é e você desenvolve o software em cima daquele processo de qualidade né então Eh exatamente que você disse é gestão de risco né O problema é a zona cinzenta aonde o risco é aceitável e pode trazer prejuízo porque tem um nível que tipo o o risco eh tem um nível que o risco ele é plenamente aceitável e pô deu problema no software abre a catraca acabou tem um nível onde o risco não é aceitável então é extremamente restrito mas tem um nível aqui meu amigo que se der problema é a lucratividade da empresa é onde a gente tá tá navegando né que isso traz impactos operacionais traz impactos de de lucratividade justamente por decisões que podem ser adequadas ou não eh relacionados à qualidade do software né existem até métricas que citam isso eu tava consultando isso hoje por isso que eu tenho fresco na cabeça eh falando de falhas por milhares de linhas de código dependendo da criticidade de software da criticidade do software Eh pode se tolerar de 0.2 falhas por por 1000 linhas de código até cinco falhas por por 1 linhas de código quer dizer a gente tem aí um um um Range que é quanto que dá essa conta 25 vezes é acho que é você falou duas falhas para cinco 0.2 falhas por milhar ou cinco falhas por milhar de linhas de código cara é muito mais que 25 é mais né é é é é é uma variação imensa uma variação imensa e quem que determina Qual é a tolerância Em que em que e que parte do código né exato e toda falha é igual tem o mesmo peso pois exato não pode ter o mesmo peso uma falha po isso tem impacto no resultado do negócio né Uhum meus amigos com com essa reflexão acho que a gente consegue finalizar aqui o nosso Episódio e trazer uma uma série de informações aqui pro pro nosso ouvinte que tá interessado aqui em saber sobre qualidade software a gente conseguiu fazer um resumo executivo muito bom falamos sobre operação de qualidade muito bom e eu queria passar a palavra para vocês para fazer um último comentário aqui uma recomendação e um pedido para que vocês deem uma um guia aqui pro pro nosso desenvolvedor nosso profissional de qualidade que quer se desenvolver aqui na na na na profissão eh como recomendação para para para os líderes que estão assistindo eu acho muito importante ter esse cuidado sempre lembrar que na ponta final tem um cliente e aquele cliente Eu já vi casos horríveis aí que de chegar da caso de polícia por um erro sistêmico e cara o cara ali não tinha culpa nenhuma era alguma coisa que a engenharia produziu Então se a gente tomar muito cuidado porque ao final de todo o processo tem um cliente então a gente tem que ter responsabilidade nesse processo como todo agora para os profissionais de qualidade talvez saí um pouco daquela síndrome de ah eu sou o cara de qualidade eu fao não cara você tem que ter coragem tem que ter empowerment tem que tá ali no no Squad ou no time ou na companhia com voz ativa viu que o o negócio tá assumindo um risco levanta a mão fala pessoal Eu discordo vamos trazer mais gente aqui para essa mesa Vamos colocar mais cabeças aqui pra gente tomar essa decisão acho que não pode ficar Centralizado nesse nesse público Talvez uma decisão que pode afetar a empresa inteira então assim o cara de qualidade tem como eh missão ser o cara que vai ter coragem na mesa ali tem que ser corajoso não pode amarelar ali no no momento H Então esse ficou o recado e se capacitando sempre isso é importante Biton solta um não vai subir nada não vai subir nada nada não vai subir nada eh Bom eu acho que o o que a gente pode ver aí do da evolução do mercado que a gente pode conversar em relação a isso é eh tem que se manter constantemente atualizado né eh tanto que teve um um logo no começo da carreira fui trabalhar numa empresa bem grande de de ti né Eh com desenvolvimento ele falou cara você quer ser o quê vá desenvolvedor então sim seja o melhor desenvolvedor que você consiga ser para você se diferenciar do ponto de vista técnico ele falou Pô mas qual que é a outra alternativa na época não tinha né porque a gente além de montar o servidor instalar tudo banco de dados negócio todo mas assim ele falou assim tem uma série de outras coisas e sempre tem de ser o melhor né E você se destaca em relação a isso e do ponto de vista de atitude eu acho importante assim eh guardando as devidas proporções não deve ter assunto difícil demais de ser conversado falado a solução normalmente é difícil mas assim é a primeira coisa que é o que a gente falou muito aqui a questão da comunicação então num ciclo num num num grupo menor num grupo maior mas assim tenta trazer o ponto de vista de forma que agregue e tentar sempre ficar também né Não só do lado do problema do lado da solução entendeu o problema normalmente todo mundo sabe qual que é a solução às vezes que é o complicado então às vezes você entra na reunião fala assim pô dá vontade de falar né gente estão duas horas falando do problema que hora que a gente vai começar a resolvê-lo entendeu então eu acho que essas as duas coisas são bem importantes e e a composição de time né então assim ninguém tá sozinho e muitas coisas eh hoje são extremamente interligadas Então acho que os times têm que trabalhar em conjunto ali ouvindo compartilhando e seguindo adiante boa Zé meus amigos muito obrigado pela presença de vocês Rui satisfação enorme te ver aqui de novo Car um prazer enorme est aqui espero que você volte muito outras vezes aqui para est com a gente né obrigado demais pela presença de vocês compartilhar aqui a a esse conhecimento essa toda essa bagagem que a gente tem e eu acho que foi um grande destaque que a gente falar sobre questões executivas e questões operacionais área de qualidade de software obrigado meus amigos nós agradecemos aí obrigado eí estamos à disposição você que acompanhou a gente até agora se você entende que a gente pode contribuir ou pro seu entretenimento ou pra sua vida profissional você pode ser membro do PPT no cumino então você pode ir lá agora do lado do botão de inscreva-se no YouTube tem o Sininho se você não acionou o Sininho ainda você pode acionar agora e tem lá seja membro você sendo membro você vai ter eh uma oportunidade de participar da da da comunidade do PPT no compila contribuir um pouquinho financeiramente para esse projeto que a gente consiga trazer mais informações para sua vida profissional se você não pode contribuir nesse momento você já contribui demais deixando seu like e compartilhando o episódio e trazendo mais volume pra nossa comunidade do PPT no cumila Muito obrigado pela audiência de vocês um abraço até a próxima valeu [Música] obgado i [Música]
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