Como a tecnologia poderia ter evitado a crise do Metanol? | PPT Não Compila Podcast
Convidados
Bruno Campos
CEO @ Klever
Neste episódio envolvente do Podcast PPT Não Compila , nosso host Wellington Cruz recebe Bruno Campos, CEO da Klever, para uma discussão aprofundada sobre como a tecnologia de blockchain poderia ter evitado a perigosa crise do metanol nas bebidas. Exploramos como a combinação de blockchain e IoT pode trazer rastreabilidade e segurança para a cadeia de produção, garantindo que o que você consome seja autêntico e seguro. 🍸💡 Com um tom técnico e acessível, Bruno compartilha insights sobre a aplicabilidade do blockchain para além das criptomoedas, transitando por casos de uso práticos que podem transformar indústrias inteiras. Descubra como smart contracts e certificações digitais podem oferecer soluções inovadoras e altamente seguras para problemas complexos de segurança em setores como bebidas, saúde e documentação acadêmica. 📜🔗 Entre no universo da blockchain e compreenda suas infinitas possibilidades com a ajuda dos nossos especialistas! Inscreva-se no nosso canal, deixe seu comentário e compartilhe este conteúdo incrível com sua rede. Sua ação nos ajuda a continuar trazendo material de qualidade para vocês! 🌍👐 #Podcast #PPTNãoCompila #Blockchain #Metanol #Segurança #Tecnologia #Klever 0:45 Abertura e apresentação 7:00 Rastreabilidade de produtos 18:19 IoT 20:45 Funcionamento de Blockchain 31:41 Uso de Blockchain para produção de bebidas 43:21 Sistema de controle de bebidas 47:00 Funcionamento na prática 51:25 Viabilidade e custo 1:01:34 Segurança de Blockchain próprio 1:05:34 Congelamento de fundos 1:32:25 Virtual Machine da Klever 1:40:11 Agradecimentos e considerações finais Convidados: Bruno Campos : linkedin.com/in/brunocamposssa Klever Academy: https://codigobrazuca.com.br/klever-academy Fonte de Notícia: https://www.metropoles.com/colunas/dinheiro-e-negocios/metanol-como-lobby-das-industrias-derrubou-sistema-de-monitoramento-de-bebidas-alcoolicas Spotify: https://sptfy.in/2dqa Youtube: https://youtu.be/FYzJYkuUlpA Outras plataformas: https://linktr.ee/pptnaocompila Acompanhe nas redes Instagram e Twitter: @pptnaocompila LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/pptnaocompila Produção: Voz e conteúdo | https://www.vozeconteudo.com.br - @estudiosvoz
- Blockchain: Conceitos e Casos de Uso
- Introdução e Tema do Episódio
- Blockchain para Solução de Problemas Reais
- Aplicabilidade do Blockchain (Além das Finanças)
- Apoio ao Podcast e Produtos Clever
- Vinheta
- Contexto: Sistema Antigo de Controle de Bebidas (SICOB)
- Adoção e Setores de Aplicação do Blockchain
- Rastreabilidade de Produtos: Blockchain e IoT
- Funcionamento Técnico do Blockchain
- Propaganda Clever
- Blockchain na Produção de Bebidas: Implementação
- Análise de Custos e Controle de Dados (SICOB vs. Blockchain)
- Propaganda VemBS
- Smart Contracts: Segurança e Controle Programável
- A Importância da Descentralização no Blockchain
- Exemplo Prático: Congelamento de Ativos via Smart Contract
- Blockchain no Setor Público e Identidade Digital
- Certificação de Documentos (Diplomas) com Blockchain
- Inovação Tecnológica e o Papel do Estado
- Conclusão e Novidades da Clever
- Reflexões Finais e Bate-papo Informal
O próprio nome até já dá uma dica, né?
Uma cadeia de blocos. No fundo ele é isso mesmo. O blockchain ele começou, né? O primeiro blockchain implementado é o Bitcoin. Voltei falar Bitcoin.
>> A gente tem muito custo hoje pras redes que são de fato confiáveis, as redes públicas, para que você tenha uma credibilidade.
>> Você tem muita preocupação mesmo com segurança.
Faça a auditoria desse código como entidade externa.
né? Faça, tem a garantia desse código.
Ele >> pode executar, só ele, ninguém mais consegue. Só ele consegue executar uma função nesse contrário da gente que chama congelar.
>> Uhum.
>> Muito bem. Muito bem, meus amigos do PPT no compil, estamos aqui para mais um episódio e baiano, você pode tomar essa cerveira tranquila que ela tá saúde, meu irmão.
>> Saúde.
>> Essa daqui é livre >> de metanol.
>> De metanol. Ela provavelmente não é rastreada por blockchain, mas é de uma cervejaria >> de qualidade, confiável, maravilhosa.
Inclusive, um abraço pro pessoal.
E nesse episódio aqui, bom, não vou apresentar o cara porque o cara, o cara vem no episódio zero do PPT no CIL. meu irmão, meu amigo Bruno Baiano Campos, CEO da Clever, tá aqui mais uma vez para trazer luz sobre condições que a gente não imagina, mas que tem muito do da característica do que o blockchain poderia resolver no nosso no nosso mundo, né? Baiano, entre elas, isso que a gente começou falando aqui sobre o metanol, né? poderia ter salvou vidas, né?
>> Poderia ter salvidas, né?
>> A tecnologia à disposição da humanidade.
>> E é isso que a gente vai discutir aqui, né, cara? Como é que a gente poderia aplicar o nosso conhecimento, o que a gente tem de à disposição no mundo de tecnologia para evitar essas mortes, essas catástrofes que tem, que a gente tá vendo aí, né, cara, de contaminação de bebida. A gente tá falando só dos casos piores, né, de de contaminação que o cara morreu, mas quanta a gente não foi enganada, achando que tava tomando um isc importado e tava tomando xixi de rato com álcool, é bem isso, né? É a tecnologia com propósito, né? E aí, como eu já falei, a gente junta aí, né, a IoT mais blockchain e a gente consegue sim entregar isso pra humanidade, entregar isso pra sociedade para que não tenhamos, né, mortes mais por esse motivo.
>> Exatamente. Tem uma rastreabilidade.
A gente vai falar aqui um pouco sobre o problema que a gente tá tendo com com o metanol. A gente vai falar sobre aplicabilidades do do blockchain, que tá muito ligado ainda ao mundo financeiro, né?
>> Mas é para além das finanças, >> que é muito, mas a aplicabilidade vai muito além disso, né, cara? Então, >> como que e vamos fazer um paralelo aqui com a linha de produção e outros mercados que são semelhantes, né, cara?
Porque >> a gente fala de linha de produção de bebidas, mas tem outros casos de >> de documentação, etc. diplomas.
>> Então, >> eh, área médica, >> área médica, >> prontuário eletrônico, >> certificado, tudo que tem, tudo que você precisa certificar dados blockchain é uma excelente tecnologia para entregar isso de maneira única, de maneira, eu diria, não tem nada melhor >> e 100% confiável.
>> 100% confiável, seguro, transparente e por aí vai. Então, quer entender como que você >> pode próxima vez ter a garantia daquilo que tá no teu copo é de verdade, né? É imutável, tem garantia de de procedência com o uso da tecnologia. Acompanha a gente nesse episódio que que a gente vai explicar aqui para você como que a gente aplica essa tecnologia.
Mas antes, se você acha que a gente entrega o conteúdo de qualidade para você, você pode ser membro do PPT no compila. Sendo membro do PPT no Compila, você vai ter acesso aos episódios pelo menos um dia antes, né? Você vai conseguir ver o episódio um dia antes, você vai poder ter algum acesso a alguns brindes aqui do nossos participantes. Inclusive tem uma Clever Wallet para ser sorteada agora até o final do ano.
>> Clever Safe.
>> Clever Safe. É verdade.
>> Uma Hardware Wallet.
>> Uma hardware wallet. Clever. A Clever Wallet tá disponível aí nas plataformas, né?
>> Tem uma novidade também. Posso?
>> Por favor.
Clever Academy.
>> Clever Academy.
>> Vou te passar o QR code, você vai colocar em algum lugar aí, divulgar.
100% gratuito para quem quiser aprender a desenvolver contratos inteligentes, para quem quiser aprender a desenvolver smart contracts >> 100% gratuito.
>> O cara vai lá e vai aprender a fazer um smart contract.
>> Vai aprender a fazer smart contract.
>> [ __ ] eu vou me inscrever nessa por favor, >> porque quem quem fez sabe que eu realmente não sei desenvolver em smart cont. Agora eu vou >> vai aprender, >> [ __ ] sensacional.
>> Ainda e por e de quebra ainda vai aprender a programar em Rush, porque o Smart Contract em Rush.
>> Então vai ficar o link aqui >> aqui embaixo no episódio. Vai lá na Clever Academy para aprender a desenvolver contódigo Brazuca, >> 100% gratuito.
>> Códrazca. É isso aí. Então, ó, aqui, ó, sempre trazendo conteúdo para você, trazendo qualidade, trazendo oportunidade de você crescer na vida profissional. Então, se você acha que a gente merece uma contribuição, você pode ser membro do PPT no CPIL. Vai ajudar a gente pagar a cervejinha que a gente toma aqui enquanto tá enquanto tá gravando. Se você não pode ajudar dessa forma, você já ajudar demais divulgando episódio, jogando no seu grupo do Telegram, do WhatsApp, do Discord.
>> Discord.
>> Tem algum outro de geração Z que eu não sei mais?
>> Slack falou. Sle não, Slack é da corporativa no Teams.
>> Grupo da família.
>> É, Teams também é corporativo. Valeu, é, vale a pena.
>> Vale a pena. Solta aí.
>> É, é, eu acho que é discórdia, né?
Discord >> é Discord. Solta aí e vamos ajuda a nossa comunidade crescer, que a nossa comunidade tá crescendo cada vez mais, graças a vocês. Então, a gente agradece demais.
Dá aí as cinco estrelinhas no Spotify, bota seu comentário aqui para tirar dúvida. E é isso, porque o episódio vai ser muito bom. Bora.
[Música] Eu [Música] separei um material aqui pra gente conversar, cara, que quando você postou aquele seu artigo no LinkedIn que eu li, e falei: "Cara, baiana é [ __ ] demais, mano. O cara é acerta, acerta no conteúdo." E foi quando eu fiz o convite para você vir gravar para falar desse assunto, eu busquei algum tipo de material aqui pra gente falar justamente desse controle de bebidas, né? que existia um controle anterior e que esse controle foi abandonado.
>> Exato.
>> Por lobby das empresas de bebidas, etc.
Então eu queria antes de qualquer coisa, porque eu vou entrar em alguns pontos aqui com você que eu acho que são importantes, como por exemplo, eu tenho o custo do sistema anterior, como o sistema anterior com funcionava e a gente vai confrontar isso com a sua proposição do artigo pra gente entender os prós e os contras.
>> Show. E bom, porque eu não conheço, não conheço essa parte.
>> Exatamente. Aquele faz no live, né? A gente faz no quente.
>> Você sabe que eu conheço da tecnologia da blockchain. É, mas esse sistema aí eu não tenho ideia como era, quente, >> quais eram os pontos falhos, qual era.
>> E podemos criticar aqui ao vivo, exatamente o >> como funcionava, que eu consegui aqui numa matéria >> deixar até a fonte, foi do jornal Metrópoles, >> não tenho ideia.
>> E, cara, envolvia até a Casa da Moeda, etc.
Enfim.
Primeiro, eu queria que você desse então um resumo do seu artigo pra galera, para para qual foi a proposição que você fez.
>> É, não foi bem um artigo, né? Não é foi uma postagem simples, postagem e depois a gente fala um pouquinho mais sobre como funciona a tecnologia pra galera.
>> Isso é bem simples.
Eh, falando sobre eh, na verdade, o ponto da postagem é falando sobre a adoção da tecnologia, né? Porque quando a gente fala de blockchain, a gente tá numa fase ainda de corrida do ouro, sabe? Às vezes, e essa semana eu tive um um uma feliz eh citação de um, né, eh de uma pessoa que eu admiro muito sobre essa corrida do ouro, né, e nos Estados Unidos, que é muito conhecida, todo mundo já leu algum livro, já leu a respeito, né?
>> Sim.
E eu vejo hoje a tecnologia, tá assim, tem existe uma curva de adoção tecnológica, né, assim como você quando cria uma tecnologia nova e é emergente.
Eh, em que ponto estamos, né, tão no Earth Adopters, já tá consolidado, já tá, né? Não, já saturou, tem, não sei se você já viu isso, >> é o, a curva do Gartner reflete bem isso, né? Isso. Eu eu não lembro agora, vou pedir perdão aqui aos ouvintes, eu não lembro exatamente os pontos.
>> É, tem o ponto do hype, aí tem o vale da desilusão e o platô de produtividade, né?
>> É uma coisa assim, eu eu Obrigado. Eu eu não não lembro, não lembro de cabeça realmente, mas tem essa curva.
>> Uhum. E quando a gente fala de blockchain, a gente tá muito no início, né, dessa dessa adoção.
Porém, quando a gente pega uma indústria específica, que é a indústria de financeiro, do mercado financeiro, >> essa esse setor, né, quando a gente pega esse setor, esse setor sim, ele tá já num numa numa zona já de consolidação, >> que é o platô de produtividade, né, do do Gartner. Isso porque eh nesse nesse nesse setor, né, a gente já vê todos os bancos, né, em comes, né, de blockchain dentro do do do seu eh do seu hall, né, dentro do >> dentro, né, internalizado, a gente já vê eh várias soluções, né, de crossborder payments, soluções n nossa, n soluções de investimento. e tudo. O mais básico é que change investimento, compra cri mais básico.
>> E aí que eu falo da corrida do ouro, porque aí é aquela fase assim, o Bitcoin, o novo ouro e >> compre Bitcoin, comprar Bitcoin, todo mundo tem que comprar Bitcoin.
>> E aí meio que esse esse mercado ele se familiarizou com o blockchain pela herança das criptomoedas, né? Porque eles tinham que começaram a ter que lidar com >> com as criptos, >> os stable coins, principalmente >> com os stable coins, etc. tiveram que se adaptar a um ambiente de de blockchain, né?
>> É, o blockchain paraa finança, ele tá mais consolidado como uma solução em substituição do sistema atual, vamos dizer assim, uma atualização, um upgrade do sistema atual. está mais que eh é tema >> recorrente, >> é assim já consolidado, >> ninguém discute mais >> ah se vamos, se vai, não. Tanto que os bancos, como eu comentei, é unânime aí >> até >> não sou eu, é só procurar saber aí, né?
Todos os bancos tem banco central, falando de dx, etc. Claro, >> vai ter blockchain, não vai ter blockchain. E no final acho que não vai ter blockchain, mas a questão é, >> não vai ter blockchain, >> não vai ter no DREX, não.
>> Isso vai ser um uma nova pauta.
>> É, mas a a questão é no sistema financeiro já é eh eh já é certo, né? Já já existe solução.
Eh eh de principalmente essa parte de eh quando a gente fala de remessa, né?
Remessa de dinheiro, crossborder payments, normalmente >> isso aí é consolidado, stable coins, tomou conta, é isso aí, não tem muito para onde fugir. Os bancos já estão olhando para isso, os bancos já t equipe de cripto dentro dos bancos, então os grandes mesmo, né?
Então não tem mais receio, não tem mais estudo assim, vai ter não, já é >> é terça-feira à tarde.
>> Exato. Exatamente.
Agora, quando a gente olha pro resto das coisas que o blockchain pode agregar valor e eh como coloquei lá, salvar vidas, aí é que realmente, como eu coloquei lá no post, não foi nenhum artigo, foi pox bem singelo, na verdade >> ele é modesto, tá gente?
>> Não foi bem singelo. Quem quiser procurar lá, Bruno Campos, procura LinkedIn ver um dos últimos um dos últimos posts lá.
Não, não escrevi mais do que, sei lá, 15 linhas, não sei. Foi muito, muito, não foi um artigo, né? uma coisa assim de um estudo e tal, >> mas teve uma repercussão boa justamente pela qualidade do que foi colocado.
>> Sim, na verdade teve uma repercussão boa no eu fui num evento, vou te contar a história então desse. Eu fui no evento, né, da do Cardano Summit, né, obrigado lá o Rafael Fraga que me convidou eh para fazer parte de um painel sobre brasileiros que estão desenvolvendo a tecnologia, que estão eh nesse mercado e as oportunidades, etc. e tal.
E aí lá eu falei com eh a minha querida repórter lá da Block News, né? Mandar um abraço para ela também.
Ela me perguntou eh a respeito do onde que poderia, né, se aplicar blockchain.
Foi uma pergunta nesse sentido.
E eu falei: "Olha, teve o caso do metanol, né? Porque a gente a gente bate muito na tecla, né? de como eu como eu como eu fiz a introdução aqui, a gente bate muito nessa tecla de tipo ah blockchain, Bitcoin, Bitcoin, Bitcoin, criptos, etc.
Legal. É, é também memcoins, NFT, é, é isso também, é, mas blockchain também entrega outras coisas além disso, >> resolve outros problemas além desse, >> né? E um que eu citei lá é o Metanol.
Teve o caso do Metanol aqui, né?
E se a gente tivesse um track de supply chain todo rastreado usando tecnologia de blockchain, a gente saberia muito facilmente apontando o celular para um QR code no produto aqui, ó, como já tem aqui, pá, abstraindo o problema, vendo assim como com bons arquitetos que somos, para as pessoas entenderem aquelas que não entendem de blockchain, né? O problema do metanol, ele ocasionou por produtos que são falsificados, fora da cadeia de produção. Isso >> e que a gente não consegue identificar de acordo com a característica do produto, assim como essa taça e essa garrafa de cerveja que a gente tá tomando aqui, >> né? Eu não consigo saber se ela é um, porque eu tenho um Qcode que um um código de barra >> Uhum. que ele é denominação do produto e não da unidade, né? É da classe e não da estância, digamos assim.
>> Exato. É exatamente isso.
>> Eh, e eu não consigo saber se ela é uma uma cerveja original ou não, porque ela tem um rótulo igual, ela tem o sabor parecido, ela tem e eu não sei a procedência, então eu não sei o que que tem aqui dentro, né? E quando a gente fala do blockchain, a gente consegue eh ter essa rastreabilidade dentro da produção do do produto, né?
>> Isso.
>> Por quê?
>> É isso porque o blockchain ele não é bom, por exemplo, vou falar que ele não é bom em armazenar dados, como eu coloquei lá e como eu falei lá no no Cardano Summit, né? Nesse caso do metanol, o blockchain não é bom em armazenar dados, mas ele é muito bom.
Ele é altamente eficiente, ele é praticamente imbatível hoje em todos os aspectos, inclusive de custo, em certificar.
E certificar inclui certificar uma cadeia de produção. Certificar inclui fazer o track >> da cadeia de produção. Fazer o track, fazer o rastreio. Vou tentar traduzir, fazer o rastreio de toda uma cadeia de produção. Para isso, ele é muito bom.
Ele é imbatível porque ele é transparente, porque ele é imutável e porque ele é praticamente irraqueável, né? com a a capacidade computacional atual.
Então, eh seria possível simplesmente pegar a câmera do celular, apontar aqui para um QR code que foi gerado a partir dessa certificação.
>> Uhum.
>> Um QR code que aponta para uma certificação em blockchain. Um Qcode que aponta para um certificado desse produto em específico, não >> dessa lata, dessa garrafa, >> do lote, dessa garrafa. né? E você saberia exatamente todos os lugares que essa lata passou até chegar na sua mão, porque em todos os pontos ele seria registrado, certificado e você conseguiria rastrear isso usando a tecnologia.
E lógico, não é só o blockchain. Pra gente ter um conjunto completo, a prova de falsificação, etc. e tal, a gente teria que ter também um apoio aqui de IoT, >> um que fosse um RFI, >> sim, para poder ter a comunicação com a rede, né? né? Para poder ter não só a comunicação com a rede, para poder tornar, imagine um selo aqui nessa latinha que quando eu abro ele se rompe.
>> Uhum.
>> E essa informação agora ela é atualizada de que ela foi >> Ah, sim. Ela vai pra rede para que ela foi aberta e foi descartada.
>> Ou que fosse uma informação só local aqui, mas >> você sabe que ela foi >> descartada.
>> Descartada, né? Assim um RFI. ou a partir do momento que você escaneia a comunicação, a partir daí que ela foi, né, a o update, assim, uma nova informação, block, você não atualiza nada, você é tudo imutável, mas você conseguear uma nova, uma nova informação, >> não tem post, é só [ __ ] >> é só [ __ ] Exatamente. Então você faz um novo [ __ ] lá, olha, essa lata foi aberta, essa lata em específico foi aberta.
Então existe, né, existe a tecnologia isso para para hoje em dia, esse conjunto é IoT mais blockchain. Mas para resolver isso, >> para quem para quem não entende exatamente a tecnologia, >> o que impediria da do falsificador, por exemplo, ele pegar uma garrafa semelhante, que não foi aberta e copiar aquele Qcode e ter dois QR codes iguais?
O que faria ele ele o o eu como consumidor final, no momento que eu tô consumindo aquele produto pirata, saber que aquele cara pirata se é o mesmo que code.
>> Por isso que precisaria do IoT, dessa camadinha de um RFI RFID, né? alguma coisa nesse sentido para poder a gente ter essa garantia realmente, porque uma vez que ele foi manipulado, mexido, ele seria alterado.
>> Então eu consigo Ah, tá. Então quando a garrafa ela é ela é >> violada, digamos assim, >> Exato.
>> Aí eu consigo descartar aquele Qcode e aí eu teria, ele se torna inútil.
>> Exatamente.
>> Perfeito.
>> Então imagina no caso do metanol, a garrafa deslacrou.
Pô, eu sei que foi, não tem como ia bater >> porque a recalsificada, não tinha como não saber que ela era falsificada. E aí, para facilitar o entendimento dos nossos novos ouvintes, que enfim, obrigado todos vocês pela divulgação. Tivemos um momento muito expressivo de de ouvintes nos últimos meses. Talvez vocês não tenham acompanhado os episódios do Mestre Baiano >> sobre blockchain, sobre o funcionamento do blockchain, né? Então, eh, quando a gente fala sobre o uso do blockchain, desde o nascimento da da da do produto lá na origem, onde eu vou emitir rótulo, etc., e ele vai incrementando essa fita, né?
>> Isso.
>> Ele vai aumentando o >> Gostei da analogia, tá boa.
>> É porque a gente fala muito sobre a fita de touring, né? Porque é a semelhança ela é muito é é parecida, né? É, >> então >> é um livro razão, começou como um livro razão, mas faz muito sentido o que você tá falando.
>> Então ele ele ele ele tem um um certo sentido de continuidade ali naquela fita, né?
>> Eh, >> onde você não consegue voltar, você não consegue atualizar dados, mas você consegue consultar, mas você não consegue voltar.
>> Isso, você consegue ler anterior, mas você não consegue apagar. Sim.
>> Eh, explica em linhas gerais, Benano, como que funciona o blockchain e faça uma analogia sobre como isso com a linha de produção de bebidas pra galera entender.
>> Isso é um blockchain é o próprio nome até já dá uma dica, né?
Uma cadeia de blocos. No fundo, ele é isso mesmo. O blockchain ele começou, né? O primeiro blockchain implementado é o Bitcoin. Voltei a falar do Bitcoin, mas é isso.
>> É, é, não, não dá. Ele, eles, eles se dividem depois, ganham vida própria, mas a origem é esse é essa. Foi a primeira implementação que deu certo, né? Já já se haviam tentado eh eh implementar blockchain antes do Bitcoin, né? Eh, já houve uma tentativa, pelo menos não exatamente de blockchain, mas de um ecash, né, num passado e não foi não foi pra frente por um, né, por algumas questões, inclusive tecnológica. O Bitcoin viu tudo no momento certo, inclusive tecnológica, assim, que eu falo tecnológico de capacidade computacional, de etc.
Eh, e o blockchain no fundo é eh o registro, pense, vamos falar assim, né, de maneira bem simplificada, pense num banco de dados, só que esse banco de dados é um banco de dados de um livro contábil, onde eu coloco eh crédito, débito, pensa assim, crédito, débito, crédito, débito, eu tenho um saldo, né? É assim que é assim que começou. Então, ponho crédito, débito, crédito, débito, eu tenho um saldo. Então, assim que começou. Mas para eu garantir essa informação, né, eu faço uso de criptografia, né? E uso de criptografia da seguinte forma. Além de criptografia, eu uso também eh uma não é um banco de dados centralizado, porque eu falei como banco de dados centralizado.
A gente tem aí um banco de dado relacional, um um noquel também, um não estruturado, mas ele é centralizado.
Então quando eu quero usar esse banco de dados, eu acesso um servidor.
>> Uhum.
>> Né? No caso do blockchain, a ideia era é não ter um ponto único, né, de de armazenamento de dados, não tem um ponto único de computação dos dados, não tem um ponto único. É uma ideia muito legal que é o seguinte, eu tenho uma rede peer toer que essa rede peer to peer monta o meu blockchain, ou seja, o meu meu esse meu banco de dados está em todo mundo que faz parte dessa rede. Então ele tem uma cópia em cada um deles.
>> Como fosse é como se fosse um grande multiaz de um banco sem sem delite. É. Pode ser. Quer ver uma analogia que eu gosto de fazer?
>> Não, tem uma analogia bem legal pra gente que é Javeiro. O que foi, eu não posso mais me considerar jáiro. Hoje eu sou muito mais golangueiro do que >> rusteiro.
>> Rusteiro do que javeiro.
>> A gente que foi, é, eu, né? Você ainda é até hoje atás. Eu preciso até me atualizar.
>> Eu nunca fui Javeiro.
>> Não, você é Javeiro? Eu nunca fui jáiro.
Eu sempre fui paiteiro e agora mais recentemente eh, JavaScriptiro.
>> Meu Deus, de me liga.
>> Ah, não web, né? Mas o >> Node Jazz. Jaz.
>> É, não, não deixa de ser bruxaria. Mas enfim, vamos volto tentar aqui.
>> Eh, você lembra do J Groups?
>> J Groups >> para montar cluster de >> Sim, >> montar cluster é uma é o J Groups, para quem não conhece. é um um é um framework, é um componente. É um componente para você montar cluster.
Vários servidores de Java ou baseado em Java usam de groups, né, para montar um cluster, para ter várias instâncias que computam a mesma informação para ter a garantia de que a informação que tá aqui tá aqui, >> né? O J Groups cria esse consenso. Sim, >> exatamente esse nome, >> consenso.
>> No J Groups é um consenso, você monta um consenso, exatamente o mesmo nome. No blockchain você monta um consenso também. Então você vai montar nessa rede pe to. Então não é centralizado, você tem várias máquinas e tem uma diferença ainda maior assim, essas máquinas existe um incentivo para qualquer um participar. Então são não não significa que essas máquinas vão ser de uma mesma instituição, ao contrário, vão ser de n instituições, pessoas diferente. Todo mundo vai ter um incentivo para participar. Todo blockchain tem algum incentivo para você virar validador, minerador. São vários nomes para isso.
Depende se é eh proof of stake, né? Se é proof of work como Bitcoin, como começou o Etherum. Uhum.
>> Então, a depender de qual seja o algoritmo de consensos, eu já tô falando do algoritmo de consenso, né? Existe uma forma de você gerar esse consenso, existe uma forma de você ser incentivado a participar dessa rede, colocar um validador ou minerador, como que é a depender do algoritmo de consenso, >> como você vai chamar isso. E então você vai ter várias máquinas, vários servidores que vão participar dessa rede e como é que a gente vai garantir de que essa rede ela está íntegra através desse algoritmo de consenso. Então, dentro do consensos, eu tenho uma garantia de que, opa, essa é o bloco válido. Então aí eu vou usar criptografia para gerar um hash criptográfico que garante que aquele bloco é é válido. Fazendo um resumo, tá?
Mas é eu garanto que aquele bloco é válido. E aí eu informo a rede. Esse é o último bloco válido.
>> Sim.
>> Aí o próximo que for construir o próximo bloco, seja qual for o algoritmo que use, tem que >> ele vai linkar com esse último >> Sim.
bloco válido com um novo hash criptográfico do novo bloco, >> que ele vai ter que fazer um novo consenso, >> um novo consenso. Então, com isso, você tem essa ligação entre os blocos através desses rest criptográficos, que uma vez que ele foi gerado, você tem a garantia que é aquele, é o vernadeiro, não tem como mudar nunca mais. Se você tentar alterar qualquer coisa ali, o rche porque é um cheque san.
>> Uhum.
>> Né? Um chequesan.
um chá 256.
>> É, é, no caso, é um chá 256, é um cheque san. Ele vai garantir de que >> eh aqueles dados, né, não vão ser alterados. Se alguém tentar alterar, vai mudar o cheque sanum >> e vai que a gente chama forcar toda a rede, >> vai criar um forque na rede >> e com isso vai invalidar. Então, na verdade, o algoritmo vai dizer assim: "Não, esse é inválido, esse não é um bloco válido".
>> Sim. Então é como se você, vou vou dar o exemplo mercado financeiro pr as pessoas entenderem, o baiano tem R$ 10 numa determinada conta. Eu fiz um depósito de R$ 5 na carteira dele. Então, primeiro eu tenho que fazer um consenso com os pares.
Baiano tem 10 aí? Baiano tem 10 aí.
Baiano tem 10 aí. Todo mundo não tá tudo certo. Baiano tem 10 aqui. Consenso.
Beleza. Tá todo mundo com o mesmo chá 256 que o baiano tem 10. E aí eu crio um novo bloco dizendo que você teve uma nova movimentação de cinco e aí vou gerar um novo chá 256. Falar ó, agora o baiano tem 15 e vou transmitir isso pros pares. E aí todo mundo fica com a mesma informação, correto?
Eh, a diferença aí que o que é passado não tem muito o que discutir. Uhum.
>> Tá, todo mundo já entende que aquele último char 56 >> é o é o válido ponto final. Não tem, >> mas eu confirmo que aquele chá é o mesmo que tá em todos.
>> Isso. Eu já tenho essa confirmação.
>> Sim. É, no caso o a confirmação que quis fazer é que tipo, quando eu digo Baiano tem 10, eh, a pergunta é não é baiano tem 10, é essa chave que você tem? É >> que essa chave já garante que tem aquela operação, né? Essa que é a diferença. É isso. Essa chave já >> eu não valido a regra de negócio, eu valido a chave.
>> Isso aí. Se tentar chegar uma nova chave dizendo que o baiano tem cinco ou que tem 20, inválido, porque eu já tenho uma chave aqui que diz que ele tem 10. Ah, oceu >> o o o topo da da fita do baiano é essa chave.
>> É isso. Não tem como você mudar isso nunca mais. Nunca mais. Porque aí o detalhe depois eu eu consulto com aquela chave olhando o que que tem dentro do bloco, né?
>> É exato. Então assim, não tem como >> Uhum.
>> Se alterar, vai alterar o os o cheques san que vai alterar a chave que você chamou. É isso mesmo.
>> Sim.
>> Vamos chamar de chave que é o cheque san.
>> Quero falar com você agora que ainda não conhece a Clever. Clever é uma empresa que já tem mais de 3 milhões de usuários em 30 países com 30 idiomas diferentes, que tem trazido soluções em blockchain, criptomoedas e ativos digitais. O objetivo da Clever é te dar liberdade financeira para operar esse mercado de cripto. Então, se você acredita nisso, se você acredita nessa liberdade, você já pensa como a Clever, vai conhecer os caras, é clever.O. estão contratando também pessoal para trabalhar com cripto, com blockchain. Então, se você tem interesse, se você tem conhecimento nessa área, procura a Clever. Se você gosta de criptomoedas, se você opera no mercado, você precisa conhecer a Clever, precisa conhecer as soluções da Clever.
Então, o endereço tá aqui embaixo no vídeo. Para quem não tá no YouTube, é clever. Vai lá, vai conhecer que realmente é um mercado sensacional.
E aí, nesse contexto, então, do que a gente contextualizou aqui, gente, isso aqui é um mega resumo, tá?
>> É, sim.
>> Vamos, procurem entender melhor como funciona o o blockchain, porque tem vários dispositivos que a gente simplifica muito, né, B?
>> Isso, isso é explicação de de bar.
>> Isso, exatamente. Como é que seria como é que seria isso dentro da produção de linha de bebidas? Então, dentro da produção de de linha de bebidas, o blockchain, como eu falei, como ele é muito bom nisso, em guardar uma determinada informação de maneira imutável, de maneira transparente também, porque ele você consegue consultar a qualquer momento, porque é público e porque essa rede de descentralizada não tem uma entidade única. Eh, ele é super seguro porque para você, como eu expliquei no resumo, para você alterar um valor, você alteraria o chequean e forcaria a rende.
Então assim, a rede não vai forcar, ela vai simplesmente dizer: "Olha, bloco inválido, >> não, você não altera, você cria um novo bloco".
>> E não, não tem como, não tem como alterar, então é imutável.
>> E para você adulterar, né, como eu falei assim, adulterar o dado, como expliquei aqui, é impossível.
>> Uhum.
Então, nesse aspecto é muito seguro. E aí o blockchain ele traz umas vantagens que assim, ele é muito bom para certificar coisas. Eh, não faz sentido você criar uma tabela dentro, encher de dados, isso não faz muito sentido, porque imagina esse esse consenso com megab >> Uhum. Mas se tornar cada vez mais lento, ser um pouco mais complicado de de se de se executar. Mas imagine eh você criar um mecanismo de certificar um um uma tupla de dados, vamos chamar assim.
Ou seja, eh eu tô tentando não ir tão no técnico, mas imagina uma Merc lá, sei lá.
>> Não, mas podemos ir. Imagina, ó. Tão pensando assim, ó. Eh, >> imagina Merkel Tree.
>> É. Mas assim, tô pensando mais no caso de uso.
>> É isso. Mas imagine isso.
>> Eu tô e eu eu tô na linha de bebidas lá de tô fazendo garrafa de vodica, certo?
>> Sim.
>> Então eu tenho um lote que eu sei que eu vou emitir 5.000 garrafas.
Então eu vou emitir cinco tokens, correto? Faz sentido. 5000 tokens. Faz sentido isso?
>> Vamos lá. Não. Vamos lá. PR pra cadeia de de produção, para para o rastreio de cadeia cadeia de produção, mas o mais interessante é usar um smart contract para via um mecanismo, por exemplo, de mer que geref, ou seja, uma >> explica o que é o Mercal Tree pra galera.
>> Então, para Mercabela Merkley, né? É a tabela Merkley. É, >> para você pode ser simples, não explica para quem tá ouvindo a gente.
>> É uma É, mas isso é meio básico de de computação. A tabela que você consegue eh você tem eh na tabela, falei errado, mas tem que editar uma árvore.
>> Isso >> é uma árvore, né? Tem você tem árvore binária, você tem árvore eh folha A e B, né? E você consegue navegar nessa árvore a partir de um ponto para outro, né, onde você marca, né? Isso é a tal da da árvore >> navegável, né? Exato. Então, pensando nessa estrutura, você vai criar lá uma estrutura que você consegue navegar nessa árvore a partir eh de um, mais uma vez, né, de um de essa estrutura navegável vai se vai confiar num rxan.
>> Uhum. de um de uma informação.
Então eu consigo assim criar um mecanismo que eu não eu crio um hash.
Então quando eu olho no Explorer, no Blockchain lá, eu não sei o que tá ali, mas quando eu eh bato esse hash com a informação, eu consigo garantir que aquela informação tá ali dentro.
>> Uhum.
>> Consegui explicar?
>> Sim, >> eu acho que sim, né? É porque aí você tem um objetivo, a ponta final, você faz o os o rastreio entre os nós da das folhas folhas >> e você chega no ponto que você tem o objetivo, né? Mas aí você tem que ter o o ponto de objetivo que é >> que é a certificação final ou ou inicial no caso.
>> Por isso que eu te perguntei, >> se eu tô numa cadeia de bebida, >> então em vez de ser um token, eu vou criar um smart contract que faz isso.
>> Mas aí eu tenho que ter um smart contract por garrafa >> ou cada garrafa é um token? Não, cada garrafa é um certificado, é um hash.
>> Pera aí que agora você me confundiu.
Porque é, >> você pode chamar de token, isso não tem problema. Mas é um >> É, eu tô chamando de token, por exemplo.
>> Eu tô é um hash assim como Bitcoin também é um hash, não é?
Mas o Bitcoin, >> quando eu emito uma moeda, ela não é um hash.
>> Ela é um hash, mas ela é um token.
>> Eu tô imaginando isso. Tipo, vamos fazer uma paralela com NFT, porque o NFT não gostei. Vamos fazer paralela com token mesmo.
>> Por que que ninguém quer falar de NFT?
Não falamos, mas eu acho que esse para esse caso não não quer ver um caso legal de NFT que já existe que é usado ingresso ingresso. Mas não seria >> o ingresso é o NFT, >> mas não é parecido >> nesse caso não, >> porque eu não tenho que saber na ponta que o ingresso é válido.
>> Nesse caso seria mais um para Nesse caso Sim, mas nesse caso do da cadeia de produção seria estaria mais para um SFT do que um NFT, né? [ __ ] agora tu até eu saí do do nível aqui, velho. Seria semifundible.
>> Semi >> é não não fundible.
>> [ __ ] Bayern, tu foi longe. Agora tu vai ter que me ensinar para poder continuar o episódio, velho. Porque o que que eu imaginava? Um token emitido na ponta, >> certo?
>> Parecido com o ingresso.
>> Sim. E que da mesma forma que eu ingresso, eu sei que eu vendi para você e aí você é um revendedor, você me deu para outra pessoa, eu faria o rastreio disso e sei que aquele na ponta que aquele ingresso é legítimo.
>> É porque o ingresso tem muita propriedade, certo?
>> Sim.
>> Eh, tudo bem, o produto também pode ter, mas no fundo ele ele é mais igualzinho que todo mundo do que o ingresso, né? Eu não preciso registrar a propriedade do dono da garrafa. Isso >> perfeito. É isso que eu quero dizer. É você, você traduziu que o meu pensamento foi isso mesmo.
>> Eu não me expresse bem. É isso mesmo.
>> Eu não preciso saber que aquela garrafa é do baiano.
>> Exato. Porque ela não é de ninguém.
>> Só preciso saber que é uma garrafa válida.
>> Só preciso saber que é uma garrafa válida com tais e tals e tais características.
>> Mas interessante de ser vendido também?
Não.
>> Não, ele só é emitido quando ele é vendido, né?
>> Ah, entendi. Ah, tá. Agora entendi.
>> É, então >> essa é a de grande diferença. Essa é a grande diferença.
>> Eu imito o ingresso quando eu sei a propriedade.
>> Isso. Quando eu tenho um dono para ele, né?
>> [ __ ] [ __ ] Parecia mais simples que eu tava pensando. Faz muito sentido agora que você tá falando. Verdade, >> né? No caso da garrafa não, ela é produzida, não tem nem dono. Ela tá na fábrica, ela tá num estado XPTO.
>> Sim. Então, o que eu preciso para ela é garantir para aquela garrafa ou enfim para aquele produto >> garantir um hash único >> para ela >> para ele. Para ele >> é associado a características dela que quando eu bato >> na árvore, nas folhas, eu consigo garantir que aquelas informações são dela.
>> E as folhas seriam tipo >> as informações dela, né?
Eh, eu eu emiti esse token agora aqui, tô iniciando o lote. E aí as folhas seriam o quê? Tipo, eh, saiu da fábrica, foi saiu da fábrica, foi pra distribuidora A, distribuidora B, loja C, >> isso, >> loja D, que foi vendida.
Só que tudo isso virou um grande hash e cada etapa dessa é um nó do blockchain.
Cada não, cada etapa dessa é um dado que tá imputado lá eh dentro faz parte do cheque san desse hash. É porque o resto eu tenho a última movimentação, mas no blockchain não faria mais sentido eu saber que >> e aí eu tô tô viajando junto com você aqui, engenharia de software >> total a a vivo, live.
>> Eu poderia ter esse token, ele tá emitido, ele tem lá um RFID, >> isso.
>> Na garrafa. Isso.
>> Eu eu sou o dono da Smirnof, por exemplo. Esmirnof patrocina nós. Não, não patrocina, senão o YouTube vai derrubar a gente que não pode. Mas eu sou lá o cara que tá fazendo vodica, certo?
>> É, sim.
>> E eu sei que eu emiti 5.000 tokens, 50.000 tokens hoje, se foram as garrafas que saíram.
>> Sim, sim.
>> Eu não poderia ter um mecanismo de RFID que e essas c 50.000 garrafas saíram da fábrica.
>> Uhum.
>> Eu sei que elas saíram e sei quem são essas garrafas.
>> Isso >> que eu tenho um lá um leitor de RF ID.
>> Eu não poderia gravar um novo bloco para falar: "Olha, essas garrafas, essas 50.000 saíram da fábrica determinado dia, determinada hora." >> Isso. Isso. Essa é a ideia. Tantas saíram para ir paraa distribuidora A, tantas saíram para distribuidora B, tantas saíram para distribuidora B.
>> Isso aí, Cí. Enfim, >> C é, enfim. E aí cada uma delas segue a vida e cada nova etapa de interação comercial, >> isso >> eu registro uma nova transação.
>> Isso. Exatamente. É essa a ideia.
>> E aí eu vou construindo bloco atrás de bloco, certo? no blockchain.
>> Isso.
>> E aí eu poderia lá com QR code saber por onde essa [ __ ] passou.
>> Exatamente isso. Como todo você saber todo o rastreio da o dia que foi fabricado. Você pode até ir antes, os ingredientes que foram usados.
>> [ __ ] aí >> todo o rastreio, tudo da onde veio, >> da onde veio a água.
>> Da onde veio a água?
Que dia que chegou na fábrica?
Que dia que saiu? Que dia que processou?
Que dia que destilou?
Que dia que iniciou a destilação? Que dia que terminou?
>> Uhum.
>> Você teria todo o rastreio, toda a informação de rastreio >> completo daquele produto. Completo, completo. Aí você escolheria, via blockchain, isso é muito fantástico, que a tecnologia entrega, você escolheria o que divulgar e o que não divulgar.
E aí você e e o órgão regulamento, >> o dono o dono do dessa informação é que escolhe. diz assim: "Eu vou divulgar isso, não, não vou divulgar isso." >> A fábrica pode, por exemplo, escolher que um consumidor, como um órgão público de regulamentação, tem acesso a informações que o consumidor não não precisa ter.
>> É, mas para deixar claro assim, o que o que o Blocha é muito bom é incertificar.
>> Uhum.
>> Né? Então você consegue garantir de que essas informações são daquele produto, porque ele consegue garantir isso de uma maneira como nenhum outro produto faz, como nenhuma outra tecnologia faz.
>> Vamos fazer agora o paralelo com o que eu falei para você que é o sistema anterior.
>> Ah, sim. Faz aí.
>> Deixa eu pegar aqui a minha cola.
>> Colinha.
>> Vamos lá. Vamos lá. Aqui é live, gente.
Aqui a gente, esse cara é meu amigo há anos e eu sempre, ó, ó as pegadinhas que eu faço com ele. Vamos lá. O sistema ele chama, >> olha só que que criatividade que nós temos, chama COB.
Cicobe >> S C, >> que é sistema de controle de bebidas.
Esse negócio ele acabou por lobby das empresas de de bebidas, naturalmente. Eu não sei se vocês lembram, os mais velhos, você certamente lembra. Antigamente você comprava uma garrafa de bebida alcoólica, ele vinha com uma tirinha e papel moeda em cima.
>> Sim, sim, sim.
>> Com um número.
>> Sim.
>> Era do Cicob. Hoje não existe mais.
>> Ah, não existe mais. É, não existe mais >> que era exatamente isso que acontecia. E aí para fazer até o paralelo com o que você falou que faz muito sentido, o SICOB ele começou em 2008, vai regulamentar 2008 e ele funcionou por 8 anos, parou em 2016.
Como que funcionava essa parada?
você, quem tinha que arcar com a, o que não faz menor sentido na minha opinião, quem tinha que arcar com a operação disso era o próprio produtor.
Então, o próprio produtor ele tinha que bancar isso.
Ele, aquela etiquetinha que vinha em cima era papel moeda emitido pela Casa da Moeda.
>> Nossa.
>> Para você saber que de fato era original, etc.
Então você teria ali um sistema de certificação, digamos assim, semelhante ao que você tem da moeda de dinheiro, >> sim, >> né? Ao Fiat que a gente tem hoje no no Brasil. E aí aquele valor que era pago pra Casa da Moeda pelos pelos selos, etc., ele podia ser abatido o imposto depois, né? Então, o cara tinha que bancar, tinha que ter essa operação para poder lacrar as garrafas, etc.
E e depois foi cancelado o custo anual geral do sistema, considerando o custo da casa da moeda, considerando o custo de todos os produtores de bebida, em 2016, você tem que colocar que quase 10 anos de de inflação era de 2.5 b.
Caramba, >> por ano >> é muita coisa.
>> Ah, não, perdão. É 2.5 B já em valores corrigidos.
>> Caramba, é muita coisa.
>> Mas assim continua muita coisa.
>> Sim, muita coisa. Anyway, muita coisa.
>> Então são 2.5 B.
Eh, foi desativado o TCU, que é o terminal de o Tribunal de Contas, tá em processo até hoje para poder pedir um outro tipo de controle sobre as bebidas e, enfim, essas são as informações são relevantes aqui pro nosso episódio. O custo de 2.5 bi, que é muita grana, e >> com bloco dá para fazer muito mais barato. E é isso que eu primeira coisa que eu queria te perguntar é a confiabilidade disso, porque o papel moeda >> ele tem a sua garantia peronomútil.
>> Sim.
>> Senão não tinha dinheiro falsificado rodando até hoje. E dá para acreditar que tem muito mais gente olhando dinheiro falsificado do que lacre de bebida.
>> Sim.
>> Então, né? Não, não seria um grande um grande problema falsificar isso. Aquele número é uma assinatura.
>> Sim. É um hash.
>> Sim, >> tem uma semelhança com o que o que a gente tá falando aqui.
E a provocação que eu quero te fazer é como que isso funcionaria na prática, porque a gente tem muito custo hoje pras redes que são de fato confiáveis, as redes públicas, para que você tenha uma credibilidade.
Hoje você não faz uma transação aí em Ethereum ou Bitcoin, menos de 5 6.
>> Então na Clever você faz centavos, né?
>> Na Clever >> é, >> fica a dica.
>> Dentre outras.
>> Eu nem quis, eu nem quis levantar a bola, mas >> é na CL vai por centavos. É, >> mas é >> na rede pública.
>> Sim.
>> E mesmo assim tem várias layers toos, né, que são bem baratas. É assim, para ser bem prático também não falar, ah, porque tá querendo falar da CL. Tem várias layer tres, né, de de Etherium, Arbitrum, base, entre outros que são muito baratos. L >> não é L one, >> L one. Mas eh a gente tem no roadmap inclusive de >> Uhum.
>> criar layer to da própria clever, >> mas aí para escalar produção, para escalar produção, >> para escalar DPS, para escalar Troput, >> né, para poderum, >> né, ter um consenso menor ali e poder chumbar.
transação até o infinito, porque hoje o que limita o blockchain é o consenso.
>> Se eu tenho 21 validadores que precisam validar, eu preciso esperar 21 sincronizarem.
>> Sim.
>> Então eu tenho que e sincronizar dados entre 21 servidores >> que às vezes um tá na China, tá no Brasil, enfim, não necessariamente, mas assim, estão todos espalhados de donos diferentes, >> desculpa. Então isso é o que deixa qualquer blockchain limitado em termos de troput, mesmo sendo proof of stake. Por isso tem os layers, né?
>> Por isso que tem os layers que aí você consegue criar um consenso numa layer ali, depois um consenso mínimo, menor.
>> Uhum.
>> Né? E chumbar a transação.
>> Sim. Mas aí pensando aqui num caso de Brasil, >> mas aí vamos voltando lá, né? Como seria então? teriam smart contract que como eu falei que implementariam zero nulas de proof, como eu falei lá do da Mercal Tree, que é a tal da arvorezinha que eu vou seguir, eu vou conseguir chegar no dado através de hash criptográficos. Então são hashos. Então imagina assim, eh eh eh foi passou na fábrica de Feira de Santana, distribuidor de Feira de Santana. Tá? Então, Feira de Santana vai ser um dado que tá lá numa folha.
>> Isso é uma transação na rede, >> mas vai tá exposto, né? Vou chegar nesse dado através de um hash.
>> Uhum.
>> E quem vai me abstrair isso é o Smart Contrast. Então, no final ele vai montar esse hash final com os dados principais desse cara.
E é isso que vai vir aqui pro QR Code, ou seja, no QRCode aqui vai vir um hash.
>> Você que tá aí escutando esse episódio bacana e quer levar toda essa tecnologia, essas novidades pra sua empresa e não sabe como, chama o time da VemBS. A gente pode ajudar vocês com desenvolvimento de software, com arquitetura de soluções, a entender os problemas que vocês estão vivendo e sair do outro lado com uma solução bem bacana. E se você tá escutando o podcast para aprender coisas novas, faz o seguinte, manda um e-mail pra gente no peoplecare@vems.
E você pode fazer parte também do nosso grupo de talentos. Valeu.
Agora o time do Relações Públicas vai gostar mais de mim.
O ponto final, eu eu eu entendi e eu acho que o acho que o pessoal entendeu, mas eu eu quero pensar do ponto de vista de custo se seria viável para cada, porque assim, eu tô pensando quantas garrafas são emitidas fazero um ensaio aqui contigo live.
>> Ah, não, Blockchain tá aí para isso, >> porque, cara, assim, eu tenho 300 garrafas sendo emitidas. tá aí para isso aí tem solução, aí tem arquitetura de blockchain para resolver isso aí, >> porque aí eu teria que seria cada etapa, é, seria uma layer tool, cada etapa de movimentação dessa garrafa seria uma operação on chain.
>> Sim.
>> E as operações on chain t um custo, correto?
>> Isso.
>> Você acha com a sua visão de um cara de mercado que um mercado brasileiro, por exemplo, de bebidas, a gente chegaria no custo menor que 2.5 B? muito melhor.
O custo maior seria talvez do estudo em cima do IoT, >> do IoT que embarcado no produto, né? No blockchain.
>> Seria um custo de custo final do de ter o IoT na própria garrafa >> e não da operação de Chen. É isso.
>> É porque vamos lá, o que que o bloco, o que que a web 3 traz de vantagem? A infraestrutura já está instalada, você não precisa criar uma infraestrutura.
Isso que às vezes precisa desmistificar na cabeça das pessoas.
Pensa assim que você lá na sua empresa para ter um prontuário eletrônico que seja aceito mundialmente, tipo assim, imagine que toda vez que eu vou no médico tem que preencher uma ficha na amnésia, não preciso mais. Eu mostro um Qcode do meu certificado, do meu prontuário eletrônico único, ainda consigo dizer o que que eu vou mostrar para aquele médico. Eu assim, eu só vou te mostrar isso, isso, aquilo outro.
E aí no que eu valido isso com ele, ele lê o meu QRcode, abriu, já tem todos os meus dados lá. Não precisa ficar toda hora preenchendo ficha de anamnesia.
>> Imagine que para sua empresa fazer isso, não precisa hoje de você criar um blockchain para chamar de seu. Na sua infraestrutura você vai usar, eu vou puxar a bola mesmo, vai usar da Clever, por exemplo, né?
E a infraestrutura já tá pronta, você não vai montar. Ah, mas essa coisa do público, cara, tudo tem alguma solução.
Eh, preocupação número um, você não tem o controle. Quando eu falei aqui, Smart Contract, você vai codificar um contrato inteligente. Você vai codificar o que você quer, como que aquele contrato se comporte. Eu vou fazer aqui uma analogia até para dar muita segurança.
Vários a eh blockchain vem se tornando, se mostrando cada vez mais eficiente em combate à fraude, em combate a lavar de dinheiro. Porque quando o cara, como tentaram lavar dinheiro usando o SDT da Tetter, o contrato entre a gente que escreveu foi a Tetter, tem um CEO, tem uma, é uma empresa isso.
O cara foi lá e falou assim, ó, congela os ativos de todos esses que estão em posse de todas essas contas aqui. Chama conta em accounts, o que tem address que tem chaves públicas >> de todas essas chaves que estão associadas a todas essas chaves públicas aqui tem um mecanismo já implementado no smart contract para isso, no contrato então é um dinheiro programável, é um dinheiro programado.
Então ele congelou e o fraudador, o criminoso não conseguia usar o dinheiro.
>> Uhum.
>> Né?
>> Não. Sobre segurança a gente não tem dúvida nenhuma. Quem pegou o problema do dos roubos ao Banco Central foram as corretoras criptas.
>> Exato. É isso. É onde eu quero chegar.
Então >> o Banco Central tá tá tava dormindo e quem pegou foram as corretoras.
>> Aí vamos lá. Se você vai colocar seus dados ali também de Não é que você vai colocar seus vai associar seus dados de a esse certificado, né? Esse certificado sim vai ser seu, mas vai ser público, vai est em algum blockchain, >> mas só você sabe que é seu, né? E por isso tem que ser um smart conta, por isso tem que ser assim, porque se um dia aquela sua conta, imagina se fosse um uma do blockchain, aí você perdeu sua conta e aí você fez o qu? perdeu o seu não. Então é um certificado associado a sua conta que você pode mudar vias mais contas a qualquer momento de aler de dono, né?
>> Então aí você vai, o que vai garantir aquilo é a assinatura que você fez, né?
Então com isso, ó que ó que legal, eh com isso, com esse mecanismo, né? você não vai precisar mais mostrar sua ficha, criar toda vez a uma ficha anamnese.
Você vai garantir, você vai dizer assim: "Eu quero esses dados, vai ser disponível pro Dr. Wellington no consultório Dr. Wellington. Eu vou disponibilizar, eu vou autorizar ele a ver e através desse hash, desse certificado, vai bater no blockchain, vai eh garantir a veracidade daqueles dados, né? Que aqueles dados são verdadeiros. É isso que o blockchain é muito bom. Ele garante que aqueles dados do seu da sua da sua seu prontuário eletrônico são seus e são verdadeiros.
E uma vez que se coloque novos dados nesse prontuário, vai se gerar um novo hash, um novo certificado para aquele Você vai recertificar os dados e assim você vai caminhando e você vai ter o rastreio de todo o seu pronto eletrônico desde o dia que você começou até hoje.
>> Sim. É um, é um dado que ele é incremental, né?
>> E aí eu me perdi um pouquinho assim, a garantia que eu falei da segurança, existe a garantia do que você codificou nesse smart control, nesse contrato gente para te dar essa garantia de segurança de que só um fulano que que assina, só um fulano que tem um papel, você vai criar papéis dentro desse desse contrato inteligente, né? né? Você vai criar papéis, você vai criar eh eh inputs e assim você vai caminhando. O mesmo é pro pra questão de cadeia de >> produção.
>> Produção, né? pro rastreio de cadeia para você vai criar também mecanismos ali, inputs e papéis de quem pode imputar o dado, quem não pode, quem pode recertificar, quem não pode, como vai ser, você vai criar as regras, você vai criar as regras do jogo.
>> Essa parte é barato, porque a infraestrutura já tá pronta, você só vai gerar um contrato entre gente, que é um conjunto de código que não é caro. E não é caro nem manter, nem fazer o deploy, nem colocar para rodar. E tem mecanismo assim, ah, mas eu coloquei numa rede XPT, eu coloquei na Clever e amanhã o KLV tá valendo 1 milhão de dólares, >> se Deus quiser.
>> É. E aí, pô, que você faz o que com tem um mecanismo, por exemplo, na na na Cléver e aí cada bloquinha tem um mecanismo de você abstrair isso, você locar as taxas de rede. No na Clevia tem um KDA por fo, você vai lá se eu vou garantir minha operação aqui por 10 anos, por um ano, por quantidade de anos que você vai definir e você vai >> locar pelo valor atual.
>> Entendi.
>> Então você vai garantir.
>> É como se você fizesse como que a gente na nuvem, um >> você vai fazer um um comit. É, faz um comit antes, um um comit é um upfront. É, >> vai fazer um upfront, um commit upfront.
É exatamente isso. Você vai fazer um upfront, você vai comprar agora >> e vai garantir através de um pool de uma piscina de tokens >> as taxas dessa transação por pelo tempo que você determinar.
>> É, entanto, >> então você tem uma garantia ali, né? Se acontecer um negócio maluco desse subir muito preço e pô, e aí faço o quê? você vai se preparando para em algum momento, sei lá, para garantir sua operação, ir para um para uma L para um outro caminho para garantir sua, você tem tempo para fazer isso.
>> Sim, você tem, tá, tem previsibilidade, >> tem previsibilidade para garantir a sua operação por um tempo determinado. Então você tem garantia, você tem como executar e não faz sentido criar uma blockchain para chamar de sua. Por isso, por isso.
>> Uhum. Ah, até porque se se você tem uma blockchain sua, você não pode certificar sua própria autoridade, né?
>> Não é nem isso.
>> A gente sempre fala sobre isso.
>> É, o problema maior é que você perde um dos principais aspectos da blockchain, que é eh esse aspecto da segurança de você não, porque uma vez que é sua, se eu aí se eu quero eh tomar essa blockchain, se eu quero atacar essa infraestrutura, eu sei que ela é sua, eu ataco com você. Isso.
>> Agora na pública, quem que eu ataco?
>> Sim. É, não. E e a própria >> ataca o quê? Quem são os validadores? É um monte de gente espalhado.
>> Própria fé pública.
>> Como é que eu faço isso?
>> Porque se você tem a sua própria blockchain, você valida você mesmo.
>> Mas não, mas você percebe a parte de segurança que é pior ainda. Você tem uma blockchain que é do Wellington Corporation.
>> Uhum.
>> Eu eu vou lá e ataco o Wit Corporation.
faço engenheria social, ataco a Wing Corporation e tomo conta dessa blockchain. Essa blockchain agora é minha.
>> Então, mas aí perde o sentido, porque se a garantia da blockchain é o consenso >> e esse consenso é diverso, >> é diverso, >> são pessoas aleatórias que >> eu vou fazer um consenso comigo mesmo e aí se eu sou atacado, >> ex, você não tem descentralização, percebe? Por mais que no código tenha descentralização, >> você tá centralizando numa única entidade.
>> Sim. E aí você tem um elo único fraco, né?
e fraudável até para quem queira manipular o dado.
>> Se você não a a o o a tecnologia vai garantir que isso não acontece, mas eu consigo >> manipular assim um input a partir do momento que eu consigo tomar conta desse blockchain.
>> Sim, sim.
>> Eu consigo dizer que ele é meu agora, porque se se eu invadir sua infraestrutura agora ele é meu.
>> Vamos supor, se eu sou uma corporação, eu tenho um blockchain que eu Esse é um ponto que eu sempre quis te perguntar.
Venha, venha, venha. Eu eu tenho eu montei, eu sou uma multinacional, eu tenho sítios no mundo inteiro, então vou fazer uma blockchain minha, beleza? Vou ter um validador na Ásia, na Europa, na América, na América do Sul, etc.
E eu quero fraudar esse blockchain.
>> Eu posso manipular os validadores para ele poder fazer uma uma validação eh maliciosa, assim como o hacker que me atacasse pudesse fazer ou não.
>> Se você consegue tomar conta de todos os validadores. Sim.
>> É porque eu tenho controle de todos os validadores.
>> De todos sim. É isso que eu falei. Você faz um takeover da rede. A rede é sua.
>> Sim. É. A rede é minha. Não importa quais são os validadores. Eu posso tomar falar: "Ah, mas é blockchain". Mas tem o controle sobre todos os validadores.
>> Acabou, >> né?
>> Acabou. Você faz o que você quiser. Você muda o código. Inclusive, você for faz o forque da rede a hora que você quiser.
>> Isso. Eu estou geograficamente descentralizado, mas eu estou com controle centralizado. E quando a gente fala de de blockchain é sobre controle.
>> Exato. Exato. Então quando quando você tem validadores diversos que você não sabe nem quem é, você tem que invadir essa galera que quem é essa galera?
>> Sim. Exato.
>> Quem são os os mineradores de Bitcoin?
Como é que você invade todos os mineradores de Bitcoin do mundo ao mesmo tempo? Não consegue fazer isso.
>> A segurança tá justamente na credibilidade diversa, né?
>> A clever é um blockchain realmente descentralizado. Como é que você invade os 200 e tantos validadores da CL ao redor do mundo colocado por pessoas que não não tem mais nenhum validador? Quer dizer, >> a gente até tá vai retirar agora os validadores da fundação, porque a gente iniciou a rede, a gente botou nossos validadores e deixou. Vai, galera, agora vai colocando de vocês. Tem que fazer um seing, né? Tem que fazer um seding. A gente fez um seeding e aí a galera começou a botar validador, botava. Tem tanto validador agora que a gente tá, a gente tá num processo de tirar os nossos gênesis, que a gente chama lá de validador gênese. Então a gente vai tirar, não vai ter mais nada da fundação da clever. A fundação da Cléver vai est fora, é público, as pessoas aleatório, pessoas, eh, entidades, empresas que estão botando validador para manter a rede, >> manter o blockchain que a gente criou.
E é que legal. Maneiro isso, né, cara?
>> Cara, mas é isso que eu acho muito louco.
>> E é isso que assim, onde é que tá a segurança disso, cara? Como é que você invade? Você vai invadir quem? Você não precisa, você não vai invadir a Cléver, você tem que invadir essa galera aí.
Quem é essa galera?
>> Se um cara tá comprometido, o consenso ignora esse cara.
>> Não, um cara, exato. Um cara não vai fazer nada. Agora ele tem que invadir todo mundo ao mesmo. Ele tem que invadir >> os 200 e tantos servidores ao mesmo tempo. E ao mesmo tempo.
>> E é loucura. É impossível na prática.
>> Na prática é impossível. Vai gastar muito dinheiro para fazer isso.
>> Sim.
>> Então aí é que tem a garantia. Então quando você coloca um um blockchain para chamar de seu, você corre esse risco.
Você tira essa principal parte do blockchain.
>> Uhum.
>> Que é tão legal você, isso que você se ligou, cara, isso é tão legal. E você tira.
>> Mas é isso que eu acho muito bom. remove esse essa parte, >> porque a maioria das pessoas falam que querem ter o seu próprio blockchain. Eu já ouvi isso de executivo, de CIO, de Cityo, que quer montar a própria rede por questão de segurança.
>> É o contrário, >> é o inverso. Querido, >> é isso mesmo. É, é, ouça. É, é o inverso, mas é o inverso. E a garantia dele vai tá no código que ele tá gerando no Smart Contract. preciso mais contract.
>> Se ele tem muita preocupação mesmo com segurança, faça auditoria desse código como entidade externa, né? Faça, tem a garantia desse código tem aquela questão também que deploy é deploy, não temback.
>> Exato. Então tem a garantia desse código. E isso que é o importante.
>> Uhum. Não é o blockchain ser seu. O seu, na verdade, você tá tirando segurança.
>> Agora um blockchain público você usar, usa o exemplo da teto, tudo um bloco de público, ela controla. Se chegar lá um criminoso, ela congela o dinheiro do cara e devolve pras pras pras instituições.
>> E aí, como é que funciona isso com os validadores, cara?
>> O validador continua validando.
>> Mas como é que a Teter tem controle de >> Não tem controle da da validade, tem controle do código do Smart Contract.
Ah, tá, entendi. Entendi.
>> Aquele código inclusive já tá lá o código que é do Smart Contract para aquele fim específico.
>> É, tem um código no Smart Contract para congelar fundos.
>> Já tá lá codado. El não, ele não precisa codar. Já tá lá. Já foi feito um deploy com esse propósito.
>> Entendi. Uma vez deploiado, está lá.
>> O código tá lá. Ele mente o comando.
>> Uhum.
>> Congele o os fundos daqueles associados àquela aquelas contas associado àquelas.
>> Estou misturando as minhas dúvidas.
associada é associada àquela eh aquelas chaves públicas, ou seja, aqueles donos que a gente já sabe que tá associado com crime, com lavagem de dinheiro, etc, etc.
>> Mas no tinha, como é que funciona esse congelamento de fundo?
>> O cara, o dono do dinheiro não consegue mais usar.
>> É um novo, é um novo bloco que tira aquele fundo do cara, >> não é? Bom, o cara não é que tira, quando o cara emite o comando pro Smart Contact, isso vai ser gerado uma transação que vai eh gravar na pedra do blockchain que agora aqueles dados estão aqueles dados, aqueles fundos, né, aquele dinheiro tá congelado, >> ele não consegue mais movimentar. é um novo bloco >> ou nos Aí depende como o Smart Contract tá implementado.
>> Entendi.
>> Imagina que o Smart Contract ele vai executar operações do próprio blockchain.
>> Sim. Então posso criar um um comando, né, do Smart Contra que dizer assim: como desse é um papel, eu eu sou eu tenho um papel que chama dono daquele contrato inteligente. Como dono desse contrato gente, eu posso pausar ou posso locar ativos, tokens, né, associados a tokens que são gerados por emitidos por esse mesmo contrato da gente.
>> E aí eu tenho rastreio pela árvore para saber que o saldo que tá em determinada carteira foi emitido por aqui.
>> É, nesse caso não tem árvore lá, não tem nesse caso não tem Mercal Tri não.
Mercal Tri é um exemplo mais para pra ocultação de dados.
>> Mas pelo rastreio, eu não consigo chegar. Zo knowledge proof, >> porque se >> nesse caso não tem não tem não tem Mercal Tre nesse caso não.
>> Mas aí eu ten eu chego ao nível um só.
Nesse caso é assim, eu emito um token.
>> Sim, >> eu emito um token através de um contrato inteligente, >> tá?
>> Dentro da emissão desse token de um contrato inteligente, que ele é um contrato inteligente.
>> Uhum. Certo? Ele tem uma função. Esse token, o token tem funções. Ele é um contrato inteligente, ele tem funções.
Uma função é transferir transfer. Então vou transferir de mim para você. Beleza?
Eu tenho uma outra função lá que é lock.
>> Hum.
>> O freeze, eu congelo.
>> Mas e se o que caiu na minha carteira já pra frente?
>> Aí para eu fazer o transfer, eu olho if freeze ou if frozen nesse caso, né?
Correto. If frozen não consigo no transfer.
>> Ah, tá. Mas eu não, ele não transfere.
>> Ele não transfere.
>> Tá. Eu entendi que eu poderia depois de transferido >> congelar o saldo que já tá contigo. Não, >> não consigo.
>> Se Mas como eu eu eh o cara conseguiu transferir lá fundos a partir para mim, vamos supor, >> não sei, vamos dar um exemplo do bandido.
>> O bandido conseguiu transferir para ele lá, conseguiu gerar e transferir para uma conta dele. Uma >> iso caiu para um laranja. O laranja caiu pro laranja dois e caiu para mim.
Não, mas vamos botar o laranja só.
Vamos, vamos tirar você desse negócio.
Não quero você envolvido com isso não.
>> Você é o cara do bem, pô. Aí tá lá o laranja um, laranja dois, laranja 3. Eu sei que esses laranja 1, dois e três, eu sei os endereços eh chama endereços. Eu sei os as chaves públicas dele. A chave privada só eles que tem, mas eu sei a chave pública dele.
>> Eles retiraram de uma exchange dinheiro de fundo >> criminoso.
>> Sim. de origem criminosa e caiu para para esses chaves públicas dele. Beleza?
Até aí, OK.
>> É um smart cont, é um contrato inteligente. Eu tenho uma função que é transfer. Para cair para ele, primeiro foi executada essa função transfer a partir da exchange dos tokens para eles.
>> Uhum.
>> Ok.
>> Beleza.
>> Aí eu tenho uma função que é, pô, eu descobri que agora que esses caras são bandidão, então vou fazer o quê?
congelar os ativos dele. Então tem uma função lá >> já está codificada no Smart Cont, está codificada nos tokens dele que é freeze, >> mas aquilo que já foi >> quer congelar, eu vou congelar, >> já tá na carteira dele >> dentro da função de transfer, já tá lá. Se estiver congelado, não transfira >> não, mas já transferiu? Mas não tava congelado. Agora tá congelado. Se congelado não transpira não. Mas se >> aí eu posso posso já tá já tá codificado lá. Outra coisa. Se congelado, mas for o dono, se eu for o dono do contrato do contrato dos do contrato inteligente e eu tenho esse papel como dono, eu posso transferir para quem eu quiser, mesmo que esteja naquela, naquele associado àquela conta.
>> Não, tô quem cria associação àquela conta é o contrato entre gente, >> tá bom? Mas até eu entendi.
>> Ele que transfere daquele.
>> Mas eu quero saber depois que transfere >> t o chave pública para aquela chave pública.
>> Eu não sei que o cara é bandido.
Já rolou a transação?
>> Já rolou sim. Transferiu. Aí o transfer foi OK.
>> Mas aí eu não consigo congelar esse cara mais, né?
>> Consegue >> como eu? Desculpa se eu tô sendo burro, velho.
>> Não vou fazer o congelar.
>> Mas o congelar ele dá >> congelar o estado. Não continua. Não existe rback no >> Então é essa é minha dúvida.
>> Eu esse >> ó, imagina eu dei um golpe.
>> Vamos prática aqui, ó.
>> Esse pega seu celular aí vai. Esse aqui é um endereço, esse aqui é outro, certo?
Essa aqui é uma chave pública. Esse aqui é outro que tem a chave privada lá.
>> Certo.
>> Eu como chave.
>> Esse aqui me dá mais um aí, sei lá. Essa aqui é essa cerveja. Power bank.
>> Pronto. Boa. O Power Bank é Exchange.
>> Tá beleza.
>> Aí o cara pegou dinheiro lá sujo.
>> Sim. foi na exchange e conseguiu transformar em USDT.
>> Beleza?
>> USDT, >> tá? USDT >> que é um contrato inteligente, >> tá aqui na >> tá na Exchange.
>> Tá na Exchange.
>> Aí ele executou o comando de de saque da exchange para para aquele >> para uma bolet dele, para um endereço dele, para um >> para uma chave pública dele.
>> Beleza. Vamos supor que foram $ >> aí. A chave privada aqui >> Aham.
>> Da Exchange, né? O sistema de custódia da Exchange assinou uma transação dizendo que essa quantidade >> 100 >> de tokens quantidade de copo, vou botar assim quantidade de copo >> sem copos.
>> Quantidade de copo de de token.
>> É que eu quero complicar o seu exemplo no caminho para você.
>> Vai. quantidade de, vamos supor que copo tá até aqui 100 ml >> de líquido copo, que é o token copo sem copo.
Ol, 100 ml de copo.
>> O token é copo. Sem copos. Vamos dizer que sem copo.
>> Sem copo transfere. Então ele vai executar um comando, ele vai executar uma função do contrato chamada transfer, >> chamada transferência. Vou deixar bem deixar transferência.
>> Trans transferência. Dentro desse, dentro dessa transferência tem cheques lá, tá? Tá já codificado. Beleza.
>> Tem lá muito de cheque, tá codificado.
Eu tô deixando o mais simples possível para você entender.
>> Beleza. Até aqui tá tudo certo.
>> Aí ele transferiu para esse cara aqui.
Então agora esse eu tenho informação no blockchain imutável que não muda isso.
Saiu sem copos de lá e tá para esse cara aqui agora.
>> Tá nesse cara aqui. Beleza.
>> Beleza.
>> Posso complicar o seu exemplo >> aí? Mas vamos lá. Esse cara aqui agora, vamos, por exemplo, sempre esse cara aqui agora que é o o Alner, o dono >> Uhum.
>> O dono do copo, o dono do O dono, quando eu falo assim, o emissor >> Uhum.
>> Ele que emitiu copo no blockchain.
>> Sim.
>> Ele é o dono. Ele é o dono do contrato entre gente. Ele que fez o deploy do contrato gente dentro do blockchain.
>> Uhum.
>> Ele pode executar. Só ele, ninguém mais consegue. Só ele consegue executar uma função nesse contrário intente que chama congelar.
>> Uhum.
>> E aí ele vai lá e executa congelar para esse endereço aqui, >> tá?
Quando ele executa isso, se agora e essa pessoa que é o dono desse endereço tenta transferir dentro da função de transferência, tem lá. Se tiver congelado, eu não não transfiro.
Ah, >> até eu entendi. Agora >> ele tá congelado aqui, mas ele continua aqui.
>> Posso existe uma existe uma outra função lá, uma outra funçã existe uma função na Não, desculpa, existe a função de transferência que ele checa que se for o Wner, se for esse papel de dono do contrato issue do do contrato, pode transferir para onde ele quiser, porque ele fazer o que ele quiser.
Então ele pega e consegue, se tiver congelado. Então, se tiver congelado.
>> Não, mas deixa pera aí. Volta, volta que eu quero, eu quero complementar, eu quero fazer, melhor ele, eu vou fazer assim, ele consegue até dizer assim que se ele for dono, ele consegue pegar esse congelado e transferir pro contrato.
>> Não, mas até aí eu entendi, até que funciona bem.
>> Você entendeu que você não burlou o blockchain? É só burlei, >> é o código que tá fazendo, você você codifica o que você quiser.
>> Perfeito. Mas eu quero, eu quero >> é if, if, why for.
>> Perfeito.
>> É isso, >> ó. Vamos supor que esse cara ele não é o IO agora.
>> Ah, não consegue fazer nada >> não. Volta, volta lá no exemplo do copo.
Tô lá na exchange. Certo. Vou botar aqui o, ó, o fio aqui é o uma terceira entidade.
>> Até agora é o fio aqui, ó. O fio.
Beleza.
Aí eu vou mudar sua história para eu que quero entender o que até que eu entendi.
Perfeito. Funciona bem. Eu tô curioso para entender o que acontece agora nesse outro caso de uso.
Eu tô lá, >> eu só me lembrei que a gente deveria numerar porque quem tá quem não tá vendo tá só ouvindo não vai entender o >> o fio A, o B. Isso. Mas aí você, se você tiver no Spotify, você pode botar a opção de vídeo aqui que você vai entender também. Então, beleza. Tô lá na Exchange, tenho 100 copos.
>> Hum. Aí o Isu smart contract pegou e emitiu 100 copos pro entidade A aqui, como a gente falou, transfere aqui, ó. Pera aí. Vai lá.
Visual. Beleza.
Esse cara viu que caiu os 100 copos na rede dele. Aí ele pegou e mandou 50 copos pro cabo. 50.
>> Tá. Agora tem copo aqui.
>> É meio copo.
>> Tem copo aqui. Tem copo aqui. Beleza.
>> Isso. Beleza. Aí esse cara que é o dono do contrato, que é o >> descobriu que tudo isso aqui é >> falou tudo isso aqui é picaretagem.
>> Picaretagem. Congela tudo. Vou cancelar essa [ __ ] >> Congela tudo.
>> Mas aí, tipo, o esses dois nós, esse salto, >> ele não já tem informação que os dois são picareta?
>> Bloqueia também.
>> É, é mais, é melhor ainda. Bloquear.
>> Não, mas esse esse cara aqui pode ser não seja, pode ser. Esse esse cara aqui talvez não sei se é picareta. Blockchain é tudo rastrável, né? Ele sabe tudo, toda a movimentação que aconteceu.
>> Mas o smart contract tem poder para bloquear o recurso desse cara? Vamos supor, se tiver codificado, sim.
>> Ah, mas tem que tá o tem que tá no smart, >> como tá no da teta, como o cara a teta recuperou lá dinheiro de bandido, >> porque pode ser que esse cara aqui seja, sei lá, um cara que tá, esse cara aqui tá vendendo um PS5. O cara pegou o dinheiro que ele roubou e comprou o PS5 desse cara.
>> Ele vai ter que explicar depois, vai ter que ir lá reclamar. se fodeu.
>> É, ele você fez de fez fez negócio com bandido, amigão. Sinto muito.
>> Entendi.
>> É, >> então consigo porque assim, eu consigo, >> eu consigo entender que no primeiro nível eu tenho um controle de trazer de volta, >> mas aí o nível 1000 níveis >> depende do meu contrato. Cara, a galera faz, a galera, a galera chega com essa galera que vai vou lavar dinheiro, não sei aí o cara pega, cria 1000 wallets, tanto faz. 1000, >> 100, 1 milhão, tanto faz.
>> Porque eu vou pulando de folha em folha, >> tanto faz. É, tanto faz. Ele cria, pode criar quantas ele quiser. É tudo rastreável, é público ainda, transparente. O blockchain tem essa vantagem nesse momento. É transparente.
Tanto que o blockchain, a galera fala assim, ó, é pseudo, é pseudo, pseudo privado, né? Você tem uma pseudo privacidade.
>> Uhum.
>> É porque você tem privacidade até o momento que alguém sabe que aquela chave pública é sua.
>> É, senão o cara tem um extrato a sua >> a partir do momento que ele sabe que aquela chave pública é sua, >> o seu extrato bancário virou público.
>> Virou público.
>> Seu estrato bancário virou público.
Exatamente.
>> [ __ ] sensacional. Muito bom. Esse pop foi muito bom.
>> Você entendeu agora?
>> Entendi.
>> E entendeu porque existe contrato inteligente que consegue bloquear?
>> Porque tá codificado lá e você codifica o que? você quiser.
>> Mas eu não sabia que a gente tinha controle sobre pós-transação.
>> Não tem o dono do contrato gente, você vai criar lógica lá de transfer, você vai criar lógica de tudo.
>> É, mas na minha opinião, por ser o o eh imutável, pela minha ignorância, ser imutável, >> sim, mas >> continua imutável, continua tudo igual.
Então, mas pela minha ignorância, eu achava que a uma vez que eu tenho contrato e que ele mentiu, se fodeu. Eu não tinha um, eu não tinha um freeze.
Depois >> se tiver codificado no contrato de três, gente. Um freeze, >> sabia que tinha um contrtrl z programável no smart contract?
>> Tem smart contract que tem.
>> Não sab isso? Eu não sabia.
>> É, tem como já foi provado aí, o cara blocou lá.
Entendi. Eu achava que eu poderia ter uma condição para não emitir, >> mas uma vez que eu emiti já era. Mas não, eu tenho um [ __ ] isso é incrível, velho. Isso aí é incrível. rede pública, eu posso criar lá uma uma economia circular dentro de uma comunidade que eu codifico as regras de como gastar o dinheiro, de como gastar a moeda dinheiro. Cara, isso pode, a gente já falou aqui uma vez, né, que a administração pública seria incrível.
administração pública, >> eu posso pegar o orçamento do ano de uma cidade, de um país, >> codificá-la inteira, >> codificara-a inteira, >> na verdade, já ter codificado de acordo as regras de de previsão orçamentária, >> transformar isso num >> transformar num contrato inteligente. E a partir do momento que o dinheiro cai ali, não tem não tem impossível desviar o dinheiro. Impossível >> com I maiúsculo.
>> Com I maiúsculo. É por isso que eu tenho a minha dúvida. Será que a iniciativa pública quer isso?
>> Quer essa transparência toda? Quer essa cara? Aí a gente entra numa outra certa.
>> Mas é impossível porque tá codificado.
Ele não vai conseguir fazer além do que tá codificado.
>> Nem a Estônia faz isso.
>> É um contrato inteligente. Você nem Estônia faz, >> mas tem iniciativas por aí. Aa, tem. A Suíça, eu acho que é um dos tem mais exemplos assim de smartes com contrato gente, de >> coisas nesse sentido.
>> É, mas com orçamento público que depende de gente, >> quer ver? Vamos, vamos, vamos pra realidade. Brasil, inclusive, com muito orgulho, né? Eh, a CPRO já desenvolveu eh a identidade brasileira no blockchain, na rede blockchain Brasil, se eu não me engano.
>> Uhum.
>> Custado, mas se não me engano, rede blockchain Brasil, que é mantida pelo BNDS.
Entonces significa que já a partir de 2000 e logo um ano aí porque já tá já iniciou isso, esse projeto já tá em produção.
>> Uhum.
>> A gente vai ter uma única identidade.
>> Já já era hora, né?
>> Porque porque ah, você emitiu no Rio, não importa onde você emitiu.
>> É, agora vai ter São Paulo, você não importa. Isso é blockchain também.
>> É blockchain. Isso tá tá acontecendo graças ao blockchain, [ __ ] Porque você emitiu aquela identidade, não importa onde você emitiu, ela é única, é um certificado no blockchain.
>> Mas esse exemplo que você deu brasileiro é é muito bom até pra gente lembrar que a gente tem, querendo ou não, uma boa estrutura de tecnologia no Brasil.
>> Brasil, a gente tem que parar com essa cena vira lá. Tu quer ver o teu lembrei aqui? Diploma. Diploma. Diploma de universário do MEC, metido pelo MEC.
>> Já tá, já é blockchain.
>> Já é, >> já é em blockchain.
>> [ __ ] >> aí é um NFT.
Aí o NFT faz sentido, mas não é bem um NFT, >> porque eu emito com uma autor, com uma uma propriedade já, né?
>> Então, mas vamos lá. Não é bem uma NFT, que nem um diploma. A gente fez um projeto, >> pô, eu achei que tinha aprendido nesse episódio.
>> A gente a gente fez o projeto, a gente fez, Cléver, um projeto de diploma para um parceiro nosso, né, para B, a B Crypto. Ela tem a academ dela lá e ah, vamos emitir e tal, emitir >> em blockchain.
>> É um certificado, >> mas não é um, >> porque nesse caso não é só um NFT. Eu vou te explicar. Lembra que eu falei do Mercal Tre zero knowledge proof?
>> O NFT não necessariamente precisa disso, né? E no caso certificado precisa.
Porque eu não posso olhar lá no Explorer e ver os seus dados.
>> Não, tudo bem.
>> No NFT eu olho no Explorer e vejo os dados do NFT.
>> Ah, tá, entendi. Mas eu não posso pôr Smart Contx na frente para não ver.
>> Pode, mas você entendeu a diferença?
Você pode, você pode codificar o que você quiser no você já aprendeu isso hoje?
>> Você codifica o que você quiser no Smart Contra, mas aí não é só um NFT, percebeu?
>> Sim.
>> Mesmo que seja o NFT, não é só um NFT. É que o NFT eu posso trocar de propriedade também, né?
>> Mas que o exemplo B NFT é o ingresso, né?
>> Sim.
>> E os dados podem ser públicos e visíveis, não?
>> Sim. E eu posso trocar de propriedade também.
>> E pode ser público. Os dados eu posso olhar no Explorer do blockchain, vê lá os dados do ingresso.
>> É, >> não é seu mesmo?
>> Sim. É sério, >> né?
Mas aí eu vejo os dados de quem é o dono também, >> por exemplo. Mas não é seu.
>> Sim. Não é ideal, mas entendo que onde eu quero chegar. Mas não é seu. É, mas não é seu. Você não vai conseguir provar que é seu >> e usar ele.
>> Você está dono naquele momento. Você está de posse dele, né?
>> Exatamente.
[ __ ] É. Eh, mas perceb a diferença o certificado não. O certificado ape de você ter posse também. O certificado é seu.
>> Mas eu não posso transferir para ninguém.
>> Mas você não pode transferir para ninguém. É seu, né? Só seu e somente seu mais ninguém.
>> Sim. Eu certifico aquilo.
>> Ele certifica. Tá assinado por você, quer dizer, assinado para você com seus dados e acabou.
Seria como uma blockchain de um bloco único.
>> É porque não é um blockchain, na verdade seria é um certificado, >> mas tá na >> Mas tá na tá um chain que tá certificado, ou seja, tá assinado por alguma entidade >> com seus dados.
Tá ali, mas os seus dados não são públicos.
>> Sim, >> mas se eu botar lá o Wellington e contém o Wellon nesse certificado e eu jogar no jogar contra aquele hash quer dizer contra é >> buscar validação, ele vai dar OK, vai dizer OK, o Wellington contém nesse hash mas ninguém sabe disso, a não ser que você diga por isso que cumpre com regra inclusive de LGPD. Você tem que dizer >> sim, eu tenho esse certificado.
>> É, você tem que dizer o dado, inclusive.
É, esse tem esse dado.
>> Entendi. Sim. Mas aí, eh, olhando paraa estrutura de dados dessa parada, eu sempre misturo as coisas. É como um bloco único de certificação no no blockchain. É como se eu tivesse, >> não tem um bloco. Vai ter lá no blockchain, vai ter o bloco com todas as transações, vai est tudo nome, tudo bom, mas não tem outra transação. Eu emito, >> tem várias outras transações no bloco.
>> Mas qual outra transação teria nesse caso? várias outras. Se tiver um transfer de um outro de um de um NFT que seja, vai não. Eu digo para esse caso específico, para aquele para aquele resto para aquele proprietário, >> não. Para aquele aquele resto é só para essa classificação. Só eu não tenho uma uma um histórico de transação, né? É isso que eu quero dizer. Para aquele caso específico, >> não. Para esse caso específico você vai ter só o rest.
>> Isso >> é. Então é como se eu tivesse um registro imutável >> com consenso único.
>> Não, o consenso vai não confunde. O consenso é lá do blockchain. Nesse caso é só o registro que ele vai te garantir, >> mas também tem garanticação >> ou não? Não, nesse caso você tem a garantia já da certificação, tá certificada, assim como se tiver certificação pra cadeia, para cada item da cadeia do da produção dessa lata, que é como a gente começou o episódio, >> eu vou certificar cada passo que essa lata passou até chegar no meu corpo.
>> Mas aí você me fodeu.
>> Então, cada passinho desse vai ter um hash produção, vamos voltar mais uma hora de episódio. Não, porque beleza. Eu posso fazer isso sem blockchain.
O que o Não posso >> fazer sem blockchain?
>> É, >> pode.
>> Mas eu que >> eu já eu já eu sempre tive diploma sem blockchain.
>> É, exato.
>> Eu sempre tive identidade sem blockchain.
>> Sim. Mas o que eu acho que >> qual a vantagem do blockchain >> é você ter o consenso.
>> Não, não é o consenso.
>> Isso é imutável. imutável. Só que eu só tenho garantia dos >> é ser imutável, ser transparente, ser >> Mas tudo isso depende do consenso, né?
>> Irraqueável, mas não tem a ver com esse hash aqui. O consenso é do blockchain, >> então. Mas é isso que eu quero dizer, >> é do blockchain. Você não tem um consenso só para esse hash.
>> Sim, mas >> você tem um consenso que validou 20 transações juntos com esse rest.
>> Isso. Mas é isso que eu quero dizer. Se eu, vamos supor, eu tô fazendo no a partir do momento que eu emito, >> você falou, parece que vai ter o consenso só para esse rest, >> não é? é intrínseco da rede.
>> Ah, sim. Mas vai ter o consenso.
>> Isso.
>> Ele consensuou a rede.
>> Isso. A rede já já emitiu esse consenso.
>> Isso >> que eu estou traduzindo para para que a pessoa o funcionamento.
>> Então, quando eu emiti aquele certificado para você, >> eu tenho uma garantia da rede de blockchain de que eu não tenho só o emissor garantindo que tem rede, >> eu tenho a rede e a rede tem um consenso, correto?
>> Isso aí. Não, agora sim.
>> Ufa, eu achei que tava ficando maluco, velho.
>> Assim como você vai certificar cada passo da cadeia.
>> Isso, exatamente. Porque se depender só do emissor, emissor pode fraldar.
>> Sim.
>> Correto. Ufa, não precisamos de mais uma hora de episódio.
>> É isso aí.
>> Como já sempre teve. E aí, como tinha um problema da identidade aí, mas ela foi emitida na Bahia, o Rio de Janeiro não sabe.
>> Uhum. foi em São Paulo, na Bahia não sabe. Aí você tem identidade na Bahia, inclusive tem gente, né, que tem identidade na Bahia, identidade no Rio, identidade em São Paulo. Cada lugar que o cara foi, ele criou, teve uma identidade.
>> Sim. É. Não. E e voltando no viraata que você falou, né? Não tem a ver com blockchain, mas a rede GOV BR do Brasil, por exemplo, é uma dos excelente >> serviços de tecnologia estatais que a gente tem, >> muito diferente de de muitos países, né, cara?
>> Então, >> duvido que você tenha GOVR nos Estados Unidos. Tem SUS, passa mal lá para você ver.
>> Seria só GOV, no caso lá não teria BR, seria só GOV.
>> Verdade. Isso é uma coisa que tem que mudar, hein? Vamos criar o ponto s e vai ser pg.
Por que que só eles não têm?
>> Porque a internet na celular.
>> Ah, é for no Ah, não.
>> Mas por outro lado eu tenho umas críticas assim, às vezes o governo brasileiro quer fazer tudo ele, né?
>> Sim. É, deveria ser uma >> Ele vai fazer como a gente todo mundo vai virar funcionário público.
>> É, exatamente.
>> Já que eles fazem, ele faz tudo.
>> Mas tem uma loucura isso.
>> É que eu acho que na tecnologia isso é mais proinente, né?
>> É, mas isso é uma loucura também.
Deveria ser.
>> E aí não dá espaço pra gente criar.
>> É, sim.
>> Não fomenta o empreendedorismo.
>> Sim. É, eu acho que a tecnologia é muito boa, mas tem que abrir espaço, né, >> pro empreendedor, pra gente para ter ideias, pra gente inovar.
>> Porque às vezes a gente deixa de inovar.
>> Sim. É >> porque o governo quer só ele que inova.
>> É. Não, tem que tem que abrir, tem que abrir, >> tem que abrir a gente também tem que >> isso. Por exemplo, em saúde com parceria privada, etc. que entende que não que não não dá conta ou a estrutura >> não faz sentidoal, né?
>> Abre para pr para iniciativa privada.
Por que que não faz esse tecnologia?
>> Exato. Eu acredito muito no equilíbrio.
Você sabe disso que eu penso? Eu acredito muito no equilíbrio em tudo, né? Você sabe, a gente é amigo de longa data. Eu aco no equilíbrio.
>> Acho que nem muito, tem tampouco.
>> Isso aí. Então assim, acho que o governo eh eu tenho muito orgulho no nosso governo em termos de não o governo, mas o estado, >> né? Porque o estado ele é ele é ele é permanente, ele é peren >> ele não muda de acordo a ao sabor do da votação. É >> são as pessoas que são concursadas, que estão lá trabalhando e tal e entregam um excelente trabalho. Na minha opinião, na minha de opinião, esse é o estado. O estado brasileiro. Muito bem, obrigado.
Muito orgulho. Fui num evento e esse mês inclusive, né, na Espanha, um evento maravilhoso, né, do merge. E claramente assim dá para ver que a gente tá um passo à frente.
>> Sim. Sim.
>> Em termos de inovação, de tecnologia, né? A Europa tá um passo atrás.
>> Sim. Ah, você qual pessoa que já viajou na Europa nos últimos 10 anos sabe o como, o quanto ainda se se papel moeda, etc. A gente tá muito muito à frente, né? É.
É a única vez que o brasileiro tem que usar papel moeda quando vai na Europa.
>> É, exatamente. Eu fui quando eu viajei, fui aí você tem que você vai precisar em algum momento.
>> É, exatamente, cara. Mano, podia ficar mais quatro, cinco episódios aqui trocando ideia contigo. Obrigado novamente. O cara pegou o avião lá do Rio de Janeiro, veio para cá só para explicar pra gente o artigo.
>> Isso aí.
>> Obrigado mesmo, cara. Show de bola.
>> Bom, espero ter contribuído aí, né?
Você enche minha bola. Obrigado.
O cara só que eu tenho uma administração incrível aqui pro profissional que você é, cara.
>> Obrigado. Você você e meus haters. É, >> é verdade. Última vez ele teve rate, né, cara? Teve. O cara que veio aqui, ainda falou mal desse cara no do do Mas é o que eu te falei, né? Eh, a gente sabe que está ficando relevante na internet quando aparece o primeiro tem hater. É, >> tem. Se você tá lá e não tem hater, cara, você ainda não tá fazendo barulho que deveria. Lembrei, a piada, mas é, >> mas é isso. Mas é, a gente tá aí sempre estudando, trabalhando, isso aí para nunca.
E muito feliz aí, né, com a Clébe. A gente tá, estamos entregando hoje, hoje, né, dia 28, a nossa virtual machine, a possibilidade de colocar contratos inteligentes na Mainnet dia 28 vai est no ar, com a possibilidade de criar essas n possibilidades de soluções que vão muito além das finanças, né, eh, na Clever Blockchain, né? E cara, assim, feedbacks já que a gente recebeu, muito legal, porque é um bando de, a Clev, é um bando de nerds, um bando de desenvolvedores.
E a gente tá, na verdade, eh, entregando algo pros desenvolvedores para que na empresa onde você trabalha, você consiga, eh, finalmente tocar um projeto de bloc com sucesso >> e n outras empresas, porque a gente entrega, não, a gente entrega a tecnologia pronta para uso, para que você se preocupe com o seu business.
Blockchain, você deixa para clever.
>> Blockchain a service >> não chega. É, é blockchain como blockchain mesmo. Não é bem as service porque não é nuvem, né?
Fica aparecendo nuvem, né? Mas é blockchain. Mas o serviço >> web 3 >> não necessariamente está na nuvem.
>> É, é.
>> O as service está associado à nuvem, mas não deveria.
>> E e não cai, né? Blockchain não caiu, >> cara. É verdade. Não tá tudo >> blockcha caiu. Amazon caiu menos blockchain. Blockchain não caiu.
>> Não tá no East One da da West W.
>> Não tá, pô. Provavelmente tinham validadores lá. Provavelmente.
>> Mas a blockchain continuou.
>> Mas a Block tinha outros validadores em outros lugares na na casa de alguém.
Esse não caiu. Descentralização é uma resposta.
>> E não caiu, né? Não caiu mesmo. O bloco não caiu. Caiu alguns serviços. Caiu.
Tinha o front endorer que tava no Amplify.
>> Uhum.
>> Amazon caiu.
>> Mas a transação não parou.
>> Não. O blockchain se você tiver mandav transação lá e >> o blockchain ele é multi multiaz por natureza.
>> Exato. Ele é multi multi ele é descentralizado.
>> Exatamente.
>> Ele não tá numa nuvem única. Ele tá multi Ele já é multiaz por natureza. por natureza >> e tá em N, tá na casa do cara, tá num colocation.
>> Uhum.
>> Tá num premis, né, do cara, tá na sei lá onde é que tá, tá por aí, >> mas tá rodando, >> tá rodando, né? Então, eh, a gente tá entregando muito orgulho. A gente tá, cara, a gente tá tá bem legal, a gente tá, né? Mas eu acho que é isso, é fruto de, né? A gente vai, eu achava, né? Eu até achava isso, né? Que a gente ia ficar mais velho, a gente ia estudar menos, mas é o contrário, cara. Tô estudando cada vez mais, cada vez mais.
>> Isso é bom. O dia que a gente parar de estudar é porque a gente tá desistindo de tudo. Isso não >> não pode acontecer nunca.
>> Não pode acontecer nunca. E é isso.
>> Long life learning.
>> É isso.
>> É isso aí.
>> E estamos junto. Estamos aí.
Eh, não tô. A única distância que a gente tem hoje é que eu não. Você ainda é um Javeiro. Eu não sou mais.
>> Não sou Javeiro. Nunca fui Javeiro.
>> Agora é a zoeira.
>> Never.
>> Nunca. Não dig não diga isso. A gente se conheceu. A gente a gente trabalhava com Java. A gente tem que, o Java é um negócio que a gente tem que lidar, >> não, a gente trabalhava com Java. Para com isso. Se conheceu assim, cara.
>> Mas é, mas eu lidava com o Java.
>> Lidava. Arquiteto Java. Você lidava com o Java. Veio para cima de mo agora. Eu >> sempre fui aí.
>> O cara, o cara que abraçou o Spring Boot para colocar em doc, agora não trabalha com Java mais.
>> Não, mas a gente tem que usar a ferramenta certa no lugar certo.
>> É, >> todo mundo querendo usar lá.
Eh, Jave, jave, né?
>> Você abraçou Spring Boot. Vamos botar no Docker baiano. Vamos botar isso no É, >> é, mas tem preciso >> precisa. Mas se eu pudesse eu tinha botado no Python. Mas >> Python não escala, cara. Escala. Escala.
>> Ah, bem feitinho. Escala. Escala.
>> Escala como >> escala, pô, você em escala em infra, né?
Não, não no sol. É isso. Escala. Mas aí você, se você fizer state bonitinho, sem estado, com dockerzinho leve, com um out scaling bonitão, você tem uma [ __ ] máquina que não depende de JVM, roda bem para [ __ ] >> Ah, mas aí vai para escalar aí aí para escalar eu vou defender o Java. Java é melhor.
>> Mas é outra arquitetura. Não, mas é outra é outra arquitetura. Deixa disso.
Para escalar já vai melhor.
>> É que a, pô, mudamos totalmente a pauta >> comparando.
>> É que assim, para >> momentos nostalgia agora >> é isso na outro episódio, hein. Eu acho que para transações e aplicações que são >> mais concisas, Node, Python funciona muito melhor que Java. Agora, aplicações mais robustas que precisam de mais dependências, mais bibliotecas, etc., para compor uma regra de negócio mais elaborada que você vai escalar, eu acho que faz mais sentido Java, mas você não vai você não vai fazer um web service básico para servir um arquivo estático em Java, velho. Bota um node ali, ó, lindão, sobe no Express, lindo e >> já foi.
>> Já foi.
>> E aí para fechar blockchain que domina é Goleng Goleng e Rush. Isso aí. Eu atualizei o meu CC mais, enfim, >> atualizei o meu umbunto ontem pro 25.10 da acho que 17 libs, inclusive o Sud >> que virou Rust.
>> Isso aí é o nosso amigo Lin Storvag, o seu amigão Lin Storvage forçando a barra.
>> É, ele quer, >> ele tá defendendo a de todo custo ir para Rush, né? Eu acho vários tudo tem que evoluir.
>> Eh, Rush é a gente fez um episódio, né, falando de Rush. Agora renovar, vamos renovar, >> cara. Rush é bem legal, mas assim, é bom.
>> Pero, >> eh, pero >> Perô >> teria que estudiar.
>> Vamos deixar aqui o gancho pro próximo episódio.
>> Cara, tem que assim, é uma quebra de par a questão do ownership, né, que é como ele lida. Sim, >> com a questão de memória frita a cabeça do programador assim num primeiro momento.
>> Mas o programador precisa >> fritar a cabeça mesmo.
>> A gente >> a gente que não tem mais cabelo direito, ferrou. É, >> [ __ ] >> meu irmão. Obrigado demais pelo >> Desculpa o papo, a gente saímos totalmente da pauta agora.
>> Mas é isso aqui vai entrar na no extra crédits. Extra crédit. É, faz e daí deixa no Isso é, vamos deixar >> a gente falando besteiral de de linguagem e programação.
>> É, obrigado demais, cara. Você >> é nerdice de extra crédito lá. É nerdice.
>> É o o cenas extra crédito. Depois do >> cara, obrigado mesmo. Você é um mãozaço aqui que pô, o cara pegou o avião lá, gente. Ó, >> se se o cara que pegou o avião lá para falar disso aqui com você, você não deixou o like ainda?
>> P deu mole. Deu mole, hein? Se você ainda não é membro do canal, ó, seja membro do nosso canal, vai lá, apoia a gente, porque, [ __ ] a gente faz aqui um conteúdo gratuito para você aprender junto com a gente. Eu aprendi muito nesse episódio sobre blockchain, todos os episódios que eu falo, falo de blockchain, porque é uma coisa que não é não faz parte da minha realidade, né?
não faz parte do meu desenvolvimento no dia a dia, então aprendo muito com com os episódios que a gente fala de blockchain. Então se você aprendeu um pouquinho aqui, seja membro, contribua com a gente. Se você não pode contribuir dessa forma, você pode contribuir sendo um apoiador do canal, soltando no Slack, no WhatsApp da empresa, onde mais, mano? No Redit, >> no Discord, >> no Discord. Discord, né, cara? Discord é da geração nova, né?
>> Eu uso muito Discord, pô. [ __ ] tá no Discord, cara. Só é muito tio descolado.
>> Blocha, a galera de blockchain, galera de cripto, usa muito Discord.
>> Sério, [ __ ] eu não uso.
>> Telegram, Discord é o que domina.
>> Telegram eu uso para fins diferentes.
>> Tem até medo de perguntar agora.
Galera, obrigado você que esteve até aqui. Abraço e valeu.
[Música] [Aplausos] [Música]
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