Por que o Pix e a tecnologia bancária do Brasil são tão avançadas? | PPT Não Compila Podcast
Convidados
Luiz Mussa
especialista em arquitetura de sistemas @ TecBan
🔍 Descubra como o Brasil se destaca mundialmente nas tecnologias bancárias neste episódio empolgante do Podcast PPT Não Compila! Vamos explorar as nuances por trás do sucesso do Pix, considerado um dos sistemas de pagamento mais avançados do mundo, e entender como o Nubank trouxe uma revolução para o segmento financeiro brasileiro. 💸 No bate-papo, Luiz Mussa, especialista em arquitetura de sistemas na TecBan, compartilha insights incríveis sobre a evolução dos serviços financeiros no Brasil e porque estamos anos-luz à frente de países como os EUA. Abordamos também as transformações digitais e tecnológicas nas instituições financeiras, o impacto da IA e do blockchain, além de discutir os desafios do legado tecnológico ainda presente nos gigantes bancários. 🤖💡 Acompanhe Wellington Cruz e Rômulo Barbosa em uma conversa repleta de informações valiosas e reflexões futurísticas. Não esqueça de se inscrever no canal, deixar o seu like e compartilhar este episódio com amigos e colegas para fortalecer nossa comunidade de tecnologia! 👥💬 #Podcast #PPTNãoCompila #Pix #Blockchain #TecnologiaBancária #InovaçãoFinanceira Convidados: Luiz Mussa : linkedin.com/in/luizmussa/ Rômulo Barbosa: linkedin.com/in/rômulo-barbosa/ Spotify: https://bit.ly/4ovb3AV Youtube: https://youtu.be/A_Wv881m2Ho Outras plataformas: https://linktr.ee/pptnaocompila Acompanhe nas redes Instagram e Twitter: @pptnaocompila LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/pptnaocompila Produção: Voz e conteúdo | https://www.vozeconteudo.com.br - @estudiosvoz
- Pix como Sistema de Pagamento Avançado
- Inovação Bancária e Blockchain
- Introdução ao Podcast: Sistema Bancário Brasileiro
- Destaque do Sistema Bancário Brasileiro
- Tecnologia Bancária e Apresentação do Convidado
- Apresentação de Luís Musa
- Evolução Bancária e Pix: O Legado
- Legado COBOL e Tecnologia Avançada
- Chamada para Ação e Apoio ao Podcast
- Transição Musical
- Contexto: Pix e a Tecnologia Bancária Brasileira
- Comparação Internacional da Bancarização
- Herança da Hiperinflação e Bancarização
- Cenário Atual do Sistema Bancário
- Cultura Brasileira e Evolução Bancária
- Pix: Centralização e Avanço Global
- Pix vs. Sistemas de Pagamento Internacionais
- Visão Futura: Super App e Digitalização do Estado
- TED/DOC e a Herança da Inflação
- Contraste: Cheques e Burocracia em Outros Países
- Necessidade como Motor da Inovação
- Pix, Dinheiro Físico e Disparidades Regionais
- Bancarização e o Papel das Fintechs
- Fintechs vs. Bancos Tradicionais
- Experiência Pessoal com Fintechs
- Vantagens das Fintechs e Agilidade do Nubank
- Desafio do Legado Tecnológico
- Fachada vs. Legado e Apetite ao Risco
- IA e Modernização de Legado
- Cloud, IA e Automação no Desenvolvimento
- Complexidade Operacional de TI e Legado
- Apetite ao Risco e Crescimento de Equipes
- Verticalização e Produtização
- Patrocínio: Clever (Blockchain e Cripto)
- Engenharia de Plataforma para Modernização
- Plataformas e Arquitetura Modular
- Agilidade e Flexibilidade no Mercado Financeiro
- Desafios da Tecnologia em Serviços Financeiros
- Definição de Arquitetura Corporativa
- Blockchain e Pagamentos Transfronteiriços
- Criptomoedas e Economia Descentralizada
- Drex, Stablecoins e Geopolítica
- Drex como Moeda Inter-BRICS
- Blockchain vs. Legado: Desafio da Velocidade
- Integração de Legado e Open Banking
- Custo do Legado e Custos Transacionais
- Blockchain, DeFi e Futuro das Transações
- Computação Quântica e Segurança
- Hway e Agentes de IA
- IA e Smart Contracts na Blockchain
- Simplificação de Processos com IA e Smart Contracts
- Maturidade da IA e Dependência
- Confiabilidade da IA e Comportamento do Usuário
- Experiência Pessoal com IA e Barreiras
- Excesso de Confiança na IA
- Dados e IA: Desafio da Qualidade
- Desafios de Integração de Dados
- Mal-entendidos sobre Transformação Digital
- Patrocínio: VemBers (Consultoria de TI)
- TecBan: Integração com Múltiplos Bancos
- Integração da TecBan e Escoamento de Dinheiro
- Caixa 24 Horas e o Sumiço das Agências
- Infraestrutura da TecBan e Pix Saque
- Impacto do Ataque ao Banco Central
- Vulnerabilidades e Segurança Bancária
- Resposta da TecBan a Incidentes de Segurança
- Arquitetura e Segurança em Instituições Financeiras
- Modelo Federado e Tomada de Decisão
- Futuro do Setor Bancário
- Dinheiro Físico e Reserva de Valor em Crypto
- Futuro do SWIFT e Geopolítica das Criptos
- Contradições da Política Cambial dos EUA
- Uso de XRP no Comércio
- Consequências da Regulamentação e Criptos Independentes
- Conclusão: Anos Emocionantes
- Agradecimentos ao Convidado
- Encerramento e Chamada para Ação Final
O Pix hoje ele ele é provavelmente o sistema eh não privado, digamos assim, isso de pagamento mais avançado do mundo.
>> O Nubank foi um uma quebra de paradigma do segmento, né? No aplicativo do Nubank pediu aumento, os caras aprovaram na hora. Isso num banco tradicional.
Imagina, cara, o mundo do blockchain, ele já tá crescendo tanto, ele já tem lá toda uma economia que vai ser uma onda que vai chegar forte e quem não tiver apto a surfar essa onda vai vai tomar um é exato, vai tomar um caldo. E a gente começa a ver, né, os custos transacionais estão cada vez menores, né? Falando em blockchain, todos os custo é 0,001 tá muito mais barato que já foi, né?
Muito bem, muito bem, meus amigos do PPT não compil, estamos aqui para mais um episódio e hoje, meu amigo Reluz, Ron, vamos entender porque que o nosso sistema bancário é tão bom, cara.
Cara, é um tema fascinante, eu diria, cara, porque é uma indústria extremamente inovadora, puxa, né, as inovações tecnológicas e e o Brasil em especial tem um destaque, né, que é curioso, né, das nossas >> eh nossas questões do do Brasil, mas nessa nesse campo financeiro nós estamos anos luz dos Estados Unidos e outros países, né? Então é um ótimo bate-papo pra gente falar hoje o por que o Brasil tem essa diferença em relação aos outros países.
>> Exatamente. O que que contribuiu aqui pra gente criar tanta tecnologia eh bancária e a gente ter tantos serviços financeiros como a gente tem hoje tão acessíveis, né? Vamos falar um pouquinho dessa tecnologia e para isso quem tá aqui com a gente hoje para falar disso, ele eu sei que ele é do sindicato aqui dos arquitetos, mas apresenta ele pra gente.
É o Luís Musa, é um amigo e um especialista no tema de arquitetura, né, trabalhar na TecBan e vai contribuir com a gente hoje aqui com esse bate-papo. Vai enriquecer bastante eh sobre o tema, né? Por que que o Brasil novamente tem essa tá na vanguarda do da área tecnológica no segmento financeiro?
M.
Opa, obrigado. Obrigado aí pelo convite.
Obrigado pelo, né, por esse esse assunto aí tão instigante, muito muito propício aí pro momento quando quando a gente tá falando do sistema bancário aí, né, do sistema bancário brasileiro. É, exatamente. ão tão em alta. E, né, eu me apresentando, sou o Luís Mussa, eh, gestor de arquitetura corporativa inovação tecnológica, já aí com 25 anos de carreira, gosto de tecnologia, né, desde o Bitbite até a parte de negócio, finanças, então gosto ali de navegar em várias camadas. Então, obrigado mais uma vez pelo pelo convite. Espero eh espero que seja aí bem bem produtivo nossa nossa interação.
>> Sem dúvida nenhuma, cara. Vai ser excelente. Pô, com 25 anos de carreira, tu provavelmente você assinou um cheque, já fez um um bet de compensação de >> pegava aquela folhinha deão de crédito, passava assinar assim rec ali o rec.
tirava o carbono do cartão. Então não tem cara melhor para falar sobre essa evolução com a gente hoje, Ron. Então vamos lá, porque a gente vai falar sobre que o nosso sistema bancário evoluiu tanto, né? Como que a gente consegue ter o Pix aí como um melhor sistema de de de transferência de fundos, talvez quçá do mundo, né, de de relevância, de adoção e de tecnologia. Como é que a gente consegue fazer tudo isso com tanto legado em banco? Isso é um ponto pra gente discutir, né?
>> É uma discussão interessante aqui.
>> Como é que a gente consegue ter tanta tecnologia se lá tá rodando cobol ainda?
Você quer entender? Vem com a gente que tudo isso ainda com uma pitada de com aá vai alavancar tudo isso. Então vamos lá que vamos pegar o Musa aqui e entender exatamente como funciona esse mercado.
Vamos lá que o episódio tá muito bom.
Mas antes disso, se você não deixou seu like ainda, se você não deixou seu comentário, se você ainda não segue a gente, faça isso agora, porque você tem a oportunidade de contribuir ainda mais com o PPT no CPIL sendo nosso apoiador. Vai lá, vai no no >> botão >> botãozinho de seja membro do YouTube e você vai contribuir aqui com valorzinho pra gente, pra gente poder remunerar a nossa estrutura.
>> É precisa pagar o gel, né, cara?
>> É, precisa pagar. É, >> pô, eu uso.
>> É, pô, como é que vai o shampoo do Ronc?
Sabe quanto custa shampoo desse homem?
Então, por favor, ajuda.
>> Isso aí. Se você não pode contribuir dessa forma, você já ajuda demais a gente contribuindo com distribuição nas redes sociais. Poston RS, manda esse episódio para alguém que possa gostar desse episódio que já vai ajudar demais a gente no crescimento do podcast. Vamos crescer essa comunidade que a gente tá aqui para trocar informação, conteúdo gratuito que vai fazer a diferença na sua carreira. Vamos lá que o episódio tá muito bom. Bora.
[Música] [Aplausos] [Música] [Aplausos] [Música] uma pequena contextualização aqui pra gente abrir a discussão do episódio, né?
Recentemente a gente teve aí um um bate-papo, uma pequena rusga entre alguns países, eh, Brasil e Estados Unidos. E um dos pontos principais que foram destacados nesse, nesse nessa questão comercial entre Brasil e Estados Unidos foi o Pix, né?
E eu vi bastante matéria, vi bastante comentário sobre isso de algumas pessoas tentando explicar o Pix para outras pessoas de outros países e a galera achava meio que bruxaria assim, sabe?
Primeiro por não ser pago, por ser gratuito, e segundo por ser extremamente instantâneo, né?
E a ideia a gente nesse episódio hoje discutir um pouco do por que que a tecnologia bancária brasileira é tão avançada, né? Eu sempre ouvi isso, mesmo antes de fazer o podcast ou de me tornar o executivo de tecnologia, de que realmente a tecnologia brasileira em serviços bancários era uma das mais avançadas do mundo.
Alguns anos atrás eu tive a oportunidade de ir pra Europa e, cara, eu percebi que se usa muito dinheiro e >> em espécie ainda na Europa. O uso de cartão, etc. não é tão popularizado, né?
E quando você até você vai fazer compras pela internet na em outros países e tal, você vê que é uma coisa um pouco mais quadrada, de fato, não é tão massificado quanto é aqui. A gente tem um problema de bancarização ainda da população brasileira que tá se resolvendo aos poucos.
E para fechar esse contexto, eu já ouvi alguns analistas economistas dizendo que o Brasil teve que aprender a ter uma evolução tecnológica bancária eficiente por herança dos tempos de hiperinflação.
você ter o pagamento de uma conta compensada hoje ou amanhã já faria diferença, porque de um dia pro outro a inflação já fazia muita muito muita diferença no no valor, né? Então, estamos aqui hoje para discutir um pouco disso. A gente falou brevemente sobre isso e eu queria aprofundar esse assunto no episódio anterior, né, que a gente falou sobre eh o uso de dados, etc., no no mercado financeiro, em investimentos.
Eu queria entender um pouco mais sobre o setor bancário e como isso acontece.
Moça, me dá uma luz, cara. Faça uma introdução aqui pra gente.
>> Tá certo? Bom ponto, né? Eu acho que com esse assunto aí do do Pix, né? eh do do atual cenário que a gente tá vivendo, né, de tarifaço, de eh algumas investigações em cima do nosso sistema bancário brasileiro mesmo. É muito muito propício aí a desfalar, né? Eh, acredito, né? Eu eu já trabalho aí no sistema no nos serviços financeiros há há há bastante tempo, mais de 10 anos em serviços financeiros. E eu acredito que boa parte da nossa evolução é por conta de nossa cultura, né? A cultura brasileira, né? Eh, eu vou falar de cultura no ponto no sentido de fraude, né? A gente tem muito, tem uma parte ali que o pessoal quer eh explorar, né? Nós exploramos por natureza, seja pro bem ou pro mal. Então a gente tem um tem um ponto ali de fraude em qualquer aspecto, né? Quando a gente faz uma catraca e depois coloca algumas barreiras, a gente sempre descobre uma outra barreira e aí a gente faz outras barreiras. Então tem nível um, nível dois, nível três. Então já é, né, um pouco aí da cultural do nosso, né, o nosso jeito aí Brasil. Eh, mas enfim, tirando esse aspecto, isso aí fez com que eh desde quando, né, com a Febraban, desde quando tínhamos ali o Doc, o TED, já tinha ali a organização, né, de do pagamento, eh, interbancário e e as câmeras de as câmaras de compensação eh já eram evoluídas, já eram muito mais avançados do que outros países. E aí agora com o Pix, né, que aí houve uma centralização, uma facilitação, né, de um certo modo, houve uma centralização do Banco Central e uma facilitação desse meio, né? Então, tirando intermediários, tirando, né, fazendo essa desintermediação e e centralizando os dados, tendo o controle dos dados e das transações.
Então, isso aí trouxe uma série de, né, de pontos que é eh eh a robustez do sistema PX é muito é muito grande e eh aí a centralização, o controle da transação eh no Banco Central diretamente. Então, com isso, o controle também aumenta, né? Dá diminuindo fraudes, diminuindo intermediação e uma série de questões. O Pix hoje ele ele é provavelmente carece de fontes aqui, eh, mais no no nosso feeling, mas hoje ele é provavelmente o sistema eh não privado, digamos assim, >> isso >> de pagamento mais avançado do mundo, provavelmente, né? né? Exatamente.
Exatamente. É assim, pelo menos em termos de uso, é, eh, até tava lendo uma matéria ali, o da Índia também é muito muito rápido, né? A Índia tem ali, eu esqueci o nome, tem um sistema de pagamentos instantâneos, muito rápido, aguenta um volume ali gigantesco, mas em termos de adoção de uso, o Pix é maior, né? A gente tem um case de sucesso melhor.
>> É, se eu não tô enganado também a China tem algo parecido também. também >> e que você também usa o Q code para fazer pagamento instantâneo também, mas eu não sei.
>> Provavelmente deve est no chat.
>> Exato. Exatamente.
É verdade. Tem tem essa particularidade, né, que é tudo tudo em volta do do Supers, né, que é o chat e tal. e que parece também que a intenção, pelo que eu vi uma apresentação um tempo atrás do Banco Central, é que o Brasil também eh de alguma forma também vá para esse caminho. Ou seja, você vai ter um um super app, independente você tem qual banco, em qual instituição financeira, cara, é você vai fazer esse super appan trás ali, com as retaguardas, com segurança, né? Eu vejo com muito bons olhos, caso você tenha uma uma construção ali, por exemplo, de um ecossistema que já é bem robusto, na minha opinião, de tecnologia, que é o próprio GOV BR, né?
>> Evoluiu muito, né? C desde a assinatura eletrônica >> a o ecossistema do Banco Central. Eh, a coisa que é mais da minha praia que questões de saúde, se você tiver processo de interoperabilidade com prontuários ligado ao Golfber, cara, seria um [ __ ] case de sucesso de digitalização de fato de um estado, o estado digitalizado, né? Isso seria >> seria incrível, né?
>> Eh, mas o o ponto que eu queria resgatar aqui contigo, moço, é que você tocou num ponto muito bom. A gente já tinha Ted que, cara, era near real time.
É verdade. É verdade.
>> Cair em pouquíssimos minutos ali, né?
>> E isso já é uma herança, eh, de uma evolução bancária que a gente tem aí de anos, né?
>> De anos. É verdade.
>> E e que vem da da nossa cultura e e muito provavelmente da da nossa condição de de inflação, de de ter que ter essa movimentação de dinheiro de uma forma mais ágil do que um país que por ele ter inflação negativa, como Japão já teve, Estados Unidos já teve, né? Uhum.
>> Então, por que que eu vou acelerar >> uma transação se eu posso manter o dinheiro? E esse dinheiro provavelmente vale mais hoje do que vai valer amanhã, né? Ou melhor, vai valer mais amanhã do que vale hoje. E >> e como você falou, né, Wellington, você, né, da na Europa, quando você olha na Europa, nos Estados Unidos, o pessoal ainda usa cheque, ainda assina, ainda assina só o o o canhotinho, né, o canhoto do cartão de crédito. Ainda é na assinatura.
A gente assinava canhoto do cartão de crédito, >> não tem mais o pin, né? Lá eles não usam o PIN. Então falam: "Puxa, ainda né, assim, a questão de fraude é tão, é tão minimizada lá, é tão mais tranquilo, né, por uma série de questões, mas puxa ali aí a assinatura vale, o cheque ainda corre, então tem umas coisas ainda que parecem até antigas, um negócio quase que assim impensável no Brasil, né? Como eu acho que nos Estados Unidos até hoje é assim, você passa um cheque, uma semana depois o cheque é compensado.
Exato. Exatamente.
>> Pra gente é surreal isso, né, >> cara? Uma semana depois.
É impressionante, realmente e e uma coisa que eu acho muito curioso é >> o o Brasil em relação a esses outros países. Se você coloca no nível de potência econômica, o país ele não tá em pé de igualdade como a China, >> com Estados Unidos.
>> Uhum.
>> A Índia tem um pouco mais de defasagem econômica, mas também é uma potência que tem crescendo, crescido muito rápido, né? Então, a gente tende a imaginar que proporcionalmente os investimentos no setor bancário não fossem tão grandes quanto são essas economias, né?
>> Mas a necessidade faz o avanço, né, moça? Como você conta?
>> Exato. Exato.
>> A gente tem uma cultura aqui que >> desafia, né?
>> Desafia e requer um pouco mais de investimento, né?
Então, faz com que a gente tenha uma um robustez muito maior do que teria em outros países, né, cara? É verdade, né?
A necessidade é a mãe de todas as coisas, né? A gente brinca.
>> Então, então realmente é eh o Pix eh ele ele é o primeiro, ele é o primeiro, eh, pagamento, né? O primeiro meio de pagamento já do Brasil, né? ele já passou o dinheiro. Eh, o dinheiro tá em segundo lugar agora, mas ainda eu eu trabalho na Techban, a Techban Ban é dona do Banco 24 horas, dos ATMs, mas eh quando você olha algumas realidades do Brasil eh eh é interessante você ver que o eixo Rio São Paulo, né, e o Rio São Paulo, Curitiba, eh é muito diferente de quem tá longe. Eh, muitas vezes a pessoal no dia do pagamento recebe, pega ali um barco, 2 horas de viagem e e faz a compra, retira o dinheiro nos ATMs, né, nos bancos, né, no banco 24 horas, retira o dinheiro, faz uma compra, faz a compra de mercado e volta depois de 2 horas de barco de volta.
Então é uma realidade completamente diferente. Então o Brasil com tamanho continental ainda tem, né, mesmo com Pix, um sistema super avançado, a parte de infraestrutura, de conectividade ainda >> ainda é um problema, não chega em alguns lugares, né?
>> São vários Brasis dentro de um só, né, cara? Exato. Várias. Eu lembro um varegista, acho que era mexicano, chamava Electro Ele eletro, que ele, achei genial na época, isso deve fazer uns 10, 5, 10 anos, que ele ele fazia um esquema de pagamento por semana, porque principalmente no Nordeste, o pessoal que trabalha, enfim, eh, né, alguns trabalhadores recebem por semana, então o cara, pô, em vez de >> fazer o parcelamento mensal, ele faz o parcelamento semanal, >> porque o cara, quando o cara recebe o dinheiro, então, [ __ ] ele pode pagar prção, sei lá, do do bem que ele comprou e tal, porque exatamente essas particularidades e aí o problema que a o Brasil tem que tá caindo bastante >> que é a falta de os desbancarizados, né?
São pessoal que realmente lida com dinheiro, >> dinheiro físico mesmo, né?
>> Sim. Sim.
>> Eu acho que isso a tecnologia ajudou muito também, né?
Porque se a gente pegar uma realidade de cara 20, 25 anos atrás, onde era tudo resolvido numa agência bancária, né?
Uhum.
>> Cara, quantas vezes eu me lembro de fazer serviço de motoboy pra minha mãe, pro meu pai ou pra empresa que eu trabalhava, que você perdi uma tarde inteira numa fila de um bantes?
>> Verdade. Sofria, né, >> cara? Isso era inacreditável. tudo baseado em papel, etc.
>> Aham.
>> E você não tinha como fugir dos grandes bancões, né?
>> Uhum. Uhum.
>> E esses grandes bancões eram tinham uma série de burocracias, como toda grande empresa tem, pro cara se bancarizar, né?
Uhum. Eu acho que a gente teve um momento, e aí eu não tenho conhecimento de mercado, talvez vocês possam contribuir.
Em algum momento a gente começou a ter essas fintecs, que hoje não são mais fintex, não são mais startups, mas PicPay, Mercado Pago, próprio Nubank >> que começou a a C6, C >> que começou a ter uma penetração muito mais fácil. Você não precisa de uma agência, você tem um app. Claro que o momento de tecnologia era outro. Até uma pessoa mais humilde, sem bancarização, já tinha um aplicativo de celular, conseguia fazer isso. Então isso ajudou com que o o Brasil engrenasse um pouco mais nesse nesse engajamento e crescesse mais o ecossistema nisso, né, >> cara? Eu, por exemplo, hoje eu tenho minhas contas bancárias de de de bancos grandes, mas a minha conta corrente é de Finentec.
>> Uhum.
>> Né?
>> Não vou falar o nome aqui porque não está me patrocinando, >> mas ela começa com M, termina com P >> e que é o dinheiro que eu uso ali no dia a dia, etc. Porque e eh e isso é uma coisa que é curioso, porque mesmo sendo uma empresa menor que um banco gigante, é uma conta corrente que tem liquidez e rendimento de 100% CDI.
>> Uhum.
>> diário. Isso é loucura.
>> Uhum.
>> E e cara, deixo lá, deixo lá parado.
Então, facilita. Eu nunca eu nunca vi ninguém nessa empresa. Eu não tenho um cartão dessa empresa. Eu tenho só um aplicativo.
>> Uhum. e ela não precisa ter agência, então a facilidade de acesso ficou muito fácil. Uhum.
>> Né? E e te dá retorno, né? Então a gente passou por esse período onde a tecnologia facilitou a população ter acesso aos serviços financeiros, né?
>> Verdade. Habilitou, né? Habilitou esse esse CDI, né? Com X%. Às vezes eles otimizam em algumas camadas, né? São mais leves e aí conseguem dar dar algumas, né? algumas melhorias aí em termos de taxas, né, e produtos financeiros melhores, né, ao ao passo que os alguns bancões a gente tem a conta justamente porque, né, uma ou porque já tinha, né, já é de um relacionamento de longa data >> ou porque realmente assim eh é algum financiamento, alguma coisa maior que você precisou, mas ela não dá os mesmos produtos que você tem numas contas menores, né, atrativos. E sem contar que, cara, a vantagem, né, para mim innegável que o o Nobank foi um uma quebra de paradigma no segmento, né, >> que fala, pô, eh, você fazer tudo pelo app, eu lembro uma vez que eu tava nos Estados Unidos, queria comprar uma coisa, sei lá, na loja da Apple, eu não, o meu cartão não tinha um limite específico. Eu, [ __ ] eu fui lá na hora no aplicativo do Nubank, pedi aumento, os caras aprovaram na hora. Isso num banco tradicional, imagina, cara. Você vai ter, você tem que voltar, aí você ia no gerente, ele ia ter te vender um título de capitalização.
>> Examente. Exato. É verdade. É verdade.
Aumenta o relacionamento com a gente, né? Precisamos de relacionamento. Isso.
Aumenta o relacionamento aqui.
>> Eu vou te falar que até hoje ainda assim, viu? Os tradicionais até hoje ainda assim. Quer te empurrar um seguro, quer te empurrar alguma coisa para >> É. Pois é. Isso que que eu acho que rompeu, né? A gente criou uma categoria de de bancos ágeis, digamos assim.
>> Uhum. Uhum.
>> Cara, pra meu salário cai num num bancão. Pingou, velho, vai paraa minha outra conta.
>> Ping. Mas não fica >> 10 minutos, cara.
>> Porque, cara, lá eu sei que no dia seguinte pelo menos uma cervejinha de de rendimento eu tenho.
>> Aham. Aham.
>> Entendeu? Então é uma outra visão, né?
Agora, moça, uma pergunta.
E aí agora a gente vai começar a descer um pouco mais no no técnico.
>> Vamos lá. Vamos lá.
>> Que eu acho que isso é uma coisa que todo mundo tem curiosidade.
>> Uhum. A gente sabe que os bancos têm grandes legados, né, cara?
>> Com certeza, né?
>> E eu já trabalhei, eu trabalho na área de saúde hoje, mas já trabalhei em seguradora também relacionada área de saúde.
>> Uhum.
>> E a gente tem lá aquele mainframezão bonito, aquele DB2 rodando redondo, bonitão.
Cara, como é que do ponto de vista de arquitetura >> a gente consegue ter uma evolução tecnológica na ponta, no CX, na experiência do usuário?
>> Uhum. tão plena como a gente tá falando aqui de Pix, aplicativo, etc. E por que que a gente ainda tem uma casa de máquinas ainda rodando a luz de velas?
>> É, essa pergunta é do milhão, né, Wellington? Essa pergunta é é difícil de responder, né? Eh, puxa, eu acho que são vários motivos, né? Assim, apetite a risco, né? Tem tem se levavel se, né?
Cos, coss que que são mais ousados.
Puxa, eh, eh, né, sendo de arquitetura, né, sou um cara de de arquitetura, né, você também, o Ron conhece bastante também. Então, a gente sabe que as interfaces, as camadas que intermediam ali um um front end de um de uma operação, de um back end, um bet, né, é sempre uma solução muito eh cômoda, uma solução fácil, né? faz a camada de interface e puxa, deixa uma experiência maravilhosa pro meu cliente. Ele vê ali a fachada, a fachada bonita brilhando, né? E para trás, e para trás ali a cozinha suja, tal, a panela suja, tudo sujo, né? Então é, é uma solução, né?
muito conhecida, muito usada no mercado.
Mas aí eu acho que existem eh novamente apetite a risco, apetite a a operação mais ágil, a quando a gente fala da transformação digital, eu acho que isso aí mexeu alguns pilares, algumas bases para um novo modelo de produtização, de da forma que se cuida da da dos produtos e das funcionalidades de, né, de uma empresa, né? de um produto ou de um serviço. Então, eu acho que com a transformação digital ele conseguiu separar melhor algumas operações e aí assim, puxa, nesse nesses produtos aqui, nessas verticais, eu consigo dar uma uma nova agilidade, uma nova experiência.
Puxa, esses aqui, crédito e débito que é feito há há sei lá quantos anos, né, 400 anos, 500 anos, é é ainda do mesmo jeito. Vamos mais devagar, vamos transformando mais devagar. E aí eu acredito que apetite é o risco. Aí tem uma série de itens aí, né?
>> Isso. Agora, você acha que agora, né, com o que a gente tava falando aqui um pouquinho antes, a inteligência artificial, isso de alguma maneira pode ajudar nesse processo de pegar o legado, né? Então você tem tecnologias antigas e de alguma de alguma maneira conseguir modernizar agora de uma forma mais rápida, porque eu é o que a gente fala aqui, né, eu trabalhei, putz, eh, na S em 2000, 2000, cara, naquela época já fala: "Não, o Mayfame vai morrer porque a S tem uma solução".
>> Uhum. Uhum.
>> PM não deixa. Ela vai lá com o desfibrilador, ó, ela ressuscita.
>> Cara, nós estamos em 2025 e o mainframe tá firme forte, cara. A caixa lá.
caixaona lá, >> porque e aí eu fico imaginando, pô, será que esse momento talvez seja o momento de cara, talvez seja mais fácil agora, né, em teoria de conseguir migrar para tecnologias mais modernas, né, mais flexibilidade, microsserviço, enfim, porque ainda a gente vê ainda nas conversas ainda tem muito DB2, eh, barramento ainda antigo que Aham.
>> que ainda custa caro para caramba e aí de novo aquela cara, tá funcionando. Se eh é mais barato manter do jeito que tá, porque se tiver um problema e eu ficar meia hora parado meu meu meu minha conta corrente, cara, não vai pagar o o investimento que vou fazer aqui da troca não vai justificar, porque meia hora parada é muito maior do que >> Exato. Exato, né? Puxa, é um bom ponto, hein, Ron? Eu acho que essa, né, essa pergunta é pertinente. Eh, veja, eh, realmente, o mundo mudou bastante, né? A gente tem novas tecnologias, Cloud, né? Cloud é uma grande habilitadora. E aí, pegando até o gancho da cloud, eh, eu tô até para fazer um post no LinkedIn disso, né?
Quero fazer um post que eu tô já tem um tempo que tá ali martelando.
Eh, puxa, se a gente pega a pirâmide, né, como se fosse uma pirâmide e fala ali, né, ó, negócio, né, na na ponta da pirâmide, negócio, experiência de usuário, produtos, né? Aí na camada intermediária, a desenvolvimento, né, o time de desenvolvimento, quem quem tá mão na massa e embaixo ali a operação, infraestrutura.
Quando você olha ali do modelo antigo, a cloud ela já achatou essa base da pirâmide, porque a gente precisava de um time muito grande de infraestrutura, infraestruturas gigantescas, mainfame e outros mais.
>> Uma operação inchadíssima, >> inchadíssima. Então tinha muita gente para cuidar. A cloud com toda a automação que tem, com toda a agilidade, né, poucos cliques, ela achatou com a IA. tá, vai acontecer, eu acredito que na camada de desenvolvimento. Então, a gente ainda tem bastante gente desenvolvendo, tem ali, não vou dizer que que vai, né, que o desenvolvedor vai morrer, nada disso, mas ela vai achatar muito, porque a IA vai trazer produtividade no código, na revisão, nos testes, na arquitetura, numa arquitetura base, pelo menos, né, num template, né, Wellington. Então, a então >> blueprint, etc.
>> Blint. Então, a gente já vê os diagramas sendo feitos. Então, novamente, a a base, a pirâmide tá tá achatando de baixo para cima. Então, o que vai sobrar ali na ponta é o cara de do Figma, do do UIX, pedindo ali, fazendo o layout dele e pedindo, ó, pode codar e e faz o deploy em tal cloud. Então, eh, vai, vai ter uma automação, um nível de automação muito grande, tá? Eu acredito, talvez ali num 5 anos, 5 anos, eu acredito que eh isso aí é vai tá bem factivo, bem factivo, né?
>> É um um ponto interessante, MS, que você colocou é a gente tem aqui a facilitando bastante esse esse esse essa transição, né? Uhum.
>> E talvez até ajudando em estrangular e modernizar o próprio legado, né?
>> Uhum. Uhum.
>> Eh, e eu queria estender essa pergunta a quando a gente fala da operação de TI, de fato, porque você deve ter essa experiência também. Eu passei por isso trabalhando com seguradoras.
>> Uhum.
>> Quando você tem um core extremamente eh ingessado >> Uhum. intocável, como você falou, operação de crédito e débito, tá tá no cobol rodando há 50 anos, ninguém quer mexer naquela [ __ ] porque sabe o que tá funcionando.
Você cria uma operação de TI que ela aumenta a complexidade quando você fala, a entrando até um pouco numa disciplina que a gente gosta muito de de cadeia de valor, né, que é operação fim a fim.
>> Eh, você aumenta a sua complexidade do parque tecnológico, >> muitas vezes tendo um pedaço embaixo plataforma. Uhum. um outro pedaço em alta plataforma, porque esse core você não consegue mexer, mas faz parte de uma cadeia de valor transversal que elas são inevitáveis, elas vão estar conectadas, né?
>> Então, às vezes você tem que pra mesma operação >> de negócio ter um DBA DB2 e um DBA Oracle, porque você tem para facilitar a experiência um cara trabalhando em Oracle na baixa, mas tem que ter aí ali um cara, um coboleiro, etc., trabalhando ali, né? Verdade. Verdade.
>> Isso aumenta muito o custo de operação de TI, né? E a gente sabe que eh para chegar ao nível de eficiência que a gente tem hoje >> Uhum.
>> é inevitável que você tenha esse custo para porque, >> pô, não dá para rodar tudo em cobol >> e também não dá para tirar do cobol e botar noco. Então vamos conviver com esses dois caras, né?
>> Aham. Aham.
>> Quando a gente coloca e achatando isso.
>> Uhum. Você não acha que talvez a gente tenha que ter um insight do próprio executivo, como você falou, para abraçar um pouco mais esse apetite ao risco e falar: "Cara, dá pra gente fazer essa operação de crédito e débito um pouco mais >> real time, >> cloud native, rodando bonitinho e etc, sem depender tanto de >> alocar tantos MIPs assim no cobol.
É uma boa, é uma boa pergunta.
É, é realmente, né, quando a gente faz essas camadas, as interfaces acabam crescendo os times, né? Aí eu preciso do cara do Oracle, do MySQL e o cara do Mainfame, do DB2. Então você também acaba crescendo os times, né? Conforme você vai criando interfaces, >> sua operação incha, né?
>> Camadas. Exatamente.
Eh, assim, não, aí existem vários fatores, né, Wellington? Aí, eh, política >> que botei numa saia justa, gostosa agora, hein?
>> É porque assim, porque assim, crescer castelinhos, crescer os castelinhos também tá na natureza do ser humano, né?
Falou: "Pô, eu também vou ter mais gente aqui para cuidar desse banco e desse outro. é mais head count, é mais orçamento, é mais então eu vou crescendo o meu poder dentro da empresa. E mas aí é um outro é um outro fator, não tecnológico, mas >> né, quando a gente fala de empresa, você acaba crescendo, puxa, já que tem essa interface, eu vou precisar de mais um cara, vou pedir para RH e acaba crescendo, né? Eh, mas em termos tecnológicos, puxa, eu acho que poderíamos ter mais o apetite ao risco operacional. A gente pode ter eh eh aí aí é onde eu acho onde vem essa parte de verticalização, né? as verticais e produtização. Quando a gente faz uma verticalização, uma uma, né, um produto fim a fim e ele tá totalmente apartado, eh, não necessariamente vai ser mais enxuta. A, pelo contrário, às vezes você pega ali, né, você tem uma pessoa do, né, com a mesma função para um produto e você vai precisar do mesmo cara ali na outra squad pra mesma função. Então, você acaba tendo mais gente. Mas imaginem vocês, se eu tenho um produto que tá crescendo, tá escalando, eu consigo pegar se se fazer uma cisão dessa desse produto da empresa e ele crescer, né? Faço uma cisão e ele vira uma empresa apartada. Então ele cresce e tem uma vida própria. Eh, eh, então assim, ele dá um nível de agilidade pra empresa diferente e riscos operacionais diferentes também. Então assim, esse produto aqui eu tenho, tá tendo escala, tá tendo dinheiro, tá tendo volume.
Beleza, vou vou cortar aqui. E ele cresce sozinho, ele vive sozinho como uma empresa nova, whatever. Esses esses outros produtos aqui, puxa, eu preciso ter mais controle. O apetite a risco, ele é um pouco diferente. Ah, esse aqui eu posso dar um pouco mais para esse, esse aqui um pouco menos. Mas novamente, eu acho que a verticalização, ambientes separados, não necessariamente ele é mais barato, né, o, né, a produtização, mas ele te dá uma uma flexibilidade corporativa, uma agilidade corporativa diferente.
>> Exato. Que é melhor que você ter equipes totalmente horizontais.
>> Quero falar com você agora que ainda não conhece a Clever. Clever é uma empresa que já tem mais de 3 milhões de usuários em 30 países com 30 idiomas diferentes, que tem trazido soluções em blockchain, criptomoedas e ativos digitais. O objetivo da Clever é te dar liberdade financeira para operar nesse mercado de cripto. Então, se você acredita nisso, se você acredita nessa liberdade, você já pensa como a Clever, vai conhecer os caras, é clever.Ou estão contratando também pessoal para trabalhar com cripto, com blockchain. Então, se você tem interesse, se você tem conhecimento nessa área, procura a Clever. Se você gosta de criptomoedas, se você opera no mercado, você precisa conhecer a Clever, precisa conhecer as soluções da Clever.
Então, o endereço tá aqui embaixo no vídeo. Para quem não tá no YouTube, é clever. Vai lá, vai conhecer que realmente é um mercado sensacional.
Exato.
>> Não quero transformar num episódio de arquitetura, tá, Rom? Mas eu tenho uma outra pergunta para fazer aqui que eu acho interessante.
>> Quando a gente tem essas verticais e os produtos autônomos, etc., os times bem compostos, né? Então, aí você cuida desse produto que é determinado uma cadeia de valor, etc.
>> Uhum.
>> Voltando no ponto da modernização de legado.
>> Uhum. Você não acha que faz muito sentido, por exemplo, falar em plataforma de desenvolvimento nesse sentido? Porque aí você pode ter um core plataformizado que aí você vai ter esses produtos operando em cima de uma plataforma >> que você pode modernizar de uma forma agnóstica >> e abstrata.
>> Uhum.
>> Com cara operação de débito, crédito >> ou de pagamento previsto, etc., que é um core de operações que são comuns a todo mundo e você tem uma plataforma e aí você desenvolve os produtos em cima disso.
>> Então, cara, por favor, gente, acredita na arquitetura. Dá para fazer >> isso aí, acreditem, >> porque você pode ter uma plataforma de de serviços que são que vão atender os produtos internos, né, cara? Verdade. É verdade.
>> E aí você consegue prover essa modernização e prover para cada produto que, cara, a importa se o cara desenvolver em node com com Oracle aquele produto, cara, usa a plataforma aqui que a tem operação core >> Uhum.
>> De débito e crédito aqui. Enfim, não sou da área bancária, tô só dando palpite, tá?
>> Não, mas interessante essa questão de plataforma, né? Nos últimos anos surgiu muito o domínio de engenharia, né?
engenharia de plataforma, que aí aí, né, tem ali o, né, o backstage, enfim, tem outras outros domínios, né, de conectados ao DevOps, mas quando você coloca engenharia, engenharia de plataforma, templates, né, que é onde você reutiliza core, né, o core da empresa, fala, puxa, você precisa do débito e crédito, é, tá aqui, né, são essas APIs, são essas funções, tá aqui, utiliza e e se precisar separar, vamos dizer que esteja produtizado e, né, e você vá fazer uma cisão, né, uma empresa ali que cresceu e vai, você precisa trabalhar de um jeito diferente também. Você pega ali essa parte do core e ele pode levar, né? É assim, o banco de dados, né? Usar a questão de banco de dados, a arquitetura tá moderna e modularizada para poder ser separada também. Então, eh, né, você pode copiar e e seguir com a vida com essa empresa, né? Eh, mas eh eu eu acredito veementemente na engenharia, na arquitetura modular, né, em plataformas. Eu acho que plataformas é o nome é o nome da vez, né, Wellington?
>> Pois é, cara. A gente tem que estimular o reuso porque >> os times têm que ser independentes, né?
>> É.
>> E a gente precisa modularizar o que é core, né? Acho que eh cada vez mais isso tem que ser uma uma tendência para poder dar liberdade pros. Eu imagino que isso acaba sendo um grande apelo também pela questão da dinâmica da indústria, né, do segmento financeiro, cara, que é extremamente ágil, volátil, né, cada um, uma hora um lança um produto, outro lança outro e você precisa, né, >> tem ser, tem que ser ágil para poder >> a finex que a gente falou agora, né, agora a pouco, realmente é um tá tá muito tá muito rápido, né? estão emergindo ali produtos diferentes cada dia cada dia mais, né?
>> Então imagino que isso para quem tem plataforma e e e dá essa flexibilidade, eu creio que isso ajuda muito.
Exatamente. Cara, precisa lançar um produto, precisa combater a concorrência com esse tipo de produto e isso vai te dar muita agilidade, imagina, né?
>> É, a gente vê ali o CDI de tal banco é 110. Ah, o CDI do outro é 120, é 130, 140. Você vê 200% CDI, nossa, como consegue, né? É, pois é.
>> Enfim, é mais para atrair atrair clientes, né?
>> Exato. Cara, uma pergunta, eh, quais são os desafios que você vê de tecnologia hoje no setor de serviços financeiros? Vou falar só serviço bancário, porque acho que serviços financeiros ele abrange muito mais, né?
E e aí falando tecnicamente mesmo de de arquitetura, eu quis tocar no ponto do legado porque eu acho que é um problema que a gente tem muito no financeiro, tem muito no mercado de saúde também >> e que todo lugar, né, fez deploy hoje, amanhã legado, acabou. É verdade.
Verdade.
>> Mas eh em relação a aí falando até um pouco mais de arquitetura corporativa, relação com negócio, etc.
>> Uhum.
>> Quais são os desafios que você vê hoje, cara? Puxa, eh, eh, são muitos, hein?
>> Escolhe aí.
>> São vários.
Eh, e assim, quando a gente olha arquitetura corporativa, né, que olha visão, roadmap, estratégia, né, que é mais estratégico, a gente olha capacidades.
>> Vou fazer um statement aqui novamente que eu acho que deve ser o 12º statement >> que eu faço isso sobre arquitetura corporativa, mas eu tenho que levantar essa bandeira de novo, gente.
Arquitetura corporativa não é uma arquitetura de solução que atende a corporação inteira. é uma arquitetura que entende o negócio e traça a estratégia de tecnologia. Então, não entenda como arquitetura corporativa, ah, não, é o arquiteto corporativo, então é o cara que atende. Não, ele não é arquiteto de solução. Ele pode ser um arquiteto de solução e também ser um arquiteto corporativo, mas arquitetura corporativa é outra disciplina. Se quiser complementar, >> não é? É, é isso aí. Muitas vezes o pessoal acha que é o mesmo domínio, né?
as arquiteturas, tudo é uma arquitetura só, mas arquitetura corporativa olha muito mais o negócio, capacidades, né? Tá, tá muito mais ligado ao negócio do que propriamente a TI, a as caixinhas ali, aos aos componentes que a gente consegu uma perna lá, uma perna cara.
Exatamente. Exatamente. Então, né, quando a gente fala de serviços financeiros e e o desafio de arquitetura, eh, eu vejo alguns, né, eu vejo alguns eh eh olhando assim futuro, né, olhando visão, futuro. O, o mercado tá mudando muito rápido, como o Ron falou, e talvez até mais rápido do que a gente esteja vendo.
o o blockchain tá aí, eh, né, as as os pagamentos transfronteriços, assim, o mundo do blockchain, ele já tá crescendo tanto, ele já tem lá toda uma economia que vai ser uma onda que vai chegar forte e quem não tiver apto a surfar essa onda vai vai tomar um é exato, vai tomar um caldo. Então, um caldo gostoso.
>> Exato. Então assim, tá tão grande já o mundo das da das criptos que que já é um mundo novo, já é uma economia nova, é uma economia descentralizada, desplugada de governos inclusive, né? Por exemplo, Bitcoin, ele não não tem governo que controla. Então aí a gente volta toda uma geopolítica, todo um mundo diferente. Então, >> eh, novamente olhando na perspectiva de arquitetura corporativa, visão, né, de serviços financeiros, você olha ali do Dubai, países do dos Emirados Árabes, puxa, eles já têm ali algumas coisas muito avançadas, a China também. Então, eh eh novamente o mundo do blockchain vai tem que tem que tá preparado, porque eu acho que ele vai varrer muito muito rápido a economia de quem tá com um mainfame, entendeu? Não vai acompanhar, né?
>> O próprio Banco Central já tem iniciativa do Drex.
>> Exato. Exato. Que é bacana, né? Rex é um é um é um é um modelo muito interessante, embora, né, os Estados Unidos optou pelas stable coins, por motivos também geopolíticos. Não sei, não sei o quantos vocês têm acompanhado, mas até acho que foi ali final de julho, agora final de julho, eles eles aprovaram a o Clarity Acts e o Genius Acts, né, >> que que visam a a a regulamentação das stable coins. Então, as stable coins eles eh, né, eles querem disseminar as stable coins com base com lastro no dólar, né? Eles simplesmente querem fazer o spread do dólar pelo mundo, porque sabem que tem ali um jogo geopolítico com China, bricks, inclusive o Brasil. Acho que nós somos pivô também dessa briga por causa do Brix, né, com essa com essa discussão aí toda do Pix, né? Eles querem olhar o Pix como como um pretexto, talvez. Aí >> eu já ouvi rumores de o Drex ser inclusive uma moeda inter bricks >> interbricks >> para transações por já tá >> porque a maior crítica do DREX é ser centralizado somente no Banco Central >> ou seja eles querem deixar nos bricks né >> isso aí você pode expandir o bricks para ter noos de validação >> entre todos esses países >> legal >> e aí você não teria só uma centralização do Banco Central, porque hoje o Drex ele basicamente tá uma operação >> pra operação interbancária, né? Não, não chega na pessoa física.
>> E aí você teria o Drex como um validador inter bricks como um Swift do bloco.
>> Sim, um Swift do bloco. É isso aí.
>> Aí o Trump vai dar camalhota.
>> É. É. E e eu acho que é por isso todas essas ameaças, tem >> que também tem esse pano de fundo também. Tem um pano de fundo.
Exatamente.
>> Então assim, eu não sabia do Drex como como uma moeda ou como um sistema de validação entre todos.
>> Não é informação, é especulação que a gente viu, que eu vi em fórum, tá gente?
Não é não tratem como informação, pode ser rumor, tá?
>> Sim, sim. Mas, mas é uma ideia, >> mas me parece muito razoável, >> razoável, razoável. Mas, mas novamente, eh, estamos falando falando de blockchain, criptos. Eu acho que essa onda aí a gente tem que tá preparado no mundo de serviços financeiros. E então e aí e aí converge com o legado. Puxa, como é que você vai falar blockchain com main frame, cobol? Não, né? Não faz sentido nenhum. Então, eh, é, aí é o desafio da velocidade, do legado, falar, puxa, investimento para modernizar, todos, todas essas coisas aí que são desafios de muito louco, porque eu quando chegou o primeira onda do Open Banking, eu tava trabalhando na seguradora ainda.
>> Aham.
>> Cara, foi vo barata naquela sala de reunião para tudo que foi lado. Para tudo que foi lado, cara. Porque você tinha que É. fornecer extrato, etc, para outras instituições, etc. E não tinha a menor condição. Tinha menor condição.
>> Uhum.
>> Porque tava tudo preso num DB2 com cobolum.
>> E aí, >> como é que faz isso, cara? Foi criando camadas, né? Lógico, você vai fazendo e aí entra, né, os nossos nossas soluções de arquitetura, né? virtualiza o DB2 num banco memória, enfim, vai criando, criando, criando camadas até você conseguir chegar lá na frente.
>> Uhum.
>> E eu tenho um pouco de receio para não dizer ceticismo, se a gente não vai ficar perpetuando isso para sempre, sabe, cara? Porque >> é parece tem algumas coisas que sãocadas assim, sabe? E eu tenho informações dessa empresa por onde eu passei que, cara, tá lá ainda tá rodando e e recebe atualização.
Esses dias tá conversando com arquiteto meu que foi da minha equipe.
>> Agora o Z não sei o que lá lá do do main frame, ele expõe o web service.
Como assim, cara?
O Tirannossauro Rex criou asa [Música] >> pera aí, gente. Tem >> Pois é. Pois é. De novo, cara. É, olha, aprendeu a voar tirando >> é isso aí. Curioso, né? Estamos no 2000 2025 e ainda tá >> tá aí entre outras pressões, né? Porque BM tá lançando autorização, >> é um modelo de de de billing que é extremamente favorável pro pro vendor.
>> Uhum.
>> É confortável para quem tá lá, né? E enfim, >> é confortável para um monte de gente, né?
pro gestor desse dessa caixa, né? Enfim, tem tem uma conformidade, né?
>> Mas aí eu acho que é interessante, por exemplo, um choque como esse, porque começa a mexer um pouco numas estruturas de que, cara, será que essa conta tá se pagando mesmo?
>> Uhum.
>> Será que isso aqui realmente tá tá valendo a pena, sabe?
>> Uhum. Uhum.
>> E e e a gente começa a ver, né, os custos transacionais estão cada vez menores, né? Eu digo em em blockchain, falando em blockchain, o o custo é 0,001 tá muito mais barato que já foi, né?
>> Exato. Exatamente. É, né? É, porque também muita gente confunde Bitcoin com, né, o blockchain em si, né, com a tecnologia. Mas eh, novamente a gente já vê o, né, o mundo é o DeFi, né, o Decentralized Finance, o Social F, que é o socialized finance, tem Game F, Gamb F, então já tem o Gamball, é o do Pker, né, os o poker, o jogos de apostas, né, os bets em geral já na cripto. Então, puxa, eh, eh, né, é um grande livro, né, de registros imutáveis e que, meu, como transação funciona muito bem, então toda e qualquer transação vai vai ficar ali.
Então, enfim, é desafios aí de arquitetura, de mudança tecnológica, tem muito >> e de visão de negócio também.
>> Visão de negócio também, né, Witon? Eh, é, eu fico imaginando também uma outra eh mudança grande, mas ainda eh eh ainda tá eh não tá andando na velocidade que deveria porque por várias questões, mas cara, a computação quântica, né, que é outro outro mundo, é outro. Isso também >> em relação à segurança, vai mudar completamente >> Aham.
>> O tudo que a gente imaginou até hoje, né?
>> Aham. Eh, indo um pouco nessa linha, Rom. E olha que interessante, eh, não sei se vocês já ouviram falar do Hway, da arquitetura não arquitetura, né, mas o pessoal já tá falando, né, tem o B2B, B2C, aí agora tem o H2C, né, agents to consumer, né, os negócios.
>> We, que é um protocolo de comunicação de agente pra gente.
>> O Hway é o é o agente falando, >> esse que o foi que o Google lançou, não >> é? Ele ele teve até uma confusão aí que o pessoal achou que era uma concorrência com o MCP, mas é outro é outra >> outra, >> é outra é é outro outra finalidade, né?
>> É, na verdade assim, é a gente fazendo negócios com a gente, né? Então é é um business entre >> Olha só, eu não sei se vocês conhecem, tem ali um tem, como é que eu posso dizer? É um guru, eh, né? Um guru, né?
Guru de tecnologia, né? vamos dizer assim, eh, futurologia. Estamos falando em futurologia aqui.
>> Eh, eh, imaginem vocês que agora com as Ias, né, tem agora os agents to agents, né, imagina, tenho ali um um uma IA que faz serviço de advogado, né, de advocacia, sei lá, faz uma petição, faz alguma coisa assim, tem uma IA especializada e eu tenho ali uma outra IA que fez um serviço e precisa de um advogado, né?
Então, uma IA consome serviço de outros.
Aí eu pergunto para vocês, IA pode ter conta em banco?
>> Não, né?
>> Então, a a IA pode ser que não tenha uma ela em si ter uma conta corrente, mas ela não poderia ser uma procuradora minha, por exemplo.
>> Pode ser, >> porque aí eu quero pegar o gancho do que a gente falou sobre Defi.
>> Uhum. Nesse processo que você descreveu, se eu tenho um way, agente com a gente conversando aqui num processo, como por exemplo, parte contraparte de um processo >> Uhum.
>> e sei lá, eu tenho um agente estatal que é o juiz.
>> Uhum.
>> Cara, tudo isso pode ser definido no smart contract.
>> Uhum. Uhum.
>> Eu posso inclusive segurar valores no smart contract e dependendo do resultado daquele smart contra, daquele daquele protocolo que ele é rastreável, que ele é auditável, etc., eu posso colocar o ganho de causa e e e colocar numa determinada determinado agente um valor, etc., que pode ser o meu representante.
>> Uhum. Uhum.
>> E como é que a gente lida com isso?
É isso aí, Wellington. Eu acho que assim, ia não pode ter conta em bancos.
Onde elas vão transacionar? Blockchain?
É onde elas vão est. Por que que eu vou pro sistema atual financeiro? Não faz sentido. Eu tô ali a gente com a gente, né, fornecendo serviços, né, o advogado, o procurador e, né, vamos dizer assim, agentes ali fazendo serviços específicos. elas vão transacionar numa blockchain com smart contract, já com o serviço precificado, né, previamente precificado. E e é ali que vai acontecer essas camadas. E aí, obviamente, algum algum, né, seres humanos ali ou empresas que estiverem por trás desses agentes, aí sim teriam, né, o resgate, aí fariam um resgate desse dessa grana, né, cara, isso é uma [ __ ] queda de paradinho, né?
você tem teu agente que vai ter autonomia para negociar com o agente dele.
>> Aham.
>> E >> cara, você imagina o ganho que a gente pode ter no processo judicial disso?
>> Aham.
>> Porque, cara, hoje os caras usa porque vamos ser honesto aqui, você advogado que tá nos ouvindo, se você quiser vir aqui dar o seu testemunho e gravar com a gente, venha. Você escreve uma petição de 30 páginas. Você acha que a galera lê aquela [ __ ] Não lê, velho. Não lê. É igual classe Java que é gigantesco, verboso. Você vai direto lá na regra de negócio. Você não lê [ __ ] nenhuma daquilo lá, mano. Então você tá usando hoje o copápt >> que ninguém lê, que poderia ser simplificado, menos verboso, registrado no smart contract. Cara, é isso aqui, ó.
São essas razões, etc. Aham. Cara, que é eu falava isso muito da da do desenvolvimento software, né? Aliás, eu tenho alguns haters no pessoal que comentava, pô, não, porque fala que programação é artes cara, programação era é artesanal. Uhum.
>> Não faz sentido você desenvolver software escrevendo letra por letra mais, cara. Você tem importante a sua capacidade de abstração e a sua capacidade de componentização. É isso.
Programar é isso, não é escrever linha por linha, né? Uhum.
>> E aá tá aí para para isso.
>> Uhum.
>> Acho que, cara, no mundo jurídico é a mesma coisa e em outros mundos também é isso, cara. É é muito é muito texto e muito esforço para pouco, pouco conteúdo.
>> Aí o aí o que que o juiz faz quando o cara escreve uma petição de 30 páginas?
>> Põe no chatt e manda, resume para mim o que que esse cara quer. Uhum.
>> Porque entendeu? Então vamos botar esses agentes e vamos fazer um smart cont, vamos botar. Eu acho que isso é inevitável.
>> É. Eu também acho.
>> Eu acho que isso é inevitável.
>> É, é, é futuro. Já é o caminho, né? Acho é o caminho na fralo, cara.
>> Também >> enxergo isso também, >> cara. É assim, é, eu também vejo que vai ser o caminho, mas eu fico só eh pensativo, por exemplo, que saiu essa, acho que foi semana, semana passada, que o agente foi lá e deletou um banco de dados.
>> Ah, mas isso vai passar para uma curva de maturidade, >> cara. Entendeu? Fal, pô, será que eu daria liberdade para um agente fazer negociação? Tudo bem. Putz, cara, eu não sei.
>> Imagina esse carrinete ali apertando o botão ali da do da dos mísseis, né? Já pensou?
>> Mas mas o banco de dados nada é um preju, né, cara? P >> dúvida. Não. E você viu que ela deu desculpa? É, velho, deu >> deu desculpa para ser proteger do que tinha feito, tipo, não, ou seja, ela foi treinada >> com uma massa de dados de desenvolvedores de verdade.
>> Um abraço meus amigos desenvolvedores.
Desculpa, piada, >> mas ela deu uma desculpa, provavelmente ela falou que funcionou na máquina dela, né? Verdade.
>> Mas eu vejo muito isso, Ron, que faço um paralelo, porque assim, a a gente tá a gente tem um privilégio, né, de estar no ápice da carreira profissional, no no auge da maturidade como seres adultos e e profissionais de ver isso nascer, né?
>> Sim, sim.
>> Eu acho que a gente não vai ver isso daqui a Você foi bem otimista, 5 anos.
>> Uhum.
>> Talvez. Eu diria, é, pô, tá tão rápido que acho que eu vou no teus 5 anos. É, >> tá rápido demais.
>> Tá muito rápido. Mas eu vejo essa esse ceticismo que a gente tem, [ __ ] mas será que eu daria isso? Muito para, cara, quando a gente começou a falar de internet banking, sabe? [ __ ] mas eu vou entrar minha casa, será que vale?
Será que eu vou confiar? Sempre tem ali, sabe? Mas acho que a gente vai chegar num momento que isso vai est tão maduro que que a gente vai aceitar que faz parte do dia a dia, que não tem volta. Uma coisa que a gente pode não ter percebido, né, que era até a sua opinião, moça.
>> Uhum. Eh, a gente tinha muito mais preocupação um ano atrás, dois anos atrás, sobre que a IAT respondia, se ela tava alucinando ou não. Hoje você pergunta e você não questiona mais tanto porque a alucinação tá menor, a indexação dos dados tá menor, já tá real time, porque antes tinha um gap de >> chatt acho que tinha 2 tr anos de gap de indexação. Hoje esse gap não existe mais. Então a gente já não verifica mais tanto. Você pergunta lá no chat GPT, pergunta no Gemini >> e cara, ela já pesquisa em tempo real, ela já te consolida aquilo que você encontraria no Google.
>> Uhum.
>> Então você já quebra um pouco as barreiras, sabe?
>> Tá até difícil de identificar a alucinação, né? Tem tem momentos ali que você vai direto, né? Exato. Exatamente.
Eu tava, eu até dei um exemplo no último episódio, tava usando a Gemini terminal e, cara, eu eu penei para descobrir que ela tava eh procurando uma documentação errada do framework que eu tava usando.
E aí eu fui lá e peguei a documentação, só falou: "Cara, olha aqui e vê aqui".
>> Uhum. Mas eu tava tão no piloto automático de olhar o que ela tava determinando, que eu não tava encontrando um erro. Aí eu falei: "Pera aí, eu não sou piloto de a, né? Eu sou eu ainda desenvolvo, pera aí, eu ainda tenho controle disso daqui, deixa eu olhar essa documentação." Aí eu vi que a documentação tava defasada, que tava aí eu indiquei e aí ela indexou.
>> Uhum.
>> E aí começou a funcionar bem. Então a gente assim, não estamos nesse momento ainda, mas as barreiras vão caindo assim aos pouquinhos. Isso é perigoso, né?
>> Ah, é, né? Enfim, para pras pras carreiras, você diz pra carreira do povo, >> é pr ou você diz a a alucinação em si, essa parte de >> pro assim, a gente vai ficando cada vez mais confiante, né, cara? E vai ficando mais dependente.
>> Exatamente. Sim, sim. E aí você fica um pouco eh nem por exemplo quem que acreditava nos primeiros resultados do Google antigamente? Você ia olhando lá, conferir, cara, hoje você busca, você bateu no primeiro, no segundo, você já não não vê os outros.
>> Exato. Exatamente. Você já tá de certeiro, né?
>> Você vai ali e fala, você confia, não é esse e esse, né? Então, >> eh, enfim, todo episódio gira em torno de A, depois no fim do no fim de contas, né?
>> É o hype, né? tá no hype, >> no hype. Mas cara, é que é um assunto que é incontornável. É, né? né? Mas enfim, eh eh quando a gente fala, né, IA, blockchain, eu acho que são coisas inerentes da tecnologia, né, dados, né, a parte de dados também, como é que puxa, eh, o os dados, eu não sei o quantos dados estão preparados para Iar, né, porque, meu, você, você pega ali, coloca no castelinho de areia, meu, putz, vai te responder coisa ruim, alucinar, vai >> shit in shit out. Exatamente.
Exatamente.
>> É, eu vejo ainda eh que um tema, cara básico, por incrível que pareça, eh que é integração de dados, né? Ainda ainda é um problema para muita empresa. E aí tô falando no geral, mas mercado financeiro também você vê, né? Você conversa com outro, ainda tem um desafio ainda de [ __ ] tenho dado aqui, tenho mainframe de lá, não consigo integrar não. E aí eu não sei se eu consigo ter, se eu tô com dar a massa de dado suficiente para começar a ternar o modelo, né?
>> Uhum.
>> É, então ainda eu se fala muito, né, de coisas modernas, tal, mas [ __ ] ainda tem um arroz feijão básico ainda aqui.
>> Exato. Exato. E aí entra naquele desafio, né, da modernização, né, pô, por que que eu ainda não consigo fazer, né? Por que eu ainda não consigo modernizar? Porque ainda tem um monte de coisa ali antiga e, né, mal estruturada.
Eh, enfim, quer ir a, né, o pessoal quer a varinha mágica com a solução, mas não quer arrumar a casa, não quer arrumar os dados, né? Então, pois é, é até engraçado porque eu fui ontem num num evento ontem também de e aí tava se falando sobre essa de novo essa coisa da transformação digital que a gente falou aqui, que cara já não se fala mais em transformação digital, isso já >> Uhum. Uhum.
passou, mas ainda tem muita empresa que nem fez a transformação digital, né?
>> E já agora, agora o negócio é a agora precisa implementar porque tem que tem que fazer, né?
>> Conheço algumas, infelizmente, que ainda não tem uma visão de produto, não tem uma visão exatamente do que é a transformação, porque a gente ainda tem uma questão da da empresa achar que a transformação digital é transformar o que ela faz em digital. Uhum.
>> E não transformar sua operação para ser digital.
>> Exato. Exatamente.
>> Isso é, enfim, são características de de divisões executivas que não entendem exatamente o conceito.
>> Exatamente. O pessoal acha que é pegar o documento e colocar em PDF. Tá, tá digital. Eu digitalizei, digitalizei, >> digalizei. Não, não é operação mesmo, né?
>> Você que tá aí escutando esse episódio bacana e quer levar toda essa tecnologia, essas novidades pra sua empresa e não sabe como, chama o time da VemBers. A gente pode ajudar vocês com desenvolvimento de software, com arquitetura de soluções, a entender os problemas que vocês estão vivendo e sair do outro lado com uma solução bem bacana. E se você tá escutando o podcast para aprender coisas novas, faz o seguinte, manda um e-mail pra gente no peoplecare@vems.ioio e você pode fazer parte também do nosso grupo de talentos. Valeu.
Agora o time do Relações Públicas vai gostar mais de mim.
>> E cara, eu queria te fazer uma pergunta que agora me deu uma uma pulga aqui atrás da orelha. O Ron falou sobre desafio de integração de dados, etc.
>> Uhum.
>> Eu sei que a Tecban é muito mais do que o caixa 24 horas. Tem muitos outros produtos, etc.
>> Sim.
>> Mas, cara, como é que vocês conseguem fazer essa mágica de se integrar com tantos bancos?
>> Uhum.
>> Ao mesmo tempo num terminal só e pelo menos do ponto de vista de experiência do usuário, sem tantas intercorrências.
>> Uhum. Como é manejar um ecossistema tão tão robusto assim?
>> Uhum.
>> Eh, nós somos integrados em 150 instituições financeiras, né?
>> Puxa vida. Inclusive até >> é inclusive as fintex agora, porque é por onde se você precisar de algum dinheiro, é por onde é o dinheiro vai escoar, né? O escoamento ali do dinheiro, né? Porque realmente a gente não não tá usando mais tanto o dinheiro ali no dia a dia, mas ainda eventualmente precisa ali de um caixinha, alguma coisa assim, né? Então, >> ó, eu fui no caixa 24 horas, acho que alguns dias atrás >> para tentar fazer a operação reversa.
Falei, será que eles aceitam depósito?
>> Porque eu não queria sacar o dinheiro.
Eu recebi um dinheiro.
>> Você queria?
>> Eu falei: "Cara, não sei o que eu faço com esse dinheiro, cara. Eu não uso esse dinheiro, só pago tudo no cartão de crédito. Eu preciso depositar esse dinheiro em algum lugar e não tenho onde depositar o dinheiro, cara.
Vou ter que, sei lá, pagar em espécie, vou como fazer uns maias.
>> E e a gente e a gente e a gente não quer pegar a fila do banco para poder exatamente >> então. E e não tem mais agência, cara.
>> Não tem. Então >> eu fui procurar agência do meu, falei: "Caralho, não tem mais agência agora.
Agência lá na casa do [ __ ] Não precisa ter. Aham. Aham. Isso é verdade.
Tá, o que tá fechando de agência, >> é que que é até um um ponto, né, assim, eh, os ATMs estão virando mini agências bancárias, né, porque ainda é um ponto de presença físico, né, ah, você precisa colocar o dedo, autenticar alguma coisa, né, eh, prova de vida. Então, ainda um ponto de presença físico eventualmente ainda precisa, né? Enfim, sabemos que tem ali no celular a a o reconhecimento facial, já tem outros mecanismos, mas muitas vezes ainda é um ponto quando a gente fala nível Brasil faz sentido, né?
>> Mas puxa, a gente tem ali o ambiente é bem complexo, viu, Wellington? É, eh, né, a gente usa, né, a gente tem IBM, a gente tem IBM Power lá, então temos umas powers ali, então é um ambiente muito robusto, conectados a as IFS. E aí, link direto. Então, tem bastante, >> cara, deve ser uma infraestrutura.
>> É robusto, é muito robusto, né? Para manter aí essa conectividade com os bancos. É, é bem robusto, a operação é grande, mas também tem um assim, >> a gente vem investindo bastante na eficiência operacional, automação, IA também, IA, mas ainda ainda experimental, né? Não vou sair, não vou vou não vou falar que estamos a já colocamos IA em toda a operação, né?
Porque tem gente que gosta, mas >> eh tem tem muita automação automação ali com sistemas, mas é é isso, é desafio do do dia a dia eh para para manter ali essa conectividade com os bancos. Cara, é também a curiosidade também essa eh complexidade de você fazer o pique, de você sacar o que acho que tem um esquema de você acho que você saca, né?
Ele ele ele te mostra o Q code e você saca isso.
>> Sim, sim. É o saque é o saque que é saque digital. é o saque digital que ele mostra um QR code. Você vai lá com o seu celular da, né, da sua instituição, você eh bipa esse QR code e ele e ele saca, né? Ele libera o dinheiro também. Acho isso, cara. Fantástico. Isso. Imagina também a complexidade por trás disso, imagino, né, de um processo, né? Sim, porque aí já é um mundo digital com não tão digital, né? Vamos dizer, o mundo ISO, né? Transação ISO ainda que é eh, né? ainda é um protocolo mais utilizado no nas transações bancárias, né? Mas é é um é um, né, já é um mix do digital com os protocolos antigos.
>> Aí eu vou te fazer uma pergunta que você responde se quiser e se puder, >> tá bom? Vamos lá.
>> Senão a nossa editora acorda. A gente fez um episódio duas semanas atrás sobre o ataque do Banco Central, >> certo?
>> Que foi nessas contas que são contas compensatórias, né, entre os bancos.
>> Aham. E e cara, a Techban, ela basicamente trabalha só com isso, né?
Porque você tá oferecendo dinheiro espécie.
>> Uhum.
>> Eu acredito que no do no caixa 24 horas ali, a maior parte da operação é saque, né? Pessoal procurando saque.
>> Exato. Exatamente, >> né? Então a conciliação ali, então você tem que ter uma conta de liquidez muito grande >> que depois você tem essa >> essa compensação ali na conta interbancária, né, que é a conta de garantia e e de liquidação entre os bancos, né? Eu aprendi isso no episódio, inclusive, pessoal. Se você não viu o episódio sobre as especulações e a análise do ataque >> hacker ao Banco Central, o Card tá aqui na careca brilhosa do Roman.
Como é que vocês viram isso, cara? Como é que foi o impacto desse aí?
>> É, é, esse aí é é aquele momento que a área de segurança emite alerta e todo mundo >> tocou o sirene na casa de todo mundo.
>> Tocou. É, exatamente. Tocou a sirene.
>> E foi uma exchange cripto que pegou a a fraude.
>> Exato. Mas no final das contas foi engenharia social, né? O ou, né? Foi o um e foi uma pessoa ali corrompida, né?
com dinheiro e que que deu a senha, que forneceu a senha. Então, >> é, é o que a gente sabe, né?
>> É o que a gente falou no episódio, porque uma das questões que a gente comentou foi como é que um Dev Júnior tem credencial para movimentar R$ 80 milhões deais?
>> Uhum. Essa senha tá com muito acesso, né?
>> [ __ ] mas tem alguma coisa muito errada aí.
>> Muito poderosa essa senha.
>> Tá muito poderosa, né?
>> É, então, e enfim, realmente emitimos alertas. Nossa área de segurança que é bem bem parruda, né? Nossa área de segurança ali na TECB é bem competente, é muito eh muito confiável, eu diria.
E assim, fizemos várias verificações, tivemos ali uma rotação, porque isso aí também dá ideia para muita gente. Então, >> sim, a superfície de ataque aumenta para [ __ ] né? Porque vai ter de gente tentando fazer a mesma coisa.
>> Exato. Falar, pô, se eu pegar uma senha aqui, né? Então, então existe ali uma rotatividade, existe mecanismos, eh, eh, a gente rodou ali um checkup no ambiente, né? Teve ali um, né, um, não é um checkup, né, eu acho que é um double check, eu diria, sobre os mecanismos de defesa. Então, >> foram emitidos alertas e aí tomadas essas ações para verificar. Imaginou que e todo evento que acontece, claro, isso no geral, mas em especial no segmento financeiro, cara, isso gera um stress absurdo, porque exatamente isso, você começa a olhar, cara, será que eu tô também vulnerável a esse ponto? Será que eu preciso rever? Então isso gera um strress enorme, né?
>> Sim. é, não, a diretoria, né, se level e diretos, né, realmente tiveram alguns planos de ação ali nesse nesse teste, né, nesse teve um teve um plano de teste de contingência, né, na empresa para validar se tava tudo certo, se a gente estava preparado para um incidente desse tipo. Então, foi e passou com sucesso, né? Foi foi legal, >> foi ficou fic ficou todo mundo dormiu tranquilo >> todo mundo dormiu tranquilo depois foi bacana.
>> E como que é a interação? da área de arquitetura numa instituição financeira com SI.
>> Uhum.
>> Porque nós somos duas áreas que são taxadas como as as chatas, >> políticas e regras e padrões.
>> Isso é os caras que caga a regra e que não deixa subir pra produção, né?
>> E na área de saúde onde eu trabalho também tem que ter uma parceria muito boa, muito muito estreita, né? que a gente tá falando de dado de saúde, que é, eu acho que depois o dado financeiro é o dado mais visado que que a gente tem superfície de ataque, etc.
>> Uhum.
>> Eh, como é essa essa dobradinha?
Eh, é, é o a taxação existe, né? A gente é sempre taxado de de burocratas, de, né?
somos burocratas, mas eh a gente trabalha no na Techban, a gente trabalha no modelo federado e e assim não só na Techban, mas como em outras empresas, eu sempre trabalhei com modelo federado, que é o quê? Eu não tenho todos os domínios dentro da arquitetura. E aí eu, né, a gente elege uma pessoa, um campeão ali ou um líder >> que responde pela segurança. Então ele atua como um arquiteto, ele traz assuntos dentro ali de alguns fóruns, então a gente puxa essa pessoa como representante de segurança.
>> É o que a gente chamava no obsoleto modelo Spotify de Chapter, né?
>> Exato. Exato.
>> Então o cara é o arquiteto que tá lá e que responde transversalmente, né? Isso por segurança. Assim, eu não tenho um arquiteto de segurança, mas eu tenho um o cara ali que é o é o ponta firme que pode ajudar na na arquitetura. Ele entende de arquitetura, segurança, um pouco de tudo.
>> Telecom também não tem um arquiteto de telecom, então tem um tem uma pessoa.
>> Pô, verdade. Você tem telecom também, né?
>> É, tem. Vixe, tem um monte de coisa.
Então assim, tem assim, a parte de federação, ela acaba sendo até grande. O o core da da arquitetura gira ali em torno de 10 pessoas. A gente tem ali 10 pessoas entre arquitetura de corporativa, de solução e técnica.
>> O restante é federado, né? Um cara especialista na aplicação, que entende das aplicações. E aí ele pode dar uma dica ali do do driver do do driver do banco de dados, né? Então ele pode, né, dizer um pouco mais no bitte, puxa, o cara do Telecom, ó, o link aqui do DWDM não vai aguentar por causa dessa volumetria. Então a gente >> tem que federar aí algumas pessoas, né?
Então >> é, é assim que a gente consegue, né, alavancar.
>> Mas tem um core como vocês de SI também de segurança? Eh, então aí a gente tem um representante de si que fala com arquitetura, então a gente conversa bastante, tem fóruns ali, né, federa eh tem fóruns para, sei lá, se é uma solução nova que tá sendo desenhada, a gente puxa esse cara de si para responder como segurança, um pouco como arquitetura, ter um pouco das duas visões.
>> Entendi. E aí faz um uma visão consensual. Exatamente. Exatamente. É, às vezes demora um pouco mais para chegar em alguns pontos, né? É, é >> democrático, mas demora um pouco, mas funciona. Funciona >> como toda democracia demora um pouco, mas demorada. Exatamente.
>> E, cara, pra gente encaminhar já o episódio pro pro final aqui, eu ia te fazer a pergunta sobre o que você acha dos próximos passos pra gente evoluir ainda mais o setor bancário, mas você já falou que blockchain >> é é o ponto da vez, né?
>> É isso aí. Isso aí. Já já joguei a carta ali, já joguei a provocação pro pro público já para ir pensando.
>> Já deu o zap. né?
>> Já, ó, já sabe onde investir, hein, pessoal.
>> Já vi que o cara é um um entusiasta.
Você tem que conhecer o o baiano, que é o nosso parceiraço aqui, o nosso decano que é CEO da Clever, que é o MCe, fazer um episódio sobre isso legal. Havendo oportunidade. Vamos aí entusiasta de cripto. Sim, >> baiano. Tá, tá convidado já. tá convidado, não tá eh intimado.
>> Intimado.
>> Então, queria substituir essa pergunta sobre como você imagina.
É quase a mesma pergunta, mas eh eh uma visão mais realista de como você imagina o setor bancário daqui a 10 anos. Você acha que a gente vai de fato para >> converger pro pro mundo cripto?
>> Uhum. Você acha que isso vai ficar muito próximo dos agentes de inteligência artificial?
>> Uhum.
>> E como que a gente vai lidar com o dinheiro >> Uhum.
>> daqui a 5 e 10 anos.
>> Uhum.
>> É >> valendo.
>> Valendo. Essa difícil aí.
Vou vou vou pedir ajuda. Vai pedir ajuda pro pro Romo, né?
Eh, eh, assim, assim como a gente tem os legados, né, na TI, a gente vai ter o dinheiro ainda. O dinheiro ainda vai existir, porque tem muitas realidades, né? A realidade de países continentais, né, com com tamanho de continente, é é essa do Brasil. A gente ainda tem o dinheiro, eh, muitas vezes até escambo, né? Muitas vezes a gente ainda tá fazendo troca e nem sabe ali, né? É, é verdade.
>> Eh, então, né?
E aí quando a gente fala Europa, Estados Unidos, né, mesmo países desenvolvidos mesmo o sistema deles não, né, ainda estamos falando da assinatura, do cheque, como a gente mencionou, então não tá tão eh não é tão digital quanto a gente imagina. Então, falando em legado, vai ter ainda por um, né, vai ser muito usado dinheiro, né, mecanismos os mecanismos atuais, mas cada vez mais a blockchain, né, as criptos vão assumir um papel de reserva de valor. Então, a gente começa já a ter reserva de valor ali, né, mudando um pouco, eh, pagamentos transfronteriços. Talvez o Swift esteja aí com tempo, né, com os dias contados, né, eh, porque as criptos, né, e eh elas são desplugadas de governos. Tem tem uma série, Swift não faz menor sentido no mundo cripto.
>> Então, exato. Tem tem uma série de questões que a cripto eh quebra no mundo, ele unifica o mundo de um jeito diferente. Ele ele unifica de forma econômica, né? E sei que tem o dólar aí do Trump tentando estabelecer as stable coins, mas aí é uma é uma guerra que a gente vai ter que ver, né? É uma guerra geopolítica que tá acontecendo, econômica, né? Geopolítica econômica para ver se é >> uma contradição, né, cara? Porque o que ele como ele tá tratando a questão econômica de uma forma tão centralizada, mas regularizando >> o o blockchain que é universal.
>> Aham. Não fica uma coisa meio esquisita, né?
>> É, então é é porque assim, ele quer o lastro no dólar, ele quer colocar o dólar como lastro das criptos, que são as stable coins. Então, então assim, sendo sendo lastro dólar, ele ele obriga com que os países ou os bancos, enfim, as tenham reservas, tenham reservas de dólar. Então, falou: "Opa, você tem dólar para garantir essa operação de stable coin". Então, então assim, é até por isso que ele quer espalhar, ele quer espalhar isso. Então esse é um ponto.
Mas Bitcoin, o Bitcoin é uma reserva independente, né? Ele é meio que o padrão ouro, né? Não, ninguém detém, né?
O ouro, se você acha, né? Enfim, tem as mesmas propriedades do ouro, de escassez e tudo mais. Então assim, quando a gente fala de outras criptos que não stable coins, puxa, ela ela quebra várias fronteiras de países. Então, acredito que estejamos indo para esse mundo. E eu e eu acredito, eu eu gostaria de ver o mundo mais unificado economicamente, mais justo, talvez. É, é, é que e a gente, o meu ponto foi que a gente vê talvez uma, uma regulamentação crípico cripto pelo lado dos Estados Unidos com o interesse econômico de padronizar o dólar como uma moeda universal. Uhum.
>> Eh, mas a gente vê do outro lado ações econômicas que reduz o dólar >> Uhum.
>> a uma moeda local, >> né?
>> Uhum. por você não estimular talvez o comércio como deveria entre as nações.
Então você ao mesmo tempo eu quero que você, eu não quero ter comércio com você, mas eu quero que você tenha minha moeda como >> como e >> como reserva. Fica um negócio meio esquisito. E aí uma uma >> um uma observação interessante, eu moro perto do Braz, na Vila Guilherme.
>> Uhum.
E às vezes não, em alguns momentos eu vou dar um rolê lá a pé quando tô tô de boa. Gosto muito de caminhar a pé, faço quase tudo a pé. E aí, cara, ali tem um comércio chinês muito grande e a galera transaciona coisas grandes ali, sabe que os caras usam lá com moeda corrente de >> logista para logista? XRP.
>> É mesmo? XRP.
>> Os caras usam XRP. Eu já perguntei se os caras aceitavam o SDT. Teve uma época que eu eu realizei um pouco da minha da minha carteira cripto.
>> Aham.
>> E perguntei: "Cita o SDT e tal". O cara falou: "Não, XRP".
>> Nossa, >> os caras usam XRP, cara.
>> Nossa, que interessante. E é o E é o BR ali. É o time. É o >> É, é, mas é uma comunidade chinesa ali que tem que os caras >> que interessante, >> usam muito XRP para isso.
>> Interessante. Interessante.
>> Então, é uma é uma não é uma stable coin.
>> Sim, sim. Mas é uma moeda corrente, cara. Isso é muito louco.
>> E eu também até me pergunta aqui se até se esse movimento, principalmente do Trump, se isso o efeito vai ser ao contrário. Aí que as pessoas vão começar a usar realmente as moedas independentes >> por conta disso, né? De de de de ter a flexibilidade, não ter alguém que vai impor ali >> Uhum.
>> Eh, uma regra, né? Porque é é é é a a filosofia foi exatamente essa, né?
>> É isso aí. É, né? a gente vê, né, um, né, o o esse negócio de olhar o Pix assim, pô, por que que você não tá usando WhatsApp Pay, né? Eles querem o WhatsApp Pay, os cartões de crédito, Visa, master. Pô, por que que você não tá usando, né, os nossos meios de pagamento? Então, realmente é um bom p >> talvez pode ser até o processo inverso, né?
>> Não, sem dúvida. A gente tá passando por um momento da economia que a gente tá olhando, [ __ ] o dólar não é tão confiável como >> Uhum.
>> como poderia ser. A economia americana não é tão, né? Mas enfim, cada um dá metralhador pro macaco que elege, né?
Eu eu eu tento blindar um pouco o PPT de opiniões políticas, porque >> a gente tá aqui falar de tecnologia, >> é, não? E são muitos movimentos globais, né? Você você vê Rússia, China, tem vários movimentos lá também que, meu, e a gente é é muita coisa para acontecer, né? também a China também tem movimento de de eh acho que eh de usar também a cripto deles também baseada em também, né? É, é >> acho que eles têm lá também algum movimento nessa linha também.
>> Eu sei que eles bloquearam o Bitcoin, não sei por, eu ainda não entendi direito isso também, mas eles têm ali uma cripto deles, né, local.
>> Acho que liberou o Bitcoin. Já >> liberou porque eles tinham bloqueado, depois liberam, >> já bloqueou, umas liberou umas quatro, cinco vezes, né?
>> É, eles sempre fazem isso, né? Eh, porque é um regime autoritário que liberdade de transação não é bem o core o desejável de uma ditadura, né? Então, enfim, até bom falar isso porque senão tu vão falar que eu sou só anti-americano.
Então, não é não é bem o que uma ditadura quer que você tenha liberdade.
>> Exato. Exatamente. Não tem o jogo geopolítico tá tá muito tá dado. É, tá >> tá dado. E só, bom, Deus nos proteja.
Serão anos emocionantes.
Moça, cara, obrigado demais pela tua >> Obrigado >> pel por contribuir aqui, cara. Tem um cara comunicativo demais, muito de boa.
>> Ô, obrigado. Obrigado pelo convite.
Divertidíssimo o papo aqui. Bem divertido. Tem que voltar muito mais vezes aqui, cara.
>> Não, já tem já a próxima pauta do de crirypto. É blockchain. Obrigado também, Rom, pelo convite. Puxa, bem legal mesmo o, né, conversar com você. sempre bom aí, né? Da sobre dados também, sobre todas essas informações aí que tão >> Obrigado você por ter aceito. Poxa, acho que foi super super legal e e enriquece, na verdade, essas conversas que a gente tá tendo de caras, >> muita mudança acontecendo simultaneamente e em especial o mercado financeiro. Uhum.
>> acaba sendo um grande driver desse de par essas mudanças, né? Porque sempre tá na frente das mudanças, das inovações, né? Exatamente.
>> E foi muito bom entender aqui contigo como é esse dia a dia, essa e essa loucura, né, velho, de de passar por tantas transformações e >> e trazer tanta inovação e tecnologia para cá, pro >> pro mundo financeiro. Obrigado mesmo, cara.
>> Valeu. Obrigado, Wellington também aí por, né, pela condução. Muito bom também. Bacana esse bate-papo aí do PPT.
Não compil. Bola. A mesa é sua, tá convidado a hora que você quiser.
>> Tá ótimo.
>> Bem-vindo, família do PPT.
>> Valeu. Valeu.
>> Show de bola. Obrigado, Rom. Obrigado novamente você que acompanhou a gente até agora. Muito obrigado pela audiência de vocês. Lembrando que se você gosta do nosso trabalho, se você acha que a gente contribui de alguma forma pro seu entretenimento, pro seu conhecimento, pra sua carreira profissional, você pode ser membro do PPT no Cupila. sendo membro do PPT Tronc Pila, você ajuda a gente aqui, ajuda ali o rapaz de boné que tá ali, né? A gente dá uma cerveja para ele às vezes, né? A gente ajuda aqui a gente manter a produção do BPT no CPIL e a gente consegue trazer algumas novidades para vocês antecipadas, né?
Sabe que quem é membro do PPT, Ron, consegue assistir o episódio novo na segunda-feira e não na quarta.
>> Legal. Pô, então já tem novidade na segunda-feira.
>> Na segunda-feira o cara já vai pro trabalho com novidade, entendeu?
>> Então você vai ter acesso antecipado pro pros episódios do PPT e algumas novidades que a gente tá preparando aqui para vocês. E quem já for membro vai ter algumas vantagens além dos que terão vantagens. Então, se você não pode contribuir dessa forma, você já contribui muito deixando seu comentário, dando seu like, indo lá no Spotify, dando cinco estrelinhas pro nosso podcast, deixando comentário, colocando no Slack da firma, no grupo da família do WhatsApp. Faça nossa comunidade crescer, que isso vale muito mais do que qualquer dinheiro pra gente. Muito obrigado pela audiência de vocês. Valeu, Ron, valeu, MS. Valeu, >> valeu. Obrigado.
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