O MELHOR DE 50 PODCASTS DE TECNOLOGIA DE TRANSFORMAÇÃO DIGITAL
Convidados
Molina
CCE
Professora
Professora
Thiago
Valdir
Rômulo
Otávio
Borel
Fernando
Décio
Explore o episódio
É com muita alegria que completamos 50 edições do PPT Não Compila! E para comemorar, reunimos os melhores momentos dessa trajetória em uma edição mais do que especial! Você vai acompanhar alguns trechos de conversas inspiradoras com diferentes profissionais da tecnologia sobre diversos temas do universo da inovação e da transformação digital, sempre com muita descontração e bom humor. Aperta o play e vem celebrar essa conquista com a gente! Disponível também no Spotify: https://open.spotify.com/episode/6QOisJZyKO8Lixm1NLZHHG?si=186mYsG7SCChQrXBHxt4HQ Outras plataformas: https://linktr.ee/pptnaocompila Acompanhe nas redes Instagram e Twitter: pptnaocompila LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/pptnaocompila Produção: Voz & Conteúdo | www.vozeconteudo.com.br - @vozeconteudo
- Abertura e Retrospectiva dos 50 Episódios
- Arquitetura Orientada a Negócios
- Resiliência e Prevenção de Falhas em Arquitetura
- Arquitetura e Transformação Digital
- Mulheres na Tecnologia: Desafios e Estigmas
- Conceitos e Aplicações de Blockchain e Bitcoin
- Cultura Data-Driven e Decisão por Dados
- Agilidade em Grandes Empresas vs. Startups
- Otimização do Legado e Cultura de Mudança
- Foco em Conceitos vs. Tecnologia
- Caso de Uso: Kafka e Integração de Legado
- Debate sobre Linguagens de Programação e Zona de Conforto
- Modernização de Sistemas: Padrão Estrangulador
- Padrão CQRS e Desacoplamento em Microserviços
- CRM, Multicanalidade e Experiência do Cliente
- Kleber: Soluções em Cripto e Blockchain (Patrocínio)
- O Papel Multifacetado do Tech Lead
- Cultura de Inovação e Estratégia Corporativa
- Evolução do Java e Frameworks (Spring)
- Produtividade Java com Spring Boot e Convenções
- Interoperabilidade e Papel Estratégico da Arquitetura
- IA: Consciência vs. Habilidade Humana
- Estratégias de Modernização Contínua
- Gameverse: Soluções e Carreiras (Patrocínio)
- Microserviços em Startups: Contexto e Adequação
- Edge Computing e Descentralização da Nuvem
- Data Mesh: Organização de Dados por Domínio
muito bem muito bem meus amigos do PPT não compila estou aqui antes de mais nada para agradecer vocês que acompanharam o nosso trabalho até aqui que acompanharam a nossa trajetória estamos completando 50 episódios gravados do pt não compila e estamos publicando neste momento aqui com vocês nesse Episódio os melhores momentos dessa trajetória desse 50 episódios e antes de mais nada quero deixar aqui meu muito obrigado você que acompanha a gente desde o começo que segue a gente nas redes sociais que acompanha o canal aqui no YouTube que acompanha o canal aqui no Spotify qualquer outra plataforma meu muito obrigado pelo pela parceria por compartilhar esse conteúdo e esse conhecimento conosco e com quem tem interesse nesse tipo de pauta e espero que a gente consiga trazer novos conteúdos e agregar cada vez mais para a área de TI de tecnologia trazendo conhecimento para todo mundo obrigado fiquem aqui com essa retrospectiva desse 50 episódios Espero que muitos outros venham que a gente gosta de trazer informação a gente gosta de trazer conteúdo então fica aqui com a gente para acompanhar os melhores momentos de 50 episódios que a gente chegou até aqui bora [Música] [Aplausos] [Música]
ele tá ligado desde a estratégia e ele precisa olhar para as motivações do negócio para que ele consiga orientar a solução E aí eu gosto dessa frase né arquiteturas de transição a gente fala do MVP né e depois fala das relísas ele tá para isso né é assim eu tenho uma visão de futuro um Tobi E aí quais são as arquiteturas de transição que eu vou ter para ter os quickins que eu acho que é um grande ponto forte o ponto principal é esse né se você não sabe qual é a visão de futuro do negócio onde a empresa quer chegar você não é capaz de fazer uma arquitetura de futuro como é que vai tratar uma estratégia tipo cara empresa acho que aí você pode até dar um exemplo Claro você quer ter tantos usuários da tua carteira lá na Cleber né E aí o Marlon lá pode falar melhor que eu na verdade porque que ele chegou e pensou numa arquitetura de micro serviço do evento Imagine se ele fizesse a solução toda baseada em bullyings em requests não ia cara não ia casar e se você pensar de repente no momento em que você tá no começo do produto o monolito fazendo puro e resolveria não mas como ele conhece o objetivo o longo prazo da companhia do negócio você já arquiteta aquilo projeto aquilo preparado para dar para o futuro e aí o legal até o mar pode falar melhor e ele abstraiu de tal forma que ele chegou na solução que os Horda books são autônomos por ou seja um negócio assim eu não ia conseguir chegar no nível desse de abstração de pensar nisso eu ia fazer lá os micro serviço e tal mas não ia conseguir pensar em separar a Instância por perto ou seja né como como um negócio tá perto da do desenvolvimento mesmo né Não pode ser muito aí você mete uma arquitetura corporativa você mete um sei lá um board e você mete o arquiteto um conselho administrativo um conselho estratégico você mete uma arquitetura você mete uma arquitetura de solução você coloca mais do tequilante você coloca o desenvolvedor não chega no débito Já não sabe mas o que está acontecendo sem fio telefone sem fio mas eu vejo ele ele conseguiu pensar como Trader como você colocou tipo assim pô o que que eu faço aqui como é que eu como é que o arquiteto uma solução para que conhecendo já o que ele já conhece de blockchain ah se o etiri não tiver lá um hard four que precisa ficar um dia fora do ar uech
[Música]
todas as peças e todas as regras do negócio para que uma parte não influencia na outra então acredito até que corroborando com que vocês estão falando sobre separar ali tipo as regras do negócio sobre o qual o impacto que aquele produto aquele ativo pode ter dentro da companhia Esse é um papel que o arquiteto precisa organizar ali no dia a dia dele né tipo para que a solução ela não seja desalinhada com um propósito da organização e nem desalinhada com propósito do que aquele produto está sendo desenvolvido então na nossa Exchange cara depósito Independente se a gente precisar desligar uma peça não vai quebrar as outras em Cascata né então isso traz uma resiliência muito grande para o usuário que na ponta o cara que vai estar querendo fazer trade Ali enlouquecidamente vai estar querendo depositar enlouquecidamente E no caso de uma possível falha né que é algo que pode acontecer é parte do arquiteto também premeditar e parte do desastres né as quedas os ataques e tudo mais que pode acontecer no meio desse caminho consegui conter o prejuízo que a gente pode ter em relação a essas eventuais falhas né esses eventuais quedas então pô sei lá aconteceu como Baiano falou um hard forte né etéreo cara vamos desabilitar depósito e saque na rede do etéreo e vamos continuar operando a extend como um todo né O resto lá Tá tocando o usuário que não precisa não quer fazer um depósito daquele par pode continuar negociando normalmente e Vida que segue Agora se o cara ele não tem essa visão do negócio do produto e de como ele precisa alcançar o mercado de quando cara vai sair uma solução toda mal das pernas se você não conhecer não fizer um curso de eletrônica de elétrica desculpa como você fez né como é que você vai chegar na solução exatamente conhecer o negócio eu eu tava falando aí né eu fiquei fiquei pensando Poxa mas será que não é só caminho feliz Gente achei que só fosse a minha família feliz eu achei que aquela setinha lá no PPT Já fosse suficiente a maior dificuldade cara é você não parecer um cavaleiro do Apocalipse Quando você vai falar com a equipe Você só mostra o caminho ruim se acontecer isso a gente tem isso acontecer mas não vai dar tudo esse problema vai dar problema se tem uma coisa que você pode ter certeza que vai dar merda e o negócio vai estar no seu cangote e falando de negócio agora eu vou tomar a sua posição vou fazer uma pergunta a gente falou bastante como diz o baiano cara que é flash flash o E aí depois de tudo isso né a gente a gente conceituou bastante arquitetura né Mas aonde ela alavanca a transformação digital eu acho que essa essa script aí né o alinhamento mental que é que isso puxa o outro ponto que eu ia colocar como que a arquitetura viabiliza a transformação digital e que tem a ver com tudo que a gente está falando até agora que é essencialmente entender o negócio onde o negócio Quer chegar quer entender Quais são os capabítes que a gente precisa criar dentro do nosso Universo de tecnologia por exemplo vou dar um exemplo Claro do que ela falou aqui o mar não estudou lá o trading o cara virou Trader ganhou uma grana na bolsa quase que ele não vira to arquiteto o cara vai para o mercado ele tá muito mais rico que todo mundo três vezes o dinheiro que ele na bolsa que ele é contigo o cara entendeu e eu acho que esse é o ponto que a arquitetura grega mais na transformação é entender Aonde a tecnologia habilita o objetivo do negócio o capability porque vamos supor que não é o caso de vocês mas imagina que você tivesse um PM que é o cara que só conhece de bolsa sim o cara só sabe o que é uma Exchange o cara não tem um background de tecnologia o cara tá explicando ali como que é e o arquiteto ele tem que ter essa capacidade de abstrair de falar o que esse cara quer eu só vou conseguir se eu tiver uma plataforma de orientação eventos e habilitar Aquela aquele capability de negócio com capability de Tecnologia Eu acho que o arquiteto ele faz muito esse jogo porque nem tudo é desenvolvimento é habilitar a tecnologia E aí tem muito que a gente estava falando fora do ar né baiano como é que eu crio uma área de pesquisa para isso porque nem tudo eu tenho na casa nem tudo você tem na companhia pronto para ser utilizado você pode não ter mão de obra você pode não ter Skill você pode não ter ferramenta como é que você habilita o cara que faz isso é arquitetura é o cara que vai entender vai sentar do lado PM falar cara me conta aí qual que é o teu plano daqui a cinco anos como tentar esse produto Ah cara a gente só vai chegar aqui a gente tiver isso E aí tem todo um processo tem empresa que vai ter governança para poder fazer isso vai ter que ter uma área de pesquisa para poder habilitar Essas tecnologias né então eu respondendo a tua pergunta eu acho que a arquitetura ela habilita a transformação digital a partir do momento que ela entende com a transformação que tem que ser feita sim e é o cara que tá na fronteira negócio estratégia tecnologia [Música] muitas vezes você olha com outras mulheres ou histórias de mulheres que nos procuram principalmente para mentoria postura como é que a gente lida com isso contando que são interrompidas contando que não são ouvidas ou contando que pior são traduzidas do tipo sabe o que ela quis dizer ela quis dizer que não pera aí ela quis dizer o que ela falou então não tem nenhuma necessidade de tradução Clara Então são situações em que você inconscientemente tira o lugar de fala daquela mulher de alguma maneira e isso gera fragilidades obviamente né então todas todos nós na verdade como o ser humano tem essa vulnerabilidade a gente ressalta essa vulnerabilidade feminina quando a gente tem esse tipo de comportamento ou quando a gente coloca qualquer situação é de cota né aquela situação de armas agora tá na moda tá na moda mulher agora mulher entrou no mercado agora bom eu tenho quase 20 anos de carreira Que bom né então e antes tem outras mulheres com 40 anos de carreira e tem outras mulheres que já fizeram isso e já fizeram essa história Então tem um pouquinho de como a gente quebra esses paradigmas e realmente dá a mão para quem tá começando a quebrar mais ainda esses preconceitos que a gente viveu há algum tempo aí professora eu tenho uma pergunta específica para professora a gente vê de fato uma uma ausência de mulheres em exatas como todo né eu fiquei com essa pergunta na cabeça aqui quando você falou exatamente de física Engenharia e tal a minha turma de ciência da computação ela iniciou com duas mulheres de 40 alunos e ela terminou com uma 50% de aproveita ao mesmo tempo eu percebo que nas outras exatas como como foi dito antes na área de física a gente vê mais própria engenharia civil que tem uma grande estigma machista engenharia civil né ainda tem mais alunos de mulheres se preparando na área de engenharia né porque na sua opinião na ti tem menos ainda então a gente tem que pensar que é difícil a gente obter o recurso então a captação já é reduzida né essa captação reduzida é muitas vezes ser assim existe um debates sobre isso cada um tem algumas opiniões mas a gente muitas vezes parte do pressuposto é da capacidade de raciocínio então todas as exatas a gente precisa né Mas aquele raciocínio lógico bem informado um pensamento computacional que a gente tem que a gente traz Às vezes o ensino médio não precisa nem ser o formalizado de uma universidade né a gente ainda tem muito estigma disso que a mulher não é capaz Então essa essa lógica que a que a área de TI exige lá atrás ela foi quebrada até mesmo no ensino médio a gente a gente passa por experiências junto com mulheres porque a gente tem evento só de mulheres daí elas falarem que no ensino médio não não faz a matemática porque você não vai dar conta você errou não tá normal é mulher mesmo agora o coleguinha acertou então aí ela não entra numa faculdade então é muito mais complicado para ela agora ti tem o problema de usar a máquina anteriormente né a gente não usa as máquina anteriormente até um pense bem né você dá um pense bem dos nossos brinquedos né você dava para um menino você não dava um pense bem por uma menina né então e aí ela cresce com com isso dela não dá conta né de da programação de lidar com uma máquina ali na frente dela diferente de física de algumas engenharias que você vai lhe dar mais com os números na sua frente e não com uma máquina então tem aquela barreira aquela resistência de eu não dou conta de mexer numa máquina não dou conta de comandar uma máquina fazendo uma comparação bem simples é até a velha comparação de ou a mulher no volante é o tal da mulher na frente de uma má mulher é a mulher não dá conta não deixa de ser uma máquina né sim a mulher não dá conta de controlar uma máquina então tem essa resistência e a gente cresce subconscientemente achando que realmente é isso que a gente não dá conta de dominar uma máquina Então a gente tem uma captação bem pequena e a gente tem que fazer programas e mais programas incentivado por empresas de mulheres na tecnologia de mulheres na programação meninas em Python né Tem tudo isso né que a gente vê que é uma forma da gente tentar incentivá-la e mostrar que elas são capazes de alguma forma porque como a Carol eu também não passei por isso eu nunca tive um problema então No começo todo mundo perguntava Mas e a resistência que você enfrentou nenhuma foi normal a Carol também não teve a O único problema que eu tinha em congresso e no Congresso tinha eu de mulher já passei por isso num congresso internacional tinha tinha eu de mulher e só então se você tá bem resolvida você ainda coloca um salto e eu tô aqui se você se impõe é isso E vocês estão aí para me ouvir e bora lá agora tem muitas meninas que não tem essa autoestima E é isso que a gente precisa trabalhar potência todas elas têm e essa autoestima a gente precisa trabalhar bastante então a captação é fraca a resistência do uso da máquina ainda existe então por isso tecnologia na minha opinião ainda é tem uma captação menor em termos de Universidade matrícula mesmo né do que as outras exatas que a gente vê por aí mas a gente tenta ali dentro para que a gente consiga oferecer para o mercado mão de obra feminina é uma luta mas mas cada vez mais está mudando porque cada vez mais mulheres bem sucedidas estão servindo por exemplo antes a gente não tinha tanto então hoje mais do que nunca a gente tem mulheres como elas que são de exemplo para as nossas alunas Opa ela conseguiu agora não é o homem na propaganda de computador agora é uma mulher né então isso é importante [Música] eu queria começar com o básico aqui porque a gente tem muita gente também não conhece exatamente o que que é cripto o que que é blockchain queria que vocês dessem primeiro uma introdução um pouco mais completa do que a minha de explicar o que que o o bloco tinha ele tá tão ligado a Bitcoin E por que que o Bitcoin não é o blockchain o que é a tecnologia e qual é a aplicabilidade dela com a criptomoeda por exemplo eu acho que assim o Bitcoin foi o primeiro blockchain né então ele trouxe uma Fundação para que outros blocos chineses pudessem ser construídos é uma que tá 11 anos no mercado nunca foi hackeado né diz que a única né é a única se ficar mais 10 anos aí Deus sabe o que vai acontecer com o ouro né então é uma tecnologia que é consolidada né no mundo todo justamente porque ela já tem 11 anos de mercado né a diferença entre o Bitcoin e as outras moedas é que o Bitcoin ele roda no próprio blockchain dele né e ele é a base de Prof work né você tem que validar um hashi um algoritmo fazer um cálculo matemático para validar aquele bloco e confirmar as transações uma vez que as transações são confirmadas e distribuídas na rede elas não podem ser mais alteradas mas o Bitcoin e as outras criptos né de ela não é elas são uma das aplicações do blockchain então Uma das implementações uma das implementações né uma das implementações como colocou foi a primeira implementação de blockchain blockchain tirando realmente de lado a implementação pensando na no que é a tecnologia né pensando na especificação vamos falar assim não é o primeiro cara que pensou nessa tecnologia foi o vulgo né quer dizer o cara ou os caras ou as né a gente não sabe vulgo satoshi nakamoto né que escreveu o manifesto né do Bitcoin e implementou implementou um software há 11 anos atrás na verdade até complementado um pouco antes né que a gente quem implementa a software sabe que não é da noite para o dia que você cria um software né então ele implementou um software que há 11 anos está rodando e interruptamente né de maneira muito estável e sem ser hackeado né e sem ter um dar um time de um único dia né o Bitcoin nunca ficou fora do ar não existe isso né porque ele se ele se baseia do do princípio do Piece chupia então para a gente falar do da separando um pouco aí implementação do Bitcoin da tecnologia pensando em puramente em blockchain existem outras implementações assim outras ofertas de implementação do blockchain né pensando na tecnologia o bloco tinha nada mais é do que um banco de dados né no qual você vai criando esses dados de maneira de maneira mutável você cria blocos de dados que são linkados com outros blocos de dados através de criptografia essa criptografia que garante a integridade desses dados né então por exemplo numa casa de uma implementação de uma conta corrente vamos chamar assim de uma moeda né tô tentando trazer o termos mais likes possíveis né que seria uma Ledger né como a gente costuma falar Tecnicamente né a implementação de uma LED é uma implementação de uma de uma conta corrente de uma conta crédito débito os dados são imutáveis para garantir sempre que o cara por exemplo que tem um Bitcoin e ele não consegue gastar duas vezes o mesmo Bitcoin né questão do Douglas page entre outras essas questões no algoritmo de consenso que chama do blockchain que garante essa esse link entre os blocos essa consenso de que aquela transação ela realmente é válida ela ok a curiosidade eu não sei se a gente vai conseguir aprofundar tão Tecnicamente eu não sei se você conseguir também ser Light o suficiente para não conseguiu passar o que é o blockchain mesmo conceitualmente acho que está bem claro eu tenho algumas dúvidas Mas é por falta de conhecimento meu mesmo eu tenho vontade de me aprofundar mais nesse nesse especificação nessa implementação para entender por exemplo que garante Exatamente isso aí montabilidade com a tecnologia que garante e você ir lá e e aquilo eu imagino que você deve sei lá armazenar algum tipo de hashi de uma linha que armazenada que se você alterar altera o resto é que os blocos eles são É sequenciais né Tem uma cronologia aí né É você cria um bloco e ou um próximo bloco ele tá conectado com o bloco anterior então não tem como você chegar num bloco anterior e mudar ele porque o próximo foco vai ficar na frente no último bloco Entendi então as transações que estão em cada bloco elas são tipo confirmadas naquela sequência por curiosidade Qual que é o formato desse bloco ele é uma estrutura de dados que aí vai ser mais simples e aí dentro dele você vai ter o índice desse bloco que é por exemplo o número que ele tá e ele vai ter a referência do bloco pai do bloco filho então é dessa forma que você vai mas eu não posso por exemplo alterar o conteúdo desse bloco e manter as referências Eu imagino esses blocos como se fosse uma lista ligada lá no começo lá a estrutura de dados é como se fosse ligado imagina dessa forma você acabaria corrompendo consenso né porque nesse caso a gente tem várias máquinas que vão ser responsáveis pela confirmação das transações dentro desses blocos então diferente de um sistema financeiro tradicional como sistema de um banco eh a gente não tá pedindo uma uma autorização de uma transação para uma entidade Quem garante a confirmação Além disso é toda a rede então quando a gente manda uma transação perturbe se eu for mandar a grana para o baiano Por exemplo essa grana vai fazer parte de um composto de transações que são esses blocos e na medida que a origem do meu dinheiro a origem das transações que eu fiz garantem o meu ponto de verdade ou seja que eu tenho aquele saldo que aquele saldo é válido para que eu envie ele para o baiano aí a minha transação é garantida como um ponto de verdade é que eu tenho a validação de Várias Pontas então se eu tiver uma alterado exatamente [Música] como vocês vem esse ponto que o Tiago falou né a gente tem todo um contexto onde o cientista de dados trabalha em cima do negócio para tirar em sites e a gente tem também aí que dá muita liga com a tua área de atuação tem uma dependência do negócio ter essa compreensão e da gente conseguir de fato produzir os dados que precisam ser trados você traduzido mas trabalhados pelo cientista de dados né Isso foi até uma pergunta eu coloquei esse ponto no Linkedin o que que as pessoas gostariam de saber sobre Ciência de dados né e uma das perguntas foi Como de fato a gente faz o negócio ser datadrive quer Veja se o cientista de dados ele chega só naquelas bases transacionais que captura a entrada e saída de sistemas como a gente fazia Antigamente ele vai conseguir extrair muito pouca informação porque ele vai pegar sua informação no resultado de um processamento né dependendo do processo de negócio que você tem você tem que ter outros tipos de capturas tem que gerar mais informação como que a gente consegue num contexto onde o dado o novo petróleo é meio Clichê falar isso todo lugar que você procura sobre ciências você vai ouvir que dado novo petróleo como a gente trata de fato uma transformação digital com times que tenham essa consciência e que consigam de fato fazer um desenvolvimento uma transformação orientada dados que tem essa visão né cara essa essa provocação eu vou bater um contexto e vou te jogar o Thiago Eu acredito muito que trazer o negócio você falou um negócio lindo aqui os insights virão a partir do momento que o cientista os dados conhecer profundamente o que ele tá o que o contexto né em que ele tá inserido a gente aqui no nosso esquenta tava conversando um pouco sobre falar de agilidade Mas falar sobre produto cultura de produto nas empresas e eu tava comentando Que cara é uma das formas de você levar uma empresa a pensar com dados para tomar decisão em produtos digitais né o quanto você tá evoluindo com o teu produto avançando no mercado ou mesmo adaptar o teu backlog para melhorias ou novas experiências precisa ter esses dados na mão e uma das coisas que eu vejo muito favoráveis a ser aplicada com as áreas de negócio das empresas são métricas ligadas quando vocês já ouviram falar nas métricas piratas né as métricas do ar que são três ais E um R e três e dois R né a gente tá falando ali de aquisição ativação até chegar em recomendação receita e recomendação e são métricas de grow né a gente fala que tem um de growth e você tira essas métricas ali quando você vir falar para uma área de negócio o seguinte cara eu quero saber como tá a experiência de ativação do cliente quando tem contato com o teu produto digital você consegue me dizer olha os negócios não [ __ ] então você precisa de dados então tem algumas métricas métrica tô falando de métrica mesmo Teoricamente simples que você coloca na mesa pergunta questione área de negócio lá não tenho tá a gente precisa ter como talvez com dados aí você vai pegar jornada do cliente a gente vai conectar com práticas de design e outros aspectos experiência do cliente aí você vai pegar a jornada do cliente você vai ver os estágios dentro de um funil e você vai ver o quanto aquele cliente ou um grupo dele estava passando naqueles estágios aí você começa a educar aí de negócio a falar [ __ ] a gente precisa disso aqui Aí o cara se convence a também fazer parte de um investimento nesse tipo de competência aí isso possível né Thiago fazer esse tipo de análise e esse tipo de extração de informação do processo como Victor falou se durante o processo de desenvolvimento estiver previsto a captura desse dessas informações para poder fazer isso né Não adianta você tentar extrair isso de uma de um dado meramente informacional ligado só aplicação de ti que você não vai conseguir extrair esse tipo de informação e aí é o ponto né como que a gente trata isso dentro da companhia para ser data drive e aí já emendando aqui para você complementar e a formação de Cultura né cara formação de Cultura orientada dados como que eu Trago essa cultura para de fato armazenar esse tipo de dado E aí já puxando também para você falar um pouco disso que isso é um pouco do da diferença do dado estruturado do dado não estruturado né Thiago do que aquele dado que vem é de fato do transacional e aquilo que não vem no transacional e vem de uma outra fonte né como explica aí para nós professora essa parada
tô aqui pensando né É que na minha visão Se vocês me permitem já tem ponto errado aí né porque assim o que que é uma empresa deitada
[Música]
sentimento cognitivo que que é o sentimento cognitivo cara você vir aqui para o Marcelo que é o seio Nesse momento você tem dados se tem a melhor ciência de dados você leva o resultado do Marcelo então quero mais a minha experiência diz que eu vou para outro lado esquece não interessa se você tinha a melhor arquitetura de datalei que se você tem os melhores cientistas se você não tiver a palavra que vocês colocaram a cultura não tiver envolvida se o Marcelo que aqui é o seio se ele não olhar e falar assim não cara eu vou acreditar nos dados porque às vezes o que que acontece principalmente no mundo de hoje o mundo de hoje está caminhando muito para o negócio chamado custer né cara que não é mais o custer mas sente aqui mas o crush murder que é o cliente ser orientado pelo dado Aí você pega lá e você fala o seguinte cara ó é a minha experiência diz que eu tenho que vender mais na região da Avenida Paulista porque sou experiente tem 50 anos não tô menosprezando a experiência de ninguém a experiência tem que ser levado em consideração só quando você vai estudar os dados que estão chegando na sua empresa os dados que você tá estudando para você e fala assim cara você tem que crescer pra Zona Leste E aí aquela experiência pode não tá valendo mais agora o mercado atual mas o dado tá virando para você dizendo que a bússola está dizendo para você que você tem que ir para zona leste sabe o que eu gosto de brincar eu gosto de brincar assim Vocês usam Waze Sim já desafiar o ex alguma vez na vida geralmente a gente se [ __ ] Então vou contar um negócio aqui cara que eu conto até nas minhas aulas cara eu sou desafiei eu só virem desafiar o Waze uma vez na vida e foi com você cara você vai ser acordar primeira vez que a gente foi para o rio Lembra nas olimpíadas que tava dando acho que do Santos Não lembro qual era dava uma hora e o taxista chegou em 20 minutos mas o taxista era uma coisa completamente invocada ali mano é o Bira o ex Fala mano não vira aí e ele virar 20 minutos Foi a única vez que regra Toda vez que você Desafio o Waze e eu faço isso para teste ah não sou mais rápido Ô sou mala é isso aqui mano conheço tem experiência vou para outro caminho pam tá fechado falei [ __ ] meu trânsito Porque o waze é o exemplo de você se orientar dados você está sendo orientada uma informação se você for contra em 95% das vezes o que que vai acontecer vocês treta [Música] logo no momento que a gente entrou nesse bonde de transformação e das startups de fato começarem a fazer diferença no mercado eu trabalhava com um consultor na época e uma coisa que era muito comum acho que hoje isso nem é tanto sabe mas Empresas Grandes tentavam copiar as startups para terem a mesma agilidade e terem os mesmos resultados só cara numa Startup você tá falando de uma empresa de 15 20 pessoas com processos muito mais simplificados e com garantias que não precisam ser tão rígidas quanto numa empresa grande de resultados milionários bilionários né então você via muito era tipo muito empresa gigante tentando imitar Startup que Cara parecia tipo vovô tentando andar de skate tá ligado É isso aí foi cara como assim não faz sentido a cultura não você pode cair exatamente fica aquela coisa tipo de você tentar me encaixar uma cultura que não se bate com aquela empresa tentando buscar um resultado que claramente real você não vai conseguir encontrar Daquela forma naquele ambiente né Isso faz tanto sentido que aí eu vou voltar no ponto o vovô pode andar de skate Desde que ele assuma determinados riscos que ele tenha um preparo específico para aquele momento se você for reparar Porque as grandes empresas grandes e tradicionais tem uma dificuldade para adotar práticas ágeis ou mesmo uma cultura ágil que algo mais abrangente Elas têm um legado para proteger Elas têm um legado para defender você tem empresa com ação na bolsa você tem acionistas você tem sei lá cinco 10 mil 30 mil pessoas trabalhando numa grande estrutura que há anos gera valor E aí de repente por eventos complexos sabe qual é muito complexo é aquele que você não determina a causa e efeito mas ele tá ali você não controla você não consegue palpar ou segurar e falar OK é desse jeito que eu vou tratar esse assunto você tem que experimentar testar coisas até que você vai descobrir tem risco no processo tem risco nesse jogo é aí onde assim adequa agilidade o melhor dos mundos é onde eu posso experimentar para aprender então está muito conectado com o mundo digital né a gente está descobrindo muitas coisas muitos modelos de negócios que hoje são possíveis porque a tecnologia estava permitindo isso agora para você compreender essa realidade levar para dentro da empresa você tem que compreender que nesse processo nessa jornada de transformação ou transição muita gente não vai ficar satisfeito muita gente não quer o ser humano eu falo o quê vai mudar processos né vai cair inclusive e vai cair por quê Porque a resistência ela tá muito depois a gente faz pode falar disso a resistência do ser humano está conectada ao quanto ele busca das coisas eu falo que existem três seis do ser humano mediano é o conforto a comodidade e o conhecido aquilo que você busca em cima desses três seis vai te fazer gerar o quê aquilo que você já conhece mas se você quiser chegar num lugar onde ninguém chegou que você tem que fazer seguir deixa eu experimentar o que ninguém fez aproveitar toda essa linha de raciocínio que você tá colocando se a cultura ela ela come a estratégia no café da manhã como que a gente consegue quebrar esse ciclo porque poxa você tem lá uma empresa gigante né E você tem você falou a palavra legado né então pra gente é para o Wellington para mim né focado em arquitetura Nossa expectativa é muito usar esse trampolim que é o legado Porque de fato Poxa você só cumprimentando quando ele fala legado não é só ligar técnica mas não é o legado da própria companhia né não é só mas também né então assim você tem um legado de conhecimento das pessoas você tem a cultura que essas pessoas produziram você tem Depois tem aquela piada que eu sempre falo né pô se o mundo é o mundo só foi construído em sete dias porque não tinha legado né mas assim se você tinha ninguém mude né [Risadas] então como é que você bate tudo isso no liquidificador né para poder Bom preciso dar um choque de realidade nessa galera né eu tenho que respeitar a bolsa de valores né então a gente tem aí cenários Absurdos né pô tá mudando uma coisa lá na na China Vale cai para caramba e tal então o que você falou dos eventos complexos como é que a gente bota tudo isso e ainda consegue pensar em mudar né a nossa cultura porque quando a gente fala da dificuldade de transformação seja área de processo seja de Cultura seja de tecnologia por causa do legado a gente sempre traz uma conotação muito negativa da palavra legado mas [ __ ] legado não é ruim tem a gente pode construir um legado bom domingo vou dar um exemplo a gente fala muito de validação de hipótese no ágil etc de pegar as coisas começarem pequenas cara isso é claramente uma cultura da Startup que não tem domínio de mercado de conhecimento do mercado e das coisas que de fato ela consegue realizar como que isso poderia então ser aplicado uma empresa grande que já tem um legado que isso pode ser já é validado boa percebe e é um negado positivo Será que eu preciso ser tão validador quando eu já tenho conhecimento de mercado já sou líder de mercado já sou uma empresa grande como que se aplica nesse caso essa questão sabe nem sempre O legal é ruim Claro quando você tem que pegar uma [ __ ] de uma aplicação em Cobal com db2 fazer uma transformação e só tem cara que sabe aquela [ __ ] é um problema para agilidade é um problema de sucesso não faz assim mas cara O Legado de conhecimento do mercado e do negócio ele é extremamente favorável excelente essas provocações eu vou fazer uma e vou colocar aqui alguns pontos na mesa primeiro o ágio não é para todo mundo você vai tá escutando de uma pessoa que trabalha há anos um dos caras que tá tentando Desde quando tudo era mato Cortar esse negócio e falar cara agilidade vai servir aonde tem gente que tá tratando agilidade como moda e incomoda ela dá e passa e nem sempre todo mundo vai gostar daquela moda então onde que se aplica agilidade a gente já começou a falar aqui eventos complexos situações que você não controla e exige de você uma adaptabilidade que no fim do dia uma empresa não deveria ter como objetivo estratégico falar assim eu vou ser ágil não é esse não é esse o ponto você quer aumentar teu Market share você quer aumentar a tua base de leads você quer aumentar seu A receita você quer reduzir custo você quer aumentar a experiência do cliente ele é um veículo né não é o fim tal Como a tecnologia é um veículo para habilitar novos modelos de negócios né novas experiências Então quando você tem esse ângulo você começa a perceber que um ágio não vai servir para tudo quer ver a você vai colocar sei lá um projeto uma empresa que tem uma seguradoras atua muito forte com demandas regulatórias conheço um pouquinho né gente com esse pouquinho né Você conhece mais que eu Óbvio Mas pensa que cara você vai receber demanda regulatória você tem uns corpo Claro preditivo é previsível que você tem que fazer e você sabe quando você tem que entregar o que basta você agora nesse momento é calcular quanto vai custar aquilo então você vai fazer teu estudo e vai projetar aquela realidade quando você entende isso você vai usar ágil para quê se você não tem espaço para Discovery para descobrir coisas para experimentar no máximo que você pode adotar são práticas ágeis ferramentas ali ou rituais que vão trazer entre um time mas relacionamento colaboração mas Transparência [Música] Funcionando aqui de arquitetura orientada eventos estamos falando de fazer etl entre tópicos de ventos estamos falando em fazer Joyce entreventos para resultar em outras informações quando a gente define o contrato para entrada de informação no tópico também é possível né de um esquema que foi o exemplo que você deu mas tem um protocolo que é o padrão para isso eu não vou lembrar o nome agora árvore
é verdade isso Então veja são todos conceitos que estão aplicados na arquitetura orientada eventos que já existiam existem em paradigmas que não são orientada eventos eu faço Eterno em banco de dados eu faço joy em banco de dados quando eu trabalho uma epi um arquitetura IP Adrien eu tenho que combinar contra serviços eu aplico isso também eventos então se você é um profissional mais completo que se pega aos conceitos sabe então o conceito é [ __ ] por que que eu tenho que ter um contrato porque eu tenho que impedir que informação um payload que não tem informação que pode quebrar um consumidor Não me entrega essa informação vazia é o mesmo conceito da pi então cara Não é porque você tem que fazer o Swagger É porque tem uma razão de você ter que fazer um contrato com uma epi e é a mesma razão absolutamente a mesma razão de você que tem que criar um contrato para entrar em formação num tópico nem tá de eventos então se você sabe porque que você está fazendo isso por uma e você vai saber porque você está fazendo isso para um evento da mesma forma que você sabe por que que você tá fazendo um drone para gerar uma informação num que se condeb por exemplo lá com a frente para poder gerar informação a partir de dois tópicos você vai tirar isso de onde você fez isso num bike você informações duas tabelas o conceito é o mesmo então um conselho aqui uma uma visão de mercado se você quer ser de fato um profissional de ti se pega os conceitos e não se pega a tecnologia porque a tecnologia ela evolui então o cara tava fazendo tear em banco de dados hoje você sabe que é um etl que ele sabe que é um Joy ele tá fazendo isso em tópico do Cafu porque a tecnologia evoluiu mas o conceito é o mesmo né Rômulo e aí acho que legal você abordar esse tema da tecnologia porque acho que a gente tá num num acho que não não cenário no momento em que cara assim o que tem de tecnologia é que surge tecnologia que era um negócio absurdo né então vamos colocar volta na questão do banco de dados cara sei lá 10 15 anos atrás você tinha você contava nos dedos Sei lá são quatro cinco candidatos
para situações completamente diferentes que surgiram talvez Dois a três anos cara e tá explodindo né Então seja mas o conceito é o mesmo o conceito não muda o mesmo só mudou a tecnologia né então você tem razão e concordo plenamente nessa nessa mudança de visão de cara se pega o conceito porque a tecnologia cara é perecível exato cara daqui a cinco anos vai surgir uma outro produto talvez melhor que o carro que vai bombar e cara é assim que funciona a vida e cara vamos falar aqui do começo da Computação desde turing computação ainda é mudança de status como o Russo Falou então tudo ainda é mudança de estados Então quando você efetua uma compra quando esse evento gera um chip uma entrega você só mudou o status daquela operação ela mudou ela mudou o estado então eu sou muito chato com essa questão de se pegar de fato ao conceito e não o amor tecnologia sabe vamos porque a gente vê muito dot net versus Pô você vai então você machucou o coraçãozinho aqui para mim essa foi para mim eu falei do Outlet
mas cara o mesmo problema que você resolve em um você resolve em outro talvez talvez uma ferramenta você resolva melhor do que outras mas o conceito é o mesmo entendeu E por isso que existem uns paradigmas né linguagens são paradigmas de orientação evento funcional etc e enfim isso dá um outro Episódio muito bom aqui só queria fazer isso dentro do carro eu queria trazer um exemplo que nós fizemos era um cliente do segmento de Abra o negócio que ele tinha um SAP um primer [Música] e esse cliente estava criando um portal na nuvem para disponibilizar informações para os clientes né então desde status de pedir de entrega nota fiscal e assim por diante E aí qual que foi o desafio lá né que como eram né você tinham dado que tava sendo originado dentro de um data local mas a origem né Aliás o destino o consumo e a cena nuvem Então falou cara como é que eu consigo endereçar esse tipo de situação aí ele chamou a gente para falar sobre [ __ ] o Kafka seria legal faz sentido ou não aí a gente entendeu mas o objetivo do negócio que era Exatamente esse portal do cliente que eles estavam criando para simplificar o acesso ser mais de ágil e tal ele falou cara Acho que o carro pode fazer sentido sim aí a gente acabou fazendo essa implementação esse cliente Então seja nesse caso não sei se é todo caso assim mas desse cliente especial a nota fiscal que saia do SAP na verdade eram três arquivos que originavam que compunham a nota fiscal e aí a gente que a gente a gente usou a gente usou um um conector chamado de bizion que é um é um CDC né E isso também é um outro caso que a gente tem visto muito a o interesse de usar o The busion a gente tá tendo um outro um outro um outro cenário aqui também de um cliente querendo fazer isso enfim aí a gente usou o The bizion para trazer o dado que saía desses três arquivos para trazer para dentro do carro que joga jogavamos um três tópicos para colocar esses arquivos e aí usamos o caisql nesse caso para fazer a junção desses três tópicos num quarto já com a nota fiscal formatada e aí a gente avisava o consumidor na no na nuvem ele falou ó cara o arquivo tá pronto aqui para ser consumido E aí a gente aí automaticamente o sistema lá o Web service gerava avisava o cliente ó a nota que ela tá pronta para você baixar aqui então é um foi um cenário de uso por exemplo de faz muito sentido né porque às vezes por exemplo porque quando você fala no arquitetura orientado eventos Nativa geração Alfa nasceu ontem nasceu orientado eventos é normal o cara já gerar o evento e cara o cara põe o evento da nota fiscal inteiro lá no top que maravilha mas quando você fala no processo de transformação né Rômulo você vai ter banco de dados gerando informação do legado você vai ter um SAP como você disse você vai ter um db2 você vai ter uma hora com rodando E aí tem essas ferramentas auxiliares trabalha com cafuga Como bibizam por exemplo o carro fica Connect por exemplo também que tem uma função semelhante né que você e aí vem aquela aquele conceito né do que é um evento local ali como por exemplo capturar o evento num banco né e que não necessariamente É algo ruim no processo de transformação ali de de intermediação das tecnologias eu posso por exemplo capturar um evento que vem do banco capturar um evento que vem do outro banco capturar o evento um terceiro banco que é o Que Vocês Fizeram né Rômulo de pega o a nota daqui uma nota dali Eu transformo isso em ventos locais jogo em tópicos e faça um joia entre eles se transformam E isso tem um evento de negócio né então porque fiz o Joy Falou cara pô teve um novo cliente aqui eu pego esse cliente eu pego a chave desse cliente eu pego a compra E aí aconteceu uma compra ali eu vou Pego aqui o endereço de entrega talvez e isso é muito legal falar para quem tá ouvindo que talvez queira investir numa arquitetura eventos talvez você não precisa mexer tanto no teu legado que você pode ouvir o teu banco para tratar isso o evento direto na sua de dados captura lá e gera um evento de negócio a partir da informação que tá lá porque eu consigo fazer esses Jones consigo fazer essa essa conjunção sem ter que fazer o cara que produz informação produzir um evento completinho para mim jogar no tópico né [Música] o cara que ele trabalha com Java Ele acha que ele vai resolver a vida inteira dele se ele tivesse um banco de dados em Java ele faria em Java e ficar até aquele vício naquela linguagem isso acontece no Java Mas acontece com todas as outras linguagens Python uma galera que é panfletaria de um tipo de linguagem né na visão de vocês isso é comodidade de não sair da zona de conforto do que o cara conhece é Reflexo dessa formação baseada em ferramenta e não baseada em fundamentos Porque se o cara tá baseado em fundamentos ele não teria Teoricamente dificuldade de se adaptar por uma outra linguagem lá no primeiro episódio que a gente falou sobre do arquiteto então a gente falou justamente sobre isso de ter um papel do profissional principalmente arquiteto que Oriente mais o uso da linguagem propósito ideal de uma solução maior Você pode ter vários componentes cada componente numa linguagem mais adequada para aquilo justamente porque às vezes deve ele tem desse uso como que vocês veem isso eu acho que tá mais relacionado à zona de conforto viu Vou compartilhar a experiência minha de início de carreira não meio de carreira vai eu comecei comecei a trabalhar né Não fui treinando uma consultoria tenho seis meses que isso aconteceu comigo e aí o que aconteceu né eu eu desenvolvi numa ferramenta numa plataforma chamada Lotus Notes a galera conhece como e-mail desenvolvia aplicativos lá eu fui me especializando cada vez mais e aí eu tirava a certificações aí a nova versão eu comprava o livro tirava a certificação então assim eu fazia fazia chover naquele negócio fui contratado pela empresa que estou hoje né pela CCE E aí um determinado momento a minha coordenadora falou assim Molina vou te pagar um curso de Java você vai aprender Java eu fui para casa né Falei pô vou aprender Java legal fiz o curso e tal gostei de algumas coisas as outras eu não gostei mas depois eu fiquei incomodado porque eu não queria desenvolver já falei pô manja para caramba desse negócio faço chover aqui vou ter que aprender nesse negócio que eu não sei nada né e eu ficava assim poxa eu tenho tanto conhecimento nisso aqui eu vou jogar fora para aprender uma coisa nova aqui meu nem sei se vai virar ou não né E aí numa dessas conversas com a minha esposa também uma comida de rabo né fala tão tão te pagando para você aprender tão pagando Um bom salário para você aprender e você não quer você quer esperar a linguagem Morrer para daí se virar E aí beleza ali virou a chavinha vai aprender Java e comecei Então eu acho que tem muito a ver com zona de esforço né se tá confortável aqui para mim se o mercado quer cara aqui eu resolvo tudo né só que no final das contas não é verdade né No final das contas você vai acabar sofrendo porque quem te garante que a sua linguagem aqui vai prevalecer né e eu acho que essa essa guerra Santa que a gente tem né e é para tudo né é o iPhone ou é o Android é o Java é o dotnet e diz que tudo tem que ter um contraponto né um segundo uma segunda opção né Eu acho que na tecnologia a grande mágica que a gente tem a grande vantagem que a gente tem é de tirar o melhor de cada uma dessas coisas né acho que isso é essencial mas eu concordo muito com o teu ponto de vista de da zona de conforto porque uma coisa que a gente sempre ouve geralmente pra esse cara que é o cara resmungão do do da linguagem pô o cara tá desenvolvendo na linguagem x aí ele falou Ué por que que a gente não usa a linguagem Y resolve esses cinco minutos né geralmente é esse argumento Claro porque lá você conhece tão bem quanto resolvem cinco minutos Talvez um cara que conhece a linguagem X então e resolve 5 minutos né enfim mas eu acho que é bem nessa linha né eu eu concordo Eu também acho que a zona de conforto e além disso né quando o cara se aplica e fala que vai aprender outra coisa Vai fluido né o cara que fala que fiquei no Java quero Java e tal mas cara isso aqui fica muito mais fácil o mundo inteiro faz em Python cara ele faz em Python rapidinho também e quando ele ver ele tá gostando de pai tem alguma coisa ou outra que é diferente aí ele não gosta tanto assim mas ele se acostuma e consegue ir naquela linha né Eu acho que o contraponto a isso é a quantidade porque eu vejo a gestão do conhecimento hoje como uma um dos Desafios na tecnologia né E aí se você fala ah eu faço em qualquer coisa em qualquer coisa roda você também tem que estar pensando pelo outro lado né Tá bom mas agora eu tenho 50 linguagens diferentes dentro da empresa e quantas pessoas para operar tudo isso para sustentar tudo isso então acho que o contraponto é esse mas a gente tem que ter o bom senso até porque senão a gente não tá inovando em nada né pode ter outras coisas que são mais fáceis então assim quando você pega machine learning O pai então me parece ser a linguagem mais utilizada Então por que que você vai fazer em outra linha né Mas aí você não quer aprender pai então porque vai ter duas tecnologias duas linguagens diferentes da empresa não tem que dar uma dosada e que aquilo que a maioria tá fazendo que tem um estudo por trás que tem uma metodologia por trás que acaba trazendo aquilo mais fácil a hemolino já comentamos que já já todo mundo vai saber fazer em Python Independente de ser de tecnologia que volta até no ponto anterior né exatamente então assim mas a gente tem que fazer esse contraponto né quando a gente gera tem que gerir conhecimento né também formar becap esse lance da gente aumentar muito a Gama e deixar o cara fazer em tudo que ele quer pode ser um problema de financeiro depois para empresa [Música] não dá para você seguir a literatura ao pé da letra porque no caso do estrangulamento por exemplo você não vai ter como estrangular o banco de dados talvez a mesma velocidade que você estrangula a aplicação então consequentemente você vai ter em algum momento do teu processo de modernização o teu micro serviço acessa no mesmo banco de dados do monolito Isso vai acontecer porque muitas vezes seu monolito depende daquele monte de Joe emaranhado naquela base monolítico que você não pode simplesmente tirar aquelas tabelas dali e levar para um outro banco é que cara a gente ficou muito duro inglês e português
mas assim essa questão do banco de dados eu acho bem interessante porque E aí eu não vou dizer o nome do cara porque você não pode ficar zangada comigo mas assim se a gente fosse usar granularidade de número de registros isso aqui é polêmico vocês querem polêmica
[Música]
de um grande amigo meu que é um cara tipo F oda que cara se esse negócio de você desacopular o micro serviço e você tem muito dados para ele E aí vocês vão analisar quem tá ouvindo esse aqui vai me acompanha no raciocínio talvez se ele precisar do banco de dados talvez se precisar assistir um negócio de memória um Jason porque cara você tá falando aí de sei lá de centenas de registro não tô falando de milhões bilhões de cotações de transações de CDR mas você tem um micro serviço que faz uma cotação esse cara já era milhões Qual o trabalho depois que o sincronizar esse bandidados do meu macrodatabase com o meu quanto que isso me custa no final do dia e aí é um ponto que eu acho que eu quero comentar com você se isso é uma boa prática ou não Eu tenho um micro serviço vou dar esse mesmo exemplo que que é bom para a gente discutir eu tenho um amigo serviço que ele já era cotação esse cara já era milhões de cotação por dia Ele é super rápido ele é coeso desacoplado E então abaixo o seu é muito bom porque eu conheço um que cai viu ele é efêmero ele persiste e ele tem ali ele persiste nessa base e ele gera consulta já e não é efêmero tá ele tá atrelado essa base e eu tenho uma outra base monolítica corporativa lá que vai para o data lei etc tem esse micro serviço com essa base só de cotação Como que o resto da minha companhia tem acesso a esse volume de uma texto de cotação porque pela literatura todo mundo deveria bater nesse micro serviço consultar via ipiai isso é factível cqrs sim sim o que você quer RS vamos Discorra Discorra sobre o ccrs para fazer consulta rápida e escrita devagar né então você cria estratégia eu não sei se eu tô falando É isso mesmo quando o Valdir fala parece mais bonito agora eu vou mostrar quantos anos eu tenho eh tá tudo bem que que é complicado cara tá Branca a minha filha fala que minha barba branca eu votora chique hoje europeu né coisa de europeu Mas ó tinha um padrão lá no no JJ né Jô J2 fala J2 aí Fest Lane Rider Você lembra desse cara não [ __ ] era o Batman 98 por ali do Corda dos repartens o que era justamente isso né você ter uma faixa rápida de consulta né eu eu lembro de ter ouvido a primeira vez falar disso um cara muito inteligente fenomenal chama Rogério gato eu trabalhei navidades né era um abraço [ __ ] abraço para Fabi Fabi foi bem amigo monstro demais
o André pisa o André pisa e o Nemer o André pisa ele era 16 até ele beijão para essa galera aí e aí a primeira vez que eu vi eles falando se era era isso né tinha 2005 isso então já é um padrão antigo para [ __ ] né só deram o nome diferente aí é E então a parada é a seguinte é você replicar seus dados num lugar onde ele fica fácil acesso né e rápido enquanto você trabalha ali com ele de uma forma mais transacional no no para fazer gravação update essas coisas né E aí quando você falar eu quero fazer essa essas consultas tudo mais né então eu vejo esse padrão como um agregador de dados que não são às vezes daquela cadeia mas eles podem consumir de outras cadeias por meio de eventos e a gente já começa a extrapolar um pouco né do assunto de eventos e voltar para o Episódio de arquitetura a gente fez um episódio sobre isso que eu acho que é mandatório para você trabalhar comigo você não consegue trabalhar comigo serviço só de forma simples [Música] que tá aprendendo com a gente aqui sobre os seus fortes né Qual que é a relação com vocês vem do desse tipo de processo de CRM e uma plataforma unificada como essa de clientes que é um CRM com os canais da companhia eu tenho várias formas a companhia se comunica com o seu cliente de várias formas no site Portal Central Telefônica etc do ponto de vista de negócio você ter uma plataforma que você registra todos os tipos de contato no ponto único ajuda a quebrar os Silos entre as áreas da companhia porque [ __ ] o cara ligou na central talvez o cara lá da área de emissão não tá vendo o bloquinho de notas do cara que que já ligou e fez esse pedido então ele tá atendendo um pedido que chegou para ele no outro telefone de uma outra forma diferente né como que estratégicamente a companhia trata isso as entradas de canais de tudo isso que tá vindo na experiência do cara e como que isso tem que fluir dentro da companhia porque o tratamento com o cliente não pode ter os filhos que uma companhia naturalmente tem né então o cara tá tem o Cirilo lá do atendimento tem um cara que trabalha com emissão tem o corretor essas pessoas no dia a dia talvez elas não se falem e o processo precisa atender essa comunicação né E quando você tem esse processo CRM fazendo isso isso fluir naturalmente talvez Facilite um pouco isso ó são duas coisas né primeiro a gente além de ser multi canal né e canal para seguradora é um negócio complexo Porque canal tá atrelado à venda tá canal corretor canal Assessoria canal bancos Então tô falando do multicanal de atendimento agora aqui WhatsApp ura telefone chat etc que eu acho que é o ponto que você trouxe canal de atendimento onde vende e ele e também na ocasião uma seguradora multilinha quer dizer a gente tinha seguro de auto residencial condomínio Empresarial vida previdência saúde Odonto capitalização grandes riscos de um monte de seguro então a gente primeiro pizzaria com quem que eu tô falando né esse cara me ligou aqui e lembra dos 42 sistemas Então você imagina o cara poderia ter na nossa arte lá 10 milhões investido e o carro dele já aconteceu o carro dele quebrava a 2 Km da onde ele tinha cobertura o que aconteceu quando ele ligava para a gente corretamente na visão do operador ó só cobertura tem um leão tem uma linha sabe [ __ ] 2 Km e liga de novo você passou dessa linha então amigo esse é o Unicórnio
empurra um pouco aí que dá certo cara não a resposta para o cara falou Pô ferrou o operador fez bem o papel dele tava ali mas é um outro cliente de outro eu falei do investimento mas poderia ser outro né produto ali isso era uma coisa e aí Claro o cara olhando tudo muda-se até a forma que a operação fala com o cliente falou que era uma linha lá o Corsa Center o Joãozinho lembrou bem ó agora você não tem mais script você tem um roteiro quer dizer qualquer diferença de um produto escrito cara não importa o que aconteça siga o script vai lendo é como que você não pode porque acho que a gente tá gravando aqui cara não importa você tem que fazer tuas perguntas você quebra totalmente o fluxo para voltar uma pergunta e o cara fala Putz fica um papo meio quebrado esse tipo da central aquele que a gente tem desespero e o roteiro não cara da Autonomia pro cara se acontecer tem essas possibilidades esses caminhos tá etc então isso era uma visão de multinível a outra de multi canal é que o cara falou pelo WhatsApp pelo telefone etc e aí eu acho que também uma decisão acertada a gente começou pelas Áreas que mais eram impactadas por isso a exemplo ouvidoria e o que a gente chamava lá de saque toda a operadora né por lei né Não só operadora né as empresas de forma geral existe uma lei do saque decreto tal etc que você tem que ter um 0800 para reclamação e esses caras atendiam todos os produtos todos os canais e qual que era a Dor Desse cara aqui quando ele não tinha os seios fortes cara o cara me ligou aqui abriu uma reclamação eu tinha que abrir uma ferramenta para saber se ele tinha mandado e-mail se ele tinha mandado um chat se ele tinha falado pelo aplicativo se ele tinha mandado pelo WhatsApp esse cara consultava 10 plataformas para entender qual era a dor do cliente aí mandava pra área que resolve o problema que nem sempre é Central né às vezes é a área é afim ali que resolve ela tinha que fazer a mesma coisa então quando a gente começou a observar o cliente de forma 360 todos os produtos de todos os canais que ele falava rapidamente ativou o valor que aí os caras que estavam na ouvidoria e falou que em vez de 10 é um lugar só tá tudo aqui o que o cara reclama sim e cada vez isso vai melhorando porque a gente vai entrar nas outras operações você vai ter informações mais detalhadas né um não tinha todos os detalhes no primeiro momento né o cadastro ali o nome o quais os produtos que ele tinha mas não tinha qual era o carro que ele tinha só tinha que ele tinha seguro de automóvel mas aqui ele já ajudava você dava uma visão Então essa lance de que hoje tá muito na moda né que eu acho que a primeira entrega foi em 2014 né 14 hoje hoje parece normal né mas em 2014 né esse lance de MVP construindo e gerando valor aos poucos de fato foi o que fez a diferença e conseguiu mostrar o valor de ter o Multi produto multilinha multi canal ali tudo no lugar só e acho que um dos pontos é os seus Force ele não te entrega a estratégia ela te potencializa a tua estratégia então toda essa estratégia de atendimento ela vem das pessoas ela vem da do teu processo parte da empresa é exatamente isso te dá uma fonte legal isso é um ponto legal porque quando a gente fala de produto usar um termo aqui de 10 anos atrás de software produto de prateleira que você compra uma solução e aquela solução cai para dentro da tua empresa hoje não faz mais sentido esse termo que você tá falando de plataforma como serviço etc é um outro paradigma mas quando você fala de adotar um software que que vem te atender uma necessidade geralmente não é incomum aliás acho que é o mais normal você ter cadastrar o teu processo ao software né Eu acho que pelos seus Force ser uma plataforma de desenvolvimento que não te entregam software mas te entrega componentes para que você cria o teu próprio software você tem essa essa flexibilidade né João de criar um software de uma plataforma que tem ali a caixinha de Lego de soluções prontas para atender a sua própria necessidade como negócio como negócio e não só usar as caixinhas prontas Mas você também adaptar algumas caixinhas é plugar as caixinhas a nossa plataforma de NPS ela não é ser esforce ela é um software parte ela é um aplicativo à parte e a gente integrou esse alcinhas Force e hoje quando você é cliente América liga dentro dos seus Force eu sei qual que foi a sua nota de NPS a sua última nota Então se é um detrator eu consigo te dar um tratamento especializado se você é um promotor eu consigo conduzir com você o atendimento de uma maneira diferenciada Então esse é o poder do CRM e que não é o poder dos seus fortes o seu short te dá a informação Agora você tem todo um processo Você tem toda uma estratégia para poder usufruir disso quero falar com você agora que ainda não conhece a Kleber kleber é uma empresa que já tem mais de 3 milhões de usuários em 30 países com 30 idiomas diferentes que tem trazido Soluções em blockchain criptomoedas e ativos digitais o objetivo da Clever é te dar liberdade financeira para operar nesse mercado de cripto então se você acredita nisso se você acredita nessa Liberdade você já Pensa como a Kleber vai conhecer os caras é clever.io estão contratando também pessoal para trabalhar com cripto com blockchain então se você tem interesse se você tem com respeito nessa área procura Cléber se você gosta de criptomoedas se você opera no mercado você precisa conhecer a Cléber precisa conhecer as soluções da Kleber então o endereço tá aqui embaixo no vídeo para quem não tá no YouTube é cléber.o Vai lá vai conhecer que realmente é o mercado sensacional [Música] Qual que é o papel do technic e o papel do Tech Lidi Cara eu acho que ele é o que tem mais zona de sobreposição E é difícil da Galera entender porque o Tech lide se o desenvolvedor é o pato e o tec-lídeo é o mamífero o tecnico ali no meio do caminho né como que a gente define o papel desse cara ele corda ele tem um papel de liderança entre os desenvolvedores ele tem que entender de arquitetura não é o arquiteto Então como que a gente define esse Ornitorrinco aqui do da tecnologia Qual é de fato o papel desse cara qual que é meu ponto né o Valdir falou um pouco e a gente já falava assim do e eu vejo ele como liderança técnica e às vezes você falou das zonas de sobreposição aí com arquiteto de repente com até outros papéis né até com desenvolvedor mais Senior de repente né mas a gente fala do Tech Lead também porque quando a gente só fala teck parece que ele é só liderança técnica e eu acho que ele engaja pessoas eu acho que ele ajuda no comportamento nos valores comportamentais que a gente quer lá para aquela empresa então por isso que eu acho que ele é um pouquinho a mais do que um pack só né de só então é por isso que eu gosto um pouco eu vejo o nome como um Squad lide onde você pode atribuir isso ou o próprio Líder chip que você tem de fato um papel formal assim um pouco com pouco mais de coisas do que apenas um Tec você no seu dia a dia ali cara como é a tua visão do do Papel desse cara do Tech Lead como você vive ali no dia a dia Quais são as suas atribuições que que você faz diferente de um deve ser por exemplo no caso ali a parte de da liderança técnica seria mais um além do que o Flamengo o Flamengo falou é que você tem que tem que pegar tem que engajar o pessoal você tem que fazer uma tradução trazer o que o pessoal da arquitetura tá trazendo para o produto né você ainda também tem que saber traduzir o tecnicês para o pessoal de produto porque você tem que saber fazer uma ponte até para conseguir trazer as informações que eles estão trazendo vê se está acontecendo com a arquitetura então eu vejo mais um líder técnico uma ponte um roteador entre todo o processo né Cada vez ele se torna um elemento mais crítico na nossa cadeia Então essa seria mais a minha visão e o que eu vejo no meu dia a dia lá do iFood show de bola Valdir eu vou te falar que eu junto tudo isso aí né e vamos ver se consigo agregar mais coisa ainda né E aí desse jeito a gente vai vendo o que né que poxa esse cara Tem função demais né mas eu vejo assim né o arquiteto ele tá muito muito ligado ao negócio tá ligado a várias cadeias de valor então ele tá tá vendo o mercado como é que tá tá evoluindo ele precisa construir as soluções né na verdade construir não ele precisa desenhar as soluções e essas soluções ficam muito grandes e ele precisa que ele precisa ter alguém para passar o bastão dessas soluções para que para que se alguém olhe para aquela solução e fala bom isso aqui é fatível é exequível e às vezes até coloque ali algumas algumas limitações que que às vezes o PPT ele não tem né o PPT ele deixa você puxar não dá não compila né então ele coloca qualquer coisa então um técnico ele recebe isso E aí daí a gente vê uma característica que eu precisa ter que tá ligado a arquitetura ele precisa absorver isso E aí vem o segundo ponto que ele precisa olhar para o escopo também de negócio e precisa quebrar então ele ele Olha aquele Marco né grande vamos até dar um nome aqui um épico né já ligado um pouco dos artefatos ágeis aí ele olha para esse épico e fala bom eu vou precisar recortar isso em quantas partes aí ele começa também é a se comunicar bastante com piolho para colocar ali os recortes de negócio tudo mais então ele precisa da comunicação precisa também entender o negócio e aí ele ele olha para as tecnologias que o arquiteto leu né o arquiteto Ele leu no enfoqueiro né lugar e achou legal o quadrante de garganta lá tinha que usar e colocou agora Alguém precisa de fato é implementar com a tecnologia para ele aprender porque porque uma das responsabilidades dele é habilitar conhecimento no Squad E aí ele vai lá faz as provas de conceito ou às vezes direciona né para o time mas sempre acompanhando para dar aquele aquele ar mais é sólido E aí depois ele também ajuda o time a entregar né então de fato o Ornitorrinco aí que você colocou é literalmente o elo né ele ele liga bastante o desenho de solução com a capacidade produtiva do time com o engajamento dos desenvolvedores porque ele também vai ter que olhar para o time de desenvolvimento e ver se as capacidades às vezes um desenvolvedor ele tem uma fluência em uma tecnologia ele sabe algumas coisas que os outros não sabe Então faz sentido ele usar isso a favor dele né E aí também é o engajamento que o Flamengo falou Poxa cara eu tô desenhando o papel do Superman aqui né bicho que é melhor Obrigado galera eu não vou pedir para para mim concorrer a vaga de técnico do Valdir não tá ferrado Mas você comentou sobre se o técnico tem que ser o mais sênio e aí eu tenho um pouco de dúvidas tem que ser o sénior da equipe Eu imagino que o tec-líder homologado pela equipe ele tem que ser uma referência técnica antes de tudo que tá ali trabalhando com ele poder confiar nele no trabalho não necessariamente é o Senior né mas eu entendo a preocupação do Flamengo sobre o Tec do tecnidio Porque isso pode a gente pode cair naquela armadilha de achar que o Tech Líder é o herói da equipe ou ele vai ser o super desenvolvedor e na verdade ele vai ter essa função que o Valdir falou de traduzir ali o que tá vindo do negócio da arquitetura para a equipe de desenvolvimento fazer Cielo que o rodeio comentou e talvez você pode estar achando que ele vai ser aquele cara que vai apagar o incêndio e na verdade na proposta de equipes colaborativas a gente tem que tentar fugir um pouco disso né sim e vou puxar esse gancho do Fernando aqui para colocar o meu ponto de discórdia quando a gente fala do da composição do Squad ali eu vejo muito claro o papel por exemplo do Squad lide Eu acho que o papel do Squad lide ele é ele é bem diferenciado do Tech Lead pelo pela concepção que eu tenho e que eu tenho visto atualmente no mercado de que o cara que é evoluiu do Squared Lead ele vem de uma outra evolução de outros espécie assim sabe ele vem muito da linha do scram master ali do cara que é mais gestor de atividades é o cara que cuida mais dos rituais etc e o Tech lide ele tá ali para a barco esse cara ele geralmente em alguns cenários eles são pares dentro líderes dentro do time e o Tech ele diria mais o cara que vai definir a parte tecnológica mesmo da parada ali como fazer implementação de como cuidar dos desenvolvedores e tal e o outro cara o Squad need ele geralmente é o cara mais da gestão das atividades né então vejam muito como o cara que diz o que e o cara como diz o como claro isso depende muita configuração de cada time mas eu tenho uma certa dificuldade Por isso que eu digo que tanto faz o nome de você ver um cara um perfil de tecnologia muito avançado cara com experiência para ser um tecnid para ditar de fato implementação entender de arquitetura e tal que venha dessa linha mais de gestão de projetos e etc Então eu não sei se são os mesmos perfis sabe [Música] caso eu tenha uma inovação que ela é incremental e contínua bem feita Sim ela substitui Na Linha do Tempo a Inovação que gera ruptura por que eu estou dizendo isso porque enquanto você estavam falando eu tava aqui fritando os neurônios e eu percebo que em um determinado momento alguns setores eles não inovam nem incrementalmente e nem radicalmente permanece ele naquele Business ressurjo surge uma Startup que arrebenta esse GAP de falta de inovação E aí começa todo mundo correr atrás caso essas empresas elas estivessem em melhoria contínua incrementando continuamente seus negócios e inovando com a Inovação incremental ela estaria nesse mesmo patamar citando exemplos Kodak boa que cara cagou para para foto digital etc achou que ia vender filme e o resto da vida Blockbuster por exemplo se essas empresas estivessem incrementando seus modelos de negócio continuamente a Blockbuster seria nova Netflix legal é uma excelente pergunta vou começar da parte onde você pergunta se é uma estratégia de inovação que guia negócios ou se é uma estratégia de negócio que de inovação eu acho que é a segunda parte é melhor é uma estratégia de negócios que aí o processo de inovação mas inovação ele tem que funcionar ali como uma célula de estímulo a cultura de inovação para todos os colaboradores E aí não importa nessa é alta cúpula Ou baixa cúpula enfim não importa é para todo mundo e a questão de Cultura de inovação é importante porque senão o risco é falar aquela é a área de inovação aqueles ali ó são eles que inovam vocês Descolados é vocês outros 7.900 e pouco seis não vocês tocam o business viu vai fazendo aí o resto é com aquele com aquela meia dúzia lá então o trabalho fundamental de inovação dentro de uma empresa de Cultura de inovação e vocês vão entender o que que é cultura de inovação muito facilmente dois bodybuilders aqui na minha frente então tá fácil tá fácil de explicar para vocês é porque você não viu o borel o borel também né o borel não Borel não tô vendo aqui na imagem do Borel não melhor usar vocês dois como exemplo desculpa Borel cara você vai um dia para academia faz o Treino Monstro volta para casa olha no espelho e vê nada aí você vai o segundo dia para academia faz o Treino Monstro volta para casa e vê nada você tá acreditando que aquilo vai fazer algum benefício para você que vai te transformar que vai transformar seu corpo etc então cultura de inovação é da mesma forma é todos os dias martelar para as pessoas para os processos da organização que a gente tem que melhorar o processo e acreditar fundamentalmente que isso vai ajudar a transformar o negócio depois é para cada tipo de inovação desenhar uma estratégia que faça sentido para se colar com a estratégia do negócio então para inovação incremental que que a gente colocou de pé um portal de inovação para estimular o intraempreendedorismo então qualquer colaborador do banco Carrefour hoje pode entrar no portal e dar uma ideia e aí a primeira coisa que ele tem que fazer é conseguir apoio social likes 30 se ele não conseguir 30 likes na ideia dele a ideia dele eu nem olho depois que ele conseguiu os 30 likes ele recebe orçamento para ele testar a ideia dele é um programa de intraempreendedorismo Então vai você cara vai você desenvolver tá nascendo desse programa por acaso um podcast ó que vai ser gravado aqui inclusive nessa sala bonita provavelmente vai começar a receber podcast de ouvir podcast não currículo de ouvinte falando quero fazer parte desse negócio mas é é sobre isso é sobre isso no final do dia eu quero demonstrar o seguinte venha fazer negócios com o banco Carrefour porque aqui é fácil eu já vou explicar porque que é fácil e você que é um talento que tem muitas ideias e que quer que a sua ideia seja ouvida venha trabalhar aqui porque aqui a gente ouve a tua ideia mas um elemento que eu acho sensacional de transformação que tem a ver com essa relação com startups que o Borel tava falando a gente criou um processo chamado Startup Jam é uma sessão a gente usa como metodologia de fundo o Thinking e a gente busca Juntar uma área de negócios com várias startups que permeiam aquela área de negócios ou Aquela aquele problema e aí do fim dessa sessão a gente dá Gol ou no Gol para quem a gente dá Gol a gente quer testar rápido e testar barato então a gente dá de Dois a três meses e a gente paga um Fi para testar a ideia então é uma pó que remunerada que que aconteceu no início né quando o Charlie chegou no banco Carrefour já tava tudo assim como é que começou essa história e aí quando eu comecei eu encontrei diversas áreas e diversos processos da organização que eram absolutamente travados o contrato padrão do banco Carrefour tinha 20 páginas bicolonadas um monte de cláusula vem encadernado é praticamente praticamente cláusula que parecia leonina e hoje o contrato do banco Carrefour tem seis páginas e só tem seis tá grande ainda porque tem iconografia cada cláusula tá escrita em vídeo ao longo o contrato do banco Carrefour hoje cabe num Story do Instagram e o jurídico não quis se transformar porque é o jurídico não porque entendeu que precisa subsidiar a cultura de inovação acontecer dentro da organização e aí é muito Bottom up e não top Down Você Precisa sim falar muito de inovação a alta cúpula como a gente definiu aqui mas quem vai fazer a Inovação na prática é botão up então é levar isso para 100% dos colaboradores e fazer com que eles acreditem exatamente como vocês acreditam que indo para academia treinando uma hora lá vocês vão ficar fortão igual vocês estão agora agora detalhe como garantir a partir da dos seres superiores ao alta cúpula a segurança necessária para que você na base possa Inovar porque é um processo que se submete é o que você falou aqui experimentação experimentação naturalmente precede erro falha o que a gente não opera nada como que lida com essa cobrança depois pagar uma porca que não vai chegar a lugar nenhum perfeito é isso como lida com isso então Borel como é que você entende esse cenário da segurança que pode ser promovida numa visão executiva uma visão de liderança para base Inovar como é que a gente garante que haja fôlego vontade inspiração para Inovar bora só fazer um complemento passando para você matemáticamente é muito mais provável que a ideia nasce na base porque o número de pessoas na base é muito maior então a Inovação tem sempre que ser jogada para cima porque você vai ter sim seis executivos numa empresa e você vai ter 7.8000 pessoas pensando na base são eles que estão em contato com o cliente são eles que estão em contato com problema no dia a dia exatamente e permita só um passinho atrás polinizando também um pouquinho sobre que eu lembro que o comentário do Wellington agora foi muito assim que que é que teve como Qual o cenário melhor né definiu a estratégia primeiro ou executar primeiro lá na camada mais operacional e tal gente na minha opinião cara não tem uma regra em relação a isso pensando no cenário de transformação digital você pode ver várias você pode acontecer de várias formas né então você vê empresas por exemplo onde tem aquela primeiro grupo de trabalho não vou nem ou como você quiser chamar ou machucad começa a trabalhar diferente inserir algumas metodologias nessa trabalhar com agilidade já começa a mostrar alguns resultados começa a dar visibilidade daquilo e cara E aí Obviamente as festa superior vai ver que o resultado daquele time tá começando a ser diferenciado vai querer entender e acaba polinizando e motivando as esferas mais acima e depois essas esferas vão acabar querendo caramba porque as outras áreas também não trabalham dessa forma então assim eu acho que não tem uma regra né porque estratégia por exemplo ser uma empresa tem a estratégia de inovação Clara definida e não tiver um poder de fogo embaixo para executar também não vai fazer sentido nenhum né quem diga que a estratégia sem execução ela é puro devaneio né então eu acho que não tem uma regra em relação a esse ponto [Música] o Java a gente está falando da base no fim das contas a gente está falando de orientação objetos principalmente porque é o paradigma que a gente tá trabalhando mas a gente está falando muito de sólidos porque o springbutir ele ele Abstrai para você muitas coisas ali né antes eu tinha que subir um tom cat na mão cara de boot ele tá subindo um Ton Card por trás se você olhar no log lá com carinho você vai ver esse posto numa parte 880 lá e um tom cat na sua ferramenta de APM sei lá então isso tá abstraído sabe isso entra no ídolo sólido você tem as o s lá com as responsabilidades bem segregadas então o Java cara entra Ano sai ano entre a versão sai a versão ele consegue se manter nessa nessa constante O que traz segurança pra linguagem cara pô é uma linguagem verbosa assim é uma linguagem que tem uma curva de aprendizado um pouco maior sim porque normalmente quando o cara aprende a se desenvolvedor ele aprende com uma linguagem estruturada ou ou se ele não aprender estruturado eu acho que é errado tá eu acho que mas eu acho que é natural cara é natural mas eu acho que que enfim isso é um outro assunto não quero abrir parentes parece que a gente deveria ter uma maneira das pessoas pensarem programação que não fosse só efielce que é o raciocínio imediato da linguagem estruturada é natural porque é fácil de você pensar dessa forma é simples né é cotidiano para quem não tá na área então você consegue pensar de forma estrutural muito mais simples aí depois você trazer isso para paradigma de orientação objetos é confuso mas uma vez que você conseguir você consegue uma vez que você consegue é [ __ ] mas uma vez que você entende orientação de objetos que você consegue implementar isso em código é muito mais fácil de você é que é correto dizer se ensina o cara Pascal o cara faz um código estruturado macarronico E aí depois você fala para o cara que ele vai fazer uma classe vai fazer uma outra classe que vai errada cara o cara sabe saiu do mundo dele mas enfim
jb2 é histórico né infelizmente se evolui e você aprende com eles então eu acho que assim reclamada já tá bem seria como reclamar de um pombo correio Nossa porque as pessoas usavam como correr mas foi necessário Nossa porque as pessoas usaram o telefone porque o granberry inventa logo o iPhone era a tecnologia da época da época era o que tinha na época e foi evoluindo né porque as pessoas começaram com nós e por aí vai e o ponto interessante como vocês falam das certificação no geral a especificação é todo mundo vai na frente testando a especificação vai atrás e define o que vai ser o padrão de mercado então quando a gente desenvolveu por exemplo a pedir de data de money cara todo mundo utilizando viu pois isso é legal vamos trazer várias pessoas com essa especialidade para criar um padrão uma certificação para dar é o revendente foi a mesma coisa né que tinha outras implementações se criou a especificação se atualiza até hoje né nesse foco o mercado tá na frente a especificação vai logo atrás agora de configuração CDI né Bebeu muita água do swing com certeza porque era o mar famoso e é o mais famoso quando você fala Independência e em função disso hoje nós temos vários vários plataformas temos um número de flavor gigante graças a essa especificações porque elas não começa no zero começam # e a partir das 7 ela começa a evoluir vai lembrar que o Spring ele utiliza a especificação por trás Afinal Spring JPA utiliza JPA springbuth utiliza-se E por aí vai tudo isso é grátis especificação até para tirar aquela aquela imaginação de que existe uma rivalidade entre o time da especificações não existe seria como se existisse a rivalidade entre o pen drive USB cara não faz sentido USB é o padrão a gente cria o padrão mínimo e o pen drive como você pode utilizar esse esse USB muito bom e te perguntando mais objetivamente Otávio como você vê esse ponto da troca entre os frameworks e a própria comunidade e a especificação Pode colocar um ponto importante que nós tínhamos uma especificação tínhamos um modelo do da operação do Java enterprise ali um pouco mais e os frameworks começaram a trabalhar para trazer uma uma forma diferente desse tipo de de trabalho e com o exemplo do próprio hider Nate etc e como você vê hoje essa troca de dos próprios frameworks tendenciarem um pouco da do modelo que certamente pega do mercado né O que as pessoas precisam fazer e o que o mercado precisa entregar e essa troca com a própria comunidade que mantém o Java Como que você vê isso cara no qual as empresas cooperam ao mesmo tempo então como você fala do hiberiente cara quem com 12 tem uma cadeira no comitê executivo então muitas vezes ele presta a consultoria para aquilo essa informação ela entra no consenso e vira especificação obviamente ela não vai saber todas as informações né recurso específico do everente só roda não vai benente porque é uma coisa exclusiva específica exclusiva do venda assim como tem pai a área tem esse tipo de coisa e isso acontece por exemplo com o tênis Então isso é muito comum e natural e importante
queira retornar para garantir que a tecnologia que ela tá usando como base os boletos então é um ciclo de cooperação e competição ao mesmo tempo que é muito legal Marcos fez um mundo manjava algum tempo e um ano para cá eles vem ajudando fortemente no nosso especificação que auxiliar e light O que é ele foi drivado de injeção Independência pelo Spring o Spring até então ele era muito relacionado a reflection e é isso novo detalhe da arquitetura das aplicações corporativas essa estratégia mudou né
em injeção por momento de compilação na aplicação então um pouco de tudo cara e é importante se as empresas muito legal acho que essa troca cara Acho que torna tudo muito mais rico Até porque eu acho que as empresas até por ter esse laço comercial mas aflorado ela tá muito mais perto da necessidade do mercado das empresas de quem utiliza e essa troca é super relevante né uma coisa que eu queria trazer para mesa aqui para a gente discutir em comparação passado também eu tenho uma impressão que o Java antes ele Tentava ser muito mais muito propósito do que é hoje não sei se vocês têm essa essa impressão acho que hoje já ele tem uma uma visão muito mais de entregar o que era entrega hoje muito bem do mercado corporativo inclusive com o parceria com esse frameworks como Spring cara é Padre absoluto de mercado hoje né e cara o Web por exemplo a parte mais Fronte ficou um pouco de lado graças a Deus porque que ele javar-te quem nunca ficou assim como minutos carregando um javati no seu Netscape Provavelmente tem menos de 30 anos né Graças a Deus que que os browsers eles limitaram o uso do porque senão as empresas iam querer continuar Não não vamos acabar com isso aqui ninguém vai ter isso aqui Arturzinho aqui nunca carregou um javati no seu na Netflix prazer de Olha só temos aqui Três Gerações e nessa época eu lembro que cara até celulares mais antigos tinha jogos feito em J jme então jmi eu nunca usei cara tinha tinha jvm muito muito propósito né E hoje isso já não é tão mais específico né então por exemplo a questão de dispositivos etc que hoje o Java não entra mais tanto nessa nessa linha né pelo menos eu não percebo não sei se posso se você conhece e conhece eu acho que é mas não é uma experiência é isso Que é isso que eu quero que como a gente tá muito fora do mercado tá muito no mercado corporativo a gente não tem muito essa visão né então só parame então relacionam mobile né só que não é de micro é micro Edition Então o que acontece nosso celular não tem mais cara o meu celular isso é velho o meu celular tem mais memória processamento do que o meu primeiro computador meu 486 brother depende do celular até mais cara de boa então assim o ponto né ah já ele deixou ele então não é tão verdade assim o fato é que o celular ele não é mais um micro Edition o que acontece é que sim micromossauros ainda existem então tem empresas como agemauto e a brasileira ver os como que utilizam isso de maneira muito forte Vale lembrar que arrasta Berg pai ele é legal para fazer teste Mas lembre Quando você vai colocar um hardware em vários furtivos são falando de milhões então 30 dólares por dispositivo é muito caro Então é muito comum você fazer o seu circuito então empresa Como já falei Eles ainda continuam ganhando dinheiro com esse jarro me por exemplo então assim existe o mercado muito forte e muito milionário com relação a isso tá então o seu chip do MasterCard Possivelmente roda de ela para tarde então continua muito forte com relação a isso o outro ponto ele não faz tão sentido até uma jvm proteínas para para o me porque agora eu consigo criar uma uma garota [Música] voltando para o Spring cara uma coisa que eu achei uma certa hipocrisia de vocês já viram falarem mal do PHP quando a primeira vez que eu tive contato com Spring foi springite a laser nossa senhora fala mal do PHP velho eu tô com Júnior
produtividade cara porque Qual que é o lance do springbutios além de todas as convenções e boas práticas os caras querem que vocês se foque codificar o negócio cara eu quero codar o produto que eu preciso entregar eu não quero ficar acordando XML de configuração quero ficar concordo mas não fala mal do PH então não [ __ ] Beleza você já tem uma plataforma fornecida pela própria gente fornece um serviço com um esqueleto prontíssimo para rodar do jeito que você baixar o ponto Zip ela quer o ele já vai rodar E aí se você colocar uma dependência mais ele já vai subir com servidor de aplicação agora beleza pergunta eu ia perguntar aqui qual a diferença disso Por ignorância do mavim online é porque o meio vem faz Exatamente isso certo mas tem interface bonitinha tem o login lá daquela folhinha não tem então escolha quais dependências eu quero usar com clique arrasta o bagulho vai eu quero deixa eu ver o que que eu quero eu quero se vocês fizeram então front-endi porque tá aqui do meio ambiente ficou bonito mas a gente eu pelo menos eu não vou pegar penal a não ser de amor tipo você pega o Aquaman do
Inclusive eu nunca trabalhei profissionalmente com PHP mas sei lá tipo quando eu tava jogando né primeiro livro que eu li foi faço um site em Aspen 7 dias joguei fora e faço o site PHP sabia disso eu terminei de pegar a pen em sete dias [ __ ] pegar a pele é lindo aí com esse Java Java só porque me emocionando já era difícil não adianta a gente aqui também querer dourar pila Java difícil não sei que lá japa mano prova de já você vai vai ensinando a java para alguém é igual você dá a prova estatística você começa na média ensinando o peso aí você vai dar prova para o cara você enche a lousa assim você vai falar de orientação objeto né imagina que em vez de você escrever um cachorrinho animal a Estância é essa aí chega lá na praça animal qual a diferença entre uma classe abstrata e onde você usa uma interface deixaram louco lá fala de polimorfismo Eu acho que eu já falei no outro no outro Episódio sobre Java mas eu eu fui obrigado a Claro que foi obrigado a aprender já na faculdade inclusive o meu professor foi meu orientador depois já veio aqui no podcast e ele era o professor de Java eu era revoltadíssimo com Java Velho e na época a gente era na faz um tempinho já né na faculdade o estado da arte era já era Mi por exemplo né que você tinha que fazer chamada remota e tal é já era alguma coisa né e cara eu nunca gostei nunca gostei aí eu fui e nunca me interessei também sempre na época trabalhava mais com um Python esqueci o outro nome da linguagem que a gente fazia cara tô ficando eu não lembro o nome velho Tente fazer a programação pra web [ __ ] era mais moderninha da época dos escala não escala não os cara é declarativo para Java
e tinha uma que começava com você não começou com P essa
[Música]
fiz programação e depois fui para a física cara mas eu tava pensando aqui né [ __ ] voltando para Spring né a gente escrevia muita coisa antes em Java e Pô hoje desculpa de cortar mas só para terminar porque aí você complementando nesse ponto eu não gostava eu fui obrigado a planejava por causa do Android que Android minhas versões era só Java não era atitude né já vão puro né E aí eu comecei pô vou ter que aprender esse bagulho eu eu hoje eu sou Java por por meme da minha história né mas o principal crítica era verbosidade do Java E aí quando eu comecei a conhecer as ideias que tipo já escrevi o código para você aí eu falei [ __ ] por que que foi todo esse monte de texto Então se a própria o texto e hoje a gente chegou no ponto de que os próprios Framework lá por exemplo um box gera para ser tudo o que é código border os gathers code aí você tem lá o spring spring boot data né então você não tem mais nem código de implementação da tua classe de acesso ao banco pelo nome do método o Spring identifica para você a consulta que vai ser feita e ele te dá o retorno cara E aí você fala para ele [ __ ] mas eu tô acessando aqui o órgão beleza bota lá um JPA repositor Ah mas agora eu tô acessando data Store Ah então coloca lá o data de Stories reposition uma interface de extensão ali para tua para o teu repositor Cara você não escreve código você fica tudo na base da interface E aí é Ainda por cima você tá dando Você tá criando aquela do sólido tem aquele em princípio que você tem que usar sempre a interface que é um nome é o l acho do do sódio não é o interface então ele já te ajuda até fazer isso né pô você vai você escreve lá o nome do método find pai nome é Order bye as que nome Ask né E aí você coloca lá o [Música] parâmetro nome e depois você passa assim ó peixe page Ball e você passa o parâmetro que vai indicar patinação da consulta Cara você não escreveu nada de código e fez tudo para você então essa parada do orientação aspectos Eu acho que o Spring veio meu destruindo cara Acho que mais um passo à frente já é orientação a convenção sim sim Você tem razão então assim a orientação aspectos né que ele trouxe né Toda essa questão de Poxa pega lá o a característica da Classe A aí olha a convenção que está sendo colocada a convenção não deu certo aí ele te dá a possibilidade da extensão põe uma roupa Claire em cima e aí você vai lá e escreve JPA sabe eu acho que isso essa questão do dos notations por [ __ ] para [ __ ] do Java tem outras linguagens também que quero que você falou paradigma de orientação aspectos né e mas cara eu acho muito [ __ ] como essa questão da programação orientada convenção ganhou tanta força agora E era uma coisa que era meio subestimada na nossa época de jovens por exemplo eu lembro que na época que o desenvolvia para web nessa outra linguagem que eu não consigo lembrar o nome faz um tempinho eu lembro porque lá é cheio de convenção você criava as coisinhas nas pasta certa os nomes e tal e aí é exatamente é exatamente isso que eu te falar você consegue criar por convenção você põe os nomes das pastas etc acesso ao banco de dados você definir o tipo e já definia por exemplo o campo com a variável de acordo com a convenção do nome ele já fazia o mapeamento já fazia a persistência no lugar correto tudo por convenção de nome convenção de característica do projeto né só que isso cara era nessa época era colocar com frágil né e o Spring pelo que vocês estão colocando aqui deu uma força mas que era frágil porque você não sabia que ia dar pau até rodar certo o Spring na hora de inicialização ele já consegue te falar pô meu bota direito o nome do seu meta aí porque não tá batendo com o nome do teu bem então de fato lá era frágil e aqui que que o Spring fez ele fez uma máquina que interpreta essas características né indica uma possível Ajuste o Spring indica na inicialização dependência cíclica entre os bens e ele ainda te ajuda a resolver pô e aí você quer fazer o quê Bota um laser aqui ou não aí a molecada não funciona [Risadas] muito bem nada eu sou fã inglês
explicando a piada né geralmente quando tem uma referência cíclica e explique a te ajudar porque ele acha que você não errou ou que você não errou muito ele fala mano Às vezes aqui o cara colocar um negócio geralmente você fez merda mesmo e você coloca laser não resolve e a [ __ ] cagada mesmo [ __ ] você pode fazer tanta merda que ele não deixa subir e fala você não pode fazer isso amigão Amigão faz direito de lançar então [ __ ] e eles estão o que que eles estão querendo fazer né tô louco para ver isso rodando de verdade assim né Daqui a pouco vai vai sair é tudo isso toda essa inteligência de analisar o código tá em tempo de Build E aí você vai ganhar muito no Startup ali da aplicação mas só que tem muito frame a diferença de você comparar o Spring a família Spring com outros filmes que estão nascendo agora é que [ __ ] você tem um legado gigantesco para trabalhar e os outros não tem né então acho que esse pulo do gato aí vai vir inclusive para ganhar força com quartos tudo mais né e a gente poder ter uma aplicação voadoras né Eu acho que Spring é um Framework muito melhor inclusive porque ele é em Java que Java tem as suas deficiências que espreguiça não muito bem e nesse ponto aí é uma questão de comparar né um micro serviço escrito
E aí não dá para não deixar de Comparar as linguagens né já vai ter muitas falhas muita coisa que é complexa às vezes que por causa por causa normal não deveria ser tão complexo assim a gente tentou fazer uma versão do C plus por exemplo mais simplificada mas que tem umas falhas que a gente não consegue cobrir e o bom E aí falou muito bem né que o tempo para amadurecer ele conseguiu crescer em cima desses pontos né então por exemplo por que que a border playlist no spring é mais confiável que outras linguagens ele gera de fato aquele código anterior aquele você tinha que escrever o Binho inteiro lá colocar o tio string o resto code o canal A4 hoje em dia você não escreve mais você coloca as anotações Mas ele já era e gerando aquelas nações ele consegue colocar aquilo no interpretador para saber se você tá fazendo uma má implementação de fato Então acho que o primeiro jogo é muito ponto por isso e as soluções finais quando a gente vai adotar de fato tem que ser pesado daí já falando como pessoas né que são agnósticas né É legal você falar disso pra gente falar até a gente brinca aqui pessoal com linguagem e tal mas aqui é todo mundo arquiteto profissional sabe utilizar a melhor ferramenta para melhor finalidade [Música] um grande lance dessa parada da de principalmente interpelabilidade que existe uma barreira hoje que é exatamente o que o Décio falou você tem um esforço muito grande em algo que foi feito para não ter esforço Eu tenho um padrão beleza e os dados estão padronizados em tese eu ia falar cara qual que atende vamos trocar informação beleza mas dado a imaturidade ainda do processo do protocolo ainda existe esse essa conversa de cara vamos conversar para a gente conseguir acertar o padrão vocês acham que assim as empresas deveriam preparar os times não só de Tecnologia de negócio para absorver a arquitetura como algo realmente Nobre estruturante estratégia eu acho que digo até eventos de sensibilização sobre arquitetura para toda empresa sei lá Viajei agora é que eu acho que não é o papel de Arquitetura em si assim sabe é um papel Nobre é quando a gente fala corporativamente quando se fala do Objetivo lá de cima descer para baixo etc não sei se o caminho é você fazer isso com uma campanha de incentivo etc eu acho que quando você acho que eu já falei inclusive isso mas quando você mostra o valor É sobre o valor as pessoas percebem isso se você faz um uma campanha é marketing faz um marketing para isso e a tua equipe não corresponde vai ter o efeito contrário sabe Então acho que a melhor melhor marketing melhor conscientização é você gerar valor cara dentro do time eu acho que é perfeita eu acho que arquitetura Talvez seja a área menos propensa ao rapidinho né cara o arquiteto ele ele tem uma tendência a não resolver as coisas para amanhã ele precisa pensar precisa reunir precisa trocar ideia por você ter uma experiência diferente da minha Como que você resolveu isso então eu acho que é um trabalho de longo prazo Não dá para ser um trabalho que ah vamos bater uma campanha aqui fazer uma gameficação da arquitetura eu te confesso que até um pouco de dificuldade de entender a gameficação de repente o arquiteto ficou não eu acho que a partir do momento que a Corporação começa a entender o valor ele ele vira um papel chave sabe porque eu acho que eu vejo uma uma analogia muito boa do arquiteto PM PM ele tá ali junto com executivo ele tem uma visão mais Ampla dos objetivos etc para constar aqui não é projecting obrigado ele tá trazendo informação de cima extremamente estratégica trazendo para os piolhos ali e ajudando em tracionar um Road map e uma estratégia de negócio que como Décio falou executo hoje pensando no amanhã o arquiteto ele tem esse papel na tecnologia entendeu ele tem que compreender os objetivos só que ele tem um outro viés tecnológico então ele vai descer essa informação executiva ele vai trazer para os deveres para os tecidos essa informação de como executar hoje pensando na manhã o arquiteto ele ele é para ali do PM do lado tecnológico ele é uma estratégico nesse sentido né senão você não consegue dar escala porque você quer porque é muito fácil você fazer uma tecnologia fechada com a porta fechada que não permitiu evolução uma bela analogia Bela relação Então beleza tenho aqui uma Sprint vou fazer um MVP uma solução simples cara é só fazer isso aqui beleza tu tem evolução você tem escala Isso vai virar o que eu quero no futuro talvez não e Acontece muito nas empresas Pô fiz isso agora eu quero plantar essa ficha e o produto pivotou quero fazer isso joga tudo fora Faz de novo porque não foi bem arquitetado você é muito comum de acontecer o mundo ideal que a gente tá falando aqui esse mundo extremamente colaborativo do arquiteto em colaboração com essa rede ele ele atua numa rede agora vocês eu nunca perguntei isso pra ninguém pra nenhum arquiteto para perguntar que pode parecer Bobo ou simples mas é curioso vocês enxergam dentro da organização Uma área ou um papel que é aquele que se você der a mão e casar com ele enquanto arquiteto casei puto jogo melhor assim drásticamente que aquele que tipicamente não tá tão perto tipicamente não tá casado com você é o ah tamo aí é mais um ficante tem alguma algo nesse sentido eu tenho a minha opinião mas eu quero ouvir o décimo primeiro eu eu não sei se é uma área que tá tão longe mas é uma área que eu vejo muito atrito ainda que é a Clara de engenharia Cara eu acho que quando a gente põe arquitetura e engenharia para trabalhar junto de verdade colaborando tirando o pessoal do céu dos Arquitetos para de não pô o cara que é o melhor a minha área mais importante não o cara quando esses caras estão juntos a vida fica muito mais fácil muito mais fácil aqui eu tô lendo lado técnico se você pensar do lado do negócio cara como é bom ter um PM sentado na mesa com a gente para discutir isso um cara de negócio sentado Sabe aquele cara negócio que não fala assim para você ah esse negócio de banco de dados é isso é coisa daí você resolve lá não vamos discutir disso então eu acho que a engenharia para mim é o é o que tá na minha vida mais fácil a vida técnica mais fácil dá muita segurança de trabalhar mas tá com a mãozinha dada ali com o pessoal de negócio sentado na mesa com a gente é bom demais eu Concordo totalmente acho que é uma Tríade de três papéis que são o os papéis que o arquiteto tem que ter um relacionamento muito próximo né primeiro líder de desenvolvimento e é por isso que eu defendo Destro em alguns modelos nem toda empresa é assim mas eu defendo que o líder do desenvolvimento tecnológico ele tem que ser do time de arquitetura porque facilita para [ __ ] né então pô o cara que é o líder o cara que que vai ser o cara que vai tocar de fato a tecnologia ele tem que ser o braço direito arquiteto Isso facilita muito isso ainda tem algumas algumas Barreiras no mercado que isso não funciona muito bem assim e você tem dois filhos de arquitetura ou seja de desenvolvimento que que acaba levando esse tipo de dissonância né e eu acho que os outros dois papéis é primeiro o PM muito bem Cara você ter a fluência de negócio com o PM e trocar isso com o cara é essencial para você saber o que você precisa arquitetar o seguinte às vezes eu acho que o arquiteto ele até ele até tá afim de aprender um negócio cara como eu queria um PM a fim de aprender a tecnologia tem que ser uma troca tipo isso é uma tendência cara sim e por que quando você tem essa troca você tem um PM que coloca uma uma necessidade de negócio e tem um arquiteto que vai falar o que a tecnologia Pode fazer para o negócio que às vezes o PM não sabe falar pô você tá afim de fazer isso sabia que a gente pode fazer isso você tem esse tipo de resultado e às vezes o cara tá pensando no resultado parecido e ele não tá colocando na mesa agora porque ele acha que não é possível então quando você tem essas trocas é muito importante então acho que líder de desenvolvimento O PM tem que ser outro cara que tem que ser o best friend do arquiteto terceiro lugar camada executiva o arquiteto tem que estar plugado na camada executiva não adianta você arquitetar pensar em longo prazo você não sabe para onde a empresa vai [Música] a primeira pergunta que você deveria se fazer na minha opinião para dizer que se um modelo Ele criou consciência ou não é o que é consciência Então como que a máquina gerou consciência se eu tenho dificuldade de definir para poder transformar isso no algoritmo no modelo matemático né porque é o que você disse ele vai trabalhar com uma série de inferências estatísticas para gerar aquela resposta matemática né de um linhas Gerais é basicamente isso que a gente tá falando de Inteligência Artificial e eu teria que ter eu teria que necessariamente definir matemáticamente o que é autoconsciência como é que você faz isso né Tem pessoas que acreditam neurais muito muito grandes mas muitíssimo
infinitamente mais complexo e mais avançado que qualquer modelo de por grande que seja e por por parâmetros que eu tinha tentado isso agora o alarme que tem 500 40 milhões de parâmetros em menos mas nossa capacidade deixa entra por exemplo poderia tirar um carro e era o que está acontecendo na estrada pegar o celular isso daí isso na capacidade infinita com um encontro modernologia que a gente tá sempre para esquecer muito muito baixo sim comparado com a energia continua qual que era o modelo desses que a gente está falando então ainda estamos eu acho nenhum eu celebro humano é muito em cima mais poderoso muito mais potente que qualquer modelo e outro ponto esse como a gente outra coisa que a gente está aprendendo também como treinar os modelos
hoje em dia já os modelos fazendo estratégias para ela ser aprendendo estilo como na criança faz nós já estamos programados desde crianças para aprender e temos a estratégias para aprender para falar isso importante isso daqui não se importando e a gente tem um é melhor embutido né porque a gente vai retornando e respondendo o transacional ao mesmo tempo né quero ver fazer isso Tecnicamente é um pouco mais complexo né Nós tomamos uma decisão Então você tá dirigindo Você pegou o celular você fez alguma coisa cara tá envolvido uma série de coisas não é só um ponto específico não é só dirigir o carro não é só pegar o celular e os modelos que a gente faz que nós temos hoje em dia eles são treinados com fins específico Então eu tenho um modelo uma rede neural por maior que ela seja né bilhões de parâmetros treináveis ela foi feita para poder classificar um texto para poder gerar um texto né eu não posso submeter ela para uma outra tarefa né hoje a gente já tem modelos aí teve o gato né Você chegou a ver deve ter visto que está mais para pato né porque ele faz tudo então é o primeiro modelo que surgiu e nada de direito ele faz cara ele faz 600 tarefas e uma única rede neural então assim você pensa que a gente treina uma rede neural gigante vai classificar a imagem para poder gerar texto né para classificar algum tipo de comportamento de um cliente essa rede neural ela é uma única para fazer 600 tarefas então é legal só que é uma abordagem legal acho que talvez seja futuro com certeza mas neste momento cara a gente tá muito longe disso você vê com ela demais então assim não faz nenhuma delas boas fazem bem os modelos de Inteligência Artificial geralmente eles são treinados para gerar uma inferência com base e conclusões do passado né então você monta ali um data 7 ele vai fazer inferências estatísticas daquele data 7 e por similaridade dessas referências ele vai concluir alguma coisa relacionada a histórico passado né quando a gente fala da Própria Consciência Humana da tomada de decisão algumas vezes você precisa usar inferências do passado que não necessariamente estão ligadas a tua decisão de agora então tua experiência de vida tudo que você passou vai te ajudar a tomar uma decisão que você nunca tomou você não tem histórico daquilo existe algo semelhante hoje em algoritmos frameworks que possa simular um comportamento parecido e inteligência artificial de fato um dos problemas que a gente tem quando artificial para muitos problemas que a gente tem que solucionar imagina que eu quero quero um modelo para verificar fraude no seguradora de saúde quando eu verifico fraude no cartão de crédito é fácil porque o cliente vai reclamar 7 histórico de Castros da fraude indivíduo de cachos indevidas mas quando eu falo tem um médico por exemplo que as pessoas enviam gastos indevidas para seguradora e nesse caso a pessoa nem tem uma reclamar e muitas vezes irá um gajo tem da vida como faço para criar modelos sinter dados ou tendo da o parceiro que o modelo aprenda entre as passinhos de TV e parte da Inteligência em como a gente faz treinamento são treinamentos para fazer o treinamento um na parte na parte e o modelo tem outro tipo aprender de Treinamento que a gente também utilizo como se uma criança estiver aprendendo então o modelo aprende a partir do resultado
aqui por exemplo eu quero vender um produto eu como eu estava certo estratégia o que aconteceu e a partir daí ele vai aprendendo e ele vai definindo as estratégias ganhadoras o que não deixa de ser uma geração de dados Toda vez que você tenta entende se errou você acertou você tá gerando histórico tá gerando histórico ele tá aprendendo com com os erros dele erros e acertos né mas aí você pensa aí com certeza né você deve estar pensando aí esse é o colocar né Toda vez que ele fizer algo errado algo certo ele vai ganhando e perdendo pontos dá pra gente entre aspas né criar uma consciência nele né de alguma maneira sim mas pensa assim né Eu tenho um robô vamos avançar alguns anos para frente né mas só que eu tenho um robô doméstico aqui em casa a gente avançou um pouco mais retroceder em alguns né eu tô pensando aqui num exemplo de Vou mandar uma carta né então vou te mandar uma carta e mandei meu robô se você tem um robô na carta esse mundo aí não existe né esse mundo aí cara tá legal vai no mercado isso vamos melhorar o exemplo então ele vai lá no mercado né Eu dei uma tarefa para ele que é no mercado comprar um pacote um fardo de cerveja para mim é no meio do caminho um carro se acidentou caiu na ponte tem uma criança em risco lá na água no rio vamos dizer assim cara roubou vai passar batido vai pegar a cerveja ponto final pô mas e a gente não pode colocar isso por exemplo sei lá ó se você fizer a tarefa que eu te pedi corretamente lá buscar a cerveja para mim isso vale um ponto né Agora se a vida de alguém tiver em risco vale 10 pontos então legal ele vai desviar o caminho vai salvar a pessoa e se eu tiver pedido para ele trazer 10 fardos do servidores e fardos de cerveja quebrou a regra então assim e tem coisas que por exemplo cara você poderia extrapolar esse exemplo para de forma enorme cara você é tipo você tem outra empresa você tá presta fechar um negócio né E você tá no caminho de ir para esse negócio cara aconteceu um acidente eu vamos pensar assim mas que cara se você puder fazer algo vai salvar alguém Ali você vai cara você vai parar e vai salvar vai fazer o que tem que ser feito né E isso não é um programável em você ninguém falou para você quando será criança falar você tem que fazer isso daqui né é uma coisa que cara a partir da tua natureza né então isso é muito difícil de você pensar num cenário não tem consiga ter esse tipo de inteligência tem esse tipo de sensibilidade eu diria né dentro de uma máquina de um algoritmo por exemplo [Música] regulamento que que você tá chamando estrangulamento Valdir cara você vê um cara desse tamanho do Wellington o Brasil desse tamanho tem coragem de fazer essa pergunta Cara eu não faria não cara nessa mesa sou menor o tamanho do da orquero também viu mas ó é extremamente a gente tá chamando aqui né numa estratégia de implementação para modernização né a gente fala que estrangulamento é escolher as partes do teu software a parte dos teus as partes do teu ecossistema que são mais importantes em determinado momento e aí priorizar para dar modernização E aí criar uma relação dessas partes modernizadas com as partes que estão no legado isso tem a ver com separação de domínios agregação de domingo quando você fala de estrangulamento na verdade você poderia eu sempre achei que a palavra mais correta em português porque vendo stranglings
mas eu acho que a palavra mais correta por português eu acho que até seria melhor o esvaziamento né porque no fim o que você não faz tanto ouvido né Pois é no fim que você tá fazendo é Vendo qual é o domínio que você vai conseguir segregado o teu legado que você precisa da agilidade da modernização você precisa transformar rapidamente E aí você pega esse domínio e você segrega ele do legado e segregar significa dizer que você vai desativar o antigo e ativar o novo e não replicar porque senão você mantém um monstrinho vivo dois monstros e por isso que eu acho que o esvaziamento se aplica melhor a palavras esvaziamento se aplica melhor porque você pega um legado que é tamanho 5 e você diminuir para tamanho 4 e criar um outro tamanho 1 você vai fazendo isso ao longo do tempo você vai fazer nesse ao longo do tempo segregado por domínios por necessidade de negócio até que vocês vaziam o legado ele deixa de existir e você só ativa o seu novo a sua sobrar é o seu último micro serviço mas você fala uma coisa interessante é você falou ah o Marcelo falou ah ao longo do tempo né E na verdade assim nunca acaba né porque a gente também falou um pouco disso no começo né O Legado depois que você coloca ele Na todo software legado então o nosso objetivo é que o seu legado ruim de fato ele seja estrangulado ele morra seja esvaziado e o legado ele sempre seja um legado Bom tipo legado do Superman Capitão América que o termo estrangulamento Ou esvaziamento ele se aplica melhor a microcompanetização do que necessariamente modernização né perfeito porque você na verdade quando você estrangula você Está transformando monolito em micro serviços mas como Waldir falou meio que o serviço ele tem que ser modernizado também de alguma forma né E aí você não vai aplicar mais o estrangulamento que ele já tá segregado em domínios Mas pode ser que num primeiro momento eu peguei o monolito eu quebrei ele em sete domínios que viraram sete amigos e eu preciso modernizar eles para serem assim para nos depois e aí eu não vou ter mais A Estratégia do estrangulamento tem uma outra estratégia de modernização que aí assim é continua né mas que não necessariamente estou aplicando a técnica do estrangulamento esvaziamento estrangulamentos esvaziamento é muito quando você tem um monolito que você precisa de fato segregar em domínios né então você se tornou hábil né a evoluir constantemente né então eu acho que isso é um pouco interessante né a gente né o Marcelo eu a verme Berger a gente sempre fala muito sobre isso né sobre modernizar e pensar como se fosse uma casa uma reformar uma casa então você vai lá você tem uma casa você mora nela e você precisa mudar algumas coisas aí você vai lá muda e fica feliz e naquele momento aquilo te atendeu e depois você Opa morando de novo vai lá muda a casa né E vai vai cada vez vai e tem muito a ver com teu tamanho né a gente teve uma conversa muito legal com com rasta né e a gente falou muito de tamanho né que vai sair na semana que vem exatamente no futuro exato e lá a gente falou muito isso né tipo Poxa eu preciso fazer o que minha empresa precisa do tamanho que ela tem né acho que de acordo com a realidade de cada empresa né fica aqui a dica semana que vem a gente vai publicar esse episódio aqui com o raça da base digital que a gente teve um papo exatamente sobre como escalar tecnologia e negócio ao mesmo tempo né para para respeitar a realidade de cada empresa de cada Startup E como tem essa diferença aí com o mundo corporativo se você ainda não segue a gente não não está escrito no canal pode seguir a gente aqui que você não pode perder esse próximo episódio que foi muito bom arrasta um cara muito [ __ ] muito bom muito bom a gente vai descobrir né no futuro deixa eu ver vai descobrir na semana que vem com você que tá vendo esse podcast da hora tá vendo um monte de problema aqui que a gente está colocando né e Quer uma ajuda aí na sua empresa faz o seguinte entra no site aqui da Game berse que a gente pode te ajudar vem-me versus nós somos uma empresa relacionada à arquitetura de soluções a modernizações de aplicações também atuamos na frente devops para ajudar vocês a serem extremamente ágeis então dá uma olhada no nosso site que vai estar aqui embaixo.io e lá você vai poder ver um pouquinho da nossa história do nosso profissionais e aproveitando se você for um profissional da área de tecnologia que tá a fim de trabalhar numa empresa legal monte de colega gente boa e tecnologia de ponta manda um e-mail para pipocar@gamers.io
[Música] cara a gente vai para um outro extremo que é startup não tem que trabalhar agora vai a segunda polêmica você bate a sineta aí tá cara não pode trabalhar com micro serviço a gente já defendeu isso aqui Inclusive eu tenho eu tenho uma um complemento dessa polêmica eu acho que geralmente o escopo de um produto de uma Startup é o monolito cara não justifica mais que um micro serviço
Empresarial beleza fala que a gente fez no começo né pô o que que ela faz qualquer Quais são as divisões do que ela faz né tentar formatado ainda em volume né então micro serviço é uma artimanha é tecnológica para a gente segregar dificuldades e para a gente também atender volumes muito alto coisa que uma Startup não tem Logo no início e isso é extremamente coerente com a literatura porque se você parar para pensar de acordo com os ensinamentos do nosso grandioso martinfoller se você vai se agregar os micro serviços por domínios muito Dificilmente uma Startup vai ter um produto a ser validado que tenha mais um domínio é difícil imaginar um caso de uso que uma Startup tem mais pneumonia para lançar um produto Então você lançou ele tarde demais né você tem que já que você tá nesse mundo descartável lança e vai testando né que é muito do que a gente tá falando até agora né E outra quando você modela um parente se juntou para defender o cara agora Mas tudo bem mas é porque eu sou uma pessoa muito simpática eu sou eu eu como vivo vocês e aí a gente tá tudo juntos aqui bom o que que motivou ter essa arquitetura de mim que o serviço muita gente pensa que é só o aspecto técnico né deu escalar funcionalidades de forma individual depois dependente etc mas o advento do mixer ele veio muito na esteira da formatação dos filmes de desenvolvimento então eu vou ter times diferentes trabalhando e funcionalidades em domínios diferentes respondendo mais rápido respondendo mais rápido entregando alterações mais rápidas
Esse é o ponto você tem uma corporação muito muito madura você vai ter um time que cuida de logística e um time que cuida de carrinho de compra esses caras vão ter vindo independente cada um vai trabalhar com o Tonico e serviços com seu micro front-endi o sugiro já teve aqui com a gente né ele ele falou que um abraço seguro lá no iFood ele trabalha no time que é responsável pelo botão checkout é pagamento né pô só um botão bicho Pois é mas Startup não citar o luxo aí velho é quatro caras numa mesa fazendo o mesmo produto a palavra microservista ela vem carregada de Tech lide ela vem carregada ela vem carregada de teste unitário ela vem carregada de integração observabilidade a derivação ou de novo o impacto do termo micro serviço ele deve ser absorvido por uma estrutura que tem condição de pagar por isso é muita grana Esse é o ponto e de novo não estamos julgando certo ou errado é óbvio ninguém aqui [ __ ] a gente sabe que por um épico do tamanho do iFood não teria menor condição de ser diferente mas é a questão do contexto né questão do contexto é cara a gente precisa de fato colocar isso dentro das caixas no momento adequado quando está Tap validou o modelo foi capaz de contratar um time que tem um pouco de experiência né entrou uma grana Achou as pessoas convenceu as pessoas e aí ela tem condição de estruturar para growth aí no momento de growth aí a gente começa a entender né como que a gente leva essa modelagem para um projeto um pouquinho mais elegante acho que um bom parâmetro para isso né Eu costumava dar de exemplo quando eu explicava a arquitetura de micro serviço se você chegou num ponto que você tem dois times trabalhando no teu mesmo produto e você chegou no ponto que pô cara não faz the proer agora que você tá atrapalhando o meu teste ou segura um pouco vamos fazer essas lançar essas duas coisas juntas as outras funcionários juntos mas você tem dois times trabalhando em duas grandes funcionalidades que estão se cotovelando tá na hora de você começar a pensar em mim que o serviço enquanto não enquanto são os mesmos caras o dba o arquiteto o programador tá cedo ainda né Tá cedo então enquanto não tá rolando essa cotovelada nos times né seu time tá pequeno demais ainda não tem essa necessidade e eu acho que o grande ponto é esse né cara como que você cria um rolo de Map de evolução de tecnologia que esteja colado no rodeio de evolução de produto é eu tenho um exemplo clássico de start que é bem interessante para contar para vocês uma das consultorias de novo hoje só para fazer um recap rápido a empresa tem grandes corporações e eu sou uma pessoa subversiva né dentro dos quatro quadrantes da gestão eu tô no quinto quer dizer eu tô fora de qualquer situação cara tô fora de qualquer sistema de gestão né então eu faço muito esse trabalho de estar próximo de Startup né e eu cara me lembro claramente lá uma Startup veio com uma ideia super consistente de resolver um problema específico que atende a um público já 50 mais lá que são alguns de fotos no WhatsApp pô todo mundo vai viajar comigo ou manda foto do neto do filho para mãe para vó e aquele bando de foto rola e a empreendedora veio com uma ideia Cara eu acho que a gente tem aqui uma oportunidade aqui uma P mercado eu quero que a galera Pega essas fotos mande para o meu bote aqui eu vou mandar para gráfica gráfica vai gerar o álbum eu vou devolver na casa da pessoa beleza fenomenal fui lá ajudei ela estudei pô WhatsApp comprime imagem tem que ver que o tamanho da foto de pessoa de um eu sou um estudo para auxiliar ela e no final eu disse Você tá disposta a você mesmo a seu bote essa foi a solução de tecnologia que eu dei para ela é uma Startup tá que você vai fazer você vai assinar um saz aí que já faz o atendimento básico ali das perguntinhas e tal e quando começar a mandar as fotos você vai baixar todas vai fazer diagramação lá do álbum não fique vai exportar vai mandar para gráfica Você tá disposta a fazer isso para validar o modelo tô cara a solução dela tá no Wix o e-commer está pronto no IX pessoa compra pessoa Manda foto no WhatsApp ela imprime e chega em casa e no final ela capta o áudio das avós elogiando e chorando de emoção porque receberam o álbum dos netos em casa então isso é startup um wix e um bote humano que fez o trabalho porque agora ela tem a tese validada ela tem a história para contar ela tem um PPT que não compila mas que tem uma consistência de negócio porque ele foi validado Tecnicamente porque o principal investimento dela foi na estratégia e agora ela vai conseguir investimento para fazer [ __ ] de repente se tiver volume vai para uma vertex você não vai para uma outra solução já começa de mercado um pouquinho mais em conta né faz a integração de um turilho da vida para ter essa lógica do chatbot bonitinha Vê se a gráfica tem api lá para mandar então de novo galera assim Startup é uma realidade que precisa focar o MVP não existe por acaso a gente tem que tentar seguir ao máximo e tá muito mais na inteligência de antigamente nos crudes né de pegar pedaços de coisas pra gente montar para validar a testa Então esse é um exemplo legal que eu queria deixar para a galera de Startup assim de como a gente deve pensar Para viabilizar gasto Assim menos em tecnologia no início e muito mais na estratégia de como colocar um negócio desse no ar é o m do mínimo é o m do mínimo né só que é tendo a responsabilidade que a gente sabe que amanhã o IX não vai ser a solução você não pode continuar no eixo da vida é caso o modelo seja validado inclusive se o Ixi quiser Patrocinar que tá aberto também estamos à disposição tá uma grande solução para mim ver de Startup fica a dica para vocês [Música] a pergunta que eu deixo para vocês já falarem um pouco do Ed compilt é estamos fazendo um caminho meio que contrário foi o movimento de centralização com as claudes com as cláusulas a gente tinha tudo indo para nuvem né muito pouca muito pouco nas bordas e agora é engraçado e agora a gente tá tendo uma expectativa maior para para computação de borda né Eu ouvi também tem alguns grandes players de cloud que estão investindo bastante nesse conceito né e não vou citar um aqui porque não patrocina a gente mas fica a dica você que tá ouvindo nós e a gente vê essa expectativa subindo né na visão de vocês porque que está acontecendo nesse momento e que é exatamente
com técnicas ali assim bom a gente trabalha com computação de bordas já desde 99 na realidade né então eu comecei a trabalhar com isso já tem bastante tempo só que as aplicações eram diferentes né naquela época a gente trabalhava muito com a computação de borda em processamento de vídeo Então hoje quer dizer na época a gente tinha cerca de mil servidores distribuídos dentro dos provedores de acesso à internet mas as aplicações eram muito voltadas para processamento de vídeo porque a demanda por streaming tava começando a pegar naquela época né então lá pelos idos de 2004 aproximadamente a gente já mudou para o mundo mais transacional quer dizer como é que a gente trabalhava computação de borda de forma a manipular o protocolo de roteamento da internet o protocolo de forte tcpipe para poder acelerar o mundo transacional então já era uma outra pegada a gente já continuava mantinha toda essa essa origem de processamento de vídeo mas a gente já tava migrando mais para o mundo transacional como é que a gente conseguia fazer as aplicações dos nossos clientes performar é melhor reduzindo a latência da internet essa era pegada e cada vez mais crescendo a distribuição dessa rede né Então essa rede crescendo crescendo hoje preciso terem uma ideia são 400 mil servidores dentro dos provedores de acesso no mundo dentro de todos os provedores de acesso na América Latina também é óbvio né É sempre com esse contexto de trabalhar protocolo trabalhar à Rede Mais recentemente a gente viu o seguinte bom legal a gente tá acelerando fronted das aplicações a gente tá conseguindo acelerar o frontend Mas tem uma demanda cada vez maior ainda mais com essa vamos chamar de containerização das aplicações né É de uma distribuição da Computação então o backnde começou a ser o gargalo né apesar da gente olhar Cláudio compuilding e a gente pensar assim Cláudio compusen bom é de Centralizado por natureza mas é engraçado porque a gente já vê hoje o o o o o o as nuvens como sendo um cor e um segundo nível de distribuição que tá entre a borda e a nuvem como um nível distribuído de computação Então hoje o nosso foco ele tá muito no é de compusen que foi a origem da empresa e é a origem da empresa onde a gente processa uma parte das aplicações o Alê pode falar sobre isso é mas já um segundo nível que a gente tá falando aí de centenas de data centelhas distribuídos no mundo onde você pode processar componente das aplicações que necessitam de maior escalabilidade assim um processamento muito grande uma necessidade de computacional muito grande e baixíssima latência então uma arquitetura que é engraçada porque você começa a olhar a nuvem como um centro e não como algo distribuído quer dizer a computação em nuvem quando você fala dos provedores de computação e nogem como algo que é um Cor na prática e aí você tem o edprocessando aquelas transações que são extremamente sensíveis a latência né e obviamente a escalabilidade mas extremamente sensíveis a latência a eu tinha um exemplo meio que óbvio né É E esse nível intermediário aí dão aí processando componente propriamente container micro serviços propriamente de aplicações obviamente esses que necessitam de escalabilidade performance eu Alê pode dar mais obrigado a gente foi o prazer tá aqui com vocês hoje olha isso que ele falou espera eu vou dar um contexto de negócio Valeu obrigado esse esse é o meu speech
da cerca de terceiro a gente já tinha essa visão de rodar a aplicação distribuída de forma distribuída de fato rodar ela independentemente do back end tá rodando em alguns servidor em algum lugar mais próximo do usuário isso na época foi aquela visão além do alcance né não teve pega não teve adesão o pessoal não viu muito valor aqui daí tava no início daquela curva S de adoção E aí vieram as provedores de nuvem que a gente não vai falar o nome porque eles não isso Patrocínio ainda esses provedores começaram com essa história [ __ ] mover o Data Center para para longe vamos fazer de conta que a gente tem Desculpa alguns termos aqui mas vamos fazer de conta que isso é não é mais um data center vamos virtualizar tudo que até então virtualização era uma coisa difícil é complicado você tinha diversas provedores ali de software de virtualização você tinha que manter a gestão e pessoal não conseguia muito ver tanta vantagem naquilo que você tinha a quantidade infinito de hardware né e aplicação você ainda não abstrair o hardware no fim a nuvem eu costumo falar isso muito quando a gente desce nesses assuntos mas mais técnicos de aplicação aqui no PPT a nuvem nada mais é do que um data center automatizado né então você consegue ter processo de escala etc como serviço coisa que você tinha que abrir um ticket antigamente na soft ler para conseguir fazer e agora adicione essa série esse registro no DNS é exatamente o o que aconteceu foi que enquanto se ainda estão aderindo as provedores de nuvem o pessoal tá movendo servidor daqui para lá poucas são poucasiões exagero mas não não todas são as empresas Nem todas são as empresas que tem essa visão de utilizar a nuvem com propósito de nuvem abstraindo de fato as diferentes camadas de hardware e de aplicação e usando o serviço tudo escalando automática etc é isso uma coisa que a gente se fala Alex que eu sou muito polêmico quando a gente fala de adoção de nuvem muito Muitas empresas falam cara colocam ali projetos milionários de multicoloud vamos move mesmo você usar a nuvem não significa que você Claude Native e para você ter o todos os as vantagens de utilizar nuvem a sua aplicação tem que ser desenvolvida pela para nuvem para que você tenha vantagem da automatizações de hardware enfim que seja de fato de ter realmente automação de ter realmente negócio funcionando sozinho ali se você tem uma aplicação desatualizada rodando num servidor num bar metal lá na tua nota Center você vai mover ele para uma máquina virtual na nuvem você só vai pagar mais caro por um data center de luxo continua sendo basicamente alguma coisa né esse é um bom ponto porque se você olhar bem É o que a gente vê no dia a dia né exatamente essa questão da do cloudinete né e de como você usa as primitivas da nuvem né primitiva de nuvem é basicamente processamento e história de né então a gente tem uma um desafio grande né quando a gente fala de computação não só na borda mas nesse nível intermediário né ou na nuvem em si que é a aplicação não tá preparada então a gente já teve vários casos né não são todos os casos mas vários casos onde o cliente A empresa ela tem a aplicação rodando no ambiente lindo e ela porta para um ambiente lindo que se a essa infraestrutura como serviço na nuvem né então quer dizer não tem problema com isso o problema todo é como você controla isso né sobre uma ótica de performance porque de aplicação quando ela não tá desenhada como você colocou né usando as primitivas ela não é Nate não é nativo é para nuvem você não tem um controle próprio de começar a aplicação vai usar essa infraestrutura e o que acaba ocasionou no problema sério que é o controle de custo né que você perde o controle sobre o custo uma coisa que eu sempre falo principalmente para executivo que vem com essa ideia de Vamos fazer um projeto de grande de adoção de cloud e tal cara onde você quer chegar qual que é teu objetivo a nuvem não deveria ser o seu objetivo ninguém tem um objetivo de usar a nuvem sua empresa faz dinheiro por usar a nuvem não eu quero gastar mais dinheiro à toa né exato então se a nuvem ela deveria ser um meio né para se você falar para mim cara eu quero ter aplicações mais ágeis é que sejam mais eficientes com mais facilidade de implantação etc a nuvem ao meio para você conseguir isso mas ela não deveria ser objetivo [Música] Vamos fazer aula já com comida imagina uma um restaurante que ele faz comida japonesa tailandesa mexicana é árabe mas que outra culinária que você gosta Portuguesa Portuguesa enfim italiana baiana baiana imagina só um restaurante que faça tudo ele vai fazer tudo mais ou menos ele pode até fazer bem mas só que agora imagina você e comer no restaurante baiano com a cozinha baiana um restaurante com a cozinha portuguesa é diferente por que que é diferente porque ele se especializa naquele segmento que ele é focado para cuidar Beleza quando você falar de domínio é exatamente isso você fala assim Essa empresa é um grande restaurante pensa que a matéria-prima é o dado beleza e cada segmento cada ramo da culinária Vai cuidar da sua especialidade basicamente você tá falando assim mano você é um chefe você quer ser um chefe de comida italiana vai para cá você quer ser um chefe de comida portuguesa vai para casa você quer ser um chefe de comida baiana vai para cá e esse é a maravilha do datamesh porque você não obriga que um cozinheiro tenha que saber cozinhar tudo você vai cozinhar aquela especialidade Aquela aquele segmento apenas entendeu então eu vejo data mexe como uma maneira de você evoluir o prato beleza dentro do segmento que você delimitou e aí isso é muito importante posso dar uma melhorada na tua analogia quando você fala dos tipos de cozinha dentro de um restaurante ele é muito aderente e quando você olha para o domínio de produto né Tem vários produtos que eu comercializa e cada um deles tem o seu próprio domínio alto contido Mas dependendo do tamanho da cadeia de produção de cada prato eu posso ter o domínio dentro dessa própria cadeia de produção Você pode até a comida nordestina ou até posso ter por exemplo aquele conjunto de informações que é do estoque da comida baiana sim né Então E é isso que você falou é legal porque a gente fez um programa não sei se é um ou dois atrás não sei como quando foi lançado que a gente fez uma analogia da terceira forma normal com a cozinha Então se você for pensar cada tipo de preparo que você vai ter que fazer pode exigir uma organização da sua cozinha diferente quando você tá trabalhando numa cozinha só para fazer tudo você não consegue ter a dinâmica de customização que você pode ter quando você tem uma cozinha regionalizada entendeu então a maravilha do data mexe é você organizar os ingredientes ou os dados ou as informações de uma maneira que satisfaça a culinária daquele segmento esse para mim é o grande diferencial do DDD você é potencializa a especialização a customização E aí fazendo analogia a quarta Revolução Industrial você personaliza a produção agora uma dúvida prática de que provavelmente você tem mais conhecimento que eu nesse aspecto mais prático do desenvolvimento da operação de ti [Música] quando a gente fala de um service mexe né quem está falando do ambiente transacional ali da geração desses dados seja persistência seja leitura por exemplo um serviço que é uma daquele domínio específico né ele tem a sua própria base e com essa arquitetura moderna baseada em micro serviços eu vou ter várias bases né e vários serviços o deytamesh ele ajuda a gerenciar esse cenário mais múltiplo porque em tese eu deveria ter uma arquitetura já modelada baseada em DDD desde o transnacional quando a gente fala desse desse problema da gente ser um acumulador de dados no Big Data né E a gente tem toda essa ingestão de dados muito plural porque eu tenho várias bases como que a gente trata isso de uma maneira mais eficiente sem desperdício né porque a gente vê algumas abordagens que eu de fato não tem opinião a respeito né que tenta substituir os processos de etl padrão que a gente tem né que são os mais utilizados no mercado até hoje que faz a extração dessas bases e faz a ingestão depois no dato house no Big Data não dá tá lei que etc para ter um processo onde eu faço uma gestão de meta dado direto do transacional como é isso na prática na tua opinião tá então vamos para o conceito de produto vamos Você tá louco para falar disso termina e aí já faz o raciocínio em cima disso porque eu acredito que o conceito de produto vai ajudar a responder tá bom então quando a gente fala de produto é acredito que é melhor definição de produto acho que foi até num dos episódios aqui do PPT que falou que produto é você ter a capacidade de encapsular valor dentro de um ativo tecnológico Beleza então quando você fala de um produto de dados é a mesma coisa você tá encapsulando o valor através de um ativo de dado pronto simples assim certo e aí para mim um produto de dados pode ser uma coluna pode ser uma tabela pode ser um objeto pode ser um atributo pode ser um Dash pode ser um micro serviço pode ser um score pode ser pode ser tudo isso desde que você esteja fazendo um consumo de dado beleza dito isso é eu vejo três US eu adoro essas analogias porque como eu falei você precisa ter uma utilidade você precisa entregar valor precisa ser utilizado você precisa ter um público e precisa ser utilizado precisa ser fácil usar Ok então dito isso de você ter esse contexto de produto aí você vai para o DDD o DDD você vai ter um conjunto de produtos beleza por domínio e aí como você vai organizar Isso depende muito da maturidade e da propriedade de dado que você define da pessoa que vai cuidar disso porque quando você fala de produto de dados que é um segundo princípio da táxi tá falando de ter um mauner uma pessoa que cuida estratégicamente daquele produto você está falando que já ter um curador uma pessoa taticamente com a responsabilidade de curar aquele produto que fazendo paralelo é um piêni e um piou que a gente está acostumado a ver em produtos digitais mas um pmpou com foco nos dados exatamente E aí quando eu Trago essa analogia sobre um parente aqui e geralmente pode ser a mesma pessoa ou não então não é que pode ser a mesma pessoa então é que quando eu olho para um domínio a pessoa que tá ali cuidando daquele domínio que é uau daquele domínio ela tem responsabilidade de ponta a ponta e aí quando eu quis fazer essa essa introdução toda para que para falar que o data mexe é uma ótima maneira de você tirar esse GAP esse sei lá precipício que existe de divisão entre transacional e informacional porque se você for pensar você vai ter um ativo que vai atender as chamadas do sistema mas só que esse mesmo armazenamento poderia estar sendo Federado por exemplo por informacional e qual que é o problema disso utilizo uma mesma tecnologia de armazenamento eu elimina esse desperdício de estoque de replicação E aí falando do link você tem um custo de transporte que é desperdício você não precisa ficar replicando dado para n lugares milhões de lugares eventos direciona muito isso né Você pode ter um um evento de negócio transacional que gera gatilhos para outras ações transacionais entre elas a ingestão né mas é isso que eu tô falando você não precisa nem fazer ingestão o seu o seu orientação eventos ele pode na verdade gerar um gatilho de atualização na sua agregação entendeu quando eu falo em gestão é tipo o consumo pro Internacional seja ela persistência não data Leica ou atualizar direto o teu o teu dash em tempo real mas é por isso que eu tô falando que eu venho aqui para explodir a cabeça mesmo não precisa ter essa distinção de transacional e informacional porque no final das contas é tudo produto entende você tem aí eu novamente nas letras você tem três cês de personas vamos falar assim você tem o criador do dado o custodiador do dado e o consumidor do dado quando você modela quando você organiza os dados você tem que pensar em quem consome Beleza então vamos pensar assim você vai consumir para o seu sistema ok Você vai consumir Isso você precisa de uma baixa latência provavelmente Então você vai colocar lá no banco de chave valor que Vai facilitar o seu rest beleza Poxa mas essa mesma tecnologia ela pode ser federada por exemplo num Big da vida e pode já dar o start para camada de Delta lei que bronzelar olha só eu tô falando de uma mesma modelagem que atende dois tipos de consumidor diferente você eliminou o seu evento de replicação você eliminou um CDC você eliminou mais uma porrada de tecnologia simplesmente porque você focou em quem vai consumir você teve a visão de produto aplicada no seu DDD por isso que o DDD ele é tão importante e o conceito de produto é tão importante dentro desse ecossistema porque aí é que você vai separar quem faz muito desperdício e quem realmente pensa em processos enxutos e isso para mim é maravilhoso porque se eu for pensar de uma maneira bem linda mesmo você vai ter sei lá quantos domínios tem numa empresa no máximo 100 Beleza você vai ter sem tabelas e você vai atender o informacional e o sistêmico simultaneamente imagina só isso fica muito mais fácil Ah mas a minha aplicação não sou aquela mas ela consome de qual domínio nessa aqui eu sou micro serviço consome de condomínio nesse aqui então beleza você lê se inscreve acabou você tá propondo aqui muito audaciosamente cara tô tô respondendo fritando é que eu posso já dentro da camada transacional de processos de na verdade você tá dizendo aqui explodiu o limite entre camadas internacionais e não existe a gente saiu do linear esse muro eu posso ter já em Gran time não vou chamar de transacional vou chamar ele sempre de execução da aplicação os processos de geração de valor do produto de dados Exatamente porque você você tem que vamos lá quando você fala de um produto de lá você precisa ter um armazenamento legal esse armazenamento ele vai ter que ser orientado ao consumo quando você pega um piolho de dados né que é até ruim porque você fala de piou é lá do episódio de lgpd procurem lá o Episódio de lgpd mas quando você fala desse data brother ele vai precisar ter essa visão estratégica porque se ele tiver a visão estratégica olha só que ele faz ele elimina o desperdício da cadeia de valor dele falando de dados ele facilita o consumo digital porque aí todos os micros serviços eles vão estar consumindo de uma base data centro que não é o monito é um data centro que vou respeitando a arquitetura de informação arquitetura corporativa da empresa e você potencializa consumo para mim um produto que potencializa consumo e reduz o como posso assim o custo de de processamento execução tudo mais para mim esse é o produto que eu quero ter dentro da minha empresa porque é menos custo para mais uso eu olho o roi disso eu começo a aumentar exponencialmente [Música]
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