A IA vai acabar com o Google e outros buscadores? | PPT Não Compila Podcast
Convidados
Bernard Braun
diretor de marketing @ Inner AI
Neste episódio 171 do Podcast PPT Não Compila mergulhamos fundo no futuro das buscas online com Bernard Braun, diretor de marketing da Inner AI, uma das startups brasileiras mais promissoras em inteligência artificial. A conversa parte de uma pergunta essencial: como vamos buscar informação daqui pra frente? A resposta não é simples, mas envolve IA generativa, mudanças de comportamento digital e o impacto direto nas estratégias de marketing e SEO. Bernard compartilha insights valiosos sobre o movimento do Google com o lançamento do AI Mode e o papel de plataformas como Perplexity, ChatGPT e DeepSeek na mudança do comportamento de busca, especialmente entre a geração Z. Ele também levanta pontos críticos sobre confiança nos dados, fake news, e como a curadoria de conteúdo passou das mãos dos algoritmos de PageRank para os creators e IAs. Uma verdadeira batalha entre precisão e velocidade. Além disso, exploramos o impacto da IA na experiência de navegação, nos modelos de monetização via ads e na reestruturação da jornada do usuário. Bernard ainda fala sobre o papel da Inner AI ao reunir múltiplos modelos em uma plataforma acessível e segura, e como a educação em IA pode transformar a produtividade de pessoas e empresas. Um papo técnico, direto e cheio de provocações importantes para quem vive de tecnologia. ⚙️ #Podcast #PPTNãoCompila #InteligenciaArtificial #BuscaNaInternet 0:49 Abertura e apresentação 3:35 Forma atual de busca de informação na internet 8:36 Google 11:53 Youtube 13:21 AI Mode 18:38 Referências e checagem de fatos 22:14 Evolução de modelos 23:04 Chegada do DeepSeek 29:33 Mudança na forma de buscar informações no futuro 33:35 Confiança na informação 37:25 SEO no modelo de busca por IA no Google 42:10 Links patrocinados e confiabilidade do modelo 47:22 Experiência de navegação 54:00 Visão sobre o impacto da IA na vida das pessoas 56:39 Produtos da Inner AI 1:01:52 Agradecimentos e considerações finais Convidados: Bernard Braun : linkedin.com/in/bernard-braun-2116a8112/ Spotify: https://spoti.fi/4ieaMhl Youtube: https://youtu.be/4tkv5li47yo Outras plataformas: https://linktr.ee/pptnaocompila Acompanhe nas redes Instagram e Twitter: @pptnaocompila LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/pptnaocompila Produção: Voz e conteúdo | https://www.vozeconteudo.com.br - @estudiosvoz
- Uso de Múltiplos Modelos de IA e Verificação
- Introdução do Podcast
- Apresentação do Convidado e da Inenei
- O Cenário Atual da Busca na Internet
- Apoio ao Canal (Chamada para Ação)
- Interlúdio Musical
- Evolução Histórica dos Buscadores
- Transformação na Busca para a Geração Z
- Dilemas do Google com IA e Modelos de Negócio
- Tipos de Busca: YouTube vs. Google
- Google Gemini e o Novo Modo AI
- Experiência e Responsabilidade do Google AI Mod
- Importância das Referências em IAs Conversacionais
- Curadoria de Fontes e Credibilidade com IA
- A Necessidade de Verificação e Uso de Múltiplos IAs
- O Dinamismo do Mundo da IA e Estratégias
- Inerei e o Acompanhamento das Inovações em IA
- O Impacto do DeepSeek e Conscientização sobre IA
- Segurança de Dados e Educação no Uso de IA
- O Conceito 'Você é o Produto' e Raciocínio da IA
- Benefícios da Concorrência de IA para Usuários
- Publicidade (Clever)
- O Futuro da Busca: Mudança e Eficácia
- Geração Z e a Busca Visual em Redes Sociais
- Preocupações com a Qualidade da Informação e Influenciadores
- Proposta: Curadoria de Conteúdo por IA
- Conflito entre Engajamento e Qualidade em Mídias Sociais
- Integração de Links e Confiança no Google AI
- O Futuro do SEO com LLMs
- Visibilidade de Conteúdo para IA e Mídias
- Google: Consolidando Experiências de Busca com IA
- Anúncios Patrocinados e Confiança em IAs de Busca
- Experiência da Perplexity e Adaptação de Anúncios
- Comunicação Efetiva de Anúncios em Busca AI
- Publicidade (Vemars e Oportunidades)
- A Evolução da Experiência do Usuário na Busca
- Desafios de UX em IAs de Busca em Tempo Real
- UX Essencial para Acessibilidade da IA
- O Impacto Transformador da IA na Sociedade
- Diferenciais da Plataforma Inerei
- Soluções Corporativas e Segurança da Inerei
- Reflexões Finais sobre a Revolução da IA
- Despedida e Chamada Final para Ação
- Encerramento Musical
Tô produzindo um conteúdo, fiz uma pesquisa grande, tô ali interagindo com modelo até chegar no meu texto. Super importante às vezes a gente ir para um outro modelo de inteligência artificial e fazer essa checagem dessas informações e fazer esse double check. Então, acho que é super importante trabalhar com mais de um modelo. Esse mundo é muito louco, cara. A cada semana tem a gente é bombardeado com novas informações e tá o tempo inteiro se atualizando nessa geração Z, essa forma de como buscar as informações, como buscar conteúdo mudou.
Acho que é uma coisa que o Google olhou para isso e entendeu que esse cenário já não, já que o Google já não tem a mesma força do que ele tinha. Você vai para um LLM para uma determinada dúvida que talvez ele não te respondeu hoje, provavelmente daqui uns dois meses ele vai te responder. Sim. Os modelos melhoram muito, então é muito de de entender e acompanhar e de estar testando, de est se adaptando. Muito bem. Muito bem, meus amigos do PPT não compil, estamos aqui para mais um episódio e hoje nós vamos falar de um assunto que está aí no seu dia a dia.
Como que você busca informação na internet? Como que a gente vai buscar informação na internet daqui em diante com o advento da internet, da inteligência artificial?
Para falar desse assunto hoje aqui comigo, está aqui o Bernard Brown, que é head de marketing da Inenei. Certo, Bernard? Dá um oi pra galera aí, mano.
Perfeito. Não, super obrigado por abrir o espaço. Acho que a gente fica super feliz aqui de falar sobre inteligência artificial, poder contar um pouco da Ind, o que que a gente faz. A gente é uma startup brasileira que busca trazer o que tem de melhor no mundo, né? os melhores modelos de inteligência artificial em um único lugar para ajudar todo mundo a ser mais produtivo no seu dia, a ser mais criativo. Então, acho que vai ser um papo bem legal, bem descontraído e estamos super empolgado aqui pra gente comentar e falar sobre esses assuntos. Show de bola. E aí a gente vai discutir aqui como que vai ser esse esse mundo de buscar informação na internet a partir de agora. Muita gente procura no chat EPT, muita gente procura, né, no no no YouTube, no TikTok, o Google tá com alguns lançamentos que a gente vai comentar aqui. Então, eh, será que a inteligência artificial vai substituir o Google, né?
Vamos ver, vamos discutir aqui nessa, nesse episódio hoje. E se você ainda não é membro do PPT no Compila, primeiro, se você ainda não segue o canal, você tem que seguir agora. Clica lá no seguir, seja no Spotify, seja no YouTube, onde você estiver, segue a gente durante todo o episódio. Se você tiver alguma dúvida, quiser fazer um comentário, deixa o seu comentário, deixa o seu like agora. Mas se você quiser contribuir ainda mais com o nosso canal, você pode ser membro do PPT no Cupila. Vai lá no YouTube, do lado do botão de se inscrever, tem lá seja membro. você vai contribuir com pequeno valor aqui pro PPT no CPILA para pagar aquele rapaz do do operador, para pagar a nossa cerveja e ser e deixar o o a comunidade do PPT no CPILA cada vez mais fortalecida. Se você não pode contribuir dessa forma, você já contribui demais compartilhando esse episódio, postando nas redes sociais, mandando Slack da firma, no WhatsApp da família, enfim, ajude a nossa comunidade a crescer, porque a gente faz esse trabalho para trazer conteúdo de qualidade para você. Ajude a gente a deixar a comunidade cada vez maior.
Vamos lá que o está muito bom. Bora.
[Música] [Aplausos] [Música] [Aplausos] [Música] Cara, eh, se a gente pensar em como nós estamos hoje, né, e olhar para trás como as pessoas buscavam informação na internet, lá nos no período paleolítico da internet, digamos assim, eh dá para montar um filme né, cara? Porque você é um pouco mais novo do que eu. Não sei se você chegou a conhecer Alta Vista, Cadê? Você não pegou essa essa fase ainda, né, cara?
tinha os principal buscador na época de 90 e pouco, 2000 e pouco era o KD e tinha um site global que chamava Demos, que era um grande índice de sites de busca na internet. E aí os sites regionais meio que pegavam esse e essa indexação geral e colocava as diferenças regionais ali, né? No Brasil era o KD, o o mais famoso. E aí, se você tinha um site queria aparecer na busca, você tinha que ir lá e cadastrar o seu site, colocar uma descrição. Um ser humano, olha bem, um ser humano ia ler aquilo, ia provar ou não e você ia entrar no índice. Então você ia lá nas categorias e buscava, claro, na época que a internet era o tamanho de um ovo ainda, né? E aí veio o Google e com a indexação automática, etc. Eh, mudou isso, né? Na verdade, não foi direto teve o Yahu, né, que fez mais mais sucesso, etc. Teve o Atavista que tentou eh rivalizar ali com com com o Google com Yahu, com com Yahu. E aí acabou tendo a hegemonia aí por 20 anos, talvez do do Google, né?
E aí foi quando as coisas começaram a mudar, né? E eu queria que você comentasse um pouco, cara, sobre a forma que a gente tem hoje, eh, sem a gente entrar especificamente já na na discussão, eh, de como buscar informação na internet utilizando inteligência artificial, mas até um tempo atrás, você deve ter um conhecimento bacana sobre isso por estudar marketing, etc., Eu tinha visto uma pesquisa, por exemplo, que a geração Z usava o TikTok para buscar informação. Então, a galera não tá indo nem no Google mais. Eles, tipo, buscava informação no TikTok, etc., na busca do TikTok. Cara, isso para um ser humano de 41 anos se acostumar com essa visão é é totalmente disruptivo na minha opinião, cara. Muito louco, né? É muito louco. Eu não, eu não sou, não peguei essa geração, mas a gente tá se acostumando com essa nova forma de você fazer pesquisas. É o que a gente começa a perceber, entendendo mais essa geração Z, inclusive até um pouco mais da minha geração de Millenials, é que muda muito.
Eu acho que o Google cada vez mais ele perde a força que ele tinha, né, de ser a principal referência de pesquisa.
Quando eu comecei era a principal forma, né, de você pesquisar. Lembra da fase de escola, faculdade, era só o Google. A gente ficava buscando e passava naquelas páginas um, dois, três, caçava até a gente chegar na informação que a gente queria. O que a gente percebe que cada vez mais essas novas gerações não t mais essa atitude, não tem mais esse tempo, essa espera, né, de ficar ali procurando as informações. A gente percebe que é uma geração mais imediatista, então eles querem respostas mais rápidas, eles querem respostas mais visuais, então eles acabam procurando outras formas de absorver esse conteúdo, né? Na verdade, eles acabam procurando outras alternativas de fazer as pesquisas que eles querem até se informar sobre assuntos ou produtos. eles acabam indo mais muito mais para as redes sociais.
Eh, então a gente percebe cada vez mais TikTok, Instagram, influenciadores, esses criadores de conteúdo estão sendo cada vez mais responsáveis por transmitir essas mensagens, né, ou por dar a informação que eles querem. E começa a se criar também comunidades, principalmente, eu moro nos Estados Unidos, eu vejo o Reddit crescendo cada vez mais. Então, das pessoas entrando em comunidades, o Twitter também, o ex tem essas comunidades, das pessoas conversando ou fazendo pesquisas, falando por ali. Então, a gente percebe que essa nova geração tá olhando cada vez mais para novas formas de fazer essas pesquisas ou de buscar as informações que eles querem. E percebe que o o Google mais vem perdendo essa relevância que ele tem, a que ele tinha antes, né? Então, uma tendência que a gente percebe, ela fica muito clara.
Ah, e e é curioso, né, cara, porque eh uma empresa como Google, se a gente, claro que agora criticar isso é ser engenheiro de obra pronta, né, que a gente não sabia até até dois anos atrás a gente tava pensando que a disrupção do mundo da tecnologia ser o metaverso.
Verdade. Todo mundo só falava de metavers, todo mundo só falava disso, né? Então, criticar agora a estratégia do Google é ser engenheiro de obra pronta. Mas o Google ele diferente de da das outras bigtecs, né, como a Amazon e Facebook, etc., ele ficou muito calcado dentro do modelo de ads dele, que é sustentado pelo motor de busca, né? Tem ali uma evolução eh pro pro YouTube, um ads ali baseado no YouTube para criador de conteúdo, etc.
Mas o grande pilar é a busca, né, e o EDS através da do do motor de busca. O o Google Cloud, por exemplo, que compete com a WS, etc., nunca teve um market share muito expressivo, como a própria WS ou a EURE da Microsoft, né? E agora, cara, eh, inclusive como pauta desse podcast aqui que a gente vai definir, discutir, né, definir não, mas eh argumentar aqui sobre o que vai ser o futuro dos buscadores no futuro, a gente vê o que era indiscutivelmente a maior bigtech do mundo até uns anos atrás com seu modelo de negócio em cheque, né? Tá.
E é principal fonte de receita do Google Ads, bem desses desses buscadores do modelo que ele construiu ali de anos atrás. Mas é é muito engraçado quando a gente olha o Google. O Google com certeza, é uma das empresas que eu que eu mais acompanho e vejo a tanto em posicionamentos, ah, em falas de entrega de resultados, em quarters, entrevistas, a gente acompanha muito no Google, principalmente é uma das empresas que vem liderando esse papel na inteligência artificial, então cada vez vem se se posicionando à frente, né, de inteligência artificial. E uma coisa que eu acho muito engraçada no Google, que muitas vezes a gente esquece também, mas o YouTube é o segundo maior canal de pesquisa no mundo, né? Então ele tem essa grande parte de pesquisa e quando a gente olha o comportamento do Google na parte de Ads, há um posicionamento muito diferente do Google na parte de YouTube.
Sim. Onde você percebe que o Google no YouTube ele prioriza e valoriza cada vez mais creators. Uhum. E quando ele vai pra parte de pesquisa, inteligência artificial, ele valoriza cada vez mais o texto, o dii, né? Então é como se você tivesse a mesma empresa com times diferentes, olhando para coisas completamente diferentes e com estratégias diferentes. Com estratégias completamente diferentes, né? Quando a gente fala em pesquisa, os creators às vezes, muitas vezes, eles estão num segundo row ali ou terceiro row, né? Ele a gente vê muito mais o texto que ele tá te entregando, os links, né? toda essa parte de pesquisa, a na parte de pesquisa para você conseguir pegar as informações. Você olha pro YouTube, pro outro lado é a valorização do criador de conteúdo. Então eles olham, tem todo um programa para ele, um programa de rewards para você ganhar ah dinheiro com com base em visualizações. Ele te dá todas as ferramentas para você criar seus conteúdos. Então é muito engraçado a gente ver uma empresa que ao mesmo tempo sabe que o modelo principal dela é ali em ads, né, que é mais de 75 77% do faturamento do Google. vem dessa venda da parte de venda de anúncios, mas ela tem ali uma empresa do lado que é o segundo o buscador que olha para creators. Sim. Então é muito legal ver como o Google também ele tem essa, apesar ele já tem, já tem esse pezinho aí de criadores, então ele tá entendendo ainda como é que ele vai jogar esse jogo daqui pra frente, né? É. E e cara, esse o ponto que você levantou é muito interessante. Nunca tinha parado para pensar para esse lado, porque eh realmente a gente usa muito o YouTube para buscar informação, né? Pois é. E eu acho que são informações diferentes, porque quando a gente precisa ter uma informação mais imediata assim, tipo, principalmente ligado a consumo, você, pô, precisa achar alguma coisa para eu para eu ir num num restaurante, etc., Geralmente você vai no Google, mas quando você quer procurar um tutorial ou você quer ter uma informação de longo consumo, né, de de conteúdo mais intelectual, você geralmente vai pro YouTube, né, e aí você tem que valorizar o cara que cria, que gera essa esse conteúdo de uma forma mais cuidadosa, mais mais curada e etc, né? Eh, e aí nisso tudo, como você bem colocou, o Google trabalha com a Gemini hoje, que é um mega modelo de de inteligência artificial, que hoje tá permeando, eu acho, na minha opinião, ainda de uma forma meio tímida, né, todos os produtos do do Google, mas a gente ainda não vê uma grande convergência, né, entre eles.
Na busca a gente já vê que tudo que você procura, o Geminis já gera um sumário, né, no começo da busca ali, que já meio que te dá um resumo daquilo que você tá tá procurando. E essa semana, e foi o que motivou a gente fazer esse essa gravação, né? O Google lançou em beta, acho que só nos Estados Unidos. Aqui eu tentei acessar aqui no Brasil ainda não tava disponível. Ah, eu acessei só nos Estados Unidos. aqui no Brasil acho não consegui testar. Eu tentei, eu tentei com VPN e eu não sei se por causa da minha conta logada ele tem informação mais do que suficiente para saber que eu que eu tô no Brasil e não se precisar se basear sua VPN também não tava disponível que é o AI mod, né, do Google que eu tenho tô muito curioso para saber como é que funciona, mas vai ser uma abinha lá tem a busca normal aí, vídeo, foto, etc. Tem um AI mod.
Se você conseguiu acessar, conta pra gente como é que é, cara. Ah, é bem legal. Eu eu gostei da experiência. Ele já te dá na sua busca, quando você vai fazer sua busca, ele já coloca em cima de tudo, né? Bem naquela parte que a gente chama Bob default, já a resposta do Jamn. E uma das coisas que a gente consegue perceber até em comparação com outros modelos, né, até a própria Open AI que tem os links também, a gente percebe que o modelo do Gemn ele já te traz muito mais links do que um próprio do que o próprio chat GPT. Então, quando você usa o modo ali de pesquisa na internet, alguma coisa do tipo, a gente percebe que o Google ele tá de certa forma valorizando também ali outros players nessa busca. Então ele já vai te dar como se fosse um resumo, te responde a resposta, ele te dá até muitas vezes o raciocínio que ele usou para para ir colocando. Ele vai te escrevendo o texto, você tem ali os bullets, uma parte bem interativa, mas caso você não queira consumir aquele conteúdo, né, que ele já te gerou pelo jam, né, você tem que clicar ali para para ver mais ele abrir tudo, você já pode já dar um scroll para baixo e já ver os conteúdos normais, né? Então ele tá fazendo, pelo menos no quando eu testei, eu vi essa experiência, ela one page, né? Então, ah, ficava exatamente o Jam em cima com um destaque principal.
Ah, então é bem polêmico, né? Algumas pessoas falam os criadores de conteúdo, SEO, né? Então, muita gente que já traz esse assunto, que é alguns links orgânicos. Vou discutir isso aqui, para saber sua opinião. Discut, imaginei, mas já tem essa experiência mais natural, né? Então a gente já percebe que e há uma mudança também assim, outra coisa polêmica ainda nesse assunto é que você percebe uma mudança 100% de comportamento do Google. Onde você fazer uma busca, você tinha que o Google ele se insentava de ser o dono do conteúdo da sua resposta, onde ele ele passava, né, essa parte que quem tivesse rankeado ali os principais links, ele vai te responder e vai te dar essa resposta. E ele muda agora a forma dele de agir.
Então agora ele não vai terceirizar mais essa resposta, ele vai, ele mesmo te dá resposta. Hum. Por que você tá procurando ali. E isso muitas vezes tem algumas questões legais, né? Então, como é que fica a responsabilidade? Porque antes o Google ali transferia essa responsabilidade da resposta e agora ele tem um pouco dessa responsabilidade porque já tá te respondendo. Então, como é que ele vai trabalhar isso com AI, sabendo que a gente tem casos de alucinações, tem casos que ele te dá uma resposta errada? O próprio chattá toda vez que você tá pesquisando, ele vai, ó, confira essa informação. Isso aqui é uma informação gerada por IA. Então, como é que o Google ele vai tratar esses cenários, né? Isso aqui é um ponto que também tá sendo muito discutido ainda no mundo da IA. E, e é curioso, cara, porque a gente os produtos que a gente vê de de inteligência artificial conversacional, como o próprio Perplexity, o ChatPT, Gemini, etc., elas te dão uma resposta sempre fechada, elas não te dão referências ali, né? Quando você fala de busca, é necessário que você dê essas referências. E eu eu realmente não sei porque que eles adotaram no conversacional não dá essas referências. E não sei você que tá nos ouvindo, se já passou, por exemplo, uma experiência de de criar e treinar uma com mesmo com esses motores, com Gemini, com o próprio Open AI, com os motores do Chat GPT, etc.
Quando você faz o treinamento de uma haag com alguns arquivos vetorizados dentro da base vetorial para para fazer esse treinamento de conteúdo, ela te dá o tracking de onde de de quais fontes dentro da sua base ela encontrou aquela informação para poder montar a resposta final. E na minha visão, a busca deveria ser mais ou menos assim, né? ele deveria te dar esse tracking, esse racional de como ele chegou naquela informação, porque se você quiser conferir, né, pô, beleza, o Geminide já pegou os principais resultados, ele já me deu resumo, já facilitou minha vida, mas eu quero conferir, quero pegar mais detalhe. Então, aí você pode iria, poderia ir naquele link e seguir aquele aquele padrão, né? Eu acho que esse vai ser o novo comportamento. A gente já a gente já vê isso acontecendo. Por exemplo, hoje no chat GPT, quando você ativa o modo de pesquisa na internet, ele já te traz as referências que ele usou para te dar essa resposta.
Inclusive, você consegue clicar nas matérias, conferir a informação. Então, ele já tá fazendo esse trabalho. E o Jam também você tá te trazendo essas referências a hora que ele faz essa pesquisa na internet. Então, ele tem esse modelo do Generativa, mas os modelos estão cada vez mais adicionando essa funcionalidade de pesquisa na internet. Então o Google também ele vai te trazer as fontes. E é muito legal essa funcionalidade porque muitas vezes eu quero pesquisar sobre um determinado assunto, mas eu quero que as fontes sejam eh de órgão, de instituições acadêmicas ou de algum certo tipo, né, que tenha uma uma que tenha uma certa credibilidade na informação. Então você pode até especificar para ele na sua na sua busca. Ó, por favor, só me traga referências de eh instituições médicas ou acadêmicas.
científicas, não traga o blog do Zé, não traga o blog do Zé. Então você consegue dar uma filtrada muita e é bem legal isso porque já aconteceu isso muitas vezes comigo. Aí ele traz uma um blog, né, como se fosse um blog do Zé. Aí você até às vezes acha que o modelo alucinou, mas você clica aí no blog para ver a matéria e tá não, de acordo com a pesquisa feita na Universidade de São Paulo. Então ele ele entende a referência dentro da referência, ele consegue entender a referência dentro da matéria. Então também isso aqui é muito legal para ele trazer as informações e validar. Então eles já estão começando a usar. Então até acho que algumas semanas atrás o próprio Cloud, eles anunciaram que agora eles têm também pesquisa na internet. Então a gente tá vendo agora uma tendência de todos esses novos, de todos os LLMs, eles passarem a ter pesquisa na internet, trazendo essas essas fontes e trazendo essas referências, porque a gente sabe que pro consumor para quem tá usando a ferramenta é muito importante. Mas você tá escrevendo alguma coisa, tá produzindo um conteúdo, você quer fazer esse double check da informação. Sabe que os modelos alucinam, pelo menos deveria, viu gente? você não faz. Com certeza com certeza. É super importante fazer esse double check, né? E uma das coisas que eu sempre gosto de fazer, é até engraçado isso, né? O a gente tava falando aqui do Google, da parte polêmica outro dia, acho que teve um caso que saiu na internet que o próprio Google e falou para fazer uma pergunta, ele falou que se poderia fazer uma pizza com cola, alguma coisa assim. Então é muito importante aqui não só eu uso inteligência artificial, não só um modelo, mas como vários. Muitas vezes eu uso uma outra inteligência artificial para verificar o que para validar outra inteligência artificial. Então, se eu tô produzindo um conteúdo, fiz uma pesquisa grande, tô ali interagindo com modelo até chegar no meu texto, super importante às vezes a gente ir para um outro modelo de inteligência artificial para ele fazer essa checagem dessas informações e fazer esse double check.
Então, acho que é super importante trabalhar com mais de um modelo e é muito do que também a gente vai acaba fazendo na inner, né? Então, a gente que é essa plataforma que a gente construiu aqui, trabalha com vários modelos, trabalhar com vários modelos em um só lugar, né? Eu tenho feito alguns testes, né? A gente tava até conversando offline aqui com Crew Ai, eh, justamente com esses papéis diferentes. E a gente percebe que se você adotar eh os agentes com personalidades e papéis diferentes, com modelos diferentes, você consegue ter resultados melhores. Então, eu posso ter o modelo da Open AI como pesquisador, eu posso ter um deepsic como revisor, tá?
Né? E aí isso consegue, isso me dá um, uma robustez maior de evitar uma alucinação ou um vício, um viés daquele único modelo, né? Ah, eu eu acho isso muito legal. Acho que a gente as pessoas aprenderem a trabalhar com mais de um modelo, só tem a crescer. A, a qualidade vai melhorar cada vez mais. E, e a gente vê isso acontecendo na prática, né?
Muitas pessoas programadores preferem o Cloud do que o chat PT. Aí o Len é uma atualização nova de um modelo que é melhor do que o outro para determinada tarefa. Aí o outro vai lá, lança uma nova atualização que ganha agora desse modelo em tal tarefa. É muito engraçado esse mundo. É muito louco, cara. Cada semana tem a gente é bombardeado com novas informações e tem que tá o tempo inteiro se atualizando. Então é é bem divertido, né, a gente acompanhar e ver esse mundo. Sim, sim, cara. E e deve ser uma loucura lá na Inner, vocês acompanharem essa evolução desses modelos, tá? Eh, porque toda semana tem uma uma novidade nova, um modelo diferente, alguma coisa que vira hype naqu naquela hora, né? Tá, toda semana a gente toda semana, não, é todo dia. Todo dia, né, cara? Todo dia a gente tá acompanhando informações e se atualizando e vendo. Ah, a gente acompanha isso, a gente vive essas notícias de inteligência artificial porque muda muito. É o tempo inteiro surgem novidades. A gente tem muito esse DNA de querer ser o primeiro a trazer essas novidades pro Brasil. Então a gente quer, a gente tá sempre acompanhando com olhar lá fora, vendo e tentando trazer o máximo que a gente consegue aqui pr pros nossos usuários.
Tô fazendo uma um parêntese aqui da gente, vamos voltar pra pauta, mas como foi o o boom do Deepsic para vocês? Uma loucura. Foi foi muito legal o boom do do Seek, né? Acho porque ninguém ninguém não tava no radar de ninguém, né? Esses caras, né? Eu acho que eles não estavam no, pelo menos no meu radar não tavam. E o que eu acho que surpreendeu muito, chocou o mundo, é que trouxe um awareness pra inteligência artificial muito grande. Acho que muitos brasileiros começaram a falar que que é o deepic, que que é esse deepsic que tá acontecendo, entendendo que surge um rival da Opena. Então a gente sabe que ainda inteligência artificial não é um assunto tão presente ainda na vida de todos os brasileiros. Então ele trouxe muito awareness pro tema de inteligência artificial e as pessoas estavam curiosas, queram experimentar esse deepic que tá todo mundo falando, mas é uma empresa chinesa, mas é confiável, não é confiável? Então começa a ter várias teorias, não usem o deep seek, usem o deep seek, o deepsic é bem melhor, é de pessoas começaram a falar de viés, né? Começaram a falar de viés, né? Então começou a surgir muitas informações sobre o Deepsek e é aquele mundo que a gente fala, o mundo de hoje é o mundo que a gente consome conteúdo através de creators. E aí você tinha creators falando para usar o deepsic que era de graça. Você tinha creators para falarem para não usarem o deepic porque o governo chinês vai espiar todos seus dados e tinha todas essas preocupações.
Tinha muita gente querendo saber, querendo usar, entendendo. Então assim, trouxe muito awareness para para esse mercado de inteligência artificial.
Então acho que no próprio dia que lançou o DPS, a gente abriu uma live à noite para explicar, para falar do modelo. A gente foi, a gente trouxe, a gente implementou o depsic na inner também, então hoje você consegue acessar modelo.
Então foi muito legal, né? as pessoas, ah, mas é seguro, não é seguro. A gente explica paraos nossos usuários que a gente roda ele no modelo à parte, então a gente não usa a estrutura da startup chinesa, então a gente garante que todas a gente garante toda a proteção de dados, que os nossos dados vão ser vazados, não vai para ser retinados modelo. Inclusive, se você trabalha no cuá, faça isso. Faça um deployment na sua própria nuvem, na sua própria subscrição, na sua infraestrutura, né?
Não, não use a subscrição padrão do SAS corporativamente, por favor. ou use uma empresa como a Inerei para proteger os seus dados. Ah, inclusive nos nos próprios termos da da que eles falam que eles usam seus dados para treinamento do modelo. Então, é super importante.
Muitas vezes a gente tá colocando dados que às vezes não são nem nossos, mas dados sensíveis de clientes nossos, né?
Então a gente não tem, a gente não tem muito essa educação ah de entender os riscos que a gente tem a usar esses modelos de inteligência artificial. a gente tá colocando, ah, a gente tá colocando muitas vezes dados de clientes nossos, eh, dados pessoais nossos nesses modelos que vão ser usados, vão ser vazados. Então, é super importante eh escolher as plataformas certas que você vai usar com segurança. Então, eh, isso é esse é um ponto de educação que é um tema super forte nos Estados Unidos. A gente escuta muito sobre esse tema de como você se tem a segurança de usar a inteligência artificial, de como você vai saber usar inteligência artificial.
E aqui falta um pouco essa educação das pessoas entenderem os riscos, né? A gente muitas vezes fala assim: "Ah, mas é de graça, de graça, de graça." Assim, a gente fala: "Não, there is no freelance". Exatamente. Se você não paga por um produto, talvez você seja o produto. Você é o próprio produto.
Então, é um pouco assim que a gente tem que explicar muitas vezes isso, né? Mas ah, por que que vocês cobram o DeepS na plataforma de vocês se o modelo é de graça? Então assim, a gente não usa, né, o o sistema de graça porque senão seus dados vão ser vazados e vão ser compartilhados e não só os seus dados, mas todos os dados que você imputar dentro da sua plataforma. Então a gente tem tudo isso em nossos servidores, servidores dos Estados Unidos, que seguem todos os protocolos de segurança aqui para garantir a que nada seja eh compartilhado para com os modelos e nada seja usado para retreinamento desses dados. Então é um papel, foi muito legal o Deepsic, porque o Deepsek ele abriu assim, vári, foi o primeiro que mostrou o Deep Thinking, né, que aí trazia já o racional por trás da resposta final, né?
Isso que foi o modelo R1 dock. Isso, R1.
Ele lançou o Deepsic. Cara, eu achei incrível aqui. Ah, ele lançou o Dipsic V3 e aí depois ele lança o modelo de raciocínio profundo. Se eu não me engano, a Open Ai já tinha o All com raciocínio profundo mostrando, mas acho que o Dips que ele elaborava mais esses espaços, né? Agora isso ele mostrava que você clicava e ele ele pegava ele te mostrava como em linguagem humana, né?
Como ele relacionava toda a memória de da conversa. Tá, o usuário é assim, então talvez ele queira isso. Fala, [ __ ] velho, é muito legal, maravilhoso. Você entende exatamente como a IA tá pensando para te dar resposta, né? Então ele vai falar: "Ah, o usuário me pediu isso, então eu vou olhar para isso, eu vou pensar dessa forma aqui". E aqui tá minha resposta e as inferências, né? Porque ele, se ele perguntou tal isso, talvez ele tem um background técnico e então a resposta tem que ser mais técnica, cara. É incrível, incrível, é muito legal. É muito legal. E aí também vira padrão, né? A gente vê agora o Cloud com 3.7 também, o Cloud 3.7 que também te dá ali a de raciocínio agora. Então o modelo vai novo, os outros já vão atrás usar e vai mostrando. Mas acho que todo mundo só tem a ganhar. Claro, é uma evolução e uma concorrência saudável, digamos assim, pelo menos pro usuário. Para eles talvez nem tanto. A gente tem muito mais se beneficiar dessa concorrência, né?
Então, estão ali todos tentando melhorar seus modelos a cada dia. Então, quem tem a se beneficiar somos nós que temos hoje a oportunidade de ter acesso a esses modelos. Quero falar com você agora que ainda não conhece a Clever. Clever é uma empresa que já tem mais de 3 milhões de usuários em 30 países com 30 idiomas diferentes, que tem trazido soluções em blockchain, criptomoedas e ativos digitais. O objetivo da Clever é te dar liberdade financeira para operar esse mercado de cripto. Então, se você acredita nisso, se você acredita nessa liberdade, você já pensa como a Clever, vai conhecer os caras, é clever. Estão contratando também pessoal para trabalhar com cripto, com blockchain.
Então, se você tem interesse, se você tem conhecimento nessa área, procura a Clever. Se você gosta de criptomoedas, se você opera no mercado, você precisa conhecer a Clever, precisa conhecer as soluções da Clever. Então o endereço tá aqui embaixo no vídeo. Para quem não tá no YouTube é clever. Vai lá, vai conhecer que realmente é um mercado sensacional.
E e cara, voltando pro pro modelo de busca aqui, né? E aí até extrapolando um pouco o a visão de futuro, né? Você acha que em algum em algum momento breve, não tô falando em 2030, mas em pouco tempo, assim, a forma de buscar informação na internet, ela vai ser tão diferente do que a gente tem hoje com Google, etc. E e na sua opinião, ela vai ser mais ou menos eficaz nesse sentido? Eu acho que a forma já mudou. Eu acho que pra nova geração essa forma já mudou de pesquisar no Google. Acho que é uma coisa que talvez ainda tá mais na minha geração, mas acho que nessa geração Z essa forma de como buscar as informações, como buscar conteúdo mudou. Acho que é uma coisa que o Google olhou para isso e entendeu que esse cenário já não, já que o Google se já não tem a mesma força do que ele tinha, né? Eu acho que as pessoas elas não conseguem mais encontrar as informações que elas querem. Acho que a qualidade caiu. Acho que tá tem surgido novas formas. Então acho que esse esse comportamento eu vejo que ele já mudou. Eu vejo cada vez mais TikTok, conteúdos visuais, mostrando produto, criadores de conteúdo, sendo responsáveis por transmitir esse sendo responsáveis, né? Como você falou, você deu o exemplo da pizzaria, né? Você falou: "Ah, eu vou no Google para pesquisar uma pizzaria para eu jantar e noite". Hoje em dia eu não vejo mais as pessoas fazendo isso. Vejo as pessoas indo no TikTok perguntando melhores pizzarias em São Paulo e aí você vai assistir 10 vídeos de influenciadores contando as 10 pizzarias que eles preferem em São Paulo para ir. Pô, me senti um velhão agora com essa comparação. Eu vou no Google, ponho no Maps, não vejo a distância, não. Hoje em dia as pessoas elas vão muito mais visual. Então eu tô vim aqui, tô em São Paulo, quero sair hoje jantar com a minha esposa, eu quero ir num restaurante italiano, vou lá no TikTok, me pesquiso, ah, melhores restaurantes de São Paulo. E aí ele vai já na busca me trazer um monte de vídeos de influenciadores, vídeos de 30 segundos, vídeos de 45 segundos, faz aqueles reviews de restaurante e aí você acaba tomando a sua decisão por ali. Então já acho que já mudou essa forma, né? até até o caso que você trouxe aqui que é não, esse caso eu vou no Google, mas para essa nova geração eles já, para esse mesmo caso eles já não vão mais no Google para fazer isso. Então eles já tão já nessa parte aqui de TikTok aí vídeos. Então acho que é, então assim, o Google entendeu muito bem isso. Eu acho que é um caminho que era perigoso ele não fazer essa mudança. Cara, mas você não acha que é um um um caminho meio perigoso no sentido da qualidade da informação?
Porque quando você tem uma curadoria de um algoritmo, como por exemplo o Page Hank, que até uns anos atrás ele era hackeável, digamos assim, né? você não tinha tanto, tanto controle sobre a qualidade do conteúdo, mas você tinha algumas técnicas de de SO, etc, que te elevava lá teu p rank, dava uma certa segurança segurança para que você conseguisse levar teoricamente o melhor resultado mais confiável, etc. Para para cima.
Quando a gente fala do mundo de influência, eh, se eu vou ali no TikTok ou no Instagram e coloco lá melhores pizzarias e tal, cara, eu não sei o que de fato tá por trás daquele influenciador que escolheu aquelas 10 pizzarias e e sabe, eh, fica uma coisa de uma segurança da informação que talvez eu, por ser no limite do milênio ali, no quase No que que vem que eu não lembro, não sei. Eh, que que é o operador, mano? Me ajuda aí.
Mas eu me lembro, não sei. Tão velho que ninguém lembra. Eh, mas eh eh sabe, é uma coisa que eu não consigo ter uma uma confiança, sabe, do que do que você vai ter ali. E e e como que a gente vai tratar isso no mundo onde a IA, em tese, vai ter essa informação mais rápida e eu não vou ter tanto esse controle sobre o que ela vai curar? Na minha visão, um uso muito adequado desse tipo de tecnologia será seria usar o a própria inteligência artificial para avaliar o conteúdo e trazer o melhor conteúdo para cima, sabe? Um page Hank com Iá, sabe? Mas pode ser só um senhor falando isso.
Não, mas acho que é um ponto é é super válido, né? a gente, como a gente vai para esse mundo de creators, a gente perde o controle sobre o conteúdo que tá viralizando e o conteúdo que a gente tá tá consumindo. Quantas vezes a gente não escuta tem o termo de ah informações falsas, né, se falado de fake news, é um dos temas mais polêmicos e a gente sabe hoje que esses principais players, né, o Instagram, TikTok, eles passam um panel para isso, porque o que mais importa para eles é maximizar o tempo de engajamento do usuário na plataforma.
Então é difícil de até as próprias plataformas, né, os donos do modelos não tão interessados em fazer essa curadoria do conteúdo, né, eles não têm interesse em fazer essa curadoria. Interesse maior deles é garantir que o usuário permaneça mais tempo na plataforma. É para isso que eles maximizam aí os esforços deles.
Então tem um pouco desse conflito, né, de saber. E minha opinião é que eu acho que a gente tem que cada vez mais, as pessoas elas vão olhando e vão vendo comentários, vão vendo o que que as pessoas vão falando. No caso específico da pizzaria, acho que você vai ver o vídeo, mas também o que as pessoas comentam sobre esse vídeo, sobre os lugares, tentando pegar informações de de outros lugares para conseguir dar um double checks. É verdade, né? Então, às vezes você dá uma olhada ali na na pizzaria que é a sua primeira busca, ela veio do TikTok, mas você vai dar uma conferida ali no Google para ver qual é a nota do estabelecimento ou alguma outra coisa assim. Então, eu acho que talvez ele pode ser sua primeira busca, mas talvez ainda não é a sua decisão final. Não sei. Pode ser, pode ser. É, é, é, é que é meio, mas eu acho que isso aqui é uma decisão final mais da nossa geração. Acho que a geração mais nova já é, então é esse que é o problema, sabe?
E aí eu acho que entra tudo naquele naquela questão que aí, como você falou, de fake news, etc., porque você não vai ter mais um uma curadoria fina do conteúdo que é de fato disponibilizado, né? A menos que nesse novo modelo de busca que que o Google tá trazendo com com EAI mod, etc., ele traga uma herança aí de repente do de page rank, etc., e que consiga curar bem esses conteúdos, né? E aí eu acho que talvez funcione melhor do que você procurar informação no TikTok.
Sim, né? Então você vai vai ter muita gente que vai preferir procurar informação dessa forma. E e eu acho que o Jam vai acabar fazendo isso, né? Ele vai acabar dentro a ali do daquela da parte da que ele já tá te dando a resposta. Acho que muito provável ele vai incorporar esses links de SOS melhores rankeados. Acho que ele vai trazer essas informações ali dentro porque é um modelo dele, né? Então ele tá fazendo a a pesquisa e ele quer te dar a melhor resposta. Então se ele já tem os links melhores ranqueados de informações ali que tem o domínio alto, que são informações confiáveis, não tem por também ele não trazer essas informações pro usuário na resposta, né?
Principalmente quando a gente fala das referências. Acho que é uma coisa que naturalmente o Google vai acabar trazendo isso para dentro dessa funcionalidade. Então eu acho que ele já faz isso de uma certa forma, ah, de tá priorizando ali esses conteúdos que estão melhores ranqueados para para garantir mais a essa confiança nessas informações. E como é que você acha que vai ser nesse modelo de busca por IA dentro do Google? Vamos supor que o AI mod ele passe a ser o padrão a partir de um determinado momento que a gente imagina que seja próximo, né? Que a inteligência artificial passe a fazer a busca por você. Como é que você acha que vai ser o SEO nesse momento?
Acho que esse é um tema que tá sendo muito discutido e o que a gente começa a escutar cada vez mais é esse novo termo de SO para LLMs. Então é como eu posiciono o meu conteúdo para ser priorizado nos LLMs. Então como é que eu vou fazer que a minha marca apareça quando alguém pesquisar no chat GPT ou no Jablin sobre qual é a melhor pizzaria de São Paulo, como é que eu vou fazer para arranquear minha pizzaria ali no topo, né? Então, como que eu fico visível para inteligência artificial, né? Isso como que você vai garantir que o chatpt responda que é a sua pizza?
Como você vai garantir que o Google, que o Jamline responda que é a sua pizaria pior, mano. Imagina e desculpa te interromper, mas é que eu vou pensando e aí as coisas eu vai vindo outras questões, mas por exemplo, como é que eu eu tento garantir de que ele indexou sobre minha pizzaria, tá? Mas não indexou o comentário negativo que o cara comentou e etc, sabe? Ah, acho que acho que tem muitas coisas surgindo sobre esse assunto, né? Acho que esse assunto é um assunto que com certeza vai crescer, já é bem, já é muito falado, né? A gente já escuta muito sobre SO para Labs e como você vai posicionar, como vai fazer. a gente tem que entender como que os modelos de e a generativa eles treinam, né, todos os datas deles.
Então, sempre quando a gente trabalhar com dados de Wikipedia, que a gente sabe que é uma fonte de formação que eles usam para coletar cora, enfim, tem outras ali. Então, é você entender como é que os esses motores de busca ali estão sendo treinados para você conseguir posicionar ah os seus produtos ali para para que os próprios al entendam sobre isso, né? Mas acho que esse é um assunto que a gente ainda vai ver ele evoluir muito e que ninguém sabe muito bem ainda, né, cara? Ah, tem tem muita coisa surgindo, cada vez tem mais novidades, né? Acho que os próprios modelos eles vêm se atualizando muito em relação a isso. Então vai começar a trazer vídeos de YouTube também agora nessas nessas nessas perguntas, né?
Então acho que tem muitas coisas que ainda vão acontecer sobre esse tema, né?
Então cara, esses dias eu fiquei surpreso que o eu fiz uma pergunta no chat EPT e ele trouxe um embededo do YouTube, cara. Legal, né? Você gostou?
Gostei. Falei: "Caramba, olha isso." E ele acertou assim, o vídeo tava era relacionado, não era exatamente o o o core do que eu do que eu esperava, mas era vai 80% assertivo. É, eu eu gosto muito dessa experiência. Acho que a hora que você consegue combinar texto com visual, entregando numa experiência e fica ficou agradável ali. Você podia uma surpresa super agradável, ficou agradável. Você poderia clicar no vídeo para assistir ou ele te deu uma resposta embaixo também caso você não queira assistir o o vídeo. Então eu acho que ele consegue combinar muito bem essas experiências, né? E a questão é como que ele vai refinar para escolher esse vídeo do YouTube para te trazer.
E acho que esse esse é um é o que as pessoas vem esse é o grande o black hat que vai rolar no próprio próximo. Como é que eu faço pro cara procurar sobre futuro dos buscadores no chat EPT e esse vídeo aparecer? Não, acho que isso vai ser esse vai ser o grande tema, né? E aquela vez, mas acho que o movimento é claro da gente ver os integrados, principalmente o Google. Eu acho que o Google ele vai conseguir integrar tudo nessa experiência, né? A gente sabe que eu acho que o Google vai conseguir integrar os links de orgânicos ranqueados de de SEO ali dessa experiência, vai entregar os anúncios patrocinados, porque a gente sabe que o Google não pode abrir mão dessa receita e ainda vai ainda te dar também esses vídeos de YouTube nessa experiência também, porque como a gente falou, o YouTube também é o segundo maior buscador, então ele acho que ele vai conseguir consolidar tudo nessa experiência, ou pelo menos eles devem estar olhando para consolidar isso.
Então, tô bem curioso aí para ver como que vai ser essa nova forma de busca aí, né? A gente de fato, acho que é um produto que eles lançaram em beta eh, nos Estados Unidos e e pelo que a gente percebe, né, até de todos os comentários até do conversas do CEO, do próprio Google falando, o Google ele tá completamente com foco nesse no nessa nova forma de busca. Então, acho que é um produto que vai acelerar muito dentro do Google e acho que vai evoluir muito aí nos próximos meses, né? Acho que cada vez mais vai ser onde eles vão colocar mais esforços e vão ter cada vez mais novidades aí. Então acho que vai vai ficar bem interessante aí essa essa nova página do Google. Eh, você falou sobre o os links patrocinados dentro do do do próprio resultado consolidado pelo LM. Eh, mas aí até uma uma pergunta de de opinião tua. Será que isso não pode distorcer um pouco a confiança do modelo? Se eu pago o meu resultado, ele ele tá bem ranqueado, mas a inteligência artificial vai me curar? Você percebe, percebe que tem um conflito de de confiabilidade nesse nesse nesse modelo?
a gente nem sabe se isso vai acontecer, tá? A gente tá aqui no exercício de futurismo, sei lá, de eh Mas são muitas questões abertas, né?
Porque é um modelo de negócio que vai conflituar com, vai gerar um conflito com o modelo de ads próprio Google, porque hoje o Google ele consegue se insentar um pouco, porque quando você faz uma busca ele deixa claro que é patrocinado e aquilo que ele rankou embaixo. Como é que vai fazer isso na inteligência artificial, cara? Legal.
também tô ansioso para ver, mas quando a gente olha hoje a gente pode pegar, por exemplo, a Perplexity, né? Acho que a Perplexity talvez ela briga muito de ser o rival do Google, né? De ser essa nova forma de você buscar pesquisar, de fazer pesquisas. Acho que eu acho que é o modelo mais subestimado que as pessoas falam muito pouco, mas um pouco modelo, cara. Total, total. Eu acho incrível.
Acho que a forma como eles eles estão eles estão ali literalmente batendo de frente com o Google e mostrando uma nova forma de você fazer pesquisas, né? Então acho que poder fazer essa forma de uma forma bem legal também. E até num podcast que eu assisti do do CEO da da Perplexity, ele fala claramente que ele enxerga muito que no modelo deles vai vir de ads, né? O modelo dele de receita, ele acredita muito que vai vir de ads e que ele consegue integrar dentro dessa plataforma uma uma parte de você colocar anúncios patrocinados ali de uma forma que não vai atrapalhar a experiência do usuário, né? uma forma que muitas vezes e até um um pouco engraçado, né? Porque o Google não tinha anúncios patrocinados, ele coloca pela primeira vez anúncios patrocinados, eles estavam fazendo um teste para ver se as pessoas iam aderir e se não iam aderir e como ia ser. E as respostas foram muito positivas estéticas eles fizeram. Muitas pessoas elas preferiam os anúncios patrocinados porque até às vezes faziam um papel melhor do que as posições orgânicas ou até entregava uma informação melhor. Então pessoal que tá começando agora, chegou com um produto super inovador, um produto diferencial, não conseguia, demora para você fazer um trabalho de SEO e você conseguir rankear no Google. Então, quando você coloca esses anúncios patrocinados, essas e essas e e essas marcas ou produtos, enfim, começa a ter essa relevância e consegue atrair os os clientes, eles preferiram Uhum. ter esses anúncios patrocinados, né? Tanto que o Google, ele acaba rola isso para todos os e vira o principal produto para todos os países e vira o principal produto. Então, acredito que devem encontrar uma forma de ter esse equilíbrio, né? Não sei como que vai, como que vai ser isso, mas de uma certa forma muitas vezes até o o patrocinado pode até te ajudar às vezes talvez uma parte em que a IA Generativa não tá te dando a resposta certa ou que você exatamente tá procurando e talvez um anúncio patrocinado consegue te ajudar. Não sei. Mas acho que pode ter sim. Eu eu acredito que pode ter uma forma de de conviver esses dois de uma forma que eh talvez seja transparente pro usuário também, né? dele tem esse entendimento, mas que não atrapalha a experiência dele e de busca de uma certa forma. Uma coisa que a gente vai tem que acompanhar e ver como que vai ser. Me colocando no passado aqui, eu imagino que algum chato como eu lá no começo deve ter falado: "Cara, mas você vai colocar o cara que tá pagando na frente, isso não vai gerar um problema de credibilidade do cara tá ranqueado e tal". Então, eh, concordo contigo que é tudo uma questão de de adaptabilidade do produto, né?
e de você comunicar isso de uma forma efetiva, que é um um resultado patrocinado, assim como fizeram na busca, né, uma questão de adaptação de produto, né? Total, cara.
É, minha cabeça explodindo aqui agora com com esse papo. Bom, você que tá vendo esse podcast da hora, tá vendo um monte de problema aqui que a gente tá colocando, né, e quer uma ajuda aí na sua empresa, faz o seguinte, entra no site aqui da Vemars que a gente pode te ajudar.
vems. Nós somos uma empresa relacionada à arquitetura de soluções, a modernizações de aplicações. Também atuamos no na fante de DevOps para ajudar vocês a serem extremamente ágeis.
Então, dá uma olhada no nosso site que vai estar aqui embaixo, vemmbers. E lá você vai poder ver um pouquinho da nossa história, dos nossos profissionais. E aproveitando, se você for um profissional da área de tecnologia, que tá a fim de trabalhar numa empresa legal, um monte de colega, gente boa e tecnologia de ponta, manda o e-mail pra peoplecare@vemars. É, agora eu quero meu show, velho.
E cara, pra gente arredondar o assunto, hoje a gente tem uma experiência de navegação muito baseada em busca. Eh, e aí quando eu falo experiência de navegação, eu tô falando de mobile, que é 90%, não sei se chega 90% já hoje, né? Mas aí pelo menos 80% de experiência de uso da internet em dispositivos móveis, né? Mas quando a gente fala de browser, a gente tem uma experiência muito relacionada a motor de busca, né? Então, Firefox tem a a telinha do do do Google já de de primeira, o Chrome, obviamente, tem ali a a busca do Google também de primeira. Como que você acha que vai ser essa experiência de navegação nesse futuro que para mim é daqui alguns meses?
É uma ótima pergunta, porque isso junta uma questão meio que de experiência do usuário, né, com com a forma como você lidar o contato usuário máquina, sabe que hoje você tá ali no, por mais que a gente use inteligência artificial muito no dia a dia, eh, vem uma coisa na sua cabeça, é um é um instinto de você abrir a barrinha do Hoje a gente nem usa mais a barra do Google, você vai direto na barra de endereço e faz a pergunta direto lá. lá, né, cara? E isso mudando, será que a gente vai ter uma integração dos LLMs com browser, assim como a Microsoft tem feito com o Copilot, né, tentando fazer uma uma experiência mais sinergética.
Mas, cara, isso tem um impacto na usabilidade do usuário gigantesca, né?
É muito engraçado. Você já pegou um celular na mão e aí você queria fazer uma dúvida, você já ficou na dúvida se você ia para uma LLM, se você ia pro Google fazer essa pesquisa? Várias vezes. Várias vezes. Várias vezes. Acho que muitas vezes a gente não sabe como que vai ser o nosso próprio comportamento. E vou te falar, a maioria das vezes eu acho que eu tô indo para LLM. A maioria está indo para LLM. Eu também. Eu acho que a maioria tô indo na LM. Eu também. E E é muito engraçado isso, né? Porque o comport e muitas vezes quando eu tô até no desktop, acho que até eu vou no Google, sabia? E quando eu tô no celular, o meu comportamento às vezes é mais Exato.
Porque eu acho que a usabilidade do desktop, você tá ali na na máquina, eh é meio que instintivo você abrir a barra ali, colocar pergunta e tal, tudo que a gente quer saber também, né?
Então as pessoas assim, a gente tá se autoconhecendo e conhecendo as plataformas. Então, muitas vezes que a gente tem algumas dúvidas, a gente, ah, acho que é melhor ir por aqui, acho que é melhor ir por ali ou vou por aqui.
Então, a gente tá meio que se descobrindo todo o tempo para cada tipo de informação aonde eu vou e vai mudando muito isso, né? E a gente vai ficando com essa dúvida. Então, é muito engraçado pensar como é que projetar, como é que vai ser essa experiência. A hora que a gente tem criadores de conteúdo, a gente tem IA generativa, a gente tem pesquisa na internet, pesquisa na internet com IA. Então assim, são muitas as possibilidades que a gente acaba tendo, né? Então a gente vai se se descobrindo, acho que a gente vai andando, vendo como vai acontecendo, vai evoluindo, mas eu acho que o mais importante a gente ir sempre testando, né? Sempre conhecendo, porque muda muito. Então às vezes quando você vai pro você vai para um LLM, para uma determinada dúvida que talvez ele não te respondeu hoje, provavelmente daqui um dois meses ele vai te responder. Sim, né? Os modelos melhoram muitos. Então é muito de de entender e acompanhar e de est testando, de est se adaptando. E eu acho que até pode até ser que vão surgir comportamentos diferentes.
Comportamentos vai ter um comportamento quando você tiver no seu celular, vai ter outro comportamento quando você tiver no seu computador. É muito da gente entender ali como que vai ser isso, assim como naturalmente já é hoje, né? Acho que ninguém abre o Google no celular para pesquisar alguma coisa. Ou abre? Acho que abre. Abre. Ab. Ainda sim. Ainda sim. Mas tá mudando. Mas tá mudando. É, mas tá mudando. Daqui a pouco você vai abrir o talvez o aplicativo do Jab ele vai, talvez ele mude essa forma, né? Ou ele ainda vai continuar no buscador do Google. O Jab a gente não sabe. Então tem muitas coisas.
Eu acho que o que o que deu um bloqueio ainda do até hoje, né, pra gente buscar informação atualizada sobre busca, que eu ainda procuraria muito o Google, era o gap que a gente tinha de indexação dos LLMs, né, que tinham eh base de treinamento com um um trashold aqui, um gap de de treinamento grande que tá reduzindo cada vez mais até desatualizado essas informações, né, os modelos a treinados junho de 2024, então isso cada vez mais eles vão reduzindo também esses gaps de de atualização desses databases. Isso. E aí agora com esses modelos de MCPs, etc., de busca de informação, a gente tende a ter um um modelo cada vez mais real time, tá? E aí vai ser curioso saber como que vai ser o comportamento do usuário. Eu fico imaginando como que tá a galera de user experience olhando tudo isso. Os cara deve tá é o é um desafio grande ou muito empolgado ou muito ou muito desesperado.
Não, mas é um desafio muito grande de user experience, né? Como que você consegue combinar tantas informações em um lugar para que o usuário consiga entender? Porque as a gente olha pra IA Generativa, fala assim, consegue fazer coisas incríveis, mas se a gente não facilitar esse acesso e não deixar de uma forma fácil e acessível para as pessoas conseguirem usar, ele vai continuar tendo barreiras e bloqueios.
Então, e o ex, acho que é uma das partes mais importantes que você tem aqui nesse processo é de como que você consegue tornar cada vez mais simples pro usuário leigo conseguir utilizar. Muitas vezes as pessoas acham que inteligência artificial é uma coisa difícil de você usar, difícil de você mexer, que você tem requer um conhecimento grande para você conseguir usar. É claro que quando você domina e entende as técnicas de inteligência artificial, você vai conseguir utilizar melhor essa ferramenta, você vai conseguir extrair mais valor. Mas é um papel importantíssimo de user, de de UX, de como é que você vai facilitar cada vez mais pro usuário a hora que ele tá cada vez mais bombardeado de informações e possibilidades do que ele consegue ou não fazer usando inteligência artificial. Então eles não param de lançar features e funcionalidades novas.
E você tem aqui um pedaço de tela aqui pequeno que você tem que combinar e todas essas informações e dar essa clareza pro usuário do que que ele consegue fazer, do que que ele não consegue fazer. Então é é um baita desafio. Muitas das pessoas elas não conhecem todas as funcionalidades que o CHP GPT tem ou que outras ferramentas oferece. Acaba ainda no no chat, faz uma conversa, conversa com ele e a interação para por aí, né? Então tem um desafio grande de como consegue consolidar todas essas funcionalidades, features em na ferramenta e deixar isso aqui fácil pro usuário poder usar e aplicar no seu dia.
Cara, e como que você e a Inerei, vocês devem discutir isso muito, né, até para preparar roadmap de produtos, etc? Como você vê o impacto da inteligência artificial na vida comum do ser humano ali?
em dois e 5 anos.
Acho que o impacto é brutal. Acho que a inteligência artificial, ela consegue preencher um espaço muito importante de educação na vida das pessoas, né? Acho que a gente com usando, sabendo usar inteligência artificial, a gente consegue aprender novas habilidades que antes talvez não era, a gente não pensava ser possível. Então eu consigo perceber muito, eu vejo essa visão da inteligência artificial, ela consegue capacitar hoje qualquer pessoa a desempenhar bem com eficiência em determinadas tarefas, né? Então a gente sabe que hoje no Brasil a gente tem um problema educacional muito grande. A gente sabe que educação, acesso à universidades é uma coisa difícil no Brasil. Até educação básica de escola, uma coisa complicada. E as pessoas elas conseguem através de inteligência artificial muitas vezes preencher gaps que ela não teve educacional. Então, de de aprender a fazer um bom planejamento de marketing ou aprender a uma determinada tarefa e conseguir se desenvolver e saber usar inteligência artificial até para suprir esses gaps e usar inteligência artificial até como planos de estudo para ela conseguir desenvolver e aprender novas habilidades, né? Eu não sou programador e começo a usar inteligência artificial até às vezes para codar e brincar, criar alguns aplicativos e alguns jogos.
Então, bom, mas se você usa inteligência para codar, você tá codando ser programador, cara. sou programador.
Então, já pode pegar a bedzinha ali. Ah, e é muito legal quando a gente começa a ver as possibilidades que você nem imaginava que você conseguiria desempenhar a hora que você passa a usar inteligência artificial. Eu acho que cada vez a gente conseguir trazer mais esse pilar educacional de ensinar as pessoas como usar inteligência artificial, acho que isso aqui vai ajudar muito. Ah, eu vejo cada vez mais inteligência artificial como sendo um braço da pessoa, uma coisa que você trabalha junto com ela como se fosse seu assistente pessoal. Uhum. Você ter uma pessoa ali do seu lado que vai te ajudar a ser mais criativo, vai te ajudar a ser mais produtivo, vai te ajudar você se capacitar em determinadas coisas que você antes não conseguia ou ia demorar muito tempo para conseguir fazer. Então eu vejo a inteligência artificial com um papel muito importante de te ajudar a conseguir entregar muita coisa no seu dia e ao mesmo tempo te devolver horas importantes do seu dia para você se dedicar com família, se dedicar para que coisas que realmente importam na sua vida, que muitas vezes falta esse tempo.
Então acho que a gente conseguir casar esse uso de inteligência artificial de forma eficiente tem um ganho enorme pra sociedade.
E hoje na Inrai, como que vocês trazem isso como como produto? É, e e uma coisa que eu fiquei curioso quando eu entrei para conhecer os produtos de vocês e tal, que vi que vocês trabalham com vários modelos, etc., como é que vocês se diferenciam do produto do daquele modelo específico? Por exemplo, eu tenho lá o chatto. Legal, né? Como como que vocês fazem esse diferencial? Acho que essa é uma das perguntas que a gente mais escuta, né? É, provavelmente. Mas é muito legal assim, a a Inner, a gente é completamente agnóstico em relação aos modelos, né? Então a gente sabe que o chat PT ele é fantástico para fazer determinadas tarefas, mas existem outros modelos muito bons para outras tarefas, inclusive melhores que o chatpt.
Programadores preferem codar no cloud, fazer pesquisas na internet, muitas vezes preferem usar o Gamet ali buscando no Google, que é o melhor buscador.
Então a gente, o que a gente faz dentro da Inner é permitir os usuários de combinar os melhores modelos de inteligência artificial em único lugar.
Então, sabendo que tem esses modelos, imagina quanto que seria uma mensalidade para você ter o chat PT, para você ter o Cloud, para você ter o Gemney, para você ter uma perplexity para te fazer uma pesquisa. Cada um desses modelos, além deles serem cobrados em dólares, é custa caríssimo. Então, você tá falando de uma mensalidade aí de 20 para cada desse modelo. São 80, 100 que você teria que desembolsar todo mês para ter acesso a esses modelos. O que a gente faz, a gente reúne todos eles dentro de uma plataforma e a gente cria também em cima da nossa plataforma funcionalidades paraos nossos usuários. Então, a gente tem biblioteca de prontes, a gente tem assistentes, a gente tem templates estruturados que facilitam o usuário.
Então, até para um usuário leigo que não sabe muito bem ainda como usar, como criar prompts eficientes, a gente ajuda ele para que ele consiga extrair mais valor da inteligência artificial. E a gente, além disso, a gente combina também outros modelos para geração de imagens, vídeos, áudios. Inclusive a gente até tem um bote de reunião para gravar todas as suas reuniões com inteligência artificial. Então você não precisa mais estar ali na sua reunião, na sua videoconferência, anotando ali no caderninho, fazendo anotações. Você tá ali fazendo anotações, você perde um detalhe. Meu sonho não precisa ir pra reunião mandar o bote. Vai lá.
Daqui a pouco ele já vai falar por você na reunião, né? Já. Ó, tá aqui, ó. Meu, meu sonho é um agente baseado em Hague, nos meus documentos, tá? Que vai pra reunião, faz a a a ata do que foi dito e com base nos meus documentos ele responde as perguntas. Não acho que a gente tá longe disso, tá? Vamos chegar lá em algum momento a gente vai chegar lá. a tecnologia não para de avançar nisso.
Mas uma das coisas que acho que é super legal, que eu bato muito na tecla, que é a parte de educação. Então, além da plataforma, a gente oferece cursos onde a gente ensina como utilizar a inteligência artificial. Dentro da nossa plataforma tem ali, a gente subiu essa funcionalidade hoje, onde você tem ali uma explicação e um vídeo sobre cada um dos modelos, né, de quando usar cada um dos modelos. Então a gente tem ali todos os modelos, a gente tem Clod, Jamley, Perplexity, Mistroll, a gente tem o os deeps deepsic R1, deepsic R1 Small versão destilado, o Queen da Alibaba.
Então a gente tem que acaba tendo todos os modelos e a gente tem uns videozinhos que a gente explica sobre como usar cada um dos modelos, o que é cada um desses modelos pra gente fazer essa parte educacional, além dos nossos cursos com o certificado, pra gente digital literalmente capacitar as pessoas para usarem inteligência artificial. A gente disponibiliza tutoriais dentro da nossa plataforma com melhores casos de uso. A gente faz webinários ao vivos, lives com nossos clientes. A gente oferece um suporte humanizado e tudo em português.
Então a gente encoraja muitos usuários a entrarem em contato com a gente, falarem com a gente. Então você acessa a sua plataforma da Inner, tem ali o chat à direita. Qualquer dúvida que você tem para utilizar, você pode mandar direto pra gente. A gente tem ali 24 horas por dia, 24/7, final de semana, não importa o horário, vai ter alguém aí da empresa para te atender. E a gente é muito focado no consumidor. A gente tem aqui a missão de realmente ensinar as pessoas a usarem inteligência artificial. É para isso que a gente existe, é para isso que a gente tá aqui. Então tem essa relação muito próxima com nossos clientes, acho que é o maior diferencial da IDER.
Inclusive, muitas das funcionalidades que a gente desenvolve e coloca são nossos clientes que dão de feedback pra gente. Então, a gente tem muito esse contato próximo e todo mês tem novidade na Indra. Não tem um mês que você não vai ter uma funcional, uma funcional nova, um modelo novo que a gente vai introduzir, seja qual for, a gente tá sempre inovando e sempre trazendo o que tem de melhor de inteligência artificial em uma em uma plataforma. Pô, super bacana, cara. E vocês trabalham só com B2C ou se algum alguém tiver interessado em fazer alguma coisa na empresa, fazer um plano corporativo também pode entrar em contato com vocês? Não, pode entrar em contato com a gente. A gente trabalha com grandes empresas. Eh, um dos nossos grandes diferenciais é a questão de segurança. Então, empresas que têm dados sensíveis, informações providenciais que não podem ser vazadas, a gente garante toda essa segurança para as empresas, não só para as empresas como os nossos clientes, para todos os nossos consumidores. Então, a gente trabalha tanto com empresas quanto no B2C, podem usar a nossa plataforma, podem acessar e a gente tem aí uma equipe pronta aí para para atender, entender cada um desses casos. A gente ajuda a implementar a solução com consultoria, com onboarding de todos os clientes. Uma experiência bem legal. Show de bola, cara.
Cara, que que papo bacana que a gente teve hoje aqui. Acho que eu saí com a cabeça duas vezes maior aqui com com universo de possibilidades que a gente vai ter daqui em diante, né? E, pô, sempre uma experiência maravilhosa trocar trocar uma ideia aqui eh com um cara como como você que a gente constrói uma história aqui, um papo super, posso dizer futurístico, digamos assim, né? Presente futurístico.
Presente futurístico. É, cara. quase presente. Não tem como como evitar que isso eh não tem como não dizer que isso vai ser daqui a daqui a pouco, né, cara?
Isso é uma transformação que eu acho que quando a gente tiver mais velhos assim, a gente vai falar: "Cara, eu passei pelo pela revolução da inteligência artificial, assim como muitos do dos mais velhos passaram por revolução industrial, etc. Eu coloco nesse nível, sabe? Eu também. Para mim ela é tão revolucionária quanto um celular. Eu acho que eu acho que ela vai ser tão revolucionária quanto é um celular hoje, que acho que talvez a principal mudança, né, que que a gente produtividade que a gente passou até de forma de você trabalhar. Então, eh, mas assim, o papo é muito legal falar sobre inteligência artificial aqui, dá um papo que a gente pode ficar horas e noites aqui falando e falando que é um tema que não para de ter novidades, não para de ter notícias.
Então eu fico muito feliz de estar falando, é um assunto que a gente gosta, a gente vive isso e gosta de estar falando com as pessoas, gosta de falar com o canal, gosta de educar as pessoas sobre inteligência artificial. Então só agradecer aqui, abrir o espaço para pra gente poder ter essa conversa, falar com as pessoas e obrigado aí pela pela oportunidade de estar aqui falando.
[ __ ] eu que agradeço. O canal tá aberto aqui para vocês aqui. Já já virou da comunidade, virou aqui do do do da família do PPT no Cumpir. Então espero ver vocês mais vezes aqui com a gente.
Com certeza. papo foi muito bom, foi muito bacana. Obrigado pela presença, Bernard. Legal. Conta com a gente. Show de bola. Obrigado você que acompanhou a gente até agora, muito obrigado pela audiência de vocês. E se você ainda não deixou aquele like, se você não deixou um comentário aqui, você pode voltar lá no começo, assistir tudo de novo e deixar seu comentário naquele momento.
Tá com alguma dúvida, eu mando pro Bernardo depois, mas deixa seu comentário aqui que a gente faz questão de responder. E se você ainda não segue o canal, se você não deixou o like, aproveita o finalzinho agora para fazer isso. E se você gosta do nosso trabalho, quer contribuir ainda mais pra gente trazer esse conteúdo de qualidade para você gratuitamente, você pode ser membro do nosso canal, vai lá no YouTube, do lado do botão de inscreva-se, depois que você se inscrever, tem seja membro. Você vai contribuir com uma pequena contribuição aqui pro PPT, pra gente pagar aquele moço ali, ó, que tá ali do do lado da tela produzindo essa [ __ ] toda aqui, ó.
eh, e vai pagar nossa cerveja e a gente vai continuar sendo muito feliz, trazendo conteúdos de qualidade para vocês aqui. Bernardo, obrigado novamente. Pode obrigado pessoal, até o próximo episódio. Valeu,
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