Estudo de Caso: Do SOA ao Open Energy | PPT Não Compila Podcast
Convidados
Fernando Tavares
Head de Arquitetura @ CCEE
Danilo de Luca
engenheiro de software @ ClassPath
🔊 No episódio 136 do podcast "PPT Não Compila", trazemos um estudo de caso de sucesso sobre a transformação arquitetural da CCEE em parceria com a VMBears. Nossos convidados especiais são Valdir Scarin, arquiteto da VMBears, Fernando Tavares, Head de Arquitetura da CCEE, e Danilo de Luca, engenheiro de software da ClassPath. Eles compartilham como migraram de uma arquitetura SOA para o moderno modelo Open Energy, apresentado no evento TDC Florianópolis. 🌐💡 #Tecnologia #ArquiteturaDeSistemas 🛠️ Durante o episódio, exploramos os desafios enfrentados e as soluções inovadoras implementadas. Discutimos o enorme volume de dados e a necessidade de disponibilidade, e como a transição para uma arquitetura orientada a eventos e APIs flexíveis, utilizando padrões como REST, GraphQL e gRPC, permitiu uma maior eficiência e escalabilidade. Falamos também sobre a importância da governança das APIs e a escolha criteriosa de ferramentas para gestão de integrações, segurança e observabilidade. 🚀🔧 #APIs #Governança ⚡ Além disso, abordamos a preparação para o futuro do mercado de energia com a regulação do Open Energy. A ANEEL está em processo de consultas públicas para definir este novo modelo no Brasil, e a CCEE está se antecipando, criando uma infraestrutura robusta para suportar essas mudanças. Não perca este episódio repleto de insights valiosos sobre tecnologia, integração de sistemas e inovação no setor elétrico. 🎧🔋 #OpenEnergy #Inovação #TDCFlorianópolis 0:35 Abertura e apresentação 4:01 Participação no TDC Floripa 11:04 Apresentação e jornada no TDC 12:26 Objetivo do Open Energy 18:13 Processo de discussão sobre Open Energy 20:57 Relação com órgão regulador 23:32 Visão de futuro 25:00 Desenho de ecossistema na CCEE 32:41 Padrão de mercado e desenho de arquitetura 36:31 Início do processo de arquitetura 41:17 Arquitetura orientada à eventos 48:04 Mudança de comportamento de usuários 50:53 Área de API 51:32 Justificativa de uso de tecnologias 53:32 Melhoria de performance 55:44 Erros e falácias no uso de microsserviços 59:49 Entrega e ferramentas 1:02:59 Critérios de avaliação de ferramentas 1:07:11 Governança e Shadow API 1:15:55 Plataformização 1:18:26 API First 1:21:56 Comunidade TDC Floripa 1:32:07 Agradecimentos e considerações finais Confira o episódio completo nos links abaixo e se inscreva para não perder nenhuma novidade! 📲 Convidados: Danilo de Luca: https://www.linkedin.com/in/danilopereiradeluca/ Fernando Tavares: https://www.linkedin.com/in/ftcampos/ Valdiro Scarin: https://www.linkedin.com/in/valdir-scarin/ Spotify: https://spoti.fi/4bCtPyu Youtube: https://youtu.be/6kI0v-wAsDg Outras plataformas: https://linktr.ee/pptnaocompila Acompanhe nas redes Instagram e Twitter: @pptnaocompila LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/pptnaocompila Produção: Voz e conteúdo | https://www.vozeconteudo.com.br - @estudiosvoz
- Arquitetura Sustentável e Open Energy
- Boas-Vindas e Temas do Episódio
- Apresentação dos Convidados e Experiência TDC
- Chamada para o Conteúdo do Episódio
- Transição Musical
- Como Participar e Apresentar no TDC
- A Comunidade TDC e Compartilhamento de Conhecimento
- Engajamento e Feedback em Palestras
- Introdução ao Open Energy e Caso CCE
- Entendendo o Mercado de Energia no Brasil
- Modelos Globais e Open Energy no Brasil
- Desafios de Arquitetura em Ecossistemas B2B
- Patrocínio Clever: Blockchain e Cripto
- Regulamentação do Open Energy no Brasil
- Estratégia de Arquitetura da CCE para o Futuro
- Design da Arquitetura e Necessidades do Negócio
- Arquitetura Corporativa e Capacidades de Negócio
- Programação Artesanal e Conhecimento de Domínio
- Engajamento de Stakeholders e Avaliação de Ferramentas
- Desafios com Grandes Volumes de Dados em APIs
- Aplicação de Padrões de Arquitetura
- Princípios de Arquitetura e Protocolos de Comunicação
- APIs de Longa Duração e Assincronicidade
- Revitalização Arquitetural e Mudança de Negócio
- Modernização de Legado em Grandes Empresas
- Componentes Menores e Escalabilidade Cloud
- Impacto na Experiência do Usuário e APIs como Produto
- Evolução da Equipe e Justificativas Técnicas
- Falácias e Benefícios Reais dos Microsserviços
- Investimento em Tecnologia e Resiliência
- Erros na Adoção de Microsserviços
- Governança de APIs e o Desafio das Shadow APIs
- Seleção de Ferramentas de API Management
- Critérios de Aderência e Comunidade
- VMBees: Soluções em Arquitetura e Modernização
- Estratégias para Lidar com Shadow APIs
- API First, Dev Portal e Migração de Barramentos
- Conceito de Plataformização e BFFs
- API First Orientado a Dados e CQRS
- Destaques do TDC e o Espírito de Comunidade
- Experiências em Eventos de Tecnologia
- Causo do Drone na Polícia Montada
- Agradecimentos e Oportunidades no Setor de Energia
- Despedidas e Call to Action
então assim essa conexão com o pessoal onde você tem um estral assim V que a pessoa teve um clique al umaa coisa assim é uma coisa sensacional assim é no momento isso é pauta na Nel então a Nel ela tá sim com esse direcionador de antes de tudo entender como o mercado de energia entende o que deve ser o open Energy pra gente conseguir evoluir a nossa arquitetura a gente tem que trazer também uma experiência diferente pro nosso usuário a gente tem que manter uma arquitetura que ela seja sustentável né que ela também ela ela esteja preparada para alometria alta mas tudo na vida incerto e se não aumentar a gente tem que manter uma arquitetura que ela seja resiliente muito bem muito bem meus amigos o PPT no compil estamos aqui para mais um episódio dessa bagaça aqui Valdir que eu já nem sei mais qual é o episódio é 212 Não não é 512 então não acho precisa trocar o sid do seu Random 129 não mas é quase é por aí é por aí né É por aí por aí mas hoje a gente vai falar de uma pauta aqui muito interessante que eu particularmente gosto muito que é como transformar uma uma empresa através de um ecossistema de apis como a gente moderniza uma empresa para est apta pro ecossistema de apis e vamos falar também aqui um pouquinho sobre o TDC que é um episódio um um evento muito bom de tecnologia feito pela comunidade né Valdir você esteve lá pela comunidade para comunidade isso aí vamos falar bastante sobre isso e eu tenho três caras aqui hoje que participaram do TDC de Floripa né desse ano 2024 se você tiver ouvindo esse episódio em 2028 foi no TDC de 2024 de Floripa valires carim meu fiel escudeiro host obrigado pela pelo convite pela oportunidade o tema Vai ser top porque o TDC tava top e a gente apresentou também uma coisa bem divertida lá né que você comentou aqui a a transformação de um de um ecossistema de integração soa para Open Energy então tem t tivemos muitos desafios que a gente vai vai comentar vai ser bem legal Quem tá aqui com a gente também para falar disso Fernando Tavares que é R de Arquitetura do ccee é isso é ccee CCE eu eu nunca vou acertar Cara você já gravar aqui umas quatro vezes eu sempre erro é só não confundir com a empresa que fazia televisão ali da todo C isso televisão também não faz estágio também não prazer tá aqui ol obrigado pela oportunidade Obrigado pelo espaço e vai ser um episódio bem legal compartilhar um pouco da experiência do TDC ali que que a gente participou o valdiro o Danilo também muito legal ter nessa mesa e bora lá e o Danilo que é arquiteto na Class pef certo isso isso mesmo participou também participei também no TDC ali foi onde a gente se encontrou lá conhecer um pessoal tudo e pô é um prazer imenso estar aqui com você obrigado pelo convite acho que melhor que você comentou aqui pô Pô a gente vai falar sobre tecnologia isso aquilo e tal uma mesa com o pessoal tomando uma Cinha aqui tem nada melhor que isso muito obrigado É isso aí é é a marca do do PPT a gente bater um papo e falar de Tecnologia de uma forma bem descompromissada né Então espero você volte aqui mais vez Danilo foi um prazer ter você aqui hoje tá então se você quer entender como foi essa jornada essa transformação de uma empresa que tava num barramento soa e tá criando seus alicerces aqui para expor suas apis para pro mercado com padrões de arquitetura com estudo de negócio e quer saber um pouco mais sobre esses eventos saber como funciona esse essa comunidade fervente de tecnologia acompanha com a gente que o episódio tá muito bom vamos lá Bora PP
[Música] começar com uma pergunta que acho que muita gente deve se perguntar né muita gente que tá nos ouvindo hoje como é participar e apresentar num evento como o TDC eu eu gosto de pensar assim que é um evento grande não só pensando no TDC Mas qualquer evento ali é um negócio tipo de outro mundo assim sabe você apresenta ali você sobe no palco tem interação com o público e quando você olha ali na verdade você tá fazendo um conteúdo focado no seu público sabe você tá entregando pro público ali algo que pô você aprendeu você entendeu sabe tudo tal e você tá tá ali compartilhando aquilo que o público quer aprender né então tipo ter essa experiência de você conseguir ensinar a galera conseguir trazer uma palavra alguma coisa que muda assim até conversando com o wald ele falou assim cara ouvi a sua palestra ali foi sensacional me lembrou um Case ali que a gente teve ali que a gente vai conversar hoje aqui e pô vamos fazer alguma coisa junto assim tipo então assim essa conexão com o pessoal onde você tem um estrala assim V que a pessoa teve um clique alguma coisa assim é uma coisa Ass acional assim é bem bem massa assim é bem leva tempo também né você tem que estudar estudar alguma coisinha ver isso aquilo e tal mas é muito bom assim eu acho que o TDC é um dos eventos mais bacanas assim Nesse sentido porque é feito pela comunidade pra comunidade né então diferente quando você tem um evento grande de um vendor ou de alguma entidade maior que ela cura o conteúdo de acordo com os seus interesses né E lá a gente vê que é realmente de da comunidade pra comunidade né É É realmente um evento de compartilhamento de conhecimento entre desenvolvedores entre times de desenvolvimento de sistemas né lá no no TDC Floripa que estávamos nós todos eh Poxa você tinha um time de agilidade você tinha o time de data Science você tinha tinha o time de a time de teste o time de apis que foi onde a gente a gente falou o o Danilo tava lá no time de de microsserviços né Eh na na Stadium cara que é um asro caracao tava na Stadium hein tava na Stadium e e e o ponto é né você perguntou Pô o que que é se apresentar lá né cara Acho que o primeiro de tudo é é a gente se desafiar né então Eh pô todo mundo tem seus medos seus seus suas limitações né que a gente quer transcender então ter a oportunidade de ir lá é se desafiar e e outro ponto também que assim é fundamental né Cada um tem um princípio na vida acho que a gente É norteado Por Esse princípio né Eh o meu é compartilhar conhecimento sabe é compartilhar conhecimento e Influenciar Pessoas para melhorar o meu mundo então estar lá me ajuda nisso sabe é muito legal cara para mim é aprendizado aprendizado de você eh estar lá e quando assim qualquer apresentação que você faz né quando você vai lá estuda para apresentar para alguém e você Repassa um um assunto que você já trabalhou Você pode ter trabalhado por aquele assunto o tempo inteiro mas revisitar assuntos você acaba aprendendo um pouco né até com o que você fez o que você poderia ter feito então Foi um aprendizado muito legal e acho que para mim foi uma experiência muito interessante no ponto de vista do resultado e do feedback das perguntas isso isso que é legal você percebe Ah quando você tem um feedback do público as perguntas que fazem também te fazem refletir um pouco do que que você apresentou o que aquilo conectou com eles o que faltou de repente você falar né então acho que para mim aprendizado acaba sendo uma palavra que resume tudo é é o engajamento top né cara quando tem muita pergunta Porque pô o pessoal se eh pô Ficou intrigado ali né quer saber mais o nosso papo cara poxa eu tava extremamente rioso né porque deram pra gente o último horário de sexta-feira bicho Pô a gente tá concorrendo com a cerveja do fim do Rolê a gente tá concorrendo com fim de semana o fim de semana praia com a praia em Floripa nós estamos concorrendo com avião que esse é difícil hein O pessoal já planeja ali o evento pensando Poxa eu preciso sair tá hora do evento por conta dessa desse voo né então eu tava realmente receoso e e na sola que vocês apresentaram tinha bastante gente né tipo passei lá bem rapidinho assim Fiquei vendo mais a parte do começo ali eu vi que pô tinha pelo menos ali uma galera ainda assim tipo comparando com com as trilhas assim nossa no começo tinha bastante e o meu receio né No começo do dia quando eu vi aquilo Poxa o pessoal vai ficar até o fim cara foi foi surpreendente quando a gente chegou no final da nossa apresentação Então tava lá o Fernandão de terno bonito cara o bicho bonito hein fala bem cara tava elegante bonito já S já e com essa com essa voz com essa voz cara e não fosse casado e Poxa cara todo mundo lá né as mesmas pessoas que o Danilo viu logo pela manhã estavam lá à noite também então a sala tava bem cheia e cara Acho que a gente teve umas sei lá 10 15 perguntas e é muito louco né porque você vê todo mundo quietinho e você não tem um F feedback do engajamento até terminar você falam Caral Os caras estão dormindo mano ninguém tá prestando atenção tem tem E aí quando termina que você vê que as que a que as perguntas são intrigantes que fazem muito sentido a pergunta do cara f pô não é que os caras Tava prestando atenção mesmo exatamente tem umas dicas lá que o o Bruno Souza dá né e e até aproveitando aqui né para quem for fazer se candidatar pros próximos Call for papers né pega as mentorias que é bem legal porque o Bruno Souza fala assim poxa faz umas perguntinhas lá faz umas brincadeira né Chama a galera para para fazer e Poxa o nosso assunto era e do do soua o open Energy a gente estava falando de conta de energia quem não paga boleto né então a gente ficava pescando ali durante a apresentação chamando a galera e engaja né traz o cara mundo vocês chamaram o público para participar da palestra exatamente melhor coisa assim Exatamente é legal você ter dado o contexto da palestra porque a gente falou disso aqui num alguns Episódios atrás né temos um episódio sobre Open Energy vou deixar o Card aqui para você poder acompanhar se você tá no Spotify eu vou deixar o link também aqui na na descrição porque provavelmente a gente fez esse episódio de Open Energy no começo desse projeto exatamente lá com Molina com o o Léo também né a gente tava falando muito sobre inovação e e a gente falou um pouquinho sobre sobre o assunto de opener sim então quem quiser quiser entender um pouco mais do que é open Energy eh como isso a gente vai dar uma brif aqui mas se você quiser entrar em mais detalhes das possibilidades que que isso acontece tem um episódio só sobre isso então clica aqui no link e quando você terminar isso daqui você vai poder se aprofundar um pouco mais mas legal que agora a gente vai poder e acompanhar com vocês aqui nesse Case né vão falar um pouquinho aqui sobre essa apresentação que vocês fizeram lá no no TDC E como foi essa essa essa jornada aí né que vocês apresentaram lá no no TDC Floripa boa boa eh Poxa lá em acho que foi em no começo de 2023 né não na verdade foi no meio de 2022 teve uma rfi lá na CC né de o do do Banco Mundial cara e Poxa concorrendo as grandes empresas tal para para poder fazer esse projeto e e Poxa o Banco Mundial é é rígida a CC é rígida o Banco Mundial é mais rígido né botou Valdir na linha botou Valdir na linha e a gente foi foi a empresa escolhida vem Bears para poder a vem Bears em consórcio junto com a escalena inclusive nossos grandes amigos lá o Edgar o o Francisco é o o joseano eh quem quiser conhecer mais o serviço da vmbs também o link aqui nosso patrocinador Master desde o começo do projeto e E aí bicho a gente começou o projeto então no meio de 2022 foi Fi a gente começou o projeto no meio de 2023 cara assim era um mundo para para pra gente estudar né o Fernandão tá aí o Fernandão participou da versão 1.0 da da estratégia de integração da CCE né e agora ele tava encabeçando a estratégia 2.0 né então a gente tinha muitos desafios para antes de você detalhar Esses desafios Fernandão dá uma palinha de alguns minutos do o que que é o open energ pra galera que não assistiu o episódio ainda contextualizar aqui e do que foi o trabalho que o Valdir vai vai explicar melhor dessa rfi né até pra gente contextualizar então a gente falou da CCE né O que é a CCE O que é o mercado de energia eh eu tenho certeza que todo mundo aqui mesmo não sabendo né a gente faz parte do mercado de energia no Brasil quem é que você falou né vald quem é que não tem uma conta de luz em casa quem é que não precisa de energia para para fazer qualquer coisa né Ah qualquer pessoa no Brasil que tem uma conta de energia ela faz parte do tal do mercado regulado de energia somos consumidores cativos que a gente fala o que quer dizer isso que a gente recebe energia física ali de uma empresa então por exemplo onde eu moro ali é é uma distribuidora aqui em São Paulo é outra né Cada cada cidade vai ter uma empresa responsável por entregar energia e a gente também tem que comprar pagar por essa energia o que muita gente não sabe é que por trás disso existe todo o mercado de compra venda de contratos de energia que são feitos entre distribuidores geradores de energia então você pode imaginar desde as grandes usinas famosas até por exemplo um uma fazenda de energia fotovoltaica ou ou eólica etc né Eh mas existe uma outra metade também do mercado que é o chamado Mercado Livre de energia nesse nessa outra metade digamos assim do mercado algumas empresas alguns consumidores são elegíveis a poder escolher de quem ele compra ou vende energia eh é um mundo que muita gente às vezes não conhece né Eh existe uma algumas regras para essas empresas participarem desse Mercado Livre né Eh e é importante ressaltar que essas regras estão evoluindo então por exemplo hoje né a gente tá gravando esse esse episódio eh qualquer consumidor conectado na alta tensão alta tensão Só aqueles Lines de energia que tem na estrada né que vocês vem ali Quando você viaja essas empresas estão elegíveis para escolher eu continuo com quem eu tô entregando energia eu posso comprar energia eu posso escolher de que eu vou comprar energia Eh aí você vai busca Claro um um custo menor na sua conta né Por que tô falando que é hoje porque existe até um um um um desejo um um direcionador no mercado para que daqui alguns anos eh essas réguas de entrada diminuam até um ponto onde eventualmente no futuro qualquer consumidor Residencial Rural possa ter esse direito de escolher né e o Mercado Livre vivaria o mercado padrão pode ser por exemplo né Eh claro que isso depende muito de de regulação o mercado de energia ele é um mercado fortemente regulado porque é uma indústria de base você não consegue imaginar qualquer segmento dos de negócio serviço hoje sem energia elétrica né só pensando mundialmente assim o Brasil é primeiro país que tá tentando fazer algo assim ou tem algum país hoje Mundial que já faz não tem já tem existem existem diversos modelos não tem uma receita de bolo não tem uma regra única né Eh existem países por exemplo como Estados Unidos onde é tudo muito mais fragmentado as regras de negócio a Europa tem alguns modelos diferentes Estados Unidos é Um Desafio maior ainda né porque lá cada estado muda o que quer fazer né Califórnia é extremamente e eh avançada o Texas também tem um modelo bem aberto também exato E aí tem outros estados que talvez não tenham tanto investimento né ou precisam o não tem tanto investimento do mercado de de empresas privados e ele precisa investir mais aí ele acaba sendo mais restrito né o desculpa Fernando interrompi Não tranquilo A pergunta foi ótima e e o desafio pro Brasil é é a existe primeiro a a condição geográfica do Brasil é um país Continental né com diversos cenários você tem cenários onde você tem muito mais incidência de sol eh regiões onde você tem mais chuva né Então depende muito da da da região que você tá a a matriz energética que um assunto importante né o Brasil tem uma matriz energética fortemente apoiada em hidráulicas né em usinas hidráulicas né Eh outros países já vai ter energia solar ou Eh desculpa energia nuclear enfim depende da característica né mas existem outros modelos sim né Eh E por que que eu tô contando essa história porque quando você cria um mercado livre de energia Você tá criando muitas oportunidades de negócio e de tecnologia nesse novo ecossistema porque as pessoas que passarão a comprar e vender energia nesse mercado livre elas podem podem não conhecer toda a complexidade desse mercado que é o mercado complexo né E aí você pode nessa nessa camada ter empresas que podem fazer um meio de campo entre o consumidor o comercializador de energia a distribuidora né o gerador né e onde que entraria o open energ o desejo do Open energ do mercado né E que é um assunto que tá em Pauta até na na no mercado né É se espelhar um pouco também ali no que foi feito no open finance no Open Bank né de você criar um uma um mecanismo onde as empresas participantes possam encontrar maneiras de oferecer bons produtos ou boas negociações pro consumidor final e o consumidor final ele ele seja o centro né já que o dado é dele ele possa fornecer o dado a partir do do consentimento tudo mais mas que ele possa usar esse dado para receber boas ofertas porque é é o que todo mundo brinca né que o open finance não foi feito para as pessoas foi feito para as instituições financeiras E aí trazendo todo esse Legado de coisa positiva né talvez até foi feito pensando nas pessoas mas banco sabe como é né os caras conseguiram dar uma de um jeito e e o legal aqui né que o Fernando tava falando Poxa eh esse esse processo de discussão está acontecendo de forma muito aberta muito positiva as empresas estão mandando os direcionamentos as contribuições para anel para começar se pensar na regulação E aí vou até roubar um pouquinho da fala do Fernando mas o ponto é que a CCE sempre tá à frente e aí esse projeto ele veio com qual missão de fomentar uma infraestrutura que permita com que a gente pensea em Open Energy porque Open Energy Ah não é só colocar uma pzinha lá tem toda uma infraestrutura tem uma tecnologia por trás e a CC sempre na Vanguarda ela tava já pensando nisso então o nosso projeto foi para isso certo Fernando é o desafio ali né Valdir era é né a gente viabilizar a abertura do mercado de energia como eu comentei a gente tá derrubando as barreiras Então quando você derruba as barreiras você vai ter cada vez mais empresas e consumidores conectados naquela metade livre que eu comentei então você tem cada vez mais dados integrações interessados players e o que a gente tem como como direcionador muito forte é fomentar esse ecossistema é um ecossistema baseado em b2b né baseado em integrações entre empresas entre entre sistemas não tem como fazer isso sem você ter uma arquitetura de api bem robusta e bem definida né e o o próprio Open se você se basear ali no open finess é uma arquitetura né fortemente baseada em padrões de api então a gente quer que esse ecossistema esteja bem maduro para que se a gente tiver um do Brasil e se for nos moldes que foram feitos no open finance a gente já tá preparado Esse é que sistema já tá pronto para se conversar também quero falar com você agora quem ainda não conhece a Clever Clever é uma empresa que já tem mais de 3 milhões de usuários em 30 países com 30 idiomas diferentes que tem trazido Soluções em blockchain criptomoedas e ativos digitais o objetivo da Clever é te dar liberdade financeira para operar nesse mercado de cripto então se você acredita nisso se você acredita nessa Liberdade você já Pensa como a Clever vai conhecer os caras Clever estão contratando também pessoal para trabalhar com cripto com blockchain então se você tem interesse se você tem conhecimento nessa área procura Clever se você gosta de criptomoedas se você opera no mercado você precisa conhecer a Clever precisa conhecer as soluções da Clever então o endereço tá aqui embaixo no vídeo para quem não tá no YouTube é Clever Vai lá vai conhecer que realmente é um mercado [Música] sensacional Existe algum órgão um regulador orquestrando o open Energy já você falou da Nel uhum ela essa iniciativa já é abraçada por eles assim como foi no open Banking porque como eu sou do mercado de saúde se fala muito de Open Health né Protocolos de inter eh de interoperabilidade de interoperabilidade troca de dados clínicos etc mas nunca houve nenhum peso do regulador né E aí junto com com os interesses de sinais trocados da das operadoras prestadores etc isso nunca evoluiu no Brasil né agora existe uma iniciativa eh do Ministério da Saúde que nasceu com covid lá para adoção de protocolos padrão etc e talvez o o padrão que nós temos hoje que é o tis para troca de de dados de saúde evolua para um protocolo mais amigável baseado em pi que possa culminar no modelo de Open Health mas sem a mãozinha do regulador ali falando vamos amiguinho aquela empurradinha né É dá para dá a mãozinha com outro amiguinho ali vamos trocar dados bonitinhos aqui todo mundo com a mesma com a mesma informação eh e também sempre existiu essa iniciativa com Open finance e até o banco central botar de fato a mão do regulador e falar Vamos definir e criar o consórcio né entre as entidades e e a coisa evoluir também não tinha evoluído e no mercado de energia em que ponto tá isso Fernando mercado de energia eh no momento isso é pauta na Nel então a Nel ela tá sim com esse direcionador de antes de tudo entender como o mercado da energia entende o que deve ser o open Energy Então acho que esse é o momento que a gente está agora e Existem algumas consultas públicas sendo feitas por consulta pública você entende que anel vai lá como órgão regulador pauta o assunto pra sociedade e a sociedade ela pode ir lá e colaborar como fala sociedade é sociedade mesmo qualquer um ali pode colaborar Então esse processo tá acontecendo agora nesse momento que a gente tá conversando aqui eh as empresas elas provavelmente já tem muitas empresas interessadas nesse assunto a também vai contribuir com isso mas sim isso é pauta do regulador e se acontecer vai acontecer com o direcionador do regulador isso com certeza é importante né Wellington sem você ter um direcionador estratégico do mercado como um todo você não vai conseguir implementar uma mudança tão grande assim né Sem dúvida sem dúvida e e é legal ver que assim tipo hoje vocês trabalham em parceria com anel para trazer essa regulação assim não é uma posição só do lado do anel então vocês estão trabalhando em conjunto acho talvez com outras empresas também para conseguir trazer essa regulação e nisso vocês já tem ali talvez pensando até em projetos que vocês estavam trabalhando junto ali e como a gente consegue visar a visão desse produto que a gente vai ter Num futuro próximo com uma regulação para daqui 1 ano 2 anos ou 5 anos como que a gente já consegue trazer uma visão de arquitetura ali para suprir esse J cidade foi alguma coisa assim que nesse projeto que vocês fizeram lá de arquitetura eh na verdade a a visão que eles estão definindo aí é uma visão de negócio né É uma visão de negócio é o Como que o mercado o negócio vai se comportar com isso né O que a gente como arquitetura tá fazendo é já se antecipando e estudando o assunto né então a gente tá preparando a arquitetura de base arquitetura de referência né Por quê Porque a nossa estratégia de tecnologia ela envolve fomentar um b2b além apesar do Open Energy a gente sabe que a gente tem demanda paraa tecnologia com ou sem Open Energy Isso é fato né e a gente tá se preparando para isso claro que com Advento de algo assim né a gente vai ter muito mais demanda de tecnologia Mas aquela base da arquitetura de referência né os padrões os direcionadores bem definidos a gente consegue ter uma licer forte para dar um salto como esse é eu acho que vale a pena a gente entrar no mérito né pois mais perto eu acho que vale a pena a gente entrar no mérito né que poxa o nosso título da apresentação foi muito sexy né cara fo do soa até o open Energy né então a gente a gente realmente queria puxar a galera né mas Danilo você fez a pergunta matadora cara assim eh Poxa o que que vocês viram de arquitetura como é que vocês trouxeram as necessidades né e E aí o Fernando respondeu também perfeitamente né ele falou Poxa a CC é tão grande cara que a gente tá tem muito mais demanda né do que só o opener o já é uma coisa gigantesca né o open Energy por si só ele é gigante mas a CC é tão gigante que ela tem tantas outras coisas que a gente precisava falar de integração e precisava modernizar o que a gente tinha lá de de de integração né eram padrões maravilhosos muito bom muito sólidos mas poxa eram de de 13 anos atrás né 13 2013 não 11 anos atrás eh tá matemática tá tá falhando e programa em Java hein Se não fosse a classe MEF que é que é um chat PT para responder vou perguntar aqui já cadê cadê o teu teu cost virtual teremos em breve você que ó você qu você deu spoiler Ah isso é bom porque a galera que vai vir pra frente ó sper no futuro eles vão entender melhor o que eu tô falando mas o ponto é o seguinte né então a gente a gente foi buscar com os eh Fernando explicou né o setor a gente foi buscar com esses Agentes do setor elétrico quais eram as necessidades deles o que que eles estavam vivendo no negócio deles que nós poderíamos ajudá-los né então a CCE ela ela como centralizadora ali de muitas informações né Ela também tem os anseios dela ela tal mas poxa ela ela é sempre muito é solícita então a gente foi com vários Agentes do setor conversamos pegamos as dores pegamos até Desafios que a CS tinha que resolver também e E aí também a gente conversou com o o time interno da CCE muitos desenvolvedores muitos analistas de negócio as áreas de atendimento ao cliente para consolidar uma base muito eh forte de necessidade de Dores de anseios E aí a gente conseguiu a primeira fase do nosso projeto que foi desenhar um mercado um mercado que seria e sustentado por apis né então a gente chama de ecossistema e e Poxa foi assim foi bem legal né porque o Fernando até Brinca a gente a gente falou bastante sobre isso foram foram TRS meses falando de tecnologia sem falar de tecnologia né a gente que tá acostumado a abrir né abre a IDE e abre o o intelig abre o eclipse abre o o as ferramentas de integração né Vamos falar de apis Poxa a gente falou de apis conversando com o negócio falando de de de fato de todo esse desse mercado de de de energia que o Fernando colocou aqui né poxa como que acontece essas trocas de de informações né o famoso tecnologia além do código né exatamente mas sabe o que eu acho muito louco e e ouvindo você falar contar essa história toda vou de tipo musiquinhas assim sai que eu acho que cara tudo bem vou chovendo molhado aqui porque é uma mesa com quatro arquitetos mas a arquitetura ela tem essa beleza na minha opinião é quase poético isso porque isso que você tá falando nada mais é do que a materialização da teoria que a gente vê lá de arquitetura corporativa né de você estudar Quais são as capacidades de negócio que uma empresa precisa Então você vai conversar com negócio vai convar com com todos aqueles stakeholders de quais são as capacidades que você precisa entregar pra empresa Ah eu preciso me conectar com tal fornecedor eu preciso mandar tal informação para para fornecedor e e você vai mapear todos esses casos de uso todos esses que a gente chama de Business capabilities né da da arquitetura corporativa e aí com o conhecimento de tecnologia que o arquiteto tem você vai definir Quais são as as capacidades de tecnologia que você precisa para pavimentar aquele building Block da entrega de negócio né então todo Business capabilities precisa ter uma uma uma um capability de tecnologia Tech capability para que você consiga entregar aquilo então esse caso ele ilustra perfeitamente isso fal se se ela precisa trocar informações com ecossistema que eu vou ter várias Business capabil para isso E aí surge a necessidade de preciso pavimentar preciso ter um building Block uma capacidade de tecnologia para sustentar essa essa capacidade de negócio que eu preciso entregar e aí entra a tecnologia em si né que é ter o processo de gerenciamento de apis os blueprints de arquitetura porque aí É de fato a a tecnologia entregando negócio né então sou músicas aqui hoje exatamente cara Exatamente isso isso daí me fez lembrar um livro assim não sei se vocês conhecem tem um livro que é o programmer do Shed F um autor bem assim famoso ass da época antiga Acho que ele foi até um dos percursores al do movimento ag assim muito alguns tempos atrás quando foi criado né o movimento e ele traz a perspectiva de que programming is a craft mod a Science né ele traz essa perspectiva de você não traz arquitetura a área de desenvolvimento de software como um processo onde você tem uma fórmula você resolve os problemas por ela na verdade não é muito mais um processo de craft onde você vai entendendo os problemas que você tem ali você vai moldando o seu código a sua arquitetura para ir resolvendo eles de alguma maneira né então O voder vem bem disse né pô a gente passou três meses né foram TR meses falando de tecnologia Mas nada de tecnologia porque vocês estavam entendendo realmente as dores ali do que vocês estavam passando ali e aí vocês começaram a lapidar ali né Fazer o Craft de uma arquitetura que tenderia essas necessidades de vocês assim ele traz essa perspectiva assim e na fala do hitor tem algo importante né Eh primeiro é você fazer uma avaliação de Tecnologia de arquitetura olando pro negócio acho que isso que é importante e a gente fala muito lá na na equipe lá com o quanto que é importante você conhecer do negócio você saber do que que você tá lidando com que você tá lidando por você tá lidando com aquilo né ainda mais pra arquitetura você conectar com objetivo né para você não ficar apenas dizendo caixinha aleatória ali né Ness Na minha opinião não existe arquitetura sem negócio né tanto é que a gente até fala na na CCE a gente chama área de Tecnologia tecnologia de mercado a gente não chama de Tecnologia de Informação porque a gente sabe que as pessoas que trabalham lá elas têm que saber também do negócio que tem lá para que que serve o mercado de energia o que que ele funciona isso é importante demais né Mas também você falou uma palavra importante né wion que é o stakeholder a parte envolvida e é um trabalho que o Val puxou bastante ali com a gente que é considerar as partes envolvidas também no dia a dia não só do negócio né como ele falou é conversar com um cara por exemplo da infra fala cara o que que te dói aí uma relação com fornecedor de tecn é o cara desenvolvimento e aí o que que te dói com com tal coisa então a gente conversar com todas as partes envolvidas no no no desenho e de toda essa lista você sai com requisitos para você poder buscar melhor tecnologia e e legal né porque aí a gente já vai pra segunda fase do projeto bicho que foi poxa entendemos a dor mapeamos Onde nós estamos pisando e aonde a gente quer chegar Poxa aí a gente foi pro mercado e E aí eu tiro o chapéu cara tira o chapéu porque a gente usou muitos relatórios do Gardner para ajudar a gente e e os caras TM ali um conjunto de relatórios para para te ajudar a construir um projeto de gestão de ecossistema de api fenomenal e Poxa mais do que olhar só para ferramentas né porque todo mundo fala o quadrante Mágico do gartner onde tem as ferramentas ele te ajuda também a se posicionar com as os padrões de arquitetura porque cara a gente saiu com um monte de requisito mas como que eu vou atender esses requisitos eu tenho um monte de aplicação Poxa CC tem mais de sei lá 70 domínios de negócio atrás de cada domínio de negócio você tem ali no mínimo um um módulo né de de aplicação não sei quantos bets um monte de de dado cara volume de dado na CCE é negócio gigantesco você tem dado de energia em base e horária até menos do que base horária né a gente ainda consolida para para ficar em Bas horário porque os caras medem energia de 5 em 5 minutos e imagina trafegar isso via pi bicho Pô a gente tá falando que uma um agente precisa às vezes obter 10 milhões de linhas de registros 10 milhões de linhas aí você fala ah mas é só usar um padrão de de arquitetura é onde toda a requisição é paginada aí Serv faz 10.000 requisições S is para pegar um relatório 240.000 well 240.000 nós estávamos certos né porque era era a nossa visão de arquitetura naquele momento mas de novo né o negócio mudou e a arquitetura também precisava evoluir então a gente entrou na fase de desenho de padrões de arquitetura com a cabeça assim e fritando né com muitos anseios de novos padrões que ajudassem a gente resolver esse tipo de coisa e aí a gente saiu um pouco também do do by thebook né que acho que é uma coisa que o o o Danilo trouxe muito na apresentação dele lá né na no TDC Poxa não é só usar o padrão por si só né porque é muitas falácias né como é que era o título da suação falácias dos patterns de microsserviços né tipo é é muito uma perspectiva de que ah no mercado acho que você comentou né a gente tem ferramentas né e muita gente acha que ah você vai usar aquela ferramenta para resolver um problema seu só que na verdade não você tem que entender o seu problema e saber como utilizar ali vamos dizer os patterns né o conceito daquele pattern para resolver o seu problema então assim eh vou trazer um exemplo falando de patrões de microserviço Ah acho que mais simples é o circuit Breaker assim Acho que o pessoal mais conhece assim pô eu posso implementar de uma maneira guard vai implementar de outra na C vocês vão implementar de outra maneira então assim existem maneiras e maneiras de resolver o proa o ponto é você entender o valor que aquilo traz para da sua arquitetura e achar um meio ali dado as ferramentas que você tem internamente acho que vocês comentaram bastante inicialmente no projeto você tinham muitas ferramentas Pô legal Mas talvez não sabiam dar o direcionamento de como utilizar elas para resolver o problema e vocês identificaram alguns padrões ali identificar alguns padrões no mercado para falar assim pô legal acho que a gente consegue resolver usando esse conceito esse valor que esse pattern traz com essas ferramentas aqui e essa foi a ideia da palestra assim acabei passando alguns padrões ali que muito se usa nessas arquiteturas e até até uma pergunta assim tipo é Quando vocês estavam fazendo ali esse projeto assim eh de arquitetura assim por onde que vocês começaram ali a falar assim pô acho que a gente vai começar por esse domínio acho que a gente vai começar por esse tipo de componente como que foi esse tipo de decisão que vocês tiveram cara é perfeita a sua pergunta Danilo porque a gente olhou assim para PR cess falou Quais são os princípios de arquitetura que a gente quer seguir e e foi legal ver né que que pô na mão do do Molina que é o gerente executivo de de desenvolvimento e arquitetura e do do Fernando gerente de arquitetura né eles tinham um conjunto de padrões eh um conjunto de princípios de arquitetura que davam pra gente um direcionamento muito interessante sobre Cloud sobre e ferramentas né sobre como o time tin que desenvolver então a gente olhou para lá e falou Poxa a gente precisa resolver os problemas de de do ecossistema de Apis né eu vou instalar isso primes ou em Claudio ou em ambas a gente foi lá pro um docum bonito que eles têm lá você você é cheia de documentação cara é difícil você ver um cliente assim e e a gente achou lá poxa nós queremos ser multicloud assim assim assado pronto dali já me deu metade do caminho de de saber como que a gente escolher eh eh o padrão de comunicação né Eh Outro ponto legal que a gente viu lá era sobre o tamanho dos componentes né a gente tem lá uma segregação de domínio muito grande então o que é bom né então já tava determinado esses princípios a gente trouxe isso também para apis né então você perguntou ah da onde a gente começou eh a gente já tinha da primeira fase do projeto dos requisitos as necessidades e a gente começou a olhar ali eh para esses Eh esses princípios e a gente começou a ligar duas coisas né e e de novo né Aí eu falei do gartner o gartner tem um relatório de tendências de mercado de de apis também trouxemos esse relatório aí você tem outros vendors também com com bons relatórios você tem a a moft você tem a Cídia com padrão e a Cídia tem um padrão aberto assim você você buscar no Google você vai achar um PDF bem legal sobre Protocolos de comunicação e esse era um ponto que a gente tinha da da primeira da primeira arquitetura que a gente queria evoluir a gente queria trazer os protocolos de comunicação para para um padrão mais de mercado antes a gente só falava de XML soa e a gente queria falar agora de apis distintas para atender a necessidade do negócio então a aqui precisa ser rest vai ser rest aqui precisa ser Graphic L vai ser Graphic L aqui precisa ser grpc vai ser grpc a gente queria trazer essa flexibilidade pr pra arquitetura da CC né então o o o padrão lá da da sin sídia foi foi foi muito bom né enfim a gente começou olhar para essas tendências de mercado e as necessidades e a gente foi desenrolando né Eh você quer complementar alguma coisa Fernandão não eu acho que eu até voltaria um pouco na questão do negócio viu Dan você perguntou por onde a gente começou a gente olhou para aquelas dores que a gente mapeou no começo do projeto onde tava pegando mais falar Tá bom mas dentro dessas dores O que que tá doendo mais e aqui a gente tem que ter um padrão que talvez a gente não tenha por exemplo II de longa duração algo que não não tava no nosso radar na nossa arquitetura ainda falou olha o cenário tá de negócio tá indo com um caminho que eu preciso me preparar para ter epi de longa duração Então vamos colocar esse padrão expli pro pessoal que é uma iepi de longa duração porque pode ser que nem todos saibam basicamente a gente tá falando de de eu consultar através de um api um conjunto de dados quando o volume é muito grande para você retornar de de forma atômica ou síncrona então eu faço um pedido e eu vou receber esse pedido depois de 1 segundo 2 segundos ou minutos dependendo do volume que eu vou eu vou obter né mas a gente não tem aquela comunicação síncrona eh e que você acha que vai retornar em um segundo e demora 10 20 30 e causa um problema de expectativa ruim também pro pro cliente né E você não pode manter a conexão presa também tomar um timeout ex você vai você vai empilhando processamento vai empilhando consultas aí virar uma bola de neve você joga para dentro faz o processamento assíncrono e devolve depois eu te aviso quando tiver pronto você vai lá e pega o resultado tipicamente por um web Hook ou pro pulling etc você vê né uma coisa puxa a outra né a gente o Fernando matou a pau porque essa era a nossa maior dor né era o volume de dados a gente a gente trabalhou em cima desse eh de tornar as nossas apis mais assíncronas a reboque nós trouxemos a arquitetura orientada eventos n então eh a CC já tinha eh também uma visão de web hooks né só que a gente trouxe como CNE do do novo ecossistema de apis né então tem essa questão da gente poder notificar sobre eventos de negócio que estão acontecendo E aí a gente mudou a estratégia Poxa antes era eles virem na CC pegar dados a todo momento aí a gente mudou para eles vão vir na CC quando eles já souberem que os dados estão disponíveis para serem consultados isso diminuiu muito o volume de acesso eh quer dizer tende a diminuir muito o volume de acesso né porque a gente tem momentos sazonais no negócio da CSE que faz com que os agentes precisem pegar eh terem essas informações extremamente atualizadas né Então em vez de eles chamarem lá aquelas 200 e eh 240.000 requisições Poxa Eles vão eles vão vir na CC vão pegar um arquivo aí a gente também trouxe essa liberdade para sse começar a trocar dados eh via via buckets online Então existe toda uma questão de segurança por trás disso né É seguro a gente não falar sobre isso né mas existe toda uma questão eh de segurança por trás e aí os o agente vai poder pegar os arquivos que a gente gerou mediante a solicitação dele num local seguro e aí ele pega esse arquivo e ele importa lá dentro do sistema dele em vez de ficar fazendo as 240 requisições então com isso a gente diminuiu muito e o problema de disponibilidade que era uma das Dores que a gente tinha forte e Poxa os sistemas são lentos os sistemas não conseguem atender a gente em datas críticas Poxa pensa só eu tenho hoje eu tenho 15.000 agentes cada um fazendo 240.000 requisições num período curto né não tem sistema que aguente mesmo então você vê né o problema não era só eh linguagem de programação ferramenta o problema de fato era uma arquitetura que precisava ser revitalizada em função de uma mudança de negócio sim porque você tem toda uma questão de eh de de mudança do paradigma né então você tem uma arquitetura síncrona que você trata ela como como texto rest porque teu volume de dados é pequeno é transacional né uma transação só e acabou né exato exato Então atende só que com esse volume de dados tão grande você já deixou de ser meramente transacional você tá quase fazendo um bi online is né então você tá fazendo um um data streaming paginado via rest né então você tá carregando a informação errada no canal errado né Então faz muito sentido você ter um processamento assíncrono para gerar um um load em alguma poderia até ser um um notebook com etc já mastigado pro cara processar do lado deles né e e eu acho que isso é a grande a grande pegada desse tipo de trabalho né porque quando a gente pensa de Pô mas a gente tá os caras fizeram um estudo para isso tal porque pode est na cabeça do desenvolvedor que tá nos ouvindo agora ou o cara que tá numa empresa menor pensar pô mas não tem muito segredo numa arquitetura de pi bota um DDD para para modelar os microsserviços aplica os os padrões que o Danilo explicou lá no no no TDC expõe isso no api Gateway em p swager e acabou bicho estamos falando de uma empresa de quantos funcionários a empresa ela tem cerca de 500 funcionários Quantos sistemas fácil mais de 70 domínios funcionais ali então não é uma empresa que ela vai reescrever todo seu o seu legado em microsserviço com um swager Zinho mole mole melzinho na chupeta para você importar no seu IPI Gate então o papel da arquitetura em situações como essa é como é que a empresa continua entregando como é que ela adota uma arquitetura de apis eh e de integrações moderna convivendo com o meu legado faz parte né não é não é só o mundo feliz não é só o mundo bonito né então como é que eu pego tudo esses sistemas que já estão lá com os dados transacionais que tá paginando o dado como é coloca um worker lá para fazer esse extract e devolver isso pro cara de forma simples continuar atendendo o negócio sem ter que desenvolver tudo do zero Teve um dia que o Fernandão me colocou contra parede lá falou [ __ ] vald mas você concorda comigo que isso aqui não é só api remoto para qu porque fisicamente presencialmente não teria essa coragem né então is você ia precisar de mais uns dois caras para colocar com El qu aparente mas ele perguntou para mim pô bicho a gente não tá falando só de api a gente tem que falar de desenvolvimento também Aí a gente falou Pô é verdade Aí já metemos desenvolvedor também na na no time que estava fazendo as discussões sobre os padrões né então veio o Murilo veio o Dalton também para ajudar a gente a discutir as coisas porque a gente começou a falar de quebrar as aplicações em eh componentes menores mais específicos para a necessidade que ela fazer Então hoje eh a gente tá tá falando aqui de um exemplo do do arquivo né pô eu tenho que colocar um sistema que vai gerar esse arquivo em função da requisição do cliente junto com o meu sistema que tem toda a regra de negócio do sistema transacional a gente discu mic microserv como é que é o microserviço boa microsserviço e também tem o o cqrs certo CS então a gente a gente abordou né Essa estratégia de pô começa a diminuir os componentes eu vou ter lá um grande domínio que vai eh atender as regras de negócio né um grande componente que vai atender as regras de negócio mas poxa será que eu não posso ter um componente Zinho pequeno que ele menorzinho mais escalável para usar da arquitetura Cloud que que a CC também tá eh implantando né para fazer essas entregas de de eventos sazonais pronto já colocamos lá o pessoal gostou tal então a gente foi trazendo essas coisas também é e uma coisa que tava pensando assim até sobre o que você trouxe de exemplo assim sobre microsserviço olhando paraa arquitetura que muitas das vezes assim não sei como vocês viram ali Você trouxe o exemplo de Ah vocês teriam que mudar um fluxo onde o seu usuário Deixaria de fazer requisições ali para vocês vocês avisaram ele que ele faria uma requisição para vocês né quando ele poderia estar podendo fazer vocês usaram ali alguns patterns né mas é legal pensar que vocês mudaram o comportamento do seu usuário através de uma melhoria de arquitetura onde vocês conseguiram ali trazer uma melhora na sua arquitetura e para fazer essa melhora o seu usuário Teve que mudar um comportamento assim Acho que esse é um Talvez uma coisa que vocês com produto ali tecnologia e produto junto pensaram e falar assim ó essa vai ser a mudança que pra gente conseguir evoluir a nossa arquitetura a gente tem que trazer também uma experiência diferente pro nosso usuário al você você usou uma palavra capciosa aí né produto também foi uma coisa que a gente discutiu muito né Fernanda a gente a gente falou Poxa a gente precisa pensar mais na na arquitetura de integração da CC como um produto evolutivo certo e de um time com um po com um cara ali que vai defender a as estratégias de negócio interna e externas também que ele tem que olhar pro mercado com uma visão de marketing para poder eh avaliar o crescimento desse produto né E até investimento onde eu invisto invisto na apix X ou na AP Y eh começar a ter essa visão também era foi foi uma das Dores que a gente e evidenciou no começo do projeto e que a gente direcionou também e tem um paper fenomenal do Google falando sobre isso assim apis como produto bem legal e e a diversidade do tipo de usuário é muito grande também porque você pode ter na outra ponta lá por exemplo uma pessoa com perfil mais de análise ou ciência de dados então ele vai querer lá um csv gigantesco para fazer um notebook para fazer uma análise por exemplo você pode ter lá do outro lado um cara com com transacional querendo dado quente porque ele quer fazer um uma transação rápida ali já com objeto em json pronto para ele instanciar na aplicação dele e usar né né E você também pode ter na outra ponta e empresas de tecnologia que estão criando outros produtos para poder vender pros seus clientes também então são vários tipos de cliente que você tem né E quando você falou de falou de produto essa essa é um um direcionador forte nosso lá de se conectar com esse ecossistema com essas empresas que estão em volta né Eh orbitando a CCE como um b2b para que essas empresas de tecnologia também possam entregar valor para cada cliente porque cada cada cliente vai ter sua realidade sua necessidade sua estratégia né então você entregando um ecossistema para ele você pode fazer com que essas empresas olhem pro usuário final mesmo e para cada usuário é um produto é uma tecnologia diferente né E e essa área de apis já existia lá dentro da empresa ou foi algo que D as dores Vocês acabaram investindo e criando uma nova área um novo conceito de apis ali dentro da empresa já já existia existe ainda a mesma equipe como vod comentou a gente vende 10 anos de uma arquitetura de integração baseada em barramento né buz né tradicional quando a gente vai agora para modernizar arquitetura de integração a gente também com a equipe a gente tá evoluindo a equipe né capacitando o pessoal para que eles possam evoluir juntos né então é a mesma equipe foi que agora a gente tem mais Eh mais ferramentas no sentido de utilidades para poder entregar as ipis né uma coisa que eu achei interessante no no no no que a gente falou hoje é que tudo tem uma justificativa né a gente não trata a primazia técnica somente como eh pirotecnia de de tecnologia né Por exemplo o caso tip acho que o caso mais clássico é microsserviço né hoje nem tanto né mas já foi um Hype muito grande no mercado Tudo tinha que começar com microsserviço tudo tinha que ser microsserviço tudo tinha que ser microsserviço sem ter de fato uma justificativa para que isso fosse né e e eu acho legal que nem por exemplo quando o Valdir falou eu tenho alguns componentes específicos que precisam ser reduzidos de tamanho para que eu dê escala para aquele componente esp porque ele demanda uma escala maior existe uma justificativa de negócio para que eu adote um padrão técnico para atender o negócio né então por que que eu não posso ter um monolito nesse caso porque eu vou ter que escalar o monolito inteiro e a não faz sentido agora se eu tenho um domínio como operação de negócio que precisa de uma escala desacoplada do restante do domínio Opa esse cara ele tem uma justificativa para ele tá isolado ele tem uma justificativa porque eu para eu ter uma uma escala horizontal ter um out scaling desse cara por exemplo né então ele tem que ser stateless ele tem que ser eh autocontido e tem que ser escalável né então crianças tudo tem que ter uma justificativa né microsserviço não é legal microsserviço Dá trabalho para gerenciar microsserviço ele demanda operação muito maior do que o monolito rodando lá no teu application server então ele tem que ter uma justificativa o benefício tem que ser maior do que o esforço de operação que você vai ter para gerenciar esse cara u você você matou cara no começo por que que a gente começou a falar desses componentes menores né porque um dos grandes desafios nossos era performance a CCE tá fazendo um trabalho maravilhoso para e melhorar a performance dos sistemas e esse padrão ele vem para ajudar né ela tá fazendo outras iniciativas também mas esse vai ser um dos que vai poder ajudar né Tem a parte de infraestrutura que eles estão trabalhando para ter uma infraestrutura estura Cloud pública e privada tem as máquinas né Toda Toda a infraestrutura que tá sendo revitalizada também né mas o Poxa a arquitetura também precisa dar dar os 2% dela né porque senão não não resolve né é um ponto importante né Valdir é a a CC ela fez investimento eu não vou lembrar os números exatos mas o último investimento que ela fez 70% foi em tecnologia investimento da CC seja em modernização do Parque seja em modiz de aplicações desenvolvimento por quê Porque a empresa ela vê essa necessidade futura de se preparar para um para um para um mercado que volátil e que vai mudar existe uma tendência de mudar o o mercado no futuro né mas como arquitetura a gente tem que manter uma arquitetura que ela seja sustentável né que ela também ela ela esteja preparada para prometria alta mas tudo na vida incerto e se não aumentar né a gente tem que manter uma arquitetura que ela seja resiliente né Acho que esse é o desafio pra gente ali você falou da da das dos componentes né o eleton de repente eu posso ter um componente onde eu tenho um cenário de negócio onde ele vai entrar no platô ele não vai evoluir por que que eu vou modernizar um que ele tá ele tá bem tá funcionando Tá bonitinho Tá entregando o valor tá dando dinheiro OK vamos focar onde o cara tem uma a tendência maior ali de evolução né cara isso que você tá falando liga muito com o ciclo de vida do produto exato que o o o po né O PM tem que conhecer né Eh tem Episódio aqui no no PPT compila sobre produtos tem que fala sobre isso cdzinho que sei lá na cabeça do Val sei lá é que não pode ser desse lado porque a cabeça dele ocupa Todo o espaço par cara toda vez toda vez que ele fala essa parada de parece que ele tá dançando a Chen né tipo aquela coisinha assima do Vampiro pelo amor de deus eu queria fazer uma pergunta pro Danilo você falou das falácias né do microsserviço qual que para você o principal erro que as pessoas cometem adotar microsserviço que oão falou do Hype né tem muitos hypes na tecnologia e você vê olhando pro passado como os hypes alguns deles deram errado e por qu né e para microsserviço qual para você é o principal erro a falácia do microsserviço Olha eu até vou pegar um pouco que vocês estavam comentando a respeito de produto acho que eu comentou muito bem o El a respeito de produto trazer uma perspectiva de ah se o produto vai crescer Pô legal Como que você consegue rizar isso e transer também isso esse conceito paraa arquitetura né Acho que tem tem um livro muito famoso que é o team topologies que ele traz esse tipo de conceito que a distribuição da sua empresa tanto com da gestão quanto de produto vai acabar sendo um reflexo de como é a sua arquitetura um e essa inclusive desculpa de cortar mas a muita a gente esquece mas a arquitetura de microsserviço ela teve origem na transformação dos times em times de produto porque aí você não tinha concorrência de J era de Deploy de código etc Então Pô eu tenho que ficar concorrendo aqui num monolito se eu faço só o a parte de checkout aí eu tenho que ficar o problema de gestão era muito grande então se separou justamente para isso por uma demanda de operação né não porque alguém achou que era legal gerenciar cer cer assets ao invés de um podia gerenciar um agora tem s agora tem sete né então algum benefício tem que ter e assim até usando na sua própria fase né tipo ah você o conceito microsserviço foi gerado a partir dessa distribuição de times que tem tinha uma necessidade tinha uma dor e o ponto é as pessoas não entendem esse começo por aconteceu elas olham os patterns que a gente tem hoje e tentam implementar ali sem pensar nesse outro nível entre questão de gestão questão de produto e com isso acaba acontecendo até um Case que hoje eu tô trabalhando assim na empresa que eu trabalho que é um Case onde eles adotaram uma arquitetura de monolito lá atrás fizeram quebra para micr serviço e hoje estão fazendo HB disso por quê Porque Ah começou a crescer a arquitetura de uma forma aqui não transparecia ali não era um espelho sobre como o produto e gestão ali gão organização da empresa estava acontecendo Então assim é o acho que esse é o maior gatilho de uma falácia embora não tenha comentado na palestra mas essa é uma falácia assim que eu vejo na adoção do conceito né arquitetura de microsserviço em si certo é conecta que o Alon falou né Tudo tem um porquê né se eu vou fazer o microsserviço eu tenho que ter um produto por trás senão eu vou fazer o quê eu vou quebrar tudo em um contêiner por post por get joga pra operação fala quem pegar isso exato cara quantas vezes já vi Startup com quatro desenvolvedor que fazia o mesmo produto tudo sentado na mesa com 10 microsserviço para desenvolver aí você tem que subir um service Mech tem que fazer gestão de configuração desses caras tem que cara para quê bota isso num serviço só você sabe que nós nós discutimos também né se a gente ia usar service Mech ou não na CCE agora tá e e Poxa foi muito madura a discussão porque poxa Ah é legal é legal na câmera po isso agora Ah podemos mas não vamos resolver tudo né a gente tem legado e e as aplicações novas Será que é o momento será que não é a gente não deveria rediscutir isso daqui do anos então a gente teve também esse tipo de de parcimônia né na nas decisões e e Assim falamos sobre muita coisa cara deve ser Cops falamos sobre Shadow apis e falamos sobre Fernando lembrou muito bem né sobre embarcar em de software porque aess ela tem tem um Anseio muito grande de ser uma empresa sem telas E você já acessou a tela da da Bolsa de Valores não Eu também não né e Poxa a gente sempre acessa a tela do do broker Será que a também não poderia ser assim então elas eles têm esse Anseio e e a gente falou muito sobre essas coisas né E aí a terceira fase da nosso projeto foi assim foi foi muito gostosa cara foi foi uma aula né porque porque poxa essa foi a gente pensar em muita coisa legal né só que como é que a gente entrega tudo isso como é que a gente a gente bota a bola no chão né que ferramenta a gente pode usar padrão de arquitetura eh Pô você vai lá faz um monte de desenho na lousa né Será que esses desenho fazem sentido para o mercado então a gente a gente foi atrás das Ferramentas e e o legal foi que a gente foi atrás das Ferramentas só que a gente SA sabia o que a gente queria Então a gente criou um um conjunto de critérios um conjunto de requisitos para avaliar as aderências a aderência das Ferramentas Às nossas necessidades e de novo tira o chapéu pro gartner porque foi uma dica que ele dá lá no do do dos artigos né Eh é mencionado lá poxa o número de ferramentas de api que você tem no mercado é gigantesco só ele valia 20 ferramentas para colocar no quadrante mágico fora aqu eles ti que eles tiraram né da avaliação deles eh e Poxa você né na sua empresa você vai avaliar as 20 S cada uma tem uma especificidade cada uma trata é um um ponto e de um jeito e a outra do outro mas as duas tratam Você tem que ver a que melhor trata pra sua necessidade né E e aí eles falam sobre isso sobre o critério de aderência então nós fomos atrás da avaliação das Ferramentas em função do critério de aderência delas dado que a gente tinha todas as dores a gente sabia onde a gente queria chegar a gente tinha os padrões de arquitetura Bora escrever critério de avaliação vocês podem falar quais foram as ferramentas que vocês elegeram a gente a gente só conversou com os Pic da galáxia só com ferramenta top cara a gente olhou pro quadrante mágico e falou Pô Quem que tá no Líder ali então a gente foi muito bem atendido eh pelo pessoal da da msoft pelo pessoal da Red Hat da IBM pelo pessoal da cong eh tem mais uma aqui que eu esqueci wso2 e wso2 wso2 wso2 cara assim eles trataram a gente olha eu vou eu vou dizer com carinho Porque de fato foi muito gostoso a gente ficou dois dias com cada fornecedor e todas as ferramentas são maravilhosas e e e deixa eu perguntar assim olhando todas mas você não vai falar quais foi qual foi a Eleita não todas foram muito boas cara qual foi aleta todas foram muito legais é o o contrato o pessoal não não não fechou ainda com qual que vai fazer tá né Beleza fechou o bizu aí no ar hein ficou ficou aqui o ficou no ar hein Não porque não fechou a licença ainda né e e teve a open source também né e teve a open source a gente avaliou também é a open source deixa o Danilo falar n eu ia perguntar muito mais assim é Além de olhar as ferramentas ali que existiam no mercado Assim vocês eu pensando em arquitetura assim existe um conceito muito forte a respeito de ah você tem uma arquitetura Você tem uma comunidade por trás dela que mantém ela assim vocês também chegaram a olhar para dentro da comunidade al da CC a respeito de o que que o pessoal usa qual a aderência também do pessoal como que foi esses critérios de aderência que vocês tiveram você matou esse era um dos critérios lá né a gente a gente criou 82 critérios de avaliação alguns deles eh tinham a ver com os desenvolvedores a escolha de uma ferramenta e de uma linguagem de programação ela vai muito além de Pô Essa a tecnologia que eu acho mais legal eu acho mais legal não pode ser eu acho mais legal tem que ser uma Duvido que não é Java não eu tô falando de coisas normais Java é b cara é tipo é acima entendeu Aham tá entendi é certo mas o ponto é cara o ponto é Spring o não porque é aderência da linguagem é Java velho te conheço e sei o qu a gente a gente levou em consideração muitas ferramentas que o pessoal já já tinha no histórico também né a gente olhou pra comunidade só que a gente olhou pra comunidade com uma visão de que nós queremos uma ferramenta de eh gestão de ciclo de vida de apis e não o GAT são duas coisas diferentes o mercado ele é forte e tem muita ferramenta open source e ou ou é pública né e com código aberto de de gateways põe um Gateway lá eu me viro com ele faço faço Jon para configurar faço XML para configurar faço sei lá bicho faço alguma coisa para configurar o cara não tenho tela não gerencio api nós queremos gerenciar apis nós queremos uma ferramenta com Dev porton nós queremos uma ferramenta com gestão de de integração com Alf nós queremos uma ferramenta com eh a a integração com observabilidade então quando a gente começou colocar esses critérios mais eh específicos específicos mais eh elitizados digamos assim né Aí eu subiu o sarrafo é aí bicho aí se algumas ficam pelo caminho né exatamente entendeu não é não é questão de tipo ela não é boa ela é boa mas ela faz um pouquinho de coisa bicho e eu preciso dema né Eh então por isso que a gente selecionou essas que a gente tá falando aqui né É tem um paradigma legal que que você quebra com isso que quando você sai de um de uma arquitetura com fortemente baseada em barramento você tem desenvolvimento de integrações né Você tem um cara desenvolvendo lá o o encanamento ali né Quando você vai para essa modernização você percebe que você tá deixando de desenvolver para você governar a integração né você passa a ter muito mais preocupação em governar Quem tá chamando quem e porque tá chamando e para quem vai do que você nalmente desenvolver lá né chegou no ponto que eu queria perguntar cara de verdade agora o podcast pô foi para outro nível essa frase do Fernando é top demais cara bom você que tá vendo esse podcast da hora tá vendo um monte de problema aqui que a gente tá colocando né e Quer uma ajuda aí na sua empresa faz o seguinte entra no site aqui da VMB que a gente pode te ajudar vem be.io nós somos uma empresa relacionada à arquitetura de soluções a modernizações de aplicações também atuamos no na Font devops para ajudar vocês a serem extremamente ágeis então dá uma olhada no nosso site que vai tá aqui embaixo vb. i e lá você vai poder ver um pouquinho da nossa história dos nossos profissionais e aproveitando se você for um profissional da área de tecnologia que tá afim de trabalhar numa empresa legal um monte de colega gente boa e tecnologia te ponta manda o e-mail para people care @v bees.io é agora eu quero meu show V O Fernando falou uma palavra importante governança e você na sua outra explicação falou também um outro termo que eu acho importantíssimo que é o Shadow api Shadow API e eu também na na minha vida fora podcast eu tô Val sabe tô num processo também de modernização da arquitetura de de apis e tal A pode ajudar Pode cara e e a gente tá exatamente nesse ponto de tratar a governança e só que a gente PR encaixar uma governança num processo que já estava desgovernado e num legado que já tava nado né e aconteceu até uns tempos atrás eu fui pedir cara eu preciso saber aqui qual que é a pii para eu conseguir clientes veio quatro apis e que a empresa não sabia que tinha essas apis agora sabe porque a gente tem um processo onde a gente tá conseguindo fazer um acesso conseguindo capturar essas APS que estavam soltas aí como é que vocês trataram isso lá como funciona isso lá porque e eu tô no meio de um processo de de dar empowerment pro time de desenvolvimento né Até conversei com o Valdir sobre isso estamos adotando protocolo aberto com es CCD PR api com openi etc então o cara vai especificar a api dele ou se ele vai inclement uma uma ap existente ele vai baixar o fonte ele vai fazer a ap vai subir vai passar para um processo de governança né e no futuro nós esperamos não ter mais quatro PS para ter o mesmo dado né Vamos unificar e vai ter um processo de governança como que vocês pensaram nisso dentro desse fluxo como é que trata isso essas Shadow api e com essa demanda de produto atrelado a pi eh primeiro cara Shadow ha é um negócio que sempre existiu né E vai sempre existir vai sempre existir eu acho a gente tava falando até hoje sobre isso no na firma eh acho que o desafio pra gente de tecnologia é primeiro aceitar que ela existe a gente às vezes ela ela ignora a gente ignora a existência da shad Do It fala assim ah não tem não vou impor a minha governança e minha regra aqui e não vou dar um resultado o que eu não tô vendo não existe é não exato É você não F você não vi não aconteceu né ISO eh acho que o desafio pra gente Wellington é tentar achar uma maneira de que você não seja eh alguém que limite você não pode ser alguém que proíbe você tem que viabilizar né quando a gente sai de uma aí no nosso caso real né quando a gente sai de uma arquitetura fortemente baseado em barramento a gente tem governança e desenvolvimento a gente tá abrindo mão entre aspas da do desenvolvimento mas a gente precisa ter governança ainda né Eh o que a gente tá procurando fazer é se aproximar das áreas de negócio seja lá com analista de negócio ou com arquiteto com ux algum papel que se aproxima e mais do que você proibir é você de alguma forma mostrar para eles a importância de trazer pra tecnologia aquele problema falei olha legal você fez isso muito legal mas olha tem vários pontos que a gente tem que ver porque pode dar ruim eu posso te ajudar eu quero habilitar você a fazer isso né então eu trabalho muito mais de você tá próximo do negócio e tentar trazer para cá se dá certo ou não caso a caso é difícil é não é fácil né mas acho que o primeiro ponto é a gente aceitar que existe né se aproximar dos caras fal assim eu não tô aqui para proibir tô aqui para te ajudar mas existe um contraponto que é cara trazer conhecimento para cá Shadow epis né cara assim Tecnicamente a gente vai se proteger com com Contra isso né com o próprio Gateway então a a CC ela ela tem ali um já tem hoje um um Gateway e a gente vai continuar com ele né assim com outra outro que seja outro fornecedor que seja né mas assim o o elemento Gate e vai continuar a nossa arquitetura então só passa por ali quem eh quem tiver a as apis registradas né então a gente vai ter a gente para controlar a borda né exatamente então ah os times de api que a gente vai ter que é como o Fernando falou né descentralizado eles vão ter que entregar para esse para esse time de gestão E aí a CC também tem um time de gestão que o Fernando comentou né que é um time que já existia e tá se transformando porque os caras são top você tem lá o weer Você tem o aid você tem a xandra [ __ ] gente capital intelectual lá em cima né Então essa essa galera já tá já tá se modernizando também e assim o ponto é você vai entregar para eles a o open api porque a gente vai trabalhar com com api first né então Poxa entregou eles registraram lá no no no no Gateway a a nossa a nossa ferramenta que a gente foi foi até perguntando danil né poxa como é que a gente selecionou as ferramentas elas precisam ter mais coisas do que só Gateway uma delas é o o Dev Portal então a os Open api estarão disponíveis no Dev Portal com informações de negócio que vão ser entregues pelos analistas de negócio então a gente não quer só tá aqui o o swager a gente quer mostrar para aquela para aquela empresa de software que tá se conectando com a gente como ela deve usar API Eh toda a parte de negócio toda a parte de tecnologia aí a gente vai ter essa essa esse Gate a de borda para para gerenciar só o que nós entregarmos lá e que que vai poder ser acessível né Então desse jeito você já mata o Shadow apis tá E aí você falou da governança e o Fernando também trouxe super bem né que o ponto é o seguinte e com a arquitetura modular que a CSE já já promove né E e aí a gente a gente flerta né a gente a gente tá flertando entre o modular e o e o microsserviço eh então esses componentes eles vão estar entregando atendendo a Open pii tá Eh estamos ali trabalhando para tirar o barramento né não é uma tarefa fácil porque é uma ferramenta que já tá largamente eh estruturada lá mas a gente tá a gente tá dando essa missão pro pro pros bffs e também para os o é mais pros bffs a gente quer proteger os b00 Então não vai não vai passar dali mas os bffs eles vão começar a ter essa essa eh esse esse contato forte né com com a Open piia E aí a gente não vai não vai e ter uma passagem direta ali das você vai manter a camada de rota no Gateway isso E aí aquilo que é processamento que você tinha no barramento você leva para uma camada de mic serviço abaixo com BFF e para e para domínios de negócio que que ele é muito complexo a gente ainda pensou num micr GAT que é um uma ferramenta pequenininha que aí talvez funcione um só um Gateway de mercado pequenininho né open source que seja e mas esse microgate ele protegeria a a as complexidades do domínio Tá sim eu também tenho estudado muito para alguns casos mais complexos do barr levar PR mic serviço utilizando a parte cel que é um uma ferramenta que tem pelo menos suporte enterprise acho que da Red Hat fenomenal né e roda se eu não me engano a parte já tá também usando quarc né e grau VM rodando em contêiner do op shift assim Top né ferramenta sim então estamos estudando por aí também porque quando você sai do o principal desafio quando você sai no arquitetura 100% sua para um Gateway é que você tem muito processamento ainda transformação etc mas aí que tá o segredo né Aí você tem que trazer o time de arquitetura para perto para segregar os domínios criar os bffs ter ter vários bffs um para cada domínio ali para ele também também não ficar muito gord você não não ter ali os monolitos né E aí eles vão fazer essas traduções necessárias sim Sim esse é um exemplo muito bom assim é que que me lembrou um projeto ali que eu passei ali quando acabei ficando my food durante um tempo que era um conceito que a gente tinha muito de começar a trazer um conceito de plataformização da nossa camada ali de arquitetura de microsserviço Foi aí que você me ganhou Ô Danilo quando você falou essa palavra plataformização lá na na sua apresentação achei tpica é vamos pensar no no exemplo que você comentou né Vocês estão passando por um desafio Onde vocês vão trazer se posição de api sendo supridas ali por alguns bffs e a plataformização nada mais é que um que a gente tinha toda essa parte de integração usando bffs só que chega um momento ali que o nível de agregação de dados que você acaba tendo nessa camada de BFF que é uma é uma das principais responsabilidades que o BFF acaba tendo na arquitetura começou a ser muito grande e não só grande mas ah você tinha uma comunicação com muitos microsserviços né e vinha o que a gente pode chamar ali de múltiplas o chin de chamadas http gerando vários problemas para você agregar um dado e conseguir expor a p de necessidade E aí foi isso que a gente criou um conceito de plataformização ali dentro da nossa arquitetura onde a gente fazia com que dentro de uma plataforma que nada mais é com emaranhado um conjunto de microsserviços de 50 100 200 microsserviços responsável por um contexto por uma área da empresa como um todo e ele teria apenas uma única forma de saída ou na verdade a gente teria microsserviços responsáveis por gerar um domínio de saída para fazer uma integração externa aí você comentou sobre o IPI first a gente trouxe muito esse conceito de api first pensando nessa camada onde a gente expõe esses dados dessas plataformas que a gente acabou criando esse conceito de plataformização por lá com isso a gente consegui ali Vamos pensar a gente quer ter um clientes de integração a gente acabava utilizando Eh esses domínios externos que na verdade não era o domínio do da plataforma um domínio externo que foi gerado a partir da agregação de dados isso aplicando conceitos com desde dat Lake utilizando datalake para criar esses domínios ou mesmo dentro da sua aplicação mesmo então pensando em você tem uma camada de consulta uma camada de de modelo externo ah cabe muito nos patr cqrs que você comentou né ah ah você deixa uma plataforma processando um dado e aí você deixa um outra exposição ali só provendo um modelo de consulta e é e é um [ __ ] de um desafio assim hoje vocês olhando assim esse lado de estarem trazendo essa implementação com bffs vocês como que vocês trouxeram conceitos de api first ali para para dentro dessa implementação que vocês estão estão fazendo boa boa pergunta e a a v tá ajudando a CC também num outro projeto que é a plataforma de certificação de energia que eu acho que serve até para outro outro podcast aí né mas ali a gente tá inovando já implementando a as as diretrizes que a gente consolidou nesse nesse projeto anterior aí do da revitalização da arquitetura né então a gente tá trazendo o open api fortemente pr pra discussão pr pra discussão né é onde a gente primeiro desenha as apis a gente tem ali o time de negócio a gente vai discutindo como a gente vai entregar os serviços dessa plataforma de certificação e E aí a gente tem um componente bem bem chuto mesmo sabe tipo ele recebe api e ele chama apis inclusive e chama apis de negócio né o o a gente tem lá fortemente a plataforma de integração antiga a gente tem serviços já disponíveis lá a gente tem o nosso domínio que é o próprio PS Então nesse componente que é o o BFF ele implementa o open que a gente vai vai mandar pro mundo externo internamente aí ele tem uma uma liberdade poética aí para chamar o que ele precisa precisar chamar e tudo mais né então a gente a gente trouxe dessa forma n estamos estamos trazendo dessa forma e essas inovações inclusive o o ipay first eu queria completar eh nos sua fala eu fiquei pensando em algo que a gente fez ali tanto Estamos fazendo né tanto na abertura de mercado quanto na plataforma de certificação que é Beleza a gente tem apepi first mas também a gente tá pensando no dado antes da apepi sabe eh e foi um desafio legal porque durante o o esse projeto de definição da nova arquitetura de integração de referência que o vald trabalhou com a gente lá a gente já tava evoluindo esse produto novo e implementando já os conceitos que vinham do projeto ali com vod e colocando Aqui começa a perceber que beleza eu quero fazer hiper first mas também ten que olhar pro dado que eu tô colocando ali para saber se esse dado é um dado que eu vou tratar via streaming s o dado que eu vou tratar transnacional u dado aqui vai para um BFF esse dado aqui é um dado que é só dado para rece perceber processar e vou guardar né então isso também tá ajudando a gente ter o HIF mas também ter uma orientação ao dado que vou conectar ali né Isso tá ajudando a gente a definir e acho que vai ajudar mais ainda a evoluir por exemplo vai para BFF vai para um mini monolito vai para microsserviço etc a característica do dado ela é muito importante para isso né porque você pode ter volumes semelhantes Você pode ter aplicações semelhantes mas a característica e o ob do dado pode mudar toda aac a tua pattern que você vai aplicar naquele tipo de de integração naquele para aquele caso de negócio né É eu posso por exemplo receber um volume pequeno de dados mas gerar muito dado para consumir por exemplo sei lá num app eu preciso de um tipo de integração né ou pode ser ao contrário eu recebo um volume gigantesco de dados e vou mostrar um relatorio de três linhas né então o tipo de api que você vai expor ali para isso vai ser muito fortemente influenciado né por isso muito bom pra gente encerrar eu queria saber de vocês que eu eu eu palestrei no TDC o ano passado também em Floripa vocês também foram em Floripa agora palestrar esse nesse ano né que mais rola lá que mais tem de interessante eu claro sou suspeito de falar de Florianópolis né Afinal moro lá se mudou né É então Eh mas queria saber o que o que o que mais aconteceu lá de de interessante Qual o ecossistema do TDC né que que é um uma comunidade muito viva né Muito quente né eu tenho causo para contar mas não sei se o Danilo tem um também o Fernando tem um aí eu deixar só pro Fernando aí a outraa Eu eu achei interessante acho que recomendo para quem não foi ir e para quem não tentou submeter um paper tente também é a variedade de assuntos e quando a gente fala variedade não é só tecnologias também mas eh tinha ali por exemplo trilhas de metodologia ágil trilhas de gestão trilhas de lanç de equipe trilhas de engenheria de dados de i de Java de api então assim para todos os gostos dentro da tecnologia né tinha uma trilha interessante Então essa diversidade foi muito legal né Eu acho que me chama muito atenção a questão de você ter inteligência artificial em diversas trilhas até onde não era para ter EA tinha EA Então me chamou muita atenção esse Hype tá forte né E até algumas alguns painéis ali fazendo contrapontos interessantes sobre esse Hype Como conter ele como ser mais e ter mais parone no assunto né Eh mas eu recomendo fortemente Inclusive para quem um dia tiver vontade de encarar vá né submeta o per tenta o pessoal vod comentou um pouco o pessoal te ajuda da organização eles te preparam eles fazem todo um acompanhamento com a gente né então e você não vai lá numa fogueira sozinho você vai ter gente junto com você pulando a fogueira lá sim exatamente eu gosto de pensar no TDC assim que não é só um evento sabe o TDC ele é uma comunidade e quando a gente pensa em comunidade assim vamos pensar não só pensar uma comunidade open source como a sou Java por exemplo meu qualquer comunidade que você vê ali você tem o famoso feeling of belonging você se sentir pertencente a alguma coisa ali então o Fernando comentou são diversas áreas diferentes ali falando sobre tecnologia algumas falando um pouco mais arrisca ali uma trilha de Java falando da tecnologia do beabá ali tudo até no Java tinia também exatamente o Spring boot o Spring lançou um um um Framework aí para para ajudar você a a desacoplar e a é cara é é um bom temo de Podcast também e então assim eh vai vai di diversas trilhas assim então assim até para pessoas que querem assim tipo entender como crescer na carreira Tem uma trilha o wer comor do Bruno Souza Ele é uma pessoa ali que é uma das grandes referências da comunidade Java e ele atua na carreira de carreira de monitoria para ajudar a galera ali a crescer então público mais júnior que quer achar um direcionamento paraa sua carreira quer entender o que é a comunidade de desenvolvimento de software geralmente pessoas que estão fazendo transição também de carreira e entrando na área de de tecnologia Esse é o tipo de evento que você vai absorver e você vai sentir Sabe aquele pertence de não só tá tá fazendo um curso online você vai aprender o curso e legal aprendi E aí não você consegue sentir ali conhecer pessoas fazer Network você consegue sentir o sentimento de Você pertence à aquele lugar porque você tá contribuindo com ele pessoas estão contribuindo Sens de comunidade é muito bom né cara você falou desse feeling of belonging eu vou ser velho agora e e falar cara que eu me sinto no TDC da mesma forma que eu me sentia no finado fley que era o fórum interal naal de software livre que acontecia em São Paulo depois ficou uma época em Porto Alegre eu palestrei algumas vezes em Porto Alegre e infelizmente não não não acontece mais o Danilo Ah desculpa não e sabe o que é legal o que quando você vai para um evento como esse e claro que todo mundo tem a sua a sua a o seu seu Porto Seguro de tecnologia né alguém quem veio de Java de dados de api etc agora quando você sai da zona de conforto e vai ver uma trilha que não tem a ver com a sua a sua remand de atuação você se conecta com problemas que você também tem Você às vezes encontra até solução falei caramba cara não tem nada a ver mas tem né então Eh olhar pro lado também aprender um pouco né tem um pouco de senso de humildade da gente olhar pro lado falar Car deixa eu ver que os caras estão falando ali que eu acho que ali eu posso aprender né e é um tipo de lugar que é um evento que você tem n oportunidade de fazer isso olhar pro lado e e aprender com a galera né da sua zona de conforto da sua própria caixa né Car exato É o o Daniel Ele ele postou um uma fotinha lá não lembro de qual que era a feira ah da Campus pars Hoje você tá falando Campus par é exatamente né postei uma foto da Campus par assim Acho que foi a primeira que eu fui acho que 2009 alguma coisa assim que era quando você ia na Campus par e a galera tinha aqueles mesão assim com aqueles computador de tubo CPU é foi minha primeira Camp spire primeiro evento de tecnologia que eu fui a primeira Camp spire que eu fui cara era tinha um link de 1 GB para todo mundo para todo mundo e era e a o o chamariz da da da CP é cara 1 GB da Telefônica não sei o que lá não sei o que lá cara hoje eu tenho um giga na minha casa e até hoje assim tipo essa apresentação da internet potente né na Campus par acontece até hoje não sei se vocês estão próximos da com SP acho que vai acontecer no próximo mês eh é uma coisa que acontece ainda então assim geralmente tem um provedor forte de internet provendo internet pra galera ainda ainda acontece esse ainda acontece mas esse de 1 GB ten esses dias eu t eu fiz a mudança recentemente fiz a mudança E aí você tira aquelas coisas velas do do guarda-roupa e tal cara eu achei a mochila verdinha assim da telefone que ainda escrito 1 GB por que que eu guardei essa [ __ ] tantos anos né Isso daí é relíquia é relíquia Pois é conta seu caos vdir Pô cara tem um causo bicho fui eu fui fui não posso nem falar que eu tava lá sozinho tava lá Fala pertinho do microfone aqui para para ficar para te ouvir melhor tava eu e o o Wellington lá né pô sou sou cúmplice você é cúmplice cara nós estávamos lá no no TDC né quinta-feira pré pré apresentação Falei pô vamos dar uma volta aí né aí bicho eu levei meu Drone que eu tenho um hobby Eu tenho um drone Zinho lá na verdade eu eu tenho um que tá quebrado eu tenho um que eu comprei na China e não chegou tá vindo voando de lá não não o correio acho que a bateria acabou no caminho o nome o nome bonito que o correi me deu foi extraviou tá mas enfim e aí eu arrumei um dorzinho fiquei bravo eu falei agora eu vou me dar um presente né arrumei um dorzinho um DJ ai é top eu levei lá pra gente brincar né Pô cara você tá lá no meio do pô é ali né entre a ilha e o continente né Nós somos aonde Coqueiros Coqueiros meu bairro bairro do well aqui Subimos o Drone lá cara e você não acredita que eu tomei um enquadro e eu e o Wellington Nós tomamos um enquadro de Drone e sabe quem enquadrou a gente a polícia cavalo Caraca você tem noção do que você já tem Imagina os pegasos né Tudo aqueles cavalos cheio de asa né não bicho a gente subiu o Drone lá e depois o eu tenho até o vídeo que eu postei no YouTube depois o Hon faz a montagem a v botar aqui para vocês verem o pô mandei o Drone lá longe eu falei eu quero filmar a a ponte o Drone foi estável cara fenomenal a gente filmou só esquecer o que da marinha é ali e talvez não seja legal passar de Drone em cima da mas sou eu que esqueci ou ele que devia ter lembrado Pô o louco talvez passar com Drone em cima de uma área militar Não sei talvez eles não gostam né cara eu só sei que a gente tava lá voltando o Drone já D tava paradinho na nossa frente aqui e a gente trocando ideia a gente Ola pro lado assim tem três policiais né montados a cavalo bonito Drone hein estável né é bonito estável E aí estável né e a gente achando que eles estavam querendo trocar ideia né eles só saíram dali na hora que a gente baixou o Drone cara e aí e aí você acha que os caras não sabem o que tá acontecendo né Foi foi assim foi ele o Drone ir voltar deu sei lá uns 5 minutos nessa hora já tava os três ali olhando para nossa cara já você falou que ia vi cavalo achei que ia ter Os caras quque flecha para derrubar ali Drone eles já foram direto na fonte já identificaram onde tava o sinal do controle cara fenomenal assim né a gente depois ficou pensando [ __ ] merda né bicho que bobeira né podia ser preso por subir o Drone né Não mas os cara F [ __ ] é só dois nerd idiota fazendo bosta exatamente e deve ser os molecão né da do de 18 anos que entrou no exército AL al que falei não vamos vamos fazer aluma coisa Os caras chegaram rápido chegaram rid não eram eram eram oficiais é bem é assim botava medo não mas e justiça já feita aí a Polícia Militar de Santa Catarina fomos fomos atendidos Com muito respeito tranquilo né mas é engraçado trocadilho né pô você foi eh eh abordado né Por cavalos por conta de ter subido seu Drone né Pois é cara você vê né e teve o risco de de apresentar sozinho lá o evento no dia seguinte examente o Valdir Então veja bem Valdir Tá tá preso preso faz online A do da cadeia remoto Pois é meus amigos muito obrigado pelo por compartilhar aqui essas experiências com vocês tanto do do do evento quanto do do cas aqui incrível da CCE com a VM be de de revitalização do tema de integrações né que passa por apis e padrões de arquitetura etc conseguimos detalhar bastante aqui Dan prazer em conhecê-lo cara prazer e você vai voltar aqui você sabe né mano vou a gente acertando uma data ali est aí beleza V vir aqui e falar dessa tua palestra que que dá um episódio incrível aqui pra gente falar cara show de bola Obrigado Fernandão chefe do Sindicato não é obrigado mano obrigado pela oportunidade foi um prazer est aqui né Eh admiro muito o trabalho de vocês né sou sou sou audiência contínua ali da do PPT no PPT no compila e só queria deixar um recado pr pra galera de tecnologia olh pro mercado de energia tem muita oportunidade Legal tem tem vários oceanos azuis que a gente vai poder explorar a gente tá falando de Floripa né em abril a CC fez o primeiro racat aberto do mercado de energia a gente Convidou startups e empresas do setor para proporem soluções para esse futuro essa futura abertura de mercado Teve muita ideia legal teve ideia focado no cliente na ponta na distribuidora no comercializador varegista uma infinidade de ideias né e dos das cinco das 10 empresas finalistas cinco foram de Florianópolis não foram de Santa Catarina na verdade né do Polo Então parabéns ao Polo de Santa Catarina tá muito forte ali bem legal então olhem para isso tem muita oportunidade legal para vocês poderem explorar tanto de negócio quanto tecnologia show de bola Floripa tem um ecossistema muito vibrante de de startups sim é você tá falando isso que você mora lá tem que puxar a sardinha agora né Danilão Obrigado mano muito muito obrigado aí pela pelo convite valir me trombamos lá no TDC ele falou curti tudo e tal vamos fazer um podcast falei cara sensacional assisti um p assisti acho que dois ou três episódios falei assim pô Os caras estão andando super bem tecnologia tão aqui bate papo aberto com um monte de gente é foi foi uma uma experiência incrível assim Acho que foi segundo podcast assim Muito obrigado aí e parabéns pelo conteúdo acho que P vocês estão trazendo uma temática que hoje as pessoas já podem aprender já estão aí compartilhando o conhecimento acho que esse é um é um grande ponto assim que vocês têm de diferença estamos trazendo conteúdo verdadeiro aqui pro público assim obrigado mano e que você volte muito outras vezes e faça parte aqui da nossa comunidade cara pô podcast de arquiteto né cara Pois é né mano ô Vadir nosso tempo lá o nosso podcast era que mesa de bar né cara era era tomar uma cervejinha no Mané Ô dir você já vou agradecer Cara você já da casa cara obrigado pela oportunidade de est aqui com você com o Fernandão com o Danilo né pela troca de conhecimento pela pela abertura né e eu acho que para quem tá escutando a gente é eu acho que a gente trouxe aqui um um assunto bem legal e que é uma modernização né de sistemas usando arquitetura corporativa usando técnicas de desenvolvimento e um monte de conceito tecnologia e se você se fazer isso na sua empresa lembra da VM Bears a gente pode ajudar vocês com isso show de bola e você que acompanhou a gente até aqui eu quero te fazer dois pedidos o primeiro se você não deu like ainda nesse vídeo não compartilhou esse episódio com ninguém é uma boa hora fazer isso agora né se você acha que esse conteúdo agrega de alguma forma na sua vida profissional você entende que a gente traz um conteúdo relevante para você você pode contribuir com o PPT no compila e você pode ser um membro do nosso canal vai lá no YouTube do lado do do se inscrever ali tem seja membro e você vai contribuir aqui com essa cerveja do Valdir pra gente pagar essa cerveja porque esse homem de 3 m por 2 de largura ele consome uma alta octanagem então contribua aqui com a gente e gerar sempre conteúdo para vocês caso você não possa contribuir você pode sempre contribuir dando like seguindo a gente nas redes sociais compartilhando esse episódio que já traz muito resultado pra gente muito obrigado pela audiência de vocês segue a gente dá like valir obrigado novamente estamos junto meus amigos valeu valeu pessoal valeu valeu obrigado [Música]
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